Recife: Praça do Rosarinho pronta para o Natal

A Praça do Rosarinho, na Zona Norte do Recife, entrou no clima natalino. Na noite desta sexta-feira foi inaugurada a decoração de Natal do local com direito a cantata e encenação do grupo de teatro da Igreja Presbiteriana das Graças e do Colégio Fazer Crescer.
Um diferencial da praça é que toda a ornamentação foi feita com garrafas PET transparentes.
O material utilizado na decoração foi confeccionado por mães de alunos da escola estadual São Francisco de Assis.
Quem passar pelo local pode aproveitar também a decoração das casas e escritórios que ficam nos arredores da praça e são um show a parte.
Leve a criançada e aproveite!

Fonte: Da Redação Do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR – 27/11/09


Recife:Projeto “Turismo na Comunidade” concorre ao prêmio ODM Brasil

O “Turismo na Comunidade” é um projeto da Secretaria de Turismo da Prefeitura do Recife e está entre os 45 finalistas da 3ª edição do Prêmio ODM Brasil, que integra as ações dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
A premiação foi criada pelo Governo Federal com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O programa visa aproximar o recifense da atividade turística, valorizar locais frequentados pela população e promover a descoberta de atrativos turísticos da cidade.
O projeto foi apresentado para o técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Albino Rodriguez, que está visitando in loco os finalistas do prêmio.
O “Turismo na Comunidade” concorreu com 1,5 mil projetos de todo o País. Nesta 3ª edição, dos 45 finalistas, dez são do Nordeste e quatro de Pernambuco, entre eles o “Turismo na Comunidade”. O anúncio dos vencedores será realizado até fevereiro e a premiação acontece em Brasília
O “Turismo na Comunidade” é um projeto da Secretaria de Turismo da Prefeitura do Recife e está entre os 45 finalistas da 3ª edição do Prêmio ODM Brasil, que integra as ações dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. A premiação foi criada pelo Governo Federal com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O programa visa aproximar o recifense da atividade turística, valorizar locais frequentados pela população e promover a descoberta de atrativos turísticos da cidade.
O projeto foi apresentado para o técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Albino Rodriguez, que está visitando in loco os finalistas do prêmio. O “Turismo na Comunidade” concorreu com 1,5 mil projetos de todo o País.
Nesta 3ª edição, dos 45 finalistas, dez são do Nordeste e quatro de Pernambuco, entre eles o “Turismo na Comunidade”. O anúncio dos vencedores será realizado até fevereiro e a premiação acontece em Brasília.

Fonte: Folha PE – 28/11/09


Motoboy e taxista terão crédito

Caixa e BB lançam financiamento para profissionais com a ajuda do FAT

SÃO PAULO (AE) – Motoboy e taxistas foram contemplados ontem com financiamentos por dois bancos públicos.
A Caixa Econômica Federal (CEF) lançou uma linha de financiamento para a compra de motocicletas por profissionais registrados que trabalhem com transporte remunerado de mercadorias e documentos.
Essa linha terá R$ 100 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Já o Banco do Brasil lançou uma linha de crédito para taxistas, voltada para a aquisição de veículos novos, com recurso de até R$ 200 milhões do FAT.
A modalidade de crédito para motoboys, anunciada ontem pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e pelo vice-presidente de Pessoa Física da CEF, Fábio Lenza, permitirá que o trabalhador compre motocicletas novas, de fabricação nacional, de até 150 cilindradas e limite de preço de R$ 8 mil.
O empréstimo será limitado a 80% do valor da motocicleta, corrigidos pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais 12% ao ano para financiamento de 36 meses e TJLP mais 18% ao ano no caso de financiamento com prazo de 37 a 48 meses.
As operações serão contratadas até 30/06/2010 ou enquanto houver recursos disponíveis. As motocicletas devem apresentar itens de segurança regulamentados pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), como freio a disco, baú com reflexivo, colete e capacete.
Também será obrigatória a contratação do seguro do bem. O profissional deve estar regulamentado para o exercício da profissão.
Por meio da linha lançada pelo BB, o taxista poderá financiar até 90% do valor do carro e o seguro inicial, observado o teto de R$ 60 mil.
Os automóveis devem ser fabricados no Brasil e equipados com motor de cilindrada até dois mil centímetros cúbicos (2.0).
O financiamento pode ser solicitado em agências do BB e está sujeito à aprovação cadastral.
O custo da linha corresponde à Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais 4% ao ano. O prazo máximo da operação é de 60 meses, incluídos três meses de carência.
O empréstimo pode ser feito por correntistas do BB, desde que autorizados pelo poder público para o exercício da atividade de taxista. A operação é individual e limitada a um veículo por CPF. De acordo com a Federação Nacional de Condutores Autônomos de Veículos (Fencavir), a estimativa é de que existam cerca de 300 mil táxis e 900 mil taxistas no País.

