Vinte empresas aéreas procuraram espaços no aeroporto de Sorocaba nos últimos três anos. Esta é a informação do secretário de Desenvolvimento Econômico de Sorocaba, Mario Tanigawa, ao comentar as expectativas da possível vinda de um centro de manutenção de aeronaves da Embraer para Sorocaba.
A menos de quinze dias da abertura de propostas de licitação para a ocupação de área de 40.500 metros quadrados junto ao aeroporto, esta informação é indicador de que além da Embraer outras empresas poderão aproveitar a licitação para disputar a oportunidade de fazer novos investimentos em Sorocaba.
Entre as empresas que têm relações de negócios diretos com o aeroporto, essa expectativa é crescente na medida em que se aproxima a data de abertura de propostas da licitação, programada para o próximo dia 30 pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp).
Segundo Tanigawa, a Azul e a Avianca estão entre as 20 empresas que pesquisaram e fizeram sondagens demonstrando interesses por Sorocaba. Os contatos das empresas passaram por ele.
A Azul, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que faz estudos em várias cidades do Brasil mas isso não quer dizer que ela utilizará todas elas em seus voos. A empresa acrescentou que não tem informação sobre qualquer estudo que tenha sido feito em Sorocaba. Quanto à Avianca, a reportagem tentou contato por telefone, mas sem êxito.
O comandante e diretor da Jet Care, especializada em gestão de aeronaves e hangares, Walter Santos, disse ontem que empresas têm feito investimentos em ampliações de hangares e serviços no aeroporto não somente pela expectativa da possível vinda da Embraer, mas também pelos planos do Daesp de investir em melhorias no aeroporto - entre elas, a ampliação da pista de 1.500 para 1.800 metros de extensão e a instalação de um sistema de rádio que permitirá operações de voos por instrumentos mediante informações ao piloto de dados sobre pressão atmosférica, temperatura e vento.
De acordo com Walter Santos, grandes investimentos começaram a ser feitos no aeroporto em 2002 e continuam, tanto que há hangares ainda em obras e equipes de trabalho em formação. São 34 empresas operadoras de serviços no aeroporto, o que compõe importante mercado do setor. Somadas, nos cálculos de Walter Santos, todas elas movimentam de US$ 40 milhões a US$ 50 milhões por ano em serviços de limpeza, lavagem e hangaragem. Nesta estimativa estão excluídas outras atividades que também geram recursos para as empresas e o município.
Os investimentos nesse setor são caros. Somente em montagem de equipes, por exemplo, é necessário o recrutamento de profissionais altamente especializados nas suas funções. Walter Santos lembra que equipes incluem engenheiro, mecânico, operador de trator que empurra o avião, controlador técnico, atendente de pista, segurança, recepcionista. Profissionais como mecânico e recepcionista têm que dominar a língua inglesa.
Interesse
A demonstração do interesse da Embraer na possível escolha de Sorocaba para receber novos investimentos é confirmada por Mario Tanigawa. A empresa não comenta o assunto. Em agosto passado, Tanigawa esteve com o prefeito Vitor Lippi (PSDB) em reunião convocada pelo secretário de Estado de Logística e Transportes, Saulo de Castro Abreu Filho, na qual representantes da Embraer perguntaram se Sorocaba tinha condições de receber a empresa para manter na cidade uma estrutura de manutenção de suas aeronaves. Segundo Tanigawa, Sorocaba era uma das cidades que estavam sendo pesquisadas pela Embraer, o que incluía São José dos Campos.
A expectativa cresceu em relação a Sorocaba depois que, em setembro, quase um mês após a reunião, o Daesp abriu a licitação número 085 para a concessão de uso de área no aeroporto local. Uma fonte do setor aéreo em Sorocaba insiste que o tamanho da área está em sintonia com os planos da Embraer. O problema é o valor mensal mínimo estimado para a licitação, que é de R$ 412 mil pelo período de 24 meses, valor considerado caro para o setor comparado aos investimentos que poderão ser feitos pela Embraer.
Em tempos de empreendimento de grande porte em plena execução pela multinacional Toyota em Sorocaba, na análise de Tanigawa, a cidade "está preparada para receber qualquer tipo de investimento".
