Brasil e Espanha assinam acordo de cooperação na área de defesa

O governo espanhol deu luz verde nesta sexta-feira à assinatura de um acordo de cooperação com o Brasil na área de defesa, que permitirá, entre outras coisas, a atuação conjunta em operações de paz, a participação conjunta em exercícios, e o intercâmbio de militares.
Depois de seis anos de negociações entre os dois governos, a Espanha e o Brasil poderão cooperar nos âmbitos do planejamento, pesquisa e desenvolvimento em operações de paz, segundo o executivo espanhol.
O acordo ajudará o “incremento da cooperação entre as Forças Armadas de ambos países realizando atividades conjuntas e colaborando em assuntos relacionados com a aquisição e utilização de equipes e sistemas militares”, explicou o governo depois de sua reunião semanal.
Espanha e Brasil, interessados há tempos numa maior cooperação em termos de defesa, assinaram recentemente em Madri um acordo sobre segurança de informações secretas.

Fonte: Da AFP Paris – 23/10/09


Arquitetos da Copa visitam estádios na Bélgica, Alemanha e Inglaterra

Brasileiros foram recepcionados por ministro belga
O ministro das Relações Exteriores da Bélgica e ex-premier do país, Yves Leterme, recepcionou grupo de arquitetos e empresários brasileiros em visita à Europa para conhecer a indústria esportiva e as mais modernas arenas da Bélgica, Alemanha e Inglaterra.
O evento de recepção foi realizado anteontem na sede do Comitê Olímpico da Bélgica, em Bruxelas, com a participação do representante local do Comitê Olímpico Internacional (COI), Pierre Olivier Beckers, do presidente da Federação Belga de Futebol, François De Keersmaeker, e de diretores de indústrias locais.
O grupo viaja a convite do BSTC (Belgian Sports Technology Club), com apoio de organização da Mandarim Comunicação, editora que mantém o Portal 2014.
Em sua apresentação, Beckers também dirigente do Comitê Olímpico Belga – explicou como funciona a estrutura da organização esportiva do país. Aqui uma curiosidade: a Bélgica tem federações (e várias outras atividades) organizadas em três idiomas, francês, flamengo e alemão. O dirigente fez um breve histórico dos eventos esportivos organizados a partir de iniciativas da Bélgica, como os Jogos Olímpicos de Inverno e os Jogos Olímpicos da Juventude, que acontecem em Singapura, em 2010.
Oliviers Beckers felicitou o Brasil por ter conquistado os Jogos Olímpicos de 2016 e disse que o COI tem absoluta segurança de que a Olimpíada no Rio de Janeiro será um evento de sucesso. “O Rio realmente mereceu vencer a disputa pela Olimpíada porque mostrou muita eficiência e conseguiu responder a todas as questões que poderíamos fazer no tempo de apenas 15 minutos reservado para a apresentação de cada cidade”, explicou.
Francois De Keersmaeker lembrou a importância da Bélgica no desenvolvimento do futebol e falou sobre a atuação das empresas locais na construção dos principais estádios da Europa, como o Arsenal Emirates e o Wembley Stadium, ambos em Londres, além dos estádios nacionais, como o Anderlecht, de Bruxelas.
A delegação brasileira visitará várias empresas belgas nas áreas de controle de acesso, gramados esportivos, condicionadores de ar, mídia e de equipamentos para projeção de imagens.
Além do belga Anderlecht, o grupo estará na arena Schalke 04, na Alemanha, no Wembley Stadium e no Arsenal Emirates, ambos em Londres.
Arquitetos, empresários e jornalistas
Compõem a comitiva brasileira vários arquitetos que trabalham em projetos de estádios da Copa de 2014: Daniel Fernandes, da Fernandes Arquitetos, responsável pela Arena de Recife; Susana Lins da Costa, Assessora Técnica da Copa de 2014 em Curitiba; Carlos Arcos, projetista da remodelação da Arena da Baixada (Curitiba); Vicente de Castro Mello, autor do projeto da Arena de Brasília; Fernando Balvedi e Gabriel Garcia, do Hype Studio, que atuam no estádio do Inter, em Porto Alegre; Ralf Aman, da GMP, projetista da Arena de Manaus; Ricardo Lopes e Norberto Bambozzi, da Gustavo Penna Arquitetos, de Belo Horizonte, responsáveis pelo projeto de renovação do Mineirão; Marc Duwe, da Tetra Arquitetura, autor do projeto do Fonte Nova, de Salvador.
Também viajaram o engenheiro Eduardo Martins, diretor da Odebrecht; Maurício de Souza, diretor da Bee, agência de publicidade da CBF; Jean-Claude Fernandes, representante do BSTC no Brasil; André Campelo, diretor da XY2, empresa que desenvolveu a tecnologia do Portal 2014; Rodrigo Prada, diretor de Marketing do Portal 2014; e o jornalista Marcos de Sousa, diretor de Conteúdo do Portal 2014.

Fonte: do Portal 2014 – 23/10/09


Católica e Funeso realizam triagem para tratar gagueira

A Universidade Católica de Pernambuco (Católica) e a Fundação de Ensino Superior de Olinda (Funeso) realizam nesta sexta-feira, até as 15h, um mutirão para atendimentos a pessoas que gaguejam. A intenção das duas universidades é fazer um diagnóstico precoce do problema nas crianças, jovens e adultos. O atendimento será de graça.
Os interessados devem se dirigir à Clínica-Escola de Fonoaudiologia da Católica, localizada no sexto andar do Bloco B da unidade de ensino, situada na Rua do Príncipe, Boa Vista. Em Olinda, a triagem acontece na Clinica-Escola da Funeso, na Avenida Getúlio Vargas, nº 630.
Depois de confirmada a gagueira, o paciente será encaminhado para um acompanhamento terapêutico em uma das duas faculdades. Nos encontros , os pacientes trocam experiências relacionadas e realizam diversas atividades individuais e em grupos.
Às 17h, profissionais, estudantes do curso de fonoaudiologia, pessoas que gaguejam e familiares participam da cerimônia de encerramento da V Semana da Gagueira em Pernambuco. O evento será realizado na Sala 112 do Bloco J da Católica.
A gagueira é um distúrbio de linguagem caracterizado por repetição de palavras, bloqueios e travas na fala. Geralmente, começa na infância e se estende até a fase adulta. Não existe idade ideal para procurar ajuda profissional.
Quanto mais cedo for realizado o encaminhamento para um fonoaudiólogo especializado em gagueira, maiores serão as possibilidades de recuperação. Mas, se este encaminhamento não ocorreu em tempo, sempre há o que fazer: o adolescente e o adulto também têm grandes ganhos com a terapia.
Mesmo que as pessoas não atinjam uma fluência ampla, sua comunicação pode ser muito aprimorada permitindo que tenham uma vida plena e satisfatória. Estima-se que 1% da população mundial gagueje.
ServiçoClínica da Católica – 2119-4137
Clínica da Funeso – 3493-0745

