domingo, 11 de setembro de 2011

Teatro Municipal de São Paulo faz 100 anos este mês, com programação especial


Teatro Municipal de São Paulo. Imagem: Pedro Angelini/ www.flickr.com/people/pedro_angelini/



Pedro Angelini/ www.flickr.com/people/pedro_angelini/

No mês em que celebra seu centenário, o Teatro Municipal de São Paulo elaborou uma programação especial que será protagonizada pelo corpo artístico da casa. A comemoração começa nesta segunda-feira com a apresentação da Ópera Rigoletto, de Giuseppe Verdi, montada pela Orquestra Sinfônica Municipal e pelo Coral Lírico.

Rigoletto estreou em março de 1851 no Gran Teatro La Fenice, em Veneza, na Itália. A ópera é baseada na peça Le Roi s′Amuse, de Victor Hugo, e narra a história do corcunda Rigoletto, que esconde sua filha Gilda para que ela não se envolva com o conquistador Duque de Mântua. Dentro da composição está a conhecida ária La Donna è Mobile.

Na terça-feira (13), o Quarteto de Cordas se apresenta no teatro com a solista e pianista Cristina Ortiz e, no domingo (18), a Orquestra Experimental de Repertório promove um concerto com a participação da soprano Rosana Lamosa e do tenor Fernando Portari.

No dia 25 de setembro, a Orquestra Sinfônica Municipal se apresenta novamente conduzida por seu regente e também diretor artístico do teatro Abel Rocha. O encerramento das comemorações se dá no dia 27 de setembro com a coreografia Paraíso Perdido, do Balé da Cidade de São Paulo.

O Teatro Municipal começou a ser construído em 1903, concebido pelo arquiteto Ramos de Azevedo e pelos italianos Cláudio Rossi e Domiziano Rossi. Sua arquitetura recebeu influência da Ópera de Paris, com traços renascentistas barrocos. Foi inaugurado no dia 12 de setembro de 2011 para um público de 20 mil pessoas.

Em seu palco já se apresentaram artistas como Maria Callas, Enrico Caruso, Arturo Toscanini, Claudio Arau, Arthur Rubinstein, Ana Pawlova, Vaslav Nijinsky, Isadora Duncan, Rudolf Nureyev, Margot Fonteyn, Mikhail Baryshnikov, Duke Ellington e Ella Fitzgerald.

O teatro também foi um importante palco para a Semana de Arte Moderna de 1922, movimento que promoveu grande transformação cultural no país.

Para comemorar os 100 anos, o teatro passou recentemente por reformas e obras de restauração, que duraram três anos e que consumiram um total de R$ 27 milhões, recursos provenientes principalmente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) – cerca de 85% do total – e da prefeitura.

Segundo a prefeitura, R$ 7,2 milhões foram utilizados para a reforma do salão nobre, da fachada e do restaurante. Outros R$ 19 milhões foram empregados nas reformas das poltronas e na atualização tecnológica do palco. O restante, cerca de R$ 1,5 milhão, foi utilizado para pintura e restauração interna do prédio.

Por Elaine Patricia Cruz, da Agência Brasil

Brasil é alvo de interesse de investidores estrangeiros que aplicam no mercado marítimo

A estabilidade econômica e política associada aos projetos do pré-sal e ao aumento dos preços das commodities transformaram o Brasil em alvo de interesse de investidores estrangeiros que aplicam no mercado marítimo no mundo.

O assunto é tema da 1ª Conferência Mare Fórum na América do Sul, que ocorrerá terça-feira, 13, no Rio de Janeiro. Os organizadores se preparam para receber de 150 a 200 empresários europeus, asiáticos e norte-americanos.

O diretor da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC), Kevin Tang, disse à Agência Brasil que o mercado brasileiro é um dos mais atraentes do mundo, segundo os investidores.

Os empresários buscam mercados sólidos que não estejam sob o impacto da crise econômica mundial, como os Estados Unidos e alguns países europeus, entre eles Grécia, Itália e Espanha.

“Os investidores querem saber quais são as oportunidades oferecidas pelo Brasil, associadas às tendências mundiais”, disse Tang. “Os investidores estão dispostos a diversificar, e o Brasil oferece o que eles esperam: estabilidade e potencial.”

As discussões se concentrarão nas oportunidades de negócios no Brasil, envolvendo toda a cadeia produtiva de transporte marítimo - construção naval, mineração e alternativas diversificadas de energia. Representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Secretaria de Portos foram convidados para os debates.

Como exemplo de investimentos, Tang ressaltou que um dos corredores de navegação que mais cresce no mundo, em todos os tipos de carga - granel seco ou líquido, contêineres e tankers - é o que liga o Brasil à China. Segundo ele, o crescimento do volume de negócios saltou de US$ 2,3 bilhões, em 2000, para R$ 56 bilhões em 2010.

