sábado, 5 de novembro de 2011

PPPs Minas Gerais:Aviso de Abertura de Consulta Pública

carolina quelotti

Plano Estadual de Parcerias Público-Privada 2011/2012, contido no Anexo da Deliberação CGP nº01/2011, publicada em 27 de setembro de 2011 no Órgão Oficial dos Poderes do Estado, nos termos do §2º do art. 7º da Lei 14.868 de 16 de dezembro de 2003.

A Unidade PPP do Estado de Minas Gerais, situada no âmbito da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, e a Secretaria de Estado de Casa Civil e de Relações Institucionais faz saber que está aberta a consulta pública referente à Plano Estadual de Parcerias Público-Privada 2011/2012, contido no Anexo da Deliberação CGP nº01/2011, publicada em 27 de setembro de 2011 no Órgão Oficial dos Poderes do Estado, nos termos do §2º do art. 7º da Lei 14.868 de 16 de dezembro de 2003.

Informações sobre os projetos constantes no Plano Estadual de Parcerias Público-Privadas poderão ser obtidas neste mesmo site, no link NOSSOS PROJETOS.

Os interessados poderão enviar suas manifestações para o endereço eletrônico ppp@ppp.mg.gov.br, até o dia 05 de dezembro.

Clique aqui para as normas para participação e demais informações se encontram disponível no site da Imprensa.

Clique aqui para informações do Plano Estadual de Parcerias Público-Privada 2011/2012, contido no Anexo da Deliberação CGP nº01/2011.

Portal Minas

Circuito Pernambucano da Cachaça segue até final de novembro no Recife

Objetivo é aproximar produtor e consumidor, além de valorizar mercado local.
Quatro restaurantes da cidade recebem degustações da bebida.


A 3ª edição do Circuito Pernambucano da Cachaça, que segue até o final de novembro, vai percorrer bares do Recife oferecendo degustação de diversos tipos e marcas da bebida produzida no Estado. O evento, promovido pela Associação Pernambucana dos Produtores de Aguardente de Cana e Rapadura (Apar), começou na sexta-feira (4) e tem o objetivo de valorizar o produto no mercado local.


A abertura aconteceu no Guaiamum Gigante, bairro do Parnamirim, que recebe o festival até este sábado (5). No segundo fim de semana (dias 11 e 12), quem recebe a programação é o Entre Amigos, mais conhecido como “Bode”, em Boa Viagem. O Restaurante Boi Preto é quem sedia a terceira etapa do Circuito, entre os dias 18 e 19. Encerrando a edição deste ano, o Guaiamum Praia, nos dias 25 e 26 de novembro.

De acordo com a diretora da Apar, Margareth Rezende, Pernambuco é o segundo maior produtor e exportador de cachaça do Brasil. “A gente percebeu que há um forte desconhecimento do público em relação à cachaça pernambucana. Então a gente procura aproximar o produtor do consumidor final, para que ele conheça o que a gente tem na nossa terra”, afirma.

Ela conta que, até o final de novembro, deve ser lançado o projeto “Cartas de Cachaça”, que vai oferecer capacitação a bares e restaurantes sobre formas de servir a bebida. “Vimos que a maioria dos estabelecimentos serve cachaças de fora. Queremos criar a cultura de consumir a nossa cachaça. O projeto é nacional e faz parte da comemoração dos 10 anos da Apar”, adianta Margareth.

Participam da edição deste ano cachaças produzidas pelas empresas Carvalheira, Engenho Água Doce, Pitú, Sanhaçu, Triumpho, 51, além de outras cinco destilarias associadas à Apar.

