Segundo ele, a estatal será "a noiva". Isso porque ficará definido antes do leilão qual o percentual da sociedade da nova empresa a estatal terá direito a participar, limitado a 49%.
Setor privado poderá ter 51% de Cumbica e mais dois aeroportos
Papel da Infraero é dúvida na concessão de aeroportos
Segundo Bittencourt, detalhes do modelo de concessão, como se o vencedor será definido por menor preço de tarifa ou maior valor de outorga, serão definidos até dezembro.
O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, afirmou que a programação de investimentos da empresa não para por causa da concessão, mesmo nos aeroportos que serão concedidos.
O governo anunciou na última terça-feira (31 de maio) o modelo de concessão para os aeroportos de Guarulhos, Brasília e Viracopos.
O modelo se destina à gestão, operação e reformas nessas unidades para atender o aumento de demanda devido ao crescimento econômico, à Copa do Mundo de 2014 e à Olimpíada de 2016.
A concessão se dará por meio de uma parceria entre Infraero, estatal que administra os principais aeroportos do país, e o setor privado. A divisão da parceria, segundo os últimos estudos, deve ficar em 49% para a Infraero, no limite, e 51% para o setor privado.
Em nota enviada na terça-feira, a Secretaria de Aviação Civil informou que as concessões serão feitas por meio de SPE (Sociedades de Propósito Específico), a serem constituídas por investidores privados e pela Infraero.
"A SPE, que será uma empresa privada, ficará responsável por novas construções e pela gestão desses aeroportos. Como acionista relevante das SPEs, a Infraero participará das principais decisões da companhia", informou.
O governo continua os estudos para concessão dos aeroportos de Confins, em Minas Gerais, e do Galeão, no Rio.
Fonte: Folha SP - 01/06/11















