sexta-feira, 17 de junho de 2011
Empresa de inovação terá capital privado, diz CNI
“O investimento não é muito grande, é palatável para o setor. Talvez seja uma empresa criada com capital entre R$ 40 milhões e R$ 50 milhões”, afirmou Andrade, ao final da reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), no escritório da CNI em São Paulo, que teve a presença de cerca de 80 empresários.
Para Robson Braga da Andrade, o setor industrial tem pressa na constituição do novo organismo. “No segundo semestre tem de estar funcionando, porque temos um sentido de urgência muito grande. Essas ações têm de ser imediatas”, enfatizou.
De acordo com o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que participou da reunião da MEI, a empresa não será criada do nada. “Ela aproveitará os laboratórios e centros de apoio tecnológico do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, o SENAI, e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, o IPT, entre outros”, explicou. Lembrou que seu ministério reconhece três centros do SENAI como de excelência, pelo alto desempenho.
A nova empresa, que deverá ser uma parceria entre o governo e o setor privado, terá o objetivo de dar suporte à pequena e média empresa para que tenha a inovação como estratégia de desenvolvimento de negócios. A “Embrapi”, como tem sido chamada (ainda não há nome oficial), direcionará os recursos para inovação. “O importante é que ela tenha a capacidade de fazer gestão de fundos setoriais e privados que estejam interessados no investimento em empresas inovadoras. Esses fundos teriam valores muito mais elevados do que o aporte inicial”, completou o presidente da CNI.
Segundo Robson Braga de Andrade, o governo participaria da empresa para dar diretrizes. “O governo pode participar do planejamento dos investimentos. Podemos ter uma espécie de golden share para o governo, para colocar a visão do Estado em questões fundamentais de política de desenvolvimento e ter a participação da iniciativa privada”, disse. Mercadante antecipou que o a iniciativa privada terá mais participantes na gestão, mas o governo exercerá poder de veto.
O ministro da Ciência e Tecnologia revelou ainda que a empresa de pesquisa e inovação tecnológica da indústria deverá firmar parceria com o Instituto Fraunhofer, da Alemanha, um dos maiores centros tecnológicos do mundo, para atender a demanda de inovação no setor.
A MEI é um programa coordenado pela CNI que tem como principal objetivo duplicar o número de empresas inovadoras no país, que era de pouco mais de 40 mil em 2008, último dado oficial disponível. Desde sua criação, há três anos, a MEI tem realizado interlocução mais rápida e fácil entre empresas e governo.
NACIONALIZAÇÃO - Robson Braga de Andrade apoiou a intenção do governo, expressa pelo ministro da Ciência e Tecnologia, de condicionar eventuais incentivos fiscais para inovação e também para a produção na indústria à nacionalização de conteúdo.
“É uma visão de que, se a União coloca recursos de incentivos, sejam fiscais, tributários ou de crédito, no desenvolvimento de setores produtivos, é preciso que esses setores estejam também comprometidos com a geração de emprego, de renda e de investimentos no país. É um caminho correto e que no mundo inteiro é adotado”, resumiu o presidente da CNI.
Fonte: CNI - 17/06/11
Google lidera ações sustentáveis ao aumentar sua frota de veículos elétricos
Ao longo dos últimos anos, várias tecnologias inovadoras de veículos elétricos (EV) surgiram no mercado. A empresa Google afirma estar trabalhando para atualizar sua infra-estrutura de transporte verde.
Como resultado, eles têm desenvolvido a maior infraestrutura corporativa de carregamento de carros elétricos do país, adicionando à frota atual mais de 30 veículos plug-in ao Gfleet, nome dado ao serviço de partilha de automóvel entre os funcionários da empresa (Googlers), que recebem carga gratuita.
A empresa acrescentou os carros Nissan Leafs e Chevy Volts à frota existente, que são utilizados em suas atividades diárias. Como explicado no blog oficial, não havia veículos elétricos no mercado quando o Google lançou sua iniciativa de sustentabilidade “RechargeIT” em 2007, quando adquiriu o Toyota Prius e o Ford Escapes e os adaptaram com baterias A123 Hymotion para criar sua própria mini frota de híbridos.
A empresa agora oferece mais de 200 carregadores para veículos elétricos em Mountain View, Califórnia, no complexo Google e tem planos para adicionar mais 250 em breve. O objetivo é “eletrificar” 5% dos seus espaços de estacionamento. A empresa tem cerca de 23 mil funcionários, e a maioria deles estacionam no Googleplex. O sistema expandido de recarga já ajudou vários Googlers a decidir comprar EVs próprios.
Eles calculam que estejam tirando das ruas, o equivalente a dois mil carros a cada dia por causa do programa de carregamento, Gfleet e o transporte empregado. A empresa afirma que ao apoiar novas tecnologias de transporte verde, estão capacitando os funcionários a serem verdes e fazendo sua parte ao ajudar a estimular o crescimento desta indústria.
Fonte: Redação CicloVivo - 17/06/11
Cientistas brasileiros apresentam soluções para preservar camada de ozônio
De acordo com o engenheiro naval Roberto de Aguiar Peixoto, que apresentou a alternativa em sua palestra, o aumento da tecnologia de produção de aparelhos eletroeletrônicos favorece o uso dessas e de outras substâncias. “Outra opção é o hidrofluorcarbono, que, por não ter cloro, não agride a camada de ozônio”, ressalta o especialista. Entre os gases prejudiciais, estão CFC (clorofluorcarbono) e HCFC (hidroclorofluorcarbono).
A tecnologia de refrigerantes hidrocarbonetos, defendida por Roberto de Aguiar Peixoto, está presente na refrigeração doméstica e comercial, principalmente em supermercados. “Devido aos menores impactos ambientais, os sistemas que se utilizam dos refrigerantes naturais podem ter importante papel como soluções técnicas em diversas aplicações”, aponta o especialista.
No estudo, o engenheiro destaca que, devido à falta de mecânicos qualificados nos países em desenvolvimento para trabalhar com tecnologias de refrigerantes naturais, são necessárias ações de capacitação e treinamento.
O evento realizado nesta quinta encerra uma série de cinco encontros promovidos pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo PNUD. Os outros quatro foram em São Paulo, Recife, Porto Alegre e Manaus. Para a gerente de projetos do PNUD para o Protocolo de Montreal, Marina Ribeiro, o interesse demonstrado pelo setor privado durante o seminário mostra que o Brasil está no caminho certo. “As associações que representam esse segmento da economia são fundamentais para o desenvolvimento das discussões e o consequente desenvolvimento da iniciativa”, salientou.
A coordenadora de Proteção da Camada de Ozônio do Ministério do Meio Ambiente, Magna Luduvice, endossa a observação, enfatizando que a junção de vários esferas no processo – governo, iniciativa privada e acadêmicos – ajuda o país a cumprir os objetivos estipulados no acordo mundial. “O que estamos vendo é o estabelecimento, na prática, de um acordo global em benefício do meio ambiente”, constata.