Fonte: Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR – 23/10/09


Ponto turístico de Petrolina vira local de produção de uva e vinho

Roseanne Albuquerque Do Núcleo SJCC/Petrolina
Já conhecida como um dos pontos turísticos de Petrolina, Sertão do estado, além de ser berço do grupo cultural Samba de Velho, a Ilha do Massangano distante 17 quilômetros do centro da cidade pode ganhar mais um referencial: local de produção de uva e vinho.
A iniciativa é da prefeitura do município e conta com o apoio do Sebrae e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifet).
Intitulado “Ilha do Vinho”, o projeto prevê inicialmente a inclusão de 40 famílias da localidade. Esta semana, o primeiro passo para a consolidação da iniciativa foi dado: moradores se reuniram com representantes das instituições parceiras para falar sobre produção de vinho e uva.
“Muitos produtores da comunidade trabalham ou já passaram por fazendas de uva da região e isso é um ponto positivo para que possamos idealizar uma pequena agroindústria do setor de uva e vinho.
Nossa intenção é de que, quando alguém ouvir falar sobre a Ilha do Massangano, em pleno Rio São Francisco, possa pensar nela como referencial nesta área”, destaca o vice-prefeito e secretário de Desenvolvimento Econômico de Petrolina, Domingos Sávio Guimarães.
Para o secretário de Irrigação do município, Newton Matsumoto, a produção de suco de uva também faz parte do projeto.
“É um produto que está sendo cada vez mais comercializado, para isso poderemos utilizar recursos do Pronaf, da agricultura familiar e viabilizar todo lado econômico utilizando o suco na merenda escolar.
O objetivo é encontrar um atividade econômica que dê sustentabilidade à Ilha do Massangano”, destaca.
Durante a apresentação do projeto, o professor de Enologia do Ifet Petrolina, Fábio Lenk, falou sobre as variedades de uva produzidas na região, a história do vinho no mundo e a importância do planejamento para a execução da atividade.

Fonte: Folha de Pernambuco – 23/10/09


Defender que os problemas de Portugal se resolvem combatendo a desigualdade é “demagogia pura e dura”

Desenganem-se” todos aqueles que pensam que os problemas de Portugal se resolvem combatendo as questões desigualdade.
Os problemas de Portugal resolvem-se crescendo mais, para que haja mais riqueza para distribuir.
“Não há volta a dar” e quem disser o contrário está a promover “demagogia pura e dura”, defendeu hoje Miguel Frasquilho, economista e deputado do PSD na sua intervenção no segundo dia do 3º Congresso da ordem dos Economistas.
Frasquilho interveio num painel de dedicada à sustentabilidade dos sistemas de saúde e de segurança social.
Evidenciou o elevado endividamento do Estado que, se considerar as empresas públicas não financeiras e as responsabilidades assumidas com PPP chegará em 2009 a 108% do PIB, quase mais 40 pontos que o valor oficial.
Evidenciou também o inevitável aumento das despesas com pensões e saúde associada ao envelhecimento populacional
Para o economista “não temos margem para subir mais impostos”.
Face a mais despesa e ao que considera ser a impossibilidade de aumentar a receita, Frasquilho deixou a sua receita para Portugal: cortar nas despesas de funcionamento do Estado e colocar Portugal a crescer.
Como? Melhorar a educação, a justiça, ou seja, “reduzir os custos de contexto”.

Fonte: Jornal de Negócios – Portugal – 23/10/09


O capitalismo pode cair aos pés da crise ambiental

“Estamos na mais profunda das crise de toda a humanidade: a crise ambiental”, defendeu hoje Viriato Soromenho Marques, professor catedrático na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e presidente da QUERCUS entre 1992 e 1995.
O especialista defendeu que os economistas têm de olhar com especial atenção para o desafio que os problemas ambientais lhes colocam.
Se não o fizerem é o próprio sistema capitalista que fica em causa.Soromenho Marques salientou que “já se falou aqui muito de dívida pública”, mas “muito mais importante que a dívida pública” é o mundo mais pobre que estamos a deixar às gerações vindouras.
Defendeu que a crise ambiental é a maior de toda a humanidade, pois “tem uma dimensão planetária, tem uma dimensão de irreversibilidade e tem uma dimensão de aceleração cumulativa e no tempo”, disse acrescentando:
“O mundo está a ficar mais pobre e as futuras gerações não nos vão perdoar”.
O especialista citou uma declaração de 2002 de um responsável da petrolífera Exxon na Noruega: “o socialismo colapsou porque não permitiu que o mercado dissesse a verdade económica.
O capitalismo poderá colapsar por não estar a permitir que o mercado traduza a verdade ecológica”, evidenciando os riscos que a crise ambiental comporta.
E defendeu que “a economia deveria ser sempre a economia da natureza”.
Para melhor passar a mensagem, citou “um colega” dos presentes no Congresso, o economista Kenneth Boulding: “Quem quer que acredite que o crescimento exponencial pode continuar indefinidamente num mundo finito ou é um louco ou é um economista”.

