terça-feira, 24 de maio de 2011

Conheça mais sobre o processo de adoção

Marcelo e Marta adotaram Ana Sofia quando ela tinha apenas 29 dias
Marcelo e Marta adotaram Ana Sofia quando ela tinha apenas 29 dias
Foto: Mariana Ferraz / NE10

Amor, afeto, educação, respeito. Esses são alguns valores que envolvem o processo de adoção, que deve ser formalizada sempre judicialmente.

Nesta quarta-feira (25), Dia Nacional da Adoção, muitos casais estão na fila para realizar o sonho de criar um filho, criança ou adolescente e muitos jovens sonham em ter o carinho de uma família para si.

Com o recente reconhecimento legal da união estável entre homoafetivos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), esses casais também poderão adotar, recebendo os mesmos poderes legais e deveres dos solteiros e casais homossexuais.

No caso de morte de um dos cônjuges, por exemplo, a criança ou adolescente adotado ficará com o(a) companheiro(a), o que garante mais segurança psicológica ao jovem e à família.

Era o que já esperavam a mercadóloga Andréa Canto, 29 anos, e a engenheira eletricista Adriana Dornelas, 33 anos. Elas se conheceram em um bar durante a Copa de 2006 através de uma amiga em comum. No mesmo ano, foram morar juntas em um apartamento que compraram em Rio Doce, Olinda. Registraram a união estável em cartório há aproximadamente um ano.

O sonho de ter um filho traz uma grande expectativa. "É tão grande que não dá pra explicar, é imensurável", revelou Andréa.

Elas chegaram a pensar em fertilização em vitro, mas a opção se mostrou muito custosa. Desde a decisão do STF, uma amiga que é estudante de Direito está ajudando com os documentos necessários para dar entrada no pedido na Justiça. Os casais homoafetivos são considerados inférteis, tendo portanto preferência na fila de adoção.

As mães de Adriana e Andréa sabem da relação amorosa delas, aceitam e estão sempre presentes. "No círculo em que eu convivo, eu não sinto preconceito", disse Andréa.

Para ela, a educação dada por casais homossexuais em nada é diferente da criação por casais heterossexuais. "O tratamento é o mesmo: dar limites à criança, mostrar o que é certo e o que é errado, ensinar os riscos.

A gente vai mostrar um novo tipo de cultura, só isso. O caráter da pessoa não se caracteriza pela sexualidade da pessoa que está educando e o caráter é o que importa", defendeu ela.

LUTA - A vida do sargento da Aeronáutica Marcelo Gomes de Lima, 39 anos, e da esposa Marta Lúcia Alves de Lima, 44 anos, se transformou em uma alegre caixa de surpresas após o "nascimento" da pequena Ana Sofia. Eles a receberam quando ela tinha apenas 29 dias.

No próximo mês, completará 2 anos e o processo judicial está em fase de conclusão. A mãe biológica de Ana não tinha condições financeiras de criá-la.

Antes de encontrá-la, o casal enfrentou muitas dificuldades. Após um ano cadastrados no Serviço de Adoção, foram chamados para conhecer uma criança, porém tiveram de determinar no mesmo dia se iriam ou não ficar com o garoto de 1 ano.

"Foi muito abrupto. Eu fiquei frustrada com aquela expectativa de me cadastrar e depois não nos identificarmos com ele", contou Marta.

Depois, por sugestão de uma amiga da irmã de Marta, passaram a ir em um abrigo localizado no município de Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, a 518km do Recife. Conheceram uma menina e se identificaram com ela. Porém, tiveram de travar uma batalha judicial contra outro casal que queria adotar a mesma criança e perderam o caso. A advogada propôs que entrassem com recurso em outra instância, mas eles não quiseram.

Desistir? Não, nunca. A vontade de ter um filho era muito grande e eles sentiam que iriam conseguir, cedo ou tarde. Foi quando encontraram Ana Sofia e, desde então, vivem felizes e se divertem com as aventuras e brincadeiras da menina. "Quando ela chegou aqui foi uma festa", disse Marcelo.