Fonte: ONU Brasil - 17/06/11
Esgoto vira energia em cidade do Reino Unido

Estação especial de tratamento da British Gas, em Didcot/Foto: Stewart Turkington/Divulgação
Você já imaginou se os dejetos sólidos que despejamos descarga abaixo fossem transformados em energia para o nosso próprio consumo doméstico? Na cidade de Didcot, no Reino Unido, essa possibilidade deixou o estágio da imaginação e passou a fazer parte da realidade da população, conforme apuraram os pesquisadores da Plataforma de Cidades Sustentáveis.
O programa tem como objetivo dar um destino correto aos dejetos humanos e, ao mesmo tempo, suprir a necessidade energética para aquecimento. Atualmente, mais de 200 casas utilizam esta energia para manter seus radiadores de calefação (aquecedores) funcionando.
A produção da energia deriva do metano, o gás que resulta da decomposição anaeróbia de tais compostos. Uma das vantagens de tal processo é destinar o metano, gás-estufa cujo efeito é 23 vezes mais impactante ao meio ambiente do que o dióxido de carbono (CO2), à uma atividade doméstica (aquecimento), além de gerar mais economia nas contas de energia.
Como funciona
O ponto inicial é a captação das fezes humanas através das descargas dadas nos banheiros das casas e que desembocam em uma estação especial de tratamento. Logo após a captação, os dejetos são depositados em um enorme tanque onde se torna possível separar a água limpa da suja, ambas derivadas das descargas.
Há necessidade de certa quantidade de água para que o processo ocorra. O lodo restante no primeiro tanque é depositado em outro para que a fermentação anaeróbia possa ser feita, processo que dura algumas semanas.
A partir de então, resíduos sólidos restam e derivam deste processo. Tais resíduos são utilizados para produzir fertilizantes, que serão usados, por exemplo, em lavouras e plantações. Assim que o gás é liberado, este é coletado e distribuído nas residências, garantindo o funcionamento dos sistemas de calefação. Todo o processo deve levar em média 23 dias para ser concluído, desde o momento em que a descarga é dada até o momento em que o gás chega nas casas.
As instituições envolvidas na transformação dos dejetos em energia são a British Gas e a Prefeitura de Didcot, cidade com 627 mil habitantes (dados de 2005). Hoje, o município orgulha-se de ser o primeiro do Reino Unido a utilizar a chamada "energia a partir de dejetos", fato que foi conquistado, na prática em 2010.
Fonte: EcoD
Embrapa e BASF anunciam acordo de cooperação
A parceria terá foco em pesquisa e desenvolvimento nas áreas de biotecnologia, melhoramento genético, fertilidade e mecanização de solos, proteção de plantas e fisiologia vegetal.
Os dois primeiros projetos desta nova parceria tratam de produtos biológicos. Um deles é voltado ao estudo de uma bactéria destinada ao manejo de fungos na cultura da soja e, o outro, a uma bactéria com fixadora de nitrogênio para a cana de açúcar.
O controle biológico se destaca pela contribuição com o manejo integrado de pragas e doenças. Podem ser posicionados em programas de proteção de cultivos, principalmente para o manejo de resistência e gerenciamento de resíduos em pré ou pós-colheita. Em geral são específicos, contribuindo para a preservação do controle natural em agroecossistemas.
Segundo Eduardo Leduc, vice-presidente sênior da Unidade de Proteção de Cultivos para a América Latina, Fundação Espaço ECO e de Sustentabilidade para a América do Sul da BASF, a escolha dos projetos se deve à importância destes cultivos na produção e exportação agrícola brasileira: “Quanto mais desenvolvermos tecnologias que propiciem o crescimento da agricultura, mais estaremos contribuindo para o desenvolvimento sustentável brasileiro”, afirma o Leduc.
Em principio, o acordo tem previsão de cinco anos de duração e não estipula um limite de projetos de atuação mútua. Além disso, caracteriza-se por ser uma forma de desenvolvimento da agricultura por meio do investimento conjunto em inovação na busca de maior produtividade. “O objetivo final dessa iniciativa é oferecer ao produtor rural mais tecnologia e consequentemente maior produtividade com produção mais sustentável”, complementa Leduc.
Dentre as vantagens competitivas do acordo vale ressaltar a troca de experiências, de know-how e a possibilidade de geração de novas tecnologias agrícolas. Segundo o presidente da Embrapa, Pedro Arraes, o acordo vai acelerar a criação, o desenvolvimento e a introdução de novos produtos no mercado. “O novo acordo fortalece os elos entre as empresas e é um exemplo positivo de parceria público-privada. Com ele, é possível comprovar a viabilidade de projetos entre governo e iniciativa privada, desenvolvendo tecnologias e propiciando a pujança econômica, social e ambiental da agricultura brasileira”, afirma Arraes.
Na ocasião da assinatura do acordo esteve presente o presidente mundial da Divisão de Proteção de Cultivos da BASF, Markus Heldt, que afirmou a importância no desenvolvimento da pesquisa: “Somente em 2010, a BASF investiu €393 milhões na busca de inovações para a agricultura, o que representa 26% de investimento do grupo BASF. São investidos mais de um milhão de euros por dia em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D)”, afirma Markus. Outros 10% foram investidos em biotecnologia, o que significa que mais de 1/3 dos investimentos em P&D da BASF são destinados à agricultura. Isso também equivale a cerca de 10% do total de vendas da Divisão de Proteção de Cultivos da empresa em todo o mundo. “Entendemos que o desenvolvimento de novas tecnologias dessa proporção só é possível por meio de parcerias como esta, que beneficiam todo o mercado”, finaliza Heldt.
BASF e Embrapa – Uma parceria de sucesso
A primeira parceria estabelecida entre a BASF e a Embrapa nasceu em 1996, com o foco na transferência de tecnologia, marcando o início das pesquisas do Sistema de Produção Cultivance®, a primeira soja geneticamente modificada totalmente desenvolvida no Brasil e tolerante a herbicidas. Este sistema estará disponível no mercado nacional na safra 2012/2013 por meio do mercado legal de sementes, também em parceria com a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem).
Além deste projeto, foi anunciado em fevereiro de 2011 o lançamento de uma nova cultivar de arroz tolerante ao herbicida Only®, intitulada BRS Sinuelo CL. A variedade é destinada ao manejo das lavouras com o auxílio do Sistema de Produção Clearfield® Arroz para o controle do arroz vermelho, também decorrente de aproximadamente dez anos de pesquisa entre as duas instituições.
Sobre a Embrapa
O conhecimento gerado pela Embrapa, desde a criação da empresa em 1973, tem sido decisivo para agricultura brasileira e para a posição de destaque que o Brasil hoje ocupa no cenário agrícola mundial. O Brasil e a Embrapa são referências em tecnologias para a agricultura tropical. O país é um dos líderes mundiais na produção e exportação de vários produtos agropecuários e as projeções indicam que também será, em pouco tempo, pólo mundial de produção de biocombustíveis, feitos a partir de cana-de-açúcar e óleos vegetais. Graças a essa posição no cenário mundial, o país passou a influir decisivamente no preço e no fluxo de alimentos e outras commodities agrícolas.
