terça-feira, 17 de abril de 2012

Seguro-desemprego pedido pela terceira vez fica condicionado a curso

O decreto condicionando o recebimento do benefício à participação no curso foi publicado hoje (17) no Diário Oficial da União

Daniela de Lamare
Carteira de Trabalho / Emprego
O MEC deverá garantir a colocação desses trabalhadores, por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego

Brasília - O trabalhador que solicitar o benefício do Programa de Seguro-Desemprego a partir da terceira vez, dentro de um período de dez anos, terá de comprovar matrícula e frequência em curso de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional, habilitado pelo Ministério da Educação (MEC), com carga horária mínima de 160 horas.

O decreto condicionando o recebimento do benefício à participação no curso foi publicado hoje (17) no Diário Oficial da União.

O MEC deverá garantir a colocação desses trabalhadores, por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), considerando as vagas gratuitas disponíveis na rede de educação profissional e tecnológica.

As informações sobre as características dos trabalhadores beneficiados deverão ser encaminhadas periodicamente pelo MEC ao Ministério do Trabalho, para subsidiar as atividades de formação destinadas a esse público.

O seguro-desemprego do trabalhador sujeito à condicionalidade poderá ser cancelado no caso de descumprimento das regras previstas no decreto.

Christina Machado, da 

Passageiros aprovam internet sem fio do aeroporto de Recife




Passageiros que embarcam no Aeroporto Internacional Gilberto Freyre, em Recife (PE), aprovaram o serviço de acesso à internet sem fio, grátis e ilimitada. Disponibilizado desde o início do mês, o serviço também está sendo oferecido em outros terminais das cidades-sede da Copa do Mundo, em caráter de teste (operação assistida).

O gerente comercial Milton Aguiar, que estava retornando para São Paulo, ficou muito satisfeito com a nova opção. “Esqueci meu modem e resolvi usar a internet grátis do aeroporto. Estou conseguindo ver todos os meus e-mails com muito mais velocidade. Está mais que aprovado”, destacou.

Já Isaac Muniz, auxiliar administrativo, que ao lado de sua esposa aguardava o momento de embarcar para Natal, resolveu conferir as novidades das redes sociais. “Fiquei muito satisfeito. Além disso, o cadastro é bem simples, só pede informações básicas”, disse.

Como acessar?

A conexão, que a princípio está sendo oferecida pela credenciada TIM, será fornecida por três empresas habilitadas na convocação pública realizada em dezembro de 2011. À Infraero cabe oferecer a infraestrutura de rede, e tal ação faz parte do seu trabalho de aprimorar os serviços oferecidos aos passageiros. Para se conectar, o usuário deve buscar o sinal e abrir o navegador da operadora. O acesso é liberado após o preenchimento de um cadastro e o fornecimento do código do cartão de embarque. A internet sem fio grátis e ilimitada é uma evolução do sistema de internet grátis por 15 minutos.

Fonte: Infraero

Projetos de energia eólica devem receber R$ 8,9 bi do BNDES até 2016




Os projetos de energia eólica devem receber R$ 8,9 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) até 2016. A maior parte dos recursos deve ser liberada até 2014, segundo o gerente do departamento de fontes de energias alternativas do banco, Luis André d'Oliveira.
Entre 2005 e 2011, o banco já desembolsou R$ 4 bilhões para projetos no setor. Este ano, os desembolsos do banco para os empreendimentos eólicos devem girar entre R$ 2,8 bilhões e R$ 3 bilhões, em torno de 27% acima do liberado do ano passado (R$ 2,2 bilhões).

Segundo o gerente, os projetos de energia eólica na carteira total do banco somam R$ 12,9 bilhões entre 2005 e 2016, o que representa financiamento de 156 parques eólicos no período.

Os projetos em energia eólica demandam em torno de três anos, desde a elaboração até a chegada ao mercado. Mesmo o prazo relativamente longo não impediu a trajetória crescente de empréstimos do BNDES ao setor, que tem abocanhado cada vez mais participação nos leilões de energia, na análise de d'Oliveira.

"Em comparação com outras modalidades, como cogeração, geração térmica e PCHs, nós sentimos mais a presença de projetos de eólica dentro do banco", afirmou. Segundo ele, a modalidade vai impulsionar as liberações do departamento de energias alternativas do BNDES nos próximos anos.

O fato de alguns empreendimentos apoiados pelo banco operarem abaixo do previsto, em termos de produção de energia eólica, não preocupa o BNDES, segundo o gerente. Ele foi questionado sobre relatório do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), onde consta que, de 20 parques conectados diretamente ao Sistema Interligado Nacional (SIN), 14 estariam com fator de capacidade (índice de eficiência) inferior ao declarado inicialmente, considerando os últimos 12 meses encerrados em março de 2012, segundo apurou o Valor.

De 339 MWW médios de energia que os parques eólicos deveriam gerar, apenas 294 MW médios foram produzidos nos últimos 12 meses, uma diferença de 45 MW médios. " Ocorreram alguns problemas pontuais, que causaram o cenário", disse, citando, como exemplo, regime menos favorável na curva de ventos.

"É importante dizer que o BNDES, quando avalia os projetos de energia eólica, trabalha com geração de energia inferior à da garantia física do projeto", disse. Segundo ele, essa garantia física, normalmente, é estimada em 50% da produção efetiva.

"Trabalhamos com energia de 10% a 15% menor do que a energia estimada na garantia física", acrescentou. "Posso dizer que, dos projetos apoiados pelo banco, os empreendimentos estão até mesmo superando nossas expectativas iniciais de produção", afirmou.

Valor Econômico

Estado de Rondônia realiza chamamento público de estudos para PPP de unidade hospitalar

O Estado de Rondônia publicou, em 10 de abril de 2012, o Edital de Chamamento Público para manifestação de interesse no desenvolvimento de "estudos de implantação arquitetônica e análise da viabilidade técnica, legal e ambiental" de Unidade Hospitalar de Urgência e Emergência.

Este chamamento de empresas interessadas vincula-se ao Programa de PPP Hospitalar do Estado.

Os interessados na obtenção das devidas autorizações e maiores informações, sobre os contornos e pré-definições do projeto gerido pela Secretaria Estadual de Saúde, deverão encaminhar requerimento específico no prazo de 10 (dez) dias corridos, contados a partir da data da publicação do edital.

prazo para a apresentação dos estudos completos é de 60 (sessenta) dias e os custos incorridos pelos participantes para a apresentação dos estudos serão de "sua inteira e exclusiva responsabilidade, não fazendo jus a qualquer espécie de ressarcimento, indenizações ou reembolsos, nem a qualquer remuneração por parte do órgão solicitante".

