Espetáculo O Boi Voador faz público voltar ao Recife holandês

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A dramatização aconteceu neste domingo (17) e fez público reviver acontecimentos da época de Maurício de Nassau no Recife (Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR)

Encerrando as comemorações de aniversário da cidade, milhares de pessoas lotaram o Marco Zero para ver o “boi voar”, neste domingo (17). A Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer, promoveu, pelo segundo ano consecutivo, o espetáculo O Boi Voador. Dramatização essa, que resgata o período holandês da cidade, com foco principal na inauguração da primeira ponte recifense. Cinquenta atores fizeram parte da encenação, em mais um ano de grande sucesso de público consolidando o espetáculo no calendário cultural da cidade.

“Realizamos um lindo espetáculo que contou com a essencial presença e participação do recifense, que pode se reconectar com um momento tão importante e significativo da sua história. O espetáculo resgata uma das memórias mais emblemáticas da história pernambucana e talvez uma das maiores manifestações da nossa irreverência e criatividade, em que um boi foi colocado para “voar””, afirmou a secretária de Turismo, Esportes e Lazer, Ana Paula Vilaça.

No século 17, o Conde João Maurício de Nassau prometeu fazer um boi voar, quando a ponte do Recife fosse inaugurada. Ele cumpriu essa promessa por conta dos comentários da população, que dizia que era mais fácil o animal voar, do que a ponte, a qual já estava sendo construída há dois anos, ficar pronta. Como naquela época, o que se ouvia no bairro do Recife, durante a tarde deste domingo, era que se estava esperando o boi voar. “Fiquei empolgado para vir por conta da cultura envolvida nessa história, e acho muito legal o poder que o evento tem de juntar bastante gente aqui para assistir”, pontuou Victor Barreto.

Uma queima de fogos anunciou o início do espetáculo. Logo se fez silêncio, e olhos atentos se voltaram para o palco montado em frente ao Marco Zero. “Eu já tinha ouvido falar dessa história, mas com a peça fica mais fácil entender melhor os detalhes”, afirmou Orquídea Barbosa.

A encenação foi distribuída em cinco espaços diferentes espalhados pelo Marco Zero. Ao longo das interpretações, luzes indicavam onde seriam as próximas falas. Para o cenário, foi montada uma pequena ponte na Avenida Rio Branco. Por fim, o público vibrou com a aparição do boi que foi levado por cordas de um uma construção à outra. “Uma atração como essa é muito importante para resgatar a história. É preciso contar sobre os acontecimentos para as novas gerações porque se não cai no esquecimento”, observou Maria Barbosa

ESPAÇO RUA – Também neste domingo (17), foi inaugurada uma nova área de convivência no Espaço RUA, que fica na Avenida Barbosa Lima, no Bairro do Recife. Dezesseis módulos formados em blocos e dois bicicletários integram a área que já conta com um mural de quase 300 metros.


Pernambuco é 2º no Brasil em transplantes de rim

Em 2017, Estado realizou 43,1 transplantes de rim por milhão de habitantes. Já em 2018 o número subiu para 49,4

Pernambuco é 2º no Brasil em transplantes de rim Foto: Miva Filho/SESNos transplantes renais por milhão de habitantes (pmp), Pernambuco passou do 4º lugar, em 2017, para o 2º, ficando atrás apenas do Paraná. Nos últimos dois anos, o Estado registrou um aumento de 15% nos procedimentos, enquanto que o dado geral do país teve uma leve queda (- 0,15%). Os números foram divulgados pelo Dia Mundial do Rim (14/3), pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO).

Em 2017, Pernambuco realizou 43,1 transplantes de rim por milhão de habitantes. Já em 2018 o número subiu para 49,4 pmp. Em números absolutos, foram 406 procedimentos em 2017, sendo 2 de rim-fígado; e 468 em 2018 (5 de rim-fígado), um aumento de 15,2%. O ano de 2018 também entrou para a história pernambucana como o de maior quantidade de transplantes desse órgão sólido.

No quantitativo geral do Brasil, os transplantes de rim tiveram uma leve queda de 0,15% (foram 5.932 em 2017 e 5.923 em 2018). Dos cinco primeiros do ranking, apenas Pernambuco e Paraná (+ 14,9) tiveram crescimento em relação a 2017 no quantitativo de procedimentos, enquanto os outros três (São Paulo Minas Gerais e Rio Grande do Sul) apresentaram queda.

“O aumento nos transplantes de rim em Pernambuco mostra que temos equipes captadoras e transplantadoras capacitadas e disponíveis sempre que surge um órgão para o procedimento. Também conseguimos organizar a logística para receber o órgão de outros Estados, o que amplia ainda mais a nossa capacidade. Além disso, continuamos o trabalho de conscientização dos profissionais de saúde para acolhimento dos familiares para que eles possam ter acesso às informações necessárias para decidir sobre esse ato de solidariedade que salva vidas”, afirma a coordenadora da Central de Transplantes de Pernambuco (CT-PE), Noemy Gomes. Ela ainda enfatiza que os profissionais das Organizações de Procura de Órgãos (OPOs) e Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTTs) são indispensáveis nas atividades relacionadas ao processo de doação de órgãos e tecidos, na manutenção das funções do possível doador, além da identificação e a busca de soluções para as fragilidades do processo.

Em Pernambuco, o transplante de rim é feito pelos hospitais Português, das Clínicas e Imip. O Imip ainda realiza os procedimentos duplos de rim/fígado e rim/pâncreas. Já o Português faz rim/fígado. “O paciente com uma doença renal crônica tem, além do transplante, a hemodiálise como modalidade terapêutica, mantendo as funções vitais do organismo. Já no caso do coração e fígado, por exemplo, o transplante é a única alternativa para salvar o paciente”, ressalta Noemy. Atualmente, 868 pacientes aguardam por um rim e 9 por rim/pâncreas em Pernambuco.

A Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) ainda divulgou que Pernambuco ficou em segundo lugar no Brasil no ranking de transplantes de órgãos sólidos por milhão de habitante, conseguindo a taxa de 69,2 pmp. Durante todo o ano de 2018, foram 652 procedimentos com órgãos sólidos (coração, fígado, rim e pâncreas), um aumento de 9,6% comparando com 2017 (595).

Em janeiro de 2019, foram realizados 48 transplantes de órgãos sólidos (5 de coração, 13 de fígado, 29 de rim e 1 de rim/pâncreas), um aumento de 17,1% comparando com o mesmo período de 2018 (41 procedimentos).


Dia do Artesão será celebrado com demonstração de obras, música e assinatura de convênio

Crédito: Arthur Mota/Divulgação

O Dia do Artesão é celebrado nesta terça-feira, dia 19 de março, e, para marcar a data, será realizada uma demonstração de esculturas de madeira, tecido, cerâmicas e papel com a presença dos artesãos no Centro de Artesanato de Pernambuco, no Marco Zero.

A comemoração terá início às 10h30 com a assinatura do convênio entre o ProRural e Grupo de Associados de Produção Artesanal de Pernambuco (GRAPA), com a participação do Sebrae e Banco Mundial para a América Latina (BIRD), que vai financiar diretamente 36 famílias para aquisição de maquinários e matérias primas para confecção de Artesanatos.

Estarão presentes a primeira-dama do Estado de Pernambuco, Ana Luiza Câmara; a vice-governadora, Luciana Santos; o Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach; o presidente da AD Diper, Roberto Abreu e Lima; a diretora de Promoção do Artesanato e da Economia Criativa da AD Diper, Márcia Souto, do Diretor Geral do ProRural, Fábio Fiorenzano, o Secretário de Desenvolvimento Agrário Dilson Peixoto e do Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Aluísio Lessa.

Em seguida, acontecerá um bate-papo sobre os desafios da política de promoção do artesanato de Pernambuco. O espaço vai receber visitação de alunos de escolas públicas e privadas durante todo o dia. E, para fechar a programação, o projeto Som na Rural, de Roger de Renor, comanda a apresentação de grupos populares em frente ao Centro.


Roteiro: 5 hostels para se hospedar no Recife Antigo

Crédito: Thinkstock Photos/Divulgação

 

Os hostels são uma ótima opção para quem está viajando com um limite de gastos menor. Além dos preços mais baixos, a oportunidade de se relacionar com outros turistas e locais também é um dos atrativos para os viajantes.

No entanto, pode-se encontrar dificuldades na hora de reunir as opções disponíveis no seu destino, principalmente em áreas turísticas como o Recife Antigo. Com isso em mente, o Blog João Alberto decidiu listar opções na parte da cidade que mais recebe turistas. Confira:

Fusca Azul 

Crédito: janelasabertas.com

O Fusca Azul fica na Rua Mariz de Barros, número 328.

Recife Antigo Hostel

Crédito: booking.com

O hostel que fica localizado na Rua da Guia, número 117, tem diárias a partir de R$ 89.