Fonte: Jornal de Negócios – Portugal – 23/10/09


Sem fundos

Um economista, um psicólogo e um consultor estudaram o comportamento de grandes líderes que levaram empresas à falência.
E descrevem a descida em doze degraus desses executivos até chegarem ao crime do colarinho-branco.
A revista International Journal of Business Governance and Ethics publicará, em 2010, artigo escrito por Ruth McKay, da Universidade de Carleton, Jae Fratzl, do Artworks Counselling and Psychotherapy em Ontário, e Carey Stevens, Ph.D. em psicologia clínica e sócia de uma empresa de consultoria em Ottawa, todos do Canadá, que se embrenha nos processos psíquicos dos responsáveis pelos maiores escândalos financeiros mundiais ocorridos em grandes corporações.
Os autores analisaram os crimes cometidos no Banco Barings e nas empresas Adelphia, HealthSouth, Tyco, WorldCom/MCI, Xerox e muitas outras.
Segundo os autores, a cultura das empresas e a influência dos líderes sobre seus subordinados fazem com que se forme um processo de doze fases, no qual o líder degrada seus conceitos morais e comportamento até cometer um crime.
E em seguida o faz repetidamente até ser pego, ou até a empresa falir.
A psicopatologia do líder estelionatário, segundo os autores, é um processo, não algo premeditado nem puramente genético.
Ocorre que o poder concentrado nas mãos do presidente da empresa ou do chefe de um setor é tão grande que acaba interferindo em seu conceito de honestidade e justiça.
Torna-o, no início, apenas tolerante aos escorregões éticos de alguns até que ele próprio fica adito ao crime de colarinho-branco.
No primeiro degrau o perpetuador é contratado em uma posição de poder.
No segundo, a personalidade e as situações ambientais fazem com que ele perceba o seu poder e que pode usá-lo abusivamente.
No terceiro degrau, os fatores que levam o “todo-poderoso” a ser tolerante a atos moralmente questionáveis entram em ação e minam os seus conceitos de moral e de ética.
No quarto passo da descida, participantes passivos identificam uma oportunidade. A quadrilha já está formada.
Entre o quinto e o oitavo passo, todos os processos da atividade desonesta são escondidos dos demais funcionários da empresa e são “blindados”. Ainda no quinto passo, os parceiros são envolvidos no processo pelo líder.
Na sexta fase da degradação, a quadrilha identifica os potenciais riscos de vazamento por meio de outros funcionários.
Já no sétimo degrau, o líder identifica as fraquezas desses funcionários e a fragilidade de seus cargos passa a ameaçá-los, fazendo-os calar ou largar a sua posição.
No oitavo estágio, o assédio é descarado e o processo todo fica sob controle do criminoso.
Entre o nono e o décimo segundo passo, o crime se perpetua até que o líder é desafiado, interrompendo assim todo o processo, em geral tarde demais.
Na nona fase, os insaciáveis criminosos, mais seguros, passam a ficar menos cuidadosos e se arriscam mais na procura de outros atos mais lucrativos. E então, na fase dez, o interesse de poucos e os valores éticos de outrem passam a gerar conflitos na mente de alguns dos quadrilheiros.
No décimo primeiro degrau, o líder perde o controle da situação e a informação vaza. Soa o alarme.
Na última fase do processo, o golpe é totalmente descoberto e o líder, desmascarado. Nessa hora ou o chefe da quadrilha nega até o fim o envolvimento ou entrega todos os envolvidos e os detalhes do crime, na busca pelo perdão.
Segundo os autores, o que torna um líder criminoso não é só a sua personalidade, mas a cultura da empresa, muitas vezes injusta com os funcionários e clientes e desonesta com a competição.
Para sabermos mais detalhes, precisaremos esperar até 2010, quando o artigo será publicado. Para quem nem poderia imaginar que existisse uma publicação sobre ética em negócios, no entanto, já temos uma lição: “Cada empresa tem o Nick Leeson (o cara que quebrou o Barings) que merece”.

Fonte: Rogério Tuma / Carta Capital – 16/10/09

Nota do Editor – Esses comportamentos podem ser colocados também na administração do setor público.


Hospitais privados reduzem leitos destinados aos doentes do SUS

Pesquisas indicam que os hospitais privados estão reservando aos clientes dos planos de saúde os leitos que antes eram destinados aos doentes do Sistema Único de Saúde.
De acordo com o texto, apesar do crescimento da população, a quantidade de leitos do SUS em hospitais públicos e em hospitais privados conveniados ao governo caiu 26%, entre 2000 e 2009, segundo o Ministério da Saúde.
Já a participação dos hospitais privados nas internações feitas pelo SUS recuou de 68,8% para 55,5% entre 1995 e 2007.
Dos 190 milhões de brasileiros, pouco mais de 40 milhões têm plano de saúde, segundo reportagem.
O restante só pode usar a rede pública.
Apesar disso, o ministério não vê a redução de leitos como algo negativo.
Diz que ela se deve sobretudo à evolução da medicina: doenças que até pouco tempo atrás exigiam hospitalização agora são resolvidas nos ambulatórios.

Fonte: da Folha Online – 23/10/09


Ceasa ganha primeira central de embalagens do Norte e Nordeste

A Ceasa, Centro de Abastecimento Alimentar de Pernambuco, ganha esta manhã a primeira Central de Embalagens do Norte e Nordeste.
A partir de agora, todas as frutas que chegarem ao entreposto da Ceasa serão repassadas em caixas plásticas padronizadas, retornáveis e higienizadas.
A inauguração, faz parte das atividades em comemoração aos 47 anos da Ceasa e conta com a presença do governador Eduardo Campos.
O projeto foi desenvolvido por professores e alunos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
O investimento de R$ 10 milhões feito pelo Governo do Estado pretende garantir mais qualidade nos alimentos comercializados.
A adaptação ao novo sistema será progressiva.
Estima-se que a central estará operando com toda capacidade num prazo de cinco meses.

