Semipresidencialismo defendido por Temer e Gilmar

Entenda o que é o semipresidencialismo, sistema defendido por Temer e Gilmar

Neste sistema, presidente é escolhido em eleições, e primeiro-ministro é indicado pelo presidente eleito

Semipresidencialismo

Sistema de governo utilizado em países como França, Portugal e Finlândia, o semipresidencialismo une elementos do presidencialismo com o parlamentarismo

O semipresidencialismo é um meio-termo entre o parlamentarismo e o presidencialismo. Neste sistema de governo, a figura do presidente da República fica mantida como nos moldes atuais – escolhido em eleições diretas –, mas introduz no cenário político o primeiro-ministro, que é indicado pelo presidente eleito.

No presidencialismo – que é o sistema de governo em vigor no Brasil – o presidente da República acumula a função de chefe de Estado com chefe de governo.

Como chefe de Estado, o presidente, por exemplo, representa o país no exterior, comanda as Forças Armadas, define políticas externas e até pode dissolver o Congresso Nacional. Já como chefe de governo ele é o responsável por governar o país.

O presidente da República nos regimes semipresidencialistas acaba compartilhando esses poderes com o primeiro-ministro, figura política que é escolhida e fica subordinada ao Congresso Nacional.

Apesar de dividir tarefas com o primeiro-ministro, o presidente do sistema semipresidencialista exerce um papel com mais protagonismo do que no parlamentarismo.

O presidente parlamentarista fica limitado ao exercício da função de chefe de Estado. Por outro lado, no semipresidencialismo, ele pode, entre outras atribuições, indicar o primeiro-ministro, dissolver o parlamento ou Congresso, controlar a política externa do país, escolher alguns funcionários do alto escalão, solicitar referendos e propor leis.

O primeiro-ministro, no semipresidencialismo, é o chefe de governo. Neste papel, ele pode, por exemplo, escolher os ministros de Estado e criar políticas econômicas. Além disso, o premiê é o responsável pela articulação política com o Legislativo.

Entenda quem é o responsável pelas principais atividades do Estado nos diferentes sistemas de governo:

Chefe de Estado
•Presidencialismo: presidente
•Parlamentarismo: presidente ou monarca
•Semipresidencialismo: presidente]

Chefe de Governo
•Presidencialismo: presidente
•Parlamentarismo: primeiro-ministro
•Semipresidencialismo: primeiro-ministro

Políticas econômicas
•Presidencialismo: presidente
•Parlamentarismo: primeiro-ministro
•Semipresidencialismo: primeiro-ministro

Escolha de ministros
•Presidencialismo: presidente
•Parlamentarismo: primeiro-ministro
•Semipresidencialismo: primeiro-ministro

Comando das Forças Armadas
•Presidencialismo: presidente
•Parlamentarismo: primeiro-ministro
•Semipresidencialismo: presidente

Relações exteriores
•Presidencialismo: presidente
•Parlamentarismo: presidente ou monarca
•Semipresidencialismo: presidente

Do site Semana On


Acordo de marqueteiro expõe “loteria” no Supremo

A decisão do ministro Ricardo Lewandowski de devolver o acordo de delação de Renato Pereira para a PGR (Procuradoria-Geral da República) expôs o caráter de loteria que pode se transformar o instituto da colaboração no Supremo Tribunal Federal.

Nos bastidores, advogados, ministros e procuradores afirmam que, diante desse episódio, o futuro de uma pessoa interessada em delatar pode variar de acordo com o juiz do caso.

E que a postura de Lewandowski pode inibir, temporariamente, o avanço de negociações em andamento. Isso porque diferentes decisões num mesmo colegiado causariam insegurança jurídica.

Os ministros Teori Zavascki (morto em janeiro), Edson Fachin e Cármen Lúcia homologaram acordos da Lava Jato que incluíam penas combinadas entre Ministério Público e colaborador, enquanto Lewandowski questionou a legalidade do mesmo ponto.

Quem teve a delação homologada ficou seguro, com a validação das penas acordadas. Agora, dois criminalistas disseram à Folha, sob reserva, já ter avisado os clientes que não é o momento de negociar acordo.

O plenário do Supremo discutiu aspectos da delação premiada em dois momentos –em agosto de 2015 (no caso do doleiro Alberto Youssef) e junho de 2017 (caso JBS)–, mas não debateu a possibilidade de o Ministério Público discutir sentenças.

Esse ponto ainda deve ser debatido pelo colegiado, mas sem previsão de data.

A lei que baliza a colaboração premiada determina que o juiz poderá, a pedido de uma das partes (acusação ou defesa), conceder o perdão judicial, reduzir em até dois terços a pena privativa de liberdade ou substituí-la por restrição de direitos.

Em acordos já fechados de delatores com o Ministério Público, a redução de pena tem ido além desses limites.

No caso de condenados a muitos anos de prisão, por exemplo, a negociação teria de contemplar um benefício maior.

Segundo envolvidos nessas colaborações, uma proposta de redução da pena em apenas dois terços inviabilizaria delações como as de Léo Pinheiro, da OAS, Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, e a do ex-ministro petista Antonio Palocci.

Por outro lado, advogados de políticos delatados afirmam que seus clientes podem ser beneficiados por questionamentos sobre a legalidade dos acordos. Publicamente, preferem ficar em silêncio à espera do desenrolar do tema na corte.

DEVOLUÇÃO

Para Lewandowski, o acordo proposto pela PGR ao marqueteiro Renato Pereira, que acusa o PMDB do Rio em sua delação, fere a legalidade.

Segundo o ministro, o Ministério Público estaria atuando como juiz ao definir a sentença, que incluía regime fechado, recolhimento domiciliar noturno e prestação de serviços à comunidade, além da possibilidade de viajar.

Lewandowski determinou que a Procuradoria reanalisasse os termos definidos.

