terça-feira, 4 de outubro de 2011

Construtora negocia aeroporto para aviação executiva em SP

MARIANA BARBOSA
DE SÃO PAULO

A construtora JHSF, dona do Shopping Cidade Jardim, negocia com o governo a construção de um aeroporto internacional para a aviação executiva.

O investimento é estimado em R$ 400 milhões e prevê, além do aeroporto, o desenvolvimento imobiliário do entorno, com shopping centers e escritórios comerciais.

O novo empreendimento seria localizado a cerca de 50 km do centro da capital São Paulo, na região sul.

Com o crescimento da aviação comercial, a aviação executiva tem sido preterida nos aeroportos.

A frota de aeronaves executivas cresceu 17% nos últimos cinco anos, para 12.310 aeronaves, mas falta espaço nos aeroportos para acomodar o crescimento nos próximos anos.

Folha SP

Município de Sertãozinho publica edital de licitação de PPP em esgotamento sanitário

Concessão administrativa esgotamento sanitário município

O Município de Sertãozinho, localizado no Estado de São Paulo, publicou edital de licitação para a seleção de concessionária que prestará os serviços públicos de tratamento e destinação final de esgotos sanitários.

A concessão administrativa tem prazo de vigência de 30 (trinta) anos e o valor estimado do contrato é de R$ 240 milhões (duzentos e quarenta milhões de reais).

O edital foi publicado pelo Serviço Autônomo de Água, Esgoto e Meio Ambiente de Sertãzinho (SAEMAS) e as propostas devem ser apresentadas no dia 26 de outubro de 2011.

PPP Brasil

Dnocs: Palestinos aprendem técnicas de piscicultura no Nordeste

O grupo de sete palestinos que esteve no Centro de Pesquisas em Aquicultura (CPAq) do Dnocs, em Pentecoste (CE), durante sete dias recebendo treinamento em cultivo de tilápias, saiu bastante satisfeito com o que viu em termos de avanço tecnológico.

Demonstraram, também, interesse em importar nosso material genético, tanto de tilápia como de outras espécies brasileiras, como o tambaqui, o pirarucu e as sardinhas de água doce.

O consumo de peixes na Palestina é de 3 kg per capita/ano. Eles querem aumentar a produção e atingir o nível de consumo do Brasil, que já é de 9 kg per capita/ano.

Segundo o coordenador de Pesca e Aquicultura do Departamento, Pedro Eymard Mesquita, há, também, interesse de que técnicos do Dnocs possam ir à Palestina prestar consultoria técnica, dentro dos acertos que o governo brasileiro tem com o intuito de ajudar a desenvolver a aquicultura naquela comunidade do Oriente Médio.

Ministério da Integração

SpaceX Unveils Plan for World's First Fully Reusable Rocket

by Mike Wall, SPACE.com Senior Writer

Governo planeja forte estímulo a carro verde

O governo entende que o forte estímulo aos "veículos verdes" precisa ocorrer logo, de forma a inserir o país e a indústria automobilística local em um debate que ganha força nos países europeus e asiáticos, onde estão as matrizes da maior parte das montadoras.

Integrantes da equipe econômica citam as discussões dos líderes europeus, em Bruxelas, que envolvem a extinção, até 2050, do tráfego de veículos convencionais, movidos a gasolina e diesel.

Segundo um dos principais articuladores do novo regime automotivo no governo, o Brasil tem "uma bala na agulha" para aproveitar a crise mundial. "Vivemos uma janela de oportunidade no mundo.

Os países ricos, onde a indústria é de vanguarda, estão sem espaço para estímulos e sem crescimento interno. Nossa chance de liderar o desenvolvimento tecnológico na indústria automobilística, inclusive para constituir uma fábrica 100% nacional, focada no carro elétrico, é agora."

Para isso, o governo estuda zerar a alíquota de 25% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide atualmente sobre os veículos elétricos e híbridos. Na área econômica do governo, é muito clara a distinção das medidas adotadas na semana passada e as novas, em estudo.

Enquanto a elevação do IPI foi uma "reação" à crescente entrada dos importados, o novo regime automotivo é trabalhado no governo como "uma sinalização para o futuro da indústria", nas palavras de uma fonte do alto escalão da equipe econômica.

Segundo a autoridade, os veículos híbridos, num primeiro momento, e elétricos, num segundo estágio de evolução do setor, são "fundamentais" para o período que se inicia nesta década, em que a redução de emissão de poluentes por parte dos veículos se torna ponto central para a sociedade. O setor de transporte representa cerca de 13,1% das emissões mundiais de CO2, segundo a revista especializada "Blue Auto", sediada em Lisboa.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, confirmou ontem, em Bruxelas, a preparação das novas regras, e defendeu as medidas adotadas com relação ao IPI maior para automóveis importados. Disse que elas devem durar até a definição do novo regime automotivo. Mercadante negou ainda que a elevação do IPI provoque uma fuga de investimentos do país, uma vez que o governo abriu a possibilidade de negociar um cronograma até que o índice de conteúdo nacional de 65% seja atingido pelas empresas que garantam a construção de fábricas no país. "O governo está totalmente aberto a isso", disse, lembrando que o índice de nacionalização exigido pela China é ainda maior.

As medidas, que devem ser anunciadas ainda neste ano, estão sendo preparadas por técnicos dos ministérios da Fazenda, o Desenvolvimento e Ciência e Tecnologia. Ao receber o presidente mundial da Renault/Nissan, Carlos Ghosn, no Palácio do Planalto, no sábado, a presidente Dilma Rousseff cobrou da equipe econômica a "aceleração" dos estudos envolvendo o novo regime automotivo, de forma a introduzir no Brasil a produção do carro elétrico.

Ghosn anunciou a implantação de uma fábrica da Nissan, no Rio de Janeiro, e a disposição de "investir no desenvolvimento tecnológico não só do [veículo] flex fuel, mas também de carros elétricos e híbridos".