Confira a programação do Circuito:


Guaiamum Gigante
Rua Doutor José Góes, 299, Parnamirim, Recife
Dia 4, das 19h às 23h e dia 5, das 12h às 16h

Entre Amigos - Bode
Rua Marquês de Valença, 30, Boa Viagem, Recife
Dia 11, das 19h às 23h e dia 12, das 12h às 16h

Restaurante Boi Preto
Avenida Boa Viagem, 97, Boa Viagem, Recife
Dias 18 e 19, das 12h às 16h

Guaiamum Praia
Avenida Boa Viagem, 82, 2º Jardim de Boa Viagem, Recife

Dias 25 e 26, das 19h às 23h

Do G1 PE

Brasil será primeiro a utilizar biocombustível no Continente Antártico

Uma parceria entre a Petrobras e a Vale Soluções em Energia (VSE) vai tornar o Brasil o primeiro país a utilizar biocombustível para produção de energia no Continente Antártico.
O etanol, fornecido pela Petrobras, e o motogerador da Vale Soluções já chegaram à Antártica.

Segundo a estatal, os equipamentos, que saíram do Brasil em outubro, estão sendo desembarcados na Estação Antártica Comandante Ferraz, da Marinha, e logo terá início o programa científico. A iniciativa faz parte de um acordo de cooperação firmado entre a Petrobras, a Vale Soluções em Energia (VSE) e a Marinha.

Pelo acordo, a Petrobras fornecerá os 350 mil litros de etanol necessários à operação e, por meio de acompanhamento tecnológico, validará a utilização do etanol em condições de baixa temperatura. “A companhia reforça, com a iniciativa, sua atuação de vanguarda no uso do etanol para a produção de energia elétrica”, diz nota divulgada pela empresa.

O motogerador a etanol é produzido pela empresa VSE - uma sociedade entre a Vale e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - que desenvolveu uma tecnologia totalmente nacional para que motores pesados possam gerar energia limpa, usando etanol sem qualquer tipo de aditivo. O sistema inclui um sofisticado equipamento de controle e comando pela internet.

O projeto é beneficiado pela Lei da Inovação, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que promove e incentiva o desenvolvimento de produtos e processos inovadores voltados para atividades de pesquisa.

De acordo com a nota, após a montagem do equipamento, terá início um programa científico de avaliação para garantir que todos os requisitos de segurança operacional estejam adequados às rigorosas condições impostas pelo clima antártico.

A estação brasileira é operada pela Marinha e foi instalada na Baía do Almirantado, localizada na Ilha Rei George, no verão de 1984. A partir de 1986, passou a ser ocupada anualmente e guarnecida por militares da Marinha e pesquisadores, podendo acomodar 30 deles, além do pessoal de apoio e manutenção. A estação tem laboratórios destinados às ciências biológicas, atmosféricas e químicas.

Fonte: Agência Brasil

Pernambuco: Os presídios e o antagonismo vivido por Itaquitinga e Itamaracá

Com 85% das obras já concluídas, o complexo carcerário de Itaquitinga fica pronto em janeiro do ano que vem. Enquanto a cidade vai ganhar presos, os presídios de Itamaracá serão desativados Presídio de Itaquitinga fica pronto até janeiro de 2012 / Foto: Bernardo Soares/JC Imagem

Presídio de Itaquitinga fica pronto até janeiro de 2012

Foto: Bernardo Soares/JC Imagem

Começou a contagem regressiva para a prometida revolução no sistema penitenciário de Pernambuco. Com 85% das obras já concluídas, o complexo carcerário de Itaquitinga, na Mata Norte, fica pronto em janeiro do ano que vem, conforme assegura o consórcio responsável pela execução dos serviços do primeiro centro prisional do País erguido por meio de uma parceria público-privada (PPP). Nas contas do governo do Estado, até fevereiro terá início o processo de transferência dos detentos. Quando estiver totalmente ocupada, a verdadeira cidade de aço, concreto e grades, encravada numa área de 90 hectares, no meio de um canavial, receberá 3.126 apenados, o equivalente a quase 20% de toda a população do município.