A visão de futuro, o forte investimento na formação de recursos humanos e a capacidade de estar em sintonia com o avanço da ciência fazem com que a Embrapa possa contribuir para que o Brasil esteja posicionado na fronteira do conhecimento, em temas emergentes como agroenergia, créditos de carbono e biossegurança e em áreas como biotecnologia, nanotecnologia e agricultura de precisão. No caso específico da biotecnologia, a atuação da Embrapa tem sido fundamental tanto no desenvolvimento de produtos e processos quanto em planejamento e avaliação de riscos.
Sobre a BASF
A BASF é a empresa química líder mundial: The Chemical Company. Seu portfólio de produtos oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance e produtos para agricultura até petróleo e gás. Como uma parceira confiável, cria a química para ajudar seus clientes de todas as indústrias a atingir ainda mais o sucesso. Com seus produtos de alto valor e soluções inteligentes, a BASF tem um papel importante para encontrar respostas a desafios globais como proteção climática, eficiência energética, nutrição e mobilidade. A BASF contabilizou vendas em mais de 63,9 bilhões de euros em 2010 e contava, aproximadamente, com 109.000 colaboradores no final do ano. Mais informações sobre a BASF estão disponíveis no endereço www.basf.com ou nos perfis corporativos da empresa no Facebook (BASF Brasil) e no Twitter (@BASF_brasil).
Contatos para Imprensa:
Embrapa – Marita Cardillo +55 61 3448-4207 ou +55 61 3340-7015
email: marita.cardillo@embrapa.br
BASF – Daniel Marinho Tel. +55 11 3043-2531 ou +55-11 9669-5138
email: daniel.oliveira@basf.com
PREFEITURA DO RECIFE REALIZA SELEÇÃO DOS ARTESÃOS QUE DESEJAM PARTICIPAR DA FENEARTE
Os interessados devem dirigir-se à sala do Programa de Desenvolvimento do Artesanato (Prodarte), localizada no térreo do edifício-sede da Prefeitura, situado na Avenida Cais do Apolo, 925, Bairro do Recife, entre os dias 20 e 22 de junho, portando três amostras dos artigos que produzem. O horário de atendimento é das 9h às 12h e das 14h às 17h. No último dia (22), a inscrição acontecerá apenas no turno da manhã.
Podem participar da seleção artesãos que atuem individualmente ou em grupos e que sejam ligados à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico (SCTDE) por meio do Prodarte ou da Gerência de Economia Solidária.
A escolha do artesão ou grupo será realizada por uma comissão composta por seis integrantes dos seguintes setores: Secretaria de Cultura, Secretaria de Turismo, SCTDE, Prodarte, Gerência de Economia Solidária e Conselho Municipal de Cultura.
Os critérios utilizados para a escolha dos 15 participantes serão: residir no Recife; não expor em outro estande na Feneart; período de atuação como artesão; possuir cadastro na SCTDE; inovação e designer das peças.
A escolha dos artesãos ou grupos acontecerá na tarde do dia 22 e o resultado será divulgado no site da Prefeitura do Recife. Os grupos selecionados deverão escolher um representante que irá representá-los durante o evento.
Mais informações: 3355.8832 ou 3355.8330.
Fonte: Portal PCR - 17/06/11
A Call for Public-Private Partnerships for HIV Prevention
Today, promising research in HIV prevention is taking center stage, ushering in a new era in the fight against HIV and AIDS, and we have public-private partnerships to thank for many of the recent achievements.
During the past year, notable progress has been made in the field of HIV prevention. In July 2010, researchers at the Centre for the AIDS Programme of Research in South Africa (CAPRISA) demonstrated that a topical 1 percent tenofovir gel, administered before and after sexual intercourse, could reduce HIV acquisition by 39 percent in high-risk South African women.
The CAPRISA 004 study demonstrates what can happen when women are able to take HIV prevention into their own hands.
Shortly thereafter, the iPrEX study found that a daily pill containing tenofovir and emtricitabine, lowered HIV infection by 44 percent in high-risk men having sex with men. The same pills were used in a third study, FEM-PrEP, but did not find the same encouraging results in high-risk women.
However, this research involving 1,951 African women did highlight that product adherence -- how closely people follow directions for taking the drug -- and vaginal drug level are crucial for effectiveness.
A fourth recent study, HPTN 052, showed convincingly that early antiretroviral treatment works as prevention. This study provided antiretrovirals to the HIV-infected partner of couples with different HIV statuses and who would not ordinarily have qualified for medications using World Health Organization guidelines.
Those HIV-infected persons who received antiretroviral drugs had a 96 percent lower risk of transmitting to their uninfected partner than those who did not receive drugs. So now we can "kill two birds with one stone" first, treat HIV-infected people to improve their personal health, and second, treat them to prevent the spread of the virus to their sexual partners.
As the scientists who led the teams that produced some of these advances, we have seen first-hand the value of close collaboration with our pharmaceutical partners. These achievements were only made possible by the partnership between publicly funded scientists and private drug companies.
From the outset of all the studies, drug companies provided their drugs (or the rights to their drugs) at no cost to the study teams. For the studies of antiretrovirals as pre-exposure prophylaxis, Gilead Sciences was the key pharmaceutical player.
For the study of treating HIV-infected individuals, study drugs were donated by Abbott Laboratories, Boehringer Ingelheim Pharmaceuticals, Bristol-Myers Squibb, Gilead Sciences, GlaxoSmithKline and Merck. This collaboration among six companies -- who are usually fierce competitors -- is a testimony to their interest in determining how best to prevent HIV transmission. The planet benefits from such collaboration.
Public-private partnerships are set to deliver even more in the future. For example, Gilead Sciences has made available royalty-free licenses for the gel form of their antiretroviral drug, tenofovir, which has recently been shown to reduce HIV risk in women.
In South Africa, which has the world's most severe HIV epidemic, the government has acquired a royalty-free license for tenofovir gel and has partnered with a local pharmaceutical company to produce the gel locally.
More governments and pharmaceutical companies must join together to ensure the availability of antiretroviral therapy for HIV treatment and prevention at the lowest possible cost in all resource-poor countries. Providing drugs for governmental use or voluntary licenses for generic versions of patented products, are a way for companies to assure adequate supply.
In addition, governments, non-governmental organizations and the pharmaceutical industry need to collaborate to train health workers to provide HIV treatment and prevention at the community level. Strengthening HIV prevention and treatment services, community outreach and literacy programs, and promoting cross-training among those providing prevention and treatment could be jointly funded by public and private resources.
The recent evidence on the use of ARV drugs for HIV prevention moves us closer than ever before to changing the course of the HIV epidemic in Africa, and indeed, globally. As the world celebrates these scientific findings, we are reminded that the public-private partnership involves being able to both "do good" and also "do well". These win-win examples demonstrate that with effective partnerships, conviction and leadership, overcoming HIV is within our grasp.
Fonte: Huffington Post - 17/06/11
Rondônia: Cassol destaca a força da pecuária em workshop em Ji-Paraná
O senador Ivo Cassol participou nesta sexta-feira (17), em Ji-Paraná, do workshop “Sanidade Animal – Perspectivas de Parcerias Público Privadas”, promovido pela Comissão de Reforma Agrária e Agricultura do Senado Federal, presidida pelo senador Acir Gurgacz, em parceria com a OCB-RO, Organização das Cooperativas Brasileiras – seção Rondônia.
