Bairro da Torre ganha mercado de inspiração europeia

Empreendimento privado começa a funcionar na próxima semana com opções de gastronomia, delicatessen e serviços

O Mercado da Torre vai gerar cerca de 300 empregos diretos e indiretos / Foto: Bruna Monteiro/Divulgação

O Mercado da Torre vai gerar cerca de 300 empregos diretos e indiretos
Foto: Bruna Monteiro/Divulgação

Um mercado público totalmente construído pela iniciativa privada. O Mercado da Torre abre as portas aos clientes na próxima segunda-feira (25), no Bairro da Torre, no local onde funcionava o Sesi. Das 16 operações de conveniência, gastronomia e serviços, pelo menos 12 estarão funcionando, prevê um dos sócios administrativos do empreendimento, Eduardo Batista.

“Na segunda-feira abrirão 10 operações do armazém gastronômico, o laboratório de exames, na parte de serviços, e a Portus, nossa delicatessen. Com 15 dias, vai abrir a loja de carnes e, dentro de dois meses, o setor de hortifruti”, diz Eduardo Batista. Nos próximos 30 dias, o Mercado da Torre estará funcionado no regime de soft open, abrindo de loja em loja. Em seis meses, 100% das operações estarão em atividade, projetam os empreendedores.

MERCADO

A área de 5.700 metros quadrados foi arrendada pela família Batista há cerca de um ano. Projeto, pesquisa de mercado, levantamento dos galpões e do prédio da delicatessen (o maior do conjunto, com 750 metros quadrados de área) levou oito meses. A estrutura conta com estacionamento de 120 vagas e deve gerar cerca de 300 empregos, diretos e indiretos. O investimento total é segredo de família. “Estamos fazendo as contas ainda”, contorna Eduardo. “O investimento é nosso, e a longo prazo. A gente quer criar um negócio estruturado que se integre ao bairro da Torre e faça diferença na economia da cidade”, complementa.

A família Batista (o casal Ricardo e Adriana e os filhos Eduardo e Ricardo Filho) têm o varejo nas veias. Adriana, é neta da fundadora da tradicional Casa dos Frios. Adriana abriu há 13 anos sua própria delicatessen, no bairro da Tamarineira, que continuará funcionando. “Este mercado é um sonho da família. Me inspirei nos pequenos mercados europeus, principalmente o Mercado Ourique, de Portugal, com arquitetura rústica, mas totalmente adaptado à história e cultura do bairro”, contou Adriana Batista.

Pela pesquisa dos empreendedores, o Mercado da Torre deve impactar 90 mil moradores dos bairros da Torre, Caxangá, Madalena e outros das Zonas Norte e Oeste. A ideia é criar opções de consumo de produtos do dia a dia, serviços e também reviver o polo de efervescência cultural e de boemia que o bairro da Torre possuía nos anos 90. “Outra característica muito marcante do empreendimento é o fato de o dono estar sempre presente, o que reforça a proximidade com o bairro e com os clientes”, explica Ricardo Batista, outro dos sócios do Mercado da Torre. O horário de funcionamento varia de acordo com o empreendimento. A delicatessen, por exemplo, abre a partir das 8h.


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