Fonte: Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR – 23/10/09


Sinalização turística em 70 cidades

Com investimento de R$ 8 milhões, obras começam em fevereiro de 2010
Rochelli Dantas*
RIO DE JANEIRO – A sinalização turística pernambucana, um dos principais problemas dos destinos turísticos do Estado, poderá ser solucionada no próximo ano. De acordo com o secretário de Turismo de Pernambuco, Silvio Costa Filho, esta semana, o Ministério do Turismo confirmou a liberação de cerca de R$ 8 milhões para a sinalização turística dos 70 municípios que fazem parte do Programa Pernambuco Conhece Pernambuco.
“Estes recursos já entraram no orçamento do Ministério do Turismo de 2010 e incluem a sinalização de cidades como Triunfo, Bonito, Caruaru, Gravatá e Petrolina, destinos que tiveram um incremento médio de 6% no fluxo turístico com o início do programa Pernambuco conhece Pernambuco”, afirmou Costa Filho.
A previsão é de que a sinalização destes municípios tenha início em fevereiro do próximo ano. Segundo o secretário, até dezembro deste ano deve ser concluída a sinalização dos 187 quilômetros da costa litorânea do Estado, que compõem o Polo Costa dos Arrecifes.
Neste caso, estão sendo instaladas 398 placas, 129 pórticos, 37 semipórticos e 57 placas interpretativas de atrativos turísticos.
Na sinalização litorânea estão sendo investidos R$ 7,6 milhões, provenientes do Programa de Desenvolvimento do Turismo no Nordeste (Prodetur II).
Outras duas grandes obras estruturais estão no planejamento da Secretaria de Turismo do Estado para o próximo ano.
A primeira é a requalificação do Molhe de Brasília Teimosa, onde devem ser investidos cerca de R$ 7,5 milhões. “O projeto está pronto e inclui toda a iluminação daquela área, e a construção de um espaço para cooper e de uma ciclovia com cerca de 600 metros”, contou o secretário.
Por fim, a pasta irá trabalhar na segunda etapa da requalificação do Centro de Convenções de Pernambuco.
Com orçamento estimado em R$ 20 milhões, esta etapa inclui, dentre outras ações, a modernização dos equipamento do Cecon.
A primeira etapa da requalificação do Cecon teve início em agosto e possui investimento de R$ 10 milhões. A expectativa é de que esta fase seja concluída em março.

Fonte: Folha de Pernanbuco – 22/10/09


Recuperação de 67% da malha

Rodrigo Lins
Rodovias localizadas no entorno da Região Metropolitana do Recife (RMR) passarão por um processo de recuperação, provenientes de contratos assinados ontem, num valor total de investimento de R$ 230,3 milhões.
As obras serão feitas em trechos que equivalem a 67% da malha rodoviária de Pernambuco e levarão dois anos para serem concluídas.
Os contratos fazem parte de uma ação nacional do Dnit, que contempla 32,8 mil km de rodovias em todo Brasil.
Oito empresas passaram pelo processo de licitação e vão realizar os trabalhos que fazem parte do programa Contrato de Restauração e Manutenção (Crema), dividido em duas partes.
A primeira, sendo iniciada agora, é a de recuperação funcional, e deve durar dois anos.
A segunda, com tempo estimado de cinco anos, é de recuperação estrutural do pavimento, manutenção e conservação.
Na BR-101, serão feitas intervenções nos trechos que vão de Prazeres até o Cabo de Santo Agostinho, de Palmares até a divisa com Alagoas, além da pista antiga de Pontezinha e Ponte dos Carvalhos.
A BR-104 será recuperada da divisa com a Paraíba até Santa Cruz do Capibaribe e de Caruaru até a divisa com Alagoas, passando por Agrestina, Panelas e Cupira.
Os trechos que atualmente estão passando por processo de duplicação, ou que estão iniciando esse processo, não participarão do programa.
A obra mais cara elencada é o trecho da BR-232 que vai de São Caetano até Pesqueira, com um custo de R$ 52,6 milhões.
A parte da BR-101 que passa pela zona urbana de Paulista até o final da Estrada da Batalha não faz parte do programa por ser ponto estratégico para a mobilidade urbana.
“O Consórcio Grande Recife pretende colocar uma linha exclusiva para ônibus no local.
Portanto, se fizéssemos essas obras agora de nada adiantaria, pois teríamos que desfazê-la para podermos expandir a rodovia.
Por isso, estamos, juntamente com o Grande Recife, refazendo um projeto específico para esse trecho”, explicou o superintendente regional do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit), Marcos César Crispim.

Fonte: Folha de Pernambuco – 23/10/09


CPTM terá reforço de 33 novos trens

São nove trens para a Linha 11-Coral e 24 para a Linha 8-Diamante
A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) está promovendo duas licitações internacionais para a compra de mais 33 trens novos. São nove trens para a Linha 11-Coral (Luz-Estudantes) e 24 para a Linha 8-Diamente (Júlio Prestes-Itapevi).
Estes últimos serão objeto de uma Parceria Público-Privada/Concessão Administrativa, que inclui ainda a reforma de 12 composições em operação naquela linha. No caso da Linha 8-Diamante, o parceiro privado terá a missão de renovar a frota com a fabricação de 24 novos trens e reformar 12 unidades em operação, por meio de uma Concessão Administrativa, cuja licitação pública está em curso.
O empreendimento também engloba a manutenção de desses 36 trens por 20 anos.
O investimento estimado para a modernização da frota será de R$ 900 milhões.
Tanto os trens novos como os reformados terão características de conforto, segurança e desempenho bem semelhantes: novos layouts do interior dos vagões, 50% de motorização (contra 33% dos atuais), ar-condicionado, sistema de monitoramento por câmeras, painéis eletrônicos de comunicação e itens de acessibilidade.
Uma das vantagens do projeto é o encurtamento dos prazos para recebimento dos trens: após 13 meses da assinatura do contrato, prevista para até o final do ano, o concessionário começa a entregar os trens reformados um por mês.
Já os trens novos chegarão a partir do 22° mês de vigência da concessão, num montante de quatro por mês.
Somada às melhorias na infraestrutura, como a implantação do novo sistema de sinalização, investimentos em energia e recuperação das vias, a renovação da frota da Linha 8 permitirá a redução dos intervalos nos horários de pico para cinco minutos, o que representa aumento de 40% na capacidade de transporte e menores tempos de viagem.
Reforço na zona leste
O Expresso Leste, que atualmente circula no trecho Luz e Guaianazes da Linha 11-Coral, ganhará nove trens novos. Junto com a modernização dos sistemas de sinalização, controle de tráfego, energia e recuperação das vias, o incremento da frota possibilitará estender o serviço até a Estação Suzano.
Além dos recursos de última geração característicos das novas frotas do Metrô e CPTM, como ar-condicionado e sistema de monitoramento por câmeras, os novos trens da Linha 11 serão os primeiros com salão único de passageiros da rede metroferroviária paulista, ou seja, com passagem livre entre os vagões.
Os recursos para a aquisição desses trens foram obtidos pelo Governo do Estado junto ao Banco Mundial (BIRD).
A licitação pública internacional foi iniciada no final de setembro e a abertura das propostas deverá ocorrer em novembro.
Expansão SP
As aquisições fazem parte do Plano de Expansão do Transporte Metropolitano (Expansão SP), no valor de R$ 20 bilhões até 2010, o maior investimento do gênero já realizado no Brasil.
Os 33 novos trens irão se somar aos 107 já encomendados para a CPTM e Metrô, dos quais 18 estão em circulação.
O último lote desse montante, formado por oito trens (oito vagões cada, 64 no total), para a Linha 9-Esmeralda, teve seu contrato assinado na primeira semana de setembro, com previsão de entrega das primeiras unidades no primeiro semestre de 2011.