Em breve, o Estado de Rondônia deverá publicar outro edital de chamamento público, que terá como objeto projetos de esgotamento sanitário da Companhia de Águas e Esgotos do Estado de Rondônia.

PPP Brasil

Governo poderá financiar banda larga rural





O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou nesta terça-feira (16) que o governo estuda liberar os financiamentos agrícolas para a compra de equipamentos de banda larga rural, quando as redes de 450 megahertz (MHz) começarem a funcionar. Segundo ele, até mesmo as linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) poderiam ser acessadas pelos pequenos agricultores para a compra de computadores e modems. As informações são da Agência Estado.

“O Banco do Brasil e o Ministério da Agricultura estão estudando essa liberação”, confirmou o ministro após participação em seminário do setor de telecomunicações. De acordo com Bernardo, essa parceria seria importante para tornar mais atrativa a faixa que será destinada à banda larga móvel rural.

O edital para a licitação do 450 MHz foi aprovado na última quinta-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o leilão deve ocorrer no começo de junho, junto com a frequência de 2,5 gigahertz (GHz) da telefonia 4G. Também na última quinta-feira, executivos da NetOne – que opera o serviço na Suécia – estiveram no gabinete de Bernardo e mostraram interesse em competir pela faixa.

“No caso da NetOne, o interesse seria apenas no 450 MHz. Já a Oi buscaria na faixa uma complementação para outras frequências”, comentou o ministro. Segundo ele, apesar de inicialmente ter havido rejeição por parte das companhias em relação à internet móvel rural – o que levou a Anatel a criar uma cláusula no leilão com a possibilidade de atrelamento à venda do 4G -, deve haver disputa pela faixa de 450 MHz.

“É fundamental que o serviço funcione. Hoje uma das demandas do produtor rural é estar conectado com o mundo para saber a previsão do tempo, a cotação do seu produto e ter assistência técnica, por exemplo”, completou Bernardo.

Agência Estado

País investe em produção de células-tronco


O Ministério da Saúde anunciou ontem um pacote de R$ 15 milhões para expandir a produção nacional e pesquisa de células-tronco embrionárias e adultas. Hoje, a maior parte das células e dos insumos utilizados em pesquisa é importada.

Pesquisadores afirmam, no entanto, que "só dinheiro não ajuda". Eles reclamam da burocracia para a importação e exportação de material e da dificuldade de manter pessoal qualificado em razão dos baixos salários.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, R$ 8 milhões serão investidos na reestruturação e qualificação de oito Centros de Tecnologia Celular. Três deles estão em atividade (Curitiba, Salvador e Ribeirão Preto) e cinco estão em construção.

É a primeira vez que o ministério destina verba específica para a melhoria dos centros, segundo Padilha. No pacote anunciado ontem, outros R$ 7 milhões vão para editais de pesquisa que serão abertos ainda neste ano.

Padilha disse à Folha que a ideia é que os centros se estruturem para a produção comercial de células-tronco. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já estuda pedidos nesse sentido.
Segundo ele, a prioridade será abastecer o mercado interno. "O que encarece e faz atrasar as pesquisas no Brasil são as importações de células-tronco. Por isso a gente quer suprir o mercado local, seja para as pesquisas, seja para o uso terapêutico."

A meta é que o Brasil também exporte essas células. "Isso depende de regulamentações, registros. Mas queremos dotar o país de capacidade para exportar."

Para Lygia da Veiga Pereira, professora associada do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva da USP, o valor que cada centro receberá (em torno de R$ 1 milhão) "não é um espetáculo", mas é bem-vindo.

"O grande problema que vivemos é com a burocracia. Não dá para continuar perdendo material biológico nos aeroportos porque precisa de um monte de selo", diz ela, que coordena pesquisa com células-tronco embrionárias.

"Ou as células não chegam ou chegam mortas", emenda a também professora da USP Patrícia Beltrão Braga, que estuda células-tronco extraídas da polpa do dente de leite. Ela diz que recentemente perdeu material biológico vindo da Alemanha, que estava numa caixa esterilizada, porque um técnico da Anvisa a abriu sem os cuidados necessários.

Stevens Rehen, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e pesquisador do Lance (Laboratório Nacional de Células-Tronco), também se queixa da dificuldade de manter pessoal qualificado nos laboratórios.

"Meus pesquisadores ganham R$ 2.000, R$ 2.500. Quando recebem uma proposta melhor, vão embora."

O secretário de Ciência e Tecnologia do ministério, Carlos Gadelha, reconhece os entraves regulatórios, mas diz que a pasta já está "construindo uma solução".
Segundo ele, um projeto-piloto começará a ser desenvolvido em alguns aeroportos brasileiros para agilizar a liberação de material de pesquisa importado.

Folha SP

Sebrae cria central de oportunidades para a Copa do Mundo

O Sebrae lançará um portal que reunirá as informações sobre a Copa do Mundo de 2014 e o andamento das obras em todas as cidades que vão sediar os jogos. A ideia é que o site funcione como uma bolsa de negócios e uma central de oportunidades para micro e pequenas empresas (MPE). O portal deve entrar no ar até o fim deste semestre. O anúncio foi feito pelo presidente da instituição, Luiz Barretto, durante o Seminário Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, realizado em Natal (RN), nesta segunda-feira (16), como parte do projeto Motores do Desenvolvimento, promovido pelo jornal Tribuna do Norte.

Durante a palestra intitulada Sebrae 2014 – Os Pequenos Negócios em Campo, Luiz Barretto apresentou as principais iniciativas da instituição com foco no mundial. Entre as estratégias de atuação, os programas Sebrae Mais, SebraeTec e Agentes Locais de Inovação (ALI) terão prioridade. “Queremos fazer um trabalho in loco de consultoria às empresas que vão aproveitar as oportunidades da Copa, através do ALI”, disse.

Em todo o país, estão sendo trabalhadas nove cadeias produtivas – Agronegócio, Comércio Varejista, Vestuário, Construção Civil, Madeira e Móveis, Produção Associada ao Turismo, Serviço, Tecnologia da Informação e Turismo -, identificadas como as que oferecem mais espaço aos negócios de pequeno porte. Somente no Rio Grande do Norte, a Copa de 2014 deve gerar 356 oportunidades de negócios, divididas em oito segmentos.

Segundo o presidente do Sebrae, um dos segmentos beneficiados é o da construção civil, em função das obras nos estádios e de mobilidade urbana e, no caso específico do Rio Grande do Norte, a construção do aeroporto de São Gonçalo do Amarante.

Na opinião de Barretto, a realização do mundial no Brasil poderá ser um marco para os micro e pequenos empreendimentos, que representam cerca de 99% das empresas brasileiras e são responsáveis por 15 milhões de empregos. “Esperamos uma herança positiva, com mais musculatura e mais força para as empresas de pequeno porte”, ressaltou. A aposta é que as MPE se desenvolvam a partir dos negócios gerados antes, durante e após o megaevento.