As discussões no governo não são unânimes, no entanto. No ano passado, uma medida de estímulo ao veículo elétrico foi cancelada dias antes de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciá-las. Miguel Jorge, então ministro do Desenvolvimento, chegou a afirmar, à época, que o carro elétrico no Brasil só seria viável em 2017.

Há, dentro do governo, divisões quanto ao forte incentivo a veículos híbridos e elétricos. De um lado, há aqueles que veem no etanol a principal "saída para o futuro" da indústria automobilística do país.

Outro grupo entende que os veículos elétricos aumentarão muito a demanda por esse tipo de energia, exigindo esforços das usinas termelétricas, que, diferentemente das hidrelétricas, são mais poluentes. Além disso, criticam a "lenta" evolução da bateria elétrica.

A frota da Presidência da República conta com um veículo híbrido, o Fusion, da Ford, importado do México. Já os veículos elétricos, integralmente movidos por uma bateria recarregável em uma fonte externa, não são comercializados no país ainda. A Fiat produziu, sob encomenda, seis veículos elétricos para o tráfego interno na usina hidrelétrica de Itaipu.

Valor Econômico


Etanol de 2ª geração já é quase realidade

Combustível produzido a partir de celulose encontrada no bagaço e na palha da cana pode estar disponível em 2012

Embrapa estima que há potencial para produzir entre 30% e 40% mais etanol do bagaço da cana sem expandir área

Até há pouco tempo visto como produto do futuro, o etanol de segunda geração está mais perto de se tornar realidade. Uma das tecnologias estudadas pode estar disponível já a partir de 2012.

O etanol de segunda geração é o combustível produzido a partir de celulose, que pode ser encontrada no bagaço e na palha da cana, entre outros resíduos agrícolas.

Apesar de os subprodutos do processamento da cana hoje serem usados para cogeração de energia elétrica, essa não é a forma mais eficiente de aproveitar a energia contida nesses resíduos. A cana é a matéria-prima mais eficiente para produzir etanol. Ainda assim, apenas um terço de seu potencial energético é aproveitado.

Com o uso dos subprodutos, seria possível dobrar a produção do combustível em uma mesma área agrícola, segundo Alfred Szwarc, consultor da Unica (União da Indústria da Cana-de-açúcar).

José Manuel Cabral, da Embrapa Agroenergia, tem previsão mais conservadora. Diz que há potencial para produzir entre 30% e 40% mais etanol a partir do bagaço da cana, sem expansão de área.

Não há consenso em torno dos números, mas otimistas e conservadores concordam que o potencial é grande. Por isso, há anos teve início uma corrida mundial no campo das pesquisas para a obtenção de uma fórmula eficiente e viável economicamente para a produção do etanol de segunda geração.

ENZIMAS
No Brasil, o foco das pesquisas é a cana-de-açúcar. E um dos processos estudados, o de hidrólis e enzimática, já se aproxima da viabilidade econômica.

Em linhas gerais, o processo consiste em desestruturar o tecido vegetal e adicionar enzimas que transformam a celulose em açúcares usados para produzir o etanol.

A Novozymes, empresa dinamarquesa que investe no desenvolvimento dessas enzimas há 11 anos, promete apresentar ao mercado em 2012 uma nova enzima a custos viáveis.

A companhia trabalha em parceria com o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), Petrobras e com a fabricante de equipamentos Dedini para colocar disponível todo o processo de produção - a usina que optar pela nova tecnologia precisará de adaptações.

Os dinamarqueses não são os únicos em busca de uma enzima economicamente viável. Pesquisadores da Embrapa, da Coppe/UFRJ e de outras universidades apoiadas pela Fapesp também se dedicam a pesquisas sobre o processo de hidrólise.

Já o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) testa produzir gás a partir da queima da biomassa, submetida a alta temperatura e baixo teor de oxigênio. O gás produzido a partir da combustão pode ser usado diretamente em turbinas ou transformado em combustíveis, como o etanol, após passar por um novo processo químico.

Folha de S. Paulo

Nove eventos captados com apoio do Recife CVB, Setur Recife e Empetur movimentam o mês de outubro em Pernambuco


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O início da temporada de sol e mar e altas temperaturas foi o start up para a realização de grandes eventos em Pernambuco no mês de setembro. E o calendário de eventos técnico-científicos captados com apoio do Recife Convention & Visitors Bureau em parceria com a Secretaria de Turismo do Recife e Empetur prometem também movimentar o período de 4 de outubro até o dia 2 do próximo mês no estado.

“O segundo semestre geralmente é um período com maior número de eventos realizados, especialmente em Pernambuco, já que estamos na estação do calor, momento ideal para aproveitar também os atrativos turísticos da região.

Com esses nove eventos programados para acontecer agora no período de outubro, aguardamos um total de 5800 congressistas, que deverão injetar mais de R$ 10 milhões na economia local e gerar mais de 29 mil diárias durante as suas participações nesses eventos’, garante Paulo Menezes, presidente do Recife Convention & Visitors Bureau.

O primeiro evento acontecerá no Recife, o Congresso de Educação Física, Saúde e Cultura Corporal chegará em duas versões, nacional e internacional, no período de 4 e 7 deste mês, no Núcleo de Educação Física e Desportos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Já entre os dias 12 e 15, será a vez do Centro de Convenções de Pernambuco abrigar o XL Congresso Brasileiro de Radiologia.

Na capital pernambucana acontecerão também, entre os dias 21 e 22, o XII Encontro de Psicanálise da Criança e do Adolescente, e, nos dias 26, 27 e 28, o 17º CONVOCC, ambos serão realizados no Mar Hotel.