Cabe à procuradora-geral, Raquel Dodge, recorrer da decisão e insistir no contrato, ou alterar as cláusulas.

Ela já recorreu da decisão que tirou o sigilo do conteúdo, mas não se manifestou sobre os aspectos da sentença, “pois serão abordados em momento distinto e oportuno, por meio do recurso adequado”, escreveu Dodge.

“Quem define benefícios é o Judiciário”, disse o ministro Marco Aurélio Mello à Folha, tratando sobre colaboração premiada, mas sem abordar caso específico.

“Nenhum órgão é acusador e julgador”, afirmou.

O Supremo homologou ao menos 120 delações da Lava Jato, a maior parte com regime diferenciado de pena.

Essa diferenciação permitiu a procuradores fechar acordos com réus que teriam que passar décadas na cadeia.

O ex-procurador-geral Rodrigo Janot entende que a negociação da pena estimula o colaborador. Os acordos com Pereira e os da Lava Jato foram assinados em sua gestão.

Magistrados dizem que a delação é instrumento recente –a lei é de 2013. Portanto, afirmam, questionamentos são naturais.

Folha de S.Paulo – Letícia Casado


Recife ganha sessões de cinema para pessoas que não enxergam e não escutam

Filmes são exibidos com recurso de audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais (Libras) e legendas para surdos e ensurdecidos no cinema da Fundaj. Projeto promove sessões quinzenais.

Por Antônio Coelho, TV Globo

Na tela do cinema da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), as aventuras de Chicó e João Grilo se desenrolavam. Na plateia, um público formado por pessoas com deficiências sensoriais tinha a chance de apreciar o longa-metragem de Guel Arraes baseado na obra do escritor Ariano Suassuna como qualquer outra pessoa.

Com recursos de audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais (Libras) e legendas para surdos e ensurdecidos, o projeto Alumiar promove sessões a cada duas semanas de filmes populares. A primeira exibição foi, justamente, a do Auto da Compadecida.

O ministro da Educação, Mendonça Filho, participou do evento e destacou que esse é o primeiro cinema do país a oferecer, regularmente, sessões com acessibilidade sensorial. “É uma celebração de inclusão social e de valor do ser humano”, resumiu.

Ministro Mendonça Filho participou da primeira sessão do projeto Alumiar (Foto: Reprodução/TV Globo)

A estudante cega Maria de Lourdes Rocha saiu de Paulista, na Região Metropolitana, aprovou a sessão. “É o maior prazer. Essa acessibilidade nos dá mais autonomia. Dá forma que passa, eles repassam para a gente é muito interessante, é prazeroso”, explicou.

O turismólogo Oscar Silva conta que se divertiu como nunca graças a audiodescrição. “Não precisou ninguém falar para mim, só a audiodescrição foi me deixando apropriado de tudo que estava no filme. Você se sente a vontade e tem mais autonomia”, afirmou.

A sessões aconteceu no Cinema do Museu da Fundaj, localizado na Avenida 17 de Agosto. O projeto prevê que, em um ano, 20 longas-metragens brasileiros sejam acessíveis nas três modalidades. Depois de apresentados no cinema da Fundaj, os filmes ficam disponíveis para exibição na TV Escola e na TV do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines).


Boteco do Marco Zero vai se tornar centro de moda democrático

Marco Zero – Crédito: Reprodução / Pinterest

O espaço onde funcionava O Boteco do Marco Zero vai se tornar um centro de moda democrático.

Com projeto do escritório Carlos Augusto Lira, vão ser comportados diversos artistas de moda locais que não têm espaço no mercado.

Serão serviços de bijuteria, sapatos, roupas, dentre outros, em uma grande loja com provadores. A previsão de abertura está para acontecer em março.


Estaleiro Atlântico Sul em busca dos contratos de plataformas

Construir cascos dos navios plataformas é o objetivo da empresa, que defende conteúdo local de 40% nas encomendas

Estaleiro Atlântico Sul
Foto: Arthur de Souza

O anúncio de licitações de três navios plataforma (FPSO) para exploração de petróleo no próximo ano, pela Petrobras, cada um orçado em US$ 1 bilhão, pode apontar um caminho de recuperação aos estaleiros nacionais. Mas há entraves. Enquanto a petrolífera busca se livrar das regras conteúdo local – que estabelecem percentuais de participação da indústria nacional nas encomendas – alegando que a construção de navios-plataforma no Brasil seria mais cara do que no exterior, a indústria naval faz campanha para manter as exigências. É que, empreendimentos como o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Suape, veem na construção das plataformas uma oportunidade de contratos, depois de terem encomendas da Transpetro canceladas e mergulharem em crises e demissões.

Somente no caso do EAS, as perdas foram de sete das 22 encomendas da Transpetro. Atualmente, a empresa tem encomendas apenas até 2019. Uma janela de oportunidades seria a fabricação de cascos das FPSOs, cuja demanda de estende até 2027. “Cada uma tem 40 mil toneladas, ou seja, os estaleiros do País estariam salvos”, argumentou Harro Burmann, presidente do EAS. “A Petrobras quer zerar o conteúdo local ou baixá-lo para 25%, mas estamos lutando pelos 40%. Essa é uma batalha que não podemos perder”, disse o executivo, que programa ida à Brasília, na próxima semana, com objetivo de defender a questão.

Sobre o argumento da Petrobras de que o custo de compra dos navios-plataformas no Brasil seria muito maior, o presidente do EAS diz que“não é possível falar de competitividade comparando os custos do Brasil com os da China”. “O Custo Brasil engloba os tributos, matéria-prima, despesas mais altas de financiamento, entre outros”, listou.

Um estudo feito pelo EAS, inclusive, compara os custos da indústria naval do Brasil e da China. No caso do salário médio do trabalhador brasileiro, de acordo com o levantamento, o maior peso não é o valor do pagamento e sim os encargos incidentes. O percentual do salário bruto pago em encargos chegaria a 71,4% no Brasil, enquanto na China é de 42%, com base em dados de 2012.