Fonte: Agência Estado – 28/11/09


Rádio Jornal dá um show no Marco Zero

A Rádio Jornal promoveu um megashow, na noite desta sexta-feira (27), no Marco Zero, Bairro do Recife, área central da capital pernambucana. As 20 atrações que subiram ao palco comemoraram o aniversário de 15 anos do projeto Rádio do Povo, que presta serviço às comunidades do Estado, por meio da denúncia de problemas locais e da oferta de cursos profissionalizantes. A Rádio Jornal transmite o show ao vivo, das 20h até as 3h da madrugada deste sábado (28).
Além da eleição do melhor calouro e da garota mais bonita dos bairros visitados pelo projeto, o evento contou com a participação de artistas populares – como os cantores Gilliard, Augusto César, Petrúcio Amorim e Paulo Márcio, além da banda Labaredas.
Os primeiros lugares das duas categorias, escolhidos por uma comissão julgadora, levaram para casa R$ 1 mil, além dos cerca de 20 mil aplausos das pessoas que comparecerem à festa.
Cantor desde os 7 anos, Marcos Santos, 21, foi um dos premiados da noite.
“Eu não esperava que, dentre tantos calouros melhores, eu seria o escolhido”, declarou, emocionado, o morador do UR-6, Ibura, Zona Sul do Recife. Na categoria de mais bela, coube à Kiara Caroline Balé, 16, receber o prêmio. “Foi uma emoção muito grande na minha vida.
O primeiro concurso que eu participei e ganhei”, comentou.
Kiara mora em São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife. Para o cantor Paulo Márcio, a Rádio Jornal está de parabéns não somente pelos 15 anos do Rádio do Povo, mas pelo projeto em si.
“Que todas as rádios do Recife, quiçá do Brasil, copiem essa ideia porque é maravilhosa”, indicou. “É a vez da comunidade carente falar através da rádio.
Parabéns, continue assim”, comentou o músico. Dona Conceição Nascimento, 53, elogiou a produção do show. “Trouxeram uma variedade de atrações e deram oportunidade aos artistas da terra e das comunidades”, disse a assistente administrativo.
Em parceria com as polícias Civil e Militar e a Grande Recife Consórcio de Transporte, a organização do evento garantiu reforço no policiamento no local e o aumento da frota de ônibus para facilitar a ida do público ao show.
Criado em outubro de 1994, o Rádio do Povo já visitou mais de cem comunidades da Região Metropolitana do Recife e do interior de Pernambuco.
O programa se instala por uma semana nos bairros, promovendo diversas atividades sociais, como emissão de documentos (registro civil, identidade, CPF), aferição de pressão, teste de visão, serviço dentário, e oferece cursos de capacitação em pintura e gastronomia.
“Desde o primeiro momento pensei nesse evento como um projeto que briga pelas comunidades, visando a construção da cidadania, e dá voz a elas”, lembra o criador e coordenador do projeto, Ednaldo Santos.

Fonte: Carly Falcão / Do Jornal do Commercio – 27/11/09


SE poderá ter Instituto Hospital do Câncer

Técnicos de Sergipe vão conhecer de perto as tecnologias disponibilizadas nos centros de câncer de SP
Na semana em que é lembrado o Dia Internacional da Luta contra o Câncer, celebrado no dia 26 de novembro, representantes das coordenações de Atenção Hospitalar, Contratualização e Gerência de Projetos em Arquitetura Hospitalar da Secretaria de Estado da Saúde (SES) estão a caminho de São Paulo, onde visitarão os principais Centros de oncologia do país.
A visita é o pontapé inicial para concretização de um antigo sonho: a construção do Instituto Hospital do Câncer de Sergipe.
Serão visitados pelos técnicos da SES o hospital Sírio Libanês, na capital, e o Hospital do Câncer de Jaú, que é referência brasileira para o Ministério da Saúde em assistência oncológica.
O objetivo dos técnicos sergipanos é conhecer de perto as tecnologias disponibilizadas nestes centros e tomá-las como referência na elaboração do projeto.
De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Rogério Carvalho, o Instituto Hospital do Câncer de Sergipe será o primeiro projeto do estado executado por meio das parcerias público-privadas (PPP’s).
Projeto de Construção
De acordo com o arquiteto Jarbas Dutra Garcia, gerente de Projetos em Arquitetura Hospitalar da SES, o Instituto Hospital do Câncer de Sergipe será construído em um terreno atrás do Hospital de Urgência de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse) e contará com técnicas diferenciadas de construção em relação a outros estabelecimentos de saúde existentes no estado. “As paredes do setor de imagem (onde são realizados exames de raio-X, acelerador linear, tomógrafos, etc.), por exemplo, têm que ter obrigatoriamente uma grande espessura de concreto com revestimento de barita para não deixar a radiação dos equipamentos escapar do ambiente”, explica Jarbas Dutra.
Além das técnicas diferenciadas preconizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o estabelecimento contará com ambientes diferenciados para o tratamento de crianças e adultos. “Os adultos precisam de conforto e as crianças de um ambiente mais lúdico, sem perder de vista a humanização para os dois lados”, completou o arquiteto.

Fonte: Com informações da ASN – 27/11/09


BNDES investirá R$ 1 bi em pesquisa na Fundação Oswaldo Cruz

Produção de fármacos, vacinas e medicamentos fitoterápicos estão entre os objetivos estratégicos do convênio

RIO – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assina, na segunda-feira, 31, um convênio com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que prevê o investimento de R$ 1 bilhão em projetos de pesquisa e desenvolvimento de novos produtos na área de saúde.
Segundo nota divulgada nesta sexta-feira, 27, pela Fiocruz, a produção de fármacos, vacinas e medicamentos fitoterápicos estão entre os objetivos estratégicos do termo de cooperação que será sacramentado na sede da instituição.
Os recursos tirarão do papel projetos como o da construção de uma nova planta de produção da vacina contra o pneumococos (bactéria causadora de meningite bacteriana, pneumonia e otite), o desenvolvimento tecnológico para a redução de custos da insulina humana recombinante e a pesquisa do potencial farmacêutico da biodiversidade brasileira, entre outras iniciativas. Também ajudarão na finalização dos futuros Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS) e do Centro Integrado de Protótipos, Biofármacos e Reativos para Diagnóstico (CIPBR), que estão em construção no campus da instituição em Manguinhos, na zona norte do Rio.