O Rio de Janeiro foi escolhido como sede da conferência por ser polo de petróleo, mineração e também logística, segundo Tang. Ele lembrou que a região tem quatro novos estaleiros em construção.

Já houve 60 edições dessa conferência em nove países, mas é a primeira vez que ocorre na América do Sul. As discussões anteriores ocorreram nos Estados Unidos, na Itália, Indonésia, China, Turquia, Holanda, França, Grécia e Bélgica. Atualmente o mercado de transporte marítimo reúne, entre seus principais investidores, chineses, indonésios, japoneses, gregos e italianos.

O POVO Online

Crianças constroem maior escultura de lixo reciclável do mundo

Robô de 14 metros é feito de embalagens de refresco em pó

Editora Globo

Um mutirão de crianças trabalhou para recolher embalagens usadas de refresco em pó para a construção da maior escultura reciclável do mundo.

O robô de 14 metros de altura está no Parque do Carmo, zona leste da capital paulistana, esperando para ser medido hoje (10/09/2011) e verificado pelos técnicos do livro dos recordes Guinness.

A base da escultura é feita de placas de material reciclável, em volta dela foram colocadas as embalagens.

A brincadeira faz parte do projeto de reciclagem da Tang, que irá desmontar e reaproveitar as partes do robô após a confirmação do recorde mundial.

Segundo a assessoria de imprensa da empresa, as placas serão transformadas em benfeitorias para o parque, como bancos e bebedouros.

por Redação Galileu


Fibra da bananeira gera renda no Litoral Norte de Alagoas

Transformar materiais simples em belas peças é uma prática constante no Litoral Norte de Alagoas, onde artesãos utilizam a fibra de bananeira na produção de objetos variados, usados na decoração e no vestuário. A atividade foi destaque da última capacitação realizada pela Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande), através da coordenação do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) em Alagoas, em Maragogi.

A arte de transformar a fibra da bananeira em peças de decoração e vestuário está presente em diversas comunidades da região da Costa dos Corais. Nelas, grupos de artesãos têm conseguido agregar valor ao cultivo da banana, utilizando a palha como matéria-prima para trançados, numa forma criativa de variação do Filé (que tradicionalmente utiliza linha e lã), um dos principais produtos artesanais de Alagoas.

Segundo a coordenadora do PAB em Alagoas, Sônia Normande, esta forma de artesanato ajuda o pequeno produtor, servindo como mais uma fonte de renda nos assentamentos da região.

"Esse tipo de artesanato vem se tornando um rendimento complementar, sobretudo para as mulheres, que ganham também em autoestima e poder decisório dentro das respectivas famílias", ressaltou.

De acordo com a gerente de Design e Artesanato da Seplande, Aparecida Nunes, a técnica artesanal vem sendo utilizada na confecção de bolsas, almofadas, caminhos de mesa, painéis decorativos, dentre outros produtos. "Estamos trabalhado para dar ao produto final uma melhor qualidade e oferecer um design variado ao mercado", disse.

PAB Itinerante

Com o objetivo de fomentar a atividade artesanal em Alagoas, a Seplande promoveu entre os dias 29 e 31 de agosto, em Maragogi, mais uma capacitação voltada para associações e artesãos locais. A ação foi realizada pela coordenação do PAB em Alagoas e facilitada pelo consultor em design Bartolomeu Malta.

Durante a capacitação, os participantes tiveram contato com temas como a identidade cultural, o atendimento ao cliente, embalagens e cartões de visitas, formação de preços e qualidade do acabamento dos produtos. Para a artesã do assentamento Junco, Quitéria Gomes, o evento foi especial, pois possibilitou a interação e com isso um maior envolvimento entre os artesãos, que passam a ser protagonistas do seu trabalho. "São eventos como este, que dão voz aos artesãos, que elevam a produção desta atividade", afirmou.

No evento, os artesãos tiveram a oportunidade de expor, de forma criativa e dinâmica, seus pensamentos e experiências sobre a produção do artesanato na região. Para a coordenadora Sônia Normande, a forma como se deu esta capacitação deixou a região bem mais articulada e voltada para o aprimoramento das atividades. "Tivemos um envolvimento efetivo dos participantes e dos órgãos que nos ajudaram a articular o evento", contou.

Novas técnicas

A coordenação do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) em Alagoas encontrou, na capacitação, novos produtos e técnicas utilizadas pelos artesãos da região. Dentre as novas modalidades está a criação da renda "frivolité", que utiliza uma técnica que faz aplique com nós, usando linha de crochê.

Segundo a gerente de Design e Artesanato, Aparecida Nunes, foi a primeira vez que a técnica aparece em trabalhos de artesanato feitos no Estado. "O que a gente encontrava aqui era produto feito em outros locais. Agora já podemos encontrar roupas, bolsas e acessórios criados com essa técnica aplicada aqui mesmo em Alagoas", destacou.