Mangue Orange 

Crédito: Google Travel

A hospedagem no Mangue Oranje, localizado na Rua da Moeda, número 71, custa a partir de R$ 110.

Origem 

Crédito: booking.com

O hostel recém-inaugurado na Avenida Marquês de Olinda, número 111, tem preços a partir de R$ 90.

A Ponte

Crédito: tripadvisor.com

O hostel A Ponte fica localizado do outro lado da ponte Duarte Coelho, na Rua Capitão Lima, número 410 e tem preços de hospedagem a partir de R$ 159.

Blog João Alberto


Com dois dias para o fim do prazo, clima no Holiday é tenso

Segundo a assessoria da Prefeitura, 50 famílias já foram retiradas com a ajuda do Serviço Social

Por: Samantha Oliveira

Edifício Holiday

Edifício Holiday
Foto: Arthur Mota/Folha de PE

Com o prazo de retirada pacífica até a próxima quarta-feira (20), moradores do Edifício Holiday se dividem entre aguardar as medidas após o tempo e procurar um lugar para onde ir. O síndico do prédio, Rufino Neto, alega que se reuniu com advogados e engenheiros para uma audiência em relação ao adiamento do prazo para desocupação.

Desde a última sexta-feira (15) o Serviço Social, liderado por Geruza Felizardo, iniciou o processo de diálogo com os moradores do Holiday. “Fomos de porta em porta para conversar com eles e oferecer os nossos serviços gratuitos”, afirma Geruza. “Estamos com a expectativa que até quarta grande parte dos moradores tenham saído, porque até os mais resistentes já estão realizando a mudança”, ressalta.

Além de caminhões para frete, os residentes podem contar com o abrigo temporário, que avalia as condições socioeconômicas e determina o prazo de estadia.

Glaucio Dantes, inquilino do edifício há três anos, questiona se ainda pode ser chamado de morador. “Não é fácil estar ou morar aqui e do nada ser expulso”, conta em tom de revolta. Glaucio ainda não fez sua mudança e conta com a ajuda dos vizinhos, por apresentar diversos problemas de saúde. “Quem veio morar aqui fez praticamente um investimento, mas eu nunca quis ser proprietário”, desabafa.

Segundo a assessoria da Prefeitura, 50 famílias já foram retiradas com a ajuda do Serviço Social. O atendimento gratuito é feito por agendamento, e até agora já foram 132 famílias. O atendimento de sensibilização já visitou 420 dos 476 apartamentos do Holiday e espera atingir todos até o final do prazo.

A pensionista Dilvani dos Santos promete não sair depois de quarta-feira. Há quatro anos morando no Holiday, ela conta que assumiria o risco de morar no prédio se a justiça permitisse. “Correr risco agora eu corro, mas já paguei pelo apartamento. Juntei 40 mil e tenho até a escritura”, conta. Ao deixar o Rio de Janeiro, Dilvani diz que mesmo se houvesse um prazo maior, lutaria pelo seu patrimônio.

A interdição do Edifício Holiday, iniciou na última quinta-feira (14) e vai até a próxima quarta (20), determinada pelo juiz Luiz Gomes da Rocha Neto, da 7ª Vara da Fazenda Pública da Capital, a pedido da Prefeitura do Recife por apresentar risco aos moradores. O prédio, construído em 1956, abriga cerca de 3 mil pessoas divididas em 17 andares. Após o prazo, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) autorizou o uso da força para a remoção dos inquilinos.

Folha PE


Produção de veículos e expansão de serviços puxam o PIB de Pernambuco em 2018

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A economia pernambucana cresceu 1,9% em 2018, mantendo o ritmo do ano anterior, quando obteve 2% de aumento. Os dados, divulgados nesta terça-feira pela Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas (Condepe/Fidem), mostram que os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) foram puxados, sobretudo, pela produção de veículos, que cresceu 21,3%, e pela expansão de alguns serviços, como turismo, alimentação e entrenimento, que expandiram 3,6%.

Responsável por 76% do PIB estadual, o setor de serviços cresceu 1,7% no total. “Os serviços de alojamento, alimentação, turismo, entretenimento, além daqueles prestados diretamente a empresas (técnico e profissionais) são importantes, mas são reflexos (do aumento da demanda)”, explica Rodolfo Guimarães, gerente de estudos e pesquisas socioeconômicas do Condepe/Fidem. “Os de alojamento e alimentação aumentam porque o consumo das famílias também cresce, assim como de empresas de turismo. No caso dos serviços técnicos e profissionais, depende do setor produtivo. Quanto mais a indústria e agropecuária crescem, mais demandam”, acrescenta.

Na outra ponta, o setor editorial (livros, jornais, revistas e papelaria) registrou uma queda de 19,1%. O resultado está ligado à crise que o setor vem passando em âmbito nacional, com o fechamento de estabelecimentos e a recuperação judicial de empresas importantes. Tecidos, vestuários e calçados registraram uma retração de 8,3%.

Na indústria, que tem um peso de 19,7% e registrou crescimento percentual de 2%, o destaque foi a produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, com 21,3%. “A Fiat (Polo Automotivo da Jeep) faz seu papel de competir no mercado, produz, gera emprego e renda. O produto tem sido bem sucedido, pegou um filão que deu certo, (a companhia) está vendendo e gerando (impacto no) PIB”. A planta, localizada em Goiana, na Região Metropolitana, produziu 199 mil veículos dos modelos Renegade, Toro e Compass em 2018.

Na outra ponta, os produtos têxteis registraram queda de 9,4%, seguidos pelos produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-7,9%). “São produtos como almofadas, puffs, travesseiros e semelhantes”, diz Guimarães, salientando que o resultado não leva em consideração o setor de vestuário e o polo de confecções. Sobre o desempenho dos derivados de petróleo, o grande problema está na Refinaria Abreu e Lima (Rnest). “Ela processa menos barris que a capacidade máxima (são cerca de 115 mil por dia diante de uma capacidade de 230 mil no mesmo período)”. E há dois motivos para isso, segundo o gerente: a não conclusão das obras da Unidade de Abatimento de Emissões (Snox) e a falta do segundo trem de refino.

Já a agropecuária obteve o maior crescimento percentual entre os setores, com 5,3%. No entanto, o segmento representa apenas 4,3% no PIB do estado. O destaque foi para as lavouras permanentes, especialmente a produção de uva, banana, manga e maracujá que, juntas, cresceram 13,6%. A pecuária, por sua vez, registrou aumento de 3,8% e foi puxada pela produção de ovos e pela bovinocultura de corte. Já as lavouras temporárias, que incluem cana-de-açúcar, feijão, milho, arroz e cebola, caíram 11%.


Obras de contenção do mar agravam a erosão em Olinda

Pesquisa aponta que os chamados espigões têm efeito contrário ao pretendido na orla da cidade

Avanço está controlado, mas profundidade aumentou em até três metros. Foto: Mandy Oliver/Esp.DP.

Avanço está controlado, mas profundidade aumentou em até três metros. Foto: Mandy Oliver/Esp.DP.

As obras de contenção do avanço do mar na Praia de Bairro Novo, em Olinda, construídas desde a década de 1950, estão ampliando a erosão da praia. A conclusão foi do pesquisador Luis Augusto de Gois em sua tese de doutorado desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Geociências da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O efeito reverso de intensificação do processo erosivo é provocado pelos espigões, braços de terra artificiais que saem perpendiculares do calçadão em direção ao mar. Segundo Gois, na praia de Bairro Novo, há trechos em que há mais de três metros de profundidade logo na linha do mar que tangencia o continente. Além disso, os espigões não estão recebendo qualquer manutenção por parte da Prefeitura de Olinda.

“Além de não defender a costa nem permitir a recuperação da praia, essas estruturas estão intensificando o processo de erosão e trazendo um custo muito grande à administração de Olinda, não apenas para mantê-las, porque elas exigem manutenção, mas por estarem aumentando o processo erosivo. Podemos dizer que hoje elas só beneficiam os comércios da orla”, sentenciou o pesquisador. O trabalho foi orientado pelo professor Valdir do Amaral Vaz Manso.

Iniciados na década de 1950, os espigões foram construídos para tentar apaziguar os problemas de avanço de mar e erosão causados pelas obras de ampliação do Porto do Recife. Na época, a praia de Bairro Novo, inclusive, era utilizada para banho, algo impensável hoje já que a área recreativa tem apresentado cotas negativas, ou seja, está abaixo do nível do mar. A pesquisa, que durou quatro anos, reúne dados compilados desde 2010.

“Essas estruturas foram construídas com a finalidade de reter a areia do mar das chamadas correntes de deriva, que transportam sedimentos. Mas elas não estão retendo esses sedimentos e estão intensificando o processo erosivo não apenas na praia, mas também na plataforma continental, a parte do mar em contato com o continente, ficando muito profundo logo na área onde as pessoas tomariam banho. Depois que os espigões foram construídos, ficou praticamente impossível tomar banho na praia de Bairro Novo”, defendeu Gois.