Fonte: Alexandre Rodrigues, da Agência Estado – 27/11/09


Dinamarca mostra exemplo em produção de energia limpa

A poucos dias do início da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Copenhague, a Dinamarca se apresenta como um país de avançada tecnologia ambiental e um exemplo de que crescimento econômico e emissões poluentes não precisam andar juntos.
De 1990 a 2007, a atividade econômica na Dinamarca cresceu mais de 45%, enquanto as emissões de dióxido de carbono (CO2) caíram em mais de 13%.
Segundo a vice-diretora geral da Agência da Energia dinamarquesa, Anne Hojer Simonsen, estes dados demonstram que “crescimento econômico pode estar desvinculado de consumo energético”.
Se no final da década de 70 a Dinamarca era um país que dependia em 99% das importações de petróleo, hoje o panorama sofreu uma importante transformação: 19% do consumo energético procede das fontes de energia renováveis.
Este dado é mais significativo se for levado em conta que o alvo da União Europeia (UE) para 2020 é que 20% da energia consumida proceda de fontes renováveis.
Mais em vista
As metas do governo dinamarquês vão além. Em 2011, o consumo energético procedente das fontes de energia renováveis deve chegar pelo menos a 20% e para 2025 essa porcentagem deve subir para 30%.
Segundo Anne, a Dinamarca foi configurando nos últimos anos um marco político propício para esta transformação, aproveitando seus recursos naturais, fundamentalmente energia eólica e de biomassa, incentivando os projetos energéticos limpos e taxando fiscalmente os poluentes.
Atualmente, segundo dados da agência de energia, a Dinamarca tem uma capacidade instalada de energia eólica de 3.150 megawatts (aproximadamente 20% do consumo de energias renováveis), dos quais 640 megawatts procedem de plataformas instaladas no mar.
Importante também foi a decisão de descentralizar a produção de eletricidade e calor.
Se nos anos 80 havia 15 centrais de cogeração, agora há mais de 700 distribuídas por todo o país, mais perto dos núcleos urbanos e, portanto, com um aproveitamento muito maior.
Biocombustível
Na Dinamarca, joio de trigo, madeira, biogás e resíduos biodegradáveis foram incorporados como matérias-primas para a produção de energia, para reduzir a emissão de CO2 e outros gases responsáveis pela mudança climática.
Um dos casos mais significativos é o da empresa Inbicon, recentemente inaugurada pelo príncipe Joaquin, que produz biocombustível a partir de joio de trigo, uma experiência única no mundo.
É o chamado biocombustível de segunda geração, ou seja, que utiliza como matéria-prima aquilo que não pode ser consumido pelo homem, como a palha depois que o trigo é colhido.
Lene Haugaard Mikelsen, uma de suas responsáveis, explica que a tecnologia utilizada pela empresa permite reduzir em 84% as emissões de CO2 em comparação com o petróleo.
Os agricultores vendem sua palha à empresa –cerca de 30 mil toneladas ao ano–, que, depois de ser processada, produz 5,4 milhões de litros de etanol (que substitui a gasolina em automóveis), melaço (utilizado em bioquímica) e biocombustível, que substitui o carvão na geração de energia elétrica.
Um exemplo de produção de energia elétrica e calórica por meio de biogás é o da empresa Hashoj, criada em 1994 por 21 granjeiros de uma região próxima a Copenhague.
Fertilizantes
A empresa utiliza os resíduos orgânicos de qualquer tipo. Por meio de um processo de pasteurização, o metano é separado do resto, que é transformado em fertilizantes ricos em potássio, fósforo e nitratos e que volta aos armazéns agrícolas.
O metano é armazenado e transportado por gasodutos a uma pequena central próxima de cogeração, que fornece eletricidade e calor a cerca de 500 consumidores.
Estes casos contribuíram para o fato de que atualmente a Dinamarca tenha desenvolvido um forte potencial na exportação de tecnologias e equipamentos ligados à produção de energia limpa.
Segundo os dados da agência de energia, um terço do mercado de turbinas para energia eólica é de procedência dinamarquesa.
No total, as exportações dinamarquesas de tecnologia energética aumentaram em 2007 para 52 bilhões de coroas (6,934 bilhões de euros), o triplo que o registrado em 1996, o que representa mais de 9% das exportações do país.

Fonte: LUIS ALONSO/da Efe, em Copenhague – 27/11/09


PROJETO DA RS-010 PREVÊ QUATRO PEDÁGIOS

Nos próximos dias, parecer do Estado deve agilizar construção de rodovia
Prestes a ganhar impulso para sair do papel, a RS-010, chamada de Via Leste, também trará à tona a polêmica da utilização de pedágios na Região Metropolitana de Porto Alegre.
Na primeira quinzena de dezembro, o Conselho Gestor das Parcerias Público-Privadas (PPPs) promete um parecer sobre o projeto da rodovia, também chamada Rodovia do Progresso, mais uma alternativa à BR-116.
Se a avaliação for positiva, em seguida será realizada a primeira audiência pública para definição do edital de licitação.
A estimativa do Estado é começar as obras no segundo semestre de 2010.
Na construção, há previsão de implantação de quatro praças (sendo uma sem cobrança) na região, com tarifas em torno de R$ 1,80, segundo projeção inicial.
A questão preocupa quem tem de trafegar diariamente pela BR-116.
Técnico de processos que trabalha em uma indústria em São Leopoldo, Rodrigo Machado, 36 anos, apesar de utililizar a BR-116 todos os dias em horários de baixo movimento, acredita que, se o valor do pedágio for baixo, o motorista deve pensar no custo-benefício.
– Com a estrada livre, se economiza em combustível e manutenção do veículo. Vale a pena pagar um pouco mais e ganhar tempo do que ficar naquele para e arranca – opina.
Morador do centro de Canoas, o autônomo Lorenzo Girondo, 63 anos, acredita que a via trará vantagens para quem mora no Vale do Sinos.
Para ir ao Litoral Norte, diz que continuará usando a freeway.
– Para mim, não seria vantagem usar a nova rodovia, pois aumentaria o meu caminho para a praia – comenta.
Segurança, serviços de socorro e assistência estão entre as vantagens aos usuários na rodovia. O valor total do investimento na RS-010, com recursos públicos e privados, é estimado em R$ 802,5 milhões. A conclusão será feita em trechos no prazo máximo de sete anos.
Ao final do período, permitirá uma interligação alternativa entre Porto Alegre e o Vale do Sinos.
– O projeto prevê a existência de pedágio para ser sustentado e oferecer serviços de primeira linha. A questão do valor está relacionada ao benefício que a estrada terá.
O que se busca é um equilíbrio, uma coerência. Jamais será R$ 5, por exemplo – destaca o diretor do departamento de captação de recursos e preparação de projetos da Secretaria Estadual do Planejamento e Gestão, Charles Corrêa Schramm.
– R$ 87,4 milhões devem ser gastos com desapropriaçõesSchramm diz que o Conselho das PPPs já está com o parecer desenhado e aguarda apenas uma oportunidade para se reunir. A empresa Odebrecht apresentou o estudo de viabilidade à governadora Yeda Crusius em 13 de outubro.
Com 42 quilômetros, duas pistas de cada lado e velocidade projetada de 100 km/h, a RS-010 começará na BR-290, em Cachoeirinha, e seguirá até a RS-239 (veja mapa).
A obra terá três lotes. Do total investido, R$ 87,4 milhões devem ser gastos com desapropriações.