Ainda em relação ao legado, Luiz Barretto destacou que um dos pontos fundamentais da escolha do Brasil como sede da Copa são as melhorias logísticas e na infraestrutura brasileira, que beneficiariam as forças produtivas do país, especialmente o segmento das MPE, que respondem por 22% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

Da Agência Sebrae

RN: Caern mobiliza escolas de Acari em trabalho de Educação Ambiental

O objetivo é organizar a feira de ciências, que faz parte do projeto “Água é Vida”, prevista para o dia 27 de abril

As educadoras ambientais da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), Roberta Falcão e Marineida Oliveira, realizam ações de orientação sobre preservação ambiental nestas quarta (18) e quinta-feira (19), na cidade de Acari. A primeira atividade acontece às 14h da quarta, na Secretaria Municipal de Educação, quando haverá reunião com representantes de todas as escolas pertencentes ao município do Seridó, a 230 quilômetros de Natal. O objetivo é organizar a feira de ciências, que faz parte do projeto “Água é Vida”, prevista para o dia 27 de abril, momento no qual estudantes irão apresentar aquilo que aprenderam sobre preservação do Meio Ambiente, uso racional da água e as ações desenvolvidas no município.

Esta etapa é o que se chama de culminância, ponto alto de um trabalho que começou a ser feito em 19 de janeiro, pela área de Educação Ambiental da Caern com apoio da Assessoria de Comunicação Social da empresa, com a divulgação de cartazes, encontros com autoridades e distribuição de panfletos em locais estratégicos da cidade, além da divulgação em sistema de som móvel sobre a importância do uso correto da água, sem desperdícios. Participam desse esforço as escolas municipais Terezinha de Lourdes Galvão, Major Hortêncio de Brito, Porfírio Pires, Cipriano Santa Rosa, Cantídia Alba Pires, Creche Municipal Maria de Fátima Araújo e Centro Municipal de Ensino Rural com quatro unidades escolares, o que totaliza 10 estabelecimentos de ensino integrados a este trabalho.

O Projeto Água é Vida mobilizou noventa e seis professores e 1.257 estudantes desenvolvendo dentro e fora da sala de aula o tema água. Este trabalho específico junto às escolas está sendo desenvolvido desde 1°de março. E como preparação para a realização das ações, houve um encontro de Educação Ambiental no dia 29 de fevereiro no Municipal Clube de Acari, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde, que reuniu agentes de saúde com atuação nas zonas urbana e rural de Acari.

PALESTRAS - Roberta e Marineida farão palestras na manhã e tarde desta quinta-feira (19), na Escola Municipal Major Hortêncio de Brito. Para a secretária de Educação de Acari, Francinete Ferreira Souza, este projeto “é muito importante em virtude do município estar localizado no Semiárido, uma região seca. Ele veio provocar uma reflexão nos educadores e alunos sobre este tema tão relevante da preservação dos mananciais e o uso racional da água”.

Para a assistente social Roberta Falcão, “a escola é o espaço e o local onde o estudante dará sequência ao processo de socialização”. Segundo ela, comportamentos ambientalmente corretos devem ser aprendidos na prática, no cotidiano da vida escolar, no dia a dia contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis em Acari ou em qualquer outro lugar.

Fonte: Assimp Caern

PPP/MG :Casa de Cultura Gabriela Mendonça passa por restauro


Começou na ultima sexta, 13, o restauro da parede lateral da Casa de Cultura Gabriela Mendonça. A parede que teve parte de seu reboco descolada, recebeu aplicação de abobo, uma mistura de barro e madeira, técnica que era usada na época de sua construção.

A Casa de Cultura “Gabriella Mendonça”, situada a rua Comendador Baeta Neves, 68 – Centro, é uma construção do final do século XVIII em pedra e pau-a-pique, coberta de telhas. É um bem tombado como patrimônio cultural pelo município de Conselheiro Lafaiete. 

O sobrado onde funciona a Casa de Cultura, situado na antiga Rua Direita, é um dos poucos marcos, ainda de pé, da história queluziana e se prepara para passar por um processo de restauração completa, por meio de uma parceria público privada (PPP). 

A Casa da Cultura abriga a sede da Academia de Ciências e Letras de Conselheiro Lafayette, com a galeria de fotos de seus patronos, UBT – União Brasileira de Trovadores – Seção de CL; galeria permanente de artes plásticas Cavalheiro Marzano.

O imóvel possui 12 cômodos na parte superior e quatro em baixo, onde funcionava também a cozinha e a senzala dos escravos. Seu nome se deve a uma de suas ilustres moradoras, que ali faleceu em 12 de setembro de 1985, já octogenária: a professora Gabriela Mendonça que, depois de aposentada pela E.E. Domingos Bebiano, abriu em sua casa uma escola particular, a conhecida Escola da Tia Biela, onde diversas personalidades do município aprenderam as primeiras letras.

Hoje, a Casa de Cultura Gabriela Mendonça abriga a Secretaria Municipal de Cultura e também é cenário de várias exposições e manifestações culturais ,como encontro de congado e folia de reis. 
A galeria também tem programação ativa, com mostras artísticas durante todo o ano.

MG: Tecnologia e humanização são destaques na PPP Penitenciária



Primeira unidade prisional de gestão público-privada é mineira e será inaugurada em quatro meses
Divulgação/Seds MG
Quarenta detentos trabalham atualmente nas obras do complexo penitenciário
Quarenta detentos trabalham atualmente nas obras do complexo penitenciário
Atendimento médico com intervalo máximo de 45 dias, tecnologias de ponta para monitoramento de presos e metas para impedimento de fugas e outros eventos graves, com desconto do repasse feito pelo Estado ao parceiro privado.

Esses são apenas alguns dos indicadores a serem cumpridos pela concessionária GPA na gestão do primeiro complexo penitenciário construído por parceria público-privada (PPP) do Brasil. O complexo será instalado em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e a previsão é que comece a ser ocupado na segunda quinzena de agosto.

Serão 3.040 vagas, divididas em cinco unidades com capacidade para 608 presos. A primeira inauguração será de apenas uma, mas outras duas unidades também entrarão em funcionamento até o final do ano.

Na PPP prisional, todo o serviço prestado à população presa, como assistência médica, odontológica, jurídica, segurança interna, alimentação e uniformes, fica à cargo do parceiro privado.

O Estado, por sua vez, é responsável pela fiscalização desses serviços, além da segurança de muralha e externa ao complexo. “Em cada unidade há um gerente de operações do parceiro privado e um diretor público de segurança, responsável pelas questões disciplinares, o que é uma função indelegável”, explica o coordenador da unidade setorial de PPP da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), Marcelo Costa.

