Empresários africanos visitarão Estado

Lorena Ferrário* Enviada especial
JOANESBURGO, ÁFRICA DO SUL – O último dia da Missão Empresarial do Nordeste do Brasil à África foi marcado por dezenas de visitas técnicas ao empresariado sul-africano. O presidente da Fecomércio-PE, Josias Albuquerque, formalizará um convite já aceito pelo diretor regional de Operação da GEP (Gauteng Enterprise Propeller), Monde Maduna, para visitar a Federação, o Sebrae e a AD Diper em Pernambuco.
“Quero formar uma comissão para conhecer as três instituições, entender o modo de operação e ver quais as possibilidades para implantar na África do Sul”, disse Maduna. Primeiramente, o diretor regional de Operação da GEP vai enviar informações sobre como a empresa funciona, ao dar assistência financeira para micro e pequenas empresas sul-africanas.
Albuquerque, juntamente com o diretor superintendente do Sebrae, Nilo Simões, e com a gerente executiva de Negócios Internacionais da AD Diper, Ivone Malaquias, também visitou as empresas Geda (Gauteng Economic Development Agency) e Mega (Mpumalanga Economic Growth Agency), espécies de agências de desenvolvimento dentro de suas províncias (Gauteng e Mpumalanga).
Na Geda, Rui Fragoso, da área de Negócios e Facilitador de Investimentos, já deseja assinar um acordo de cooperação com a AD Diper. “Para deixar, indiretamente, a porta aberta para o mercado, pois também somos uma agência de desenvolvimento estatal”. Já o gerente de Negócios e Investimentos da Mega, Paresh Pandya, demonstrou interesse em como obter financiamento através de órgãos brasileiros. “No futuro, gostaria de criar uma área de cooperação para trocar ideias e ter oportunidades de intercâmbio”, comentou.

Fonte: Folha de Pernambuco – 22/10/09


Investimento de R$ 6,5 mi em publicidade para turismo

RIO DE JANEIRO – Com o intuito de aumentar em 10% o fluxo turístico durante o verão, nos próximos meses a Secretaria de Turismo de Pernambuco (Setur-PE) irá investir cerca de R$ 6,5 milhões em publicidade.
Deste total, R$ 4 milhões serão destinados à divulgação do Estado na mídia nacional.
O mote da campanha será “Pernambuco é verão é só chegar”.
“Hoje o setor hoteleiro do Recife e de Olinda está com uma média ocupacional de 78%.
Com este trabalho de divulgação, nós esperamos que haja um crescimento de 4% na taxa de ocupação”, previu o secretário de Turismo de Pernambuco, Silvio Costa Filho.
De acordo com o secretário, a campanha será trabalhada principalmente em destinos como São Paulo, Rio de Janeiro e na Região Centro-Oeste.
Já com foco nesta divulgação, ontem, durante a Abav – Feira das Américas, realizada no Rio de Janeiro, a pasta lançou uma nova marca publicitária.
Com uma forma abstrata, que utiliza as cores como elemento fundamental na representação da diversidade, a ferramenta publicitária será utilizada em todas as campanhas turísticas.
“Realizamos uma pesquisa nos cinco destinos turísticos que mais visitam no Estado e percebemos que o grande ícone pernambucano é a diversidade.
Por isso criamos uma marca que represente esta fusão de elementos”, explicou o presidente da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), José Ricardo Diniz.
A marca será lançada oficialmente em novembro.
No evento, o Estado está investindo R$ 400 mil.

Fonte: Folha de Pernambuco – 22/10/09


Turismo do Recife já teme por falta de hotéis

Na estreia de João da Costa na ABAV, o secretário de Turismo do Recife, Samuel Oliveira, disse nesta tarde, na feira de agentes de viagens, que o Recife já não conta com leitos suficientes para a demanda atual e precisa de pelo menos mais oito hotéis, nos próximos anos.
É pelo menos a metade do que o gestor público gostaria de contar. Quando saírem todos do papel, serão cerca de 5 mil novos leitos.
“Nas últimas semanas, tivemos que mandar hóspedes para Jaboatão, para Gravatá, pois estão faltando leitos”.
Neste momento, segundo a PCR, são três em construção e mais cinco em licenciamento. “Além destes, temos mais 15 em estudo, em análise”, disse Samuel Oliveira.
O auxiliar de João da Costa atribui a chegada dos investimentos ao sucesso da política de turismo, ancorada em forte ação promocional em roteiros que não contam com praia e detêm bom nível de renda.
“O setor recuperou a rentabilidade, melhorou o nível de ocupação.
Nunca se viu isto na história da cidade”, conta.
Entre os números citados, consta o aumento da permanência média para quatro dias, um gasto médio de cerca de R$ 300 ao dia, o melhor do Nordeste, além de uma taxa de ocupação de 80%.
“Para que se tenha uma idéia, hoje, somos apenas 11% da oferta de leitos do Nordeste, mas temos 18% do fluxo de turistas.
No Recife, com apenas 20% da oferta, temos 60% do fluxo de turistas”.
Na feira, a PCR anunciou ainda uma série de ações para incrementar a atividade.
Numa delas, serão distribuídas 100 mil exemplares de uma revista destacando os pontos turísticos e atrações da cidade, destinada aos operadores nacionais e clientes dos hotéis.
Para o futuro próximo, o secretário Samuel Oliveira defende a criação de um núcleo empresarial que pense e defenda o turismo do Recife, com um planejamento estratégico.
“As entidades que existem hoje pensam o Estado. Com sua criação, ela ajudaria as instituições estaduais, como a ABIH”, acredita.
Cinquenta empresários já estão mobilizados para a iniciativa.