Mais do que inaugurar o megapresídio, que custou R$ 300 milhões, esse processo é repleto de simbologia. Primeiro, é a chance de a administração pública mostrar que é capaz de gerenciar o sistema de forma bem diferente do quadro atual. Maculado pela presença de milícias – comando ilegal exercido por presos que fazem o trabalho de agentes carcerários – violência e déficit, que chega a mais de 10 mil vagas, o sistema pernambucano ganhou do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o carimbo de pior do Brasil.

Em segundo lugar, representa a concretização de um antigo plano que ultrapassou gestões administrativas. A mudança permitirá, finalmente, a desativação gradual das três unidades da Ilha de Itamaracá, no Grande Recife, que aposta nisso como mola propulsora da redenção do turismo, a principal vocação econômica.

A real perspectiva de ocupação das cinco novas unidades, duas de regime semiaberto e três de regime fechado, após anos de planos frustrados, desperta sentimentos bem diferentes em moradores das duas regiões pernambucanas.

Em Itaquitinga, o medo do crescimento da criminalidade provocado pela presença de um gigantesco presídio e a incerteza, diante da falta de estrutura básica para a explosão demográfica. Afinal, com os presidiários chegarão familiares e diversos pequenos comerciantes, de olho num mercado que tende a crescer rapidamente.

Do Centro até o presídio são dez quilômetros. Perto de lá, em Itamaracá, a notícia de abertura do centro de ressocialização traz o sentimento de alívio. Só de falar no fim da Penitenciária Agroindustrial São João, a antiga PAI, a Penitenciária Barreto Campelo e o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP), onde vivem cerca de 3 mil detentos, o mercado imobiliário está em aquecimento. O sentimento de um futuro mais tranquilo já voltou a fazer parte da vida das pessoas.

COBRANÇAS - Na pequena Itaquitinga, a 66 quilômetros do Recife, o novo complexo de ressocialização, como preferem batizar o governo e o consórcio, o cenário, da qual faz parte a imensa construção cercada por alambrados de seis metros de altura, afloram cobranças por melhorias.

No município, com pouco mais de 15 mil habitantes e dependente da indústria da cana-de-açúcar, realidade rima com precariedade. “Já que a gente recebeu um presídio, coisa que ninguém quer, deveria receber as melhorias. Precisamos ajeitar as estradas e pavimentar o entorno do centro de ressocialização. Também temos problema de abastecimento”, resume o presidente da Câmara de Vereadores, Roque João dos Santos (PPS).

Exemplos da falta de estrutura básica estão espalhados por todos os lugares. O centro de saúde só tem capacidade para atender casos de média complexidade e não pode realizar cirurgias. Doente mais grave precisar ir para Goiana, a 14 quilômetros, ou para o Recife. A delegacia tem um delegado e três profissionais.

Um deles é chefe de investigação, plantonista e comissário. No destacamento da Polícia Militar, três homens para cobrir também a área rural. Este ano, ocorreram três assassinatos, número bem menor do que os 10 registrados em 2010.

Mas furtos e assaltos preocupam a população. Já é um reflexo do aumento populacional e da circulação de dinheiro decorrentes da construção do presídio. “Depois que o pessoal das construtoras chegou aqui para começar as obras, a nossa vida mudou muito.

O pessoal das escolas anda assustado com roubos de celular e ninguém dorme mais de porta destrancada como antes”, revela Tânia Santana, funcionária de um pequeno restaurante no distrito de Chã de Sapé, a dois quilômetros do complexo penitenciário.

Na pequena comunidade, de pouco mais de três mil habitantes, a pacata rotina, quebrada pela construção dos presídios, tende a mudar ainda mais com a chegada dos presos. Os pequenos comerciantes passaram a fechar as lojas mais cedo.

Dona do mercadinho, Terezinha Sousa, 72 anos, está de malas prontas para se mudar para Goiana com os parentes. Casas construídas para abrigar operários jogaram para cima o valor do aluguel. Três quartos, sala e banheiro, no meio do nada e onde a energia falta dia sim e outro também, custava R$ 150 e hoje bateu na casa dos R$ 350.