O evento reuniu especialistas, pesquisadores, representantes de órgãos públicos ligados à pecuária, prefeitos, vereadores e deputados, além do vice-governador Airton Gurgacz, e tratou da importância da vacinação contra a febre aftosa, uma vez que o estado de Rondônia, um dos maiores produtores de carne do país, ainda é área livre com vacinação.
Os palestrantes foram unânimes em afirmar que Rondônia, por ser um estado fronteiriço com a Bolívia, onde a vacinação não é obrigatória e eventualmente pode haver contrabando de animais contaminados, é uma área de risco de aftosa, e todo cuidado é pouco para evitar a contaminação do gado no estado. “Hoje a pecuária é a locomotiva do agronegócio no estado, responsável pela maior parte do PIB do estado, e isso só alcançamos graças às ações que fizemos quando governamos o estado e a responsabilidade dos criadores, que vacinaram o rebanho e evitaram a doença”, disse Cassol.
As parcerias entre o Idaron, o FEFA (Fundo de Erradicação da Febre Aftosa) e os produtores permitiram que o preço da carne alcançasse patamares lucrativos, fazendo de Rondônia o quinto maior produtor de carne industrializada do país, exportando para dezenas de países gerando empregos na cidade e no campo, devido ao grande número de frigoríficos instalados.
“A cadeia produtiva da carne é a mais importante economicamente falando, Rondônia deixou de ser um estado extrativista para ser pecuarista, e o Brasil inteiro foi beneficiado com as ações de vocês aqui no estado”, explicou o representante do Ministério da Agricultura e Pecuária, Jamil Gomes de Souza.
A carne industrializada é o terceiro produto em importância na balança comercial brasileira, perdendo apenas para a soja e o minério de ferro. No ritmo atual, em dez anos o Brasil será o maior produtor mundial de carne, e o estado de Rondônia um dos maiores produtores do país.
Cassol elogiou as ações desenvolvidas pelo Idaron, destacando a vacinação nas faixas de fronteira com a Bolívia, Acre a Amazonas, o rigor na fiscalização e emissão de guias de transporte animal e o controle de vacinação, que permite ao órgão saber exatamente onde estão os rebanhos em risco e as medidas que devem ser adotadas para que a aftosa não contamine o rebanho.
“Os pecuaristas de Rondônia são os grandes responsáveis pelo estágio da nossa pecuária, quando fui governador determinei que fossem feitas campanhas, que a fiscalização fosse rigorosa para que todos fossem beneficiados, hoje colhemos os frutos desse trabalho e da responsabilidade dos criadores”, parabenizou Cassol.
O senador aproveitará o fim de semana no estado para visitar as exposições de Colorado D’Oeste (Expocol) nesta sexta-feira, e a Exposição de Espigão D’Oeste, no sábado. Na segunda-feira Cassol participa do aniversário da TV Candelária, em Porto Velho.
Fonte: Impactorondonia - 17/06/11
Responsável destaca impacto da parceria público-privada em Angola
Em declarações hoje à Angop à margem do workshop regional sobre governação local versado na troca de experiência entre as equipas técnicas das administrações municipais do Uíge, Kwanza Norte e Bengo, Mateus Diogo justificou que a referida relação vai contribuir para o empresariado desenvolver acções pontuais nas comunidades, por via da criação de memorandos que definam as áreas de actuação no quadro das referidas parcerias.
De acordo com o responsável, o presente modelo visa conferir um maior dinamismo ao contributo prestado pelas empresas privadas, independentemente dos impostos que as mesmas paguem, no âmbito do sistema tributário do Ministério das Finanças.
Mateus Diogo considerou positiva a experiência de descentralização financeira a nível do município do Dande, onde já se notam resultados positivos, sobretudo nos sectores da educação, saúde, saneamento básico e recuperação de infra-estruturas.
O responsável disse haver ainda uma complexidade por parte das administrações municipais em relação ao cumprimento e execução rigorosa do programa de descentralização financeira a nível local, face à especificidade de cada região e que mereceu a avaliação dos participantes ao encontro regional sobre gestão municipal.
Promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o encontro visou proporcionar um intercâmbio entre as equipas técnicas municipais das províncias do Kwanza Norte, Uíge e Bengo, tendo em atenção os resultados alcançados com o modelo de governação local implementado desde 2004 à luz do programa do governo de combate à fome e redução da pobreza.
Fonte: AngolaPress - 17/06/11
Public-private partnership key to success of solar projects in India
On Tuesday, Jayalalithaa met Prime Minister Manmohan Singh and submitted a memorandum seeking financial help to solve various issues in the state. This includes monetary assistance to enhance the energy sector in Tamil Nadu.
After assuming power in May, Jayalalithaa announced that additional power generation through solar energy will be given special priority by her government. The government has proposed to establish 10 solar energy parks of 300MW each in ten locations. She has also proposed to provide solar streetlights in rural areas.
She has asked the Prime Minister to provide funds for the utility-scale plants as well as the streetlights under Jawaharlal Nehru Solar Mission. She has requested support under national clean energy funds for the path breaking initiatives undertaken by the Tamil Nadu government.
However power managers state that getting such a huge amount may not be possible as solar power promotion is spread across the country. "The centre will have to answer in the parliament on how it gave such a huge amount to one state. Besides, she has asked for another Rs 40,000 crore to bail out TNEB from losses," said a source.
Experts say that it may be possible to implement the project successfully if the government goes in for a public-private partnership model. "In this case, the state government need not worry much. It can get subsidy from the central government. Private companies will come up with the funds," he said.
She has also requested for early completion of central power stations in the state including Koodangulam Atomic Power Station (2x1000MW), originally scheduled for operation in 2007-08; Neyveli Thermal Station II (2x250MW), scheduled to have been completed during 2008-09; Prototype Fast Breeder Reactor -Kalpakkam (2x250MW), scheduled to have been completed in 2010-11; and Cheyyur ultra mega power project.
Jayalalithaa has requested that the Centre should sanction new power projects and increase allocation of power from central pool by 1,000MW. "This should have been done by the previous government, which had an alliance with the central government," said the source.
Fonte: Times of India - 17/06/11
Pernambuco: Microsoft e MPPE lançam Rede Meio Ambiente Patrimônio
O objetivo é promover a proteção e preservação de patrimônios culturais e naturais de forma integrada, por meio da interação entre instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais, tendo como base a Convenção da Unesco para a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural.
Na ocasião, o procurador-geral de Justiça do MPPE, Aguinaldo Fenelon de Barros, ressaltou que o evento se reveste da maior relevância, pois, além da necessidade das instituições estarem integradas, é imprescindível que haja interação entre elas.
“Este projeto é um grande exemplo de interação, pois visa interagir com diferentes poderes constituídos, além de universidades e ONGs”, disse Fenelon.