Atualmente, Ana Sofia estuda em uma escola integral. Segundo os pais, desde que entrou no hotelzinho - em março deste ano - Ana se tornou mais sociável, com uma rotina mais saudável. Eles pretendem educá-la ensinando-lhe a verdade desde o início, "que ela é filha do coração, embora não seja filha da barriga. É do coração", reforça Marta.

COMO ADOTAR - Para se cadastrar no Serviço de Adoção, devem ser apresentados identidade; CPF; comprovante de rendimentos; comprovante de residência; certidão de casamento ou prova de união estável para casais; certidão de nascimento para solteiros; atestado médico de sanidade física e mental; atestado de idoneidade mora; antecedentes criminais; fotografias atuais. Também é necessário preencher um requerimento inicial.

Podem adotar maiores de 18 anos, desde que o adotante seja no mínimo 16 anos mais velho que o adotado. Para adotar menores de idade, o processo deve ser avaliado na 2ª Vara da Infância e da Juventude da Capital, localizada na Rua João Fernandes Vieira, 405, no bairro da Boa Vista, Centro do Recife. No caso de o adotado ser maior de 18 anos, o processo tramitará no Juízo de Família.

Após a entrega dos documentos, ocorrerão entrevistas com psicólogo e assistente social. Quando houver no Sistema uma criança ou adolescente correspondente ao perfil desejado, o adotante será convocado por telegrama para início do estágio de convivência. A continuação do processo irá depender dos pareceres de técnicos sobre a adaptação da criança. Se favorável, o juiz irá emitir a sentença.

Fonte: Mariana Ferraz / Do NE10 - 24/05/11

Setur-PE lança nesta quinta (26) o Projeto Revelando Pernambuco

Pernambuco está na linha de frente dos estados brasileiros que se preparam para receber o grande fluxo de turistas que virão ao país para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

E um dos grandes passos rumo a essa conquista é o Projeto Revelando Pernambuco, que será lançado oficialmente nesta quinta-feira (26), no Centro de Convenções de Pernambuco.

O evento terá a presença de representantes do Ministério do Turismo, Governo do Estado, prefeituras, secretarias de turismo municipais, empresários do setor turístico e entidades de classe.

O projeto Revelando Pernambuco tem como objetivo criar um ambiente democrático e participativo entre o poder público, a iniciativa privada, o terceiro setor e a população em geral para fortalecer a interiorização e contribuir com o desenvolvimento do turismo no estado.

O projeto é uma parceria da Secretaria de Turismo do Estado com a Fundação Assis Chateaubriand.

Como o engajamento de todos é fundamental, o projeto teve como pontapé inicial a realização de seminários em sete municípios para o desenvolvimento de planos estratégicos municipais.

Os encontros ocorreram de 25 de abril a 11 de maio e participaram representantes de 14 rotas turísticas do estado.

Mas o trabalho não para por aí. Está prevista uma série de novas discussões com membros das instâncias de governança – setores diretamente envolvidos com o turismo.
Ao todo, 24 municípios serão impactados.

O projeto vai revelar ainda que a beleza de Pernambuco não termina no litoral e que sua cultura vai muito além do frevo. As opções turísticas variam de rotas religiosas à degustação de vinhos e prometem surpreender e agradar muita gente.

As peculiaridades das 14 rotas turísticas serão disseminadas junto à população e ao meio acadêmico.

Para atingir seus objetivos, o Revelando Pernambuco conta com três grandes frentes de ação:

Comunicação

A sensibilização, mobilização e conscientização da comunidade, meio acadêmico e instâncias de governança serão feitas por meio de cartilhas educativas, guias, revistas, campanhas publicitárias, oficinas e encontros. Tudo para que o turismo seja entendido como uma atividade econômica capaz de gerar emprego, riquezas e inclusão social.

Plano estratégico

Membros das instâncias de governança serão convidados a participar da elaboração de um plano estratégico para potencialização do turismo em suas regiões. Entender possibilidades, identificar possíveis mercados, avaliar as demandas turísticas e definir ações prioritárias são algumas das etapas do plano. Todo o trabalho será monitorado pelo Contur-PE e pela Setur-PE.

