terça-feira, 20 de setembro de 2011

Usinas eólicas brasileiras têm cuidado especial com aves


Atualmente o Brasil está em 21º lugar no ranking mundial de energia eólica l Foto: Iberdrola Renewables

Um dos motivos de alerta na produção de energia eólica é o risco de acidentes envolvendo pássaros. No Brasil, já existe a preocupação em minimizar este problema. Por isso, são usados aerogeradores diferenciados e as hélices não são instaladas em meio às rotas migratórias das aves.

A construção de usinas eólicas demanda um estudo prévio da região para identificar, principalmente os hábitos de toda a avifauna local. Segundo José Tadeu Matheus, vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Energia Renovável (ABEER), o modelo tecnológico adotado no Brasil minimiza os riscos de acidentes. “As pás das nossas centrais têm grandes dimensões, mas o giro é lento e elas são percebidas pelos animais voadores. Os pássaros batem naquilo que não conseguem ver”.

Nos Estados Unidos, o país que ocupa a segunda colocação mundial no ranking de produção eólica, as hélices têm causado problemas às aves a ameaçam até mesmo a águia dourada, símbolo da nação norte-americana.

Em todo o território brasileiro existem 500 torres, com 108 metros de altura e hélices que cobrem o diâmetro de 82 metros em seus giros. Mesmo assim, Matheus explica que ainda não identificou um caso sequer de acidente com aves nas usinas brasileiras e que o tema está em discussão desde que o governo realizou os leilões de energia eólica.

Atualmente o Brasil está em 21º lugar no ranking mundial de energia eólica, com a maior parte de suas usinas localizadas no litoral do nordeste e dos três estados que formam a região sul. Mesmo assim, as hidrelétricas continuam sendo as principais fontes energéticas nacionais.

do G1.


Consórcio vence licitação para obra no aeroporto de Manaus

Reforma do terminal, orçada em R$ 344 milhões, deve começar até o final do ano
Aeroporto Eduardo Gomes deve ter obras ainda este ano (crédito: Infraero/Divulgação)

O consórcio Encalso-Engevix-Kallas venceu a licitação para as obras do terminal de passageiros do aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus. Segundo a Infraero, as próximas etapas são a entrega da documentação por parte do consórcio vencedor e a assinatura do contrato e da ordem de serviço. A intervenção deve começar até o final do ano.

A reforma está orçada em R$ 344,02 milhões, com conclusão prevista para dezembro de 2013. Além da reforma do terminal de passageiros, o aeroporto passará também por uma adequação do sistema viário.

Hoje, o Eduardo Gomes tem capacidade para receber 6,4 milhões de passageiros por ano. Com a ampliação do terminal de 43 mil m² para 97,2 mil m², o aeroporto comportará até 13,5 milhões de usuários por ano.

O início das obras já atinge 32 meses de atraso. De acordo com o primeiro cronograma da Infraero, a intervenção começaria em janeiro de 2009.

Já a conclusão da obra foi adiantada em dois meses - passou de fevereiro de 2014 para dezembro de 2013. Dessa forma, o tempo de execução da obra caiu de 61 meses para 25 meses.

Portal 2014

Copa deve gerar 3,6 milhões de empregos em Pernambuco

De olho em uma dessas vagas, muitos pernambucanos voltaram a estudar aproveitando a oferta de cursos de capacitação

Da Redação do pe360graus.com

Reprodução / TV Globo

Foto: Reprodução / TV Globo

Mais de 3,6 milhões de empregos devem ser criados pela Copa do Mundo de 2014. De olho em uma dessa vagas, muitos pernambucanos voltaram a estudar. Esse caminho que abre perspectivas de conseguir entrar no mercado de trabalho é o tema da segunda reportagem da série sobre o Mundial no Brasil.

E os empregos estão espalhados por todos os lugares. Até no simples fato de pegar um táxi. Mas, e se o motorista não entender o seu idioma? “Aí ficou ruim, risos, aí ficou ruim. Não é verdade?”, explica o comerciante Eduardo Gomes.

É quando entra em campo o velho jeitinho. “Isso acontece com frequência. E aí parte para mímica mesmo”, revela o taxista Paulo Sérgio.