Fonte: Zero Hora – RS – 27/11/09


Olinda:Prefeitura lança plano de ações integradas para o Sítio Histórico

O final de ano traz novidades no trânsito de Olinda.
Nesta sexta-feira, o prefeito Renildo Calheiros irá lançar um plano de ações integradas de circulação de trânsito e controle urbano para o Sítio Histórico de Olinda.
A iniciativa visa melhor preparar a cidade para eventos como o Arte em Toda Parte, festejos natalinos e período pré-carnavalesco.
Serão concentradas ações de trânsito e de controle urbano para o Alto da Sé e o Fortim do Queijo, por estarem passando por reformas.
A apresentação para a comunidade da cidade será às 14h, na sede da Prefeitura.
Entre as intervenções, a partir do próximo sábado (28), a circulação de veículos no Alto da Sé, que era de mão dupla, será de curso único no trecho que vai da Ladeira da Misericórdia até a Ladeira da Sé.
Serão intensificadas também ações de fiscalização de uso de som acima do volume permitido, de estacionamento e comércio irregulares em todo o Sitio Histórico.
No Fortim do Queijo, a inversão de trânsito que acontece de segunda a sexta-feira, das 16h às 22h, passará a ocorrer também aos sábados e domingos, das 8h às 12h, por conta do aumento de fluxo de veículos no sentido das praias.
A inversão acontece para que a prefeitura realize estudos sobre o afundamento na Avenida Ministro Marcos Freire, que fica com apenas uma faixa de circulação para o tráfego de ônibus, veículos pesados e carro passeio.
Veículos de pequeno porte, que vêm no sentido Recife– Olinda podem utilizar também a Rua do Sol, que passa a ser mão dupla no trecho entre a Praça do Carmo e Rua Farias Neves Sobrinho.
O projeto de requalificação do Alto da Sé prevê ordenamento do comércio, construção do Mercado de Artesanato, liberação da vista para o Horto Del Rey, readequação paisagística, embutimento da fiação, substituição dos postes por lampiões, requalificação do prédio da caixa d’água, onde será instalado um elevador panorâmico e construído um mirante que vai possibilitar uma vista de 360 graus para Olinda e Recife.
A requalificação do prédio da caixa d’água já foi concluída, o elevador está com estrutura pronta, faltando fazer a montagem e colocação dos vidros, o Mercado de Artesanato já está construído e o embutimento da fiação já foi iniciado.

Fonte: Da Redação Do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR – 27/11/09