O balneário de Porto de Galinhas também emprestará todo o seu charme para a realização de feiras e congressos durante esse mês. Entre os dias 14 a 16, o Enotel Resort & SPA Porto de Galinhas sediará o 40º Congresso Mundial das Academias do Bacalhau.

O Enotel também receberá, entre os dias 18 e 20, o Pernambuco Petroleum Business. Os cenários paradisíacos de Porto de Galinhas, mais precisamente o Summerville Beach Resort, será destino também para outros dois eventos: o IV Congresso Estadual dos Magistrados de PE, com data marcada para os dias 20, 21, 22 e 23 de outubro, e os Jogos da ANAMATRA (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho), entre 29 de outubro e 2 de novembro.

RC&VB

Começa segunda etapa do aeroporto de Jericoacoara no CE, diz Setur

Prazo para conclusão da etapa é de 360 dias e custo é de R$ 9,2 milhões.
Primeira etapa custou R$ 44 milhões e deve ficar pronta em 2012.


Para preservar o Parque Nacional de Jericoacoara, aeroporto está sendo construído em Cruz. (Foto: Governo do Estado/Divulgação)
Para preservar o Parque Nacional de Jericoacoara,
aeroporto está sendo construído em Cruz.
(Foto: Governo do Estado/Divulgação)

A segunda etapa do aeroporto de Jericoacoara, que compreende o terminal de passageiros, está em execução com prazo de 360 dias para conclusão, segundo a Secretaria de Turismo do Estado (Setur). O contrato, no valor de R$ 9,2 milhões, foi assinado entre a Setur e a empresa vencedora da licitação, Poly Construções. O aeroporto está sendo instalado no município de Cruz, litoral oeste do Ceará .

A primeira etapa da obra, sobre a construção da pista de pouso e decolagem, pátio de estacionamento e pista de táxi está orçada em R$ 44 milhões, com recursos do Tesouro do Estado e do Ministério do Turismo.

A previsão para que a primeira etapa da obra seja concluída, segundo a Setur, é até o final do primeiro semestre de 2012. Está sendo realizada pelo consórcio Contern-SBS, formado pelas empresas Contern Construções e Comércio Ltda. e SBS Engenharia e Construções Ltda.

O aeroporto de Jericoacoara terá capacidade de 1,2 mil vôos/ano e, segundo a Setur, há expectativa de incrementar o fluxo turístico para o litoral oeste do Ceará.

A Setur afirma ainda que o aeroporto vai diminuir o tempo de Fortaleza a Jericoacoara. Atualmente são cinco horas de viagem em 314 quilômetros, o que levará apenas uma hora.

Aparência rústica


Segundo a Setur, o terminal de passageiros terá uma aparência rústica, com detalhes e janelas em parede e vidro. A pista de pouso terá comprimento de 2,2 mil metros e 45 de largura, o que permite o pouso e decolagem de aeronaves de grande porte.

Também de acordo com a Setur, estão previstas áreas para alfândega e Polícia Federal, já que o aeroporto deve receber voos internacionais diretos, sem a necessidade de conexão no Pinto Martins.

O equipamento está sendo instalado no município de Cruz, a 22 quilômetros da sede, para preservar o Parque Nacional de Jericoacoara e permitir futuras ações de manejo e desenvolvimento sustentável, afirma a Secretaria.

O aeroporto fica a 18 km de Jijoca de Jericoacoara, a aproximadamente 25 km da praia de Jericoacoara, e a 10,3 km do parque.

Do G1 CE

Governo de MG anuncia edital para obras no Aeroporto de Confins

Licitação vai definir empresa responsável pelas obras na Grande BH.
Construção de novo terminal deve ser finalizada em 2014.



O Governo de Minas Gerais anunciou nesta terça-feira (4) o lançamento do edital de licitação para o projeto de ampliação do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. As obras de ampliação do terminal 1 já começaram.

O objetivo é que a construção de um novo terminal, com capacidade para dez milhões de passageiros por ano, comece a partir de 2013.

A previsão é que os projetos de ampliação sejam apresentados até dezembro de 2012. Em 2014, a obra deve ser finalizada. Enquanto a construção não é finalizada, o governo estuda a possibilidade de instalação de um terminal provisório, que vai começar a funcionar em março de 2013.

Do G1 MG

Vigilâncias sanitárias de 12 Estados estão no Recife para discutir a Copa de 2014


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Equipe da vigilância sanitária do Rio de Janeiro apresenta as experiências vividas no Rock in Rio 2011
Foto: Davi Barboza/NE10

Inspeção de bares, restaurantes, hotéis e hospitais de Pernambuco. Tudo isso está sendo discutido até a próxima quinta-feira (6) no I Encontro de Planejamento das Ações de Vigilância Sanitária para a Copa do Mundo 2014, que acontece no Mar Hotel do Recife, em Boa Viagem.

"Levantamos dados das Copas da Alemanha e África do Sul, além das Olimpíadas da Grécia. Vamos juntar essas experiências internacionais com as nossas. Em Pernambuco, por exemplo, temos dois grandes eventos de massa, o Carnaval e o São João de Caruaru. Juntos, eles nos ajudarão a montar um plano de ação qualificado, planejando o antes, o durante e o depois da Copa", disse o gerente da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), Jaime Brito.

Os produtos e os serviços sob a responsabilidade da vigilância sanitária serão os principais objetos de avaliação do evento. Portanto, alimentos (restaurantes e comércio informal), rede de hotéis e até medicamentos serão fiscalizados e avaliados de acordo com a qualidade dos serviços prestados.

"Vamos traçar os pontos críticos e, a partir daí, delimitar as macros e micros ações", contou a gerente de inspeção da Área de Alimentos da Anvisa, Ângela Castro. Segundo ela, Pernambuco já passou por experiências que podem ajudá-lo, como no Carnaval.