Fonte: Blog do Jamildo – 21/10/09


PAC das Cidades Históricas vai beneficiar Pernambuco

Ao lançar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que um dos objetivos é promover o surgimento de “um centro de pequenos empreendedores” para o desenvolvimento das economias locais.
Um dos caminhos para alcançar o desenvolvimento, nesse contexto, conforme o presidente, é o turismo.
“Não adianta nada você recuperar se não fizer disso um processo de visitação do país e do mundo para que isso gere renda, emprego”, disse Lula, em Ouro Preto (MG), ao lado dos ministros Juca Ferreira (Cultura) e Dilma Rousseff (Casa Civil), além do governador mineiro, Aécio Neves (PSDB).
A meta do programa é revitalizar 5,2 mil imóveis particulares e 200 monumentos públicos em 173 cidades históricas, até 2012.
O investimento previsto chega a R$ 890 milhões.
Desse total, R$ 140 milhões serão liberados até o final do ano para 32 cidades.
O trabalho prevê, entre outras atividades, contenção de encostas que podem afetar prédios históricos e troca da fiação elétrica.
As primeiras cidades a receberem recursos do programa estão nos seguintes estados: Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Fonte: Da Agência Brasil – 21/10/09


Caminhos do futuro

Emiliano José
Quase desnecessário dizer que Eric Hobsbawm tem se afirmado como um dos maiores intelectuais do nosso tempo. Por isso, compensa discutir, reverberar a conferência, ou parte dela, publicada pela Carta Maior, no dia 13 de outubro.
A fala dele foi feita no primeiro dia do World Political Forum, em Bosco Marengo, na Alexandria. O tema era mais do que próprio para a contemporaneidade: qual futuro depois do comunismo? É, indagação, como deve ser. Peço licença aos leitores para falar um pouco extensivamente dessa fala.
Logo de cara, uma tese forte: todos os países do Leste, e os do Oeste também, devem sair da ortodoxia do crescimento econômico a todo custo e dar mais atenção à equidade social.
Os países ex-soviéticos, na visão dele, ainda não superaram as dificuldades da transição para o novo sistema.
Diria, de outra maneira, que eles mergulharam desordenadamente na política neoliberal.
O século breve, como ele denomina o século XX, teria sido marcado por um conflito religioso entre ideologias laicas.
Só um intelectual do porte de Hobsbawm poderia dizer isso, sem medo. Foi dominado pela contraposição de dois modelos econômicos – o “socialismo”, e as aspas são dele, identificado com economias de planejamento central tipo soviético, e o “capitalismo”, também devidamente aspeado, que englobava todo o resto. Essa contraposição nunca foi realista.
Todas as economias modernas devem combinar público e privado de vários modos e em vários graus, e de fato fazem isso. Corajosa constatação de Hobsbawm, outra vez. Faz tremer os que copiam fórmulas, à direita e à esquerda.
O exclusivismo de um ou de outro faliu. As economias do modelo soviético lá pelos anos 80. As do fundamentalismo de mercado anglo-americano, agora, no setembro passado.
O fim do “socialismo” foi catastrófico. As repercussões seguem até hoje, ao menos nos países da ex-URSS. A China, e lá vem ele com sua ousadia e firmeza intelectual, preferiu outro caminho capitalista, diferente do neoliberalismo, optando pelo modelo mais, como ele diria, “dirigista” das economias “tigres”.
Abriu caminho, assim para seu gigantesco salto econômico para frente, com muito pouca preocupação e consideração pelas implicações sociais e humanas, e eu completaria, ecológicas.
A crise do capitalismo, essa que estamos ainda vivendo, terá conseqüências que ainda não dominamos.
Mesmo que não se saiba, ainda, quais as mudanças que a crise econômica em curso pode provocar, parece não haver dúvida, na visão de Hobsbawm, de que está em curso uma alternância de enormes proporções das velhas economias do Atlântico Norte ao Sul do planeta e principalmente à Ásia Oriental.
No desenvolvimento da conferência, ele chega a uma primeira e fundamental conclusão: não é mais possível acreditar em uma única forma global de capitalismo ou de pós-capitalismo. Delinear a economia do amanhã, no entanto, é, na visão dele, a parte menos relevante a nos preocupar em relação ao futuro.
“A diferença crucial entre os sistemas econômicos não reside na sua estrutura, mas sim nas suas prioridades sociais e morais, e estas deveriam portanto ser o argumento principal do nosso debate”.
Parece surpreendente, e não parece muito marxista, não? Não parece para os que cultuam dogmas. Ele explica isso ilustrando com dois aspectos que considera importantes.
