DIA DO MARAVILHOSO MILHO

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Hoje, 24 de abril, é comemorado o dia internacional de um dos cereais mais nutritivos do mundo: o milho. Existem duas histórias sobre sua procedência: a primeira, de origem indígena, conta que um grande chefe, sentindo que ia morrer, chamou o seu filho, Kaleitôe, e ordenou-lhe que o enterrasse no meio da roça assim que falecesse. Avisou também, que, após três dias, brotaria uma planta de sua sepultura que daria muitas sementes. O chefe pediu-lhe que não as comesse; deveria guardar as sementes para replantar. Caso atendessem ao seu pedido, todos os índios ganhariam um recurso precioso. Kaleitôe seguiu o conselho do pai e foi, assim, que o milho apareceu entre eles.

Já a história contada pelos colonizadores mostra que, até o ano de 1942, os europeus desconheciam o cereal, consumindo basicamente arroz e trigo. No ano de 1493, com as grandes navegações e o início do processo de colonização da América, a cultura do milho se expandiu para outras partes do mundo. Ao pisar em solo brasileiro, Cristóvão Colombo trouxe consigo algumas sementes de milho e causou uma grande sensação entre os botânicos da Península Ibérica. Os portugueses levaram-no, também, para a África e a Ásia. A planta recebeu várias denominações, de acordo com a língua falada nos países, sendo chamada de choclo, corn, jojoto, mais, maize, elote e granone.

No mundo pré-hispânico, o milho serviu como alimentação básica de várias civilizações ao longo dos séculos. O cereal era tido como sustento básico do corpo e do espírito. Os Maias, Incas e Astecas, além de utilizarem como comida, também criaram uma relação de religiosidade e arte tão forte, que o alimento estava presente no panteão dos deuses astecas, representando o emblema da deusa dos cereais, e sendo carregado em uma haste pelo poderoso deus da chuva, do trovão e do raio.


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