Fonte: Da CPTM – 22/10/09


Bicicletários públicos de Curitiba estão abandonados

Depois de duas licitações fracassadas, locais servem só para publicidade
Já se passaram dois anos após a construção dos seis bicicletários de Curitiba e nada de eles funcionarem. Após duas licitações frustradas, restaram os gastos com a construção e muita decepção para quem usa o transporte alternativo na cidade. Hoje, os locais servem apenas para a publicidade explorada pela empresa Clear Channel Adshel.
O vereador Pedro Paulo (PT) alegou que as primeiras condições oferecidas para a exploração dos bicicletários eram o inaceitáveis para os usuários. “A prefeitura ofereceu a possibilidade de o empreendedor cobrar até R$ 2 por hora estacionamento e R$ 5 pelo aluguel, mesmo assim não houve interessado.
Tenho certeza que se funcionassem dessa forma também não teriam usuários”, explicou. Na segunda licitação, a Prefeitura incluiu a venda de água, isotônicos e barrinhas na lista de serviços, mas também não adiantou. Ninguém se interessou pelo negócio.
No ano passado, a Prefeitura anunciou que faria uma parceria público-privada (PPP) para os bicicletários de Curitiba. Mas não há sinal de avanço, embora na ocasião a Prefeitura afirmasse que três empresas estariam interessadas no negócio.
Na opinião do vereador Pedro Paulo, a Prefeitura deveria assumir os bicicletários enquanto não consegue licitá-los. “
O poder público tem que mostrar que a bicicleta é um veículo importante no conjunto urbano, investindo diretamente na infraestrutura”, avalia. Para ele, ao menos enquanto uma nova licitação ou parceria não é realizada, a prefeitura deveria assumir os bicicletários atuais e abri-los ao público.
Os bicicletários públicos ficam Parque São Lourenço, no Jardim Botânico, no Centro Cívico, nas Ruas da Cidadania do Pinheirinho Carmo e no eixo de animação da avenida Arthur Bernardes, no Santa Quitéria.
Eles têm 45 metros quadrados de área coberta, onde podem ser montados armários e balcões. Os empreendedores também poderão usar a área descoberta anexa aos quiosques, de tamanho variável, para estacionamento.
Sandra Remer, 32 anos, usa a bicicleta para trabalhar, para estudar e para lazer e sente a falta dos bicicletários. “Acho lamentável ver o bicicletário pronto e sem uso”, disse ela.