Já os enrocamentos aderentes, barreira de pedras paralela ao calçadão que protege do avanço do mar, têm feito a defesa da linha de costa, mantendo-a estabilizada, e impedido o avanço do mar na praia de Bairro Novo. Apesar disso, apresenta sucessivos problemas de abatimentos, decorrentes da fuga de material por sob os espigões, provocando uma grande quantidade de desmoronamentos.

ENGORDA

Para eliminar o processo erosivo e recuperar a praia, Luis Augusto recomenda que num primeiro momento sejam feitas ações imediatas que contemplem a supressão gradativa dos espigões para promover a ampliação da faixa de areia. “O processo de chegada de areia, sem os espigões, pode favorecer a regeneração da praia e, num segundo momento, poderia ser estudado o engordamento artificial da faixa de areia, como aconteceu em outras cidades da Região Metropolitana do Recife”, sugeriu o pesquisador.

Estudo aponta falta de manutenção

Em sua tese A interferência das estruturas de proteção da costa na preservação dos sedimentos costeiros da Praia de Bairro Novo, Olinda-PE, Luis Augusto de Gois também mostra que, além dos efeitos reversos causados pelos espigões enquanto estruturas de proteção, eles não estão recebendo qualquer manutenção da atual gestãode Olinda. A falta de manutenção pode provocar acidentes como já ocorreu em outras ocasiões. “Não estamos vendo a olhos nus. Mas o que está acontecendo por debaixo daqueles espigões é que os sedimentos vão sendo retirados aos poucos, podendo provocar desmoronamentos. E se isso acontecer, será um processo muito mais oneroso”, explicou o pesquisador.

Questionada, a Prefeitura de Olinda informou que está em processo de licitação a escolha da empresa que fará o serviço de manutenção dos espigões da praia de Bairro de Novo. “Os problemas que podem ser acarretados pela falta de serviços são diversos, incluindo acidentes com mortes. O processo de licitação e estamos aguardando apenas ser aprovado para os trabalhos voltarem a ser realizados”, disse a administração municipal, por nota.

O processo de pesquisa consistiu na análise das duas maiores obras de defesa da faixa costeira presentes na Praia de Bairro Novo: os espigões e os enrocamentos. A orla tem uma sequência de 31 espigões alternados por uma muralha de enrocamento aderente que se desdobra pelos dois quilômetros de extensão da beira-mar.

A orla olindense tem sido uma das áreas mais afetadas da Região Metropolitana do Rrecife pelos fenômenos naturais da erosão e recuo da sua linha de costa. O maior responsável por essa deterioração foram as obras de ampliação do Porto do Recife, afetando desde o istmo da Praia de Del Chifre até a Praia do Janga, em Paulista. Por conta disso, a costa de Olinda foi também a que recebeu o maior número de intervenções na linha do mar, para tentar deter fenômenos como erosão e avanço do mar. Para Luis Augusto de Gois, essas intervenções, contudo, representam uma ameaça à estabilidade de toda a extensão litorânea do município.

Por: Diario de Pernambuco


Mercado da Torre: quiosques com variedades gastronômicas e serviços

Crédito: Mid Comunicação/Divulgação

Um novo estilo de comércio tem movimentado o bairro da Torre, na Zona Norte do Recife. Localizado no terreno anteriormente ocupado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi), o Mercado da Torre reúne espaços de alimentação e serviços voltados para o dia a dia, como boutique de carnes, bancas de frutas e verduras e uma nova estrutura que abriga dez quiosques com operações voltadas para a gastronomia. Até o momento, seis já estão em funcionamento, são elas La Glace Sorvetes Artesanais, Anka Sushi e Culinária Oriental, Coffee Cube, Tablero Steakhouse, Tomassa e Speck Haus Burger.

Os clientes ainda podem contar com 80 vagas de estacionamento. A delicatessen Portus, uma das âncoras do novo empreendimento, abre todos os dias às 11h, e comercializa produtos regionais, nacionais e importados. O espaço oferece área de alimentação, com venda de sanduíches, casquinha de caranguejo e bolinhos de bacalhau. No próximo mês, a loja ganhará serviço de buffet com café da manhã, almoço e ceia. Inspirados pelo Mercado de Campo Ourique, de Lisboa, os empresários Ricardo e Adriana Dias Batista optaram por investir no espaço que é um misto de centro de compras de bairro e praça de alimentação.

Iguarias encontradas na Portus, uma das âncoras do novo empreendimento – Crédito: Rafa Medeiros/Divulgação

O Anka Sushi e Culinária Oriental conta com cardápio enxuto e cartela inclusiva – Crédito: Anka Sushi e Culinária Oriental/Divulgação

O Anka Sushi e Culinária Oriental, conta com sistema take away e cardápio com opções veganas. O cardápio é assinado pelos chefs Rô Gonzaga e Lehi Alves, consultores da Gasttro Design. “Um dos nossos maiores objetivos era elaborar um cardápio enxuto e com uma cartela inclusiva, como as opções veganas, feitas com vegetais, cogumelos e coco verde, para que a experiência dos clientes seja completa”, explica Rô. Além das peças tradicionais, a operação oferece os especiais e combinados, que é uma seleção dos produtos em destaque na casa. “Nosso carro chefe é o Especial Anka, um uramaki com manta de salmão, recheio de salmão e skin, e topo com geleia de laranja e tarê” revela Lehi. Nos fins de semana, serão oferecidos pratos em formato de petisco, como bolinhos fritos de arroz e salmão empanados na farinha panko.

O menu recebe influências argentinas e regionais, apresentando carne Angus, picanha suína, linguiça artesanal de carne de sol – Crédito: Tablero/Divulgação

Dedicado ao universo de carnes e cortes nobres, o Tablero Steakhouse, dos sócios João Amorim, Cássio Amorim e Eduardo Souto, oferece os serviços de almoço executivo e happy hour. No almoço, o cliente escolhe uma proteína e três guarnições (farofa da casa, batata crinkle e chimichurri), já no happy hour, são duas guarnições para acompanhar os cortes. O menu recebe influências argentinas e regionais, apresentando carne Angus, picanha suína, linguiça artesanal de carne de sol, acompanhada de queijo coalho e queijo manteiga, e todos são preparados na parrilla. O cardápio também conta com consultoria dos chefs Rô Gonzaga e Lehi Alves. “Pensamos em oferecer formatos distintos para atender às expectativas referentes às demandas dos horários”, conta Lehi.

A pizza Tomassa feita com massa vegana e molho de tomate artesanal – Crédito: Tomassa/Divulgação

Massas feitas com ingredientes naturais e orgânicos é a proposta do Tomassa Pizzaria Artesanal, um conceito que une sabor, sustentabilidade e afeto. Essa é quarta unidade da rede no Grande Recife, que já tem restaurantes em Casa Forte, Poço da Panela e Aldeia. Os produtos usados nas receitas não levam agrotóxicos, incluindo temperos cultivados em pequenas hortas, como manjericão, rúcula e salsa. Além disso, todas as massas são veganas – sem leite nem ovos. No cardápio: pizza, massas, polpette e bruschetta com molhos de tomate artesanal. “Assim que soubemos do Mercado da Torre, corremos para reservar o nosso box. O projeto é inovador e acredito que nossos produtos se encaixam com a proposta” revela Fernando Times, empresário responsável pelo estabelecimento.

 O Coffee Cube aposta em cafés especiais e harmonizações – Coffee Cube – Crédito: Divulgação

A operação gastronômica também inclui o Coffee Cube, com cafés especiais e harmonizações, garantindo uma experiência sensorial. Quem está à frente do estabelecimento é Guilherme Cerqueira e Arthur Rieper, que participam desde a escolha de grãos à preparação dos métodos. Até o final do mês, o Mercado recebe uma franquia do Ponto do Açaí, com cardápio fit e variados de açaí. A expectativa é que mais dois estabelecimentos também abram as portas no Armazém Original: O Bar, um box de bebidas com rótulos da Ambev e a Petiscaria, com comidas e petiscos regionais.


Atlas Renewable Energy anuncia USD $ 152 milhões para o financiamento de três plantas de energia solar no Brasil

Estima-se que os três projetos beneficiarão cerca de 470,000 famílias por ano com energia limpa e renovável e evitarão a emissão de 108,000 toneladas de CO2 por ano.