O primeiro é que o fim do socialismo – ele fala em fim do comunismo – implicou o desaparecimento repentino de valores, hábitos e práticas sociais que haviam marcado a vida de gerações inteiras.
Foi um inesperado e brusco terremoto social. Corretamente, ele afirma que serão necessárias diversas décadas antes que as sociedades pós-comunistas encontrem alguma estabilidade no seu modo de viver.
E que algumas das conseqüências dessa desagregação social poderão exigir ainda um tempo maior para serem combatidas.
O segundo aspecto, na visão dele, de muita importância, é que tanto a política ocidental do neoliberalismo quanto as políticas pós-comunistas que ela inspirou, subordinaram propositalmente o bem-estar e a justiça social à tirania do PIB.
Sempre o maior crescimento econômico possível, deliberadamente inigualitário. Com isso, minaram – e nos ex-países socialistas até destruíram – os sistemas de assistência social, do bem-estar, dos valores e das finalidades públicos.
O objetivo de uma economia não é o ganho. É o bem-estar de toda a população. O crescimento econômico não é um fim. É um meio para dar vida a sociedades boas, humanas e justas. Um pensamento que lembra muito Celso Furtado.
“Não importa como chamamos os regimes que buscam essa finalidade. Importa unicamente como e com quais prioridades saberemos combinar as potencialidades do setor público e do setor privado nas nossas economias mistas.
Essa é a prioridade política mais importante do século XXI.” A alguns a tese de Hobsbawm, aos marxistas ortodoxos, aos que vivem com os olhos no passado, parecerá idealista. Ela, no entanto, corresponde a uma análise muito densa da situação mundial, e consegue postular uma sociedade de bem-estar a partir das potencialidades do setor público e privado, não se rendendo às teses neoliberais, próprias do fundamentalismo de mercado, e nem ao estatismo completo, que levou ao desastre final dos anos 80.
Se olharmos para o Brasil, se olharmos para o projeto que o governo Lula vem desenvolvendo, para o contraponto que se fez ao neoliberalismo do tucanato sem, no entanto, descartar o dinamismo do setor privado, encontraremos muita coisa do que Hobsbawm está defendendo.
Lula tem dito que não quer o crescimento econômico por si só. Quer que ele garanta melhores condições de vida ao nosso povo. Para que consiga tirar as pessoas da miséria absoluta, como já conseguiu com mais de 20 milhões de pessoas.
E este é um governo que tem tentado, das mais variadas formas, constituir novos valores. Sejam os referentes aos negros. Sejam aqueles ligados às mulheres. Aos jovens. Aos homossexuais. O respeito aos movimentos sociais.
A difusão de uma idéia de solidariedade social. É só olhar para o Bolsa-Família. Tudo isso representa uma visão política e moral, e aqui no sentido amplo da palavra. Creio que não é por acaso que o mundo tem voltado os olhos para o Brasil.
É porque por aqui está se desenhando, ainda em fase inicial, um novo caminho, o da revolução democrática.
A caminhada em direção a uma sociedade cada vez mais justa, cada vez mais igualitária, não é simples.
E nem é uma caminhada que se baseie em modelos acabados. Se há a idéia, e há, de uma sociedade socialista, não se pode mais imaginá-la nos termos daquilo que foi construído no século XX.
Há de ser uma proposta, que se vai construindo passo a passo, realizando transformações na vida das pessoas, e que necessariamente comporta a presença de setores não-estatais e privados, tudo subordinado ao interesse público, e onde o Estado continuará a ocupar por muito, muito tempo um papel essencial.
E com a democracia sendo o leito fundamental por onde passam essas transformações.

Fonte: Carta Capital – 21/10/09


Esquecido desde a gestão Jarbas, Recife Antigo vai ganhar um Museu do Frevo

O presidente da Empetur, José Ricardo Diniz, adiantou ao Blog de Jamildo, nesta quarta-feira, que o Recife Antigo vai ganhar um museu do Frevo.
O governador Eduardo Campos anuncia a novidade, na próxima segunda-feira.
O negócio envolve investimentos da ordem de R$ 9 milhões, na mesma linha do Museu da Lingua Portuguesa, em São Paulo.
Localizado na Praça do Arsenal, em um prédio de 3 andares, vai abrigar uma escola de frevo e o museu, sala de audição, auditório e espaço para exposições.
Também será inovador na gestão, com a adoção do mesmo modelo de organizações sociais.
Só o BNDES vai entrar com R$ 3,5 milhões, mas terá o dedo da Fundação Roberto Marinho também.

