quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Ocupação do espaço urbano é grande desafio na capital do Japão

O que é normal em muitas cidades, em Tóquio, é luxo dispensável. Calçadas não existem na maioria das ruas e os carros têm que desviar de pedestres, postes, cabines telefônicas, tudo, no meio da rua.


Nos maiores centros urbanos do planeta, a ocupação do espaço é um desafio enorme. No Brasil isso é visto claramente nas áreas dominadas por prédios cada vez mais altos com apartamentos e escritórios cada vez menores.

Se é assim em um país do tamanho do Brasil, imagine o valor do espaço urbano em Tóquio, a capital do Japão. O correspondente Roberto Kovalick mostra alguns exemplos.

Mais alguns centímetros e o carro não passaria no túnel, que tem 1m60 de altura. Os pedestres precisam fazer um pouco de contorcionismo, e olhe que os japoneses nem são tão altos assim.

Não é nada confortável andar mais de 100 metros encurvado. “Tenho 1m78. Dá dor no pescoço passar aqui”, conta um homem. O túnel é um exemplo da capacidade dos japoneses de aproveitar cada centímetro de Tóquio. É muita gente para pouco espaço.

O que é normal em muitas cidades, em Tóquio, é luxo dispensável. Calçadas não existem na maioria das ruas e os carros têm que desviar de pedestres, postes, cabines telefônicas, tudo no meio da rua. No posto de gasolina, as bombas ficam no teto. Se ficassem no chão, não haveria espaço para os carros. Restaurantes para meia dúzia de clientes e cozinhar no balcão são tradições e uma necessidade.

Quem passa em uma rua de Tóquio e vê a parte da frente de um prédio pode achar que é um edifício como qualquer outro, com três andares, largura normal, um bom tamanho. Mas, no terraço, é possível perceber que é um prédio diferente: é um dos mais estreitos do mundo. A largura é menor do que dois braços abertos.

Comparado com os arranha-céus da vizinhança, o prédio parece ainda menor. Nele funciona uma escola técnica, que tem salas de aula mais estreitas do que um corredor de um prédio comum. Os alunos ficam virados para a parede e os professores precisam ser habilidosos para andar de um lado para outro sem esbarrar em ninguém, e criativos para guardar o material.

O diretor explica que quando há alunos mais gordinhos, os professores ficam mais espremidos, mas eles não reclamam. Com tão pouco espaço, a escola ainda tem estacionamento para bicicleta, mas só cabe uma.

Aliás, estacionamento em Tóquio também é luxo. É no espaço que der, como der, e nem sempre dá.

JN

Investimentos em energia eólica colocam o Brasil em destaque

O país deverá se posicionar entre os cinco maiores produtores deste tipo de energia no mundo até 2020

 Shutterstock

De acordo com projeções do Programa Ambiental da ONU os investimentos globais em energias renováveis devem alcançar US$ 240 bilhões em 2011, impulsionados principalmente pelas iniciativas no Brasil, China e Índia. Em 2009, os gastos com as energias limpas foram de US$ 162 bilhões. No ano passado, os investimentos oscilaram entre US$ 180 e 200 bilhões. O Brasil, no segmento de energias renováveis, tem condições de ampliar sua capacidade instalada, alcançar um modelo energético menos poluente e economicamente viável, desde que haja mais pesquisas e investimentos no setor.

Projeções do Plano Decenal de Energia (PDE) e do Plano Nacional de Energia (PNE), indicam que o Brasil, que atualmente dispõe de 115,6 gigawatts (GW) de capacidade instalada, deverá elevar a produção para 171 GW em 2020 e para 232 GW em 2030. A energia hidrelétrica continuará a ser o eixo de expansão da produção de eletricidade no país até 2030. Mas também haverá crescimento da eólica e da biomassa no período. Atualmente, no ranking global das energias limpas, o Brasil ocupa a sexta posição, com 45,9% da energia primária utilizada. Lembrando que 1GW pode atender uma cidade com 1,5 milhão de habitantes.

As projeções para a energia eólica indicam que até 2015 ela poderá alcançar 19 GW na América Latina, o que representaria uma participação de 4% no mercado mundial. O Brasil, por sua vez, com a evolução tecnológica, as excelentes condições das jazidas de vento e a manutenção de contratação do governo, deverá se posicionar entre os cinco maiores produtores de energia eólica do mundo até 2020, com capacidade instalada de 20 GW, segundo o vice-presidente da Associação de Mundial de Energia Eólica, Everaldo Feitosa.