"Pesquisas mostram que, no Galo da Madrugada, Pernambuco recebe cerca de 400 mil turistas, ou seja, aproximadamente um terço do que receberá na Copa 2014. Então, o Estado já está acostumado a acolher turistas", acrescentou.

Para traçar as medidas de segurança, a Anvisa também instituiu um grupo de trabalho para organizar as ações de vigilância sanitária em eventos de massa. Essa equipe envolve profissionais de várias áreas, como laboratório, tecnologia em saúde e assessoria de comunicação.

NE10

Corporate Entrepreneurship: Eliminating Disease via Public-Private Partnerships

By Julia Fan Li

Tucked away behind a concrete on-ramp to a highway and in between the technology industrial parks and automotive factories of the Indian city of Pune, lies a serene patch of grassland where a few horses are roaming free.

Upon closer inspection, the edges of the grassland extend to a multi-building complex bearing the name: Serum Institute of India.

Serum Institute of India, founded in 1967, received its seed capital from the sale of horses in its sister company’s stud farm. In 2011, it is now a global top five vaccine manufacturer in terms of volume 80% of its products go to UNICEF and the Pan-American Health Organization (PAHO) to immunize children in low and middle-income countries.

Serum is part of India’s growing life sciences industry, one that is still dominated by generic manufacturers. But even established firms can display traits of entrepreneurial spirit and pursue new opportunities in innovation.

In 2001, Serum Institute decided to venture out of its traditional childhood vaccines with known technology and develop a new vaccine of great need in sub-Saharan Africa. In the semi-arid region of sub-Saharan Africa stretching from Senegal to Ethiopia, meningitis epidemics can sweep across this “Africa Meningitis Belt” and affect up to 250,000 people annually. Meningitis is an aggressive disease when bacteria invade the protective membranes of the central nervous system and cause adverse inflammatory responses. Even with aggressive treatment, case mortality is high, reaching up to 25%. However, this may be underestimated due to the high number of cases where the patient does not reach the hospital-level for appropriate treatment and therefore no record is kept.

The Meningitis Vaccine Project (MVP) is a group of 21 stakeholders working together on eliminating these devastating meningitis epidemics in Africa. MVP is a public-private development partnership with public sector participants, NGOs and private sector entrepreneurial firms.

The power of vaccines against infectious diseases is two-fold. One, the vaccine is able to protect the individual and second, because the disease does not as easily infect the first individual, he/she is less likely to pass on the disease to others in the community, establishing a larger defense against the disease.

With the power of vaccines, medical interventions can originate from anywhere in the world and be delivered to patients who need it most.

The MVP project is an example of how increased financing for global health has stimulated new waves of entrepreneurial activity. MVP is coordinated by PATH and the World Health Organization and started with a $70 million USD 10-year grant from the Bill and Melinda Gates Foundation targeted at eliminating the disease in the meningitis belt.

The coordinators found SERUM, based in India, as a private sector partner ready to take on the challenge of making a vaccine at a price African ministers of health identified as affordable – less than $0.50 USD a dose.

SERUM, being a privately owned company, committed financially and technically to the challenge at-hand of producing a new vaccine of the highest quality and at low cost affordable to African ministers of health.

The commitment to excellence is pervasive amongst SERUM’s workforce. After taking a tour of SERUM’s manufacturing facilities on a monsoon-season rainy day in August, I couldn’t help but notice all interviewed employees understood the implications of cost and price of their products. Even as pure scientists, they understood the importance of affordability of healthcare and the power each little vial contains.

From SERUM’s perspective, the public-private partnership allowed them to gain new production capabilities in a new disease area with lower risk than if they ventured alone. SERUM depended on the partnership for technical support and financial support to co-invest in R&D. The structure of the public-private development partnership serves as a business model vehicle for delivering medical innovations much needed in the developing world.

To date, a total of 19.5 million people have received the meningococcal A conjugate vaccine manufactured by SERUM and developed through the MVP partnership. The vaccine has been distributed at an astonishing pace since approval and distribution in mass vaccination campaigns starting 8 months ago in December 2010. The plan is to vaccinate 300 million adults between the ages of 1 through 29 by 2015 to stop the epidemics.

The MVP partnership was a new path in SERUM’s traditional business model, however, it was a partnership that allowed for minimization of technical risk and leveraging of all stakeholder capabilities. The world needs more adapted business models to allow innovators from the private sector, small and large firms, from across the world to contribute towards solutions.

This Meningitis Vaccine Project was not a feasible option for the traditional big pharma vaccine firms, but the partnership structure allowed developing country innovators to contribute. Public health officials and governments alone cannot fight global health battles alone. Entrepreneurs too must join the fight to accelerate discovery, development and diffusion of innovations for the poor.

Julia Fan Li, C.A., is a doctoral researcher at the University of Cambridge focusing on innovative financing mechanisms for global health. A full copy of her Meningitis Vaccine Project paper can be found at the Centre for Technology Management.

Forbes

Maior ponte solar do mundo começa a ser construída em Londres

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A ponte de Blackfriars foi construída em 1886/Foto: Divulgação

Nesta terça-feira, 4 de outubro, a empresa Solarcentury começou a instalação do primeiro painel solar da ponte de Blackfriars, sobre o rio Tâmisa, em Londres.

A intenção é tornar o símbolo da capital inglesa a maior ponte solar do mundo.

Serão instalados mais de quatro mil painéis fotovoltaicos, o que representa seis mil metros de teto solar – capaz de produzir 900 mil kWh anualmente.

A construção, que está prevista para ser concluída em 2012, receberá 24 trens por hora.

Segundo os empreendedores, metade da energia necessária para essa movimentação será suprida pela geração alternativa, o que evitará a emissão de 511 toneladas de CO2 na atmosfera.

A passarela Kurilpa em Brisbane, na Austrália, e a instalação de um teto solar na estação de trem da Bélgica, são algumas das iniciativas sustentáveis no setor, conhecidas mundialmente.