No treinamento, a equipe também encontrou artesãos de bijuterias de fibras vegetais, e vassouras feitas de garrafas pet. Além das novidades, a capacitação também entrou em contato com produtores tradicionais de bordados, rendas e Filé.

Registros

O evento, ocorrido em Maragogi, auxiliou no cadastramento e recadastramento dos artesãos vinculados ao PAB. "Aproveitamos a mobilização para facilitar o acesso dos artesãos aos benefícios do Programa, não havendo assim, necessidade de locomoção à capital", ressaltou a coordenadora.

Na ocasião, foram contabilizados 51 participantes, que serão contemplados com projetos, outras capacitações e todas as vantagens cedidas pelo PAB. O projeto de cadastro e recadastro dos artesãos é realizado diariamente na sede da Seplande, unidade Jaraguá, mas, segundo a coordenadora do PAB, Sônia Normande, a ação se desloca aos municípios atendendo às solicitações e necessidades dos mesmos.

Números

O que aconteceu durante a capacitação no Litoral Norte é apenas um reflexo do que o setor vem representando para a economia do Estado e do país. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o artesanato movimenta cerca de R$ 30 bilhões por ano no Brasil, ou seja, 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Em Alagoas, a Seplande estima uma população de 8 mil artesãos, em todas as regiões do Estado. O PAB já cadastrou mais de 3.500 pessoas envolvidas na atividade. "Todos recebem uma carteira de identidade profissional fornecida pela Secretaria, que concede uma série de benefícios e abre portas para esses empreendedores do artesanato", destacou Sônia Normande.

por Agência Alagoas

Suape insere Pernambuco na cadeia produtiva do petróleo


OBRAS Até agora, 35% da Rnest foi concluída com recursos da Petrobras. (Foto: Lara Holanda)

Por Lara Holanda

Carro-chefe dos projetos estruturadores em Pernambuco, Suape é a entrada do Estado na cadeia nacional de petróleo, que já representa 60% dos investimentos industriais no País. Com o pré-sal, o Brasil está entre os maiores produtores mundiais de petróleo. Inserir Pernambuco nesse mercado é a oportunidade de impulsionar o PIB estadual, que deve triplicar nos próximos 25 anos.

E a Refinaria do Nordeste Abreu e Lima (Rnest), maior emprendimento do Complexo de Suape, é um exemplo dessa inserção. Na última sexta-feira, finalmente foi anunciado o acordo estabelecido entre o Brasil e a Venezuela. Além da Petrobras, agora a estatal venezuelana PDVSA vai entrar com investimentos na construção da refinaria, que está com 35% das obras concluídas.

“Mesmo sem ter poços de petróleo, Pernambuco atrelou sua economia a essa matriz energética com a refinaria e a petroquímica”, destaca o consultor Francisco Cunha, da Consultoria TGI. De acordo com a Consultoria IHS Cera, o Brasil lidera o ranking mundial das maiores descobertas de petróleo, que deve se manter entre as principais matrizes energéticas do mundo nos próximos 50 anos.

Pelas projeções do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o País deve crescer a um ritmo de 5,8% ao ano até 2015, enquanto o crescimento da economia mundial deve ser de 3,5%.

Com um investimento estimado em mais de R$ 21 bilhões, a Rnest deve ficar pronta em 2013. Pelo acordo firmado em 2005 entre a Petrobras e a PDVAS, a estatal brasileira entraria com 60% dos investimentos para a construção da fábrica, enquanto a estatal venezuelana investiria 40%.

Entretanto, até agora apenas a Petrobras entrou com recursos, tendo feito um empréstimo de R$ 10 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A expectativa agora é que até a data-limite de 30 de novembro a PDVSA realize o depósito.

A refinaria deve começar processando 65 mil barris de petróleo por dia, sendo que metade de sua produção deve ser destinada à Venezuela. Além de coque, nafta e gás liquefeito de petróleo (gás de cozinha), a Rnest vai processar óleo diesel com baixo teor de enxofre, que vai representar 20% do consumo do País.

“A refinaria será a primeira unidade da Petrobras a adotar o sistema Snox, que retém o enxofre e o nitrogênio emitidos nos processos de refino”, enumera Marcelino Guedes, presidente da Rnest.

peinvestimento

Recife carece de programas de incentivo à leitura

Com 94 bairros e mais de 1,5 milhão de habitantes, a capital pernambucana tem apenas duas bibliotecas, em Casa Amarela e Afogados, construídas na década de 50 / Foto: Rodrigo Lôbo/JC Imagem

Foto: Rodrigo Lôbo/JC Imagem

Parece mentira, mas a capital pernambucana, metrópole com mais de um milhão e meio de habitantes, 94 bairros, que se dividem em diversas comunidades, cada qual com suas particularidades, tem apenas duas bibliotecas municipais. Duas. Para chamar a atenção de todos os moradores da cidade, incluindo quem vive nas 66 áreas que a Prefeitura do Recife chama de Zonas Especiais de Interesse Social, marginalizadas, apesar do reconhecimento oficial.