Vitor Lippi, também referindo-se à reunião de agosto com representantes da Embraer, descreve: "Eles fizeram uma prospecção de outras cidades e Sorocaba e entendem que Sorocaba tem condições ideais para o desenvolvimento das atividades de manutenção de jatos executivos. A Embraer foi a empresa que mais vendeu jatos executivos no ano passado no mundo. Isso significa que quem vende avião tem que dar manutenção."
Para o prefeito, a tradição do aeroporto de Sorocaba de ter uma estrutura de manutenção de aviões contribui para atrair o interesse da Embraer: "Nós já temos uma vocação natural para esse tipo de atividade." Segundo Lippi, a área no aeroporto é da Prefeitura e a concessão de uso cabe ao Estado, por meio do Daesp, conforme legislação federal.
Perfil da Embraer
Uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo, a Embraer alcançou essa posição "graças à busca permanente e determinada da plena satisfação de seus clientes", segundo descrição em seu site http://www.embraer.com.br/. A empresa tem mais de 40 anos de existência e atua em todas as etapas de um processo complexo: projeto, desenvolvimento, fabricação, venda e suporte pós-venda de aeronaves para os segmentos de aviação comercial, aviação executiva e de defesa.
A Embraer já produziu mais de 5 mil aviões, que operam em 92 países, nos cinco continentes, e é líder no mercado de jatos comerciais com até 120 assentos. Também fabrica alguns dos melhores jatos executivos em operação e sua atuação contribui para um novo patamar no setor de defesa.
Portal Cruzeiro do Sul
O Curta Pernambuco é um projeto pioneiro de divulgação do Estado através das mídias sociais. A partir do endereço www.facebook.com/curtapernambuco, o internauta viaja pelos atrativos turísticos e ainda pode interagir com o envio de informações, fotos e vídeos. Em um mês, a fan page já conquistou mais de 9 mil fãs. Por dia, são 320 novos curtidores. Por hora, mais de três pessoas interagem na página. A cada postagem na fan page, por exemplo, mais de 1,2 mil pessoas são impactadas com as informações publicadas.
SETUR

Os passageiros podem se informar sobre as condições do ônibus que pretende pegar
A cidade de São Paulo inaugurou o seu primeiro ponto de ônibus sustentável. O e-Ponto é todo tecnológico e com equipamentos que prometem melhorar a vida dos passageiros, além de cuidar do meio ambiente.
As instalações do e-Ponto proporcionam wi-fi gratuito e também dois computadores, nos quais os passageiros podem se informar sobre as inovações do ponto e as condições do transporte coletivo em toda a cidade.
Segundo Maurício Lima, diretor de tecnologia da SPTrans, em entrevista ao Olhar Digital, os passageiros podem "verificar, por exemplo, a velocidade média e o deslocamento de ônibus nas principais vias da cidade, visitar a página da SPTrans, montar seu itinerário e consegue ver quais são os ônibus para chegar de um ponto a outro da cidade".

O local conta com uma TV de LCD para mostrar os horários dos próximos ônibus
Muitas das instalações do e-Ponto estão voltadas para o cuidado com o meio ambiente. Segundo Lima, o ponto foi inspirado em uma árvore, pois, assim como ela, o local recebe energia solar através de fotocélulas instaladas no topo da cobertura e também do solo. "O dispositivo é uma grande inovação. Ele aproveita a passagem do ônibus na via, ou seja, a energia cinética produz energia, que vai para algumas baterias e alimenta a parada durante o período noturno", explicou o diretor da SPTrans.
O ponto possui também um filtro que melhora a qualidade do ar no local, o que reflete positivamente na saúde dos cidadãos. Lima observou que o dispositivo "coleta, filtra, umidifica e devolve o ar em uma ventilação positiva para dentro da parada".
A ideia inovadora do e-Ponto ainda é aplicada em fase de teste. A Tetis Engenharia, que presta serviços de tecnologia à SPTrans, sugeriu testar esse modelo experimental de ponto de ônibus sustentável e interativo, sem ônus à prefeitura. Ele está localizado em um único ponto da Rua da Consolação com a Avenida Paulista na maior cidade do Brasil.