Muitos encontraram uma forma para economizar os gestos - apostila na mão. Três vezes por semana, em vez do banco do carro, eles se sentam na cadeira da sala de aula. Inglês básico para 120 taxistas da cooperativa do Aeroporto do Recife. “O taxista, agora, é a porta de entrada, é a recepção. É muito importante, é a primeira mão, a primeira pessoa”, alerta o taxista Alexandre Farias.

E o que antes parecia um monte de letras sem sentido no idioma inglês, agora ganha significado. “Do you wanna a taxi? O senhor deseja um táxi?”, é como o taxista Carlos Coimbra comprova o que está aprendendo.

“A preocupação foi justamente procurar capacitar os motoristas para que possam receber o turista de fora”, afirma Jairo Melo, diretor de cooperativa de táxi.

E tem mais gente em sala de aula. Até 2013, ano da Copa das Confederações, três mil funcionários dos hotéis de Pernambuco vão passar por cursos de inglês. Bem Receber Copa é o nome do projeto do Ministério do Turismo. A meta é qualificar 50 mil funcionários da rede hoteleira nas 12 cidades que vão receber o Mundial.

“O turismo necessita disso, de boas informações, de bom atendimento. É isso que esse curso está dando para a gente”, diz o gerente Édson Silva.

“Ter a hotelaria de Pernambuco muito bem qualificada e preparada não só para a Copa do Mundo, mas para os muitos turistas que nós já temos no estado, hoje”, é o que pensa a coordenadora do projeto Bem Receber Copa, Ana Morais.

E com a proximidade da Copa, o turismo vai crescer. O número de hotéis já está aumentando. Vinte serão construídos no Estado até o Mundial. Com eles, serão mais de cinco mil novos apartamentos. “Expectativa é que, nesses próximos cinco anos, praticamente dobre a demanda
para o Recife em função de Suape e a Copa do Mundo que é evento internacional que todo país quer sediar”, destaca Ricardo Avelino, gerente geral de hotel.

E todo mundo quer participar. “De todas as maneiras. Tanto na hotelaria como lá no estádio marcando minha presença. Risos. Como torcedor”, comemora o mensageiro Leonardo Nascimento.

Da Redação do pe360graus.com


Manual de gestão para biodiversidade é destinado a empresas brasileiras

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O MEB pretende estimular a inclusão da biodiversidade/Foto: Ilustrativa

Um Manual de Gestão de Empresas para a Biodiversidade foi divulgado segunda-feira, 19 de setembro, em São Paulo. O Movimento Empresarial pela Biodiversidade (MEB) é responsável pela difusão de práticas sustentáveis entre empresários do país.

Elaborado pelo governo alemão e traduzido com o apoio do ministério do Meio Ambiente (MMA), o documento apresenta casos de empresas que já incorporaram o uso sustentável da biodiversidade ao seu dia a dia, como a Centroflora (utiliza extratos botânicos provenientes da flora nacional); a Native (produtora de açúcar orgânico em São Paulo e Minas Gerais), e a Klabin (produtora de papel e celulose).

O MEB pretende estimular a inclusão da biodiversidade nas planilhas de gestão de empresas brasileiras. Outra proposta defendida pelo movimento é a criação de um fórum nacional que tenha a biodiversidade como foco principal.

As empresas

O Grupo Centroflora desenvolveu o programa Parcerias para um Mundo Melhor com o intuito de integrar o consumidor final a comunidades e pequenos agricultores rurais. É fomentado a agricultura familiar, produção orgânica, o manejo florestal, contribuindo com o desenvolvimento sustentável

A Native, que mantém em Sertãozinho (SP) a usina São Francisco, é responsável pelo processo de 1,3 milhão de toneladas de cana-de-açúcar por ano. Em geral, uma usina precisaria moer três vezes mais cana para ser viável economicamente. Como a usina produz açúcar orgânico, com alto valor agregado, ela se viabiliza e gera lucro.

A Klabin é líder na produção de papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado, sacos industriais e madeira em toras. Possui 17 unidades industriais no Brasil e uma na Argentina.