O Complexo Solar de São Pedro, a primeira usina totalmente operacional da Atlas Renewable Energy no Brasil. (PRNewsfoto/Atlas Renewable Energy)

O Complexo Solar de São Pedro, a primeira usina totalmente operacional da Atlas Renewable Energy no Brasil. (PRNewsfoto/Atlas Renewable Energy)

A Atlas Renewable Energy, líder em energia limpa na América Latina, anunciou a conclusão do financiamento de longo prazo de três de suas usinas solares no Brasil por um total de US $152 milhões. O financiamento foi obtido através do Banco do Nordeste (BNB), com o respaldo de uma soma equivalente de garantias bancárias comerciais do BTG Pactual, do Banco ABC Brasil e do Banco Bradesco. Juntas, as usinas terão capacidade instalada combinada de mais de 300 MWps, um marco que quebra as barreiras às alianças financeiras, levando o setor energético brasileiro a novos patamares de capacidade solar.

O Complexo Solar de São Pedro, a primeira usina totalmente operacional da Atlas Renewable Energy no Brasil. (PRNewsfoto/Atlas Renewable Energy)

Cada projeto tem um contrato de compra de energia (PPA) de 20 anos com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Estima-se que a energia combinada produzida de 672,8 GWh / ano irá fornecer energia limpa para um total de 470,000 famílias por ano. A Atlas Renewable Energy estima que a operação das usinas evitará a emissão de 108,000 toneladas de CO2 por ano.

As usinas estão localizadas na região nordeste, a saber, as usinas de São Pedro e Juazeiro, no estado da Bahia, e a usina de Sol Do Futuro, no estado do Ceará. O complexo solar São Pedro é a primeira operação em funcionamento da Atlas Renewable Energy no Brasil, com capacidade instalada de 67,1 MWp em duas plantas secundárias. Como parte do compromisso da empresa de trabalhar com comunidades locais e diretrizes ambientais durante as fases de construção, desenvolvimento e operação de suas usinas, o projeto São Pedro criou quase 700 empregos diretos e evitará a emissão de mais de 61 mil toneladas de dióxido carbono. As usinas de Juazeiro e Sol do Futuro estão atualmente em fase de comissionamento e estarão em plena operação nos próximos meses.

O diretor de negócios do BNB, Antônio Rosendo Neto Júnior, destacou que “uma associação com a Atlas Renewable Energy demonstra a sinergia do Banco do Nordeste com esse setor da economia. Os investimentos são essenciais para a evolução da matriz energética em todo o nordeste do Brasil, especialmente de fontes renováveis e não contaminantes. Estamos cumprindo a missão do Banco, gerando emprego e renda em nossa região.”

Carlos Barrera, CEO da Atlas Renewable Energy, explica: “O Brasil é o maior mercado de energia renovável da América Latina, e esses três projetos nos permitem consolidar uma forte presença neste mercado. Temos o prazer de fazer parceria com essas instituições financeiras fortes e de alto calibre, em parte graças ao sólido histórico e à experiência de desenvolvimento e execução da nossa equipe.” Ele acrescenta: “Como uma empresa de energia renovável, estamos apenas na superfície de quão poderoso o setor de energia renovável na América Latina pode ser quando se combina com PPPs de alta qualidade, financiamento de inovação e projetos de alto nível.”

“Ao fechar nossas metas de investimento de US $ 170 milhões no Brasil, a Atlas Renewable Energy se une ao próspero setor de energia renovável do Brasil”, explica o gerente geral do Brasil, Luis Pita, que acrescentou: “Acreditamos que o mercado de energia renovável da América Latina é devido a uma abordagem inovadora para a tecnologia solar que pode fornecer decisões baseadas em dados em escala e estatísticas destinadas a aumentar a produção de energia através das fronteiras. A Atlas Renewable Energy está se tornando líder neste setor; esses projetos de energia solar estão alinhados com o compromisso da nossa empresa de investir em tecnologias de primeira linha, como a tecnologia TrueCapture da NEXTracker e a introdução da primeira subestação digital no Brasil, que, juntamente com nossa ética de trabalho, qualidade de produção e cultura da empresa, compreendem as prioridades estratégicas da empresa.”

Esses três projetos devem ser complementados por um adicional de 1,5 GW que a Atlas Renewable Energy planeja adicionar ao seu portfólio de investimentos nos próximos três anos em toda a América Latina. As operações atuais no Chile, Uruguai, Brasil e México são evidências do compromisso da Atlas Renewable Energy com o desenvolvimento de energia alternativa na América Latina e um testemunho de sua trajetória como desenvolvedora e administradora de ativos na região.

Sobre a Atlas Renewable Energy

Atlas Renewable Energy, uma empresa de energia renovável que desenvolve, constrói e opera projetos de energia renovável com contratos de energia de longo prazo na América Latina. O atual portfólio da Atlas é de 1.2GW de projetos contratados em estágios de desenvolvimento, construção ou operação, e tem como objetivo crescer um adicional de 1.5GW na próxima década.

Lançada no início de 2017, a Atlas Renewable Energy inclui uma equipe experiente com o mais longo histórico no setor de energia solar na América Latina. A empresa é reconhecida por seus altos padrões no desenvolvimento, construção e operação de projetos de grande escala.

A Atlas Renewable Energy faz parte do Energy Fund IV, fundado pela Actis, um dos principais investidores em private equity no setor de energia de mercados emergentes. A Actis alocou mais de US $ 600 milhões de capital na Atlas Renewable Energy para investir em projetos de energia renovável de longo prazo.

O crescimento da Atlas Renewable Energy está focado nos principais mercados emergentes e economias da América Latina, usando seu conhecimento comprovado de desenvolvimento, comercialização e estruturação para levar energia limpa à região. Ao participar ativamente da comunidade e das partes interessadas no centro da estratégia do seu projeto, a Atlas trabalha todos os dias para proporcionar ao mundo um futuro mais limpo.

Para mais informações, visite: https://www.atlasrenewableenergy.com/ .

Foto – https://mma.prnewswire.com/media/837156/Atlas_Renewable_Energy_Sao_Pedro_Complex.jpg

FONTE Atlas Renewable Energy

Por PRNewswire


Nova ciclovia em Cuiabá. Só falta a sombra…

Trecho urbano de rodovia na capital mato-grossense é requalificado para acolher pedestres e ciclistas com segurança. É um bom exemplo

Nesta semana publicamos uma pequena nota sobre a construção de uma ciclovia e calçadas largas ao longo de 3,6 quilômetros da rodovia que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães, no estado de Mato Grosso. Trata-se de um trecho urbano da estrada, muito usado por pedestres e ciclistas, que tinham que circular pelo acostamento. Há centenas de casos semelhantes em estradas que cortam cidades de todo o país (leia mais) e que, por lei, deveriam receber um tratamento urbanístico para garantir a segurança e conforto das pessoas que caminham e pedalam.

O exemplo de Cuiabá é marcante pela imagem e gerou grande polêmica nas redes sociais. Como lembraram alguns leitores, falta ainda um projeto de arborização para sombreamento, assim como alguns pontos para descanso, com bancos e abrigos. Afinal, como se sabe, o calor em Cuiabá é acachapante… Falta, sobretudo, a sinalização para a travessia da estrada/avenida, de forma que os ciclistas e pedestres possam chegar e sair da pista central em segurança. É um exemplo, com acertos e erros, mas é um avanço.

E vem mais bicicleta por aí: duas operadoras de bicicletas compartilhadas, a Bike Sampa e a Yellow, começam a oferecer bicicletas elétricas em São Paulo. A Yellow já colocou suas bikes nas ruas no início da semana passada, e a Bike Sampa inicia suas operações com as elétricas nesta segunda-feira (18).

São projetos experimentais, que poderão ser ampliados, dependendo da resposta do público. O objetivo das duas iniciativas é permitir que os usuários façam viagens mais longas, entre cinco a dez quilômetros e, principalmente, facilitar as pedaladas nas subidas, sem que as pessoas tenham que “suar a camisa”. Com a assistência elétrica dos motores de 350 watts (menos de 1/2 CV), as bikes atingem, no máximo, 25 km/h, que é a velocidade regulamentada pelo Conselho Nacional de Trânsito para que possam circular em ciclovias.

Com a novidade, as empresas também esperam atrair novos usuários, em especial os motoristas cansados de sofrer nos congestionamentos diários, mas que resistem em aventurar-se em pedaladas urbanas. Em Nova York, por exemplo, a adesão às bicicletas cresceu muito nos útimos meses, depois que as elétricas começaram a ser oferecidas pelo sistema local de bicicletas compartilhadas, o Citibike. Em entrevista, o executivo da Aliança Bike, Daniel Guth, disse acreditar que a chegada das elétricas compartilhadas vai atrair novos ciclistas e tirar mais carros das ruas.

A notícia realmente é boa, mas esperamos que esses serviços voltem a ser oferecidos em outras regiões de São Paulo e em outras capitais do Brasil. Afinal, bicicletas, mesmo as elétricas, melhoram a saúde das pessoas e reduzem a poluição urbana.

Tem mais: Começou ontem, em Vila Velha (ES), a operação de bicicletas compartilhadas adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida. São triciclos especiais, acionados com os braços (handbikes), com tecnologia da empresa canadense PBSC trazida pela brasileira Tembici. Vamos acompanhar.