Todo investimento para construção e operação do Complexo Penitenciário é feito pelo parceiro privado. A contraprestação dada pelo Estado depende dos resultados obtidos em 380 indicadores, que podem receber uma nota entre zero (pior desempenho) e um (resultado máximo).

Dessa forma, avalia-se, por exemplo, a inserção de presos em postos de trabalho, a oferta de cursos profissionalizantes, a quantidade e qualidade do atendimento de saúde, entre outros.
“A não realização de obrigações são indicadores e, juntas, formam o valor que o Estado deverá descontar do pagamento mensal”, afirma Marcelo Costa.


Novas tecnologias

Associar recursos tecnológicos com a ressocialização é considerado pelo coordenador de PPP da Seds como a essência do contrato. Na nova unidade haverá, por exemplo, sistemas de sensoriamento de presença, controle de acesso de um ambiente para o outro, comando de voz e Circuito Fechado de Televisão (CFTV) em todo o complexo. “Com oferta de trabalho, estudo, saúde e controle da segurança, a possibilidade de obter sucesso é muito maior”, avalia.


Detentos trabalham nas obras

A cada dia pode-se perceber o avanço das obras do Complexo Penitenciário, que ficará próximo a outra unidade administrada pela Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi), a Penitenciária José Maria Alkimin (PJMA). A base já foi toda feita e, agora, está na fase de montagem das edificações. Na primeira unidade que será inaugurada, o pavilhão já está quase todo fechado.
Há, hoje, cerca de 800 pessoas trabalhando nas obras, entre eles 40 detentos. É o mesmo número de profissionais que serão empregados diretamente, quando o complexo estiver pronto.

Agência Minas

RS: Falta de comitê das PPPs trava a modernização da rodoviária


Blog Porto Imagem

O deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) defende desoneração para indústria da construção

O deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) defendeu, nesta terça-feira, o enquadramento da indústria da construção no programa de desoneração da folha de pagamento anunciado pelo governo no início do mês. A medida faz parte do pacote de R$ 60 bilhões em incentivos para 11 setores industriais.

Segundo Jardim, a substituição da contribuição previdenciária patronal de 20% por uma alíquota entre 1% e 2% sobre o faturamento das empresas é uma reivindicação de entidades ligadas o setor da construção, dentre elas a ABCE (Associação Brasileira dos Consultores em Engenharia), Sinaenco (Sindicato da Arquitetura e da Engenharia) e CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).

"Essas entidades querem para a indústria da construção o mesmo tratamento que o governo está concedendo aos 11 setores incluídos no pacote de estimulo ao setor industrial, que faz parte do Plano Brasil Maior", afirmou o deputado, que participou ontem (16) do "Seminário Internacional Parcerias para o Desenvolvimento -PPPs e Concessões", promovido pela ABCE e Sinaenco.

Arnaldo Jardim diz que o "alívio na folha de pagamento" da indústria da construção dará um novo impulso ao setor, que é composto por construtoras e fabricantes de materiais (cimento, aço, vidro) e implementos.
Autor: Luis Zanini

JusBrasil

Estreia da Bolsa Verde do Rio será com créditos de carbono

A Bolsa Verde do Rio de Janeiro (BVRio), criada para negociar créditos de ativos ambientais, terá sua primeira operação durante a Rio+20

Ediel Rangel/Wikimedia Commons
Árvore
O mercado de crédito de carbono foi proposto pelo Protocolo de Quioto, que previu metas de redução da emissão de gases de efeito estufa para empresas e governos

Rio de Janeiro – A Bolsa Verde do Rio de Janeiro (BVRio), criada para negociar créditos de ativos ambientais, terá sua primeira operação durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). Segundo o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, a primeira transação será a negociação de créditos de carbono emitidos durante o encontro internacional, que ocorrerá em junho deste ano.

“Já está sendo feito o cálculo e a primeira operação será na Rio+20, com empresas que vão comprar ações que comprovadamente abatem a totalidade das emissões geradas pela conferência, inclusive o transporte das delegações estrangeiras e todas as atividades”, disse Minc, em evento sobre a Rio+20 na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Além de créditos sobre a emissão de gases de efeito estufa (créditos de carbono), a BVRio também negociará créditos para outros problemas ambientais, como o desmatamento e a emissão de poluição em corpos hídricos. A bolsa, criada no fim do ano passado, é uma entidade sem fins lucrativos que funcionará com o apoio da prefeitura do Rio e do governo fluminense.

“A bolsa vai permitir que setores da economia que tenham custo mais alto para a redução das emissões comprem créditos de setores que tenham custos mais baixos”, disse Minc.

O mercado de crédito de carbono foi proposto pelo Protocolo de Quioto, que previu metas de redução da emissão de gases de efeito estufa para empresas e governos. O mercado permite que empresas que não emitem ou emitem menos gases de efeito estufa coloquem à venda ações na bolsa de valores.

Cada ação corresponde a um determinado volume de gases de efeito estufa que deixou de ser emitido. Empresas que emitem muitos gases de efeito estufa podem comprar essas ações para atingir as metas propostas, como se elas próprias estivessem cortando suas emissões.

Segundo o secretário, durante a Rio+20, também será inaugurado o primeiro dos dois distritos verdes que serão criados no estado. O Distrito Verde tecnológico funcionará na Ilha de Bom Jesus, ao lado da Cidade Universitária do Rio, e terá espaço para a instalação de dez centros de pesquisas em tecnologia limpa. As duas primeiras empresas a se instalarem nesse distrito serão a L'Oreal e a GE.

O segundo Distrito Verde - industrial - só será inaugurado depois da Rio+20 e funcionará na cidade de Itaguaí, na região metropolitana do Rio. “Serão empresas também ligadas à tecnologia limpa. Nesse caso, já estão interessadas [em se instalar] uma empresa chinesa ligada à energia eólica e uma espanhola que vai fazer equipamentos para energia solar, como painéis e conversores”, disse.

Vitor Abdala, da 

MG: Consulta Pública PPP RESÍDUOS SÓLIDOS


Consulta pública referente à concessão administrativa para transbordo, tratamento e disposição final de resíduos sólidos na RMBH e Colar Metropolitano.

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado Extraordinária de Gestão Metropolitana (SEGEM), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDE), Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte (ARMBH) e Unidade Central de Parcerias Público-Privadas, lançaram nesta segunda-feira (16/04) a consulta pública do edital e respectivos anexos, referentes ao futuro processo de licitação de parceria público-privada, para transbordo, tratamento e disposição final de resíduos sólidos na RMBH e Colar Metropolitano.