Fonte: Blog do Jamildo – 21/10/09


BH divulga propostas para a Copa 2014

Planos da prefeitura incluem transporte e renovação urbana
A Prefeitura de Belo Horizonte apresentou ontem à Câmara Municipal um pacote com as medidas que pretende implementar, nas áreas de transporte e estruturação urbana particularmente, para preparar a capital mineira para a Copa de 2014.
Para melhorar o trânsito da cidade, além da expansão do metrô, estão prevista a implantação do BRT (Bus Rapid Transit), sistema de ônibus que circula em calhas, em pistas exclusivas, com capacidade para atender a 200 pessoas por veículo.
O presidente da Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), Ramon Victor Cesar, declarou que o investimento no novo sistema é prioritário, e deverá entrar em operação até 2012.
Quanto à ampliação do metrô, Victor Cesar afirmou que o projeto já está elaborado, inclusive a ligação entre a região norte da cidade com o município de Contagem, mas depende da captação de R$ 2 bilhões junto ao governo federal.
Pelos planos da prefeitura, a rodoviária atual de BH passará a operar apenas o transporte municipal e metropolitano, enquanto que uma nova rodoviária será construída, em local ainda a ser definido, e que é objeto de estudos.
Também presente à reunião na Câmara, o secretário Municipal de Políticas Urbanas, Murilo Valadares, falou sobre as melhorias urbanas que estão sendo preparadas para a recepção de pessoas do mundo todo que virão à capital mineira durante a Copa.
Ele anunciou a reforma dos passeios, nos doze quarteirões do centro expandido de Belo Horizonte, sobre a despoluição da lagoa da Pampulha, a criação de seis novas ciclovias, com cerca de 62 km de pista, e ainda da proposta de revitalização de praças e dos 69 parques municipais.
Propostas da Prefeitura
Transporte
– Expansão do metrô
– Implantação do programa Corta Caminho
– Implantação dos corredores de BRT (inicialmente na avenida Antônio Carlos)
– Gestão inteligente do Transporte Público. Funcionamento com GPS, painéis eletrônicos e câmeras Estruturação urbana
– Revitalização da Savassi, do Barro Preto e da Lagoinha
– Tratamento da calçada em 12 quarteirões do hipercentro da cidade
– Despoluição da Lagoa da Pampulha
– Melhorias e manutenção em praças e parques públicos

Fonte: Portal da Copa 2014 – 21/10/09


BID faz parcerias com gigantes para popularizar telefonia móvel

SÃO PAULO – O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou um programa de popularização da telefonia móvel para América Latina (AL) e Caribe.
A iniciativa contará com o apoio de empresas do setor de telecomunicações, como Telefônica (que detém a Vivo com a Portugal Telecom), além de Microsoft, Qualcomm e Open Mobile Consortium.
O BID afirmou que ainda espera o ingresso de outras empresas e oferecerá doações num total de US$ 750 mil a organizações interessadas em encampar o projeto.
No Brasil, segundo a Telefônica, o programa deve entrar através da Vivo, que disse ainda não ter sido notificada da participação.
Segundo o BID, cerca de 80% da população da AL [460 milhões de pessoas] têm telefone celular, mas mais da metade delas têm renda média de US$ 300 mensais.
“Uma das maiores barreiras dos mais pobres é a falta de acesso a informação relevante.
O uso do celular e sua capacidade de transmissão de dados podem contribuir para reduzir esta barreira”, vê Rafael Anta, especialista em Tecnologias da Informação do BID.
No setor, a fabricante de equipamentos de telecomunicações Nokia Siemens anunciou a terceirização dos serviços de tecnologia da informação para Accenture, Tieto e Wipro, em um acordo de três anos de duração.
Ministério
Com necessidade de investimentos de R$ 10 bilhões, ontem o ministro das Comunicações, Hélio Costa defendeu, em Brasília, que o plano nacional de banda larga a ser lançado no final do mês que vem, tenha força na parceria público-privada (PPP), para levar o projeto adiante.
À agência de notícias Reuters, o ministro disse que o governo não tem uma empresa capaz de tocar um empreendimento dessa magnitude, quando questionado sobre a reativação da Telebrás para liderar a universalização da internet rápida no País.
Costa afirmou que o plano deve incluir incentivos fiscais, crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) e uso de infraestrutura de transmissão de dados do governo que está subaproveitada, entre outras coisas.