“Caso o Projeto de Lei 8456 seja aprovado (que propõe o aumento da alíquota da contribuição previdenciária sobre a receita bruta para vários setores), com a atual redução das demandas do setor, teríamos um aumento de mais de R$ 30 milhões na nossa folha de pagamento. As empresas precisarão realizar novas demissões e a indústria naval já foi severamente prejudicada”, avaliou Burmann.

Do lado da matéria-prima, o estudo mostra que, na comparação com o aço da China, 33% mais barato, o Brasil também sai em desvantagem. Essa diferença reflete no custo da embarcação, uma vez que o aço representa uma parte expressiva do preço. “Se aprovada a recriação dos benefícios tributários para aquisição de produtos importados para exploração de petróleo, a empresa que importar uma embarcação da China trará para o Brasil um bem fabricado 100% com aço chinês sem o pagamento do adicional antidumping (que evita prejuízo de produtos nacionais por importações abaixo do preço de mercado). Enquanto que o brasileiro que concorrer para a produção da mesma embarcação, se o quiser fazer com aço chinês, terá que pagar US$ 211,56 por tonelada a mais que o importado”, aponta o material.

Em busca de novos contratos, o EAS ainda está de olho nos navios para operações de cabotagem (entre portos nacionais), protegidos por uma emenda adicionada à MP 795, que preservou a taxação da importação dessas embarcações. “Fizemos nosso dever de casa em capacitar profissionais e investir em produtividade”, destacou Burmann.

Empregos

“Uma redução de conteúdo local é o melhor caminho para trazer capital estrangeiro, mas não para gerar empregos no Brasil”, comentou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos (Sindmetal-PE), Henrique Gomes, em relação à batalha da indústria naval na defesa do conteúdo local das FPSOs. Atualmente, o EAS tem 3,6 mil profissionais diretos e gastos de R$ 281 milhões com a folha de pagamento. A empresa calcula que, entre empregados e seus familiares, quase 10 mil pessoas dependam da manutenção dos negócios da empresa.


Férias em Porto de Galinhas! Voos para o Recife a partir de R$ 372 saindo de São Paulo e outras cidades!

Férias em Pernambuco! Encontramos passagens aéreas para a capital Recife, a apenas 60 km de Porto de Galinhas, a partir de R$ 372 ida e volta com taxas, saindo de São Paulo! Tem ainda voos com origem em Fortaleza por R$ 340, saindo de Brasília por R$ 391 e do Rio de Janeiro por R$ 394 – os valores são de ida e volta já com as taxas! Confira no fim do post todas as opções que encontramos!

Urbana e viva, a capital pernambucana é de uma geografia ímpar. Ilhas, pontes, canais e casarões antigos incrementam o visual da chamada “Veneza brasileira”, onde o calor forte é parte integrante do ritmo de vida local. Destino perfeito para curtir uma viagem histórica (com direito a uma visita à Olinda) e, claro, repleta de belezas naturais.

A praia mais famosa do Recife é a praia da Boa Viagem, mas, uma vez lá, é possível conhecer vários outros paraísos pernambucanos. Entre eles, a praia de Carneiros e a incrível Porto de Galinhas, que está a apenas 60 km do Recife. A praticidade de chegar até o destino é a mesma que se tem ao entrar no mar e não ter mais vontade de deixá-lo. As águas mornas, agradáveis em todo o ano, e as piscinas naturais convidam para um mergulho e têm potencial para conquistar pessoas de todas as idades.

Origens
Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Ilhéus, Joinville, Juazeiro do Norte, Londrina, Maceió, Natal, Palmas, Petrolina, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo, Teresina, Uberlândia e Vitória.

Destinos
Recife.

Período
Dezembro de 2017 e Janeiro, Fevereiro, Março, Abril e Maio de 2018.

Aracaju

Recife

R$ 473

Belo Horizonte

Recife

R$ 504

Brasília

Recife

R$ 391

Campinas

Recife

R$ 626

Campo Grande

Recife

R$ 623

Curitiba

Recife

R$ 651

Fortaleza

Recife

R$ 340

Goiânia

Recife

R$ 606

Ilhéus

Recife

R$ 643

Joinville

Recife

R$ 648

Juazeiro do Norte

Recife

R$ 647

Londrina

Recife

R$ 662

Maceió

Recife

R$ 449

Petrolina

Recife

R$ 331

Porto Alegre

Recife

R$ 659

Rio de Janeiro

Recife

R$ 394

Salvador

Recife

R$ 389

São Luís

Recife

R$ 652

São Paulo

Recife

R$ 372

Teresina

Recife

R$ 464

Uberlândia

Recife

R$ 667

Vitória

Recife

R$ 581

Tarifas esgotadas

Belo Horizonte

Recife

R$457

Cuiabá

Recife

R$705

Florianópolis

Recife

R$669

Natal

Recife

R$701

Palmas

Recife

R$680

– A lista acima está em constante atualização, porém os preços podem mudar à medida que as passagens aéreas vão sendo vendidas.

– O Melhores Destinos é um site jornalístico, que apenas divulga as promoções de passagens aéreas, ele não vende nenhum produto ou serviço. Você deve comprar na empresa de sua preferência, sempre observando as regras de cada passagem.

Melhores Destinos


Novidade: Obras paradas no Parque Capibaribe

 

Os moradores das Graças já devem ter percebido que as obras do trecho do Parque Capibaribe nas Graças, chamado de Via Parque, estão paradas – na verdade, não começaram ainda. A ordem de serviço foi assinada pelo prefeito Geraldo Julio em 31 de maio deste ano – as obras teriam início imediatamente.

Foi montado o barracão e até alguns imóveis irregulares foram derrubados, mas desde então nada foi feito.