Todos os documentos se encontram disponibilizados no endereço eletrônico da Unidade PPP (www.ppp.mg.gov.br) e da SEGEM (www.metropolitana.mg.gov.br) para que os interessados possam enviar suas sugestões e comentários que visem o aprimoramento do seu conteúdo. As contribuições do público serão recebidas no endereço eletrônico rsu@ppp.mg.gov.br até o dia 28 de maio de 2012.

Unidade PPP Minas

Estado de São Paulo inicia chamamento público para PPP de moradias de interesse social



O Estado de São Paulo, por intermédio do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas (CGPPP), da Secretaria de Habitação e da Agência Paulista de Habitação Social (CASA PAULISTA), publicou o Chamamento Público nº 4/2012 para "estudos técnicos e modelagem de projetos de Parceria Público-Privada (PPP) de Habitação de Interesse Social".

O foco do chamamento envolve a oferta de novas unidades habitacionais na região central da cidade de São Paulo. A premissa é que há um grande número de imóveis subutilizados nessa região. O Estado de São Paulo conta com a iniciativa privada para localizar as oportunidades para uma PPP voltada à requalificação da área a partir da oferta de habitação, além de incrementos à qualificação dos espaços públicos, dos equipamentos sociais e da otimização da oferta de transporte coletivo.

A futura PPP terá o seguinte objeto: projetos e obras concernentes com a oferta de moradias de interesse social, mediante nova implantação ou reforma de imóveis existentes; projeto e implantação de infraestrutura e de equipamentos sociais e de serviços; financiamento habitacional nas condições da HIS; gestão da carteira de mutuários; administração condominial; trabalho social de pré e pós-ocupação; incluindo a capacitação para gestão condominial e demais serviços de apoio ao adequado provimento da função moradia. O projeto prevê a oferta de 10.000 unidades habitacionais, destinadas à população alvo, na área central da cidade de São Paulo.

A região central foi dividida em 6 (seis) setores e os estudos de viabilidade deverão ser realizados em cada uma das seguintes regiões: A: FERROVIA - SETOR OESTE; B: REPÚBLICA / BELA VISTA; C: LIBERDADE / BRÁS; D: INDÚSTRIAS CAMBUCI / MOOCA; E: FERROVIA - SETOR LESTE; F: INDÚSTRIAS BELÉM.
O valor total do ressarcimento aos autores dos estudos selecionados pelo Estado, por setor, será de R$ 1.500.000,00 (hum milhão e quinhentos mil reais). O pedido de autorização para a realização dos estudos deve ser feito no prazo de 30 dias, contados da data da publicação do chamamento (17 de abril). Inteiro teor do chamamento: partes 1, 2 e 3.

PPP Brasil

Pernambuco participa de feiras na Dinamarca e Alemanha


Fotos: Divulgação Ewea

Até a próxima quarta-feira (25), Pernambuco participa de duas feiras internacionais, uma no setor de energia eólica e outro na área industrial. O Estado está sendo representado pelas secretarias de Desenvolvimento Econômico (SDEC) e de Recursos Hídricos e Energéticos.

Em Copenhagen, na Dinamarca, está acontecendo a Europe’s Premier Wind Energy Event (EWEA) 2012. O evento, que começou nesta segunda (16) segue até quinta (19), está sendo realizado pela Associação Europeia de Energia Eólica e reúne, em exibições e seminários, as principais empresas e organizações do setor eólico.

De acordo com a SDEC o nordeste brasileiro conta com 78% de todos os projetos de energias renováveis e o estado de Pernambuco, com o Complexo Portuário Industrial de Suape, é considerado porta de entrada para os países da América do Norte, Europa, África e Ásia.

Pernambuco tem, ainda, localização geográfica privilegiada por estar situado entre a Bahia, o Ceará e Rio Grande do Norte, estados que possuem as maiores jazidas de vento do país. Os técnicos pernambucanos já saíram do Brasil com várias reuniões agendadas e a expectativa é atrair empresas interessadas em consolidar o polo industrial de energia eólica no Estado.



A outra particação pernambucana será na Hannover Messe, maior feira industrial do mundo, na Alemanha. O evento comecerá na próxima segunda-feira (23) e receberá empresas de diversos segmentos, que são considerados prioritários para Pernambuco, a exemplo do naval, do automobilístico e metalmecânico, além do setor eólico.

O Complexo Industrial e Portuário de Suape e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) também participam dos dois encontros. Os órgão também divulgarão os atrativos estaduais, como a política de incentivos fiscais que inclui a redução de 75% no imposto de renda e isenção de outros impostos específicos para o setor eólico.

por peinvestimento

Recife: Prefeito João da Costa apoia obra no Cais José Estelita

Prefeito afirmou que deve aprovar projeto do Novo Recife e ressaltou que cidade ganhará com o plano de compensação

 / Foto: Igo Bione/JC Imagem

Foto: Igo Bione/JC Imagem

Diante da polêmica em torno do projeto urbanístico que o consórcio formado pela Moura Dubeux, Queiroz Galvão, Ara Empreendimentos e GL Empreendimentos deseja construir no terreno ao lado do Cais José Estelita, o prefeito João da Costa (PT) sinalizou que a prefeitura aprovará o projeto para a construção. O argumento levantado pelo chefe do Executivo municipal é que as empresas envolvidas vão investir R$ 20 milhões em ações compensatórias para a cidade.


"O plano diretor e a lei de uso do solo urbano existem na cidade, o prefeito tem que se submeter a essa lei. Mas a gente quando tem empreendimento de impacto exige compensação. 

Os empreendedores lá estão comprometidos em ações que chegam a R$ 20 milhões e isso foi uma condição que nós colocamos", assegurou o prefeito, durante entrevista coletiva na sede do PT municipal. João da Costa fez questão de deixar claro que as prioridades para investimentos foram pactuadas diante das necessidades do Centro do Recife.

Obras viárias estão no topo da lista. Uma alça, partindo do Viaduto Capitão Temudo, cairá dentro do Novo Recife, de onde partirá uma via para o bairro da Ilha do Leite. Atualmente, destaca o representante do consórcio, Eduardo Moura, há apenas uma entrada para o bairro, pela pista local da Avenida Agamenon Magalhães. 

"Esse acesso extra facilitará o trânsito que está caótico na região do centro médico", afirma. Ruas que ligarão a Avenida Sul ao cais fazem parte do acordo e estão incluídas no valor empenhado pelo consórcio, além de uma ciclovia de 1,5 quilômetro de extensão entre a Avenida Dantas Barreto e o Capitão Temudo.