Para a Associação Brasileira de Investidores em Autoprodução de Energia (Abiape), as empresas produtoras de energia devem investir até 2020 cerca de R$ 3,4 bilhões em novos empreendimentos eólicos, com capacidade para gerar até 1.000 megawatts (MW) de energia. A Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) estima que a energia eólica vai ampliar sua participação na matriz energética brasileira de 1% para 5,9%, da produção total de eletricidade até 2014.

Atualmente, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), há 51 empreendimentos eólicos em operação (931 MW), 18 em construção e mais 107 outorgados, com capacidade de quase 5.000 MW informa a gerente de agroenergia da Informa Economics FNP, Jacqueline Bierhals, que participou da elaboração da 2ª edição do RenergyFNP, anuário de Energias Renováveis da Informa Economics FNP.

por Globo Rural On-line

Bill Gates pede que Brasil e México compartilhem sua experiência com países pobres

O multimilionário americano, Bill Gates, pediu que Brasil e México compartilhem sua experiência com os países pobres para ajudá-los a lutar contra a fome, conforme anunciado em um relatório que será apresentado em breve ao G20, cuja cópia a AFP teve acesso nesta quarta-feira (2).

"Países como China, Índia e México se encontram em grandes condições para colaborar com os países pobres, porque possuem recentes experiências na redução da pobreza, assim como enormes capacidades técnicas", afirmou Gates, que se reunirá na quinta-feira com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, antes de apresentar formalmente o relatório ao G20, grupo do qual fazem parte Brasil, México e Argentina.

"Esta combinação única lhe confere conhecimento e habilidade para criar mecanismos de desenvolvimento que trarão avanços", disse Gates, que se declarou "especialmente entusiasmado por uma "associação triangular" entre países que crescem rapidamente, os países tradicionalmente doadores e os países pobres".

AFP

Dois viadutos do Recife ganham as cores da grafitagem

Jovens de bairros pobres do Recife participaram de oficinas de capacitação. Muitos deles deixaram de ser pichadores


 / Foto: Rodrigo Lôbo

Foto: Rodrigo Lôbo

As estruturas de concreto dos viadutos da Avenida Norte, no bairro de Santo Amaro, e da Avenida João de Barros, no Espinheiro, na área central e na Zona Norte do Recife respectivamente, ganharam simbolismo em forma de grafitagem. Um grupo de jovens capacitado no Centro de Assistência e Proteção Social à Juventude grafitou as colunas de sustentação com temas ligados à proteção dos direitos humanos, segurança pública, direito à memória e à verdade, justiça e combate à desigualdade.

O coordenador do grupo, Francisco Bonny, responsável pelas oficinas de capacitação dos jovens, explicou que a intervenção no viaduto da Avenida Norte já foi concluída. "Terminamos há duas semanas. Já está tudo pronto. Utilizamos o tema ligado à época da ditadura."

Ele informou que 50 jovens de vários bairros pobres do Recife, grande parte deles de Santo Amaro, participaram das oficinas. "Deste total, escolhemos 12 deles para participar deste trabalho aqui." Todos os alunos ganharam uma ajuda de custo do governo do Estado.

"Antes de iniciar o processo de grafitagem, a gente trabalhou na pesquisa dos temas para definir o que iríamos grafitar. Colocamos, inicialmente, o desenho no papel. Depois, realizamos o trabalho." Na manhã de ontem, o grupo estava trabalhando no viaduto da Avenida João de Barros.

Questionado se temia a ação de pichadores, o grafiteiro Francisco Bonny disse que conhece muitos deles e que sempre procura o diálogo. "Acredito que as grafitagens desenvolvidas nos viadutos não vão sofrer com a ação dos pichadores. Claro que estamos sujeitos a isso, mas acredito no diálogo. O nosso objetivo é trazê-los para o nosso lado. Muitos que participam das oficinas e hoje são grafiteiros eram pichadores. A responsabilidade é nossa. Queremos que eles venham para o nosso grupo", declarou Bonny.

A ideia do Centro de Assistência e Proteção Social à Juventude é expandir o trabalho dos garotos para outros locais da cidade, inclusive para a Zona Sul. "A nossa ideia é que a grafitagem desenvolvida aqui chegue a outros locais da cidade. Isso é uma conquista grande que não é de agora. Hoje, pouco a pouco, as coisas vão melhorando."

