A HISTÓRIA DO PÃO NOSSO DE CADA DIA

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No Brasil os primeiros grãos de Triticum vulgare (trigo) chegaram junto com os portugueses no século 16. Foram trazidos por Martin Afonso de Souza, que incentivou o cultivo na Capitania Hereditária de São Vicente, hoje Estado de São Paulo. Mas a história mostra que o cereal, cuja data de aniversário é comemorada hoje, é bem mais remoto.

Grãos de trigo foram achados nos jazigos de múmias do Egito, nas ruínas das habitações lacustres da Suíça e nos tijolos da pirâmide de Dashur, cuja construção data de mais de três mil anos a.C.

As lendas em torno do surgimento do grão são inúmeras. Para os egípcios, seu aparecimento se deu graças à Deusa Isis. Já os fenícios creditam a descoberta à Dagon. Os hindus e os árabes, creem que foram o deus Brama e São Miguel, respectivamente. Os cristãos têm a própria versão: Deus.

Diferentemente da descoberta do grão, o uso do pão, de massa fermentada, é a atribuído aos egípcios 30 séculos a.C. Seu potencial nutritivo principalmente em sua forma integral, incluí carboidratos, proteínas e fibras, além de minerais como fósforo, cobre e manganês.
Atualmente o Brasil produz cerca de 6 milhões de toneladas de trigo por ano, importando mais 4 milhões para atender ao consumo. A União Europeia é o maior produtor mundial, com aproximadamente 153 milhões de toneladas, seguido pela China (130 milhões de toneladas), Índia (98 milhões de toneladas) e Rússia (83 milhões de toneladas).

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), o cereal é o segundo alimento mais consumido no mundo. Para se ter ideia, nos últimos 40 anos, o consumo médio per capita no Brasil mais que dobrou.

Hoje, cada brasileiro consome cerca de 60 kg de trigo em um ano, média considerada ideal pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Mas vale ressaltar que o cereal é restrito em dietas de perda de peso e deve ser evitado por quem tem Doença Celíaca.

 


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