Casa Amarela, na Zona Norte, e Afogados, na Zona Oeste recifense, são os dois bairros que conseguiram manter em pé, desde a década de 50, as bibliotecas administradas pela prefeitura. Desde lá, outras inauguraram, mas deixaram de existir por falta de espaço próprio. E ficou por isso mesmo. As que ficaram, funcionam de forma organizada e promovem ações de inclusão e incentivo da leitura, como o Pegue & Leve, iniciativa dos funcionários da unidade de Afogados e adotada pela biblioteca de Casa Amarela.

A ideia é que, todo mês, os livros repetidos do acervo sejam expostos em uma mesa para, quem quiser, levar pra casa. Tem gente que já montou biblioteca particular por causa do projeto. A entidade de Afogados é famosa pelos concursos de poesia e de contos que têm ampla repercussão. A instituição da Zona Oeste, assim como a de Casa Amarela, possui espaço infantil e contação de histórias. Em Afogados, existe até colônia de férias e aulas de reforço gratuitas.

São dois espaços que dão certo e custam, juntos, R$ 40 mil anuais à prefeitura. Se R$ 240 mil foram gastos pelo Executivo Municipal somente para a decoração da cidade no último Carnaval, o que são R$ 40 mil para duas bibliotecas que funcionam o ano inteiro? É nessa tecla que bate o professor do Departamento de Ciências da Informação da Universidade Federal de Pernambuco, Lourival Pereira, em palestras. "Elas não abrangem as comunidades dos altos, das periferias. São isoladas de uma imensa parcela da sociedade. Não só as duas municipais, mas a do Estado também não é convidativa", explica.

De acordo com a Secretaria de Cultura, em nota, a cidade receberá três novas bibliotecas nos bairros do Ibura, Alto de Santa Terezinha e Caxangá. Elas devem ser instaladas dentro das três Praças dos Esportes e da Cultura (PEC), do governo federal, previstas para serem construídas até março do ano que vem.

JC Online

Nota do Editor: É uma vergonha para uma cidade símbolo da cultura brasileira mas com governantes que não estão nem aí para a educação e o bem estar da população.

Rua de Porto Alegre ganha fama de 'mais bonita do mundo'

FELIPE BÄCHTOLD
DE PORTO ALEGRE

Imagens de um enorme tapete de árvores, espremido em meio aos prédios, correram o mundo pela internet e deram à rua Gonçalo de Carvalho, na região central de Porto Alegre, a fama de ser "a mais bonita do mundo".

Veja galeria de fotos da rua de Porto Alegre

Em quase 500 metros de calçadas, estão enfileiradas mais de cem árvores da espécie tipuana, que chegam a alcançar o sétimo andar dos edifícios em alguns casos.

Moradores mais antigos contam que as tipuanas foram plantadas na década de 1930 por funcionários de origem alemã que trabalhavam em uma cervejaria no bairro.

Em 2005, a construção de um shopping nas proximidades trouxe o risco de mudanças nesse cenário, o que levou os moradores a se mobilizar.
Fotografias circularam entre grupos de ambientalistas, e o "túnel de árvores" se tornou cada vez mais conhecido. Em 2008, um biólogo português viu as fotos e escreveu em seu blog que era a rua mais bonita do mundo.

O apelido "pegou" e a rua ficou famosa na internet. "Traduziram [textos sobre o lugar] para inglês e tailandês. Passou a ser um viral", diz o artista gráfico César Cardia, 59, da associação de moradores do bairro. Ele tem um blog sobre a via (goncalodecarvalho.blogspot.com).

A divulgação deu certo: o calçamento de paralelepípedos foi mantido, o que evitou a impermeabilização do solo e preservou as tipuanas. Nenhuma árvore foi derrubada.
Como bônus, a rua ainda foi declarada "patrimônio ambiental" pela prefeitura e foi incluída na rota dos pontos turísticos de Porto Alegre. "Volta e meia tem gente aqui tirando fotografia", diz a moradora Silvana Pires, 45.

Jefferson Bernardes/Folhapress
Rua Gonçalo de Carvalho, na região central de Porto Alegre; veja mais imagens
Rua Gonçalo de Carvalho, na região central de Porto Alegre, via ficou famosa na internet; veja mais imagens

Folha SP

Cidade de Deus, no Rio, terá moeda local com imagens de habitantes ilustres

Diante de uma crise econômica mundial preocupante, a Cidade de Deus, um dos primeiros bairros pacificados no Rio, vai mostrar sua força e lançar a sua própria moeda, o CDD. Com valor equivalente ao do real, o projeto tentará conquistar o mercado consumidor que vive na própria comunidade e gasta, anualmente, quase R$ 55,5 milhões fora dela.