Fonte: Redação Bem Paraná – 22/10/09


Fundos de catástrofe terá R$ 4 bilhões

O deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR) entregou hoje (22/10) ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, o relatório de 23 páginas sobre o Fundo de Catástrofe. “Estão garantidos pelo governo federal recursos no valor de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões logo no começo e mais R$ 1 bilhão por ano, durante dois anos”. Com disponibilidade imediata, este montante constitui uma segurança para a entrada das empresas internacionais resseguradoras nesse segmento, disse Micheletto, que considerou o encontro como um momento histórico para o agronegócio.
Micheletto disse que o presidente Lula deve sancioná-lo ainda este ano, pois a tramitação do projeto do Fundo (PLP n° 374), oriundo do Poder Executivo, do qual foi relator, terá uma tramitação rápida tanto no Plenário da Câmara Federal como do Senado. Já na próxima quarta-feira, por exemplo, o relatório será votado na Comissão de Agricultura. “Estou convencido de que a sua aprovação seja breve, mesmo porque há um acordo de líderes nesse sentido. Além disso, tem todo o interesse do governo federal, da Casa Civil e do setor produtivo para que esse Fundo passe a vigorar na próxima safra 2010/2011”.
“Este é o grande sonho da agricultura brasileira. Com esse fundo o Brasil passa a figurar no mesmo patamar dos grandes países produtores do mundo”, disse Micheletto após entregar o relatório a Stephanes. “Na hora que um evento meteorológico, ou praga ou doença prejudicar atividades no campo, na agricultura, na pecuária ou na floresta, [o fundo] dará condições para cobrir a produção. Seja ela é de dez, de 20 alqueires ou assim por diante”. Segundo o deputado, caberá a um grupo técnico decidir, em função da dimensão de cada caso, se a situação se enquadra ou não como catástrofe.
“Não é o sentido catástrofe como o sentido abrangente da ação civil. Pode simplesmente ser para algum produtor que tenha dez hectares de trigo plantado e, por causa de geada, doença ou qualquer praga perca em uma noite todos os dez hectares plantados. Se ele perdeu 100%, o fundo vai cobrir 100%”, explica o deputado.
O deputado considera a participação das indústrias de fertilizantes e de máquinas e equipamentos agrícolas, que terão assento no conselho, como uma das novidades na formação do Fundo de Catástrofe. Ele confirmou que o Fundo não terá tributação do PIS/Cofins como se previa anteriormente, mas apenas a rentabilidade. “Pela nossa ótica, este Fundo será uma grande PPP (Parceria Público-Privada) entre governo, seguradoras e resseguradoras em prol dos produtores, mas nesse tripé nenhum pode ser beneficiado em prejuízo do outro. O equilíbrio entre esses três componentes inspirou cada dispositivo deste projeto”.
O Fundo terá natureza privada. Será instituído e administrado por pessoa jurídica criada com esse fim específico. Não há restrição a quem poderá participar da empresa que o instituirá. Caso o setor privado decida não criar a dita empresa, o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) pode fazê-lo. Além disso, será regulado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e fiscalizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). A União participará do Fundo na condição de cotista, algo como 90%, que poderão ser integralizados com recursos do orçamento ou com títulos da dívida pública, a critério do ministro da Fazenda, que declinarão ao longo do tempo.
Micheletto explicou que ao construir um seguro rural que combine Zoneamento Agroclimático, Programa de Subvenção do Prêmio, Fundo e Núcleo de Estudos, “moveu-nos a preocupação de dotar o país de um seguro que fosse, acima de tudo, eficiente”. Para o deputado, este seguro não poderá, de forma alguma, aumentar o risco agrícola; ao contrário, deverá contribuir para a redução daquele risco. “No frigir dos ovos, essa é a condição para a sua estabilidade financeira e viabilidade do seguro rural a longo prazo. Assim, o desenvolvimento do seguro rural é um projeto de médio e longo prazos, não um passe de mágica, hoje ambicioso, falido amanhã”.
“O meu relatório foi redigido em estreita colaboração com a Casa Civil, o Ministério da Agricultura, do Planejamento, da Fazenda, das entidades dos produtores, das sociedades seguradoras e resseguradoras e da Susep. Cada dispositivo foi objeto de negociações intensas durante um ano e meio e graças a esse processo ele é o produto de um acordo, o melhor possível, entre governo e mercado segurador, em benefício do desenvolvimento do seguro rural no Brasil”, ressaltou. Ele disse que se bem administrado o Fundo será financeiramente viável, pois não haverá espaços para aventureiros.
O que é – O Fundo de Catástrofe passa a vigorar na safra 2010/2011 e seu objetivo é garantir as operações do seguro rural em casos de prejuízos dos agricultores em decorrência de eventos climáticos (estiagens, geadas, enchentes), doenças e pragas. Este novo mecanismo de renda do produtor vai beneficiar também os segmentos florestal, pecuário e aqüícola (pesca cultivada). O Fundo vem completar a estrutura sobre a qual se assenta o seguro rural, cujos demais pilares são o Zoneamento Agroecológico, o Programa de Subvenção Econômica ao Prêmio do Seguro Rural e o Núcleo de Estudos do Seguro Rural que será instituído pelo substitutivo apresentado pelo deputado Micheletto.

Fonte: Ascom Dep. Moacir Micheletto / Notícias Agricolas – 22/10/09


Aeronáutica usará helicópteros russos na Amazônia

Até o final do ano, os três primeiros helicópteros de ataque comprados da Rússia serão utilizados pela Força Aérea Brasileira (FAB) para reforçar a presença militar na região da Amazônia. Eles vão ficar sediados na Base Aérea de Porto Velho, em Rondônia. Os helicópteros chegam à região em um momento de tensão militar na América do Sul, sobretudo entre os países andinos: Colômbia, Equador e Venezuela.
São aeronaves MI-35, que integram um lote de 12 unidades, do mesmo tipo que os modelos vendidos para o país do presidente Hugo Chávez.
Porém, os planos da FAB não param por aí.
A Aeronáutica também está criando a unidade pioneira de aviões de caça também na Amazônia. A partir do final de 2010, os seis primeiros jatos supersônicos F-5, totalmente modernizados pela Embraer, que hoje operam em Natal, serão transferidos para Manaus.
No futuro, parte do lote de 36 caças que o Brasil está comprando dentro do projeto FX-2 ficará na capital amazonense para fazer a defesa aérea da região.
Até hoje, a Amazônia não dispõe de aeronaves de grande performance para proteger a fronteira brasileira e ajudar no combate ao narcotráfico.

Fonte: Agência Estado – 22/10/09


Hospital Metropolitano Sul será inaugurado no dia 1º de maio

O Hospital Metropolitano Sul Dom Hélder Câmara, no Cabo de Santo Agostinho, será inaugurado no próximo dia 1º de maio, Dia do Trabalhador.
O anúncio foi feito esta manhã pelo governador Eduardo Campos durante visita ao canteiro de obras. A unidade de saúde é a segunda dos três hospitais que serão entregues pelo Governo do Estado até o final do próximo ano.
A visita foi acompanhada por diversos secretários de Estado, pelos presidentes do Tribunal de Contas, da Assembleia Legislativa, do Tribunal de Justiça, deputados, vereadores e outras autoridades.
Na ocasião, o governador anunciou também a abertura de um terceiro turno de trabalhos a partir do dia três de novembro, aumentando de 396 para 650 o número de trabalhadores no canteiro de obras.
Eduardo lembrou ainda que há 40 anos Pernambuco não ganha um novo hospital público de urgências e emergências o último a ser construído foi o Hospital da Restauração em 1969.
O hospital vai oferecer atendimentos de média e alta complexidade com ênfase em clinica médica, cirurgia geral, traumato-ortopedia, pediatria, cardiologia, neurologia e tratamento de queimados.
A unidade terá 150 leitos e será capaz de atender 67.536 consultas/emergências e 19.690 internamentos por ano.
Contará ainda com um heliponto para receber os casos mais críticos.
De acordo com o Governo do Estado, o investimento é de R$ 70 milhões, sendo R$ 60 milhões para as obras civis e outros R$ 10 milhões para a compra de equipamentos.
Localizado às margens da BR-101 Sul (ao lado da fábrica da Caninha 51), em um espaço de mais de 52 mil metros quadrados, o D. Hélder vai atender cerca de 440 mil pessoas dos municípios do Cabo de Santo Agostinho, Primavera, Escada, Ipojuca, Sirinhaém, Rio Formoso, Tamandaré, Barreiros e São José da Coroa Grande.
O terreno já foi todo terraplenado e as fundações do prédio já foram concluídas.
A partir desta fase, o restante da estrutura será construído em cima de blocos pré-moldados, o que garante ainda mais agilidade à obra.
Outros dois hospitais do mesmo porte estão sendo construídos no Estado.
O Metropolitano Norte Miguel Arraes, em Paulista, será inaugurado dentro de dois meses.
Já o Metropolitano Oeste Pelópidas da Silveira, próximo à Ceasa, abrirá as portas no final do ano que vem.
A construção das três unidades pretende desafogar as grandes emergências do Estado a exemplo do Hospital da Restauração, Agamenon Magalhães e Getúlio Vargas hoje superlotadas.