O chefe do MPPE ainda ressaltou a honra de presidir o lançamento de um projeto tão importante. “O MPPE, além de sediar este evento, é parceiro do projeto. A grandeza das pessoas que se encontram aqui é fundamental para que o objetivo da Rede MAP seja alcançado”, pontuou.
Por sua vez, o coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Caop Meio Ambiente) e coordenador do projeto, promotor de Justiça André Silvani, salientou que a Rede MAP está de acordo com a Carta Magna.
“Um meio ambiente saudável e equilibrado é direito de todos e essencial à qualidade de vida das presentes e futuras gerações, e cabe não somente ao poder público, mas também à coletividade zelar por sua preservação, como bem determina a Constituição de 1988, em seu artigo 225”, explica o promotor.
André Silvani frisou, também, que “exatamente como disse o procurador-geral de Justiça, esta integração e interação entre a sociedade civil e instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais, são fundamentais para o êxito desse trabalho. O MPPE não poderia ter tido outra reação que não fosse a de acolher este projeto com muita alegria e satisfação”.
O portal da Rede MAP, que estará disponível na Internet, permitirá a todos o livre acesso a atos normativos e legislações nacionais e internacionais, dados, estudos, pesquisas, informações técnicas, pareceres, resoluções, recomendações, jurisprudências, compromissos de ajustamento de condutas, trabalhos científicos e congêneres produzidos pelas instituições integrantes da Rede MAP, nos temas relacionados aos patrimônios culturais e naturais.
Entre outros resultados esperados, a Rede MAP almeja articular de forma ágil e eficaz as instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais, de proteção e preservação de patrimônios culturais e naturais, visando oferecer fontes de conhecimento e ações efetivas de defesa contra atividades e ameaças de dilapidação, degradação e desaparecimento de bens de excepcional valor e interesse para a humanidade.
Entre as instituições parceiras do projeto em Pernambuco destacam-se o Tribunal de Justiça (TJPE), Assembleia Legislativa (Alepe), Universidade Federal (UFPE), Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE), Tribunal de Contas (TCE), Governo do Estado e Secretaria Estadual de Meio Ambiente.
Além dessas parceiras, outras instituições internacionais já confirmaram interesse em apoiar e integrar o projeto, a exemplo da International Council on Monuments and Sites (Icomos) e a World Wide Fund For Nature (WWF).
Durante o lançamento do projeto, a diretora-executiva do MIC-PE, Izabel Grizzi, pontuou que a princípio este projeto era pequeno, mas que está se expandindo cada vez mais. “Vamos fazer com que esta Rede cresça e se fortaleça ainda mais”, disse.
Por sua vez, o diretor de Extensão Acadêmica da UFPE, Ivan Vieira de Melo, ressaltou que, “na condição de instituição pública comprometida com o apoio à implementação de políticas públicas e também com a conservação e preservação cultural local, a UFPE não poderia deixar de se integrar ao projeto”.
Ainda no evento, o consultor jurídico associado ao MIC-PE, José Arnaldo Guimarães, também discursou sobre a Rede MAP, seus objetivos e metas. “Devemos buscar a proteção e preservação do patrimônio cultural e natural de forma integrada, como também do meio ambiente para que o ser humano possa viver em harmonia e onde quer que se encontre”, concluiu.
Fonte: Algo Mais - 17/06/11
Câmara de Lisboa quer vender casas devolutas a jovens

A Câmara de Lisboa analisa na próxima quarta-feira um projecto de regulamento para vender casas municipais devolutas a jovens que permite, ao contrário das anteriores regras, que um jovem que viva sozinho se possa candidatar.
Na proposta, da autoria da vereadora responsável pelo pelouro da Habitação, Helena Roseta, é reconhecido que o anterior regulamento relativo ao programa de reabilitação de imóveis por parte de jovens aprovado em 2004 revelou algumas dificuldades de aplicação, sobretudo porque os candidatos não podiam candidatar-se isoladamente.
Desta forma, refere o texto da proposta, os jovens ficavam "preteridos em relação às cooperativas de habitação, entidades já constituídas e vocacionadas para a recuperação de imóveis e com um poder económico e incentivo diferentes".
Segundo o projecto de regulamento que estará em discussão, poderão candidatar-se ao concurso (por sorteio) os jovens que à data da candidatura não tenham mais de 35 anos de idade ou os menores emancipados, desde que nenhum dos elementos do agregado familiar (ou ele próprio, se concorrer sozinho) seja proprietário de habitação. Deve igualmente ter uma situação profissional activa.
A autarquia define ainda intervalos mínimos e máximos de rendimento per capita que, no caso dos jovens que concorrem sozinhos, fica entre os 727 e os 2,547 euros.
Podem concorrer cidadãos nacionais e estrangeiros com título de residência válido em território português.
As casas que estarão disponíveis para venda são as que farão parte de uma Bolsa que a autarquia vai constituir com fracções devolutas para cada concurso.
Sempre que o valor de alienação dos imóveis a alienar ultrapasse os 485.000 euros a abertura de concurso tem de passar pela Assembleia Municipal.
No caso de celebração do contrato-promessa de compra e venda o candidato paga 10% do valor da fracção, a título de sinal, deduzido dos 500 euros pagos a título de reserva.
No âmbito das políticas de habitação do município, a autarquia já tinha anunciado no final do ano passado que queria usar parte das casas municipais que precisassem de pequenas obras para arrendar a jovens com o regime de renda resolúvel, que permite ao inquilino ficar com a casa passados 25 anos.
Fonte: OJE/Lusa - 17/06/11
Metrô de SP define local de estação na região de Higienópolis
Ao todo, a estação, que fará parte da linha 6-laranja, terá três saídas. Uma delas ficará na rua Bahia, no bairro de Higienópolis; outra voltada para o estádio do Pacaembu; e a terceira para a Faap (Fundação Armando Alvares Penteado).
A definição do local acontece após polêmica e manifestações. O projeto inicial apontava a nova estação na esquina da rua Sergipe com a avenida Angélica, o que causou protesto de moradores da região. Com isso, o Metrô estudou a possibilidade de mudá-lo para a região do Pacaembu ou para o "miolo" do bairro de Higienópolis, área nobre da cidade.
Com a possibilidade de mudança do projeto inicial, houve mais mobilização e protestos. Um grupo chegou a promover o "churrascão da gente diferenciada" em Higienópolis, em protesto contra a desistência do governo de São Paulo de fazer uma estação de metrô na área.
Uma pesquisa Datafolha divulgada no mês passado mostrou que as pessoas que trabalham na região de Higienópolis preferiam a instalação de uma nova estação do metrô na avenida Angélica. Já os moradores defendiam que ela ficasse nas proximidades do estádio do Pacaembu.
Fonte: Folha SP - 17/06/11
Governo fará licitações para internet em áreas rurais
Segundo ele, a Telebrás está buscando parcerias junto a empresas e possíveis investidores para o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga).
"Nosso orçamento não é folgado. Queremos atrair parceiros [para projetos de infraestrutura]", disse Bernardo durante apresentação em congresso do setor em São Paulo.
