USINA DE DESSALINIZAÇÃO EM FERNANDO DE NORONHA EM PERNAMBUCO COMPLETA 18 ANOS, FALTA DECISÃO POLÍTICA PARA AMPLIAR

A ILHA tem usina de dessalinização desde 2000

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No arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco, desde o início de 2000. O sistema ainda não foi capaz de evitar o racionamento de água, mas responde por 40% do abastecimento. O restante é fornecido por água de chuva.

“Sempre houve investimento, mas a demanda (consumo) sempre aumenta”, informou a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). Como não há outras fontes de abastecimento na ilha, o esforço é em elevar a capacidade de produção de água dessalinizada. A usina, de pequeno porte, foi projetada para produzir 14 m³ de água por hora. Hoje está em 18 m³ por hora.

A Companhia explica que apesar do sistema ter um custo bem mais alto que o convencional – de R$ 2,50 por m³ de água bruta – a experiência é avaliada como positiva. A tarifa paga pelos usuários é a mesma que a dos moradores do continente.

No semiárido do Nordeste, programas governamentais já disponibilizaram mais de três mil dessalinizadores. No Ceará, são 200 sistemas implantados em 34 municípios, pelo programa Água Doce. O custo médio da água bruta é em torno de R$ 1 por m³, mas o preço que chega ao consumidor é menor, já que se trata de uma política subsidiada para população de baixa renda.


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