Fonte: Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR – 22/10/09


Produção privada de renováveis sem impacto para Electricidade dos Açores

A produção privada de energia continua sem impacto na actividade da EDA (Electricidade dos Açores), que reafirmou a sua disponibilidade para receber as entregas de particulares, cujos limites o Governo regional pretende remover alterando o programa de incentivos.
A eléctrica açoriana garante o cumprimento integral da legislação sobre a compra de energia produzida por privados, com base na exploração de recursos renováveis, e das alterações legais sobre a matéria que o Governo da região vier a estabelecer, afirma Isabel Barata, porta-voz da EDA.
O Executivo açoriano anunciou recentemente que está a preparar uma revisão do programa de incentivos ao aproveitamento de energias renováveis por privados e empresas, o PROENERGIA, que incluirá a remoção do limite de venda à rede pública de excedentes do auto-consumo e a criação de “soluções técnico-financeiras” que permitam aos promotores o pagamento em prestações dos investimentos necessários.
Isabel Barata garante que, apesar dos 500 projectos já aprovados no âmbito deste programa, a EDA não tem nota da desistência de fornecimento por parte de qualquer cliente, nem de nenhuma intenção de fornecimento à rede pública.
“Nada ainda mudou nesse domínio”, assegura, admitindo que a situação possa estar relacionada com o facto de os projectos comparticipados pelo PROENERGIA estarem essencialmente ligados ao aquecimento de águas.
A EDA, que detém o monopólio da distribuição de electricidade nos Açores e garante a produção nas nove ilhas com recurso a centrais térmicas clássicas e a centrais hídricas, eólicas e geotérmicas, desconhece também qual poderá ser a adesão ao processo em curso de candidaturas ao Sistema de Registo de Microprodução de energias renováveis.
A fase de pré-registo de candidaturas termina a 30 de Outubro e, segundo o Governo, a EDA terá concluído na segunda semana de Novembro o processo de atribuição automática dos pontos de entrega da energia à rede.
“Não temos qualquer ideia sobre a dimensão da resposta dos privados”, afirma Isabel Barata, garantindo que a EDA cumprirá as obrigações legais neste domínio.
Dados da eléctrica regional indicam que 26,6% da energia que forneceu nos primeiros oito meses deste ano foi assegurada com recurso à exploração de unidades de produção com aproveitamento de recursos renováveis centrais geotérmicas, eólicas e hídricas.
Com o PROENERGIA o Governo Regional dos Açores pretende incentivar o aproveitamento dos recursos endógenos através, sobretudo da instalação por particulares e empresas de painéis solares e aerogeradores.

Fonte: OJE/Lusa – 22/10/09


Mato Grosso lança edital do Verdão

Vencedor da licitação será anunciado em 24 de novembro

O governo do Mato Grosso lançou hoje o edital de licitação da Arena Multiuso do Verdão, estádio que receberá os jogos da Copa 2014 em Cuiabá.
As empresas e consórcios interessados podem retirar o edital na sede da Secretaria estadual de Infraestrutura (Sinfra) e terão cerca de um mês para apresentarem as propostas.
O vencedor será anunciado em 24 de novembro, às 14h30, na sede da secretaria.
Desenvolvido pelo escritório GCP Arquitetos, o projeto básico do Verdão envolve 52 tópicos estruturais que deverão ser seguidos à risca pela empreiteira contratada.
Segundo o edital, as obras devem começar em fevereiro de 2010.
O Verdão está orçado em R$ 420 milhões.
O valor será bancado integralmete pelo governo matogrossense com recursos de um fundo constituído para essa finalidade.
O governo também estuda a possibilidade de tomar empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que em setembro passado abriu linha de crédito específica para financiar até 75% das obras dos estádios da Copa.