Para Bonny, a cidade não ganha apenas um viaduto mais bonito. Ele ressalta a transformação que antecede todo o trabalho. "São jovens de várias áreas do Recife. E tenho percebido que, de um tempo para cá, já existe um mercado de trabalho para eles. A proposta tem que seguir desta maneira. Nosso trabalho está sendo bem aceito pela população."

Em breve, uma escola pública de Santo Amaro e um órgão público vão ganhar as cores dos grafiteiros formados no centro. "Ainda não podemos divulgar os locais, mas já está certo que vamos desenvolver este mesmo trabalho lá."

CAXANGÁ - O viaduto da BR-101 sobre a Avenida Caxangá, na Zona Oeste do Recife, foi um dos primeiros da cidade a ter a estrutura da base coberta pela grafitagem de um grupo de artistas que realizaram um mutirão, em 2008. Lá, pouco tempo depois da intervenção artística, vândalos chegaram a pichar o local.

Do JC Online

Cabral promete R$ 40 milhões para modernização de bondes de Santa Teresa

O governador Sérgio Cabral anunciou nesta quarta-feira, durante missão oficial a Portugal, um investimento inicial de R$ 40 milhões para modernizar todo o sistema de bondes de Santa Teresa até 2013.

A promessa foi feita após assinatura de um termo de cooperação técnica com o presidente da empresa Carris – que administra os bondes de Lisboa.

"Nós passaremos o ano de 2012 inteiro nessa tarefa de renovação de trilhos, equipamentos e de compra de novos bondes. Temos separados, para começar, R$ 40 milhões para isso. Não vamos medir esforços. Em 2013, com certeza, entregaremos esse presente à cidade", disse Cabral.

O acordo foi firmado duas semanas depois de técnicos de três segmentos da Carris – rede aérea, bondes e via terrestre (trilhos) – irem ao Rio analisar o sistema.

Há cerca de dois meses,um acidente com um bonde na Rua Joaquim Murtinho deixou seis mortos e mais de 50 feridos, provocando a interrupção do serviço de transporte no bairro e a intervenção do governo estadual na empresa que administra o sistema ferroviário de Santa Teresa.

Da Agência O Globo

Valor destaca parcerias da Foz no saneamento

Estudos desenvolvidos pela Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon) revelam que as empresas privadas devem aumentar sua participação no segmento de saneamento básico, podendo atender de 30% e 40% da população urbana nos próximos dez a 15 anos.

Para o diretor-presidente do Sindicato Nacional de Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto, Carlos Henrique da Cruz Lima, soluções do tipo das parcerias público-privadas (PPPs), concessões tradicionais e outros tipos de gestão aparecerão em número muito superior ao verificado atualmente.
Para o engenheiro, os investimentos necessários para a universalização do saneamento exigem capital privado.

Um exemplo é a Attend Ambiental, que conta com 55% de participação da Estre Ambiental, empresa do ramo de gerenciamento de resíduos sólidos, e 45% da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), e tem como objetivo implantar e operar uma Central de Pré-Tratamento de Efluentes (CPTE), em Barueri (SP).

Segundo a vice-presidente da Attend Ambiental, Ivana Wuo Pereira Vidal, a motivação da Estre para o negócio apareceu ao identificar que o mercado industrial e comercial tinha grande dificuldade de encontrar soluções viáveis para o tratamento de seus resíduos líquidos.

A Foz do Brasil, controlada pela Organização Odebrecht (74,47%) e com participação acionária do FI FGTS (25,53%), tem foco em diferentes segmentos: concessões públicas de água e esgoto, terceirização de centrais de utilidades e diagnóstico e remediação de áreas contaminadas, monitoramento de águas superficiais e subterrâneas e valorização energética dos resíduos sólidos urbanos. Para tanto, a Foz do Brasil é parceira de diversas companhias estaduais em projetos públicos e privados.

Com a Sabesp, a empresa mantém a Sociedade de Propósito Específico (SPE) que originou a Aquapolo Ambiental, o maior projeto da América Latina em produção de água de reuso para fins industriais, que abastecerá o polo petroquímico do ABC paulista.

Com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), a Foz do Brasil desenvolve a maior central de utilidades do país, destinada a atender a Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil, em Jeceaba (MG). Com a Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa), a Foz participa de uma das primeiras PPPs do país.

A parceria com a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan) envolve a operação e manutenção das redes e estações de tratamento de esgoto da Região Metropolitana de Vitória. Neste mês, a Foz do Brasil ingressou no bloco privado que controla a Companhia de Saneamento do Tocantins (Saneatins).

