domingo, 1 de janeiro de 2012

Sebrae: Manual mostra como desenvolver produção associada a turismo


Guia serve de referência para municípios no entorno de grandes eventos como a Copa
Mariana Flores


Brasília - Para ajudar gestores de cidades próximas a grandes pontos turísticos a fortalecerem a identidade local e aumentarem seus atrativos, o Sebrae lançou, em parceria com o Ministério do Turismo, o Manual para Desenvolvimento de Atividades Turísticas com Foco na Produção Associada.
O guia é voltado a gestores de projetos de desenvolvimento do turismo e líderes comunitários. Aborda as principais formas de produção que podem ser associadas ao turismo, como artesanato, gastronomia típica, manifestações culturais e artigos agropecuários.

Com as orientações do livro, os gestores são estimulados a enxergar as potencialidades da região e ajudar os empreendedores a incluir os micro e pequenos negócios na economia do turismo. “O incentivo à integração entre as cadeias produtivas diversifica a oferta, promove aumento na competitividade do destino e ainda abre novo mercado para micro e pequenas empresas”, observa o responsável pelo projeto no Sebrae, Maurício Tedeschi.

O trabalho proposto pelo manual foi testado e validado em destinos no entorno das 12 cidades-sede da Copa do Mundo-FIFA 2014. "O objetivo é ajudar as regiões próximas a aproveitarem as oportunidades de mercado geradas com o aumento do fluxo de turistas, além de deixar um legado para os locais", ressalta Tedeschi. Leia estudo sobre oportunidades para as pequenas empresas na Copa.

O manual se divide em quatro partes. A primeira apresenta os objetivos do projeto. A segunda traz conceitos sobre turismo e produção associada a este setor. No terceiro capítulo, há um passo a passo para o desenvolvimento e a integração de atividades turísticas com foco na produção associada. A última apresenta textos sobre gestão pública e comercialização.

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Sebrae

Índia substitui carvão por energia solar


Numa curiosa mistura de tecnologia de ponta com técnicas antigas, empresa indiana explora fonte de energia mais limpa e mais barata 

A energia solar é uma fonte energética limpa. Mas, nesta árida parte do noroeste da Índia, esse tipo de energia pode sofrer com a sujeira. Os subsídios ajudaram instalações como a Azure Solar Plant a prosperar nesta região do país.

 A cada cinco dias, aproximadamente, trabalhadores empunhando esfregões de cabos longos limpam cada um dos 36 mil painéis solares numa instalação de 25 hectares operada pela Azure Power - um estranho casamento entre tecnologia de ponta e técnica antiga.


O local é um dos maiores exemplos do ambicioso plano indiano que prevê o uso da energia solar na modernização da extremamente precária rede elétrica do país, reduzindo sua dependência em relação às usinas abastecidas com carvão.

A Azure Power foi contratada para fornecer eletricidade gerada com base na energia solar a uma operadora da rede elétrica do governo estadual. O diretor executivo da Azure, Inderpreet Wadhwa, previu que em questão de poucos anos a energia solar terá um preço capaz de viabilizar a concorrência com a eletricidade gerada de fontes convencionais na Índia.

"A eficiência da energia solar vai continuar aumentando e, com a crescente demanda por energia solar, o custo seguirá caindo", disse Wadhwa.

Dois anos atrás, os governantes indianos decidiram que até 2020 seria preciso aumentar o uso que o país fazia da energia solar - partindo de um virtual zero até chegar a 20 mil megawatts, eletricidade suficiente para atender às necessidades de até 15 milhões de lares americanos modernos durante o dia, quando os painéis são mais produtivos. Muitos analistas disseram que a meta não poderia ser cumprida. Mas, agora, os mais céticos se veem obrigados a engolir as palavras.

Por causa dos agressivos subsídios do governo e de uma grande queda no preço global dos painéis solares, dúzias de empresas como a Azure estão cobrindo as planícies do noroeste da Índia - incluindo este vilarejo de aproximadamente 2 mil habitantes - com reluzentes painéis solares.

Até o momento, a Índia utiliza apenas algo perto dos 140 megawatts, incluindo 10 megawatts usados pela instalação da Azure, capaz de proporcionar energia suficiente para atender a uma cidade de 50 mil habitantes, segundo a empresa. Mas analistas dizem que a meta nacional de 20 mil megawatts pode ser atingida e que a Índia pode até chegar a estes números antes de 2020.

"Os preços caíram e, subitamente, metas que pareciam impossíveis se tornaram possíveis", disse Tobias Engelmeier, diretor administrativo da Bridge to India, empresa de pesquisas e consultoria com sede em Nova Délhi. Fabricantes chinesas como Suntech Power e Yingli Green Energy ajudaram a impulsionar a queda no custo dos painéis solares. As empresas aumentaram a produção de painéis e obtiveram este ano um corte de 30% a 40% no custo, chegando a menos de US$ 1 por watt.