EcoD
Verdadeiros laboratórios móveis passarão a ser utilizados por peritos criminais pernambucanos, a partir desta semana. O estado recebeu um total de 50 maletas, compostas por 63 equipamentos, entre máquina fotográfica, netbook com softwares voltados à perícia e reagentes químicos. Como resultado, os recursos permitem a identificação rápida de impressões digitais, bem como vestígios de urina, sêmen, ossos e sangue humanos, além de acelerar os resultados finais das perícias.
De acordo com o gestor geral da polícia científica, Francisco Sarmento, a aquisição dos kits representam uma evolução no trabalho que vem sendo desempenhado pelos Institutos de Criminalística e Tavares Buril. O investimento, de R$ 775 mil, foi realizado pelo Governo Federal. Apesar de ser o vigésimo primeiro estado a receber os materiais, Pernambuco é o terceiro em número de kits adquiridos, garantindo uma proporção de um conjunto de materiais por perito. “Também distribuiremos cartilhas e lançaremos uma campanha junto à Polícia Militar e à população para que eles fiquem conscientes da necessidade de preservar o local do crime até que a perícia chegue”, afirma.
Para a perita criminal, Sandra Santos, a realidade que se apresenta agora é um pleito antigo da categoria e um dos artigos que devem fazer completa diferença no trabalho é a utilização de luzes forenses.
O conjunto de emissores luminosos, com o auxílio de reagentes específicos, é capaz de detectar diversos tipos de vestígios orgânicos em questão de minutos e, até então, não era utilizado frequentemente pela polícia pernambucana. “É um sonho profissional depois de dez anos de trabalho. Tecnologia assim, só víamos no CSI. Agora, podemos fazer o trabalho com mais qualidade e profundidade”, declara.
Além das luzes forenses, as maletas oferecem recursos que vão do luminol a softwares que permitem o cruzamento imediato das impressões digitais coletadas no local do crime com a de um possível suspeito e identificar diversos tipos de drogas.
O conjunto é montado no Brasil, mas a maior parte dos equipamentos, especialmente os reagentes químicos são de origem sueca ou norte-americana. “Faremos dois dias de treinamentos, já que os profissionais já atuam na área, com abordagens teóricas e práticas. Depois, os kits serão distribuídos para uso dos peritos”, conclui o instrutor Gilberto Toyota.

Diário PE
Jovens arquitetos tem até o dia 8 de dezembro para se inscrever no concurso "Um Hotel Sustentável para uma Copa Verde", realizado pelo Projeto Aliah, em parceria com o Green Building Council Brasil (GBC Brasil).
O concurso é para a escolha de um projeto de hotel sustentável a ser construído em Bragança Paulista, a 88 km de São Paulo. O vencedor desenvolverá o projeto final junto com o renomado arquiteto Siegbert Zanettini.
O objeitvo da proposta é ajudar a suprir a demanda hoteleira que tenderá a crescer em função da realização da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016 no Brasil. Por isso, após São Paulo, o concurso deverá ser realizado também no Rio de Janeiro, sede dos jogos olímpicos, e em outras cidades-sede da Copa.
As inscrições devem ser feitas pelo site do projeto e os vencedores receberão os seguintes prêmios em dinheiro: R$ 12 mil (1º lugar), R$ 5 mil (2º), R$ 2 mil (3º) e R$ 1 mil (4º).
Podem participar arquitetos habilitados no estado de São Paulo, formados há no máximo cinco anos. Após a confirmação da inscrição no site e o pagamento da taxa (de R$ 120), o participante tem até o dia 9 de janeiro de 2012 para enviar o projeto, via postal.
Segundo Marcos Casado, gerente técnico Leed do GBC Brasil, "a iniciativa é valida para estimular nos jovens arquitetos a preocupação em projetar empreendimentos verdes e, desta forma, ingressar neste novo mercado da construção civil sustentável.