Segundo a URB, a obra de fato está parada, aguardando documentos com autorização da Capitania dos Portos e a licença ambiental, entre outros. Não há data para início dos trabalhos.

Veja a nota completa abaixo:

A Via Parque, compreendida entre as Pontes da Torre e da Capunga, no bairro das Graças, se constitui no segundo trecho a ser executado do Projeto Parque Capibaribe, iniciativa da Prefeitura do Recife, com colaboração do INCITI-UFPE.

Atualmente estamos aguardando alguns documentos importantes. Dentre eles, a autorização da Capitania dos Portos e a licença ambiental. A intervenção terá início junto à Ponte da Torre, no trecho entre a Rua Amélia e a Avenida Manoel de Almeida, com a realização da limpeza da área para iniciar a urbanização.

A obra contempla, ainda, uma faixa para carros compartilhada com bicicletas em dois trechos: da Ponte da Capunga até a Rua Dom Sebastião Leme e da Rua Manoel de Almeida em direção à Ponte da Torre. Também haverá um píer no Rio Capibaribe na altura da Rua das Pernambucanas, um mirante na Rua Dom Sebastião Leme e duas passarelas sob as pontes.

Ao todo, serão construídos passeios, ciclovia, áreas de estar, espaço de aproximação com o rio, passarelas e píeres para pequenas embarcações em uma área de um quilômetro de extensão. O início das obras está aguardando alguns documentos importantes, entre os quais a autorização da Capitania dos Portos e a licença ambiental. Uma vez iniciada, tem duração prevista de 18 meses, com orçamento estimado em R$ 26.574.446,75.

 


Secretaria de Turismo de Pernambuco inicia obras do segundo trecho Cicloviário

A segunda ligação do Eixo Estruturador Cicloviário de Pernambuco já está em execução. O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, através do Prodetur, iniciou a obra no trecho compreendido entre a Fábrica Tacaruna e a Praça Varadouro, totalizando 2,9 km de extensão. A obra está fundamentada no Plano de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável (PDITS) do Prodetur, elaborado para o Polo Costa dos Arrecifes, e tem prazo de conclusão para fevereiro de 2018.

O trecho 2 do Eixo Cicloviário Camilo Simões, em continuação ao trecho 1 já implantado nessa infraestrutura cicloviária, terá início próximo ao limite Recife-Olinda, ao lado da antiga Fábrica Tacaruna. O trajeto seguirá pela Agamenon Magalhães, ao longo do lado Oeste da avenida e cruzará o Rio Beberibe pela Ponte Preta.

Nas proximidades da Rua Duarte Coelho, haverá mudança do traçado para o lado Leste da Agamenon Magalhães, através de uma travessia semaforizada já existente, e seguirá até a alça direita de acesso à Avenida Presidente Kennedy, por onde seguirá pelo lado direito no sentido Varadouro até a nova travessia semoforizada que será implantada nas proximidades da interseção da Kenedy com a Travessa do Pisa. O final do trecho 2 será no Largo do Varadouro, junto à Ponte da Rua Quinze de Novembro.

Os trechos 1 e 2 do Eixo Estruturador Cicloviário propõem a exploração dos pontos turísticos do Recife e de Olinda. No percurso, é possível visitar o Marco Zero do Recife, as pontes do Recife, Rua da Aurora, Espaço Ciência e Mercado Eufrásio Barbosa, além do Sítio Histórico de Olinda. O investimento total na obra do trecho 2 é de R$ 1, 9 milhão, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Ao todo, o Eixo Estruturador atingirá cinco municípios: Recife, Olinda, Paulista, Abreu e Lima e Igarassu, totalizando 33 km de extensão. O projeto beneficiará, aproximadamente, 1,6 milhão de moradores de cinco municípios da Região Metropolitana do Recife.

“O Governo de Pernambuco tem investido na questão da ciclomobilidade oferecendo cada vez mais infraestrutura e segurança para os ciclistas. A crescente utilização das bicicletas tem mostrado que a população está repensando seus deslocamentos de maneira mais consciente, com foco na sustentabilidade. Essa é sem dúvida a nossa maior conquista nas investidas pelo transporte não motorizado”, explica o secretário de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, Felipe Carreras.

EIXO ESTRUTURADOR CICLOVIÁRIO (TRECHO 1) – Em abril, o Governo de Pernambuco entregou à população o primeiro trecho do Eixo Cicloviário Estruturador Camilo Simões, que liga o Marco Zero, no Bairro do Recife, à Fábrica Tacaruna, localizada na Avenida Agamenon Magalhães. Para a realização da obra foram investidos R$ R$ 2.401.793,01, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em um percurso de 5,1 km que beneficia as pessoas que precisam se deslocar de uma cidade para a outra de bicicleta.

(Governo do Estado de Pernambuco)


Encontro de Pesquisadores de Frevo chega à quarta edição no Recife

Paço do Frevo – Crédito: Helder Tavares

O Paço do Frevo vai sediar a quarta edição do Encontro de Pesquisadores de Frevo, dos dias 20 a 25 de novembro. Com a temática Frevo é Política: Alternativas de sustentabilidade e salvaguarda, o evento criará um espaço para formações, trocas, articulações, divulgação de trabalhos, ampliação e criação de redes.

As inscrições gratuitas podem ser realizadas no site do museu, ou presencialmente.

Paço do Frevo


Dá para acreditar? Empresa japonesa pede desculpas por trem que partiu 20 segundos antes do previsto

Uma empresa ferroviária japonesa pediu desculpas pelo “grande incômodo” provocado por um de seus trens, que iniciou a viagem 20 segundos antes do horário previsto.

Na última terça (14), um trem da linha Tsukuba Express, que liga Tóquio aos subúrbios do norte da capital, saiu da estação de Minami Nagareyama, às 9h44 e 20 segundos, em vez do horário previsto: às 9h44 e 40 segundos.