Carlos Eduardo Cherem | Para o Valor, de Belo Horizonte

Aumenta número de espanhóis interessados em trabalhar no Brasil

RIO – Com a crise financeira na Europa, os espanhóis estão buscando oportunidades no mercado de trabalho brasileiro. A Câmara Oficial Espanhola de Comércio no Brasil está recebendo, em média, 300 currículos por mês vindos da Espanha, de acordo com a diretora-executiva da câmara, Nuria Pont.

“A Espanha tem muitos profissionais qualificados e desempregados e o Brasil vive um momento de apagão de mão de obra”, avaliou Nuria, que participou do 7º Seminário de Infraestrutura da Câmara Oficial Espanhola de Comércio no Brasil.

De acordo com a diretora, cerca de 90% dos candidatos são engenheiros. “Os investimentos em construção civil, na Espanha, praticamente pararam”, explicou a diretora-executiva. Ela destacou que o desemprego no país espanhol chega a 40% entre profissionais de 25 a 35 anos.

Nuria disse que, com os grandes eventos esportivos no Brasil, o país está demandando muito mais engenheiros e arquitetos do que realmente dispõe. “Há muitas vagas que não estão cobertas e nem serão cobertas se o país não trouxer o pessoal de fora”, avaliou a diretora da câmara.

No entanto, Nuria ressalta que os candidatos estão enfrentando problemas burocráticos para a obtenção de visto. Questionada sobre quanto tempo os candidatos precisam esperar depois que são selecionados pelas companhias, a diretora afirmou que “mais do que as empresas podem esperar”.

O cônsul-geral da Espanha no Rio de Janeiro, Alfonso Palazón, afirmou que à medida que a vinda de profissionais se intensifica, os processos devem começar a ficar mais rápidos. No entanto, acredita que a burocracia não é uma exclusividade brasileira. “Na Espanha também acontece.”

Palazón lembrou que nos últimos 20 anos a Espanha investiu cerca de US$ 60 bilhões no Brasil. De acordo com o cônsul, mesmo no momento delicado em que está a Europa, o Brasil se apresenta como uma grande oportunidade de investimento. “Temos eleições [na Espanha] em novembro e acredito que o novo governo vai manter essa tendência de impulsionar a permanência dos grandes capitais no exterior, e o Brasil é um dos favoritos”, afirmou o cônsul, que chegou ao Brasil em agosto e vai ficar no país pelos próximos quatro anos.

A presença de empresas espanholas no Brasil também tem crescido muito. De 2009 para 2010, o número de companhias que procuraram a câmara para se instalar no país cresceu de 80 para 2 mil. “Ainda não fechamos o número deste ano, mas já temos certeza de que a quantidade de interessados será ainda maior”, estima o cônsul.

O vice-presidente da Câmara Espanhola, Bruno Armbrust, destacou que a Espanha é o terceiro país no mundo que mais investe no Brasil. A ascensão da classe média no país, a expansão do crédito e a necessidade de investimento em infraestrutura estão atraindo a atenção dos espanhóis com ótimas oportunidades de negócios.

Com a Copa do Mundo e a Olímpiada, Armbrust afirmou que o Brasil e a cidade do Rio de Janeiro estão atraindo a atenção de empresas de todo o mundo. Armbrust exemplificou citando a vinda da empresa Nipsa para um projeto chamado Geovias, que vai mapear todo o subsolo do Rio. O projeto foi aplicado em Barcelona durante os preparativos para sediar a Olimpíada e está sendo adaptado no país.

Valor Econômico

A Contemar firma parceria com a Prefeitura de Sorocaba para coleta seletiva em eventos

O Projeto Evento 100% Sustentável foi lançado no 21° Encontro da ANAMMA

Entre os dias 27 e 29 de setembro, Sorocabasediou o 21° Encontro Nacional da ANAMMA (Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente) promovido pela própria associação em parceria com a Prefeitura de Sorocaba.

A Contemar Ambiental apoiou ativamente o encontro com containers e lixeiras para coleta seletiva.

O objetivo do evento foi debater os desafios encontrados na construção de cidades sustentáveis a partir das políticas ambientais aplicadas nos municípios brasileiros.

Além disso, participantes de várias regiões tiveram a oportunidade de trocar experiências sobre os modelos adotados em suas respectivas cidades.

Durante esses dias, foram discutidos temas como, a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o PAC-2 (instrumentos para encerrar os lixões), construção e implantação do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (do catador à indústria), e questões que envolvem a Arborização Urbana.