Mas os desenvolvedores de fazendas solares na Índia demonstraram preferência pelos painéis mais avançados oferecidos por fornecedores dos EUA, de Taiwan e da Europa, que usam células solares de filme fino.

A principal fornecedora americana que atende a Índia é a First Solar, com sede no Arizona.
A Índia não conta com uma grande indústria manufatureira de painéis solares, mas busca desenvolvê-la - e a China se mostra interessada na crescente demanda da Índia. A chinesa Suntech Power vendeu os painéis usados na instalação da Azure, que abriu em junho.

Executivos da indústria atribuem o momento de prosperidade na indústria solar indiana às políticas do governo - um elogio incomum, pois as empresas costumam ridicularizar a burocracia indiana, descrevendo-a como kafkiana.

Ao longo da última década, a Índia abriu o setor de geração de energia - antes dominado pelo Estado - aos participantes particulares, ao mesmo tempo conservando nas mãos do governo a distribuição e o poder de definir os preços. 

Os países europeus dedicam pesados subsídios à energia solar ao concordar em comprá-la em pacotes que compreendem décadas. Mas, na Índia, os subsídios são menores e as operadoras de energia solar são obrigadas a participar de uma concorrência mais acirrada, o que ajuda a reduzir os custos.

Neste mês, o governo realizou o segundo leilão para determinar o preço pelo qual a empresa estatal de fornecimento elétrico - NTPC Vidyut Vyapar Nigam - compraria eletricidade gerada pela energia solar para a rede nacional. A oferta média vencedora foi de 8,77 rupias (US$ 0,16) por quilowatt/hora.

 É quase o dobro do preço da energia gerada do carvão, mas o valor foi aproximadamente 27% mais baixo que as ofertas que ganharam o leilão de um ano atrás. A Alemanha, maior consumidor de energia solar, paga 0,18 (US$ 0,23) por quilowatt/hora.

A Índia continua muito atrás dos países europeus no uso da energia solar. A Alemanha, por exemplo, tinha capacidade para gerar 17 mil megawatts no fim de 2010. Mas a Índia, que recebe mais de 300 dias de luz solar direta por ano, é um local mais adequado para gerar esta energia.

E o fato de a Índia ter ficado para trás está agora beneficiando o país, conforme os preços dos painéis caem e os indianos podem gastar muito menos na construção de fazendas solares do que os países que foram pioneiros nesta tecnologia.

Além disso, nos leilões de energia solar, a NTPC não está criando contratos abertos. O mais recente leilão, por exemplo, envolveu um total de apenas 350 megawatts, limitando os custos do governo. A ideia subjacente é a de que o preço da energia solar vai continuar a cair, se aproximando do custo da eletricidade gerada por meios convencionais.

A maioria das usinas elétricas indianas é abastecida por carvão, gerando eletricidade ao custo de aproximadamente 4 rupias (US$ 0,07) por quilowatt/hora - menos da metade do custo atual da energia solar.

No leilão deste mês, as mais recentes ofertas vencedoras foram comparáveis ao preço que os usuários industriais e comerciais da Índia pagam pela eletricidade de 8 a 10 rupias. E o custo da energia solar é competitivo em relação às usinas de eletricidade e aos geradores de reserva que consomem combustíveis derivados do petróleo, cuja eletricidade custa 10 rupias por quilowatt/hora.

"Ao menos durante o dia, os painéis fotovoltaicos vão concorrer principalmente com a eletricidade gerada a partir do petróleo" na Índia, disse Cédric Philibert, analista sênior da Agência Internacional de Energia, de Paris. "Esta comparação está se tornando cada vez mais favorável." Além do governo federal, vários dos estados da Índia - como Gujarat, onde fica Khadoda - também estão comprando eletricidade a preços subsidiados de empresas solares como a Azure Power.

Analistas não esperam que o avanço da Índia no setor da energia solar ocorra sem problemas. Eles dizem que alguns empreendedores provavelmente fizeram ofertas agressivas demais nos leilões federais, e podem enfrentar dificuldades para construir suas instalações - seja por causa da demora ou do custo -, pondo em risco sua sobrevivência.

Consequentemente, ou talvez em decorrência do caráter especulativo das ofertas feitas, alguns empreendedores tentam revender os acordos com o governo a terceiros, dizem analistas, embora tal prática seja contrária às regras do leilão.

Wadhwa, da Azure Power, disse que a eliminação de parte da concorrência na indústria solar indiana seria quase inevitável. "Inicialmente, muitos novos participantes vêm para o setor", disse ele, "e então o mercado se consolida com um número menor de concorrentes que demonstram um compromisso de longo prazo" com a indústria.