“Sentimos muito pelo grande incômodo provocado aos nossos passageiros”, afirmou a empresa Tsukuba Express. “Os usuários não reclamaram do incidente e nenhum deles perdeu o trem”, completa a empresa em um comunicado.

O transporte ferroviário japonês é famoso por sua pontualidade, necessária para garantir um tráfego fluido. Mas quando os trens não cumprem os horários, os diretores das empresas pedem perdão com discursos que, muitas vezes, duram mais que o atraso do veículo.

As desculpas da Tsukuba Express por 20 segundos de antecedência provocaram muitos comentários de internautas ao redor do mundo, que compararam a situação ao atraso crônico dos trens em seus países.

A notícia também provocou perplexidade no Japão. “Desculpas por sair às 9h44 em vez das 9h44? Vamos muito longe”, escreveu uma pessoa no Twitter.

“País estranho o que uma diferença de 20 segundos provoca um pedido sincero de desculpas, enquanto falsificar a qualidade dos produtos de alumínio e aço ou as más práticas de certificação de carros é algo habitual”, criticou outro internauta.

A indústria japonesa registrou uma série de escândalos recentemente. O último deles envolve a empresa siderúrgica Kobe Steel, que admitiu ter falsificado as características técnicas de vários de seus produtos.

As montadoras Nissan e Subaru anunciaram recalls de milhares de carros e admitiram que as inspeções finais não haviam sido realizadas de modo correto durante anos.

AFP


Delação pode destruir Geddel e balançar governo Temer

Ex-assessor implode Geddel e revela que ajudou a destruir provas contra o peemedebista
Ao resolver contar o que sabe, Job Brandão envolve o deputado Lúcio Vieira Lima com recursos ilícitos e diz que o dinheiro do bunker ficava guardado em closet da mãe

> Trecho da reportagem de capa de ÉPOCA desta sermana:

O assessor parlamentar Job Ribeiro Brandão, funcionário de confiança do ex-ministro Geddel Vieira Lima e de seu irmão Lúcio, deputado federal, foi convocado para uma missão delicada. Graças a um habeas corpus, Geddel, um líder do PMDB, ex-ministro do governo Temer e integrante do círculo de amigos mais próximos do presidente Michel Temer, havia deixado a penitenciária da Papuda, em Brasília, na noite de 13 de julho. De volta a Salvador para cumprir prisão domiciliar, Geddel tinha pressa. Preocupado com a possibilidade de as investigações da Operação Lava Jato o devolverem ao cárcere, Geddel incumbiu Job de destruir documentos, agendas e anotações. Assim fez Job. Papéis foram picotados e jogados na privada; outros documentos foram colocados em sacos de lixo e descartados. Estava limpo o terreno caso houvesse uma nova batida da Polícia Federal.

Mas memória não vai para o lixo. A operação secreta foi revelada por Job, em um depoimento inédito ao qual ÉPOCA teve acesso com exclusividade, e constitui um grave relato de interferência nas investigações, capaz de agravar a situação de Geddel. Job contou um pouco do que sabe ao delegado Marlon Cajado na Superintendência da Polícia Federal da Bahia, em Salvador, na terça-feira, dia 14, como uma mostra de boa vontade e disposição para firmar um acordo de delação premiada com a Lava Jato. A memória de Job é perigosa para Geddel e seu irmão Lúcio. Em prisão domiciliar desde setembro, o ex-­assessor pretende tornar públicas suas lembranças para se livrar da pena.

Job foi alvo de prisão domiciliar porque suas impressões digitais foram identificadas nas notas poucos dias depois de a Polícia Federal descobrir a caixa-forte de Geddel num pequeno apartamento em Salvador. As imagens com malas cheias de dinheiro, mais exatamente com R$ 51 milhões, correram o mundo como prova desvergonhada de corrupção. Ged­del voltou à Papuda, porque o apartamento fora emprestado a ele e ao irmão. Lúcio, no entanto, nada sofreu por estar protegido pelo foro privilegiado. Era óbvio que as impressões dos dedos de Job estariam na bufunfa. Contratado como assessor parlamentar, pago com dinheiro público, uma das principais atividades de Job sempre foi contar dinheiro para os Vieiras Lima, como ele mesmo diz.

Job teve uma longa história de relacionamento com a família. Começou a trabalhar como secretário parlamentar do patriarca Afrísio Vieira Lima, que também foi deputado federal, no fim da década de 1980. Depois, passou a ser assessor parlamentar de Geddel, entre 1991 e 2007, quando ele exerceu mandatos de deputado federal, e se tornou funcionário de Lúcio Vieira Lima em 2011. Job só foi exonerado por Lúcio, no mês passado, após se tornar um investigado. Com um histórico desses, tinha acesso direto e privou da intimidade dos Vieiras Lima.

Procurado, o advogado de Job, Marcelo Ferreira, confirma que seu cliente quer fazer delação premiada e estuda entrar com uma ação na Justiça pedindo ressarcimento dos valores de seu salário que eram devolvidos à família Vieira Lima. “Apesar de figurar nos registros da Câmara dos Deputados como secretário parlamentar, na prática as atividades de Job se resumiam aos interesses pessoais dos parlamentares e familiares, um verdadeiro empregado doméstico, refém das circunstâncias e obrigado a devolver a maior parte de seu salário, pago pelos cofres públicos”, diz o advogado.

A defesa da família Vieira Lima afirmou que não comentaria o caso, por não ter tido acesso ao depoimento de Job. “(Job) É uma pessoa que trabalhava pra gente há 30 anos, então não estou sabendo de muita coisa que ele está dizendo, aí eu não posso dar opinião não, só o advogado mesmo”, disse Marluce Vieira Lima. O deputado Lúcio Vieira Lima disse que só seu advogado poderia responder. A defesa de Geddel argumentou que as buscas no apartamento com os R$ 51 milhões foram ilegais porque partiram de denúncia anônima.