Concurso para estudantes

Selecionados por um concurso de redação, estudantes do ensino médio da rede pública estadual irão às ruas para capturar as melhores imagens dos atrativos turísticos de suas comunidades e transformá-las em filmes curta-metragem que apresentarão o que a região tem de bom a oferecer. Além de trabalhar a transversalidade do turismo, o concurso de redação e a produção de vídeos ação representam um forte aspecto motivacional para os jovens, que vão defender os locais onde vivem.

Serviço:

Lançamento do Projeto Revelando Pernambuco

Data: 26 de maio de 2011, às 9 h

Local: Centro de Convenções de Pernambuco - Teatro Ribeira, Olinda

Fonte: SETUR - 24/05/11

Parcerias público privadas foi tema de palestra na Uniplac em SC

O Professor Ernani Bayer, Chefe de Gabinete da presidência da SC Par, proferiu a palestra de abertura do XIII Ciclo de Palestras em Administração da Universidade do Planalto Catarinense, Uniplac, segunda-feira, dia 24 de maio, em Lages.

No encontro, que reuniu centenas de alunos e professores universitários, Ernani Bayer narrou a história das parcerias público privadas, iniciadas na Inglaterra e reproduzidas em diversos países do mundo.

Destacou a missão recebida pela SC Parcerias, agora SC Par, do Governador Raimundo Colombo, para potencializar os investimentos em áreas essenciais como saúde, saneamento, segurança, educação, transportes, energia e comunicação, agregando capital privado.

Fonte: SC Parcerias - 24/05/11

Programa Bolsa Verde beneficiará moradores de áreas de conservação ambiental

Começou a triagem de famílias que serão favorecidas pelo programa governamental Bolsa Verde. Cada uma das famílias beneficiadas receberá R$ 100 mensais, para evitar a exploração ilegal de recursos naturais por parte dos próprios moradores.

Similar ao Bolsa Família, o Bolsa Verde é destinado às famílias de baixa renda, que residam em áreas de conservação ambiental. Muitas vezes, os moradores têm os recursos naturais como único meio de sobrevivência, apesar da quantia do auxílio ser pequena, ela já é uma ajuda de custo aos trabalhadores rurais.

Na última semana começou o levantamento do número de famílias que habitam as unidades de conservação federais. O governo faz pesquisas para estimar quais delas têm a real necessidade de serem beneficiadas pelo programa. O intuito é evitar que as áreas sejam degradadas e ao mesmo tempo incentivar a população a cuidar desses ambientes.

A criação do programa foi anunciada desde o governo Lula, em junho de 2009. Dois anos se passaram e o projeto ainda depende da aprovação no Congresso.

Na época, o então ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que a verba para o Bolsa Verde viria do Tesouro, da Petrobras e do faturamento de multas aplicadas por descumprimento da lei ambiental.

A proposta era de que o dinheiro fosse destinado às famílias que plantassem árvores em áreas degradadas e ajudassem a reflorestar a Amazônia.

O censo para classificar as famílias beneficiadas é feito pelos Técnicos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O órgão também é o responsável por gerir as unidades federais de conservação.

Inicialmente, serão contempladas 310 unidades federais. A partir da segunda fase as reservas dos estados também poderão receber a verba. O secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Vicentin, deixou claro que a prioridade são as famílias que tenham o mínimo de recursos financeiros.

“Queremos instituir um marco legal para atingir a população extremamente pobre. Seja aquela que está dentro das unidades ou nos arredores, além dos assentamentos de reforma agrária”, afirmou Vicentin.

Como informou o G1, o diretor de Unidades de Conservação do Instituto Chico Mendes, Paulo Maier, agora está debatendo as formas de fiscalizar os beneficiados.
Ele cogita a possibilidade de fazerem monitoramento por satélite para verificar o andamento do Bolsa Verde e os posteriores resultados.

O projeto ainda está em andamento nas pastas do Meio Ambiente, Desenvolvimento Social e Desenvolvimento Agrário e precisa ser aprovado pelo Congresso para, só então, chegar à aprovação da presidente Dilma Rousseff.