VIKAS BAJAJ, THE NEW YORK TIMES, KHADODA, ÍNDIA - O Estado de S.Paulo
 TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL


Facebook é motivo de um em cada três divórcios na Inglaterra



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Foto: internet

O Facebook vem atormentanto a vida de maridos e esposas na Inglaterra, de acordo com uma pesquisa realizada pelo site "Divorce-Online". O levantamento, divulgado nesta semana, revela que 33% dos pedidos de divórcio no país continham a palavra Facebook.
Em relação a última vez que o site realizou a pesquisa, em 2009, esse número aumentou 13% (antes a rede social era mencionada em 20% dos pedidos estudados pelos pesquisadores).

A pesquisa diz que advogados de divórcio estão vasculhando o Facebook em busca de sinais de infidelidade. Além disso, eles procuram comentários depreciativos feitos pelos esposos ou esposas sobre o parceiro após a separação.

O levantamento aponta que as razões mais comuns para citar a rede social em um processo de divórcio são "mensagens inapropriadas para membros do sexo oposto", "casais separados que postam comentários maldosos sobre o outro" e "amigos do Facebook informando o comportamento do ex-companheiro".

o porta-voz do Divorce-Online, Mark Keenan, explica que como as redes sociais tornaram-se uma das principais ferramentas de comunicação, elas viraram também o lugar mais fácil para pessoas se relacionatem com alguém do sexo do oposto

“Além disso, o uso do Facebook para fazer comentários dos parceiros a amigos tornou-se algo extremamente comum, com os dois lados usando o site para mostrar suas mágoas um contra o outro”, disse Keenan.

Do NE10Com agências

Fundação Femsa e Coca-Cola doam equipamento para purificar água em Minas Gerais

A Fundação Femsa e Coca-Cola Femsa Brasil acabam de doar dois equipamentos móveis para produzir água potável para a Defesa Civil de Minas Gerais.

Os equipamentos irão ajudar as comunidades que possam ser atingidas por catástrofes naturais, principalmente durante a época de chuvas.

Cada equipamento tem capacidade para potabilizar cerca de 1 litro de água por segundo e atender mais de 4.500 pessoas diariamente

“Sabemos que as primeiras horas depois de uma inundação são cruciais. É justamente neste momento que a população se depara com uma verdadeira escassez de água potável. Por isso, a única maneira efetiva de ajudar as comunidades afetadas por uma enchente é por meio de ações colaborativas entre o Governo, a comunidade e o setor privado”, comenta Vidal Garza Cantú, diretor da Fundação Femsa.

A Fundação Femsa e a Coca-Cola Femsa Brasil também doaram três equipamentos fixos de potabilização de água.

Cada um tem capacidade para atender 10 mil pessoas em comunidades no entorno. A operação e manutenção possuem baixo custo e necessitam basicamente de sal comum, água e energia para produzir água potável.

IG

Suécia cria Twitter cooperativo




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A pedido do grupo de turismo Visit Sweden, a agência Volontaire, de Estcolmo, na Suécia, criou neste mês de dezembro, uma conta de Twitter para todo o país, na qual todos os cidadãos poderão controlar o sistema.

A campanha que foi sancionada pelo governo sueco, permite que a cada semana um cidadão controle a conta. O internauta poderá "tuitar" o que ele desejar sobre o país, como dicas, experiência, programações, fotos, reclamações, entre outras opções.

O projeto foi intitulado de “Curadores da Suécia” e tem como ideia principal dar voz à população que poderá expressar a imagem fiel de como o país está no momento, assim como seus pontos positivos e negativos. Segundo os idealizadores do projeto, a expectativa é que os "curadores" pintem um retrato da Suécia, diferente do que normalmente se vê nas mídias tradicionais.

A conta do Twitter está intitulada @sweden, e na data de hoje, 29 de dezembro, já existem 14.108 seguidores. Três moradores do país já tiveram sua semana de tuitadas, atualmente Anders Dalenius de 41 anos está à frente da conta. A empresa ainda não divulgou como as pessoas são selecionadas.

EcoD

Cuiabá: Botelho preside conselho gestor das PPPs em MT

O governo do Estado publicou no Diário Oficial esta semana o termo que estabelece as normas para a fixação de Parcerias Público-Privadas (PPPs). De acordo com a regra, todas as manifestações de interesses em adotar o sistema precisarão passar pelo crivo de um conselho gestor comandado pelos secretários de Estado de Planejamento, José Botelho, e da Casa Civil, José Lacerda, presidente e vice, respectivamente.

As secretarias ou entidades que quiserem aderir à modalidade precisarão elaborar um projeto com as linhas básicas do empreendimento a ser efetuado, indicar a estimativa dos investimentos necessários à obra e o prazo para sua conclusão, além da modalidade de contrato que será estabelecido, incluindo as previsões de receita esperadas, os custos operacionais e as eventuais contrapartidas do governo.

De acordo com o decreto, as manifestações de interesse são destinadas exclusivamente a orientar a participação da iniciativa privada na elaboração dos projetos ou de estudos de viabilidade, não implicando em qualquer beneficio ou privilégio às empresas participantes na posterior licitação das obras em questão.