A ponte de Blackfriars foi construída na era do vapor, em 1886, tornando-se um símbolo histórico.

da Exame.com.

Pernambuco garante terceiro estaleiro para área de Suape

O Estaleiro CMO - Construção e Montagem Offshore, o terceiro a atracar em Pernambuco, terá o início das obras em dezembro deste ano e operação prevista para o final de 2012.

O anúncio foi feito na tarde desta segunda-feira (03/10) pelo governador em exercício João Lyra Neto, após reunião com representantes da empresa, no Palácio do Campo das Princesas. O investimento no projeto totaliza R$ 720 milhões, gerando 500 empregos diretos já na fase de construção.

O grupo tem a Petrobras como principal cliente e está participando de nove processos licitatórios para a construção de plataformas de exploração petrolíferas.

Cada equipamento custa em torno de R$1 bilhão e demanda a mão de obra de sete mil pessoas. “Se o CMO ganhar duas dessas licitações, são 14 novos postos de trabalho gerados para os pernambucanos e pernambucanas”, exemplificou João Lyra para dimensionar a impacto do novo estaleiro na geração de emprego e renda para Pernambuco.

A nova fábrica será erguida em Suape e ocupará uma área 40 hectares. Serão construídos módulos para plataformas marítimas (FPSO) fixados em estruturas flutuantes que extraem petróleo do fundo do mar em grandes profundidades.

O grupo responsável pelo projeto participa de sociedade com a empresa americana MCDermott, líder mundial no setor. Quando estiver em plena operação, o Estaleiro terá capacidade produtiva de 40 mil toneladas/ ano.

Antes da audiência com o governador, os diretores da MC Dermontt visitaram o Porto de Suape e ficaram impressionados com qualidade técnica do local. Stephen Johson, presidente da corporação norte-americana, fez questão de agradecer pelo apoio que está recebendo do Governo do Estado.

Para viabilizar o projeto, o Governo de Pernambuco arcará com contrapartida de R$ 295 milhões do BNDS, destinados à dragagem do terreno, além de incentivos fiscais.
Os recursos virão de um financiamento do BNDES, já aprovado.

“É uma indústria de alta tecnologia que vem se somar aos estaleiros do Atlântico Sul e Promar. Juntos, esses três estaleiros vão consolidando Suape como cluster naval e Pernambuco se insere cada vez mais como player mundial”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio.

Ainda estiveram presentes à reunião os diretores executivos e membros do Conselho de Administração da CMO Reginaldo Silva, Roberto Capobianco e José Luís Aguiar, além do presidente MC Dermontt para o Brasil, Miguel Parzos.

Portal PE

BNDES aprova crédito de R$ 297 milhões para cinco parques eólicos na Bahia

A diretoria do BNDES aprovou financiamento de R$ 297,4 milhões para instalação de cinco parques eólicos no interior da Bahia. As unidades fazem parte do complexo de 14 centrais eólicas vencedoras do 2º Leilão de Energia de Reserva, em 2009, controladas pela Renova Energia S/A.

As novas usinas, instaladas nos municípios de Igaporã e Guanambi, terão potência total de 98,8 MW. O apoio do BNDES responderá por 70% do valor total do projeto, de R$ 423,3 milhões, e contribuirá para a criação de 1.468 empregos, diretos e indiretos, durante a fase de construção e operação do empreendimento.

Os investimentos em energia eólica têm sido crescentes nos últimos anos. Considerando-se os cinco novos parques baianos, o BNDES já aprovou projetos para 70 parques eólicos, no valor de R$ 4,5 bilhões e capacidade instalada de 1,5 mil MW.

O financiamento será concedido a cinco Sociedades de Propósito Específico (SPEs), responsáveis pela operação de cada um dos parques. Ao todo, o Grupo Renova está realizando investimentos que levarão à instalação de um total de 294,4 MW, com entrada em operação programada para julho de 2012 naquela região da Bahia.

Entre os méritos do projeto está o aumento das encomendas a produtores nacionais, uma vez que os cinco parques eólicos contarão com 62 aerogeradores, fornecidos por empresas constituídas no País.

Além disso, trata-se de uma fonte de energia renovável que trará benefícios à população, como a prioridade de despacho em relação às demais fontes, de reduzido impacto ambiental e sem produção de resíduos de qualquer natureza. O projeto também reduz a utilização de insumos como gás natural e outros derivados de petróleo, minimizando a dependência desses recursos e diminuindo a redução das emissões de CO2.

As SPEs realizarão investimentos socioambientais, além das exigências do licenciamento ambiental, no valor de R$ 3 milhões, totalmente financiados pelo BNDES, que integram a política do Banco de desenvolvimento sustentável no entorno dos projetos. Incluem formação profissional, com cursos nas comunidades locais para formação de carpinteiros, pedreiros, soldadores e mecânicos.

Haverá, ainda, contribuições importantes para a região, como a maior oferta de emprego e aumento de renda e crescimento do comércio local.

Os parques eólicos contribuem para a segurança do abastecimento de energia elétrica, por serem complementares à geração hidrelétrica, tendo em vista que o regime de chuvas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste é inverso ao período de maior intensidade dos ventos.

BNDES

Governador quer atrair estaleiro italiano para Pernambuco

Durante reunião hoje (4) com o CEO do Grupo Fincantieri, Giuseppe Bono, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, apresentou o estado como possível porta de entrada do grupo italiano no Brasil. Um dos maiores produtores de navios militares do mundo, o estaleiro mantém entendimentos com a Marinha brasileira há dois anos para a construção de 18 fragatas. O encontro aconteceu na sede da embaixada brasileira em Roma.