As lições de Dubai para o quadro da economia global

São Paulo (Reuters) – Até poucas horas atrás, a palavra Dubai parecia evocar um milagre econômico.
A mais conhecida das sete monarquias que formaram os Emirados Árabes Unidos no início dos anos 1970, Dubai parecia congregar o melhor de vários mundos.
Um país pequeno (83 mil quilômetros quadrados), com pouca gente (4,7 milhões de pessoas) e com um subsolo riquíssimo em petróleo, Dubai parecia fadado a ser mais uma das ditaduras árabes em que uma minoria usufrui dos petrodólares e a massa da população vive na miséria das tendas. Esse script, porém, não valeu.
Os Emirados não apenas atingiram um elevado padrão de vida como também conseguiram algo raro para um país árabe. Sua economia reduziu a dependência do petróleo. As faraônicas construções não são palácios reais, mas hotéis e sedes de bancos.
Mais do que tijolos e concreto, Dubai conseguiu firmar-se como um centro financeiro regional, ao oferecer um ambiente favorável aos negócios e uma sociedade islâmica aberta. Por isso a forte repercussão da notícia que circulou nesta madrugada, de que a holding Dubai World estava tentando postergar o pagamento dos 59 bilhões de dólares em dívidas.
Com cerca de 80 bilhões de dólares em ativos, a Dubai World é o veículo de investimentos do governo do emirado que permite aos investidores internacionais participar, por exemplo, da construção de hotéis, resorts e marinas às margens do Golfo Pérsico. Julgava-se que as reservas em moeda forte de Dubai tornavam sua economia tão sólida quanto seus hotéis.
Financiar essas construções requer muito capital, dinheiro grosso até mesmo para um país rico em petróleo. Por isso o pesado endividamento do Dubai World, que financiou alguns dos mais suntuosos hotéis do mundo por meio da emissão de títulos no mercado internacional.
A empresa atravessou bem os piores momentos da crise graças às suas abundantes reservas em moeda forte e à recuperação recente dos preços do petróleo. No entanto, a retração econômica drenou recursos e desviou investimentos dos países emergentes, o que mostrou-se pesado para o Dubai World.
O impacto sobre o Brasil deverá ser pequeno. Além de as duas economias serem pouco conectadas, os investidores brasileiros ainda não descobriram o mercado islâmico. Ao contrário, as incursões dos bancos brasileiros no Oriente Médio são muito mais para buscar dinheiro do que para investir. Mesmo assim, é essencial falar de Dubai.
RISCOS CONTINUAM
A súbita inadimplência de um participante do mercado financeiro tido como inabalável mostra que os riscos da crise ainda estão longe de acabar. Demorou, mas a desvalorização dos imóveis e a retração dos mercados vergaram o Dubai World. Novos casos podem ocorrer, e, principalmente, podem ser gerados pelas condições atuais.
Já se discutiu à exaustão como os pacotes de ajuda governamentais injetaram trilhões de dólares em uma economia global sem demanda. Um dos efeitos colaterais negativos dessas políticas é a possibilidade de captar dinheiro barato para financiar qualquer iniciativa.
Em um artigo recente, Bill Gross, diretor do fundo norte-americano Pimco, o maior do mundo, lembrou que alguns fundos estão oferecendo um rendimento líquido de 0,01 por cento ao ano. Nesse passo, um investidor demoraria 6.932 anos para dobrar seu capital, diz Gross.
Poucos têm tanta paciência ou tanto tempo –entre os patriarcas bíblicos, nem mesmo Matusalém chegou aos mil anos de idade– o que estimula uma busca pelo risco. Com dinheiro abundante e barato, aumenta a possibilidade de geração de novas bolhas especulativas rapidamente.
Os juros baixos nas principais economias podem acentuar surtos incontroláveis de alavancagem, com consequências imprevisíveis. Ou seja, cumpre estar atento às lições que Dubai pode nos ensinar.
* O jornalista Cláudio Gradilone assina a coluna Portfólio para a Reuters; as opiniões expressas são de sua responsabilidade.

Fonte:Reuters – 27/11/09


Pernambuco:Pouca estrutura e muita verba nas empresas acusadas de superfaturamento

Com as denúncias de deputados de oposição – indicando superfaturamento de cachês pagos em shows promovidos pela Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur) – o elo entre governo e artistas não havia se pronunciado: os produtores dos eventos. Ontem, o JC procurou quatro das nove produtoras contratadas pela Empetur.
E o que verificou põe em dúvida a capacidade delas em promover eventos de grande porte. No lugar de escritórios, salas vazias e residências modestas. Estruturas que nada lembram locais de trabalho envolvendo cifras milionárias e empresários exclusivos de bandas e artistas. Juntas, elas movimentaram R$ 2,3 milhões, segundo dados preliminares da Empetur.
Uma das principais empresas envolvidas em denúncias, a Walter Shows funciona no 12º andar do Empresarial Santo Antônio, em Boa Viagem, segundo a Receita Federal.
No local, entretanto, mais mistério. É natural que uma empresa que num período de um mês movimenta R$ 1,142 milhão apenas com contratos com o governo e produz 17 shows no interior do Estado no mesmo período possua estrutura administrativa ao menos razoável.
No local, porém, portas trancadas e vidro fumê. Também não há placa indicativa na fachada. De acordo com vizinhos, cerca de quatro pessoas são frequentemente vistas no local. “Elas devem ter saído para almoçar”, afirmou uma lojista que preferiu não se identificar. O JC visitou o prédio no período da tarde.
A reportagem também foi ao endereço da MR Promoções e Eventos fornecido pela Receita, no Centro do Cabo de Santo Agostinho: um prédio comercial ao lado da prefeitura.
Na chegada à sala, no primeiro andar, um forte cheiro de produto de limpeza denunciava que o local havia sido limpado há pouco. “Vieram aqui hoje de manhã e limparam tudo às pressas”, confirmou uma pessoa que trabalha em uma casa comercial próxima. “Essa sala sempre ficou fechada”, acrescentou, pedindo anonimato.
A reportagem encontrou a sala, de cerca de 30 metros quadrados, vazia e com a janela aberta.
A contadora da empresa, que trabalha no prédio vizinho, informou que a responsável por ela trabalha no Recife. “Aqui é só o domicílio fiscal”, explicou.
A empresa recebeu R$ 621 mil por dez shows.A Yavé Shamá, que recebeu R$ 374 mil por seis shows, tem endereço também no Centro do Cabo. No local, uma residência simples com uma porta de entrada e outra de garagem.
Ao chegar, a equipe do JC foi informada que a dona da casa havia saído. Duas pessoas que trabalham na vizinhança, sob anonimato, informaram que nunca tiveram notícias de que lá funcionava uma produtora. “Aqui (na garagem) já funcionou uma distribuidora de gás.
Mas hoje em dia só vive fechado”, enfatizou uma delas.
No final da tarde, entrou em contato com o JC uma pessoa de nome Marcos, se dizendo filho da dona da casa, assegurando que a garagem havia sido alugada “há uns seis meses” para a empresa. E ele garantiu que o escritório abre todos os dias.
“Só hoje (ontem), não sei porque, não abriu”, disse. Logo em seguida, ligou uma pessoa que se identificou como Sônia, se dizendo irmã da proprietária da Yavé Shamá, Simone Cibelle da Silva Sousa.
Ela reforçou que a empresa funciona regularmente, mas disse não saber onde se encontrava a irmã nem o número do celular dela.
A sede da R.I.K. Produções e Eventos funciona numa residência na Tamarineira.
No local, apenas a empregada doméstica e alguns pedreiros.
De acordo com eles, o dono do imóvel “mexe com shows”, mas não estava em casa. A empresa produziu seis shows ao custo de R$ 172,7 mil.
Até o fechamento desta edição, a reportagem ainda não havia obtido sucesso no contato com o empresário.