Caso aprovados pelo conselho os projetos frutos das PPPs resultaram num chamamento público para que outros interessados em executar o empreendimento se apresentem. Os certames devem conter um resumo das propostas e estudos elaborados, assim como o prazo de conclusão e as normas de contratação.

Além de Botelho e Lacerda, compõem o conselho gestor o assessor especial da Casa Civil, Ilson Fernandes Sanches, o procurador-geral do Estado, Jenz Prochnow Júnior, o auditor-geral do Estado, José Alves Pereira Filho, e os secretários de Estado de Cidades, Nico Baracat, Transporte e Pavimentação Urbana, Arnaldo Alves, de Fazenda, Edmilson dos Santos, e de Administração, César Zílio. (LN) 



Diário de Cuiabá

Americanos paparicam brasileiros em Miami

De placas em português até assistência com visto. Nunca antes na história, os comerciantes do estado da Flórida se desdobraram tanto para agradar clientes do Brasil

Epóca Negócios Online
AFP
Os brasileiros deixaram US$ 1 bilhão no primeiro semestre do ano apenas na Flórida

“Oi, como posso ajudar?”, diz a vendedora. O diálogo poderia acontecer em qualquer loja do Oiapoque ao Chuí, mas acontece em uma loja Dolce & Gabbana, em Miami, Flórida, Estados Unidos.
Os vendedores que falam português já não são novidade por lá. As artimanhas criadas pelo comércio do estado norteamericano para atrair os brasileiros passam agora por assistência jurídica, ajuda com o visto, lojas abrindo mais cedo e restaurantes com pão-de-queijo.

Nunca antes na história, o comércio de Miami se desdobrou tanto para agradar os (gastadores) turistas brasileiros. As estratégias são tantas que o assunto virou matéria no New York Times. Também, pudera, segundo o Departamento de Comércio americano, os brasileiros deixaram lá US$ 1 bilhão no primeiro semestre do ano, um aumento de 61% sobre o mesmo período do ano passado. O número foi mais do que o dobro do gasto pelos britânicos, que ocupam o segundo lugar no ranking. Entre 2003 e 2010, o brasileiro passou de 7º turista que mais gasta no país para 3º colocado, ultrapassando alemães, franceses, sul-coreanos e australianos. Foi um crescimento de 250%.

Todo esse dinheiro é gasto em apartamentos de férias, roupas, joias, mobiliário, carros e arte – itens que são muito mais barato lá, que aqui. Como agradecimento, os comerciantes da Flórida estão criando formas inovadoras de manter os brasileiros felizes e, claro, gastando. Corretores de imóveis, por exemplo, têm oferecido empresas com serviços de decoração de interiores, atendimento de concierge, aconselhamento jurídico e ate mesmo ajuda com o visto. Alguns resolveram até mesmo abrir escritórios no Brasil para simplificar o processo.

Com o objetivo de fazer com que os brasileiros se sintam em casa, os shoppings têm seduzido o turista verde-amarelo contratando funcionários que falam português para oferecer vestidos Dolce & Gabbana e relógios Hublot. A rede varejista Target distribuiu avisos em Português em suas lojas.
Os restaurantes brasileiros, por sua vez, estão se multiplicando em Miami. A cadeia de fast food Giraffas tem até pão de queijo no cardápio e cortes especiais de carne no menu.

A presença brasileira é tão forte nas ruas da cidade, que os americanos começam a incorporar até mesmo o “oi” brasileiro. Mas ainda mais forte é o impacto econômico provocado por esse contingente. Tanto que as indústrias de viagens, restaurantes, hotelaria e varejo, em conjunto com a Câmara de Comércio dos EUA, têm feito lobby em Washington para permitir que os brasileiros entrem no país sem visto, como os cidadãos dos países da União Europeia já fazem.

Em novembro,o Departamento de Estado concordou em adicionar mais funcionários consulares para acelerar o processo de vistos. A companhia American Airlines já possui 52 voos por semana para Miami saindo de cinco cidades no Brasil e tem planos para abrir novas rotas.

O curioso é que, como recebe o maior número de visitantes do Brasil, a Flórida é o estado norteamericano que mais se beneficiou com a riqueza emergente do país e a expansão da sua classe média. O dinheiro dos brasileiros tem ajudado a ressuscitar o mercado imobiliário em Miami. Os estrangeiros já respondem por mais da metade de todas as vendas na cidade e as torres de condomínios que antes ficavam vazias vendem tão rápido quanto pão quente.

De olho em todo esse potencial econômico, o Departamento de Estado americano anunciou nesta semana que enviará funcionários consulares provisórios ao Brasil e voltou a prometer que apressará o processo de vistos para turistas do país em 2012. Segundo o anúncio, o departamento contratará 50 novos funcionários consulares para processar vistos em 2012. Com isso, dobra o número atual de funcionários no Brasil.