Por fim, avisamos que as equipes da Campanha Calçadas do Brasil 2019 já estão nas ruas de 26 capitais brasileiras para avaliar a acessibilidade e caminhabilidade nessas cidades. Nesta semana publicamos relatos sobre a campanha em Curitiba e Cuiabá, onde professores e alunos de universidades assumiram a tarefa e já estão em campo. Nos próximos dias publicaremos informações sobre outras cidades. Em tempo: ainda não temos ninguém para as avaliações em Boa Vista, Roraima.

Marcos de Sousa
Editor do Mobilize Brasil


Empresa lança app inédito e gratuito para unir assessores e jornalistas

Em mais um movimento de vanguarda, a Press Manager, que já era a primeira empresa com plataforma de gestão mais completa para assessoria de imprensa, agora aproxima o assessor a um clique da solução. A empresa já havia sido novamente pioneira no final de 2018, ao lançar o Press Voice, primeiro app para encontrar fontes de imprensa, que já é um sucesso nas redações.

Se o que falta para o mercado de comunicação é agilidade, agora esse problema pode estar a meio caminho andado de ser resolvido. A plataforma Press Manager, primeira solução completa de gestão online para Assessorias de Imprensa, Agências de Comunicação, Agências de Publicidade, Empresas Públicas e Privadas, agora é aplicativo que pode ser acessado facilmente, e de forma gratuita, de qualquer dispositivo móvel, e ser utilizado para contato direto com os jornalistas.

A facilidade permite, por exemplo, a assessoria cadastrar seus clientes como fontes, que serão encontradas pelos jornalistas por meio de outro aplicativo, que a empresa lançou no final de 2018, o Press Voice, e que permite ao jornalista também pedir sugestão de fontes, com contato direto via chat entre as duas pontas, diminuindo, por exemplo, a necessidade de follow-up, uma verdadeira dor de cabeça na hora de divulgar uma notícia.

“Seguindo a missão de facilitar o trabalho de ambos os lados, de assessores e de jornalistas, o que estamos promovendo é um modo mais fácil de estar em contato, permitindo ao jornalista mais possibilidades de ter a fonte certa para suas matérias e aos assessores, que tenham maior visibilidade para seus clientes”, confirma Leandro Sobral, Diretor Comercial da Press Manager.

No aplicativo da Press Manager a assessoria tem, na palma da mão, o banco de fontes, as solicitações da imprensa e o chat, que permite responder aos pedidos dos jornalistas em tempo real, e todos esses serviços podem ser acessados de forma gratuita. Apenas a pesquisa de mailing, para quem não é assinante, é restrita a uma por dia: “a ideia é que os usuários testem o serviço e se tornem clientes, entendendo o quanto é importante e prático ter o mailing completo sempre à mão”, enfatiza Leandro.

A novidade está provocando mudanças no comportamento das redações: “já temos inclusive produtores de tevê solicitando fontes para matérias factuais, o que é uma verdadeira mudança no modo como se trabalha o jornalismo, hoje”, revela o Diretor. O app Press Manager está disponível para iOS e Android e pode ser baixado diretamente das respectivas lojas, de forma totalmente gratuita.

Saiba mais: https://www.pressmanager.com.br/apppressmanager/

Fonte: Press Manager


Medos e dúvidas que envolvem a cirurgia da catarata

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A pedido da Central da Catarata (www.centraldacatarata.com.br), o médico oftalmologista e diretor do Hospital de Olhos de São Paulo (HOSP), Jorge Mitre, esclarece as principais dúvidas sobre a cirurgia. O especialista é um dos parceiros do negócio de impacto social que tem o objetivo de oferecer acesso às pessoas de baixa renda à cirurgia de catarata.

São Paulo, 18 de março de 2019- Maior sensibilidade à luz, visão embaçada, sensação de neblina nos olhos, ajuste constante no grau dos óculos e percepção que as cores estão desbotadas – esses são apenas alguns dos sintomas percebidos por pacientes com catarata, doença responsável por 51% dos casos de perda de visão no planeta. Para se ter uma ideia do avanço da doença, a cada cinco segundos, uma pessoa se torna cega no mundo; no Brasil, a estimativa da Sociedade Brasileira de Oftalmologia é que existam sete milhões de pessoas com a doença. Embora o diagnóstico seja relativamente simples, a cura requer cirurgia. É aí que se encontra o principal entrave. Com receio, muitos pacientes – sobretudo os idosos –, adiam o procedimento. Para esclarecer as principais dúvidas dos pacientes, a Central da Catarata entrevistou médico oftalmologista e diretor do Hospital de Olhos de São Paulo (HOSP), Jorge Mitre.

Segundo o médico, postergar a decisão da cirurgia envolve riscos significativos, entre eles o glaucoma. Dr. Mitre explica que a catarata muito madura e envelhecida – ou seja, quando o paciente já tem a doença por um longo período – é mais difícil de ser removida; para quebrar o cristalino, demanda o uso de maior quantidade de energia no aparelho de faco. “Isso gera mais inflamação e mais tempo para recuperar a visão. Um outro problema que ocorre é o desenvolvimento do estrabismo. Quando o paciente já não enxerga em um dos olhos, o outro naturalmente se desvia”, esclarece.

O primeiro passo para o sucesso na cirurgia de correção da opacidade do cristalino é, segundo o oftalmologista, a escolha do local para realização do procedimento e a confiança depositada no médico. Para isso é preciso avaliar se a clínica possui bom nome no mercado – avaliação que pode ser feita verificando a qualidade das cirurgias realizadas – e que tenha um centro cirúrgico adequado, pois caso haja alguma complicação o médico poderá sanar rapidamente.

Além disso, o oftalmologista, ainda em consulta, deve esclarecer, com convicção, todas as dúvidas sobre o procedimento: como será a anestesia, cuidados no pós-operatório, se causa dor, quando voltará a enxergar, entre outros questionamentos. Desmistificando a catarata, o tratamento humanizado aumenta ainda mais a confiança do paciente para realização da cirurgia de catarata. “Quando isso acontece, o paciente chega convicto no dia da cirurgia, pois ele já rompeu todas as barreiras do medo”, conta o especialista.

Um longo trajeto para voltar a enxergar

São 1.967 quilômetros e 32 horas de viagem de Biritinga, interior da Bahia, à cidade de São Paulo. A possibilidade de voltar a enxergar – com segurança e um preço acessível –, motivou Maria das Graças Souza, 65 anos, a enfrentar o longo trajeto para realizar a cirurgia pela Central da Catarata. A aposentada enfrentava dificuldades para costurar e realizar os afazeres domésticos sozinha, mas a perda da visão revelou um problema ainda mais sério. Durante o diagnóstico da catarata, os exames alertaram para alta concentração de glicose no sangue.

Marlene Souza, filha da aposentada, conta que após a cirurgia, a qualidade de vida da mãe melhorou muito; hoje, ela toma mais cuidado com a alimentação e a saúde – e voltou a costurar sem o uso dos óculos. “Assim que minha mãe saiu da sala de cirurgia, ela já voltou a enxergar. Parecia uma criança, testando cada olho, enxergando as cores. Todos nós choramos de felicidade ao ver ela enxergando novamente”, relembra emocionada.

Na percepção do dr. Mitre, além da catarata, os pacientes chegam com outras doenças silenciosas. “É impressionante a patologia que os pacientes apresentam e nem sabem. Recebemos diariamente pessoas que estavam muito tempo sem opção para realizar a cirurgia; são pacientes idosos que não têm convênio ou condições de serem operados em uma clínica particular, por conta dos altos custos. Quando vamos examinar, com um diagnóstico mais profundo, percebemos que eles têm problemas muito mais sérios que a catarata, como a retinopatia diabética, degeneração macular ou deslocamento de retina; são doenças que precisam ser solucionados imediatamente. E somente a cirurgia de catarata não vai resolver o problema; a cirurgia, na verdade é o início de um processo amplo de recuperação do estímulo e da oportunidade de ampliar esses cuidados médicos”, revela o oftalmologista.

A catarata é a principal causa de cegueira em pacientes com diabetes no Brasil; eles têm o risco duplicado de desenvolver a doença, quando comparados com a população geral. Nesses pacientes, a catarata aparece mais cedo e evolui mais rápido do que a versão senil da doença – que acomete pessoas idosas. A consulta oftalmológica para os seniores é decisiva para alterar as condições de saúde ocular e reduzir o número de deficientes visuais por causas que poderiam ser evitadas. A dificuldade de enxergar causada pela catarata é considerada um dos primeiros sinais durante o processo de envelhecimento. Contudo os sintomas mais comuns dos pacientes com catarata são muitas vezes negligenciados pelos idosos e pelos familiares.