Fonte:Gilvan Oliveira e Manoel Medeiros Neto / Do Jornal do Commercio – 27/11/09


Construção de um milhão de casas até 2012 é o grande projecto habitacional de Angola

O presidente angolano lançou, na campanha para as legislativas de Setembro de 2008, o projecto de construção de um milhão de casas até 2012, despertando o “apetite” de todas as grandes construtoras instaladas em Angola.
Estava dado o pontapé de saída do grande objectivo para o governo que viria a tomar posse em Outubro desse mesmo ano, no âmbito do Programa de Reconstrução Nacional, iniciado após o fim da guerra em 2002.
No momento em que o projecto foi lançado, ofuscando, pela sua grandeza, todos os outros em curso no país, José Eduardo dos Santos apontou como custo médio para este milhão de novas habitações em Angola 50 mil dólares norte-americanos.
Na ocasião, foi criado um grupo de trabalho interministerial para gerir este projecto que deverá orçar em 50 mil milhões de dólares (38,5 mil milhões de euros ao câmbio da época, Novembro de 2008), cujo labor passa por definir fontes de financiamento e prioridades geográficas para este avançar.
Mas a crise económica e financeira internacional, com a abrupta queda do petróleo nos mercados internacionais, veio esmorecer este plano e o próprio Presidente angolano, na posse do novo executivo, a 3 de Outubro de 2008, redefiniu-o como “objectivo ambicioso”.
Foram várias as construtoras a operar no país, com destaque para as brasileiras, chinesas e portuguesas que, de imediato, apontaram este projecto de construção habitacional em Angola como “objectivo” no contributo que podem dar a um país em rápida reconstrução impulsionada pela produção petrolífera de que é já o primeiro na África subsaariana com mais de 1,7 milhões de barris/dia.
Com o forte crescimento económico dos últimos anos, a rondar os 20% até 2007 e com previsões de regresso ao ritmo acelerado para 2010, depois de um intervalo forçado pela crise entre 2008 e 2009, a capital angolana é um espelho dessa força, com dezenas de novos arranha-céus a mudar constantemente o seu “sky-line”.
Mas permanece o acentuado défice de habitação na cidade, considerada uma das mais caras do mundo, muito por causa do preço do arrendamento e compra de casas, levando a que a renda de um apartamento, que em Lisboa, por exemplo, ronda os 1000 euros, chegue na capital angolana aos oito a 10 mil.
O enfoque da reconstrução angolano não está só na chamada Luanda do asfalto, onde estão as multinacionais e que, geograficamente, coincide com a antiga cidade colonial.
Também os bairros periféricos, como o Sambizanga e o Cazenga, com cerca de três milhões de habitantes, têm o destino traçado, faltando apenas a chegada dos bulldozers, como o garantem as iniciativas tomadas pelo Chefe de Estado e de governo, sendo disso exemplo o grupo de trabalho que criou para concretizar o projecto de requalificação do município mais populoso de Luanda, o Cazenga, com mais de dois milhões de habitantes.

Fonte: OJE/Lusa – 27/11/09


Cabo Verde propõe abertura da Electra a parcerias com o sector privado

África
O governo cabo-verdiano, accionista principal da Electra, propôs ontem a abertura da empresa pública de electricidade e água à parceria com o sector privado, decisão que os accionistas deverão tomar na Assembleia-Geral a realizar em Dezembro.
A proposta foi aprovada ontem, em Conselho de Ministros, e insere-se no plano de reorganização e reestruturação institucional das participações do Estado de Cabo Verde nos sectores da água e energia, “sector que necessita de uma intervenção urgente”, disse a porta-voz do executivo cabo-verdiano, Janira Hopffer Almada.
A medida, acrescentou, tem em conta o facto de a actual situação operacional e financeira da Electra, onde o governo já investiu, nos últimos três anos, dez milhões de contos cabo-verdianos (90,6 milhões de euros), necessitar de uma intervenção urgente”.
Segundo a também ministra da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares de Cabo Verde, o governo pretende proceder à reestruturação da empresa, com base na cisão da Electra, em sociedades autónomas por ilhas ou grupo de ilhas e na criação de uma Sociedade Gestora de Participações Sociais (SGPS), que se dedicará à gestão das participações sociais do Estado nas novas sociedades.
Caso a decisão seja aprovada na Assembleia-Geral da Electra, marcada para 17 de Dezembro, a participação na empresa estará aberta a parceiros cabo-verdianos e estrangeiros, salientou.
A reestruturação proposta assenta na manutenção da concentração na empresa das áreas de produção, transporte, distribuição e comercialização de electricidade, bem como na manutenção da concentração também das actividades ligadas aos sectores de água, electricidade e tratamento de águas residuais.
Assenta também na reafirmação do estatuto da empresa como concessionária da rede de transporte e distribuição de electricidade e água e na manutenção da verticalização das novas empresas, “para garantir a sua sustentabilidade económica e financeira”, acrescentou Janira Hopffer Almada.
“A entidade gestora das participações sociais no sector energético passaria, pois, a ser a detentora das participações sociais do Estado nas sociedades de capitais públicos e mistos que intervêm nos diferentes níveis do sistema energético nacional”, explicou.
No entanto, acrescentou, a adopção de um novo modelo de gestão das participações do Estado no sector energético deverá qualificar a sua intervenção no sector económico, afastando-se do exercício directo da actividade económica e aproximar-se cada vez do regime jurídico privado de exercício da actividade económica.
Segundo Janira Hopffer Almada, a reestruturação proposta deverá ser faseada e, com ela, pretende o Governo “garantir o aumento da eficiência das operações, a descentralização e o reforço da gestão, a nível regional e, ainda, o aumento da satisfação dos clientes e da rapidez na resposta às suas solicitações”.
Em Setembro, o presidente da Electra, Antão Fortes, disse à Agência Lusa que a empresa tem, ela própria, dívidas avultadas para com os seus fornecedores, nomeadamente às empresas petrolíferas, que garantem os combustíveis, peças e outros serviços.
“Temos uma dívida antiga com petrolíferas de mais de 800 mil contos (7,3 milhões de euros) e temos uma dívida de iluminação pública à volta dos 500 mil contos (4,5 milhões de euros), montantes bastante expressivos. No total, incluindo os roubos perdas, estamos a caminhar para uma situação de crise”, advertiu Antão Fortes, que assumiu a empresa em 2006, depois de as portuguesas EDP e ADP terem saído.