Ecod

Modelo de gestão em Saúde de Cubatão executado por meio de PPP é tema de palestra em Palmas, Tocantins

Hospital Municipal de Cubatão agora é referência nacional em sistema de gestão compartilhada

Cubatão agora é modelo nacional em administração hospitalar. O sistema de gestão pública compartilhada, implantado com sucesso no Hospital Municipal da cidade, serviu de exemplo e foi tema de palestra no Simpósio “Modelos de parcerias no gerenciamento de Serviços Públicos de Saúde”, na cidade de Palmas, Estado de Tocantins, nesta terça-feira (20/9).

O município foi representado pela prefeita Marcia Rosa, que realizou palestra para uma plateia de mais de 350 pessoas, que incluía, além do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, profissionais da Saúde e autoridades estaduais e municipais.

A prefeita discursou sobre o modelo de gestão de Saúde, por meio de uma Parceria Público Privada (PPP), implantado em Cubatão. Falou, também, como vem superando os desafios das demandas crescentes: apesar dos recursos limitados, o Governo Municipal vem garantindo a qualidade de serviços na Saúde, articulando processos e acessos de estabilidade dos prestadores de serviço.

Marcia Rosa ainda explicou de que maneira Cubatão conseguiu transformar o Hospital Municipal Dr. Luiz Camargo da Fonseca e Silva em referência de administração e atendimento humanizado na região metropolitana, sendo considerado um dos melhores equipamentos públicos de saúde no país.

Para Marcia Rosa, a oportunidade de falar sobre o modelo de gestão em saúde de Cubatão é um reconhecimento pelo trabalho realizado, que tem garantido atendimento de qualidade para a população, cuja aprovação pode ser percebida nas pesquisas divulgadas pela imprensa: “Estamos compartilhando o conhecimento e a competência de gestão de nossa cidade". No fim da palestra, a prefeita recebeu uma homenagem do governo do Tocantins.

O Simpósio “Modelos de parcerias no gerenciamento de Serviços Públicos de Saúde” tem por objetivo promover uma reflexão, realizar intercâmbio de experiências, incentivar
o debate de gestores públicos durante a construção deste novo modelo de gestão compartilhada dos serviços públicos de saúde por meio das Organizações Sociais (Oss).

A realização é do Governo Estadual do Tocantins em parceria com a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas.

O encontro aconteceu no Auditório do Palácio Araguaia, sede do governo do Tocantins.
Além do exemplo de gestão em Saúde de Cubatão, outros temas foram abordados, como: Experiências internacionais em modelos de Parcerias e Contratos de Gestão; Visão do Sistema Único de Saúde (SUS) sobre modelos de Parcerias e Contratos de Gestão; Visão de Gestores de Saúde nos Estados onde há pretensão de adotar o modelo de Organização Social de Saúde (O.S.S) e apresentação do Modelo de Gerenciamento do Estado de Tocantins.

O evento contou com a presença do Governador do Estado de Tocantins, José Wilson Siqueira Campos; do secretário de Saúde do Amazonas, Dr. Wilson Duarte Alecrim; secretário de Saúde de São Paulo, Dr. Januário Montone; secretário de Planejamento e Modernização da Gestão Pública do Tocantins, Eduardo Siqueira Campos; secretário de Saúde do Tocantins, Arnaldo Alves Nunes e o Presidente da CMB, Dr. José Reinaldo Nogueira de Oliveira Junior. Acompanharam a prefeita, o secretário de Emprego e Desenvolvimento, Benito Santiago Martinez Gonzalez, e a secretária de Cidadania e Inclusão Social, Karina Cruz Gonçalves.

Portal Cubatão

RS: Bancada debate gestão de PPPs

Os deputados da bancada do PT na Assembleia Legislativa se reuniram ontem no Plenarinho da Casa, para discutir os modelos de gestão das Parcerias Público-Privadas utilizadas por diversos governos no Brasil. Com o tema “Modelos de Gestão e Parcerias Público- Privadas: Dilemas e Perspectivas”, o encontro proposto pelo deputado Elton Welter reuniu também os deputados estaduais Simão Pedro (PT/SP); Raul Pont (PT/RS) e o sociólogo mineiro Luiz Carlos da Silva, que falaram sobre as formas de gestão de PPPs adotadas em seus estados.