ÉPOCA – Rodrigo Talento e Débora Bergamaso


Mais Vida Nos Morros está pintando o Morro da Conceição de azul e branco

Prefeito acompanhou mutirão de pintura de casas neste sábado (11). Moradores do bairro conhecido pela tradicional Festa do Morro escolheram as cores de Nossa Senhora da Conceição para o projeto (Foto: Andréa Rêgo Barrks/PCR)

O azul e o branco, cores que remetem à Nossa Senhora da Conceição, já tomam conta da paisagem no Morro da Conceição, na Zona Norte do Recife. Na manhã deste sábado (11), o local recebeu mais um mutirão do projeto Mais Vida Nos Morros. A ação da Prefeitura do Recife, executada pela Secretaria de Infraestrutura e Habitação, através da Secretaria Executiva de Inovação Urbana, está no bairro há cerca de duas semanas e vai pintar 600 casas até o início da Festa do Morro. O projeto é o modelo de gestão pública colaborativa, cidadania e desenvolvimento sustentável, para as áreas de morros do Recife.O prefeito Geraldo Julio esteve no local e acompanhou de perto a ação, junto com moradores e com o padre Renato Azevedo, pároco do Santuário do Morro da Conceição.

“Preparando aqui o Morro da Conceição pra a grande festa da Santa, vamos ter a oportunidade de ver aqui 600 casas todas pintadas, com todo mundo engajado. Só hoje vi aqui mais de 50 pessoas pintando suas casas de azul e branco. O morro vai ficar muito bonito, já está ficando muito bonito. Tenho certeza que a festa esse ano vai ser muito bonita também, feita pelo povo do Recife e por aqueles que tem fé.”, declarou o prefeito Geraldo Julio sobre a iniciativa que tem como objetivo despertar uma mudança de comportamento em relação às questões urbanas e ambientais, e já beneficiou o Alto do Maracanã, Córrego do Jenipapo, Mangabeira/Alto José do Pinho e Três Carneiros/Ibura.

O Morro é a 6º região a ser atendida pelo projeto, que também está acontecendo no Alto de Santa Isabel, já em fase de conclusão. Para Josebraine Costa, moradora do Morro, o projeto chegou em boa hora. “Foi ótimo receber as tintas, e logo perto de começar a festa daqui do Morro da Conceição. As casas estão ficando lindas. Já estou pensando em como fazer para a minha também ficar tão bonita quanto a dos vizinhos. Estou muito feliz com essa mudança”, disse animada.

A ação, que já atendeu 2.100 famílias de áreas de morro do Recife, conta com a participação da iniciativa privada através das Tintas Iquine, Armazéns Coral, Concrepoxi Artefatos, Grupo Asa e empresa Soll. Além da pintura das casas, o projeto leva também para os morros e altos do Recife hortas comunitárias diferenciadas, parklets, áreas de convivência, minhocários para compostagem do lixo orgânico, eliminação de pontos de acúmulo de lixo, arte urbana, paisagismo e humanização das ruas.

Um dos objetivos da iniciativa é também o fomento do desenvolvimento econômico local. Além da transformação urbana e ambiental, serão implantadas ações de empreendedorismo, economia criativa, inclusão produtiva e microcrédito orientado, juntamente com o engajamento e a mobilização dos próprios moradores, que é a marca principal do projeto. A Prefeitura do Recife participa com a elaboração do projeto, orientação técnica e a acompanhamento das ações.

Outra mudança promovida pelo Mais Vida nos Morros é transformar lugares de confinamento de lixo em locais de lazer e convivência, hortas orgânicas e parklets. As escadarias também serão revitalizadas com retraços de cerâmica colorida, tornando o ambiente mais harmônico, tornando o morador um grande protagonista da transformação em sua comunidade, despertando o sentimento de comunidade e o orgulho com o seu território.


Obras da PE-160 com mais da metade concluída

PE 160

As obras de restauração e duplicação da PE-160, no trecho de 12,15 quilômetros, que vai do perímetro urbano de Santa Cruz do Capibaribe ao distrito de Pão de Açúcar, no município de Taquaritinga do Norte, no Agreste Setentrional seguem avançando.

Atualmente, já foram concluídos 7,4 km, que equivalem a 61% dos serviços. A previsão é que a nova rodovia seja entregue aos pernambucanos até o final do primeiro semestre de 2018.

Nesta ação, com recursos próprios, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Transportes, está investindo cerca de R$ 77 milhões. A intervenção beneficiará diretamente mais de 150 mil moradores da região, onde está concentrado o Polo de Confecção do Agreste, um dos mais importantes do País.

Hoje, as equipes contratadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER) atuam na execução da pavimentação do trecho nas imediações do km 6,8 até Santa Cruz do Capibaribe.

De acordo com o diretor de Operações e Construção do DER, Silvano Carvalho, uma das metas dessa iniciativa é realizar os trabalhos sem provocar a retenção do fluxo de veículos,


Oito meses após inauguração, transposição vai chegar a Floresta, 2ª cidade em Pernambuco

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Equipes técnicas do Ministério da Integração Nacional abriram nesta sexta-feira (17) as comportas do reservatório Muquém, no eixo leste da transposição do rio São Francisco. Assim, a expectativa é de que em 30 dias cerca de 30 mil moradores de Floresta, no Sertão pernambucano, recebam a água, oito meses após a inauguração desse trecho da obra.

Apesar de cerca de 200 quilômetros de canais cortarem o Estado, até agora a única cidade atendida é Sertânia, onde 35 mil pessoas são beneficiadas. Na Paraíba, cerca de um milhão de pessoas são atendidas. Faltam obras complementares como o Ramal e a Adutora do Agreste.