Fonte: do G1 - 24/05/11

Hospital Dom Malan, administrado pelo IMIP, realiza palestra sobre captação de órgãos em Petrolina/PE

A importância da doação de órgãos e o seu processo de captação e transplante em Petrolina foram tema de uma palestra realizada na semana passada, no auditório do Hospital Dom Malan/Gestão IMIP Hospitalar.

A pediatra do HDM Lílian Gondim, que também é a coordenadora da central de transplantes da macro região de Petrolina, ministrou a palestra para o corpo técnico e estudantes do HDM.

Ela revelou que em Petrolina no ano de 2011 foi registrada apenas uma doação de múltiplos órgãos até agora e que em 2010 foram apenas três. “As doações tanto aqui como em quase todo o país são muito poucas.

Só no estado de Pernambuco existe uma lista de espera de três mil pessoas. Os principais impedimentos para isso são as famílias que muitas vezes não querem doar, ou alguma patologia que o falecido tenha e que o impede de ser doador”, destacou Gondim.

A médica destacou ainda que quando há o interesse por parte da família em fazer a doação de órgãos de um parente, a central de captação da macro região entra em contato com a central em Recife que rapidamente envia uma equipe médica para efetuar a captação.

“Os órgãos doados são levados à Recife e atenderão à lista de espera, que é uma lista única. A exceção são as doações de córneas. Essas ficam na região e são doadas a pacientes daqui”, explicou.

Durante a palestra, foi apresentada a campanha do Governo do Estado, “Diga sim para salvar vidas”, que terminou na última sexta-feira (20) e teve como objetivo conscientizar a população de todo o estado para a importância da doação de órgãos.

Fonte: IMIP - 24/05/11

Justiça reduz de 8h para 6h carga horária de operadores de call center

Ministros também determinaram que empregadores deverão pagar vale transporte, independente se funcionário mora perto ou longe das empresas

Os trabalhadores do centros de telemarketing fazem um serviço semelhante ao das telefonistas e por isso vão ter uma carga horário de 6 horas, e não mais as atuais 8 horas. Esta foi uma das decisões tomadas pelo plenário do Tribunal Superior do Trabalho (TST) em sessão especial para atualizar as interpretações da legislação trabalhista.

Os 27 ministros do pleno do TST decidiram ainda que os empregadores têm de pagar o vale transporte, independente do trabalhador morar perto ou longe das empresas. Hoje, a maioria absoluta das empresas já paga o vale transporte seguindo essa regras, mas a decisão do TST consolida um entendimento da corte superior e evita a judicialização desse direito.

A revisão da Súmula 369 também decidiu que 7 dirigentes sindicais em cargos suplentes também passam a ter obrigatoriamente a estabilidade provisória no trabalho. O entendimento até hoje era de que esse direito cabia apenas a 7 diretores titulares. Algumas empresas aceitavam a estabilidade dos suplentes, outras não. Ao longo de um ano, depois do fim do mandato sindical, os trabalhadores não podem ser demitidos.

O TST paralisou todas as suas atividades durante uma semana, desde segunda-feira retrasada, para debater o emaranhado de divergências que vem atrapalhando a eficácia de suas decisões. Os ministros, assim como juízes de tribunais regionais, andam se desentendendo na interpretação das leis, muitas delas desatualizadas, e dando sentenças contraditórias em causas semelhantes, o que compromete a credibilidade da Justiça trabalhista e causa indignação às partes.

É tanto bate-cabeça que as sentenças estão se tornando letra morta. De acordo com levantamento do tribunal, só 31% das sentenças são cumpridas quando chegam à fase de execução. Ou seja: em sete de cada dez julgamentos, o direito não se converte em dinheiro no bolso. O trabalhador ganha, mas não leva. Há sentenças transitadas em julgado que se arrastam há dez anos ou mais.

A situação se agravou com o aumento das terceirizações no mercado de trabalho e com a nova lei de falências, que tirou dos trabalhadores a prioridade no recebimento de direitos.