Para Welter, é preciso conhecer os resultados de experiências já realizadas para orientar as futuras parcerias entre governos e empresas particulares. “Acreditamos que temos muito a aprender para fazermos a vigilância necessária e colaborar com o debate, sobretudo quando o tema vier à discussão nesta Casa de Leis”, avaliou.

Para a deputada Luciana Rafagnin o debate é muito importante para se conhecer as experiências bem sucedidas e as que não tiveram êxito. “Temos que saber como fazer, como participar do debate e como fazer o controle social, por isso discutir o tema é importante”, disse. O líder da Oposição, deputado Enio Verri, também acredita ser muito importante discutir o tema, que é necessário à administração do país. “As parcerias público-privadas são inevitáveis, mas devemos conhecer o modelo como elas serão utilizadas”, salientou Verri.

Fiscalização – O deputado estadual de São Paulo, Simão Pedro, disse ser contrário à participação de empresas privadas na exploração de em alguns serviços. “As parcerias não podem ser concebidas dentro de modelos de capitalismo sem risco que geram grande benefício às empresas participantes e serviços muito caros à população”, afirmou. Para ele, os contratos devem ter uma análise detalhada, para que o Estado possa oferecer à população um serviço de qualidade. “A empresa que investiu tem que ter seu retorno, mas que não seja com uma transferência exagerada, como o que tem acontecido em São Paulo. Tenho acompanhado o processo de perto e sou muito crítico em relação aos modelos implementados lá”, comentou.

Ex-prefeito de Porto Alegre e atual deputado estadual pelo Rio Grande do Sul, Raul Pont também defende uma ampla fiscalização e um debate amplo em torno dos contratos. Para ele deve haver uma definição para saber quais serviços devem ser entregues ao setor privado, além do estabelecimento de contratos que tragam equilíbrio entre a tarifa paga pelo cidadão e os serviços oferecidos.

“Temos que fiscalizar e conhecer bem o contrato, que às vezes traz regras embutidas completamente desiguais e leoninas em favor apenas da empresa e não do governo”, disse. O seminário servirá de orientação aos deputados petistas na discussão dos processos de implantação de parcerias público-privadas que venham a ser implantadas no Estado.

Bem Paraná

Portugal: Concessões rodoviárias foram 28% mais caras do que o previsto

Concessões ferroviárias, da saúde e de segurança tiveram custos inferiores ao previsto.

Os encargos líquidos do Estado com as parcerias e concessões rodoviárias registaram no ano passado um desvio de 28% - isso significa mais 197,4 milhões de euros, de acordo com o relatório sobre Parcerias Público-Privadas (PPP) e Concessões, ontem divulgado pela Direcção-Geral do Tesouro e das Finanças (DGTF).

O documento conclui que estava previsto no ano passado pagar-se 699,2 milhões de euros com as parcerias rodoviárias. No final, contudo, o Estado teve de encaminhar 896,6 milhões de euros para estas parcerias.

Este desvio de quase 200 milhões de euros é essencialmente explicado pelos reequilíbrios financeiros acordados entre o Estado e as concessionárias SCUT onde se passou a cobrar portagens a partir de 15 de Abril deste ano.

"O valor total líquido dos encargos suportados pelo conjunto das PPP rodoviárias ficou 28% acima das previsões para 2010, justificado pelos pagamento de acordos celebrados e reequilíbrios financeiros derivados de alterações nos traçados das vias", explica o referido relatório da DGTF.

No ano passado, já foram pagos 150,7 milhões de euros relativos às compensações financeiras pela introdução de portagens em três SCUT. O relatório da DGTF indica que esse montante foi exclusivamente para pagamento à Aenor, da Ascendi.