Mesmo porque as novas diretrizes nacionais e mundiais buscam profissionais com estas qualificações e este será um grande diferencial para a Copa do Mundo e Olimpíada no país".
Portal 2014
Pierce Brosnan e sua esposa, Keely Shaye Smith são ambientalistas comprometidos e se opõem a projetos ambientalmente prejudiciais. | Imagem: Divulgação
O muito arrojado Pierce Brosnan, que saltou para a fama no início dos anos oitenta como o personagem principal na série televisão, Remington Steel e, em seguida, quando manteve sua popularidade com trabalho em filmes como O Inferno de Dante, The Thomas Crown Affair e mais importante como o sexy agente secreto 007, James Bond, tem um “coração verde”.
Brosnan já foi notícia pelo seu trabalho de caridade e ativismo ambiental. O ator e ativista foi nomeado como o ambientalista mais bem vestido pela “Sustainable Style Foundation”, em português “Fundação Estilo Sustentável”, em 2004.
Consciente das questões como o desarmamento nuclear quando tinha nove anos de idade, quando a condenação mundial dos testes nucleares de 1962 nos EUA, em Nevada foi notícia internacional, Brosnan se envolveu ativamente e participou de conferências de imprensa em Washington DC para ajudar o Greenpeace com esta questão.
Em outra ação, ele mesmo teria boicotado o Primeiro-Ministro francês em seu filme de James Bond, GoldenEye, para apoiar o protesto do Greenpeace contra o programa de teste nuclear francês.
Pierce Brosnan e sua esposa, Keely Shaye Smith, são ambientalistas comprometidos, com interesses em assuntos que incluem “ar limpo” e campanhas de água, proteção de mamíferos marinhos e de zonas úmidas, e opondo-se a projetos ambientalmente prejudiciais.
De 1997 a 2000, o casal trabalhou com o Natural Resources Defense Council (NRDC) e o Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (IFAW sigla em inglês), nos EUA, para parar a fábrica de sal proposta para ser construída em Laguna San Ignacio, península da Baixa Califórnia, no México.
Sua vitória sem precedentes impediu a destruição do último terreno fértil – local com condições favoráveis para o desenvolvimento e multiplicação da baleia cinzenta do Pacífico.
O casal juntamente com a atriz Halle Berry e a modelo Cindy Crawford também combateram, com sucesso, as instalações do Cabrillo Port Liquefied Natural Gas (GNL), que foi proposto para a costa de Malibu e causaria danos à vida marinha ali.
O projeto GNL colocou significativos e potencialmente irreversíveis impactos negativos para a costa, o ambiente e a segurança da comunidade. O State Lands Commission, eventualmente, negou a concessão para construir o terminal.
Como se não bastasse, Brosnan é também um pintor talentoso. O ator produz paisagens coloridas e retratos de família. Muitos de seus trabalhos já foram vendidos para arrecadar dinheiro para várias instituições de caridade ambiental, e instituições que cuidam da saúde de mulheres e crianças.
Em 1997, o presidente Mikhail Gorbachev presenteou Pierce com um Prêmio de Liderança Ambiental, citando-o como um líder realmente comprometido, cujas ações ousadas e de voz inteligente têm sido fundamentais para a proteção dos mamíferos marinhos, bem como o de frágeis ecossistemas.
Em 2008, o casal de holywood foi introduzido no Hall da Fama Ambiental. De acordo com relatos, o casal doou mais de US$ 1 milhão para várias iniciativas ambientais.
O ator chegou a investir US$ 9 milhões na construção de uma mansão, alimentada por energia solar e uma série de outras qualidades ambientalmente corretas. A casa, localizada na praia de Malibu, é equipada com uma piscina exterior e uma cabana para hóspedes, bem como um sistema de aquecimento, tudo ligado pelo sol.
Outras características da casa destinadas a reduzir a pegada de carbono incluem a reciclagem de água, um sistema de eliminação de resíduos movido a energia solar de 400 mil dólares, uso de janelas de vidro, reflexivos, isolados - que ajudam no controle da temperatura, e um sistema de iluminação inteligente que apaga as luzes da sala quando desocupada por mais de cinco minutos, economizando energia. Com informações e imagens do MSN e Pierce Brosnan.
