UM POUCO DA HISTÓRIA DO CINEMA EM PERNAMBUCO

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Via Museu do Homem do Nordeste

Foi no início do século 20 que o cinema começou a aparecer em Pernambuco. Daquela época, se destacam algumas produções como “Recife no centenário da Confederação do Equador” (1924) e “Veneza Brasileira” (1925), de Ugo Falangola, italiano que havia chegado ao Recife em 1918 trazendo uma câmera da Inglaterra, dando início às atividades da Pernambuco-film.

É nesse período também que acontece o Ciclo do Recife, em que surgem filmes que conseguem furar a bolha do estado e chegar até o Rio de Janeiro, como “A filha do advogado” (1927) e ”Aitaré da Praia” (1925).

Outro período importante para o cinema pernambucano foi o Ciclo do Super-8, nos anos 1970, onde o barateamento da tecnologia de produção deu impulso para que cineastas como Fernando Spencer, Jomard Muniz de Brito, Kátia Mesel e muitos outros filmassem curtas-metragens.

Um pouco desta história está presente na nossa exposição de longa-duração, onde você pode assistir a vinhetas das produtoras do Ciclo do Recife e ver alguns objetos, como câmeras e rolos de filme, que integram o conjunto de aparatos tecnológicos usados em diversas épocas.

Nos dias de hoje, a Fundação Joaquim Nabuco é uma das principais instituições que vem contribuindo para a difusão e formação do cinema pernambucano. Confira também a programação do Cinema do Museu no perfil Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, que está em retrospetiva anual. 📽🎞📹 .

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Fotos 1 e 2 – bonecos em cerâmica cineastas/cameraman produzidos no Alto do Moura (Caruaru, Pernambuco); foto 3 – câmera Super-8; foto 4 – reprodução de quadros de vinhetas das produtoras Pernambuco-film e Olinda-film.


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