Económico-PT

Angola: Governo aposta em pólos industriais para acelerar crescimento

Angola: Governo aposta em pólos industriais para acelerar crescimento

ANGOP
Secretário de Estado da Indústria, Kiala Gabriel
Secretário de Estado da Indústria, Kiala Gabriel
Luanda - O secretário de Estado da Indústria, Kiala Gabriel, afirmou hoje (terça-feira), em Luanda, que as políticas de aceleração do programa de industrialização do país passam pela construção de pólos de desenvolvimento industrial nas 18 províncias.
Em declarações à Angop, nas XV Jornadas Técnico-Científicas da Fundação Eduardo dos Santos (FESA), o governante realçou que a nível do país estão já identificados 11 pontos para a implementação de pólos de desenvolvimento industrial, o que considerou uma oportunidade de negócios no quadro da lei das Parcerias Público-Privadas.
Quanto ao estado actual dos pólos de desenvolvimento industrial de Viana (Luanda) e da Catumbela (Benguela), afirmou que o primeiro funciona com as primeiras unidades fabris na sua Zona Económica Especial, enquanto a segunda (Catumbela) tem esgotada a ocupação de espaços destinados a 1ª fase do projecto.
Já em relação aos pólos industriais de Futila (Cabinda), Lucala (Kwanza Norte), Caála (Huambo), Matala (Huíla), Cacuaco (Luanda), bem como o da região do Icolo e Bengo (Bengo), o secretário de Estado informou que esperam por financiamento para o arranque da construção.
Sobre os incentivos do Estado angolano para atrair maior engajamento do sector privado no processo de industrialização do país, apontou os financiamentos bancários disponibilizados pelo Governo por via dos diversos bancos operadores e a abertura para a formalização de acordos de parceria público-privadas nos vários ramos da economia.
Quanto ao papel das parcerias público-privadas no desenvolvimento de projectos estruturantes no país, disse ser de grande relevância por permitir que o financiamento privado apoia o crescimento de sectores cruciais na economia interna e da região.
Para que as futuras unidades fabris não causem danos consideráveis ao meio ambiente, disse que o país cumpre com os padrões internacionais e nos próximos cinco anos vai recorrer ao gás liquefeito, com a entrada em funcionamento do projecto Angola LNG no Soyo, província do Zaire.
As XV Jornadas Técnicos-Científicas da FESA, que este ano decorrem sob o lema “A industrialização no actual contexto de desenvolvimento de Angola”, junta especialistas nacionais e estrangeiros dos ramos da indústria, energia, águas, bancos, agricultura, florestas e pescas.
Iniciadas esta terça-feira, em Luanda, as jornadas da Fundação Eduardo dos Santos vão decorrer até ao próximo dia 23 (sexta-feira).

Angola Press

Coleta de lixo deve entrar na pauta hoje em Belém sob o regime de PPP

O projeto do Executivo que inclui o tratamento e destinação dos resíduos sólidos de Belém nas Parcerias Público Privadas (PPPs) pode ser colocado em pauta na sessão ordinária da Câmara, hoje de manhã. Belém produz 1.800 toneladas de lixo que são jogadas todos os dias no lixão do Aurá, em Ananindeua.

O assunto é polêmico e, para a oposição, há irregularidades na convocação da única sessão deliberativa da semana. Ontem foi realizada somente sessão especial para debater a divisão territorial do Estado, proposta pela vereadora Vanessa Vasconcelos (PMDB).

O presidente Raimundo Castro (PTB), da base aliada do governo, afirma que convocou “tantas quantas” sessões forem necessárias para que se chegue a um acordo hoje. Mas, segundo o líder do PT, Otávio Pinheiro, a convocação de tantas quantas “está ilegal”. Ele não poderia ter feito a convocação porque, segundo o vereador, “não havia quórum”. Segundo ele, portanto, não estava havendo sessão. “Vamos fazer valer o regimento”, afirmou.

ESCLARECIMENTOS

Castro informou que foi feita uma reunião com os vereadores, na sexta-feira, para esclarecimentos sobre “a necessidade de tratar os resíduos sólidos de forma mais moderna”, respeitando o meio ambiente.

Para o projeto entrar em pauta logo, resta concluir a apreciação dos vetos ao projeto do teste do olhinho. Só depois disso pode ser feito um acordo de inversão de pauta, tirando o projeto do executivo do 239º lugar para o início da pauta, que tem 277 itens para serem votados.