O PNBL foi lançado pelo governo em maio de 2010 com a meta de levar internet de alta velocidade a 4.283 municípios brasileiros até 2014, por meio de uma rede de cerca de 30 mil quilômetros e com preço para o consumidor final menor do que os praticados atualmente.
Na semana passada, a Telebrás assinou o primeiro contrato de fornecimento de banda larga dentro do PNBL com o provedor de acesso Sadnet, em Santo Antônio do Descoberto (GO).
Bernardo disse ainda que a nova política industrial do governo prevê incentivos para atrair fabricantes de dispositivos eletrônicos, a exemplo das medidas adotadas para desoneração de tablets.
No final de maio, uma medida provisória passou a incluir computadores tablets no regime que dá incentivos fiscais para a produção de bens de informática.
A inclusão dos tablets na chamada "Lei do Bem" permite que o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) baixe, nesses produtos, de 15% para 3%.
Além disso, a alíquota do PIS/Cofins cai de 9,25% para zero.
Fonte: DA REUTERS - 17/06/11
Caixa oferece crédito para hotéis da Copa do Mundo
Serão oferecidos os produtos BNDES ProCopa Turismo e BNDES Automático – Condições Especiais para o Setor Hoteleiro.
As linhas são destinadas às sociedades empresariais, com sede e administração no Brasil, inscritas no Cadastro Nacional de Prestadores de Serviços Turísticos, do Ministério do Turismo (Cadastur), com condições diferenciadas de concessão dependendo da localização e do porte da empresa, bem como do valor da concessão.
São financiáveis os gastos de um típico investimento hoteleiro, como obras civis, máquinas e equipamentos, estudos e projetos, móveis e utensílios, montagens e instalações, capital de giro associado ao projeto e treinamento, entre outros permitidos pelo BNDES para os produtos.
Condições especiais
Projetos que levarem em conta a preocupação com a eficiência energética e a sustentabilidade terão condições especiais. Caso apresentem Certificação de Eficiência Energética ou de Sustentabilidade após a obra, os projetos podem receber condições melhores de financiamento.
Para o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, “a iniciativa tem como foco ampliar a participação da Caixa no trade de turismo e contribuir para a criação da infraestrutura necessária ao grande evento mundial, que será a Copa”.
Fonte: Portal 2014 - 17/06/11
Recife terá equipamento contabilizador de vítimas de trânsito
O movimento Chega de Acidentes, em parceria com a Secretaria das Cidades por meio do Detran-PE, iniciou em maio a instalação de totens pelas capitais brasileiras com contadores que estimam o número de acidentes de trânsito no Brasil.
Um desses equipamentos será instalado na calçada do Hospital da Restauração, no bairro do Derby, área central do Recife, nesta segunda-feira (20).
A escolha do local foi motivada pelo intenso fluxo de veículos na região. O objetivo é chamar a atenção da sociedade e das autoridades para o grande número de fatalidades no trânsito, e a emergência da criação e implantação de um Plano Nacional de Segurança Viária no Brasil.
Recife será a quarta cidade brasileira a receber o equipamento e a primeira do Nordeste.
No painel, serão veiculados dados nacionais acerca de vítimas de trânsito baseados em estimativas do Ministério da Saúde. O visor ainda trará mensagens curtas sobre educação no trânsito.
No País, já foram instalados totens em Manaus, Goiânia e Curitiba. Belo Horizonte, Porto Alegre e Brasília também receberão os contadores até o final deste ano.
MOVIMENTO - O Chega de Acidentes é um movimento que visa reunir e mobilizar diversos segmentos da sociedade em prol da elaboração e implantação de um Plano Nacional de Segurança Viária, com metas e prazos de redução de vítimas de acidentes, para obter um trânsito mais seguro no País.
O movimento foi criado em 18 de setembro de 2009 e seu comitê organizador é formado pelas entidades Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), AND (Associação Nacional dos Departamentos de Trânsito), ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), e Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária).
No site do movimento um contador virtual estima a evolução da quantidade de vítimas fatais e não fatais no Brasil, e o impacto econômico dos acidentes e suas vítimas. Um abaixo-assinado pela redução da violência no trânsito está disponível no site do Chega de Acidentes, além de mais informações sobre a campanha.
Fonte: Do NE10 - 17/06/11
Helicóptero é capaz de voar a mais de 400 km/h e pode ser usado em operações de busca e resgate
Fonte: BBC Brasil | 17/06/11
Um helicóptero híbrido capaz de voar a mais de 400 km/h deve ser uma das atrações do Salão Aéreo de Paris, entre 20 e 26 de junho.Por ser uma aeronave que voa tão rápidamente quanto um avião, mas com a manobrabilidade de um helicóptero, os fabricantes do Eurocopter X3 o estão chamando de "divisor de águas".
A Eurocopter diz que o X3 pode ser usado para operações de busca e resgate e qualquer outra missão em que a velocidade seja primordial.
Além das hélices horizontais que possibilitam a decolagem e pouso verticais, o híbrido tem também duas turbo-hélices montadas em pequenas asas que permitem velocidades acima de 400 quilômetros por hora.
Muito mais rápido que helicópteros comuns.
Finep: inovar no Brasil é caro, arriscado e não remunera bem
Arbix quer transformar a instituição em banco para elevar o investimento em inovação de R$ 4 bilhões aos R$ 40 bilhões necessários
Quem inova no Brasil é quase um herói. Essa é a visão de Glauco Arbix, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) desde o início deste ano. A instituição ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) é a responsável pelo investimento de recursos públicos para inovação no país. Para ele, “inovar aqui é caro, arriscado e não remunera bem”.
Com previsão de orçamento polpudo no início do ano, a Finep viu os cortes atingirem-lhe em cheio. Mas Arbix, que também já foi presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ainda espera levantar verbas suficientes para elevar o volume de R$ 4 bilhões em 2010 para quase R$ 5 bilhões em financiamentos neste ano.
A má notícia é que, para ele, o ideal seriam R$ 40 bilhões. Para chegar mais perto dessa meta nos próximos anos, ele quer transformar a Finep em um banco e ter autonomia para captar no mercado financeiro recursos que repassaria às empresas e universidades.
Veja a seguir a entrevista que Arbix concedeu ao iG em Brasília.
iG: Como o senhor vê a inovação no Brasil hoje?
Glauco Arbix: Inovar no Brasil é caro, arriscado e não remunera bem a ponto de transformar inovação em uma atividade permanente. Por isso, ela ocorre de maneira ocasional no Brasil. Temos pequenas, médias e grandes empresas excepcionais, mas esse é um grupo muito seleto de empresas inovadoras. Esse é o calcanhar de Aquiles da economia brasileira. Inovar hoje não é escolha, é necessidade. Ou as empresas inovam, porque são elas que transformam ideias em algo com impacto financeiro, ou nossa economia vai ser abatida por outras. China e Índia já estão nos atropelando, porque eles oferecem mão de obra mais barata, têm tecnologia e têm uma relação diferente de sua moeda com o dólar, mais vantajosa.
iG: Mas muitas empresas brasileiras dizem que essa questão conjuntural, como o câmbio, prejudica demais a inovação.