Além disso, também foram desenvolvidas as oficinas temáticas: Consórcios e Termos de Cooperação Técnica para Licenciamento: Mobilização Social para a Coleta Seletiva e para a Logística Reversa; Gestão Municipal para Conservação e Recuperação da Floresta e Controle do Desmatamento (Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica e Municípios Arco Verde da Amazônia) e Mecanismos de Captação de Recursos e Plataforma BID para Cidades Sustentáveis.

Na ocasião, a Contemar Ambiental, lançou o Projeto Gestão de resíduos em Evento, em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o qual consiste na implantação de ações educativas incentivando a segregação dos resíduos gerados.

Para isso, a empresa disponibiliza equipamentos como contentores de 120 litros e papeleiras.

Para Camila Bortoletto, gerente da Comissão de Sustentabilidade da Contemar Ambiental, esta é uma iniciativa pioneira na cidade. “O projeto esta engatinhando, mas com certeza é mais uma ferramenta para conscientizar a população sobre a necessidade da segregação”, ressalta.

Contemar

OMS estuda modelo brasileiro das PPPs da Saúde

A Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde no Rio de Janeiro, de 19 a 21 de outubro, destacou o modelo brasileiro de produção de medicamentos, vacinas e equipamentos a partir das Parcerias Público-Privadas (PPPs).

Ele foi considerado uma bem-sucedida experiência para o atendimento às necessidades básicas de saúde da população.

Membros de entidades representativas da indústria nacional e empresários locais debateram com a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, em sessão privada, temas considerados relevantes para o sucesso das PPPs, sugerindo iniciativas que a Organização possa desenvolver no âmbito internacional.

Participaram da Conferência representantes de 120 países, que assistiram à sessão inaugural presidida pelo Vice-Presidente da República, Michel Temer.

Também participaram da mesa o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a diretora-geral da OMS, o governador do Estado do Rio, Sergio Cabral, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e secretários de saúde.

ABIFINA

PE recebe fábrica de tecnologia em irrigação

Multinacional israelense Netafim fecha acordo e obras devem começar em 30 dias

ANDRÉ CLEMENTE

A multinacional israelense Netafim, que atua no segmento de tecnologia em irrigação, vai investir R$ 10 milhões na implantação de uma fábrica no município de Cabo de Santo Agos¬tinho.

Segundo o diretor de operações da Netafim, Leonardo Avelar, o crescimento do Nordeste e a localização geográfica de Pernambuco foram determinantes para a escolha do Estado.

“O Nordeste corresponde a 50% do nosso mercado. Além disso, a nova unidade atenderá a demanda de crescimento da irrigação da Região”, disse.

“É uma localização estratégica para nosso negócio, principalmente devido ao Porto de Suape, que traz proximidade ao mundo e reduz nosso tempo no porto”, acrescentou o presidente da Netafim Brasil, Daniel Neves.

Os detalhes foram acertados durante encontro, ontem, do mi¬nistro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, com o CEO Igal Aisenberg, na sede da empresa em Israel.

O ministro Bezerra Coelho está em Israel com objetivo de trocar experiências no campo da irrigação e da infraestrutura hídrica.

Em breve, o Governo Federal vai anunciar um amplo programa que visa implantar 200 mil hectares de perímetros irrigados no semiárido brasileiro.

O terreno tem 15 mil m², sendo 3,6 mil m² de área construída. De acordo com Avelar, as obras de terraplanagem já iniciaram e devem terminar em 30 dias.

Em seguida, a construção da fábrica, que contempla áreas de produção e armazenamento, terá duração de aproximadamente seis meses, para atender a expectativa de começar a operação em junho de 2012.

A Netafim tem atuação no setor agrícola, atendendo principalmente o segmento da fruticultura, como plantis de cana-de-açúcar e laranja. “Produziremos tubos gotejadores e microaspersores.

O sistema funciona de forma que a água é levada até a planta, sem desperdício.
É o que chamamos de uso responsável da água”.

Segundo o diretor de operações, o Estado contempla, ainda, positivos incentivos fiscais (Programa para o Desenvolvimento de Pernambuco, o Prodepe).
“A implantação da transposição do rio São Francisco e de canais adutores também serão bastante úteis para o trabalho que vamos desenvolver”, completou.

Folha PE

New Jersey - Christie: Public-private partnership to rescue after-school nonprofit

|By Matt Katz, Inquirer Trenton Burea

His austere budgets closed or curtailed an array of after-school programs. Now his connection to a deep-pocketed education advocate may help restore them.