Com a informação de que o PMDB teria fechado posição contra a privatização do tratamento e destino dos resíduos sólidos, a oposição faz contas e coloca o PRB, com dois votos na casa, como fiel da balança. Com os cinco votos do PMDB, cinco do PT, dois do PPS, dois do DEM, dois do PP e um voto do PSB, a oposição chegaria tranquilamente aos 17 votos necessários para empatar com a base aliada, mas depende da posição do PRB, que tem como representantes na casa os vereadores Pastor Raul e Miguel Rodrigues, que não estavam em plenário ontem.

O vereador Fernando Dourado (DEM) criticou o fato de a prefeitura decidir que quer agora fazer o tratamento e destinação do lixo por meio de PPPs cuja lei limita a cinco anos o tempo mínimo e máximo de 35 anos para os contratos. No processo licitatório o prazo é de um ano prorrogável por mais 60 meses (cinco anos). Do ponto de vista do controle, a licitação oferece a vantagem de avaliação e renovação, ou não, dos contratos. Pelas PPPs o prazo ”é muito grande” e tem que ser revisto, segundo ele.

Actuale

Recife: PCR, SHOPPINGS E MINISTÉRIO PÚBLICO SE UNEM EM CAMPANHA POR RESPEITO A VAGAS ESPECIAIS DE ESTACIONAMENTO

O prefeito João da Costa participa nesta quarta-feira (21), às 9h, do lançamento de uma campanha junto com o Ministério Público e a Associação Pernambucana de Shopping Centers (APESCE), para conscientização da população a respeito da correta utilização das vagas de estacionamento especiais para idosos, gestantes e pessoas com deficiência.

Além de se integrar às comemorações da Semana de Trânsito (18 a 25 de setembro), a data do lançamento da campanha também foi escolhida para coincidir com a celebração do Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência.

O ato acontece na sala de reuniões do setor administrativo do Plaza Shopping, em Casa Forte. A ação abrangerá os shoppings Recife, Tacaruna, Plaza, Boa Vista e Paço Alfândega.

Serviço:
Lançamento da campanha educativa para estacionamento em vagas especiais
Local: Plaza Shopping (sala de reunião do setor administrativo), Casa Forte
Data: 21/09/2011 (quarta-feira)
Horário: 9h

Portal PCR

China lançará primeiro módulo de estação espacial no fim do mês



A China anunciou nesta terça-feira que no fim do mês lançará o primeiro módulo de sua futura estação espacial, batizada de Tiangong 1. Imagem: AFP Photo
Imagem: AFP Photo
A China anunciou nesta terça-feira que no fim do mês lançará o primeiro módulo de sua futura estação espacial, batizada de Tiangong 1. Imagem: AFP Photo

A China anunciou nesta terça-feira que no fim do mês lançará o primeiro módulo de sua futura estação espacial, batizada de Tiangong 1 (palácio celeste).

O porta-voz da principal base de Jiuquan (noroeste) informou que o foguete Longa Marcha 2F já foi instalado na rampa de lançamento.

A Tiangong 1 pesa oito toneladas e permanecerá em órbita por dois anos. Neste período receberá a nave Shenzhu 8.

Se o acoplamento tiver sucesso, a Tiangong 1 receberá em 2012 as naves espaciais Shenzhu 9 e 10, tripuladas por chineses. Até 2016, a China prevê o lançamento de um laboratório espacial.

Da AFP Paris


BB e Votorantim vão lançar fundo para energia renovável

A BB DTVM, gestora de recursos do Banco do Brasil, e o Banco Votorantim vão lançar um fundo de private equity de R$ 1 bilhão para o setor de energias renováveis.

A carteira tem como objetivo comprar participações em usinas de biomassa, energia eólica e pequenas centrais hidrelétricas (PCH), disse o presidente da BB DTVM, Carlos Takahashi em entrevista à imprensa logo após fazer uma apresentação no 32º Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão, que está sendo realizado em Florianópolis.

Takahashi disse que o fundo está em processo de captação, por isso os valores finais não foram fechados. A captação está sendo feita principalmente com fundos de pensão e clientes de alta renda ("private banking").