Arbix: As empresas gostam de ressaltar os desafios externos a elas. Isso é verdade, mas é bom olharmos para dentro. Muitas empresas não estão preparadas para inovar. Inovar é ter gente competente, transformando idéias em produtos. Não adianta só ter computador de última geração. Muitas empresas brasileiras ainda acham que salário é custo, e não investimento. As empresas têm que contratar gente mais qualificada.
Só com inovação o Brasil terá futuro. Se ficarmos na armadilha do dólar e das commodities, vai compensar mais importar do que produzir aqui. Isso é desindustrialização.
iG: Esse crescimento todo da economia não tem levado a uma escassez de Mao de obra qualificada?
Arbix: Sim, mas sempre teremos problemas externos e internos. Como eu disse, inovar não é fácil. Quem inova é quase um herói. E tem quem consegue. É gente muito boa que inova, indo para áreas mais próximas do conhecimento, atacando os problemas para elevar produtividade e competitividade. Quando o empresário olha para o câmbio e os juros, fica esperando o governo agir. O outro olhar é o de organizar a empresa, apesar desses obstáculos. O caminho é qualificar as pessoas, aproximar empresas da universidade, além de lutar por flexibilizar o mercado de trabalho, a carga tributária, de forma a tirar a coleira das empresas.
iG: Existe hoje um sentimento manifestado de que o Brasil caminha para uma desindustrialização. Como fugir dessa tendência?
Arbix: O Brasil só pode dar esse passo com inovação. Ainda temos dependência de commodities – embora extrair petróleo e minérios, por exemplo, hoje sejam tarefas repletas de tecnologia. Só com inovação o Brasil terá futuro. Se ficarmos na armadilha do dólar e das commodities, vai compensar mais importar do que produzir aqui. Isso é desindustrialização. O caminho é ter um sistema de inovação.
iG: O senhor vê setores que conseguem inovar mais do que outros?
Arbix: Sim. A Embraer é um exemplo. Também as empresas de cosméticos, siderúrgicas e bancárias. A automação bancária brasileira é altamente inovadora. Você tem a Petrobras, as mineradoras, e as empresas nascendo na área de software e de mídia. Praticamente em todas as áreas o Brasil consegue ter empresas exemplares, mas são um destacamento pequeno. Há empresas hoje que trabalham com etanol, que, apesar de ser commodity, são altamente inovadoras. Essas empresas estão arriscando até R$ 30 milhões e não conseguiram nada ainda. Não estou exaltando o fracasso, mas quero dizer que há um amadurecimento das empresas brasileiras inédito. Elas estão dispostas a arriscar, porque quem der o pulo do gato do etanol de segunda geração vai se destacar no cenário mundial.
iG: Esse é o espírito capitalista por excelência, não?
Arbix: Sim, mas o Brasil não está acostumado com isso.
Cortes deram um baque na Finep, diz presidente
joão Luiz Ribeiro
iG: Qual a situação hoje da Finep em recursos disponíveis para inovação?
Arbix: A Finep passou por um crescimento surpreendente nos últimos dez anos. Em 2003, eram R$ 300 milhões para 60 empresas e, em 2010, R$ 4 bilhões para 2 mil empresas. Sendo que, desse total, 95% são pequenas empresas. No começo deste ano, nós brasileiros fomos surpreendidos com cortes. No Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que é a principal fonte de recursos da Finep, o corte foi de 22%, ou R$ 650 milhões. Isso deu um baque na gente. O segundo corte foi no MCT, o que também nos atingiu. O terceiro foi a redução de 10% do limite de empenho, determinado pelos ministérios de Fazenda e Planejamento. E, hoje, temos uma situação difícil, que é o quarto corte, pela redução do disponível financeiro. Tem orçamento, mas não tem o dinheiro para pagar as contas. E isso gera constrangimentos de vários tipos.
iG: Mas a Finep tem conseguido driblar isso, de alguma forma?
Arbix: Em primeiro lugar, tentamos aumentar uma das pernas da Finep, que é a parte de crédito, que não tem relação com o superávit primário. Conseguimos da presidenta Dilma Rousseff R$ 1,75 bilhão por meio de uma Medida Provisória já aprovada. São recursos do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) em condições excepcionais para um país como o Brasil, que tem acesso caro ao capital. Esses recursos têm juro de 4%, negativo portanto, com 3 anos de carência e 10 para pagar. Um subsídio muito generoso do Tesouro Nacional. Com isso, tentamos reequilibrar a Finep.
iG: Mas esses não são recursos a fundo perdido, que, de fato, encolheram.
Arbix: De fato, não posso pegar recursos do PSI e colocar na parcela não-reembolsável, que é principalmente para a universidade. A Finep tem três pernas. A primeira é crédito subsidiado pelo Tesouro. A outra perna é o não-reembolsável. A terceira é a subvenção econômica, que também é não-reembolsável, mas que vai só para as empresas. Neste ano, portanto, devemos investir mais do que os R$ 4 bilhões do ano passado, mas com mais crédito e menos investimentos não-reembolsáveis. Talvez até quase R$ 5 bilhões neste ano.
iG: Transformar a Finep em um banco, como o senhor quer, resolveria isso?
Arbix: Essa não é só uma vontade nossa. A discussão tem e vista a necessidade de trabalharmos com um volume de recursos muito maior do que o que temos hoje. Não porque gostamos de trabalhar com dinheiro, mas porque precisamos investir em inovação. Se investimos R$ 4 bilhões hoje, precisaríamos investir até R$ 40 bilhões. A regra é simples. Se temos cerca de R$ 200 bilhões por ano para investimentos do BNDES, em média, em qualquer lugar do mundo, as instituições públicas investem de 20% a 30% em inovação. O BNDES investe em inovação, mas também em capital de giro, expansão, exportação. No caso da Finep é só tecnologia e inovação, o coração da economia. Por aproximação, a necessidade do Brasil estaria nesses R$ 40 bilhões. A Economia brasileira investe muito menos do que isso.
iG: Então esse projeto, de fato, está caminhando?
Arbix: Vamos contratar uma consultoria que vai ajudar a, em dois ou três meses, formular as bases para sabermos como avançar nesse projeto. Mas, se formos mesmo um banco, nós seremos um banco especial. Poderemos combinar instrumentos para as empresas, como empréstimos, recursos não-reembolsáveis entre outros. Queremos oferecer um cardápio para resolver o problema delas.
iG: Até mesmo para as menores empresas?
Arbix: O pequeno é sempre penalizado no Brasil. Pelo peso das burocracias e das garantias que se exige para o crédito ou subvenção econômica – que, em geral, exige contrapartida de R$ 1 da Finep para R$ 3 do empreendedor. Com um banco, poderíamos montar um fundo de aval, por exemplo, para aliviar o risco. Não precisa ser banco, desde que consigamos alavancar, capitalizar e ter dinheiro que não fique ao sabor dos contingenciamentos.
iG: Com acesso ao mercado financeiro, então?
Arbix: Sim. Queremos criar a FinepPar, à imagem do BNDESPar, para investir diretamente em participações em empresas menores. Temos muita dificuldade em fazer isso hoje. Há emendas tramitando no Congresso que nos facilitam a dar esse passo. Hoje investimos em fundos, mas não temos participação direta em empresas. Mas que fique claro que no nosso horizonte não está ter lucro. Não será da nossa natureza.