“Temos medo de que esse pessoal traga os parentes para morar aqui. Nosso posto de polícia está fechado há anos e a patrulha só aparece de vez em quando nos fins de semana. Nós é que vamos ficar aprisionados, com medo das pessoas erradas”, declara Everaldo Vieira de Souza, dono da minúscula revendedora de gás de cozinha da localidade.

Enquanto a comunidade de Chã de Sapé acompanha, do alto da colina, passo a passo o surgimento do gigante no meio aos plantios de cana, em Itamaracá, embora ressabiada com a frustração de promessas anteriores de retiradas dos presídios, a população já vislumbra o fechamento das unidades que tanto prejudicaram o município.

Construídos numa época em que a cidade era apenas uma ilha distante da capital, o que deixava presos no isolamento, dos grandes centros, os presídios foram engolidos pela explosão demográfica e descontrole urbano. Casas de veraneio passaram a ser vizinhas dos grandes muros. E do perigo. “Faço parte do corpo de jurados há vários anos. Teve época em que de 15 julgamentos de homicídios aqui na Ilha dez tinham relação com os presidiários do sistema”, conta o agente de trânsito Valni José de França, nascido e criado em Itamaracá, lembrando de uma época difícil e que todos esperam que mude o quanto antes.

O reflexo da grande expectativa é a melhoria nos preços de aluguel e a venda de imóveis. “Já registramos aumento de 32% em algumas áreas. Perto do Forte Orange, onde ninguém queria mais viver, estamos conseguindo até vender casas no início da construção. Isso só de falar que os presídios vão sair”, confirma a corretora Nelma Souza.

NE10

Fiat começará capacitação este ano em Pernambuco

Montadora construirá fábrica em Goiana e vai treinar mão de obra para unidade  / Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

BELO HORIZONTE – O presidente da Fiat, Cledorvino Belini, disse ao JC que o processo de treinamento de mão de obra para a nova planta da montadora, em Goiana, Mata Norte do Estado, começa ainda este ano. “É um grande desafio que temos pela frente formar um tecido social para a indústria metalúrgica, para a indústria montadora e para o parque de autopeças.” Belini falou sobre o empreendimento de Pernambuco após apresentar a nova família Palio para jornalistas de toda a América Latina no Palácio da Liberdade.

A fábrica da Fiat, que inicialmente seria erguida em Suape, no Cabo de Santo Agostinho, teve seu projeto transferido para um terreno de 1.400 hectares, em Goiana, onde a empresa encontrou um ambiente mais adequado para instalar linha de produção, pista de teste e outros equipamentos de sua nova indústria.

O investimento previsto é de aproximadamente R$ 4 bilhões. Serão gerados 4.500 empregos diretos. Além destes, há, naturalmente, o pessoal que trabalhará na parte de construção civil.

“Temos vários entendimentos com o governo de Pernambuco para a formação dos profissionais da primeira etapa que vai construir a fábrica, que é uma atividade especializada. E, em paralelo, serão formados profissionais para a gestão, para construir automóveis”, disse Belini. A fábrica terá capacidade de produzir algo em torno de 250 mil carros por ano (o modelo ainda não foi revelado, mas comenta-se, nos bastidores, que será o Novo Uno).

Em relação ao cronograma de instalação do empreendimento, Belini disse que a terraplenagem começa ainda este ano. “Mas, efetivamente, as colunas, as paredes, a fábrica propriamente dita, começa só no próximo ano”. Na noite da última sexta-feira, o presidente da Fiat anunciou que a empresa vai investir R$ 10 bilhões no Brasil até 2014 e, entre aportes, destacou a fábrica pernambucana. A Fiat está completando 35 anos de Brasil e conta hoje com uma linha de produção em Betim, Minas Gerais.