Fonte: DCI – 21/10/09


Itália prepara plano de universalização da banda larga

O governo da Itália preparou um plano para garantir a todos no país acesso em banda larga à internet a partir do ano que vem, o que exigiria um investimento de cerca de 800 milhões de euros, afirmou o ministro italiano de Administração Pública, Renato Brunetta, no domingo.
O investimento para garantir que todos os usuários possam acessar à internet com uma velocidade de transmissão de dados de 2 Mbytes por segundo virá de fontes públicas e privadas, incluindo operadoras de telecomunicações, disse Brunetta a uma rádio local.
“Eu espero ter 2 Mbytes de banda larga para todos a partir de 2010”, afirmou ele, citando a necessidade de uma rede de internet eficiente para acabar com a burocracia.
“O plano está pronto… É um problema de investimentos, mas agora apenas um impulso final é necessário.”
Brunetta disse que espera conseguir autorização de autoridades relevantes até novembro para levar o plano adiante.
O órgão regulador da Itália de telecomunicações propôs em julho a criação de uma parceria público-privada para a implementação de uma rede de banda larga de alta velocidade, com financiamentos de companhias e do Estado.
Quaisquer planos para uma rede nacional devem custar bilhões de euros.
Um projeto de banda larga teria implicações maiores para operadoras de telecomunicações, como a Telecom Italia.

Fonte: da Reuters, em Roma – 21/10/09


Fortaleza abre série de debates sobre infraestrutura para a Copa

A partir desta quarta-feira (21/10) os projetos estruturantes para a Copa 2014 previstos pela prefeitura de Fortaleza e pelo governo do Ceará entrarão em debate semanalmente.
A programação é dividida em quatro temas: mobilidade urbana; turismo; meio ambiente, saúde e reforma de estádios; segurança, capacitação e empreendedorismo.
O primeiro encontro será no auditório Blanchard Girão, localizado na Secretaria do Esporte estadual, das 9 às 11 horas, no estádio Castelão.
Com o tema “Mobilidade Urbana”, serão discutidas obras como a do metrô de Fortaleza, a ponte sobre o rio Cocó (ligando as praias do Futuro e Sabiaguaba) e o Sistema Municipal de Transporte da Capital (Transfor).
O segundo encontro, programado para o próximo dia 28, ocorrerá no auditório da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC) e tratará de propostas para o desenvolvimento do turismo, abordando temas como a expansão do Aeroporto Pinto Martins e os projetos do Acquário do Ceará e do Centro Multifuncional de Feiras e Eventos, entre outros.
Já o debate do dia 4 será sobre reformas de estádios, meio ambiente e saúde, com foco em propostas de ampliação e recuperação dos estádios Castelão e Presidente Vargas, despoluição visual de Fortaleza, balneabilidade de rios e lagos e construção de hospitais, entre outros.
O último debate está previsto para ocorrer no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), trazendo para o centro das discussões as iniciativas do poder público voltadas para a segurança, capacitação e o empreendedorismo.
Oportunidades de negócios e geração de emprego em decorrência da Copa estarão entre os temas discutidos.
O ciclo de debates será realizado sempre às quartas-feiras, até o dia 11 de novembro, sempre de 9h às 11h. Não é necessário fazer inscrição e qualquer interessado pode participar.
O evento é uma realização da Universidade Federal do Ceará (UFC) e do Grupo O Povo de Comunicação, em parceria com a Secretaria do Esporte do Estado.
Programação
Tema 1 – Mobilidade UrbanaDia: 21/10/2009Hora: 9 às 11hLocal: Auditório da Secretaria dos Esportes (anexo ao Castelão)Endereço: Av. Alberto Craveiro nº 2901
Tema 2 – TurismoDia: 28/10/2009Hora: 9 às 11hLocal: Auditório da Federação das Indústrias do Ceará – FIECEndereço: Av. Barão de Studart, 1980 – Aldeota
Tema 3 – Meio Ambiente/ Saúde/ Reformas de EstádiosDia 4/11/2009Hora: 9 às 11hLocal: Auditório Castelo Branco – UFCEndereço: Av da Universidade 2853 – Benfica
Tema 4 – Segurança, Capacitação e EmpreendedorismoDia: 11/11/2009Hora: 9 às 11hLocal: Auditório da CDL FortalezaEndereço: Rua 25 de Março, 882 – Centro
Mais informaçõesLisiane LinharesAssessoria de Comunicação da Secretaria do Esporte do Estado do Ceará(85) 3101.4415 / (85) 8732.1976www.esporte.ce.gov.br

Fonte: Portal da Copa 2014 – 21/10/09


Porto Digital apresenta modelo da nova incubadora

O casarão de número 181 da Rua do Apolo, que abriga o Porto Digital, está prestes a abrir espaço para mais uma incubadora em, digamos, suas estranhas.
O consultor Marcos Suassuna responsável pela elaboração deste projeto que busca propostas para solucionar problemas reais enfrentados pelos Arranjos Produtivos Locais (APL’s) apresentará a novidade a empresários e instituições parceiras.
A reunião está marcada para às 17h desta quarta-feira (21), no auditório do Porto Digital. Serão repassadas informações acerca do funcionamento da incubadora, do formato do empreendimento e dos prazos de inscrições no edital, que deve selecionar 30 projetos de incubação em duas chamadas públicas.
Os incubados terão acesso à infra-estrutura adequada, capacitações técnicas e gerenciais, entre outros benefícios.
A iniciativa conta com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Sebrae Pernambuco, e Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (Sectma).
Os interessados em participar devem confirmar presença através do e-mail isabella@portodigital.org.