A prefeitura fará a administração de um centro cultural abrigado nos galpões próximos ao Forte das Cinco Pontas. Restaurado pelo consórcio, o espaço vai disponibilizar cafés, livrarias, lojas de artesanato e um memorial, solicitado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan) para destacar a importância das ferrovias. 

Os empreendedores também se comprometeram em reformar a Igreja de São José. Fechada há mais de um ano, a obra não poderia ser realizada com recursos federais porque a matriz não está incluída na lista dos imóveis sob responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Em conversa com o arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, o prefeito decidiu incluir a reforma no leque de compensações. Dos 101,7 quilômetros quadrados que compõem a área total do Novo Recife, 36 mil metros quadrados serão de área verde pública.

Do Jornal do Commercio

Recife: Via Mangue já ganha forma com 20% das obras concluídas

No mês de maio, deve ser liberado o alargamento do Capitão Temudo, 1ª etapa do projeto

A Via Mangue, corredor viário expresso em construção na Zona Sul do Recife, começou a ganhar forma. Em pelo menos cinco frentes de trabalho criadas para viabilizar as chamadas segunda e terceira etapas do futuro corredor já é possível visualizar as obras e perceber que o projeto que a prefeitura tenta executar há mais de dez anos está a todo vapor.

Atualmente, a Via Mangue tem 20% das obras executadas e no próximo mês deve liberar a primeira intervenção que faz parte do complexo viário: o alargamento do Viaduto Capitão Temudo, no sentido Boa Viagem-Olinda.

O trecho do viaduto que está sendo alargado e será liberado ao tráfego de veículos compreende 207 metros. O Capitão Temudo ganhará mais uma faixa para quem sai de Boa Viagem em direção à Avenida Agamenon Magalhães. Hoje, o elevado está duplicado, mas apenas a partir da alça de saída do Bairro da Cabanga. A ampliação vai facilitar a circulação dos veículos que utilizarão a Via Mangue para sair da Zona Sul.

Uma das obras que também chamam a atenção de quem passa pelo Cais José Estelita, a alça da Rua Saturnino de Brito, na Cabanga, irá permitir o acesso à Via Mangue dos veículos que trafegam pelo Viaduto Capitão Temudo no sentido Olinda-Recife.

Ela será a ligação com a futura ponte estaiada que marcará o início do corredor viário. A previsão é que seja concluída em outubro.

Mais adiante, a alça viária de acesso ao RioMar Shopping se destaca. A ligação está sendo construída pelos empreendedores do centro de compras e faz parte das ações mitigadoras exigidas pela Prefeitura do Recife para compensar a construção do empreendimento.

A alça permitirá que os veículos que optarem por usar a Via Mangue tenham condições de entrar e sair do shopping.

Entrando em Boa Viagem, também na Zona Sul, encontra-se a parte mais complexa da intervenção – um conjunto de quatro viadutos que interligará o futuro corredor às margens dos Canais de Setúbal e Jordão.

A ligação com as marginais ampliará a capacidade da Via Mangue como corredor viário, permitindo que, por ela, se chegue a Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife.

“De forma geral a obra está em excelente andamento. No fim do ano deveremos entregar o complexo de elevados e o corredor completo, em setembro de 2013. Todo o cronograma está mantido”, afirma a presidente da Empresa de Urbanização do Recife, Débora Mendes.

O viaduto que está mais avançado dará acesso à margem leste do Canal de Setúbal. Outros dois elevados estão sendo erguidos para se ligarem ao Canal do Jordão.

O futuro corredor terá cinco quilômetros, começando no Pina e seguindo até a Avenida Antônio Falcão, em Boa Viagem. Três habitacionais já foram construídos para receber mil famílias. Outras 200 também deixarão moradias sub-humanas. O projeto custa, por enquanto, R$ 433 milhões.

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Obras da Via Mangue já dão forma ao novo complexo viário
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Reife: Consórcio licita boxes e lanchonetes dos novos terminais integrados

O Grande Recife Consórcio de Transporte informa que está disponível em seu site a Licitação de concorrência para Permissão de Uso de espaços para exploração comercial nos novos terminais integrados de ônibus. A recepção e a abertura dos envelopes serão realizadas no dia 15 de maio de 2012, às 14h, no Ginásio de Esportes da Secretaria Estadual de Educação, localizado na Av. Afonso Olindense n.º 1513, bairro da Várzea.

A licitação abrange a disponibilização de boxes e lanchonetes construídos nos terminais integrados do Aeroporto (já inaugurado) Tancredo Neves, Xambá e Cajueiro Seco (a serem inaugurados). Ao todo são seis boxes, três no Terminal Integrado Tancredo Neves e três no Terminal Integrado do Cajueiro, e quatro lanchonetes, uma em cada terminal.

Podem concorrer ao processo licitatório pessoas físicas e jurídicas. Serão contemplados aqueles que fizerem a maior oferta de preço para o pagamento da remuneração mensal da Permissão de Uso de Bem Público. E apenas um único box ou lanchonete será concedido ao licitante, independentemente do terminal escolhido. O prazo da concessão é de cinco anos, podendo ser prorrogado por igual período.

Todos os documentos necessários para a composição dos envelopes, a serem entregues pelos licitantes, estão especificados no Edital que está disponível na página web do Grande Recife, www.granderecife.pe.gov.br, ou ainda, pode ser adquirido na sede do Consórcio, localizado no Cais de Santa Rita, nº 600, bairro de Santo Antônio, sob taxa de R$ 10.

A divulgação do resultado, após análise realizada pela Comissão de Licitação do Grande Recife, será feita através do Diário Oficial, da página do Consórcio e dos meios de comunicação de grande circulação.

SERVIÇO

Recepção e Abertura dos Envelopes
Data: 15/04/2012
Horário: 14h
Local: Ginásio de Esportes da Secretaria Estadual de Educação - Av. Afonso Olindense n.º 1513, bairro da Várzea.
Nº de Boxes licitados: 6 (seis)
Nº de Lanchonetes licitadas: 4 (quatro)
Terminais Integrados: Aeroporto (já inaugurado), Tancredo Neves, Xambá e Cajueiro Seco (a serem inaugurados).

Grande Recife Consórcio 

Veja as cidades que mais criaram empregos e as que mais fecharam vagas no 1º trimestre de 2012


Capitais dominam geração de vagas, e municípios do interior de SP, PB e AL eliminam postos

As capitais lideram o ranking de cidades brasileiras com maior saldo positivo na criação de empregos nos primeiros três meses deste ano. Nas dez primeiras colocações, oito são capitais, com São Paulo em primeiro, o Rio de Janeiro em segundo e Belo Horizonte em terceiro. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

Na capital paulista, as admissões superaram as demissões em quase 48 mil postos de trabalho no primeiro trimestre. Na Cidade Maravilhosa, o saldo de vagas chegou a 16,7 mil e, em Belo Horizonte, a diferença entre contratações e cortes ficou positiva em 16,2 mil empregos.