Fonte: Portal da Copa 2014 – 22/10/09


Prefeito de Araxá acredita na aprovação do projeto do Estádio ainda este ano

Prefeito acredita na aprovação do projeto do Estádio ainda este ano
Se aprovado, Jeová Moreira diz que Fausto Alvim será demolido em 90 dias. Ele diz que a construção de um campo provisório para sediar os jogos do Araxá está em estudo.
O prefeito Jeová Moreira da Costa espera inaugurar o shopping e a vila olímpica até o fim de seu mandato, em 2012.
Ele planeja erguer o novo estádio ao mesmo tempo em que o Grupo Kamel construirá o shopping na área do Fausto Alvim.
Se o projeto de lei for aprovado, Jeová afirma que as obras vão começar de imediato e o estádio municipal será demolido em 90 dias.
“Acredito que tenha que ser aprovado. Cada um tem que fazer a sua parte, o Executivo já fez seus projetos para os próximos quatro anos de governo, já sabemos o que queremos em Araxá”, diz Jeová, confiante na aprovação do projeto ainda este ano.
Caso o projeto passe mesmo pela Câmara ainda este ano, Jeová afirma que as obras começarão imediatamente.
“Os maquinários já estão prontos. Para se ter noção, A CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) sempre fez doações de R$ 4 milhões a R$ 5 milhões para a prefeitura e neste ano ainda não pedimos um tostão para eles, justamente reservando esta receita para esses macroprojetos.
A CBMM foi parceira na cessão dos maquinários e com eles vamos fazer mais de 20% da construção desses projetos”, diz.
Segundo o prefeito, o shopping e a vila olímpica são as duas necessidades que Araxá tem para se inserir dentro do padrão de cidades entre 100 mil e 200 mil habitantes.
Recursos
Além de parcerias público-privadas e recursos próprios, o prefeito garante que já esteve em Belo Horizonte analisando o projeto Soma, onde segundo ele, poderá tomar de R$ 5 a R$ 6 milhões para investimentos das avenidas que vão chegar a Vila Olímpica.
“Nós já estamos em contato com os Ministérios do Esporte, Turismo e das Cidades, com a secretária de Estado de Turismo, Érika Drummond e com o vice-governado, Antônio Augusto Anastasia.
Todos já estão sensibilizados com este macroprojeto para a cidade de Araxá”, afirma.
Shopping e vila olímpica construídos ao mesmo tempo
O prefeito conta que as obras deverão simultaneamente, não dependendo da entrega do estádio para a demolição do Fausto Alvim e o início da construção do shopping. “Esta foi a colocação do projeto de lei, a previsão do projeto arquitetônico é de seis meses, porque nos vamos tirar o estádio de lá em um prazo de 90 dias e passar para um novo local, onde a Federação Mineira vai autorizar para nós qual poderá ser o estádio,para que a gente possa manter o Araxá Esporte no Campeonato Mineiro”, conta.
Jeová conta que está conversando com todas as pessoas envolvidas no processo para buscar uma solução, uma vez que há a possibilidade da construção de um campo provisório para o Araxá, que posteriormente será destinado à Liga Araxaense de Desportos (LAD).

Fonte: Diário de Araxá – 22/10/09


Experiência do Piauí será apresentada na Europa

A experiência do Piauí na área de cooperação internacional e as oportunidades de investimentos do Estado em setores como turismo e bioenergia serão apresentados pelo governador Wellington Dias na Itália, onde ele participa da Feira da Criatividade e de uma reunião de trabalho com o presidente da operadora de turismo Ostiensis, que é responsável pelos vôos charters da Air Italy para o Brasil. Ele viaja nesta quarta-feira, 22, para a Europa, para tratar de parcerias internacionais com a Itália, França e Portugal e será acompanhado da secretária Rejane Dias (Seid); do presidente do Sebrae, Ulysses Moraes; do secretário de Turismo, Sílvio Leite; e do coordenador de Relações Internacionais, Sérgio Vilela.
Segundo Sérgio Vilela, serão apresentados aos italianos seis programas no sentido de estabelecermos intercâmbios e convênios em diferentes áreas. “O Festival da Criatividade permite que o Estado apresente tudo que produz aqui e que não é comum em outros estados. Vamos levando informações e materiais na área de bionergia, produção de alimentos, oportunidade de investimento em turismo, móveis, artesanato e proposta de intercâmbio na área da cultura e da música”, disse.
A meta é que na visita à Itália e no Festival se estabeleça um conjunto de relações com o Piauí. Depois do Festival da Criatividade, a comitiva segue para a França para participar, com a arqueóloga Niède Guidon, de uma reunião sobre o Congresso Mundial de Arqueologia, que vai acontecer em São Raimundo Nonato, em dezembro de 2009.
Da França, a equipe segue para Lisboa, em Portugual, para uma reunião com um banco de investimentos que tem interesse em investir na área de infra-estrutura no Piauí. “O governador vai apresentar as oportunidades de investimentos em infra-estrutura que o Estado tem na área de portos, aeroportos, hidrovias, ferrovias, rodovia e hidrelétrica”, explica Sérgio Vilela, destacando que o grupo já tem algumas informações sobre o Estado e quer mais detalhes.
Governo do Piauí estreita relações internacionais
A missão do Piauí à Itália faz parte de um conjunto de investimentos que o governador Wellington Dias tem feito com objetivo de estabelecer maior número de relações com outros países e atrair investimentos para o Estado. Hoje, o Piauí conta com um conjunto de investimentos espalhados pelo Estado, distribuídos não somente no setor privado, mas de cooperação e intercâmbio entre governos.
De acordo com Sérgio Vilela, o estreitamento das relações com outros países e a divulgação do Estado lá fora representa a melhoria da imagem do Piauí no exterior e até mesmo dentro do Brasil. “O Piauí foi um estado muito desconhecido por muito tempo e ainda é desconhecido em várias partes do Brasil e do mundo. Então, precisamos fazer esse tipo de investimento para o Estado se tornar mais conhecido. Os investidores precisam ter uma boa imagem do lugar onde vão investir e saber que nesse estado as coisas são tratadas de forma séria”, explica Vilela.
De acordo com o coordenador de Relações Internacionais, entre os grandes investimentos de empresas internacionais que o Estado tem, destacam-se a Bünge, empresa holandesa, o Grupo Europa, que é dono de uma indústria de caju, de couro e também atua na área imobiliária, temos o condomínio Mirante do Lago, que é do grupo português Tavfer. “Na região do litoral, nós temos investidores italianos na área do turismo. Temos um grupo espanhol construindo a Ecocity, uma “cidade ecológica”, em Ilha Grande de Santa Isabel, e nos Cerrados Piauienses, temos produtores de grãos italianos, espanhóis, holandeses e nacionais”, explica.
Entre as ações de cooperação e intercâmbio do Piauí está o Projeto de Saneamento Rural (Prosar – Secretaria da Saúde) e o governo alemão. “Temos um acordo com quatro regiões da Itália que nos ajudam em um projeto de desenvolvimento da região da Serra das Confusões e contempla nove municípios nesse acordo e com os espanhóis na Serra da Capivara no abastecimento de água. São ações na área social em acordo de cooperação de governos estrangeiros”, diz Sérgio Vilela.
O Estado está fazendo investimentos significativos nessa área internacional. “Este ano já fizemos uma viagem à Europa, onde fizemos contato com Portugal, Espanha e Itália. Fizemos uma viagem aos Estados Unidos e em maio participamos de um encontro com a Rede Latino Americana de agricultura familiar. Neste momento, tem uma equipe do Piauí com o vice-governador Wilson Martins na China”, lembra Vilela.

Fonte: Portal do Estado do Piauí – 22/10/09