“No envelhecimento, a sensação que o idoso tem é que tudo está piorando na vida dele. Há redução na mobilidade, dores e já não conseguem mais ler, ver tevê ou realizar as atividades corriqueiras que gostava. Quando realizamos a cirurgia de catarata – e devolvemos a ele a visão –, percebemos de imediato o impacto gerado na vida desse paciente”, afirma o oftalmologista. Nesse contexto, o acesso a informações sobre como vencer o medo e os desafios do atendimento são essenciais para que o problema da catarata não comprometa a qualidade de vida.

Sobre a Central da Catarata

Maior central de agendamento de cirurgia de catarata do país, a Central da Catarata tem o objetivo de garantir acesso das pessoas de baixa renda à cirurgia de catarata. Fundada em 2017 pelo empreendedor Guilherme de Almeida Prado, o negócio social já realizou mais de 500 procedimentos para correção da opacidade do cristalino. A iniciativa conta com três clínicas afiliadas em São Paulo, todas com centros cirúrgicos próprios: Instituto da Visão (IPEPO); Clínica Oftalmológica Guarnieri e Hospital de Olhos de São Paulo (HOSP). O processo de afiliação das clínicas é norteado por três pilares: médicos formados nas melhores universidades; clínicas com mais de 20 anos de experiência; e especializadas em catarata.

Como negócio de impacto social, a Central da Catarata tem viabilizado cirurgias a preços mais acessíveis e condições facilitadas de pagamento. No pacote estão incluídos os custos com equipe médica, sala cirúrgica, exames oftalmológicos, lente intraocular e consultas pós-operatórias. Esse custo é possível mediante uma estratégia simples: utilizar horários vagos nesses centros de excelência oftalmológica para atender a população de menor renda. Em 2019, a expectativa é chegar à marca de mil procedimentos www.centraldacatarata.com.br


Brasil recebe etapa final do roadshow internacional “Extreme Now World Tour 2.0”, promovido pela Extreme Networks

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A Extreme Networks, Inc. (NASDAQ: EXTR) realizará no dia 21 de março, em São Paulo, o evento Extreme Now World Tour 2.0, no qual compartilhará a visão e a estratégia da empresa, bem como melhorias em seu portfólio de soluções. Em 2018, a Extreme incorporou as operações da Zebra WLAN, Avaya Networking e o datacenter da Brocade, o que posicionou a empresa como uma nova força no mercado de Networking.

O evento também mostrará como organizações de diferentes setores (tais como manufatura, hotéis, educação, saúde, varejo, entre outros) podem se beneficiar do amplo, eficiente, seguro e inteligente portfólio de produtos da Extreme, que permite oferecer uma experiência de rede da mais alta qualidade para todos os usuários. Além disso, a empresa levará conteúdos inovadores, não só para as empresas e organizações que já são clientes Extreme, como também para aqueles que buscam as melhores soluções para os seus desafios tecnológicos.

Para Fabio Costa, diretor regional de vendas para a América Latina da Extreme Networks, a etapa brasileira do Extreme Now World Tour 2.0 levará aos participantes uma visão exclusiva das últimas notícias da Extreme. “Vamos detalhar para onde estamos indo e como os nossos clientes podem usar o crescente portfólio de produtos da Extreme. Tanto os executivos quanto as equipes de estratégia de produto estarão no evento para responder perguntas, fazer demonstrações e falar sobre as informações mais relevantes para os ambientes de rede de cada setor e as necessidades específicas do negócio”, afirma.

O Extreme Networks NOW World Tour foi projetado para tomadores de decisões de TI, profissionais técnicos e parceiros de negócios da Extreme. O evento NOW ajuda a promover o acesso aos líderes da Extreme, suas perspectivas estratégicas e o profundo conhecimento técnico necessário para melhorar a transformação, a inovação e a experiência do cliente, com soluções baseadas em software que são ágeis, adaptáveis e seguras. A turnê Extreme Now World Tour 2.0 teve início em novembro de 2018 e percorreu, até o momento, 28 cidades nos Estados Unidos, Europa, Oriente Médio, África, Ásia e América Latina. São Paulo receberá a última rodada no roadshow em 21 de março, e o encerramento da turnê acontecerá durante o Extreme Connect, que será realizado de 13 a 16 de maio em Nashville, Tennessee.

Conheça as soluções que serão apresentadas no evento:

Smart OmniEdge: um conjunto exclusivo de ofertas arquitetônicas, estratégicas, de produtos e serviços que permitem inteligência, segurança e adaptabilidade sem precedentes para as empresas. Inclui uma infraestrutura segura, unificada, com fio e sem fio, gerenciada por uma única bandeja de vidro e complementada por um amplo portfólio de aplicativos. O novo Smart OmniEdge da Extreme Networks inclui:
>> ExtremeAI para Smart OmniEdge: Fornece aos clientes avanços tecnológicos no gerenciamento de RF Wi-Fi que buscam economizar tempo, esforço e dinheiro, enquanto melhoram a experiência do usuário.
>> ExtremeCloud Appliance: Oferece simplicidade semelhante à nuvem, administração com serviços integrados e licenças simplificadas. O ExtremeCloud Appliance também está disponível como uma máquina virtual (VM) para clientes que possuem seus próprios serviços de nuvem privados.
>> Extreme Extended Edge Switching: Oferece uma tecnologia inovadora que recolhe várias camadas de rede em um único switch lógico, aprimorando a inteligência dos switches de borda, ao mesmo tempo em que achata a rede e elimina a complexidade da implementação. O resultado é um modelo operacional simplificado que reduz custos.
>>Extreme Defender para IoT: Uma solução abrangente que simplifica a incorporação e a segurança de dispositivos IoT. O Extreme Defender for IoT fornece visibilidade de gerenciamento centralizado e se conecta através de transporte seguro com o dispositivo ExtremeCloud, para garantir ou garantir o acesso seguro de dispositivos da IoT à rede, analisar fluxos de tráfego e detectar anomalias. Uma solução que funciona com as redes Extreme FabricConnect™ ou redes de terceiros para proteger dispositivos IoT, ideal para configurações de assistência médica.

Agile Data Center Extreme: O novo hardware e software da solução Agile Data Center Extreme oferece às organizações, onde quer que estejam, as ferramentas necessárias para adotar a automação. A tecnologia plug-and-play combina o melhor das ferramentas de automação de rede e Data Center adquiridas com os poderosos recursos de gerenciamento, análise e segurança da Extreme para reduzir riscos e mitigar a complexidade e o trabalho manual envolvido a implementação e administração de ambientes de múltiplos fornecedores. e a transição de arquiteturas herdadas. Entre os benefícios incluídos estão:
>> Automação de TI entre domínios: O Extreme Workflow Composer, desenvolvido pela StackStorm, permite a automação da TI multiprofissional personalizada de plataforma cruzada, o que facilita a integração completa de recursos de computação, armazenamento, segurança e rede.
>> Automação no seu próprio ritmo: O Extreme Embedded Fabric Automation permite a criação de malhas de data center plug-and-play, em segundos, para uma malha de qualquer tamanho, e sem a necessidade de software ou servidores adicionais. Os clientes podem automatizar em seu próprio ritmo e com fluxos de trabalho personalizáveis, usando ferramentas populares como a Ansible, bem como migrar para a automação completa de TI com o Extreme Workflow Composer.
>> Gerenciamento de Painel Único: O Extreme Management Center fornece recursos de gerenciamento e monitoramento de vários fornecedores de um ponto a outro, de um ambiente comum a um campus ou data center, reduzindo ou acelerando o gerenciamento e acelerando para resolução de problemas.
>> Informações em tempo real: O ExtremeAnalytics fornece visibilidade de aplicativos e telemetria de ponta a ponta em todo o campus ou data center, entre máquinas virtuais em hosts ou na nuvem, permitindo que os administradores façam a gestão de seus negócios com informações em tempo real e, desta forma, ter segurança para a tomada de decisões. Um sensor virtual captura informações de tráfego em e entre instâncias virtuais do VMware, sem diminuir a velocidade da rede. O recurso de host virtual da família de switches e roteadores Extreme SLX fornece aos administradores de rede recursos de analisador distribuído para análise na caixa de entrada.
>> Adaptabilidade e agilidade da rede: A arquitetura aberta e independente do provedor elimina o bloqueio e forma a base de uma rede que se adapta de maneira fácil e rápida às necessidades de negócios que, impulsionadas pela transformação digital, estão em constante mudança. A integração perfeita do VMware vCenter acelera a implantação de aplicativos por meio da descoberta de máquinas virtuais sem contato, da mobilidade de máquinas virtuais e da migração de servidores VM.
>> Hardware para qualquer caso de uso: As plataformas de roteamento e comutação SLX da Extreme fornecem a base para o moderno Data Center. Os novos switches blade SLX 9030, projetados para switching Top of Rack aprimorado, e o roteador SLX 9640 para escalonamento, roteamento de borda de alto desempenho e interconexão escalável de Data Center (DCI) fortalecem um portfólio sólido e completo.