São 65 mil moradores, sendo que 29% consomem em outros bairros, segundo uma pesquisa inédita sobre consumo dentro de uma favela do Rio.

Os dados foram revelados pelo Instituto Palmas, organização da sociedade civil que vem ajudando a implantar o banco solidário em comunidades de todo o país.

O Banco Comunitário Cidade de Deus, uma iniciativa da Secretaria municipal de Desenvolvimento Econômico Solidário dentro do projeto Rio Ecosol, será inaugurado no próximo dia 15.

No mesmo dia, haverá o lançamento da moeda, cujas notas — de 0,50 centavos de CDD, 1 CDD, 2 CDDs, 5 CDDs e 10 CDDs — estão em fase de acabamento numa gráfica. As notas estamparão imagens de pessoas de importância social dentro da comunidade e, também, de um patrimônio histórico, a Casa do Barão (da Taquara), que fica na Fazenda Olho D′Água.

A nova moeda e o banco comunitário terão como missão promover o desenvolvimento local por meio do incentivo de à produção de bens e serviços e ao consumo deles com a moeda. Ao usarem o CDD, os consumidores poderão ter descontos de até 20%.

Da Agência Brasil

Governos e operadoras devem aumentar investimentos para reduzir perdas de água

A diminuição das perdas de água no sistema brasileiro exige investimentos significativos na área, além de melhoria na gestão, na qualificação dos profissionais, em serviços e equipamentos, disse à Agência Brasil o coordenador do Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento (Snis), do Ministério das Cidades, Ernani Ciríaco de Miranda.

“Se não investir, não vai conseguir baixar [o nível de perda]”.
Os investimentos feitos pelas operadoras, prefeituras municipais e governos estaduais em água e esgoto somaram R$ 7,8 bilhões em 2009.

“Para a necessidade do país, é pouco”, avaliou Miranda. Ele lembrou, no entanto, que na comparação da série histórica, esse valor foi “recorde absoluto no ano”.

Para o coordenador do Snis, o investimento está crescendo, mas ainda é inferior ao necessário para universalizar o serviço. De acordo com o Plano Nacional de Saneamento Básico (PNSB), seriam necessários para a área de água e esgotos no país investimentos de R$ 267 bilhões em 20 anos - média de R$ 13 bilhões por ano - contra um investimento atual de R$ 7,8 bilhões.

“Precisamos trabalhar com um crescimento contínuo até atingir o topo da curva”, disse Miranda. Ele lembrou que há muita obra contratada no setor.

Somente o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em sua fase inicial, tem contratados R$ 35 bilhões. “Esses números vão começar a aparecer como executados a partir deste ano”, estimou.

Da Agência Brasil

Ministério da Pesca promove campanha para incentivar consumo de peixe

O Ministério da Pesca e Aquicultura lançou neste domingo no Mercado do Peixe São Pedro, em Niterói, na região metropolitana do Rio, a 8ª edição da Semana do Peixe.
A campanha irá até o dia 24 deste mês e tem como objetivo estimular o brasileiro a comer mais pescado e a ter uma alimentação mais saudável.

O Ministério da Saúde recomenda o consumo de peixe fresco duas vezes por semana.
A ingestão regular de pescado oferece ferro, vitamina B12, cálcio e aminoácidos essenciais que auxiliam na constituição de proteínas. As substâncias contidas no pescado apresentam baixo teor de gordura.

A campanha tem a função ainda de alertar os consumidores sobre o modo correto de escolher o pescado, com atenção à pele firme e sem manchas, olhos brilhantes e salientes, escamas unidas e aderidas à pele, odor característico e guelras com tons rosa ou vermelho.

Os consumidores também são alertados sobre a importância da utilização de luvas descartáveis por parte do fornecedor. Eles devem estar atentos à conservação e separar as espécies, ao congelá-las.

O Departamento de Economia e Pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) informou que as vendas de pescado em 2010 apresentaram crescimento médio de 2% em relação a 2009. Segundo o departamento, durante a Semana do Peixe, as vendas passaram de 14,4% em 2009 para 15,2% em 2010.

Diversos órgão e entidades apoiam a iniciativa, entre eles o Ministério da Saúde, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

Durante a Semana do Peixe, os produtores vão comercializar o pescado diretamente com os consumidores nos terminais pesqueiros públicos (TPPs) e nos centros de Integração da Pesca Artesanal (Cipar). A venda também será feita em caminhões em todo o país.

Da Agência Brasil

Itamaraty recebe diplomatas africanos para curso

Representantes de 12 países africanos participam de curso no Palácio do Itamaraty, no Rio. O objetivo é aproximar as diplomacias africana e brasileira. O Sudão participa.