Para chegar a Floresta, a água passará por 80 quilômetros. O açude Muquém vai disponibilizar a água da transposição ao Riacho Vassoura, que a conduzirá até a barragem Barra do Juá. De lá, o rio São Francisco irá perenizar o Riacho do Navio até chegar à cidade.

Sem a presença do ministro Helder Barbalho, o representante da pasta, Antônio de Pádua, secretário de infraestrutura, exaltou o senador pernambucano Fernando Bezerra Coelho, filiado recentemente ao PMDB e apoiador do governo Michel Temer. O parlamentar esteve à frente da Integração Nacional no governo Dilma Rousseff (PT), quando era do PSB e socialistas apoiavam os petistas.

O eixo leste foi entregue em março, em cerimônia com Temer em Monteiro, na Paraíba. A cerimônia demonstrou a briga pela paternidade da transposição, iniciada em 2007, no governo Lula (PT), porque dias depois o petista esteve no local fazendo um ato político para também marcar o início do funcionamento. A obra foi inaugurada com sete anos de atraso.

Há ainda o eixo norte, o maior e com mais atrasos no serviço. Nele, a água é captada em Cabrobó, no Sertão pernambucano, e levada ao Ceará, passando por Rio Grande do Norte e Paraíba. Esse trecho, porém, ficou com obras paradas por um ano, após atrasos, porque a construtora deixou a obra e a licitação foi envolvida em um imbróglio judicial.

Blog do Jamildo – JC


Iperid– Make(de) in Pernambuco!

Lançamento oficial do Instituto de Pesquisas Estratégicas em Relações Internacionais e Diplomacia, com o apoio da PWC, foi um marco para Pernambuco e o Nordeste

Por: Rainier Michael*

Rainier Michael, Cônsul da Eslovênia
Foto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco

Realizado dia 09 de novembro passado, o lançamento oficial do Instituto de Pesquisas Estratégicas em Relações Internacionais e Diplomacia (Iperid) – “Think Tank”, www.iperid.org, com o apoio da PWC, foi um marco para Pernambuco e o Nordeste.
Tivemos na palestra Magna o Vice-Governador e Secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco Raul Henry apresentando de forma estratégica e objetiva os resultados e desafios de Pernambuco e a brilhante palestra do diplomata e colunista Marcos Troyjo.

Marcos Troyjo é…
– diretor do BRICLab na Universidade Columbia, em Nova York, um fórum sobre Brasil, Rússia, Índia e China;
– professor da Columbia-SIPA, School of International and Public Affairs;
– colunista semanal do jornal Folha de S. Paulo e da revista Voto;
– colaborador regular da mídia eletrônica e impressa no Brasil e no mundo, com destaque para Financial Times, The World Financial Review, Latin Business Chronicle, Radio France Internationale, Voice of Russia e CNN en Español.

O evento de lançamento do Iperid que aconteceu em um hotel localizado em Boa Viagem contou com maciça presença e apoios. O apoio demonstrados antes, durante e pós evento deixaram cimentado o caminho para que o Iperid se torne de forma rápida e consistente em um “Think Tank” de excelência e referência no Nordeste nas áreas Diplomática, Acadêmica, Empresarial e Parlamentar, criando pontes, com equilíbrio e rigor analítico.

Estiveram presentes mais de 10 representações consulares de Recife, e uma grande diversidade das entidades públicas e privadas, entre elas: Complexo Portuário de Suape na pessoa de seu presidente Marcos Baptista, FIEPE, representada pelo economista chefe Thobias Silva, ADdiper, Fecomercio, Associação Comercial de Pernambuco, juntamente com várias entidades de ensino como FACIPE, UFPE e DAMAS reforçando a sua missão e objetivos. Finalmente, não poderia deixar de mencionar a grande presença de lideranças empresariais e pesquisadores das mais diversas áreas.

Na palestra de Marcos Troyjo tivemos a oportunidade de ouvir uma análise sobre a “globalização profunda” viabilizada com o final da Guerra Fria e que foi orientada pelos valores da economia de mercado e da democracia representativa, pela proeminência dos EUA, a ascensão da Ásia capitaneada pelo Japão e Tigres Asiáticos e a lógica da integração econômica e política regional, cujo exemplo maior era a União Europeia.

Com a derrocada do Lehmann Brothers em 2008 e o início da “Grande Recessão”, fica evidente o “risco de desglobalização” – Ocidente em xeque, EUA em crise existencial, a emergência da hipercompetitividade da China e um renascimento do Estado-Nação como ator dominante da cena global. Esta passa a ser agora marcada por uma lógica do “cada-um-por-si”, em que países e empresas reestruturam suas estratégias em ações mais protecionistas e individualizadas. Brexit e a eleição de Trump refletem essas tendências.

Identificam-se, no entanto, movimentos que hoje ganham força a partir da negociação de mega-acordos econômicos de geometria variada que devem levar o mundo a uma “Reglobalização”. É nesse contexto que aponta também a emergência de uma “Nova Era do Talento” e a disputa global por profissionais que unam o mundo do saber ao mundo do fazer.

Projeta-se, assim, como Pernambuco e o Brasil serão impactados pelos novos vetores de poder, prosperidade e influência.

Agradeço José Vital, sócio da PWC Recife, toda sua equipe, ao Cônsul Geral da Argentina Jaime Beserman, e aos amigos e fundadores do IPERID: Thales Cavalcanti Castro, Cármen Cardoso, Fernando Augusto Braga e Silva, Francisco Da Cunha Filho, Ricardo de Almeida, Gustavo Escobar e Gilberto Freyre Neto pela confiança depositada ao votarem pela minha presidência nesta instituição nos próximos anos.

O passado é história, o futuro é mistério, e o presente é uma dádiva. Por isso é chamado de presente! Provérbio Chinês.

Vamos trabalhar o “Presente” de Pernambuco para um futuro promissor para todos!
Iperid – Make(de) in Pernambuco!