Fonte: Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR – 21/10/09


Empresários de Abu Dhabi buscam negócios no Brasil

Dirigentes das maiores companhias de energia e de fundos de investimentos estiveram em Manaus, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo para conhecer o potencial dos setores de cada estado.
São Paulo – Uma delegação de investidores de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes, esteve nos últimos dez dias visitando alguns estados brasileiros em busca de oportunidades de investimentos.
Ontem (20), em visita à sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, em São Paulo, os empresários disseram ter interesse em aprofundar o relacionamento com o Brasil e os demais países da América Latina.
“No Brasil, temos interesse em diversos setores, como energia, inclusive renovável, infraestrutura de portos e aeroportos”, afirmou o chefe da delegação, Abdulla H. Khunji, da empresa Abu Dhabi National Energy Company (Taqa), do setor de energia.
De acordo com ele, os Emirados Árabes cresceu muito nos últimos anos e busca parceiros para continuar se desenvolvendo.
A delegação fez parte da missão do país árabe à América Latina, chefiada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Abdallah bin Zayed Nahyan. Antes de chegar ao Brasil, eles passaram por diversos países, como Argentina, Chile, Equador, Colômbia e Uruguai.
“Queremos estreitar as relações com esses países e também convidá-los para conhecer os Emirados e investir na nossa região”, disse Khunji, que antes de São Paulo esteve com a delegação em Manaus, Rio de Janeiro e Brasília.
Os empresários, que foram recebidos na Câmara Árabe pelo presidente da entidade, Salim Taufic Schahin; o secretário-geral, Michel Alaby, e o diretor, Mustapha Abdouni, assistiram um vídeo sobre o trabalho da Câmara Árabe e fizeram algumas perguntas, como quais são os aspectos jurídicos para abrir uma empresa no Brasil.
Também pediram informações sobre oportunidades de negócios nas áreas de infraestrutura e projetos de turismo.
Delegação foi recebida na Câmara Árabe
De acordo com Alaby, os investidores puderam verificar que há no Brasil potencial de investimento em vários setores.
A maioria já tem investimentos nos Estados Unidos, Caribe e Europa.
Segundo o chefe da delegação, essa foi a primeira vez que os Emirados faz uma missão de peso à América Latina.
“Esse foi só o começo. Espero que haja mais cooperação entre as duas regiões”, afirmou.As empresas que fizeram parte da delegação foram Abu Dhabi Investment Authority, um dos maiores fundos soberanos do mundo; Mubadala, empresa de investimentos do governo de Abu Dhabi; o fundo de desenvolvimento Abu Dhabi Fund for Development e a Abu Dhabi Future Energy Company (Masdar), responsável pelo projeto da Masdar City, primeira cidade “verde” do Oriente Médio.
Na delegação também estava um diretor do departamento de Organizações Internacionais Financeira do Ministério das Finanças dos Emirados.

Fonte: ANBA – 21/10/09


Igreja Católica fará campanha para incentivar teste de aids

A Igreja Católica vai se unir ao Ministério da Saúde para fazer uma campanha pelo diagnóstico precoce da aids.
Padres e voluntários farão, em suas paróquias, o alerta sobre a doença e incentivarão os fiéis a fazer o teste que detecta o HIV.
A campanha deve focar na necessidade do diagnóstico.
Tradicional adversária das campanhas de prevenção do ministério, focadas no uso do preservativo que a igreja condena por ser um contraceptivo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apoiou a iniciativa.
A campanha começa com um projeto piloto em Porto Alegre, João Pessoa, Fortaleza, Curitiba e Manaus.
“Trata-se de uma experiência piloto, que será avaliada e depois será proposta para a Igreja no País todo”, explicou o assessor da Pastoral da Aids, frei Luís Carlos Lunardi.
Apesar de a pastoral tratar da prevenção e afirmar, em seu site, que o sexo inseguro é uma das formas de contágio, não toca no tema “preservativo”.
No entanto, a intenção da pastoral, afirma Lunardi, é tratar da prevenção para aqueles que foram testados e não estão contaminados.
“A Igreja informa a população sobre a epidemia e incentiva as pessoas a procurarem os serviços de saúde para a testagem.
As pessoas que não estiverem infectadas serão orientadas a continuar com o cuidado.
Quem tiver o exame positivo será encaminhado para o acompanhamento”, explica.
A campanha será lançada amanhã, em Brasília, com a presença do presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio, e o secretário-geral da entidade, dom Dimas Barbosa Lara.
O Estado procurou o ministério para falar sobre a campanha, mas foi informado de que a diretora do programa de DST e Aids, Mariângela Simão, que falaria sobre o tema, está fora do País e não teria como responder às questões.