Este foi o segundo contato entre o Governo de Pernambuco e a Fincantieri. Em março deste ano, Eduardo apresentou Pernambuco ao grupo, sediado em Gênova. “Nossa proposta é oferecer um intercâmbio tecnológico ao Brasil para que o país possa voltar a construir navios em grande escala para operação no seu mercado interno e também para exportar embarcações e concorrer com a China e com a Coreia”, disse Giuseppe Bono.

Na reunião, o governador destacou que Suape será o terceiro porto concentrador de cargas do país e que a indústria naval terá no equipamento pernambucano o local ideal para a consolidação de um grande cluster. “A exploração da camada Pré-sal vai requerer uma modernização do sistema de defesa brasileiro e, para isso, colocamos Pernambuco à disposição do Fincantieri e da recuperação da indústria naval brasileira”, afirmou Eduardo.

O grupo naval italiano também atua no reparo e na produção de grandes navios mercantes. Em 52 anos de atuação, o estaleiro já entregou mais de sete mil embarcações. No segmento militar, além de fragatas, o Fincantieri fabrica e presta consultoria técnica à produção de submarinos, porta-aviões, corvetas, entre outras embarcações para países de diversas partes do globo como Estados Unidos, Índia, Iraque, Alemanha, Arábia Saudita, Turquia, entre outros países.

Algo Mais

Indústria bélica espera dobrar de tamanho no Brasil

Com os incentivos ficais anunciados pelo governo brasileiro, setor de defesa estima criar 23 mil empregos diretos nos próximos 10 anos. Isso é quase duas vezes mais do que o efetivo atual.

Alexandre Rocha
São Paulo – A indústria bélica brasileira recebeu na semana passada a melhor notícia desde o lançamento da Estratégia Nacional de Defesa (END), em 2008. A presidente Dilma Rousseff assinou medida provisória que isenta o setor do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Programa de Integração Social (PIS) durante cinco anos.

De acordo com a Receita Federal, isso vai resultar em uma redução, em média, de 30% do total de tributos incidentes sobre a cadeia produtiva, um alento em um País onde a carga tributária é uma das principais reclamações dos empresários, junto com a cotação do dólar e a infraestrutura precária.

"A Abimde estima que as novas regras deverão possibilitar a geração de 23 mil empregos diretos e 90 mil indiretos num período de dez anos", disse o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), Orlando José Ferreira Neto, à ANBA por e-mail.

Na prática, o que ele prevê é que o setor vai dobrar de tamanho. Hoje, de acordo com informações da Abimde, que reúne 144 empresas, a indústria gera 25 mil postos de trabalho diretos e 100 mil indiretos.

Divulgação Divulgação

Pierantoni comemora decisão sobre compras do governo

A renúncia fiscal se insere em um dos eixos da END, que é o fortalecimento da indústria nacional. Além disso, o Plano Brasil Maior, lançado pelo governo no início de agosto, dá preferência aos produtos nacionais nas compras governamentais em certas áreas, inclusive a bélica. Para o vice-presidente executivo da Abimde, Carlos Afonso Pierantoni, essa é uma das principais novidades do plano no que diz respeito ao setor.

Ele acrescentou que, no âmbito da END, a criação de uma Secretaria de Produtos de Defesa "facilitou em muito a interlocução entre as indústrias e o Ministério da Defesa". O ministério é comandado pelo ex-chanceler Celso Amorim.

Os incentivos, porém, não têm como metas apenas a estímulo à indústria e a substituição de importações, mas também ampliar as exportações, como disse Dilma na semana passada. De acordo com a Abimde, as vendas de suas associadas somaram US$ 2,7 bilhões em 2009, sendo US$ 1 bilhão em exportações.

"Não queremos produzir só para o Brasil. Temos clareza que a nossa capacidade de sermos competitivos está baseada no fato de sermos capazes de exportar. [A medida] vai ter esse duplo efeito: de afirmar a indústria, mas também de fazer com que tenhamos uma balança comercial mais equilibrada", afirmou a presidente, segundo a Agência Brasil.

Made in Brazil

A criação de benefícios não quer dizer que o Brasil já não tenha uma indústria de defesa estruturada e tecnologias desenvolvidas no próprio País. O exemplo mais conhecido é o da Embraer, fábrica de aviões civis e militares com grande presença internacional, mas existem muitos outros.

Um deles é o da Opotvac, empresa que produz câmeras de visão noturna. “Tudo foi feito no Brasil. Nosso 'core business' são tecnologias bastante restritas e tivemos que desenvolver e aprender sozinhos, com o objetivo claro de contribuir para que o País recupere o tempo perdido em tais tecnologias", declarou o gerente de pesquisa e desenvolvimento da companhia, Henrique Nobre.

Segundo ele, o sucesso da empresa nessa área fez o Brasil entrar para um seleto grupo de países que detém “sistemas óticos com qualificação espacial” e que dominam tecnologias de imagens no “infravermelho térmico”, que permitem localizar pessoas e veículos no escuro e a grandes distâncias, inclusive em matas, pois o calor do corpo humano se destaca em relação ao resto do ambiente. “São sucessos obtidos através do esforço, perseverança e competências totalmente brasileiras”, destacou.

Nobre acrescentou que os equipamentos têm aplicações militares, em segurança pública e privada e mercado no Brasil e no exterior. "A demanda no mercado externo para câmeras térmicas de visão noturna é muito grande. O objetivo da Optovac é fazer com que esta tecnologia de visão noturna se torne totalmente acessível ao mercado brasileiro e a outros países, da América do Sul e, claro, também do Oriente", ressaltou.

Divulgação Divulgação

Teixeira: radar 95% desenvolvido no Brasil

Outro exemplo é o da Iacit, empresa de São José dos Campos, no interior de São Paulo, que foi contratada pela Força Aérea Brasileira (FAB) para realizar a atualização tecnológica de seis radares meteorológicos. “Acordo feito com empresa estrangeira permitiu absorção de uma parte menor de conhecimento, mas 95% do desenvolvimento foi feito no Brasil”, informou o presidente da companhia, Luiz Teixeira.