Redação CicloVivo
Blight - criado pelo designer belga Vincent Gerkens é uma persiana com tecnologia verde que capta a energia solar durante o dia e devolve-a durante a noite. | Imagem: Divulgação
O painel solar Blight, criado pelo designer belga Vincent Gerkens é uma persiana com tecnologia verde, que capta a energia solar durante o dia e devolve-a durante a noite. Blight participou da competição de design “Greener Gadgets” de 2009 e mescla um equipamento antigo com o novo.
A equipe criou um novo design para um produto já existente. Todas as funções originais da persiana foram mantidas e a tecnologia foi adicionada, oferecendo uma nova utilidade: capturar a energia do sol e convertê-la em eletricidade.
Deste modo ela oferece um link entre o interno e o externo capturando a luz durante o dia e devolvendo-a ao escurecer. A vantagem é que ela tem uma grande superfície de exposição. Ajustando as lâminas, o curso do sol pode ser seguido a fim de capturar o máximo de energia ou direcionar a luminescência. Além disso, pode-se ajustar a posição da lâmpada para obter vários efeitos de luz.
O produto da energia do sol pode ser usado para alimentar computadores ou outros dispositivos por meio de um inversor. A energia solar captada pelas células solares flexíveis é armazenada na caixa superior e permanece disponível para uso posterior.
O objeto combina duas recentes tecnologias descobertas: a primeira são as células solares flexíveis e a segunda é a folha eletroluminescente que precisa de pouca energia.
O conceito usa uma célula solar flexível, que se encaixa sobre a superfície da persiana juntamente com uma folha de neon eletroluminescente para transformar e transmitir a energia solar de volta para o ambiente.
O Blight é um equipamento durável e ecológico, porque não precisa de cabos elétricos e a energia solar é limpa. O dispositivo é uma persiana totalmente funcional e leve, que oferece um leque de opções de iluminação simplesmente ajustando as lâminas para cima e para baixo, ajustando o ângulo. A tecnologia poderia ser instalada em casa e no local de trabalho. O projeto tem a colaboração de Lise Capet e Judicael Cornu.
Estádio de basquete, com capacidade para 12 mil pessoas, custou R$ 110 milhões a Londres.
Como parte dos esforços para evitar 'elefantes brancos' - instalações sem potencial de uso - após a Olimpíada de 2016, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, anunciou a compra das estruturas desmontáveis dos estádios de basquete e de polo aquático que serão usados nos Jogos de 2012.
O acordo foi fechado nesta segunda-feira na capital britânica com o prefeito local, Boris Johnson.
Paes disse que ainda não tem estimativa de quanto as duas estruturas custarão ao Rio de Janeiro. Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Londres estimam que o estádio de basquete, com capacidade para 12 mil espectadores, custou 40 milhões de libras – ou mais de R$ 110 milhões.
Paes afirmou que os estádios serão desmontados em Londres e reconstruídos no Rio a partir do final de 2013. Segundo o prefeito, existe a possibilidade de o Rio também comprar uma estrutura temporária que está sendo construída no estádio de natação de Londres para usar nos Jogos de 2016.
Desenhado por um consórcio de três grupos de arquitetura - Sinclair Knight Merz, Wilkinson Eyre e KSS Design Group – o estádio de basquete foi concluído em junho e já foi usado em uma competição em agosto.
No ano que vem, o estádio também será usado para competições olímpicas de handebol, e para o paraolímpico de rúgbi e de basquete de cadeira de rodas. Entre as duas competições paraolímpicas, os organizadores terão apenas 12 horas para fazer alterações necessárias para adaptar a quadra de basquete à prática do rúgbi.
O estádio de polo aquático, que também será temporário, ficará pronto no próximo ano.
Paes esteve em visita de três dias a Londres, onde conheceu o Parque Olímpico e algumas das iniciativas da prefeitura local para os Jogos Olímpicos de 2012. O prefeito elogiou a iniciativa de Londres de construir estádios provisórios que podem ser desmontados e revendidos após os Jogos, e disse que pretende copiar a ideia no Rio de Janeiro.