*Empresário há 35 anos, Rainier Michael tem ampla experiência em trocas internacionais. O trabalho realizado por ele junto ao consulado esloveno, e designado “Diplomacia Econômica”, interpreta sob uma visão humana o desenvolvimento e o crescimento do Nordeste. Paulista de nascença, Michael se mudou para Pernambuco há dez anos, quando seus negócios no Estado cresceram de forma a tornar indispensável sua presença aqui. Seu comparecimento nos mercados pernambucanos, entretanto, é mais antigo do que isso. Antes de assumir o consulado, já era representante da Sociedade Brasil-Alemanha no Nordeste. É destacável, também, sua atuação enquanto presidente do Rotary Club Recife.

** A Folha de Pernambuco não se responsabiliza pelo conteúdo das colunas.

Folha PE


Gasen e CHPK querem instalar usinas térmicas em Suape

Complexo de Suape
Foto: Usina de Filmes/divulgação

As empresas Gasen e CHPK Energia (Grupo Pátria) venceram concorrências para arrendamento de duas áreas do Complexo Industrial Portuário de Suape, onde serão instaladas usinas térmicas a gás. O valor ofertado pela Gasen foi de R$ 24,2 milhões e de R$ 30 milhões pela CHPK, ambos para o prazo de 300 meses.

De acordo com a administração do porto, “há a previsão de que o leilão do Ministério de Minas e Energia (MME) aconteça em dezembro deste ano para o terminal de regaseificação (regás).

O investimento estimado é de U$ 1,5 bilhão em todo o projeto (terminal de regás e usinas)”. Dois ou três grupos nacionais e internacionais estariam interessados.

Em nota, a administração do complexo industrial e atracadouro informou ainda que, juntas, as usinas térmicas terão capacidade de geração de 1.5 Megawatt (MW) de energia. “Elas permitirão a futura instalação de um terminal de regaseificação e a ampliação da movimentação portuária.

As empresas que arrendaram os terrenos precisam também vencer o leilão do ministério, já que a térmica estará interligada ao sistema nacional”. Contudo, ainda não há prazos definidos para a implantação do terminal de regás.

O comunicado enviado por Suape ainda avalia que “será vantajoso ter uma termelétrica, pois ela aumentará a movimentação de Gás Natural Liquefeito (GNL). O produto, geralmente, é importado e trazido em navios para ser regaseificado (transformado em gás novamente) e levado até à usina como combustível através de dutovias”.


Rede de petshop americana inaugura duas lojas no Recife

Foto ilustrativa – Crédito: SOB Photography/Divulgação

A rede de petshop americana Petland terá duas lojas no Recife, sendo a primeira com previsão de inauguração para o mês de dezembro, em Boa Viagem, com 800m².

A segunda unidade, com 1 mil m² ficará instalada em Casa Forte, mas só deve inaugurar em março ou abril de 2018. As lojas vão seguir o modelo Experience, com áreas para socialização de animais, serviços de banho e tosa, venda de produtos e acessórios e venda de cães, gatos, pássaros, roedores e peixes.

A empresa foi fundada em 1967 e está presente em 19 países, incluindo nove estados brasileiros: São Paulo, Bahia, Ceará, Paraná, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Maranhão.

O selo ainda promove ações de adoção de animais abandonados e tem parcerias com ONGs.


Recife é o segundo destino mais procurado para viagens no verão de 2018

Orla de Boa Viagem – Crédito: Inaldo Lins/PCR

O Recife é o segundo destino mais desejado para viagens no Verão de 2018. A capital pernambucana ultrapassou o Rio de Janeiro, que há três anos ocupava a posição. Os dados são do site da agência de turismo ViajaNet e considera os meses de janeiro, fevereiro e março do próximo ano. São Paulo aparece em primeiro lugar e Fortaleza em terceiro. Em 2017, Recife foi o quarto lugar mais procurado.

A secretária de Turismo, Esportes e Lazer do Recife, Ana Paula Vilaça, comenta que a cidade conseguiu se posicionar como um destino diferenciado: “Sabemos que nesta época do ano os brasileiros desejam ir para locais com sol e mar, e diante disso, o Estado se posicionou como o coração do Nordeste.

Assim, também nos colocamos como a capital que além de oferecer tudo que o turista deseja no verão, ainda possui uma cultura única. Temos aqui música, dança, arquitetura, museus importantes, como o Ricardo Brennand, eleito o melhor da América Latina, entre outros atrativos que não são encontrados nos demais destinos. Esse é o diferencial que faz do Recife uma das cidades mais queridas do Brasil”.

Confira os 10 destinos mais procurados para o Verão de 2018:

1 – São Paulo (SP)
2 – Recife (PE)
3 – Fortaleza (CE)
4 – Salvador (BA)
5 – Rio de Janeiro (RJ)
6 – Porto Alegre (RS)
7 – Porto Seguro (BA)
8 – Florianópolis (SC)
9 – Brasília (DF)
10 – Maceió (AL)


STF deve manter deputados presos, diz Marco Aurélio

O ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello afirmou nesta sexta-feira 17 que a corte deverá manter presos os três deputados estaduais do PMDB que foram soltos por decisão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro nesta tarde.

Por 4 votos favoráveis e 2 contrários, a Comissão de Constituição e Justiça da Alerj decidiu pela soltura do presidente da Assembleia, Jorge Picciani, e dos deputados Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB, presos pela Operação Cadeia Velha.

O parecer da CCJ citou a decisão recente do Supremo que deu ao Senado a prerrogativa para decidir o futuro do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

O ministro Marco Aurélio disse que a decisão do STF foi “estrita a deputados federais e senadores e relativa à submissão à respectiva Casa Legislativa da prisão em flagrante”.

“Nada além disso. Espero que tenham juízo e isso não chegue ao Supremo. Que cada qual faça a sua parte”.

(BR 247)