De acordo com a Iacit, o projeto tomou 18 meses e foram realizados investimentos de R$ 2 milhões com recursos próprios, partindo de um modelo de radar já utilizado pela Aeronáutica que “foi modificado quase que em sua totalidade, se tornando um dos mais modernos do mercado mundial”.

O equipamento é utilizado em estudos climáticos e é capaz de monitorar fenômenos meteorológicos a grandes distâncias, segundo Teixeira. Para ele, há mercado para o produto na América Latina e na África. O executivo destacou, porém, que “o maior mercado, de acordo com nossas expectativas, é o Brasil”.

Mais um exemplo é o da Orbisat, que desenvolveu um veículo aéreo não tripulado batizado de Sarvant. Segundo a empresa, trata-se do primeiro produto do gênero no mundo a ter um radar de sensoriamento remoto do tipo SAR, capaz de ultrapassar as copas das árvores. O primeiro vôo da aeronave com o radar está programado para ocorrer em dezembro e a comercialização deve começar em 2012.

A companhia espera abrir um mercado de R$ 25 milhões no Brasil e de R$ 100 milhões no exterior. O desenvolvimento já dura três anos e consumiu R$ 8 milhões em investimentos. Além da área de defesa, o equipamento pode ser usado no mapeamento de fazendas, represas e hidrelétricas.

Parcerias

Mas não é só por meio das compras governamentais e incentivos fiscais que essa indústria recebe apoio do Poder Público. Há dinheiro do estado também no financiamento de projetos. A Optovac e a Iacit, por exemplo, contam com recursos de entidades como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia.

As parcerias internacionais com transferência de tecnologias são também essenciais para a indústria brasileira. Entre os casos mais conhecidos e atuais estão o desenvolvimento do jato de transporte KC-390 da Embraer, que tem fornecedores de diferentes países, o acordo do Brasil com a França para construção de quatro submarinos convencionais e um nuclear e uma grande encomenda estatal de helicópteros à Helibras, companhia brasileira controlada pela Europeia EADS, dona da Eurocopter e da Airbus.

De acordo com Ferreira Neto, da Abimde, a partir da END, os projetos de maior vulto das Forças Armadas Brasileiras, entre eles os citados acima, vão representar pelo menos US$ 40 bilhões nos próximos 10 anos. Para atender outras necessidades militares o valor pode chegar a US$ 120 bilhões, segundo ele, em uma estimativa “conservadora”.

“Nossas empresas aumentam as exportações dos produtos de defesa e segurança, aumenta o entrosamento entre os ministérios da Defesa e da Justiça, especificamente em função da vigilância da faixa de fronteiras, enfim, o cenário é promissor”, acrescentou Pierantoni, também da Abimde.
ANBA

Plano de irrigação agrícola vai além do semiárido, diz ministro

RECIFE – Após o lançamento do Programa Nacional de Irrigação, previsto para o final deste mês, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, vai concentrar esforços no incentivo à expansão da agricultura irrigada para além das fronteiras do semiárido, região contemplada no programa que será anunciado. Pelo menos foi isso que ele prometeu na segunda-feira a Antonio Teixeira Mendes, presidente da Câmara Setorial de Irrigação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Segundo o dirigente, o ministro teria demonstrado grande disposição em desatar alguns nós que hoje impedem o crescimento da chamada agricultura irrigada particular.
“Há necessidade de superar obstáculos como o acesso a energia elétrica e a questão da outorga da água, por exemplo”, afirmou Mendes.

A presidente da República, Dilma Rousseff, deve apresentar oficialmente o programa entre os dias 24 e 27 deste mês, a depender de sua agenda. O objetivo do plano é expandir em cerca de 200 mil hectares a área irrigada em oito Estados: Bahia, Pernambuco, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Maranhão e Minas Gerais.

Para isso, o governo federal deve injetar diretamente R$ 2 bilhões em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com a expectativa de que o plano movimente algo em torno de R$ 10 bilhões em investimentos. Já estão em andamento conversas com potenciais parceiros privados nos setores de citricultura, sucroalcooleiro e de fruticultura, com maior ênfase nos dois primeiros.

De acordo com uma fonte no Ministério da Integração Nacional, responsável pelo programa, o dinheiro do PAC será aplicado preferencialmente em parcerias público-privadas (PPPs), pelas quais o governo espera atrair outros R$ 3 bilhões em aportes privados.

Os R$ 5 bilhões restantes são esperados para um segundo momento, como consequência dos primeiros investimentos. “Trata-se das fábricas que vão ser instaladas no entorno das áreas onde haverá a infraestrutura de irrigação”, explicou a mesma fonte.

Segundo o representante da Abimaq, que se reuniu com o ministro na segunda-feira, o plano deverá contar com mecanismos de controle de riscos e concessão de garantias, com vistas a elevar sua atratividade junto aos potenciais investidores. “O plano tem um viés forte em relação às PPPs.

A expectativa do governo é atrair investimentos com enfoque em capacidade de gestão e uso de tecnologias, algo mais arejado e contemporâneo em relação ao que temos hoje”, afirmou Mendes.

(Murillo Camarotto | Valor)

EMPRESAS PODERÃO APRESENTAR MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE NA IMPLANTAÇÃO DA LINHA 6-LARANJA DO METRÔ

O Governo do Estado de São Paulo dará início, nesta quarta-feira (5/10), ao “chamamento público” para manifestação de interesse da iniciativa privada no desenvolvimento de estudos e modelagem para implantação da futura Linha 6-Laranja do Metrô, cujo trecho prioritário ligará Brasilândia (zona norte) à Estação São Joaquim (região central).