"O Parque Olímpico é um equipamento que a Prefeitura está fazendo dentro de uma parceria público-privado para construir, e Londres optou por uma coisa que eu gostaria de fazer mais ainda que são os equipamentos provisórios", disse Paes, em Londres.
Rio quer gastar mais em obras que terão uso pela população após o fim dos jogos olímpicos
"Essa é uma maneira de você economizar sem criar elefantes brancos. Esse foi o grande acerto de Londres e o Rio quer fazer igual. Não quer gastar fortunas em estádios. Nós queremos deixar aquilo que custa caro para gastar no que será um legado para a cidade do Rio de Janeiro, como [em obras de] transporte."
O prefeito do Rio também visitou em Londres o centro de controle de transportes da cidade. Londres está esperando receber 9 milhões de espectadores durante os Jogos Olímpicos, e mais de 300 mil atletas e autoridades.
A cidade trabalhou nos últimos seis anos para melhorar a sua rede de metrôs e ônibus. A meta de Londres é reduzir em 30% o número de veículos na cidade.
Os centros de controle de trânsito das duas cidades terão reuniões mensais para trocar experiências na área. Paes elogiou a infra-estrutura de transportes de Londres, mas destacou que a realidade europeia é muito diferente da carioca.
"Esse aspecto é muito diferente. A cidade de Londres tem uma infra-estrutura de transportes fantástica. Eles estão fazendo investimentos em melhoria de trens e estações, mas é uma realidade muito diferente", disse Paes.
Ele disse que ao contrário de Londres, que já possui uma boa rede de transporte há décadas, o Rio de Janeiro precisa fazer muito mais obras.
"O Rio tem muito mais obra do que Londres...Você não vê tanta obra aqui. Você vê [obras] ali no Parque Olímpico, obra de conservação da cidade, melhoria do pavimento, isso e aquilo, mas não tem tanta obra. Agora se você vai no Rio hoje, você xinga o prefeito porque a cidade está engarrafada de tanta obra."
BBC Brasil
A atual crise econômica não diminuiu o apetite mundial pelo mercado financeiro brasileiro. Pela segunda vez no ano, uma empresa estrangeira mostra interesse em abrir uma nova bolsa de valores no país. Depois do anúncio feito em fevereiro pela Bats Global Markets, nesta segunda-feira (21/11) foi a vez da americana Direct Edge, que tem entre seus sócios o Goldman Sachs e o JP Morgan, informar que em breve deve iniciar suas operações no Brasil. A BM&FBovespa, que hoje reina soberana, pode ver em breve o surgimento de seus primeiros concorrentes.
A Direct Edge pretende lançar sua bolsa de valores no Brasil dentro de um ano, no quarto trimestre de 2012, após a aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Com sede no Rio de Janeiro, ela negociará ações de empresas brasileiras já listadas como companhia aberta.
Batizada de Direct Edge Brazil, a bolsa funcionará como uma empresa local independente, operada pela Direct Edge. Ela será comandada por um CEO brasileiro, ainda a ser selecionado pelos americanos.
Em teleconferência com jornalistas, na tarde desta segunda, o CEO da Direct Edge, William O’Brien, evitou dar mais detalhes sobre a nova bolsa. Ele não revelou de quanto será o investimento no Brasil e se a empresa terá um parceiro local. “Estamos preparando nosso projeto para dar entrada na CVM. Aos poucos, daremos mais detalhes sobre a iniciativa”, disse.
O interesse pelo Brasil está ancorado nos ótimos números do mercado financeiro brasileiro nos últimos anos, apesar do desempenho fraco em 2011. “Nos últimos 15 anos, o mercado brasileiro de capitais cresceu bastante, tornando-se um dos principais do mundo. Com volume de transações saudável, uma sofisticada base de consumidores e uma infraestrutura de telecomunicações adequada, muitos dos pré-requisitos necessários para uma competição bem-sucedida já existem aqui há um certo tempo. Vemos muito potencial nos próximos anos e estamos muito satisfeitos em ter escolhido o Rio de Janeiro, onde o mercado de capitais no Brasil teve origem, como nossa sede”, afirmou O’Brien.