Isaura Daniel

São Paulo – O Ministério das Relações Exteriores (MRE) promove um curso para diplomatas africanos a partir desta segunda-feira (12) no Rio de Janeiro. O encontro, que ocorre por meio da Fundação Alexandre Gusmão (Funag), será uma oportunidade para discussão de assuntos de interesse entre a África e o Brasil e de aproximação entre os diplomatas das duas regiões, de acordo com o embaixador Gilberto Vergne Saboia, presidente da Funag.

O curso terá representantes da África do Sul, Botsuana, Gana, Namíbia, Nigéria, Quênia, Sudão, Sudão do Sul, Tanzânia, Zâmbia, Zimbábue e Angola. Essa é a segunda vez que o encontro é promovido voltado aos países africanos. A primeira ocorreu em 2010.

"O Brasil tem uma relação especial com a África. Faz sentido esse tipo de cooperação, estamos presentes na África, não só do ponto de vista diplomático, mas comercial, em cooperação técnica em agricultura, saúde, em obras", diz Saboia.

No encontro haverá palestras de diplomatas brasileiros e também africanos. Do Brasil, por exemplo, falará o subsecretário geral de Política III do Itamaraty, Paulo Cordeiro, sobre relações políticas do Brasil com a África. Também um representante do Sudão do Sul falará, contando como a região se tornou um país, depois de considerada território inútil pelos ingleses. Do Sudão (do Norte) haverá uma palestra sobre a história do país. Ainda haverá palestras do Zimbábue, Botsuana, Tanzânia, Zâmbia, Nigéria e África do Sul.

Segundo Saboia, esse tipo de iniciativa tem benefícios de médio e longo prazos para o Brasil, já que permite aos diplomatas participantes conhecerem melhor o País.
No Rio, além de acompanhar as discussões, os diplomatas visitarão pontos turísticos, como museus, irão até a Petrobras, a mineradora Vale e o BNDES, entre outras instituições. Eles irão ainda a Brasília conhecer o MRE.

"Em todos estes lugares, eles encontrarão algo para acrescentar ao seu conhecimento sobre o Brasil", diz o embaixador. O curso ocorre até 23 de setembro.

ANBA

Lixo de condomínio usado para gerar renda no Cojunto residencial João Paulo II em Recife

Material que poderia ser descartado ajuda a preservar o meio ambiente

WAGNER SANTOS

Foi pensando em uma maneira mais viável para o descarte do lixo, além de outras soluções econômicas, que moradores do Conjunto Residencial João Paulo II, em Beberibe, resolveram participar de um ato de conscientização ambiental. Há quase três anos, todo o lixo recolhido diariamente dos 672 apartamentos tem uma destinação adequada, mediante a coleta seletiva.

No total, já foram coletadas mais de 112 toneladas de materiais recicláveis, além de pouco mais de 2,5 mil litros de óleo de cozinha usado.

De acordo com o placar da coleta seletiva implantado pelo condomínio, já foram arrecadados pouco mais de R$ 16,2 mil com a venda dos materiais, que seriam jogados em aterros sanitários, os lixões.

De acordo com o síndico do residencial, Marcos Celso, 12 funcionários realizam a coleta nos apartamentos. Todo material é separado por uma catadora contratada pela administração, que tem participação nos lucros.

O trabalho de recolhimento também é feito com o óleo de cozinha, que, ao invés de ser jogado pelo ralo, é comprado por uma empresa, gerando renda. O dinheiro é investido no condomínio.

“No começo teve um pouco de resistência por parte dos condôminos, mas quando eles perceberam que o intuito era o de reciclar o lixo, com a ideia de fazer algo pelo conjunto, co­mo a construção do Espaço Cultura, aderiram à ideia. Hoje, temos biblioteca e auditório. Tudo com o dinheiro da reciclagem”.

Depois de ficar desempregada do antigo emprego de empregada doméstica, a catadora Edilene Pereira, 33, contou que a oportunidade dada pelo Conjunto João Paulo II veio assim que sua antiga patroa se mudou.

Ela contou ainda que mora sozinha com dois filhos e vive com apenas R$ 150 por mês da venda do material reciclável, além de alguns serviços de faxina que surgem às vezes.

“No começo foi um pouco difícil, pois todo mundo ficava falando pelo fato de eu trabalhar catando lixo. Mas pelo menos é um trabalho honesto, que me serve até conseguir alguma coisa melhor”, disse.

De acordo com a coordenadora do curso de Engenharia Ambiental da Faculdade Maurício de Nassau, Adriane Mendes, cada vez mais as pessoas tomam consciência da importância dessa iniciativa e de seus reflexos para a coletividade e para o meio ambiente.

“Esta adesão a programas isolados acontecem cada vez em maior quantidade e são importantes tanto do ponto de vista ambiental no que se refere à saúde, qualidade de vida, como, também, econômico.

O processo de coleta seletiva se configura então como um prenúncio de incentivo à redução de gastos e produção de resíduos, reciclagem e transformação de valores na sociedade”, enfatizou Adriane.