Com o Campus Automatizado, a Extreme Networks procura redefinir as redes para atender às expectativas das empresas que operam na era digital. Projetada para redes ágeis, simples e inteligentes, essa arquitetura baseada em políticas e arquitetura de malha é inigualável em sua simplicidade e capacidade de gerenciamento. Entre os principais benefícios, os apresentadores mostrarão:
>> Tempos de Serviço mais Rápidos com o Provisionamento de Borda Simples, que restringe a necessidade de provisionamento apenas para a borda da rede; automatiza o Núcleo; move, adiciona e altera rapidamente, eliminando as janelas de manutenção; e abstração dos serviços da topologia.
>> Segurança aprimorada com hiper segmentação, que permite a separação segura do tráfego, isolando aplicativos, informações ou usuários críticos e, ainda, o controle granular de quem pode acessar um determinado segmento. Além disso, também nega acesso a hackers para o “ambiente sem fronteiras” que eles usam para pular de um sistema comprometido para outro.

Patrocinador oficial dos estádios da NFL

A Extreme Networks, Inc. anunciou em janeiro de 2019 que os times Green Bay Packers, Tennessee Titans e Buffalo Bills aumentaram a conectividade e o comprometimento com seus fãs com a implantação de sua solução Smart OmniEdge™ em seus estádios. Como fornecedor oficial de soluções Wi-Fi da NFL nos últimos quatro anos, a Extreme forneceu soluções de conectividade por cabo e Wi-Fi ou análise Wi-Fi a 28 estádios da NFL, incluindo os cinco últimos sites do Super Bowl.

Com o software ExtremeAnalytics™, as equipes da NFL podem personalizar a experiência de jogo para seus fãs. A análise de Wi-Fi oferece visibilidade granular das operações de rede, permitindo que os administradores vejam como a rede está sendo usada. Essas informações podem informar campanhas personalizadas que segmentam usuários com base em como eles interagem com o jogo, onde estão no estádio, quais são suas plataformas de mídia social preferidas e muito mais. Ao personalizar a experiência, o compromisso dos fãs e o valor entregue no dia do jogo aumentará, como pode ser visto no Lambeau Field, no Nissan Stadium e no New Era Field.

Sobre a Extreme Networks

A Extreme Networks, Inc. (EXTR) oferece soluções de rede impulsionadas por software que ajudam os departamentos de TI de empresas em diversas partes do mundo. Com isso, conseguimos fornecer o resultado comercial que mais nos interessa: conexões sólidas com clientes, sócios e colaboradores. Seja por meio de cabo ou rede sem fio, de escritório a centro de dados ou por meio de nuvem, fazemos o possível para que nossos clientes – espalhados em mais de 80 países – tenham 100% de assistência técnica. Fundada em 1996, a Extreme tem sua sede em San José, na Califórnia.

Extreme Networks, ExtremeWireless, ExtremeManagement, ExtremeAnalytics e o logotipo da Extreme Networks são marcas comerciais registradas pela Extreme Networks, Inc. nos Estados Unidos da América e em outros países. Outras marcas comerciais são propriedades de seus respectivos donos.


Água potável: direito da humanidade a ser preservado

*Elias Oliveira

O planeta apresenta, de fato, escassez de água potável. Segundo a Organização das Nações Unidas, 97,61% da água do mundo é proveniente dos oceanos e apenas 3% do total corresponde aos rios e afins que originam a água doce. Portanto, tão imprescindível quanto a humanidade utilizar de forma consciente esse escasso recurso, é a população ter acesso à água tratada para o consumo. Porém, infelizmente, não é isso o que acontece, já que cerca de 50% da população mundial ainda consome água não tratada e pelo menos 2,2 milhões de pessoas morrem anualmente em função do contato com água contaminada ou poluída.

Isso ocorre porque, de acordo com os dados do último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em 2017, cerca de três em cada dez pessoas no mundo não recebiam água potável em casa, e seis em cada dez também não contavam com um serviço de saneamento seguro.

No Brasil, de acordo com o último Ranking do Saneamento – 100 Maiores Cidades do Brasil produzido pelo Instituto Trata Brasil, os números nacionais sobre o assunto avançaram, mas bem pouco. Em 2016, os indicadores mostravam que 17% dos brasileiros ainda não eram abastecidos com água potável e que 48% não tinham coleta de esgoto.

O grande dilema então é ponderar o que cada um de nós pode fazer para evitar uma piora da situação. Há muitas campanhas na mídia para que as pessoas pratiquem um consumo responsável e evitem ao máximo desperdícios. Debate-se a importância de tomar banhos rápidos, de fechar a torneira enquanto lavamos uma louça ou escovamos os dentes, de usar água de reuso para lavar a calçada e veículos e assim por diante. Porém, há também perdas em algumas estações de tratamento de água utilizada na lavagem dos filtros e nas redes de distribuição.

Entre os motivos que levam a esse resultado está o fato de que existem estações de tratamento de água no Brasil (ETAs), representadas por empresas públicas e concessionárias privadas, que contam com estruturas e tecnologias em operação há muito tempo. São redes de distribuição antigas que ocasionalmente se rompem, sem dizer dos “gatos” que são feitos por parte de consumidores para desvio de água tratada, os quais comprometem a potabilidade com possíveis contaminações. É comum, por exemplo, que a água usada na lavagem de filtros e decantadores seja simplesmente descartada, gerando perda pela não reutilização neste processo. Com investimento e controle adequado esse “desperdício” poderia ser evitado. Claro que para toda regra há exceção e, sendo assim, existem ETAs que reaproveitam essa água. Entretanto, elas ainda são poucas.

Para reverter esta preocupante realidade, penso que o ideal é garantir investimentos, recursos na manutenção e mais tecnologia para um melhor serviço de tratamento de água. Nesse sentido, aponto dois caminhos como opção. Um deles é o uso do dióxido de cloro, que apresenta elevado potencial oxidante e desinfetante, além de não formar trihalometanos e ácidos haloacéticos, poluentes que contaminam a água. O outro é o cloro gás liquefeito, que pode ser usado tanto nas ETAs como na indústria de alimentos e bebidas, entre outros setores, para tratar da água residual, que posteriormente pode ser aproveitada inclusive pelo setor agrícola, um dos grandes consumidores de água potável. Este reaproveitamento para mais do que um único fim faz toda a diferença quando a pauta é evitar o desperdício de um recurso tão escasso como a água doce.

Com base em todos esses dados, dá para concluir o quão importante é um serviço de tratamento de água e o fornecimento de água potável para toda a população do planeta, não é mesmo? Que neste Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, todos nós possamos refletir sobre o tema e, mais do que isso, agir para transformar nossa realidade!

*Elias Oliveira é gestor institucional da unidade de negócio Sabará Químicos e Ingredientes, pertencente ao Grupo Sabará, empresa que oferece ao mercado soluções integradas para o tratamento de águas industriais e saneamento básico, garantindo há mais de 60 anos o fornecimento de produtos, equipamentos, assistência técnica e prestação de serviços para a desinfecção de águas em diversos processos industriais.


Nova Adutora amplia oferta de água para áreas de morro da Zona Norte do Recife

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) realiza as últimas intervenções para concluir a implantação de uma nova adutora que permitirá ampliar a oferta de água para 100 mil pessoas na Zona Norte do Recife. A obra vai beneficiar parte do Morro da Conceição, no bairro de Casa Amarela e o bairro do Vasco da Gama. A previsão é que o empreendimento seja concluído até o mês de junho, no entanto, a pedido do governador Paulo Câmara, a Compesa deu celeridade à obra para reduzir esse prazo para maio.

Após a conclusão desses serviços, a Compesa dará início a fase de testes e, em seguida, a operação da nova adutora. Melhorar a distribuição de água nas áreas dos morros é um grande desafio e também uma das ações prioritárias do Governo do Estado, que investe nessa obra cerca de R$ 10 milhões, recursos financiados junto ao Banco Mundial (BIRD).

A nova adutora, com três quilômetros de extensão, foi projetada para transportar o volume de 200 litros de água, por segundo, a partir dos Sistemas Alto do Céu e Tapacurá. “Esse incremento levará uma melhoria significativa ao abastecimento dessas áreas, possibilitando equilibrar as pressões nas redes e atender de forma satisfatória, principalmente, as áreas mais elevadas.

A nossa expectativa é reduzir o calendário de abastecimento para essas localidades”, explica o diretor Técnico e de Engenharia da Compesa, Rômulo Aurélio de Souza. A nova adutora parte da Estação Elevatória de Água Tratada da Bela Vista, que foi construída no bairro de Casa Amarela, e segue até o Reservatório Apoiado, localizado no Alto do Mundo Novo.