Fonte: do jornal O Estado de S. Paulo – 21/10/09


DNIT defende simplificação de licenças ambientais

O diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Antonio Pagot, voltou a defender hoje procedimentos mais simplificados para o licenciamento ambiental de obras de infraestrutura.
Segundo ele, somente no próximo ano o DNIT deverá gastar cerca de R$ 1,2 bilhão para atender às necessidades socioambientais dos projetos de logística tocados pelo departamento.
A afirmação de Pagot foi feita em café da manhã promovido pela Frente Parlamentar Logística, na Câmara dos Deputados.
Pagot defendeu também a ampliação da malha ferroviária para transportes de cargas no País.
“A necessidade do Brasil é de 58 mil quilômetros, e só usamos 32 mil”, disse.
Ele voltou a criticar o uso de emendas parlamentares para financiar obras de infraestrutura.
O diretor-geral do DNIT sustenta que, quando uma obra é iniciada com base em financiamento parcial proposto por emenda parlamentar, ela corre o risco de não ter continuidade se o parlamentar não conseguir renovar a emenda no ano fiscal seguinte.

Fonte: Agência Estado – 21/10/09


Comunidades e autoridades discutem o Projeto Capibaribe Melhor

Uma audiência pública no plenário da Câmara Municipal do Recife está sendo realizada esta manhã para discutir as intervenções do projeto Capibaribe Melhor nas comunidades do Recife.
O evento, aberto ao público em geral, conta com a presença do autor do projeto, César Barros, que representa a URB-Recife, além de representantes da CPRH, Secretaria de Planejamento do Recife e das comunidades que serão contempladas com o projeto.
A intervenção deve atingir as comunidades localizadas no trecho da bacia do rio Capibaribe, desde as imediações da BR-101 até a Avenida Agamenon Magalhães.

Fonte: Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR – 21/10/09


CNI lança cartilha sobre tributação do setor de energia

A Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres (Abrace) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) promovem hoje (21), das 9h às 17h, o seminário Energia: Fator de Competitividade para o Brasil.
No evento, será lançada cartilha sobre a tributação do setor.
Segundo a CNI, os tributos respondem atualmente por 51,6% dos custos médios da energia.
Para a entidade, a elevada tributação é o principal fator que torna a energia usada no Brasil uma das mais caras do mundo.
De acordo com o documento, a carga tributária sobre as tarifas de energia elétrica vem aumentando no país.
Há seis anos, representava 40,1% dos custos médios.
O seminário será realizado em Brasília, no auditório da sede da CNI.

Fonte: Da Agência Brasil – 21/10/09


Presidente do BC inglês quer cisão de grandes bancos

O presidente do Banco da Inglaterra (o BC do Reino Unido), Mervyn King, defendeu ontem a cisão das grandes instituições financeiras, ao dizer que uma nova regulamentação não será suficiente para evitar a quebra dos grandes bancos.
King já havia expressado preocupações com os riscos oferecidos pelos grandes bancos, mas as considerações de ontem foram consideradas particularmente agressivas.
Elas ganharam importância também porque o Partido Conservador, que pode assumir o governo após as próximas eleições, tem defendido a concessão do poder de supervisão dos bancos para o Banco da Inglaterra.
Os ministros das finanças europeus partilham das preocupações de King sobre o risco sistêmico e ontem chegaram a um acordo de princípios para estabelecer um órgão supervisor financeiro abrangendo os 27 países do bloco.
Pela proposta, o Banco Central Europeu (BCE) será responsável pelas questões relacionadas ao risco sistêmico.
Mas o Reino Unido disse não estar pronto para assinar formalmente o acordo, em consequência de preocupações relacionadas à “soberania fiscal” associadas aos seus três órgãos supervisores de bancos, mercados financeiros e seguradoras.
A objeção britânica não deve, entretanto, atrasar um acordo em seu atual estágio.
“A imaginação completamente criativa do setor financeiro, para pensar novas maneiras de assumir risco, irá ao final, acredito, nos forçar a enfrentar a questão ‘muito grande para falir'”, afirmou King em discurso a executivos escoceses ontem.
“A crença de que uma regulação apropriada possa garantir que as atividades especulativas não resultem em falência é uma ilusão”, afirmou King.
Como presidente do Banco da Inglaterra, King não regula o sistema bancário, o que cabe à Autoridade de Serviços Financeiros (FSA, na sigla em inglês).
As informações são da Dow Jones.