Fonte: OJE/Lusa – 27/11/09


Universidades estaduais e municipais recebem recursos para investir em pesquisa

O ministro da Ciência e Tecnologia (MCT), Sergio Rezende, assina hoje (27), em Curitiba, convênio com a Associação Brasileira de Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem) para a liberação de R$ 30 milhões destinados a projetos de implantação e consolidação de infraestrutura de pesquisa em institutições de ensino superior estaduais e municipais.
A cerimônia será realizada na sede do Instituto de Tecnologia do Paraná e deve contar com a presença do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo; do governador do Paraná, Roberto Requião; do presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Luiz Fernandes; da secretária de Ciência Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Lygia Pupatto; do presidente da Abruem e reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa, João Carlos Gomes, entre outros.

Fonte: Da Agência Brasil – 27/11/09


Instituto defende retorno de fundação para controlar rede pública de saúde

A presidente do Instituto Brasileiro do Direito Administrativo, Alice Gonzalez Borges, defendeu o retorno das fundações estatais ao controle da rede de saúde pública no país em substituição ao Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ela, isso aumentaria a fiscalização e o controle controle de resultados pelo Estado.
“É fundamental que se adote um novo modelo no lugar do Sistema Único de Saúde porque, como está, é mais uma rede de particulares não sujeitas ao controle jurídico do que uma rede pública de saúde”, disse a professora durante o 2º Congresso Brasileiro de Direito Público, que termina hoje (27), em Salvador, com as participações do ministro do Controle e da Transparência, Jorge Hage, e do advogado-geral da União, Luís Inácio Lucena Adams.
Ela disse que a classe média preferiu migrar para o sistema privado de saúde, deixando os hospitais públicos para os “outros”, no caso, os mais pobres e por isso rede foi abandonada. Com os reflexos da crise econômica, completou, a classe média está voltando para o sistema público de saúde e força melhorias.
“O modelo do SUS, como está, embora mereça respeito pelo que fez no passado, não tem mais condições de atender a saúde da população.”
Ela disse que não entende porque existe reação contrária à mudança do SUS, por parte da Central Única dos Trabalhadores e da Fundação Nacional da Saúde. “Até porque não existe nenhum fundamento jurídico que impeça a volta das fundações estatais na área da saúde”, completou.

Fonte: Da Agência Brasil – 27/11/09


Ministério Público abre inquérito para investigar saneamento básico no Recife

O saneamento básico no Recife está sendo investigado pelo Ministério Público de Pernambuco. Segundo o órgão, apenas 34% da capital pernambucana tem acesso a esse tipo de serviço.O MPPE está reunindo, em um inquérito, inúmeros procedimentos que já estão em quatro promotorias especializadas da capital: Meio Ambiente, Consumidor, Saúde, Habitação e Urbanismo. O objetivo é adotar medidas e estabelecer prazos para que o direito seja garantido à população.
Para atingir as metas, o primeiro procedimento será uma reunião com especialistas de universidades e organizações não-governamentais a ser realizada em dezembro. Os nove promotores da Justiça envolvidos querem receber subsídios técnicos para poder sugerir e cobrar da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e da Autarquia de Saneamento do Recife (Sanear).
Ainda de acordo com o Ministério Público, problemas como deficiências estruturais e falta de manutenção fazem com que as redes de esgoto implantadas não atendam à população corretamente. Dejetos correndo a céu aberto são constantemente alvos de representações ao MPPE.

Fonte: Do JC Online – 26/11/09


Empresas do setor energético são premiadas pelo governo

Empresas que se destacaram na racionalização da energia receberam hoje (27) troféus em reconhecimento à iniciativa.
O 13º Prêmio Nacional de Conservação de Uso Racional de Energia foi realizado pelo Ministério de Minas e Energia (MME).
Nesta edição foram mais de 150 trabalhos inscritos e 14 selecionados para a homenagem. O evento premiou seis categorias: edificações; empresas do setor energético; indústrias; órgãos e empresas da administração pública; micro, pequenas e médias empresas e imprensa.
Para cada categoria há uma comissão julgadora que seleciona os vencedores de acordo com critérios estabelecidos pelo regulamento da PremiaçãoA coordenação do prêmio é feita pela Petrobrás, com o Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet), e pela Eletrobrás, por meio do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

