PIB de Pernambuco cresce 1,9% no 1º trimestre


A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) e a Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco – Condepe/Fidem divulgaram, hoje, os números do levantamento sobre o Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco referente ao primeiro trimestre de 2018.

A preços de mercado, o PIB/PE alcançou R$ 45,1 bilhões em valores correntes, apresentando crescimento real de 1,9% no período de janeiro a março em relação ao mesmo período de 2017. Esse desempenho decorreu do comportamento agregado, no trimestre, dos três grandes setores econômicos: Agropecuária (12,1%), Indústria (0,9%) e Serviços (1,4%). Em termos comparativos, a economia pernambucana exibiu, recentemente, recuperação mais robusta que a da economia brasileira, tendo em vista seu crescimento de 1,9% nos últimos quatro trimestres, quando comparado ao do PIB nacional de 1,3%, nesse mesmo período.

O presidente da Agência Condepe/Fidem, Bruno Lisboa, afirmou que este é um resultado bastante positivo que coloca Pernambuco na ponta de lança dos estados do Nordeste. “Os números mostram a retomada do crescimento do Estado. Quando comparamos a outros estados do Nordeste, o salto do nosso estado é muito expressivo. O PIB do trimestre da Bahia foi de 0,6%, o de Pernambuco foi 1,9%, maior inclusive que o do Brasil, que foi de 1,2%”, informou.

De acordo com Bruno Lisboa, os números do PIB neste 1º Trimestre são reflexos dos investimentos do Governo de Pernambuco para assegurar o desenvolvimento econômico do estado. “Quando o Brasil consolidar seu crescimento, certamente Pernambuco terá papel de destaque. Mesmo nesse momento de crise, o Estado conseguiu ter esse protagonismo, acima do Brasil, sendo destaque no Nordeste”, comentou o presidente.

O PIB estadual registrou crescimento de 0,5%, no comparativo do 1º trimestre de 2018 com o trimestre imediatamente anterior, considerado o ajuste sazonal. Esse resultado refletiu o desempenho dos setores econômicos da Agropecuária (3,6%), da Indústria (-0,5%) e dos Serviços (0,5%), quando comparados ao 4º trimestre de 2017 e excluídos os efeitos da sazonalidade.


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