Em um ranking dominado por capitais nas primeiras dez colocações, apenas Franca, em 7º, e Campinas, em 8º lugar, são as exceções.

A 100 km da capital paulista, o mercado de trabalho campineiro registrou saldo positivo de 5.484 vagas de emprego no primeiro trimestre, enquanto Franca, conhecido polo calçadista no Nordeste paulista, admitiu 7.399 mais trabalhadores que demitiu.

Por outro lado, as cidades do interior do país, sobretudo de São Paulo, Alagoas, Paraíba e Pernambuco, foram as que mais fecharam vagas de trabalho e tiveram os piores saldos de emprego no primeiro trimestre.

A liderança do ranking pertence a Matão, na região central de São Paulo. No primeiro trimestre, a cidade fechou 5.851 vagas de trabalho. Perto dali, em Bebedouro (SP), o saldo negativo de empregos ficou em 5.800. A alagoana Coruripe é a terceira do ranking, com as demissões superando as contratações em 4.281 vagas.

Nesta lista, vale destacar a posição de Maceió (AL) – única capital entre as 20 cidades que mais fecharam vagas nos primeiros três meses do ano. A capital de Alagoas está em 14º lugar na lista das que mais demitiram, com saldo negativo de 1.989 postos de emprego no primeiro trimestre.

Veja as cidades que mais criaram vagas no
1º trimestre de 2012
PosiçãoCidadeSaldo de vagas
1São Paulo (SP)47.974
2Rio de Janeiro (RJ)16.733
3Belo Horizonte (MG)16.286
4Curitiba (PR)12.546
5Brasília (DF)11.044
6Goiânia (GO)9.558
7Franca (SP)7.399
8Campinas (SP)5.484
9Recife (PE)5.400
10Salvador (BA)5.375
11Santa Cruz do Sul (RS)5.178
12Porto Alegre (RS)5.177
13Blumenau (SC)4.918
14Joinville (SC)4.463
15Uberlândia (MG)4.299
16Maringá (PR)4.298
17Ribeirão Preto (SP)4.081
18Pontal (SP)3.898
19Londrina (PR)3.762
20Guarulhos (SP)3.730
Fonte: Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do TEM (Ministério do Trabalho e Emprego)

Veja as cidades que mais fecharam empregos no
1º trimestre de 2012
PosiçãoCidadeVagas fechadas
1Matão (SP)5.851
2Bebedouro (SP)5.800
3Coruripe (AL)4.281
4Santa Rita (PB)2.937
5Sirinhaem (PE)2.624
6Rio Largo (AL)2.537
7São Miguel dos Campos (AL)2.467
8Igarassu (PE)2.416
9Vicência (PE)2.300
10Monte Azul Paulista (SP)2.175
11Colônia Leopoldina (AL)2.123
12Goiana (PE)2.065
13São José da Lage (AL)1.990
14Maceió (AL)1.989
15Campo Alegre (AL)1.955
16Barra de Guabiraba (PE)1.795
17Baia Formosa (RN)1.741
18Penedo (AL)1.730
19Camutanga (PE)1.725
20Jequiá da Praia (AL)1.692
Fonte: Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do TEM (Ministério do Trabalho e Emprego)


R7

Bernama: PPP projects to accelerate domestic economy: Nor Mohamed

KUALA LUMPUR - Public Private Partnership (PPP) projects can accelerate the domestic economy, if external factors become uncertain, says the Minister in the Prime Minister's Department, Tan Sri Nor Mohamed Yakcop.

He said the PPP had recorded projects worth RM65 billion last year, exceeding the RM30 billion key performance index (KPI) target set by the government.

"This year, the government has established RM50 billion in PPP projects. But I am confident that the PPP can achieve more," he told reporters after officiating the International PPP and Infrastructure Summit and Exhibition 2012 here, today.

He said among the main PPP clusters for this year is education, with six projects remaining to be approved for UiTM and valued at about RM300 million each.

Meanwhile, in his keynote address, Nor Mohamed hoped that the two-day summit and exhibition will provide ample opportunities, for the sharing of fresh new ideas and developing a better understanding of PPPs.

"Governments worldwide face the challenge to provide infrastructure and services in the appropriate quantity and quality. With specific KPIs in place, governments are also increasingly under pressure to deliver results with limited resources.

"Therefore, knowing how to leverage know-how and finance for investment in infrastructure and services is essential," he added.

myshinchey.com

Programa de reaproveitamento de alimento de PE serve de modelo

Banco de Alimentos já beneficiou quase 300 entidades.
Representantes da Sudeco devem levar inciativa para o Centro-Oeste.





Uma iniciativa pernambucana que reaproveita alimentos que muitas vezes iam parar no lixo pode virar modelo para outros estados brasileiros. O Banco de Alimentos, que funciona na Ceasa, no Recife, recebeu, na segunda-feira (16), a visita de representantes da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco).

A comitiva formada por membros da Sudeco foi recebida pelo gerente do Banco de Alimentos e o presidente da Fecomércio de Pernambuco, Josias Albuquerque. Toda a estrutura do programa, desde o setor de armazenamento até a sessão de distribuição, foi apresentada à comissão, que pretende aplicar a ideia na região Centro-Oeste do Brasil.

“Nós estamos reproduzindo essa experiência exitosa , do Sesc e do governo do estado, no sentido de oferecer essa segurança alimentar através do Banco de Alimentos também no Centro-Oeste. Experiências exitosas tem que ser copiadas, sim, e é isso que nós vamos fazer”, contou Marcelo Dourado, superintendente da Sudeco.

Criado há dez anos, o programa já distribuiu mais de 15 mil toneladas de alimentos. Só no ano passado, 292 entidades e 18 comunidades carentes foram beneficiadas em todo o estado. Todas as doações passam por uma seleção. Em seguida, os alimentos são separados e colocados em sacos. Apenas as instituições cadastradas recebem os benefícios.

De acordo com o gerente do programa, Fernando Soares, qualquer empresa ou comerciante pode ajudar. “Pode-se dirigir diretamente ao banco ou através do telefone 3421-6090, que a gente vai buscar no local, na fonte de doação”, explicou.

Do G1 PE

Prédio luxuoso é construído para resistir ao fim do mundo


Com cinema e academia, o empreendimento está a 53 metros abaixo da terra

por Redação Galileu
Editora Globo
Prédio terá 14 andares e 53 metros abaixo da terra // Crédito: divulgação

Nos subterrâneos de um antigo depósito de mísseis, no Kansas, arquitetos estão empenhados em construir um prédio tão resistente que poderá manter-se de pé mesmo com o fim dos tempos. Quando estiver pronto, o Survival Condo será capaz de deixar seus moradores completamente protegidos de ataques terroristas, pandemias, erupções solares e até escassez de alimentos.