Fonte: Edna Simão, da Agência Estado - 24/05/11

US$ 99,4 milhões em equipamentos de pesquisa

A FAPESP aprovou investimento de R$ 159 milhões (US$ 99,4 milhões) para compra de cerca de 250 equipamentos multiusuários para pesquisas científicas. O anúncio foi feito na segunda-feira (23/5), na cerimônia de abertura das comemorações dos 50 anos da Fundação. A aquisição dos equipamentos melhora e atualiza os laboratórios de instituições de ensino superior e de pesquisa no Estado de São Paulo, equiparando-os aos mais modernos no mundo.

A aprovação de 118 projetos para compra dos instrumentos, a maioria importada, com valores acima de R$ 100 mil (US$ 62,5 mil), é resultado de um processo de seleção e análise de 222 propostas apresentadas à FAPESP por pesquisadores responsáveis por projetos de pesquisa apoiados pela Fundação, em resposta à chamada do Programa Equipamentos Multiusuários (EMU) divulgada no fim de 2009.

A relação dos instrumentos, com dados georreferenciados para sua localização no Estado, está disponível no endereço www.fapesp.br/emu. A publicação on-line amplia a capacidade de emprego desses equipamentos em projetos de pesquisa científica e tecnológica realizados por pesquisadores do Brasil, da América Latina e também de outros países.

O site apresenta a distribuição dos equipamentos aprovados em um mapa do Estado de São Paulo, com recursos do Google Maps. A busca poderá ser feita pelo nome do equipamento, por instituição de pesquisa ou pelo nome do pesquisador responsável. O site traz a lista de todos os projetos de pesquisa associados e complementares beneficiados pelos instrumentos. Mas o uso não estará limitado a eles.

O agendamento pode ser feito por todos os pesquisadores interessados a partir dos links para páginas com instruções de uso de cada equipamento. Essas páginas serão preparadas pelos pesquisadores responsáveis pelo projeto apoiado. Um canal no serviço Converse com a FAPESP ficará aberto para colher opiniões e comentários sobre o agendamento e uso dos equipamentos.

Os instrumentos serão instalados principalmente na Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Embrapa Meio Ambiente, Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) e Instituto Ludwig de Pesquisas sobre o Câncer. As áreas beneficiadas vão da medicina às comunicações, passando pela física, engenharia, biologia, odontologia, veterinária e zootecnia e ciências agrárias, entre outras.

Mais informações: www.fapesp.br/emu .

Fonte: Agência FAPESP - 24/05/11

Gigante dos EUA de olho nas ideias brasileiras

Empresas brasileiras "nascentes" - também conhecidas como startups - com até cinco anos de mercado terão, a partir deste ano, a chance de ganhar o apoio da gigante americana de tecnologia IBM para transformar projetos inovadores em realidade.

O Brasil entra no circuito do projeto SmartCamp - em tradução aproximada, "acampamento de inteligência" -, que premia companhias com ideias originais.

Segundo o vice-presidente de marketing da IBM, Mike Riegel, o objetivo é promover soluções que ajudam a resolver problemas que afetem um grande número de pessoas, como o atendimento à saúde e o trânsito.

A vencedora da etapa nacional, além de ter o projeto implementado, será selecionada a participar da competição mundial, que escolherá o "Empreendedor do Ano" entre projetos de 18 nações.

Riegel diz que a inclusão do País no rol de participantes neste segundo ano de SmartCamp - ao lado da Alemanha e da China, que também foram adicionados à competição - foi motivada pelo aumento do número de empresas brasileiras de pequeno porte de perfil inovador.

"O mercado de private equity e venture capital (que aplica recursos em startups) cresceu de US$ 6 bilhões em recursos para US$ 40 bilhões nos últimos seis anos", explica.

Durante o período da competição, as companhias poderão receber usar ferramentas tecnológicas da IBM. A gigante americana também ajudará os microempresários a traçar planos de negócios mais claros antes da etapa final da competição nacional.

Além disso, o relacionamento com a IBM pode trazer visibilidade para o projeto, o que pode atrair outros investidores de longo prazo. As inscrições para o concurso devem ser feitas pela internet, e o prazo vai até agosto. A empresa vencedora será escolhida em novembro.

A baiana Softwell recebeu R$ 1 milhão (US$ 507,6 mil) do braço de investimentos do Banco Mundial depois de participar de um evento promovido pela IBM há dois anos, antes da introdução do "acampamento de inteligência".