Questionado se a implantação da fábrica de Goiana representará preços mais baixos para os consumidores pernambucanos, considerando que haverá uma redução nos custos do frete, Belini foi realista. “Esperamos oferecer preços bastante competitivos para conquistar ainda mais o mercado brasileiro.” Quanto à relação preço e localização, no entanto, não haverá vantagem para o consumidor do Estado. “O preço é padrão no Brasil inteiro”, argumentou.

NOVO PALIO - O lançamento do novo Palio marca os 35 anos de Fiat no Brasil. Totalmente remodelado, o carro chega às concessionárias neste fim de semana, com preços que variam de R$ 30.990 a R$ 42.490, dependendo dos acessórios e da motorização (1.0, 1.4 e 1.6). O objetivo da empresa, que investiu R$ 1 bilhão no projeto Novo Palio, é vender entre 8 e 9 mil unidades por mês e conquistar os públicos A e B. Vale lembrar que o Palio Fire, modelo mais simples e mais barato, continua a ser vendido.

JC Online

"Plano de Voo": Tablets, PCs e notebooks

Quase silenciosamente, o Brasil está partindo para a segunda geração das Parcerias Público Privadas (PPPs). Nesta etapa, o destaque são algumas arenas esportivas nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014.

Ao contrário do que se pensa - as PPPs não andaram -, houve uma primeira geração dessas parcerias estaduais que incluiu, basicamente, o emissário submarino do esgoto de Salvador; o sistema produtor de água do Alto Tietê, na capital paulista; uma rodovia em Minas Gerais. Tudo isso nos últimos cinco anos.

... segunda geração de PPPs

A avaliação é do sócio da Pezco Consultoria, o economista Frederico Turolla, especialista no assunto. “O governo federal contratou uma PPP que não deslanchou, na área de irrigação, mas, por outro lado, esse instrumento causou impacto muito grande nos governos subnacionais.

Ele foi adotado especialmente pelos governos estaduais, e até pelas prefeituras. Minas, Bahia e São Paulo se destacaram, com projetos sérios e importantes”, afirma o consultor.

Por que será?

Mais uma peça foi movida no xadrez da política para 2012. A principal pré-candidata à Prefeitura de São Paulo, a senadora do PT Marta Suplicy, abriu mão da disputa, favorecendo o ministro da Educação, Fernando Haddad, favorito do ex-presidente Lula e do presidente do partido em São Paulo, Edinho Silva. O que não ficou explicado é a razão pela qual a senadora desistiu, uma vez que chegava a 31% nas pesquisas, contra apenas 2% de Haddad.

Tablets, PCs e notebooks

A Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação apoia a deputada Manuela D´Ávila (PCdoB-RS), relatora da Medida Provisória 534, que quer incluir novas emendas para estender a isenção de PIS/Cofins dada aos tablets para outros produtos, desde que produzidos no País. Uma emenda solicita que PCs e notebooks unam-se aos tablets no pleito para desfrutar das isenções fiscais estabelecidas pela Lei n. 11.196/2005.

Proteger empregos

Para o presidente da entidade, Luís Mário Luchetta, o apoio a essa emenda deve ser incondicional para proteger a produção nacional. “Temos de criar barreiras de proteção aos produtos nacionais, resguardar cada vez mais essa cadeia produtiva, que investiu milhões para se instalar aqui e gerar empregos”, afirma o executivo.

Nova educação em pauta

O Instituto Singularidades, focado na formação e especialização de educadores, discutirá a situação atual dos professores e da profissão docente. Seminário internacional dias 7 e 8 deste mês dirá se os professores estão sendo preparados para encarar a nova realidade das salas de aula e os motivos da desvalorização recente da profissão.

Tarefa para Ozires

Ozires Silva, ex-presidente e considerado o “pai” da Embraer, e atualmente reitor da Unimonte (Centro Universitário Mont Serrat), em Santos, no litoral paulista, está empenhado em uma nova tarefa: a formação de profissionais para a exploração e produção do pré-sal.

Antes tarde ...

