SDS inaugura o Instituto de Genética Forense Eduardo Campos

A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) inaugura, amanhã, às 10h, o Instituto de Genética Forense Eduardo Campos (IGFEC). Criado por decreto estadual em dezembro de 2017, o IGFEC é vinculado à Polícia Científica de Pernambuco e reúne em um único complexo dois laboratórios forenses (de genética e de biologia), uma central de custódia de material biológico relacionado a crimes e, ainda, o banco de perfis genéticos. O secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, estará presente no ato.

Desde 2012, já funcionava o Laboratório de Genética Forense, que realiza testes de DNA em vestígios relacionados a investigações policiais. A partir da criação do IGFEC, foi possível convocar mais servidores públicos e instalar os demais serviços. Atualmente, o instituto conta com 28 profissionais aprovados em concurso, dos quais 15 são peritos criminais, 12 são auxiliares de perito e 1 é auxiliar de legista.

“Trata-se de um dos maiores e mais bem preparados complexos de genética forense do País, que favorece a produção de provas decisivas para os inquéritos policiais. Isto é, a criação do Instituto de Genética Forense Eduardo Campos trouxe uma contribuição fundamental ao combate à criminalidade em Pernambuco”, avalia o secretário Antônio de Pádua.

No Laboratório de Biologia Forense, por exemplo, o IGFEC realiza todas as análises periciais, identificando vestígios biológicos de vítimas e suspeitos de crimes – a exemplo de sangue, pele, esperma e fragmentos de tecido humano em geral. Já a Central de Custódia é a área responsável por armazenar todos os vestígios biológicos coletados pela Polícia Científica em locais de crimes e em vítimas atendidas nas unidades do IML.

Por sua vez, o Banco de Perfis Genéticos é responsável pelo armazenamento de perfis genéticos de vestígios oriundos de local de crime, vítimas, condenados e familiares de pessoas desaparecidas. “O banco de dados de perfis genéticos tem o poder de esclarecer crimes para os quais não há suspeitos”, explica a Gerente Geral de Polícia Científica, a perita criminal Sandra Santos.


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