Epóca Negócios

Empresa de energia lucra com preservação do meio ambiente

Grupo Balbo, no interior paulista, é pioneiro no setor com a utilização de bagaço de cana para geração de bioeletricidade

por Texto Janice Kiss | Fotos Ernesto de Souza e Manoel Marques
Editora Globo
A Usina São Francisco e sua vizinha Santo Antônio, em Sertãozinho (SP), se abastecem de energia limpa gerada na indústria

Não é tão distante o tempo em que o bagaço e a palha da cana-de-açúcar não passavam de estorvo nas usinas. O primeiro resíduo costumava ser usado como ração animal ou apodrecia no canavial, e apenas parte da palhada era reaproveitada para proteger o solo no plantio direto, técnica que reveste a terra para ela não ficar exposta à erosão e à perda de nutrientes. Mas, há 24 anos, as usinas Santo Antônio e São Francisco, em Sertãozinho, no nordeste de São Paulo, foram pioneiras ao mostrar para o país que esses renegados materiais tinham muito valor, especialmente o bagaço. Cerca de 900 mil toneladas dele permitem que as propriedades sejam autossuficientes em energia, com a geração de 50 mil quilowatts-hora. O diretor industrial Jairo Balbo trabalhava há oito anos na empresa – tempos depois, transformada em Organização Balbo – quando a família decidiu parar de desperdiçar tamanho potencial. “Nunca foi segredo que essa biomassa é uma poderosa fonte de energia”, comenta.

Pode não haver mistério, mas o rico subproduto da cana ainda está longe de alcançar nobre utilização. Apenas 129 usinas das 432 instaladas no país empregam tal tecnologia. Segundo Suleiman José Hassuani, pesquisador do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), em Piracicaba (SP), os principais entraves estão no investimento para a troca das caldeiras de 20 bar (medida de pressão) para as de 65 bar, eficientes para esse tipo de produção por conta da alta pressão do equipamento; e no preço pago pelos leilões do governo federal (o mais recente foi de R$ 100 por megawatt-hora), distantes dos R$ 200 do custo de produção bancados pelo agricultor. Conforme dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), apenas 2% do consumo nacional de energia é suprido pela bioeletricidade. Porém, a entidade não perde o otimismo ao projetar o aumento desse percentual para 15% até 2020, equivalente ao potencial de três usinas de Belo Monte.
Editora Globo
Jairo Balbo, diretor, participa das inovações nas usinas. A cogeração de energia foi uma das primeiras inovações

Jairo Balbo comenta que tais desvantagens iniciais nunca impediram que a empresa, fundada em 1946, financiasse suas próprias mudanças. Segundo ele, o pai, Menesis, falecido há quatro anos, era o grande incentivador de novos projetos, porque nunca acreditou que somente a cana pudesse ser extraída de um canavial. “A filosofia dele era sempre agregar valor”, relembra. Talvez seja por isso que, em 1958, a família começou a fabricar etanol, quase 20 anos antes do lançamento do programa Pró-Álcool, e, em 1987, se enveredou pela produção de energia com venda de excedente (atuais 34 mil quilowatts- hora) para a distribuidora Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), capaz de atender a uma cidade de 500 mil habitantes – do tamanho de Ribeirão Preto –, excluindo o horário de pico, das 18h às 21h. “Não havia sequer legislação na época que regulamentasse esse tipo de fornecimento”, lembra Jairo. A eficiência das duas usinas implicou na fundação da Bioenergia Cogeradora S/A, empresa do grupo para administrar esse ramo de atividade.

O uso da energia que não polui o meio ambiente fez com que mais uma vez a família fosse líder em inovação. A Bioenergia já vendeu R$ 5 milhões em créditos de carbono para a União Europeia. Esse mercado nasceu com o Protocolo de Kyoto, tratado internacional que permite que países desenvolvidos compensem suas emissões de gases de efeito estufa por meio de projetos elaborados por nações em desenvolvimento, desde que todos eles sejam signatários do acordo. Além da eletricidade, a avaliação das atividades nas usinas como um todo pesaram na aprovação desse projeto pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), ligado às Organizações das Nações Unidas (ONU). A liberação de gás carbônico (CO2), resultado da movimentação de máquinas agrícolas e da indústria, é praticamente nula. Os canaviais sorvem cerca de 30 mil toneladas desse gás de efeito estufa.
Editora Globo
Passarada, macacos e uma riqueza de insetos amigos da plantação foram identificados por um projeto que rastreou a biodiversidade da plantação
A conciliação entre natureza e agronegócio se estende por 14 mil hectares de cana-de-açúcar orgânico, considerado o maior plantio do gênero no mundo. Batizado de Projeto Cana Verde, com início em 1986, o grupo tornou-se o maior exportador desse tipo de açúcar (recebeu o nome de Native), com produção de 65 mil toneladas e presença em 65 países. Segundo Jairo, a revolução na empresa teve mais uma vez o apoio incondicional do pai e a dedicação apaixonada do primo, Leontino Balbo, responsável pela área. “A mudança valorizou nosso negócio”, diz. Jairo não se esquece da década de 1980, marcada pelos baixos preços do açúcar, alta dos insumos agrícolas e oscilações no mercado internacional. “Foram os piores anos de resultados para a empresa”, diz. Quem vê hoje a Native na lista dos 29 negócios considerados inspiradores para a economia verde, segundo a ONU, não pode supor a infinidade de desafios enfrentados em uma época em que a sustentabilidade não passava de ideal de comunidades hippies.