Mas não basta ser resistente, os apartamentos também contarão com algumas mordomias um tanto quanto luxuosas: cinema, piscina aquecida, academia e até uma biblioteca. Tudo para ajudar os seres humanos a viverem confortavelmente em 14 andares, a 53 metros abaixo da terra.

Editora Globo
Os apartamentos serão equipados com artigos de luxo // Crédito: divulgação

A busca por alimentos também não será um empecilho. Quem estiver disposto a desembolsar R$ 3,65 milhões – preço de um apartamento – poderá usufruir de peixes e vegetais em quantidades suficientes para alimentar 70 pessoas ao longo de 5 anos. Isso porque o condomínio também terá uma fazenda artificial instalada em seu interior.

Editora Globo
As áreas de lazer envolvem piscina aquecida, cinema e academia // Crédito: divulgação

Além disso, sistemas complexos proporcionarão fornecimento de energia a partir de fontes de energia convencional, como geradores e moinhos de vento, e grandes reservatórios de água estão sendo instalados para reter água pré-filtrada através de carvão e areia.


Editora Globo
Construída nos anos 60, o depósito de mísseis foi feito para aguentar uam explosão nuclear // Crédito: divulgação

Os moradores do Survival Condo não precisarão sequer sair de suas casas luxuosas para procurar remédio. Um hospital e uma escola também fazem parte do projeto do condomínio, embora só comecem a funcionar em caso de catástrofe.

E se você pensa que viver embaixo da terra é uma realidade bizarra demais, saiba que nem bem as construções começaram e o condomínio já tem quatro unidades vendidas. Em outras palavras, por uma bagatela de R$12,7 milhões, quatro famílias estarão tomando vinho no conforto de suas salas em pleno fim do mundo.

Via Daily Mail

Cidade neozelandesa destruída por tremor terá igreja de papelão


A Igreja Anglicana da Nova Zelândia vai construir uma catedral temporária feita de papelão na cidade de Christchurch, devastada por um terremoto no ano passado, enquanto trabalha no projeto de um prédio permanente para o marco histórico de 131 anos.

A catedral da era vitoriana, de estilo gótico, que dominava a praça central da cidade, foi seriamente danificada no terremoto de fevereiro de 2011, e está sendo demolida.
A substituta, uma estrutura em "A" desenhada pelo arquiteto japonês Shigeru Ban, será construída no local de outra igreja histórica, que também foi destruída no terremoto de magnitude 6,3.

"A Catedral de Transição é um símbolo de esperança para o futuro desta cidade, além de ser sustentável e acessível", disse o porta-voz Richard Gray.
A catedral provisória será composta de tubos de papelão, vigas de madeira, aço estrutural e um bloco de concreto, e deve durar mais de 20 anos. A expectativa é de que seja concluída a tempo para as missas de Natal em dezembro.

Associated Press
Desenho mostra proposta para fachada de igreja de papelão que substituirá a catedral Christchurch
Desenho mostra proposta para fachada de igreja de papelão que substituirá a catedral de Christchurch

Ban é conhecido por suas estruturas de papel reforçado e papelão e projetou uma "igreja de papel" similar após o terremoto de Kobe, em 1995, no Japão.
A catedral de Christchurch era um local favorito de encontro e uma atração turística, mas qualquer chance de salvá-la foi destruída pelos vários tremores pós-terremoto que causaram mais danos.

A Nova Zelândia terá que gastar o equivalente a 16,5 bilhões de dólares para reconstruir a sua segunda maior cidade, cujo centro continua fora de acesso mais de um ano após o terremoto. Quarteirões inteiros foram reduzidos a apenas terra.
No entanto, milhares de tremores, alguns com magnitudes de até 6, adiaram qualquer reconstrução.

France Presse
Fotos mostram a catedral de Christchurch antes e depois do terremoto de fevereiro de 2011
Fotos mostram a catedral de Christchurch antes e depois do terremoto de fevereiro de 2011


DA REUTERS

INICIADO REMANEJAMENTO DE ADUTORA NA ARENA PERNAMBUCO



Um trecho da Adutora de Tapacurá, em São Lourenço da Mata, no Grande Recife, está sendo remanejado pela Compesa. A obra, iniciada há pouco menos de um mês, consiste na implantação de 1.800 metros de novas tubulações, que agora passarão a ser subterrâneas. Atualmente, um trecho aéreo da adutora corta o terreno onde está sendo construída a Arena Pernambuco. O investimento total é de aproximadamente R$ 10 milhões, com recursos do Ministério da Integração Nacional e do governo do Estado. A previsão é concluir os trabalhos em agosto deste ano.

De acordo com o diretor Regional Metropolitano da Compesa, Rômulo Aurélio, o grande objetivo da obra é não mais deixar aparente o trecho da adutora que corta a Arena. “Hoje, 85% da tubulação que passa pelo terreno do estádio é visível. Para que isso não ocorra mais, vamos enterrá-la a uma profundidade de pouco mais de 1 metro. Ela será assentada paralela a adutora existente, distante cerca de 10 metros”, explica.

O trecho que está sendo remanejado pela Compesa fica localizado à margem direita da BR-408, na altura entre o Terminal Integrado de Passageiros (TIP) e a sede de São Lourenço. Até agora, já foram assentados mais de 100 metros de tubulação, feita em aço e com 1.600mm de diâmetro. A obra é acompanhada de perto pelo Itep (Instituto de Tecnologia de Pernambuco), que realiza todo o controle tecnológico referente aos revestimentos internos e externos das tubulações, assim como o trabalho de soldagem.

Antes de entrar em operação, o novo trecho da adutora precisará ser interligado. Para isso, a Compesa irá programar algumas paralisações no Sistema Tapacurá, o que vai ser previamente comunicado à população.

A Adutora de Tapacurá é hoje responsável por 30% do abastecimento do Recife e de toda a cidade de Camaragibe. Com aproximadamente 28 quilômetros de extensão, foi implantada pela Compesa na década de 70. Atualmente, é a única adutora feita de concreto protendido em operação no Brasil.

NÚMEROS DA OBRA
28 mil metros – é a extensão total da Adutora de Tapacurá
1.800 metros – é a extensão do trecho que está sendo remanejado
108 metros – é a extensão do trecho que já foi remanejado
1.600 milímetros – é o diâmetro da tubulação
1,3 metro – é a profundidade em que estão sendo assentadas as novas tubulações
10 metros – é a distância entre o antigo e novo trecho da adutora (ficarão paralelas)
R$ 10 milhões – é o valor da obra



COMPESA

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