Fonte: Danilo Fariello, iG Brasília | 17/06/11
Incentivo de tablet pode ser estendido a TVs e telefones
Para que isso ocorra, segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, a ideia é estender para outros produtos o incentivo fiscal concedido recentemente para a produção de tablets no Brasil, que em contrapartida exige maior participação de conteúdo nacional.
"Somos um grande mercado, mas com muito produto importado. Vamos aumentar a exigência de conteúdo nacional", afirmou, após participar de uma reunião hoje na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em São Paulo.
Para baratear o preço dos tablets, o governo concedeu isenção de 31% nos impostos federais. Considerando também as isenções municipais e estaduais, Mercadante estima que o preço final dos tablets ficará cerca de 40% mais barato.
Segundo ele, há hoje oito empresas já licenciadas para produzir tablets nessas condições no Brasil. Entre as exigências, 20% do conteúdo tem de ser nacional no primeiro ano de operação. A partir do terceiro ano, esse porcentual tem de subir para 80%.
Mercadante disse que esse programa pode ser estendido, por exemplo, para o setor de telefonia e de televisores. "Para ter incentivo fiscal, vai ter que ter conteúdo nacional".
"Somos o sétimo mercado do mundo em telecomunicações. Em venda de equipamentos na área de telecom, somos o quinto. Em venda de computadores, estamos em terceiro lugar", afirmou.
O ministro disse também que o governo terá uma política "agressiva" para incentivar a produção nacional no segmento de software para games.
"Aqui no Brasil essa é uma indústria que emprega mais de meio milhão de trabalhadores. Essa é uma indústria muito promissora na área de serviços, principalmente para a juventude", disse.
Fonte: Agencia Estado - 17/06/11
Embaixada e consulados dos Estados Unidos promovem mutirão para concessão de vistos
Brasília - A Embaixada dos Estados Unidos em Brasília e os consulados em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Recife abrirão amanhã (18) para atender aos pedidos de concessão de vistos de turismo para cidades norte-americanas. No Rio de Janeiro e em São Paulo, os consulados abrirão também no próximo dia 23 – feriado de Corpus Christi.
Por determinação do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, diplomatas e funcionários das representações ficarão de plantão neste sábado. Segundo ele, o objetivo é atender à demanda de forma adequada. As filas em busca de concessão de vistos na embaixada e nos consulados constumam começar cedo e estender-se até o fim da tarde.
“A missão dos Estados Unidos no Brasil está fazendo esse trabalho extra para ajudar os brasileiros a viajar [para os Estados Unidos],” afirmou Shannon. “Os diplomatas e os funcionários de toda a missão estão empenhados nesse objetivo. Esperamos que esse esforço ajude os brasileiros com planos de viagens de turismo, negócios ou estudos.”
Pelos dados do governo dos Estados Unidos, nos últimos cincos anos os pedidos de vistos de não imigrantes aumentaram 230%. Apenas em 2010, o Consulado-Geral de São Paulo emitiu mais de 319 mil vistos - mais que qualquer outra seção consular dos Estados Unidos no mundo.
A previsão, de acordo com as autoridades norte-americanas, é que a tendência se mantenha, com aumento de até 30% no número de pedidos para a concessão de vistos, ao longo deste ano, em comparação a 2010. Segundo os funcionários das representações diplomáticas dos Estados Unidos, 95% dos brasileiros têm seus vistos aprovados. A maioria dos pedidos é para turismo e negócios, com validade de dez anos.
O mutirão que ocorrerá amanhã foi denominado pela embaixada como o Programa Super Sábado de Vistos. Os interessados em mais informações sobre como solicitar vistos e o programa devem acessar o endereço: http://portuguese.brazil.usembassy.gov/.
Fonte: Agência Brasil - 17/06/11
Brasil vai receber representantes de países pobres para debater experiências em inclusão social
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai constituir um grupo de trabalho para organizar a realização do evento. O assunto foi tratado hoje (17) entre a ministra Tereza Campello e o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, de quem partiu a ideia.
A maioria dos representantes que virão ao Brasil será de países do Hemisfério Sul e da África, segundo informou a ministra durante entrevista.
Ela destacou que o secretário da ONU mencionou a importância de o Brasil ser anfitrião do evento, levando em conta "as experiências exitosas que foram alcançadas nos últimos anos no apoio à população mais pobre, o que deixou o país na frente dos demais para o cumprimento dos Objetivos do Milênio”.
“A Organização das Nações Unidas (ONU) revela grande interesse pelo trabalho e pela experiência obtida pelo Brasil nessa área, especialmente em relação ao Programa Bolsa Família e ao Plano Brasil sem Miséria", disse a ministra.
O secretário executivo do MDS, Rômulo Paes Souza, afirmou que já existem acordos de cooperação do Brasil com 32 países na área da assistência social, número que deverá subir para 42 até o próximo ano.
Fonte: Agência Brasil - 17/06/11
Palmares em Pernambuco ganhará novo polo comercial
Com o objetivo de recuperar a área comercial afetada pelas chuvas que atingiram o município de Palmares, na Zona da Mata Sul do Estado, um novo polo comercial será construído numa área de 8,75 hectares próxima à BR-101 e à Escola Agrícola da cidade.
A medida faz parte de uma série de ações traçadas durante uma reunião realizada na última quarta-feira, no Palácio do Campo das Princesas, com a participação do secretário de Articulação Social e Regional, Sileno Guedes, de empresários locais e de representantes de demais secretarias integrantes da Operação Reconstrução.
O espaço será destinado a pelo menos 109 empresários, proprietários ou inquilinos, de estabelecimentos que ficavam localizados na avenida José Américo de Miranda, uma das principais vias comerciais do centro do município.
O projeto e a infraestrutura básica do novo polo ficará por conta da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) e a construção será feita com recursos do Governo Estadual.
“A AD Diper foi convocada para desenvolver a concepção do polo comercial com infraestrutura, dentro do padrão que utiliza para os seus distritos industriais. O terreno é do Governo e será necessário fazer um projeto de lei indicando sua destinação e desmembramento”, detalhou Sileno Guedes.
Segundo o diretor de infraestrutura da AD Diper, Paulo Roberto Correia Batista, no próximo dia 28 de julho será feita a apresentação do anteprojeto para discutir com a sociedade civil de Palmares.
A ideia é que o empreendimento tenha estacionamento e condições de trabalho melhores do que na área comercial anterior, porém, Batista adiantou que não se trata de um shopping. “Por ser a maior parte oficinas mecânicas e lojas de autopeças, será um empreendimento destinado a um centro comercial dinâmico e de fácil acesso”, destacou o diretor.
Os comerciantes prejudicados com as enchentes serão indenizados quanto às benfeitorias realizadas nos estabelecimentos. “Foi contratada uma empresa de avaliação que fará a indenização para os pontos comerciais afetados e que ainda estão ocupados”, informou Batista.
Fonte: Folha PE - 17/06/11