No momento, as frentes de trabalho estão concentradas para concluir a implantação de duas travessias de canais, no bairro do Vasco do Gama, a primeira na Rua Japaratuba, e a segunda na Avenida Vasco da Gama. E também há uma frente de trabalho atuando na construção de caixas protetoras para a Válvula Redutora de Pressão e o macromedidor instalados na área da Estação Elevatória, que fica localizada na Rua Bela Vista, em Casa Amarela.


Blue Tree Hotels atinge crescimento de 24,5% em lucro operacional bruto em 2018

A rede hoteleira foi a que registrou maior incremento (59,8%) em vendas para as agências Abracorp no ano passado, ultrapassando R$ 48,4 milhões

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A retomada da economia brasileira e do setor de Turismo no ano passado são nítidas para a Blue Tree Hotels, comandada por sua fundadora Chieko Aoki. A rede conquistou receita líquida 8,6% maior que em 2017.

“Entre os números relevantes que registramos em 2018 está o nosso lucro operacional bruto, que cresceu 24,5%. Este resultado é fruto do trabalho de toda a nossa equipe, desde quem atua na área comercial a quem se dedica ao bem-cuidar de nossos clientes durante a hospedagem. Em nossa estratégia, temos como um dos principais focos os segmentos corporativo e de eventos e damos atenção especial a cada detalhe com criatividade, para que a hospedagem e o evento sejam as experiências de sucesso. Este é nosso compromisso, explica Chieko Aoki, presidente da Blue Tree.

Corporativo

O mais novo relatório da Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas), também referente a 2018, aponta que a Blue Tree Hotels é a rede com maior crescimento em vendas, saltando de R$ 30.329.548 em faturamento em 2017 para R$ 48.466.933 em 2018, o que totaliza incremento de 59,8%, além de diária média de R$ 302. Os números fazem com que a rede se posicione como uma das mais relevantes para essas agências.

No decorrer do ano, a Blue Tree Hotels já vinha se destacando junto às integrantes da associação, com alta de 62% nas vendas no terceiro trimestre, em relação ao mesmo período em 2017, e 56% no segundo trimestre.

Sobre a Blue Tree Hotels

A Blue Tree Hotels, de propriedade do grupo Chieko Aoki Management Company, conta com 22 empreendimentos no Brasil, entre hotéis e um resort, totalizando mais de 4 mil apartamentos em 17 cidades de norte a sul do País, como: Bauru (SP), Barueri (SP), Brasília (DF), Caxias do Sul (RS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Joinville (SC), Lins (SP), Londrina (PR), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Santo André (SP), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Valinhos (SP). Para mais informações ou reservas, acesse: http://www.bluetree.com.br.


Número de criadores registrados de cavalos mangalarga cresce 30% em Pernambuco

No último ano, o número de criadores pernambucanos registrados pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM) cresceu 30%. Com essa alta, o Estado passou a contar com 464 criadores que reúnem um total de 17.630 cavalos registrados pela entidade nacional.

A expansão do número de criadores em Pernambuco segue uma tendência verificada em todo o País como fruto de uma larga campanha de divulgação da raça feita pela ABCCMM em nível nacional.

Além disso, Pernambuco e Bahia são reconhecidos como berço do Mangalarga de marcha picada, uma das modalidades de andamento da raça. Isso porque, antes da marcha picada ser reconhecida oficialmente, os criadores do Estado já realizavam o melhoramento genético dos animais com essa característica e participavam de disputas regionais.

“Quando a oficialização ocorreu em 2004, nós já tínhamos uma experiência com seleção genética acumulada em mais de cinco anos”, afirma o presidente da Associação dos Criadores em Pernambuco (ABCCMM-PE), Renato Fragoso.

O crescimento desse segmento também pode ser observado nos eventos onde os animais participam de disputas para a escolha dos melhores exemplares da raça e são comercializados em leilões.

Na 3ª Exposição Camaragibe de Mangalarga Marchador, que acontecerá de 27 a 31 de março, no Haras Cascatinha, em Aldeia, deverão participar 250 cavalos, 13% a mais que no ano anterior. O evento é a terceira maior exposição em números de cavalos do Brasil.

Segundo Renato Fragoso, o número de adeptos da raça no Brasil e no exterior dever continuar crescendo, isso porque o Mangalarga Marchador tem como característica única a sua marcha, um passo acelerado que transporta o cavaleiro de maneira cômoda, sem os impactos dos cavalos de trote.

O Mangalarga Marchador foi reconhecido como raça nacional através da Lei nº 12.975, de 2014. Criada em Minas Gerais, há dois séculos, a raça conta hoje com mais de 16.500 criadores associados a ABCCMM, que reúnem 602.248 animais registrados.

Os primeiros exemplares surgiram no sul de Minas Gerais, por volta de 1812, a partir do cruzamento de cavalos da raça Alter-Real – trazidos de Alter do Chão, em Portugal, pelos nobres da Corte e pelo próprio imperador D. João VI – com outros cavalos selecionados pelos criadores daquela região mineira. Os cruzamentos dessas raças deram origem a animais de porte elegante, beleza plástica, temperamento dócil e próprios para a montaria.


A PIADA DO STF E A JUSTIÇA CARTORÁRIA ELEITORAL – Por Augusto Saboia

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Como a Justiça Eleitoral vai investigar os maus feitos e a corrupção dos políticos liberados pelo todo poderoso STF se ela é uma Justiça Cartorária dos Políticos, vai ser complicado pegar esses cabras safados agora.

Temos que ver o histórico de aprovações das contas dos maiores corruptos do Brasil, como um ente incompetente para dizer o mínimo, vai conseguir investigar e julgar o que nunca conseguiram.

Os corruptos estão em festa.

Lembrando que a Justiça Eleitoral aprovou as contas do ladrão e ex governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e de todos os políticos ladrões ao longo da história, até as de Maluf, Serra, Fernando Henrique, Lula, Alckim, Dilma e a lista não para.

Parabéns STF por garantir a continuação da corrupção nas eleições do Brasil.


TORRE MALAKOFF NO RECIFE ANTIGO

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Torre Malakoff é um importante monumento localizado no Bairro do Recife, área tombada pelo Iphan.

Construído no século XIX (com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus) para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha.

O caráter militar da obra está presente em sau fachada e na simetria de sua planta, lembrando também, mesquitas do Oriente.

No ano de 2000, a Torre foi transformada em espaço cultural com destaque para a música e a fotografia. São 8 (oito) salas de exposição, além de salas educativas e administrativas.

Na área externa, um anfiteatro serve como espaço para diversos eventos. A Torre Malakoff é um monumento tombado pela Fundarpe. O observatório do espaço funciona aos domingos, das 16h às 19h30.

Visite a Torre Malakoff
Endereço: Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife – Recife
Visitação: Terça a sexta, das 10h às 17h | Sábados, das 15h às 18h | Domingos, das 16h às 19h30.
Telefone: (81) 3184.3180
Entrada Gratuita
E-mail: torre.malakoff@gmail.com


COMO COMEÇOU O SUCESSO DO BOMPREÇO NO RECIFE

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O ano de 1935 foi o ponto de partida para o surgimento de uma das mais extensas, completas e diversificadas organizações comerciais e industriais do país.

Até então, os supermercados ainda não existiam no Brasil.

Foi aí que Pedro Paes Mendonça, após inaugurar sua primeira mercearia, viu os negócios crescerem e decidiu ampliar suas atividades comerciais, preparando a empresa para o grande passo decisivo.

Até que, duas décadas depois, seu Pedro e seu filho João Carlos decidem implantar, no Recife, o seu centro de operações.

Em 1966, o clima político e social do Brasil estava completamente renovado.

Foram realizados estudos e o planejamento para a inauguração da primeira loja do Bompreço, e foram empreendidos esforços que exigiu muita capacidade e competência da família Paes Mendonça e sua equipe, por ser na época o primeiro empreendimento do tipo implantado no Nordeste e que iria concorrer com os grandes centros comerciais do sul do país, como o Carrefour e o Pão de Açúcar.

Foi então que foram implantados os mais avançados métodos logísticos de canalização e distribuição de mercadorias e adotados os mais modernos sistemas de administração empresarial em todas as unidades do Grupo Bompreço, que foram inauguradas posteriormente.

Os dirigentes do Bompreço viajavam constantemente aos Estados Unidos e traziam ao Brasil um valioso capital de informações e conhecimento. Isso fez com que o Bompreço se expandisse para novos bairros e se tornasse um dos mais modernos supermercados do país.

Uma estrutura sólida foi desenvolvida, com base numa segura e atualizada política de comercialização.

A avenida Caxangá foi escolhida para abrigar o quartel-general de decisões no Recife, escritório implantado num ponto estratégico, mantendo também escritórios de compras nos mais importantes pontos de concentração da produção.

A empresa contava ainda com um moderno centro de computação de dados, tudo para garantir que uma organização nordestina, de sólido conceito em todo o país, marcasse sua atuante presença no setor de supermercados e revolucionasse o setor do varejo no Brasil.