A participação do fundo pode variar em cada projeto, de investimentos minoritários a uma fatia maior da usina. Segundo o executivo, uma equipe de profissionais foi escolhida para mapear potenciais projetos de investimento no setor de energia.

A parceria da BB DTVM, maior gestora de recursos da América Latina, com R$ 410 bilhões de ativos em gestão, com o Banco Votorantim já rendeu outros fundos. Em dezembro de 2010, eles lançaram o fundo BB Votorantim JHSF Cidade Jardim Continental Tower para aplicar em projetos imobiliários.

Fonte: Agência Estado

Porto do Recife também recebe incentivos federais


Foto: Márcia Mendes/JC Imagem

Dos R$ 605 milhões que serão investidos nos portos de pernambuco pelo Plano Plurianual (PPA) entre 2012 e 2015, com financiamento do Governo Federal, um total de R$ 148 milhões serão injetados no Porto do Recife, anunciou o ministro dos Portos, Leônidas Cristino durante visita aos portos do Estado nesta segunda-feira (19).

Aproveitando o desenvolvimento de Suape, o Porto do Recife receberá projetos de aprofundamento e recuperação do cais, além de reforma do Terminal Marítimo de Passageiros (TMP) e da construção da Sala Pernambuco, que fazem parte dos preparativos para a Copa de 2014.

O diretor-presidente do porto, Pedro Mendes, acredita que o porto vive um período de retomada. “O ministro saiu daqui acreditando ainda mais no processo de expansão do Porto do Recife. Vivemos um período de retomada, o Porto do Recife quase fechou as portas.”

E acrescentou: “Estamos trabalhando para que ele ocupe o lugar de porto complementar das atividades realizadas em Suape.”

O Porto do Recife opera com cerca de 60% de sua capacidade total, número que deve crescer com os investimentos que ocorrem, que hoje somam cerca de R$ 8,5 milhões em obras de pavimentação da vias internas e de acesso, construção do pré-gate (espaço de fiscalização e credenciamento dos veículos que entram e saem do ancoradouro) e instalação da Estação de Transbordo (que realiza o tratamento de resíduos sólidos dos navios atracados numa área de 800 metros quadrados). Cerca de 70 mil metros quadrados de via já foram pavimentadas para melhorar o fluxo de caminhões dentro da área portuária.

por peinvestimento

Recife: Projeto concilia preservação de árvores e fornecimento de energia

Parceria firmada entre prefeitura e Celpe vai analisar necessidades de adequação da arborização para a rede aérea

Com o objetivo de assegurar a qualidade do fornecimento de energia elétrica e, ao mesmo tempo, preservar a vegetação urbana, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) e a Prefeitura do Recife firmaram uma parceria para implementar o Programa de Adequações em Trechos Urbanos para Árvores e Redes (ATUAR).

O convênio será assinado nesta sexta-feira (23), na mesma semana em que é comemorado o Dia da Árvore (21 de setembro).

A Celpe já desenvolve o Programa Atuar, que busca preservar as árvores do Recife, adequando a rede aérea ao controle do contato entre galhos e cabeamento elétrico, para evitar situações de risco à distribuição de energia que levem a população a sofrer interrupção do fornecimento.

Pelo convênio com a Prefeitura do Recife, após a análise das necessidades de adequação da arborização, o município realizará as podas, as substituições de árvores em situação de risco e os possíveis novos plantios.

Já a Celpe aplicará as soluções tecnológicas mais indicadas para a convivência entre a rede e as árvores em cada uma das situações, como: coberturas de proteção para os condutores convencionais, condutores protegidos ou mesmo isolados.

da assessoria de imprensa da Celpe.

Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco terá que reforçar mão de obra

Pico da obra do empreendimento terá 35 mil trabalhadores

A Refinaria Abreu e Lima (Rnest), que está sendo erguida no Complexo de Suape, deverá ter 35 mil funcionários no pico da construção, que começa a partir deste mês.
A estimativa inicial era que esse número ficasse em 28 mil funcionários, mas a necessidade de acelerar o cronograma puxou a previsão para cima.

