Ministério vai estudar uso de energia eólica e solar na Transposição

Estação elevatória em Cabrobó, no Sertão pernambucano (Foto: Divulgação)

Hoje, a energia que alimenta as estações elevatórias para conduzir a água da Transposição do Rio São Francisco pelos 200 quilômetros entre Pernambuco e Paraíba vem de ligações feitas com as instalações da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf). Isso deverá gerar um custo para os Estados – em Pernambuco poderá aumentar as contas de 8% a 10%. O Ministério da Integração Nacional estuda, porém, usar energia eólica ou solar para bombear a água no projeto.

A gestão está contratando, em parceria com o Banco Mundial, um estudo de viabilidade dessas fontes de energias consideradas não convencionais. A previsão é concluir este processo de contratação até o início do segundo semestre deste ano.

Inicialmente, como o Blog de Jamildo publicou mais cedo, o governo federal está bancando o sistema e depois repassará os custos para os governos que serão beneficiários da água da Transposição. Agora, só 35 mil pessoas em Pernambuco e 33 mil na Paraíba são atendidas pela água. A previsão é de que, quando a obra for concluída, abasteça 12 milhões de moradores também do Rio Grande do Norte e do Ceará.

O custo da energia não foi divulgado pela Integração Nacional nem quanto ficaria para cada estado. O ministério afirmou, porém, que neste momento de testes há um aumento de energia por ser necessário ligar e desligar bombas na suas parametrizações e automação várias vezes durante a semana.

Blog de Jamildo – JC


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