A primeira transformação foi implantar a colheita mecanizada no lugar da queima. Naquela época, eliminar o fogo do canavial era considerado um ato de insensatez, já que não havia sequer colheitadeiras apropriadas. O primo de Jairo deu um jeito e adaptou uma máquina tradicional para ela cortar, aspirar e depositar a cana no caminhão. Tempos depois, o protótipo criado na Usina São Francisco deu origem à primeira colheitadeira brasileira de cana verde. A ausência da queimada logo criou um ambiente fértil para a proliferação de insetos, que se alimentavam da cana com fome de leão. O contra-ataque veio por meio do emprego de uma das práticas do manejo integrado de pragas (MIP), com a liberação no ambiente da vespa Cotesia flavipes, que se alimenta da broca, larva que roe a cana.
Editora Globo
O potencial energético do bagaço da cana começou a ser testado pelo Grupo Balbo há mais de duas décadas

Para José Roberto Parra, que coordena o laboratório de MIP da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), em Piracicaba (SP), o manejo implantado no país há 40 anos foi uma resposta da comunidade científica ao uso indiscriminado de agrotóxicos, que tornam os insetos mais resistentes, contaminam alimentos e o lençol freático. “Quando 3% da lavoura de cana estiver infestada pela broca, o produtor solta 6 mil dessas vespinhas por hectare. Aí é esperar que elas façam o serviço”, explica. O eficiente inseto foi capaz de reduzir as perdas nas lavouras de todo o país – que, na década de 1980, chegavam a US$ 100 milhões por ano e agora não passam de US$ 20 milhões. O Brasil conta hoje com 80 laboratórios, que produzem um exército de 60 bilhões de vespas, liberadas anualmente em 3,5 milhões de hectares, quase metade da área total de canaviais.

As práticas agrícolas do Projeto Cana Verde se associam a outras parcerias com o meio ambiente. A rotação de culturas com crotalária controla os nematoides. O solo vivo é alimento para os milhões de minhocas que o tornam mais fértil, aerado e bem estruturado. E há ainda a fixação biológica de nitrogênio, comum também na sojicultura. Conforme o pesquisador Gustavo Xavier, da Embrapa Agrobiologia, em Seropédica (RJ), as bactérias da família Rhizobiaceae presentes naturalmente nessas lavouras são potenciais fixadoras desse elemento, que atua em todas as fases da planta – crescimento, floração e frutificação – e as fortalece contra pragas e doenças. Elas também podem ser aplicadas na forma de inoculantes (ou sementes inoculadas), para aumentar a produtividade no campo. O uso dessa técnica proporcionou economia de US$ 6 bilhões por ano com fertilizantes nitrogenados ao país. O produto foi um dos pilares da Revolução Verde, que deu à agricultura escala industrial no século passado, mas pouco se comenta sobre o problema ambiental que causa ao se infiltrar invisivelmente no solo, na água e no ar todos os dias.

Jairo Balbo comenta sobre outros exemplos adotados em favor da sustentabilidade nas usinas. A vinhaça é usada na fertirrigação das lavouras – no passado, o setor canavieiro costumava lançá-la como efluente nos rios, o que poluiu águas e atingiu o lençol freático em algumas regiões – e a água utilizada para lavar pisos, equipamentos, etc. é proveniente de reúso. Segundo André Elias Neto, pesquisador do CTC, esse reaproveitamento é feito em quase todo o segmento e representa um avanço e tanto se comparado os atuais um a dois metros cúbicos de água gastos, por tonelada, de cana processada com os 20 metros cúbicos de 40 anos atrás. Ele destaca, ainda, o uso de outro importante resíduo nos plantios de cana-de-açúcar: a torta de filtro, rica em cálcio e fósforo, tornou-se um importante recurso para a adubação junto com a foligem obtida por meio da lavagem das caldeiras.

Apesar de Jairo Balbo estar ligado à produção industrial das usinas, ele não perde o encanto pela agricultura – afinal, é engenheiro agrônomo de formação. Ele esteve ao lado da decisão do grupo quando o a empresa quis dimensionar o tamanho da biodiversidade dos canaviais. Um programa feito com a Embrapa Monitoramento por Satélite, em Campinas (SP), implantou o rastreamento da fauna nas usinas. Os satélites radiografaram os animais que adotaram as lavouras de cana-de-açúcar como moradia fixa ou temporária. Os resultados apontaram a presença de 340 espécies (entre anfíbios, répteis e mamíferos) e cerca de 70% delas são raras, como o tamanduá-bandeira, o mão-pelada e o veado-catingueiro. A vida delas é assegurada por conta dos corredores ecológicos (áreas que unem os remanescentes florestais), da preservação de rios e nascentes e do plantio de 1,2 milhão de mudas de árvores. Para ele, é a comprovação derradeira de que a natureza pode triunfar em plena área agrícola.