Ontem, durante palestra no Simpósio sobre o Novo Marco Regulatório da Indústria Petrolífera Nacional, realizado pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), o diretor corporativo da Rnest, João Batista Aquino, adiantou que a construção do empreendimento já conta atualmente com 30 mil trabalhadores.

Aquino explica que o aumento na contratação de mão de obra não vai elevar o valor da obra, orçada atualmente em R$ 26 bilhões. O valor inicial da refinaria era de US$ 4,05 bilhões.

“A estimativa de trabalhadores na obra é uma estratégia das empreiteiras. Se em alguns momentos elas atrasaram parte da obra, como nos meses de chuva, por exemplo, agora vão tentar recuperar esse tempo mobilizando mais funcionários.

Como o contrato com a Petrobras já está assinado, não tem alteração para a estatal”, destaca.
O executivo reforça, ainda, que a refinaria vai entrar numa fase de contratação de profissionais mais especializados, porque está acelerando a etapa de montagem.

Até o próximo mês, a previsão é de que 40% da obra esteja concluída. As unidades mais adiantadas são casa de força, tanques (de água, petróleo e produtos) e a estação de tratamento d’água.

Aquino revela que a Petrobras já aportou R$ 8,5 bilhões na obra da Rnest.
“O desembolso médio é de 600 milhões por mês”, calcula. Por enquanto, a estatal venezuelana PDVSA não aportou nenhum recurso na refinaria.

Desde a semana passada, Petrobras e PDVSA dão informações diferentes sobre a participação venezuelana no empreendimento, que seria bancar 40% do empréstimo captado pela Petrobras junto ao BNDES. Na última quinta-feira, a estatal venezuelana encaminhou nota à imprensa afirmando que havia entregue as garantias ao BNDES.

João Aquino lembra que se for confirmada a participação da PDVSA na Abreu e Lima, será necessário aumentar o valor do projeto em R$ 400 milhões para construir uma unidade de tratamento de enxofre para o petróleo venezuelano.

JC Online

Fundo da Vale aumentará investimento em infraestrutura

A Valia, fundo de pensão dos funcionários da Vale, é o quinto maior fundo de pensão do Brasil e vai investir no setor por meio de aportes em fundos de private equity

  Divulgação
A fundação tem atualmente 4% de seu patrimônio alocado em private equities, o equivalente a R$ 560 milhões

Com R$ 14 bilhões em patrimônio, a Valia, fundo de pensão dos funcionários da Vale, vai aumentar seus investimentos em infraestrutura, segundo seu presidente, Eustáquio Lott. A Valia é o quinto maior fundo de pensão do Brasil e vai investir no setor por meio de aportes em fundos de private equity, carteiras que compram participação em empresas.

A fundação tem atualmente 4% de seu patrimônio alocado em private equities, o equivalente a R$ 560 milhões. A meta é elevar esse porcentual para 6%. Isso equivale a cerca de R$ 280 milhões que serão direcionados para esses fundos, com base no patrimônio atual.

Segundo Lott, todos os dias, gestoras procuram a fundação mostrando projetos para captação. "Há uma quantidade enorme de gestoras e projetos". De acordo com ele, tem surgido projetos de energia elétrica, petróleo e concessão rodoviária. De investimentos em aeroportos, até agora não apareceu nenhum.

O fundo de pensão da Vale tem 27% de seu patrimônio aplicado na bolsa. De acordo com Lott, a carteira não perdeu este ano, mas também não teve ganho. "Está no zero a zero", disse o executivo, destacando que a fundação aplica em papéis como Petrobras, Brasil Foods (BRF) e BrMalls, além de ações da própria Vale, que respondem por cerca de 6% a 7% do total. O porcentual total aplicado em ações pode chegar a 35%, mas Lott disse que, no momento, a fundação não está comprando mais bolsa. "Estamos sempre observando o mercado, se surgir uma boa oportunidade, compramos".

Na BRF, a Valia faz parte do grupo de fundos de pensão que indica um conselho para a empresa. Lott não comentou o futuro da empresa de alimentos, apenas diz que "há uma visão harmoniosa no conselho" sobre os próximos rumos da companhia, que foi obrigada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a se desfazer de ativos para se fundir com a Perdigão.

Por Agência Estado

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