On the day that New Jersey After 3, the only statewide underwriter of after-school programs, was to shut its doors after losing state funding, Gov. Christie announced at a news conference Monday that a public-private partnership was being established to save the nonprofit organization.

A key savior would be the billionaire hedge-fund manager David Tepper, who recently founded a group that is going up against teachers' unions to push Christie's proposals for overhauling the education system. Tepper will contribute an undisclosed sum, Christie said.

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http://articles.philly.com/images/pixel.gifDetails were not released and may not be final, and the rescue will not happen in time for this school year.

Although Christie called Tepper "the lead private funder," the president of New Jersey After 3 said he had yet to speak to Tepper about the donation, let alone ink an agreement.

As part of the arrangement, Christie said he would seek a waiver from the federal government to redirect money from unspecified after-school programs that are "less effective" and funnel funds to New Jersey After 3.

"This is the model for what we should be doing for these types of programs across the state during difficult fiscal times," he said of the public-private partnership.

New Jersey After 3 said that since 2004 it has partnered with schools and community groups to provide education-based after-school programs aimed at low-income students. It has served 75,000 students in that period, leveraging public dollars for far more in private donations, it said.

But its $15 million state appropriation in fiscal 2005 was whittled to $5 million in Christie's first year in office. His fiscal year 2011 budget brought the state's share to $3 million, and the current budget eliminated funding.

After-school programs supported by New Jersey After 3 nearly disappeared, some surviving only by charging parents higher fees. Two years ago there were six programs in Camden; last year, there was one.

An attempt by Democrats in the Legislature to restore funding was line-item vetoed by the Republican governor in June. In recent days, when it became clear that New Jersey After 3 was on the verge of shutting down, Democratic legislators ramped up criticism of the governor.

"This would have been much more welcome news before the school year started, not conveniently right before an election," Assemblywoman Valerie Vainieri Huttle (D., Bergen), a critic of the funding cuts, said in a statement. "It's unfortunate that the administration did not begin preparing to address this issue before funding ran out in July."

Christie said the state simply could not afford to maintain the program - especially because he believed there would be "an appetite in the private sector" to support it instead. "We said we would approach things differently in this administration . . . given the challenges we have from an economic and fiscal perspective," Christie said Monday.

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http://articles.philly.com/images/pixel.gifMark Valli, founding president and chief executive officer of New Jersey After 3, said the waiver from the federal government would take time to be approved, so there would not be a restoration of the group's after-school programs until at least the 2012-13 school year.

"I came in today planning to close our doors," Valli said.

Christie's announcement means a lot, Valli said.

"Having a public statement literally at the eleventh hour is important to make it clear to potential donors that there is a renewed interest in a public-private partnership," he said.

Christie would not say how much money he expected would be raised from private sources or how many after-school programs that relied on New Jersey After 3 would be saved. He also said he did not believe the names of the potential donors needed to be released.

Tepper's group, Better Education for Kids, airs TV and radio advertisements pushing legislation disdained by unions, such as eliminating seniority-based teacher tenure and increasing salaries for teachers with better performance evaluations.

The group also distributed thousands of backpacks and school supplies to students in urban school districts this summer.

Tepper, 60th on the 2011 Forbes magazine list of the richest Americans, lives in Livingston and is a part-owner of the Pittsburgh Steelers. He is no stranger to educational philanthropy. Several years ago he gave $55 million to Carnegie Mellon University for the newly renamed David A. Tepper School of Business.

Through Better Education for Kids, Tepper declined to comment.

Philadelphia Inquirer

Rio de Janeiro: PPP vai garantir projeto do Museu do Amanhã

A estimativa inicial de custos da obra do Museu do Amanhã era de R$130 milhões, sendo R$35 milhões no desenvolvimento do conteúdo e R$95 milhões na construção, como informou a prefeitura há um ano.

Mas, segundo o secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, os valores iniciais tinham sido calculados a partir do projeto básico.

Com o desenvolvimento do projeto executivo do edifício, que terá dois andares, chegou-se ao valor final de R$215 milhões.

Os gastos seriam bancados inicialmente pela prefeitura, que já desembolsou cerca de R$24 milhões na implantação das fundações do museu.

A inclusão das obras do prédio no contrato de intervenções na região foi negociada pela Companhia de Desenvolvimento do Porto (Cdurp).

Segundo o presidente da Cdurp, Jorge Arraes, o contrato com o consórcio Porto Novo permite o remanejamento de obras.

O Globo/AC

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