Atualmente, mais de 50% do resíduo depositados em aterros sanitários é composto de materiais que podem ser reutilizados ou reciclados.

O que vem a ser um valor extremamente alto se for levado em consideração que todo esse resíduo ao ser reciclado pode ser um grande gerador de renda para uma parcela representativa da população.

Folha PE

Decreto beneficia empresas de Rondônia

O Governo do Estado beneficiou a classe empresarial de Rondônia por meio do Decreto nº 15810 de 07 de abril de 2011, que alterou o regulamento do (ICMS) Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, colocando isenções relativas às operações e prestações internas, ou seja, toda empresa instalada em Rondônia que fornecer para o Estado terá isenção do ICMS, desde que repasse o valor do imposto em forma de desconto.

Além de o governo pagar mais barato por produtos e serviços as empresas do Estado serão mais competitivas em relação às empresas de grande porte de outras unidades da federação.

Segundo o Superintendente Estadual de Compras e Licitações (Supel), Márcio Rogério Gabriel, o Decreto 15810 vai dar mais competitividade às empresas de Rondônia em relação às de outros estados, “essa é uma bandeira do governador Confúcio Moura que quer as pequenas e microempresas fornecendo para a administração estadual”, afirmou o superintendente.

O decreto beneficia as empresas que fizerem operações ou prestações internas, relativas à aquisição de bens, mercadorias ou serviços, exceto combustíveis, por órgãos da administração pública estadual direta e suas fundações e autarquias.

O diretor Executivo da Supel, Francisco Lopes Fernandes Netto, informou que as empresas beneficiadas com a medida, terão que obedecer alguns requisitos.

Ao participar da licitação, terá que lançar na proposta o desconto equivalente ao ICMS e terá que recolher 1% do valor da operação ao Fundo Garantidor das Parcerias Públicos Privadas de Rondônia, recursos estes que serão aplicados em novos investimentos no estado.

Empresários são qualificados

A administração estadual quer que empreendedor individual, microempresário e empresário de pequeno porte também forneçam para o Estado, por isso esta promovendo nesta segunda-feira (5) um Workshop que irá ensinar esse público a vender para o Governo do Estado.

Os participantes vão aprender a participar de licitações públicas, entre os assuntos que estão sendo abordados estão os tipos de licitações nas compras governamentais, cadastramento, habilitação, lances e legislação. O pregão eletrônico é um exemplo de modalidade mais usada nesse tipo de atividade, que possibilita ao micro empresário negociar bens e serviços com a administração pública do estado.

Habilitar empreendedores individuais, microempresários e empresários de pequeno porte é uma determinação do governador Confúcio Moura que quer esses empreendedores fornecendo para o estado. O curso é administrado pelo Sebrae que conta com a parceria do Governo do Estado através da Superintendência Estadual de Compras e Licitações (Supel).

O evento esta sendo realizado no auditório do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que fica localizado na Avenida Presidente Dutra, nº 1889 no bairro Areal em Porto Velho.


Autor: Decom

Secult e Instituto Banese discutem novas parcerias em prol da cultura sergipana

O Banese é um grande parceiro da Secult em várias políticas públicas para a área da cultura

Com o intuito de apresentar o planejamento da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), bem como seus projetos para os próximos anos, a secretária de Estado da Cultura, Eloísa Galdino, reuniu-se com o superintendente do Instituto Banese, José Leomarques, na manhã de sexta-feira, 9, no prédio onde está sendo construído o Museu da Gente Sergipana. O Banese é um grande parceiro da Secult em várias políticas públicas para a área da cultura.

Na reunião, foram apresentados os projetos para o ano de 2012 - e que terão periodicidade até o final de 2014 – nos quais a parceria entre as duas instituições é válida. Além dos projetos, foram expostos, também, editais de cultura contemplando as artes cênicas e os municípios sergipanos, além dos que terão continuidade, como o Edital César Macieira e o Edital de Obras Literárias.

Além da parceria com o Instituto, a secretária ressaltou a importância, também, da captação de recursos através da Lei Rouanet em parceria com a iniciativa privada e instituições culturais para a execução de projetos da secretaria.

De acordo com a gestora, é responsabilidade do poder público o fortalecimento da idéia da força da cultura perante a sociedade. “Estamos numa nova gestão, por isso afirmo que este é o nosso nono mês de trabalho e que sempre estamos procurando viabilizar projetos para o público que produz e que quer cultura. A nós do poder público, cabe o fortalecimento da idéia da cultura como elemento indispensável à sociedade, por isso o diálogo deve sempre ser estabelecido com outras instituições”, destacou Eloísa.

Sobre a parceria com o Instituto, a secretária ressaltou a importância do trabalho conjunto entre as instituições. “Trata-se de um trabalho conjunto que busca atingir diferentes grupos. Somos parceiros e queremos fortalecer e encontrar caminhos de políticas de cultura para quem a produz”, dialogou.