Fonte: Da Agência Brasil – 26/11/09


TAM terá voo para Noronha

Trecho será realizado até fevereiro em aeronaves fretadas
ROCHELLI DANTAS
Os consumidores que planejam ir a Fernando de Noronha nas férias têm mais uma possibilidade. A partir do próximo mês, a TAM Viagens passará a oferecer pacotes para Noronha com voos fretados da TAM Linhas Aéreas.
Realizado em conjunto com a agência Ambiental Expedições, o voo será operado a partir de 12 de dezembro. Por se tratar de uma frequência temporária, a previsão é de que a rota seja operada até 13 de fevereiro.
A rota será operada com aeronave A319 que partirá do Recife todos os sábados às 12h30, com previsão de chegada a Noronha às 13h35 (horário de Brasília).
Já o voo de retorno à capital pernambucana deixará o arquipélago às 14h25, com pouso no Recife às 15h30.
Além dos bilhetes de ida e volta para Fernando de Noronha via Recife, o pacote inclui hospedagem de sete noites em pousada domiciliar, traslado de chegada e saída, seguro viagem e kit ecoturismo.
Os valores das tarifas variam de acordo com a cidade de saída e a data escolhida. Os clientes da TAM Fidelidade poderão utilizar seus pontos para adquirir o roteiro.
De acordo com a assessoria de Imprensa da empresa, durante a alta temporada, entre os meses de novembro e fevereiro, a TAM Viagens vai operar 12 destinos da Região Nordeste em cinco voos semanais fretados para atender à demanda do período.
“Os voos sairão de todo o Brasil aos sábados e terão como destinos Porto Seguro, Arraial D’Ajuda, Trancoso, Praia do Forte, Salvador, Costa do Sauípe, Porto de Galinhas, Recife, Maceió, Maragogi, Natal e Fortaleza”, informou a nota.

Fonte: Folha de PE – 27/11/09


Lula participa de inauguração de gasoduto Urucu-Coari-Manaus

Foi inaugurado, nesta quinta-feira (26), o gasoduto Urucu-Coari-Manaus. Com a presenção do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a cerimônia foi realizada na Refinaria Isaac Sabbá (Reman), a primeira unidade a receber o gás natural oriundo de Urucu.
Segundo o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, o gasoduto está totalmente pronto para funcionar, e a utilização crescerá dentro do que foi programado.
“Todo gasoduto começa inicialmente com menos capacidade do que tem.
Ela cresce ao longo do tempo na medida em que são adicionadas novas demandas”, afirmou.
O presidente Lula mencionou as dificuldades técnicas da construção e destacou os benefícios ambientais do empreendimento.
“Teremos uma pequena revolução na matriz energética na região Norte, sobretudo em Manaus”, frisou.
Com a substituição do óleo combustível na geração de energia pelas sete usinas termelétricas que abastecem a região, será evitada a emissão de 1,2 milhão de toneladas de CO2 por ano.
O prazo contratual para que as termelétricas façam a adaptação para o uso do gás natural expira em setembro do ano que vem.
Lula e Gabrielli destacaram a necessidade de responsabilidade na troca dos motores das usinas para evitar que o fornecimento de energia à população seja prejudicado.
O gasoduto só vai atingir sua capacidade máxima de transporte, de 5,5 milhões de metros cúbicos, em setembro de 2010.
A Petrobras garante que, a partir desta sexta-feira (27), começará a disponibilizar para as termelétricas 4,1 milhões de metros cúbicos por dia, entregues de maneira gradativa nos próximos meses, até atingir a capacidade máxima.
O gás que virá das reservas da Petrobras em Urucu, no meio da selva amazônica, priorizará o abastecimento das sete usinas termelétricas instaladas no entorno de Manaus.
O gasoduto total, com 667 quilômetros, custou R$ 4,58 bilhões – ante um orçamento inicial de R$ 1,2 bilhão.

Fonte: da Agência Estado – 26/11/09


Portugal: Edifer admite parar obras no Baixo Alentejo se não houver solução para “chumbo” do TC

A Edifer, que lidera o consórcio que venceu a concessão rodoviária Baixo Alentejo, a que o Tribunal de Contas (TC) recusou o visto prévio, admite “interromper” as obras se a situação não for “rapidamente desbloqueada”.
O consórcio Estradas da Planície “manterá a continuidade dos trabalhos de projecto e construção” da concessão Baixo Alentejo, afirma o agrupamento em comunicado, adiantando que, “até ao momento, não existem razões objectivas que possam conduzir à interrupção dos trabalhos”.
No entanto “é possível que, caso a actual situação não venha a ser rapidamente desbloqueada, sejamos obrigados, oportunamente, a interromper as actividades em curso”, acrescenta o comunicado.
Esta posição foi divulgada um dia depois de o presidente da Mota-Engil, António Mota, ter afirmado que as obras na concessão rodoviária Douro Interior, à qual também foi recusado o visto prévio, poderão parar dentro de um mês.
A Estradas da Planície afirma que os trabalhos em curso na concessão Baixo Alentejo estão numa fase “muito inicial, não sendo ainda muito relevantes os custos directos associados.
Esta concessão corresponde a um investimento total de 690 milhões de euros, e poderá gerar, no máximo, 2.406 postos de trabalho na fase de construção.
O presidente-executivo da Soares da Costa, que lidera o consórcio que venceu a concessão Auto-Estrada Transmontana, cujo contrato também foi “chumbado” pelo TC, disse que os trabalhos vão continuar. “Na Auto-Estrada Transmontana as obras prosseguem neste momento”, disse Pedro Gonçalves, referindo que a empresa “não entende que tenha chegado o momento de fazer uma avaliação” sobre a evolução do projecto. E afirmou estar confiante de que, “em tempo útil”, seja encontrada uma solução para ultrapassar a recusa na atribuição do visto prévio ao contrato da concessão rodoviária Auto-Estrada Transmontana. “O problema não se poderá prolongar indefinidamente”, disse Pedro Gonçalves.
Além destas três concessões o TC também recusou a atribuição de visto prévio ao contrato da concessão rodoviária Algarve Litoral, estando ainda a analisar os contratos das concessões Litoral Oeste e Baixo Tejo.

Fonte: OJE/Lusa – 26/11/09