Globo Rural

Registros da Infraero omitem concessão de lojas em aeroportos


Os registros oficiais da Infraero (estatal responsável pelos aeroportos) sobre concessões de lojas nas áreas aeroportuárias omitem informações sobre livrarias, locadoras de veículos, casas de câmbio e grandes redes de lojas, segundo reportagem de Cátia Seabra, Fernando Mello e José Ernesto Credendio.

A pouco mais de um mês do leilão de concessão de três aeroportos brasileiros, o descontrole chamou a atenção até mesmo da Ancab (Associação Nacional de Concessionárias de Aeroportos), que realizou em novembro um levantamento da situação das lojas do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
Lalo de Almeida/Folhapress
Livraria Laselva no aeroporto de Congonhas (SP), que não consta em registro da Infraero
Livraria Laselva no aeroporto de Congonhas (SP), que não consta em registro da Infraero

O relatório, que analisou 121 pontos comerciais, mostra que 38 deles estavam fechados e outros 31 funcionavam apenas graças a liminares da Justiça.

A concessão comercial de áreas gerou, em 2010, receitas de R$ 1,03 billhão para a Infraero, quase metade do faturamento do período, de R$ 2,5 bilhões.

A Infraero diz que as concessões das lojas são realizadas por licitação.

Folha SP

The StreetScooter: A Crowdsourced EV That Disrupts The Auto Industry’s Production Models


Designed and manufactured in a collaboration by more than 50 companies, the StreetScooter (which isn’t actually a scooter) may show a new way of engineering and producing cutting-edge vehicles.
A couple of things up front about the StreetScooter. First, it isn’t actually a “scooter” (see picture). It’s a German-made electric car with a range of about 80 miles, a price tag of about $6,000, and a top speed of 74 mph. Second: tThe most important thing about it isn’t its range, speed, or price (though it’s a lot cheaper than comparable models).
What’s special is how it was developed. More than 50 companies took part in the StreetScooter’s design and engineering, co-creating, and collaborating from scratch.


Not a single large brand was involved, and many were small- and medium-sized firms. The process effectively turns traditional car development on its head. Instead of one manufacturer dictating its designs to suppliers, all the companies had equal status, and could provide input.
“The problem [with the traditional approach] is that there are huge additional amounts of innovative ideas in the supply chain that could not be followed,” says Achim Kampker, a professor of production engineering at RWTH Aachen University, and managing director of the StreetScooter consortium. Collaboration with established original equipment manufacturers (OEMs) was “intentionally avoided," he says, "to minimize the impact of existing theories and legacy processes.”

The StreetScooter is built in modules (body, powertrain, electronics, and so on), with the companies organized into “lead engineering groups” to focus on their specialized area. Kampker says this allows the car to be built more quickly, and to be highly customizable. If there is a disagreement between the groups, the problem is sent up to a management group that resolves it.


Kampker first started working on the concept back in 2007. But the companies developed the actual prototype in just 12 months. Kampker says a OEM might have taken 12 years to develop the same thing, though that seems a little harsh, given the speed with which the Chevy Volt, and other EVs, have appeared recently.

StreetScooter is due on the German market in 2013, with plans to bring it to the U.S. at a later stage. Already, the consortium has won orders from DHL and the German postal service, which will use a version of the vehicle for short-haul deliveries around cities. The price doesn’t include the battery, which is leased separately.

Kampker describes the StreetScooter consortium as a “virtual OEM,” where powerful “product lifecycle management” and CAD software substitute for the everyday coordination of a large, integrated company.

Chad Jackson, an expert in product lifecycle management, says such technology is vital. Large-scale collaboration will only work if you have a way of effectively managing all of a product’s definitions, configurations, and iterations.



“Engineering is so chaotic that if you don’t have something that will manage the central product record, it gets out of hand very quickly,” says Jackson.

The development of StreetScooter has similarities to another car-crowdsourcing project: Massachusetts-based Local Motors, though the latter is more open-source. When Local developed its first vehicle for DARPA, it fielded 35,000 designs from 100 countries.

Some commentators see such projects as the future: the transfer of the web’s “post-institutional” business models to the world of physical objects.

Jackson, who writes at the site engineering-matters.com, says whether the crowdsourcing takes off in the car industry will depend partly on what suppliers get out of it.

“The OEMS have really squeezed the supply chain hard, trying to get every penny and nickel out of it, so they can make it more profitable. When they’re gone, there is more margin is passed down the supply chain. If this project is successful, it might become the preferred choice for suppliers.”