Fonte: Agência Estado – 21/10/09


Aeroporto britânico é vendido por US$ 2,5 bilhões

Venda de Gatwick ainda depende de aprovação da União Europeia.Autoridades querem venda para melhorar concorrência do setor.
A operadora de aeroportos BAA acertou nesta quarta-feira (21) a venda do aeroporto de Gatwick, o segundo mais movimentado do Reino Unido depois de Heathrow, por 1,5 bilhão de libras (US$ 2,5 bilhões).
Ele passará para o fundo de investimentos Global Infrastructure Partners (GIP), que já possui o London City Airport.
A venda de Gatwick ainda depende de aprovação da União Europeia.
A expectativa é de que a transação esteja concluída em dezembro.
A BAA, que está nas mãos da espanhola Ferrovial, informou que usará os recursos advindos com a operação para amortizar parte da dívida existente.
No ano passado, a BAA manifestou a intenção de levantar mais de 1 bilhão de libras ao se desfazer de Gatwick, mas o processo de venda foi suspenso no fim daquele exercício por causa dos problemas no ambiente de crédito e do impacto da desaceleração da economia nas viagens aéreas.
Vale notar que foi determinado que a BBA vendesse Gatwick, Stansted e um dos aeroportos escoceses Edinburgh ou Glasgow depois que as autoridades reguladoras britânicas concluíram que era necessário a quebra do monopólio da empresa para melhorar a concorrência.

Fonte: Do Valor Online – 21/10/09


Construtoras portuguesas associam-se a movimento internacional contra a corrupção

A Associação Nacional de Empreiteiros de Obras Públicas (ANEOP) assina quinta-feira uma carta internacional anti-corrupção, um documento que pretende alertar para a importância de combater este problema, disse à Lusa o vice-presidente da organização portuguesa.
A Carta Anti-corrupção Global Compacte é “uma iniciativa muito positiva, na medida em que tem como objectivo o combate a um flagelo reconhecido internacionalmente”, disse Manuel Agria.
Segundo a associação, a corrupção “traduz-se em custos acrescidos, competitividade distorcida, degradação da qualidade e quebra generalizada da confiança dos mercados”.
Para o antigo ministro socialista João Cravinho, que em 2006 apresentou um pacote de medidas de combate à corrupção, a assinatura desta carta representa “um passo em frente”.
“É, sem dúvida, uma iniciativa interessante que representa duas coisas: o reconhecimento público da existência de um problema que deve ser objecto de acção e a existência de pelo menos um núcleo de empresas que, por convicção ou por constrangimento do ambiente, assina a carta”, disse recentemente à Lusa João Cravinho.
O antigo ministro socialista alertou ainda para a importância de saber “como se controla, como se fiscaliza e quais serão as consequências” para os infractores.
Recorde-se que, em Novembro de 2007, o presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), Francisco van Zeller, apontou a construção como um dos sectores onde era mais frequente a prática do crime de fraude fiscal.
Na sequência destas declarações, o sector da construção abandonou a CIP e prepara-se agora para formar uma confederação que representará também o imobiliário.
A carta internacional anti-corrupção surgiu da iniciativa de um conjunto de 24 empresas, como a IKEA, a General Electric Company e a Novartis, que, em Maio, enviou um documento ao secretário-geral das Nações Unidas, solicitando medidas contra a corrupção.
A formalização da adesão da associação portuguesa a esta iniciativa está agendada para quinta-feira, às 17:00, no Museu do Oriente, em Lisboa.
A ANEOP representa actualmente 39 empresas de construção e obras públicas.

Fonte: OJE/Lusa – 21/10/09


Preservação de parques naturais em São Tomé exige “mudança de comportamento”

África
A preservação dos parques naturais de São Tomé e Príncipe exige uma “mudança de comportamento” dos são-tomenses, nomeadamente agricultores, além de formação para a conservação do meio ambiente, disse ontem o director-geral do Ambiente.
A degradação ambiental no arquipélago “tem muito a ver com a mentalidade do homem são-tomense”, o que levou as autoridades a criar zonas delimitadas para actividades científicas e estudos, nomeadamente no Parque Natural Obô, disse à agência Lusa o director-geral Arlindo Carvalho.
“O país tem tirado múltiplos benefícios com as investigações científicas, sobretudo dos norte-americanos, destas zonas bastantes ricas em plantas endémicas”, referiu.
À volta das “zonas tampão” os pequenos agricultores podem trabalhar normalmente.
Para Arlindo Carvalho, a potencialização do Parque Natural, no âmbito de um programa apoiado pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e União Europeia, representará a curto prazo uma mais-valia e fonte de recursos, através do ecoturismo.
“OS turistas estrangeiros vêem directamente fazer turismo no Parque Natural Obô, mesmo sem uma campanha publicitária no exterior.
Há espécies únicas que apenas existem no nosso Parque”, sublinhou.
No âmbito do programa, financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento (FED), técnicos são-tomenses estão a participar numa formação local de uma semana sobre a biodiversidade e consolidação dos parques naturais são-tomenses.
É a mais recente “actividade em que queremos apostar na formação das pessoas e automaticamente na mudança de comportamento”, referiu Arlindo Carvalho.
Paralelamente, no quadro de um projecto que envolve CPLP e governo brasileiro, vão ser construídos em São Tomé e na Região Autónoma do Príncipe duas “salas verdes” que são bibliotecas sobre políticas ambientais sustentáveis.

Fonte:OJE/Lusa – 21/10/09