Instituto Banese

Os representantes do Instituto não pouparam elogios aos projetos e ratificaram a parceria para os próximos anos. Para o diretor de Programas e Projetos do Instituto Banese, Ézio Déda, não há nada mais democrático do que o lançamento de editais para os produtores de cultura em Sergipe. “O que me chamou atenção foi a preocupação da Secult, para os próximos anos, em criar editais voltados para a execução de trabalhos de produtores culturais. Só tenho elogios para essa atual gestão, que tem feito um trabalho sério e muito profissional”, explanou Ézio.

Museu da Gente Sergipana

Os representantes do poder público ainda puderam conferir as obras que estão sendo realizadas no antigo Atheneuzinho – local onde funcionará o Museu da Gente Sergipana. Durante a visita, eles conferiram o andamento da obra e visitaram locais como o auditório, o foyer e o túnel que ficará montado, exaltando as belezas naturais do estado.

De acordo com Ézio, o museu é um projeto âncora do Instituto e auxiliará na promoção da cultura sergipana. “O museu é um projeto âncora do Instituto Banese, e através dele muitas ações serão realizadas, promovendo a cultura do nosso estado. Nós e a Secult, temos muitas ações em comum e faremos um grande trabalho para atingi-las”, ressaltou.

Presenças

Estiveram presentes na reunião, o secretário adjunto da Cultura, Marcelo Rangel, a diretora de Projetos e Integração Cultural da Secult, Kadydja Albuquerque, a diretora do Instituto Banese, Gileide Barbosa, e Ézio Déda, também membro da diretoria do instituto.

por Agência Sergipe

Metrô de Belo Horizonte

Metrô de BH será anunciado pela presidente Dilma no final do mês


A boa notícia do metrô de Belo Horizonte prometida pela presidente Dilma Rousseff (PT) em sua última visita a Belo Horizonte veio antes do esperado e tem data marcada.

Em seu retorno a Minas Gerais, previsto para o dia 27, ela vai anunciar a liberação de R$ 1,9 bilhão para o trem metropolitano, o que representa 14% de todo o investimento do país para metrôs. Dilma vai também divulgar a abertura das licitações de dois lotes da BR-381 e para a restauração da BR-040 no trecho Belo Horizonte–Juiz de Fora.

A única obra que vai ficar para trás, segundo o senador Clésio Andrade (PR), é a de adequação e revitalização do Anel Rodoviário da capital. Com base em conversas que teve com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, o parlamentar contou que essa intervenção não deve ser anunciada no mesmo dia.

“O modelo de licitação do projeto básico do anel está muito atrasado”, explicou.
Em passagem rápida pela capital mineira, no dia 1º, Dilma disse que vai abrir exceção e permitir a abertura da licitação para as obras da rodovia sem o projeto executivo, para acelerar o processo.

As novidades do metrô, segundo o senador, não vão agradar apenas aos belo-horizontinos, mas também a moradores da região metropolitana.

A presidente deve anunciar a expansão da linha 1 (Eldorado/ Vilarinho) até Betim e a criação da linha 3 (Barreiro/Santa Tereza). A implantação da linha 2, que ligaria a Região da Pampulha à Savassi, não foi confirmada.

De acordo com a proposta apresentada pela Prefeitura de Belo Horizonte, que contempla os dois novos trechos, o R$ 1,9 bilhão viria do PAC Mobilidade, R$ 1,2 bilhão seria obtido por meio de parceria público-privada, R$ 400 milhões do governo do estado e R$ 200 milhões da prefeitura.

Antes de a presidente oficializar os repasses de verba, que vão começar a resolver os principais gargalos do estado, os parlamentares do Movimento Pró-Minas terão reuniões com o ministro Paulo Sérgio Passos, na terça-feira, e com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, na quarta-feira. A ideia, segundo Clésio Andrade, é levar propostas para acelerar as obras.

Para a BR-381, a proposta é lançar o edital para privatização dos outros oito trechos, que vão até Governador Valadares, juntamente com o da licitação dos trechos 7 e 8, que prevê obras em 69 quilômetros da rodovia, da Av. Cristiano Machado, em BH, a Barão de Cocais. Eles vão pedir também a privatização para a duplicação da BR-040.

PAC Mobilidade

O Ministério das Cidades anunciou que serão destinados R$ 18 bilhões para as propostas enviadas ao PAC Mobilidade, sendo R$ 6 bilhões de recursos da União e R$ 12 bilhões por meio de financiamento do BNDES.

Entre os critérios estabelecidos pelo ministério, os municípios devem garantir a sustentabilidade operacional dos sistemas, a compatibilidade entre demanda e modelos propostos e adequação às normas de acessibilidade.

A prioridade para projetos que beneficiem áreas com população de baixa renda também foi apontada como um dos fatores que serão analisados no programa.

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Fonte: Estado de Minas

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