Todo cuidado com o potencial do Rio São Francisco

Usina Hidrelétrica de Sobradinho, na Bahia / Foto: Luiz Pessoa/JC360
Usina Hidrelétrica de Sobradinho, na Bahia
Foto: Luiz Pessoa/JC360

De toda a energia que o Brasil produz, a maior parte é hidráulica: cerca de 60%, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além dos usos múltiplos, o Rio São Francisco é importante para a Região Nordeste porque abriga nove usinas. Oito são da Chesf: Luiz Gonzaga, Apolônio Sales, Paulo Afonso 1, 2, 3, 4, e Xingó. Elas ficam entre Sobradinho, na Bahia, e a foz.

A usina de Paulo Afonso I, em operação desde 1955, é composta de três geradores, com potência instalada de 60 megawatts cada. Para a época, era uma potência muito alta. Mas para fins de comparação, a usina mais recente da Chesf é Xingó, que tem seis geradores de 512 megawatts cada.

Mas a geração de energia é apenas um dos diversos usos da água do Velho Chico, que precisa ser bem cuidado e preservado para manter a pesca, agricultura e o abastecimento. “A gestão da água do Rio São Francisco, ela é de responsabilidade da Agência Nacional de Águas, que procura conciliar os interesses dos diversos usuários da bacia”, afirma o assistente da Diretoria de Operação da Chesf, Nivaldo Burgos.

“A Chesf, como uma das usuárias do Rio São Francisco, ela tem um papel importante em trabalhar nesse sentido, de preservar o rio, zelar por ele, e tentar trabalhar para que não só o processo de geração de energia elétrica aconteça de forma segura, mas que também propicie o uso múltiplo, como irrigação, navegação, piscicultura”, completa o gerente do Departamento Regional de Operação de Paulo Afonso, Elerson Silva.

NE10


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