O executivo defende que a introdução de uma nova bolsa no Brasil irá não apenas trazer benefícios para a Direct Edge, mas também para o país. “A economia brasileira é uma das que cresce mais rápido no mundo e acreditamos que uma segunda bolsa de valores irá aumentar ainda mais a participação de investidores, com uma concorrência que levará à inovação e melhoria de preços”.
A Direct Edge é uma companhia sediada na cidade de Jersey, em Nova Jersey, propriedade de um consórcio formado pela ISE (International Securities Exchange), o Knight Capital Group, o Citadel Derivatives Group, Goldman Sachs e JP Morgan. Concorrentes de peso, atenção BM&FBovespa.
Época Negócios

Foi lançado nesta segunda-feira (21) o edital de concorrência para a construção do Parque Macambira-Anicuns, em Goiânia. O edital foi lançado em lote único, mas permite que até quatro empresas se aliem formando um consórcio. As propostas poderão ser entregues até o início de janeiro de 2012. A obra deverá começar em março e a conclusão está prevista para dois anos e dois meses.
A obra está estimada em R$ 212 milhões. Desse total, 60% virão do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que exigiu a licitação seja internacional. O restante do dinheiro será do município e do governo federal.
Segundo a Prefeitura de Goiânia, para a construção do parque serão desapropriados 788 lotes baldios e 804 edificações, entre elas casas, empresas e construções irregulares em áreas públicas. Os bairros onde haverá maior número de desapropriações são o Jardim Europa, o Setor Novo Horizonte, o Setor Cachoeira Dourada, a Vila São José, a Vila Adélia, a Vila Mauá e a Vila Santa Helena.

O espaço terá cerca de 24 quilômetros de extensão nas regiões Oeste e Norte da capital. Segundo a prefeitura, será um dos maiores parques lineares do País, com 400 hectares de áreas verdes.
As obras para a implementação do parque prevêem a recuperação dos leitos do Córrego Macambira e do Ribeirão Anicuns. Estão previstos para o local a construção de centros conveniência, ciclovias e pistas de caminhada.
Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
O Governo do Estado vai investir mais de R$ 170 milhões e Pernambuco vai ganhar 10 grandes Unidades de Pronto Atendimento em 2012, as chamadas UPAs Especialidades (UPAEs).
O anúncio foi feito pelo governador Eduardo Campos, nesta segunda-feira (21), no Palácio do Campo das Princesas.
As UPAEs vão oferecer atendimento gratuito em 14 áreas. Algumas delas são cardiologia, endocrinologia, dermatologia, gastroenterologia, urologia, infectologia, nefrologia.
Petrolina vai ganhar a primeira unidade, que vai contar com atendimento em urgência clínica e odontológica. Ela será erguida na Avenida Coronel Antônio Honorato Viana, nas proximidades do Centro Social Urbano (CSU).
O governador também anunciou a expansão do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que hoje atende apenas 38 cidades pernambucanas. A intenção é que, até o final de 2012, todos os municípios sejam cobertos pelo serviço do 192. Para isso, o Governo vai adquirir 150 novas ambulâncias para somar às 104 já existentes.
“Não tínhamos Samu em todas as regiões porque faltavam profissionais de saúde. Agora conseguimos formar as equipes e avisamos ao Ministério da Saúde. Estamos comprando os equipamentos e ambulâncias para que, ao longo de 2012, a gente possa garantir que o pernambucano tenha cobertura do Samu em 100% do Estado”, disse Eduardo.
ATENÇÃO PRIMÁRIA – A nova Política Estadual de Fortalecimento da Atenção Primária em Pernambuco vai reforçar o trabalho preventivo realizado principalmente pelo Programa Saúde da Família (PSF). Em 2010, o valor repassado pelo Estado foi de R$ 4,5 milhões. Em 2012, os investimentos devem ultrapassar a marca dos R$ 30 milhões. “Muitas cidades têm dificuldade de manter o PSF e vamos ajudar com esses repasses, sobretudo aos municípios com menor IDH”, explicou o governador.
Do NE10