Segundo o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência da República, o governo brasileiro buscará aproximação com a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão pertencente à Organização dos Estados Americanos (OEA).

... que nunca

A decisão ocorre depois de sucessivos atritos por causa das obras de construção da Usina de Belo Monte, no Pará. O Brasil não enviou representante na última audiência.

*Colaboração: Renê Gardim

DCI

Tripulantes do Marte-500 encerram simulação de 1 ano e meio


Na sexta-feira (04) terminou a experiência Marte-500, onde participaram seis voluntários.

A experiência consistia em passar um ano e meio encerrado numa cápsula construída para simular uma viagem, de ida, permanência e volta, do planeta vermelho – Marte.

No horário de Brasília, às 8 da manhã, os seis voluntários abriram a porta que foi lacrada em 3 de junho de 2010, quando a experiência simulando uma viagem tripulada a Marte começou. Foram mais de 500 dias isolados.

A montagem da cápsula ocorreu no Instituto de Estudos Biológicos de Moscou, ligado à Academia de Ciências da Rússia. A experiência contou com a monitoria de cientistas da Academia e pela Roskosmos, da Agência Cósmica Russa, com participação da Agência Espacial Europeia. Na equipe estavam três russos, um chinês e dois engenheiros, um France e outro ítalo-colombiano.

A simulação contou com lançamento e pouso em Marte. Além de passeios espaciais ao redor de Marte com retorno a Terra. Durante toda a simulação os voluntários contaram com monitoramento médico e psicológico.

Notícias BR

SP: Cafés, restaurantes e lojas dão nova 'cara' aos Campos Elíseos

VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

Aos poucos, restaurantes, cafés e lojinhas vão substituindo cortiços, lojas de autopeças e antigos galpões industriais nos Campos Elíseos, no centro de São Paulo.

Aliadas ao restauro de casarões e uma recém-chegada unidade do Sesc, as novidades já estão mudando a 'cara' local.

O primeiro bairro nobre da cidade começou sua lenta degradação com a debandada dos fazendeiros de café de seus palacetes, nos anos 1930. Nos 1970, outro golpe: o Estado deixou o palácio dos Campos Elíseos e se instalou no dos Bandeirantes, no Morumbi.

A partir dali, perdeu população no esvaziamento do centro, quando os escritórios migraram para a av. Paulista.

Agora, o comércio recém-chegado, que traz mais vida às ruas, vem atrás de um novo contingente de pessoas circulando diariamente. Entre funcionários e estudantes, são cerca de 3.000 pessoas a mais nos últimos cinco anos no bairro.


Eduardo Anizelli/Folhapress
Fachada de prédio cujo metro quadrado já custa R$ 5,8 mil; bairro, que sofreu com a degradação, hoje se valoriza
Fachada de prédio cujo metro quadrado já custa R$ 5,8 mil; bairro, que sofreu com a degradação, hoje se valoriza

A seguradora Porto Seguro saltou de 3.000 empregados no local em 2005 para 4.500 neste ano. A Tejofran, do setor de serviços, comprou um prédio novo para aumentar a equipe em 300 pessoas.

Em 2005, a Faculdade Fundetec instalou seu campus para 1.200 alunos onde funcionava uma fábrica de lingerie.

Para "crescer junto com o bairro", a Galpão Matriz, que já tinha sua fábrica de móveis ali, decidiu abrir uma filial -a sede fica nos Jardins.

O foco, diz Kátia Wolf, da nova loja, é "atender o pessoal que trabalha na Porto Seguro e circula na hora do almoço".

De olho nesse público, Tânia Regina Lopes, dona do restaurante Donna Konka, aberto em 2007, já está montando outra casa, onde funcionava uma loja de escapamentos.

Tânia, que nasceu na região, diz que, aos poucos, cortiços e comércio de autopeças (um forte do bairro) vêm sendo substituídos. Entre as novidades, ela cita três cafés, duas lojas de roupas, dois salões de beleza e três restaurantes.