A empresa, conhecida pela ferramenta Maker - que reduz a necessidade do uso de códigos no desenvolvimento de softwares -, criou um sistema de gestão de serviços de saúde que chamou a atenção do órgão internacional. "Atraímos a atenção do Banco Mundial em uma apresentação de 10 minutos", lembra Wellington Freire, presidente da Softwell.

Fonte: O Estado de S. Paulo - 24/05/11

Secretaria promove conexão com universidade americana em Pernambuco

A diretora de relações internacionais da Texas A&M University , Maria Alves, apresentará na próxima semana o conjunto de áreas que podem ser objeto de parcerias em projetos de pesquisa e desenvolvimento com instituições pernambucanas.

O encontro acontecerá na sede da Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sectec), na terça-feira(24), às 18 horas. A exposição será direcionada a pesquisadores e reitores da, Unicap, UFPE, UPE, UFRPE e da Universidade do Vale do São Francisco.

A visita da diretora de relações internacionais da instituição americana é uma boa oportunidade para o início de contatos que viabilizem parcerias que permitam aumentar o número de profissionais de alta qualificação no Estado.

Assim como para a intensificação das possibilidades de fomento à pesquisa e desenvolvimento de tecnologias relacionadas ao novo ciclo de desenvolvimento pelo qual passa o Estado de Pernambuco.

Esse fator se associa ao interesse do governo Federal em ofertar 75 mil bolsas de estudo no exterior para brasileiros nos próximos quatro anos.

A sinalização foi dada pela presidenta Dilma Roussef durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento econômico e Social, ainda em abril passado - hoje cerca de seis mil estudantes participam de projetos semelhantes.

Fonte: Porto Digital - 24/05/11

Paraíba recebe pesquisadores árabes

O seminário sobre tecnologias de convivência com a seca, previsto inicialmente para abril, reúne representantes de nações árabes e sul-americanas a partir desta quarta-feira na Paraíba.

Isaura Daniel


São Paulo – Representantes de países árabes, entre eles diplomatas e pesquisadores, estarão esta semana em Campina Grande, na Paraíba, para discutir tecnologias de convivência com a seca. O workshop Tecnologias de Convivência em Regiões Áridas e Semiáridas estava previsto para ocorrer em abril, mas foi postergado em função dos problemas políticos no mundo árabe, e agora vai acontecer de quarta (25) a sexta-feira (27), no Centro de Convenções do Hotel Garden. O encontro faz parte das iniciativas da Cúpula América do Sul-Países Árabes (Aspa).

De acordo com o diretor do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Roberto Germano Costa, até o momento cerca de 20 representantes do mundo árabe confirmaram presença. Eles são do Catar, Arábia Saudita, Argélia, Tunísia, Egito, Síria e Jordânia. Pela América do Sul, além do Brasil, também participam pessoas da Argentina, Chile e Peru. Segundo Costa, a dinâmica será a mesma prevista para o encontro de abril: a troca de experiências de cada um dos países na convivência com regiões áridas e semi-áridas.

O seminário terá seis palestras de brasileiros e outras seis das demais nações. Entre os palestrantes pelo Brasil, estarão representantes da Agência Nacional de Águas (ANA), da Articulação do Semiárido (ASA) e do Ministério do Meio Ambiente. Pelos demais países sul-americanos falarão pessoas do Instituto Argentino de Investigações das Zonas Áridas e da Corporação Nacional Florestal, que é do Chile.

Dos árabes haverá palestra de representantes do Instituto das Regiões Áridas de Gabes, da Tunísia, do Centro de Estudos Árabes de Zonas Áridas e Terras Secas (Acsad), da Síria, do Ministério de Estado para Assuntos Ambientais, do Egito, e do Centro Nacional de Pesquisa Agropecuária e Extensão (Ncare), da Jordânia.

Os participantes vão conhecer, em campo, duas experiências paraibanas. Uma delas com produção de leite no município de Monteiro, no Cariri Paraibano. “Era a região de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) mais baixo da Paraíba. Hoje é o maior produtor de leite de cabra do Brasil”, diz Costa. Também será mostrado, em São João do Cariri, projeto de dessalinização com aproveitamento dos rejeitos, e haverá visita ao o Laboratório de dessalinização da Universidade Federal de Campina Grande.