O edital será publicado nesta quarta-feira (5/10) no Diário Oficial do Estado pela Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos e Conselho Gestor de Parceiras Público-Privadas, com base nos decretos n° 48.867 de 10/08/2004 e 57.289 de 30/08/2011, que regulamentam a realização de PPPs no âmbito estadual.

O procedimento decorre da manifestação de interesse público feita pela Odebrecht Transport Participações e aceita pelo Conselho Gestor de PPP’s no último dia 22 de setembro. A proposta apresentada para a Linha 6-Laranja detalha o projeto de engenharia, levantamento de dados e movimentação de passageiros, análise e projeção de receita, estimativas de custos e despesas, análise de viabilidade econômico-financeira e dos aspectos legais, bem como a modelagem de contratação.

O prazo para que as empresas façam o requerimento de autorização para a realização de estudos é de 10 dias após a publicação do edital, ou seja, até 15 de outubro. Nesse período, os interessados poderão consultar a proposta da Odebrecht e os estudos já realizados pelo Metrô.

A conclusão e apresentação dos estudos deverão ser feitas em um prazo máximo de 130 dias contados a partir da publicação do edital. No futuro, caso o vencedor da licitação da PPP para implantação da Linha 6-Laranja não for a Odebrecht, os custos dos estudos técnicos da proposta preliminar deverão ser ressarcidos.

Ligação Norte-Centro

A futura Linha 6-Laranja, com 15,9 km (13,5 km operacionais) e 15 estações, conectará as regiões noroeste e central da cidade de São Paulo, servindo os bairros de Brasilândia, Freguesia do Ó, Água Branca, Perdizes, Pacaembu, Higienópolis, Bela Vista e Liberdade. Ela atenderá o eixo de importantes universidades, como a UNIP, Uninove, FAAP, PUC, Mackenzie e FMU. Numa segunda etapa, a Linha 6 avançará ao norte, até a rodovia dos Bandeirantes e atenderá o futuro Centro de Convenções de Pirituba. A leste, a linha irá da Estação São Joaquim até Cidade Líder.

No momento, o Metrô está concluindo os projetos básicos de obras civis e sistemas. Também estão em andamento o Relatório Ambiental EIA-RIMA e levantamento de passivos ambientais.

A demanda prevista é de aproximadamente 640 mil passageiros por dia no trecho Brasilândia-São Joaquim. Caso todos os procedimentos burocráticos (licitações e licenciamentos) ocorram sem entraves, as obras deverão começar no segundo semestre de 2012 , com previsão de conclusão em 2016.

Metrô - SP

Torre armazena energia suficiente para 25 mil casas na Espanha

O município espanhol Fuentes de Andalucía, que fica na província de Sevilha, agora tem um gerador de última geração. Esse é o primeiro sistema que fornece energia por concentração.

O equipamento possui capacidade de produzir eletricidade 24 horas por dia e de abastecer cerca de 25 mil residências.

Uma torre principal recebe e armazena as luzes solares que são captadas por helióstatos --instrumento que consegue projetar os raios do Sol para um único ponto fixo mesmo com o movimento de rotação da Terra.

A inauguração do sistema nesta terça-feira teve a presença do rei Juan Carlos 1º e do príncipe herdeiro de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, xeque Mohammed bin Zayed al-Nahyan.

Julio Muòoz/Efe
Espelhos redirecionam as luzes solares para uma única torre, apesar do movimento de rotação da Terra
Espelhos redirecionam as luzes solares para uma única torre, apesar do movimento de rotação da Terra

EFE

GOVERNADOR VISITA A CÂMARA PARA EXPLICAR INVESTIMENTOS NA CIDADE DE SP

Renatto Sousa

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) esteve na Câmara Municipal nesta segunda-feira para apresentar os investimentos previstos no Plano Plurianual (PPA) 2012-2015 do Estado para a cidade. O plano tem como objetivo estruturar a ação do Estado nos próximos quatros anos.

É o PPA que dá suporte às Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e às Leis Orçamentárias Anuais (LOA) subsequentes, que especificam onde e como os recursos estaduais são aplicados a cada ano.


Nos próximos quatro anos, a previsão é que o governo tenha a capacidade de investimentos da ordem de R$ 118,6 bilhões em obras e ações para melhoria da qualidade de vida dos paulistas.

Serão R$ 85,2 bilhões oriundos dos recursos orçamentários e outros R$ 33,4 bilhões de recursos extras com a implementação de parceria público-privadas (PPPs), além de investimentos provenientes das empresas estatais.

"Os grandes investimentos do Estado são todos na região metropolitana, principalmente em mobilidade urbana, metrô e trem. Temos grandes investimentos na CPTM para levar o trem até Parelheiros, na Zona Sul da cidade, novas máquinas, investimentos em linha, modernização das estações e o metrô, com as obras de expansão da Linha 2 e da Linha 4.

O objetivo é chegar a 102 km de metrô e monotrilho até 2014”, disse o governador.
O total de investimentos da Secretaria de Transportes Metropolitanos deve consumir cerca de R$ 30 bilhões dos recursos, além de outros R$ 15 bilhões que poderão ser captados através de PPPs.

A presença de um governador explicando seus planos para a cidade é uma cena inédita na Câmara. Normalmente, o chefe do Executivo Estadual responde por escrito a questionamentos de vereadores.

O PPA está estruturado em 180 Programas, com quatro eixos principais: Estado promotor do desenvolvimento humano com qualidade de vida; Estado indutor do desenvolvimento econômico comprometido com as futuras gerações; Estado integrador do desenvolvimento regional e metropolitano; e Estado criador de valor público pela excelência da gestão.

Para o vereador Floriano Pesaro, líder do PSDB na Câmara, a presença do governador é importante “para mostrar para toda cidade aquilo que o governo investe na capital. Isso traz informação e visibilidade, para que a população possa acompanhar e fiscalizar os atos do governo”.
(03/10/2011 – 21h50)

Portal Câmara Municipal de SP

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