Escritórios também estão chegando. A LibeskindLlovet Arquitetos abriu o seu ali há cinco anos. "Ainda há muita casinha e antigos galpões que dá para recuperar. É um bairro charmoso, que está mudando aos poucos, e o preço ainda é acessível", diz a arquiteta Sandra Llovet.

Juliana Freire, 33, sócia da galeria de arte Emma Thomas, aberta em maio de 2010, diz que as mudanças já encarecem os imóveis. "Está ficando com preço de Pompeia."

Num prédio novo, o metro quadrado sai a R$ 5.800; na Pompeia, a R$ 6.000 para lançamentos, em média. "Tem muita gente legal se mudando para cá."


Editoria de Arte/Folhapress

Folha SP

Sebrae e CNT inscrevem taxistas em cursos gratuitos de idiomas


Taxistas poderão estudar línguas estrangeiras em oportunidade oferecida pelo Sebrae e CNT. Imagem: Helder Tavares/DP/D.A Press
Imagem: Helder Tavares/DP/D.A Press
Taxistas poderão estudar línguas estrangeiras em oportunidade oferecida pelo Sebrae e CNT. Imagem: Helder Tavares/DP/D.A Press

Cerca de 80 mil motoristas de táxi de todo o país poderão se qualificar em idioma estrangeiro, gestão e empreendedorismo para atender os milhares de turistas que virão ao Brasil assistir aos jogos da Copa do Mundo de 2014. A meta para 2012 e 2013 é do projeto Taxista Nota 10, que o Sebrae lança na próxima segunda-feira (7), em parceria com a Confederação Nacional do Transporte (CNT), Serviço Social do Transporte (Sest) e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat).

“É uma oportunidade para que os taxistas possam oferecer um serviço diferenciado, de melhor qualidade, que satisfaça o turista estrangeiro, para que ele volte outras vezes e recomende nosso país como destino interessante”, diz o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

O Taxista Nota 10 contempla duas ações: a capacitação desses profissionais em inglês e espanhol e 15 edições do Jornal Taxista Nota 10, que vão abordar, entre outros temas, gestão e empreendedorismo. Os cursos de línguas estrangeiras têm duração de 120 horas e vocabulário personalizado, adaptado à linguagem e ao dia a dia do profissional.

Material didático

As inscrições nos cursos poderão ser feitas gratuitamente nas unidades do Sest, Senat e Sebrae em todo o Brasil, a partir da próxima segunda. Também poderão ser feitas por meio das centrais de atendimento do Sebrae (0800-570-0800) e do Sistema CNT (0800-728-2891).

Os inscritos receberão material didático composto de caderno do aluno, caderno de exercícios, caderno de autoavaliações e CD de áudio. O curso terá duração de um ano, a contar do início de cada turma. O certificado de conclusão será enviado pelos Correios, após uma avaliação escrita, agendada e realizada na unidade do Sest ou do Senat mais próxima da residência do taxista.

Além dos cursos de línguas, os profissionais receberão informações sobre diversos temas, com um conteúdo divertido, leve e agradável por meio do jornal. Em versão impressa e eletrônica, com periodicidade mensal, a publicação terá matérias sobre assuntos como empreendedorismo, turismo e hospitalidade, gestão financeira, administração do tempo, marketing pessoal, legislação, direção defensiva, condução econômica e primeiros socorros.

Para receber o Jornal Taxista Nota 10 gratuitamente, os taxistas deverão entrar em contato com as centrais de atendimento da CNT ou do Sebrae, a partir da próxima segunda-feira, e se cadastrar no projeto para receber a publicação em casa. Junto com cada jornal, será enviado um selo. O taxista terá de guardar os 15 selos e ao final poderá trocá-los, nas unidades do Sest/Senat, por um adesivo que comprovará sua participação no programa. Essa identificação, afixada no parabrisa do carro, será mais um diferencial para atuação no mercado de trabalho.

Da Agência Sebrae de Notícias

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