Fast Company

Lisboa quer ganhar nove milhões com venda de património em 2012



Filipe Garcia
Programa prevê um encaixe de 160 milhões de euros em dez anos. 2012 será o mais fraco, mas venda de imóveis deverá render nove milhões de euros.

A verba estava inscrita na proposta de orçamento mesmo antes de o programa ser aprovado pelos deputados municipais: em 2012, a Câmara municipal de Lisboa quer facturar 8,9 milhões de euros com a venda directa de imóveis.

A medida, incluída no Programa de Valorização do Património (PVP) apresentado por Helena Roseta, vereadora da Habitação, prevê um encaixe de 162,5 milhões de euros com a alienação de 1064 edifícios, o equivalente a 4392 fracções, em dez anos. A esmagadora maioria estará já este ano à venda, mas a estimativa é que a concretização de negócio fique abaixo dos 10% da oferta.

Na primeira versão a verba estimada para o encaixe do primeiro ano com o PVP era próxima dos dez milhões de euros. No entanto, na segunda versão do mesmo, a previsão passou para os 8.997.900 euros. Um valor que Helena Roseta considera "prudente".

Mas a venda de imóveis é apenas parte do programa com que a autarquia ainda espera conseguir influenciar o mercado de arrendamento da capital. E a tarefa não se avizinha fácil.
Entre 2008 e 2010 foram colocadas à venda 4863 fracções, mas apenas 304 encontraram compradores.

Nesse período a autarquia amealhou 11.8 milhões. Em 2011, só 88 casas da Câmara foram vendidas, ficando o encaixe abaixo dos 2,5 milhões de euros. Em 2012, o objectivo é conseguir 8,9 milhões de euros com a alienação de 3255 fracções espalhadas por 14 bairros alfacinhas.

A venda directa a jovens, através de sorteio com preço fixo, a moradores e em hasta pública; pagamentos faseados e a possibilidade de habitar e, depois de recuperar a casa abater o preço das obras ao encargo; e ainda rendas 30% abaixo do preço médio do mercado. São estas as principais medidas que a Câmara Municipal de Lisboa começa a aplicar já a partir de Janeiro através deste Programa de Valorização do Património.

"Vamos adaptar as hastas públicas à realidade do mercado, com um site no modelo das imobiliárias, com fotos e que permitam às pessoas sinalizar o seu interesse. Assim, só avançamos quando tivermos interessados e evitamos ter hastas públicas desertas como aconteceu com o governo", explica ao

Económico Helena Roseta, a vereadora da Habitação, que vê no PVP uma forma de aumentar a oferta de casas entre os 300 e os 700 euros. "Nos anos 90 fez-se uma grande campanha para acabar com as barracas em Lisboa, agora temos de fazer outra para que existam rendas acessíveis para jovens e famílias com créditos por pagar", conclui.


Cepticismo na oposição

No entanto, há quem não partilhe do optimismo da vereadora. O programa foi aprovado com a abstenção das forças da oposição - PSD, CDS e PCP - e Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários, também não espera um grande impacto no mercado.

"É um projecto especulativo e pouca gente tem dinheiro para fazer obras de remodelação. Conduzirá ao investimento especulativo de fundos imobiliários, os únicos com capacidade para comprar casas nesta altura", explica ao Económico.

E mesmo no que respeita às rendas abaixo do valor médio de mercado o representante dos proprietários mantém o cepticismo. "Temos rendas demasiado altas nos novos contratos, mas muito baixas nos antigos.

No censos de 2011, a média das rendas é de 100 euros, o que só prova que os contratos antigos ainda são a maioria", critica Manezes Leitão, apontando as dificuldades em despejar inquilinos com atrasos nos pagamentos como outro dos factores que inflaccionam as rendas na capital.

Económico - PT

Pernambuco deve receber mais de um milhão de turistas até fevereiro


Uma pesquisa da Empetur revelou que o turismo de Pernambuco deve crescer cerca de 8% em relação ao mesmo período do ano passado. 

Para a temporada de verão 2011/2012 - entre os meses de dezembro, janeiro e fevereiro - o estado receberá cerca de 1.441.000 turistas. 

De acordo com a Empetur, uma das razões para este crescimento é a vinda de voos charters. 
A partir de janeiro, por exemplo, Pernambuco receberá voos fretados da cidade argentina de Córdoba. 

O primeiro dos oito voos charters vindos de Córdoba, chega no dia 5 de janeiro com cerca de 158 argentinos.

O país hermano, é um dos cinco maiores emissores de turistas estrangeiros para Pernambuco e Córdoba foi escolhida estrategicamente por ficar a uma hora de Buenos Aires e Mendoza. Para o verão de 2012, entre os meses de janeiro e fevereiro, o Estado deve receber através desses voos cerca de dois mil argentinos.
O voo é desdobramento de ações da Empetur naquele país.

DP

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