A Aspa é um mecanismo de cooperação birregional criado em 2005 por iniciativa do então presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. O workshop em Campina Grande é promovido pelo Insa, Ministério das Relações Exteriores, Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e Aspa. O Insa foi escolhido, em 2010, na 2ª Conferência Internacional sobre Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas, para centralizar a cooperação de tecnologias de convivência com a seca no âmbito da Aspa.

Fonte: ANBA - 24/05/11

Tablets podem ficar R$ 500 mais baratos no Brasil

O preço menor é resultado de uma medida provisória do governo federal que equipara os tablets aos computadores para fins de tributação

O tablet, aquele tipo de computador de mão sem teclado, deve baixar de preço. A medida provisória que reduz impostos foi publicada na segunda-feira (23) no Diário Oficial.
O governo decidiu dar incentivos fiscais para atrair empresas interessadas em fabricar tablets no Brasil.

Nas lojas, o tablet é a nova tentação. O estudante Alexandre Garcia gostaria de ter um, mas até agora não teve como. “Por enquanto o preço continua bastante caro. Estou esperando essa nova medida do governo que prevê baratear o custo”, diz.

É a mesma situação do analista de sistemas Silmario de Freitas. “Agora não. Vou esperar um pouco para comprar. Daqui a um tempinho vai ficar mais barato”, acredita.

Em 2010, foram vendidos 18 milhões de tablets no mundo todo. No Brasil, foram vendidas apenas cerca de cem unidades. O preço de um tablet no Brasil vai de R$ 1,3 mil a R$ 2,3 mil. Com a redução de impostos, o objeto de desejo de tantos brasileiros vai ficar mais acessível.

O preço menor é resultado de uma medida provisória do governo federal que equipara os tablets aos computadores para fins de tributação. Passa a ter isenção do PIS e Cofins, redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e também do imposto de importação.

Um tablet de R$ 1,7 mil, por exemplo, pela nova regra, passa para R$ 1,2 mil, uma redução de 31%. O preço pode cair ainda mais se houver redução do ICMS, cujo valor depende de cada estado. As regras só valem para tablets produzidos no Brasil. Doze empresas já estão cadastradas para produzir os aparelhos no país.

A jornalista especialista em tecnologia digital e colunista do jornal ‘O Globo’, Cora Ronai, tem quatro tablets. Só um foi comprado no Brasil. Pagou mais caro que os outros três.

“Uma das coisas que atrasa muito o desenvolvimento do Brasil é o custo da informática. Informática está em toda parte. Falta ampliar isso. Acho que o problema do Brasil é que não percebe o quanto se pune a si mesmo botar impostos tão altos em certas coisas”, opina a jornalista.

Fonte: Da Redação do G1 - 24/05/11

Tribunal de Contas trava Centro de Radioterapia em Portugal

Por: Luciano Barcelos
Tribunal de Contas trava Centro de Radioterapia

Planisa e Bionexo promovem Fórum Nacional de Gestão das Organizações Sociais e Parcerias Público-Privadas

Saúde, a Planisa em parceria com a Bionexo realizam o I Fórum Nacional de Gestão das Organizações Sociais e Parcerias Público-Privadas.A iniciativa ocorrerá no dia 14 de junho de 2011, no Hotel Transamérica Prime International Plaza, em São Paulo.

Preocupadas em fomentar discussões especializadas visando a real aplicação da gestão hospitalar, tanto a Planisa quanto a Bionexo trarão ao público o tema “PPP – Parceria Público-Privada na Saúde” e propõem o debate entre especialistas de renome nacional da área.

As palestras abordarão o contexto econômico brasileiro e sua regulamentação legal para ampliar as PPPs, oportunidades e ameaças no cenário das Organizações Sociais e Parcerias Público-Privadas, progressos nos processos de gestão como instrumento de sustentabilidade de longo prazo dos projetos de Parcerias Público-Privadas, entre outros.

O evento terá a presença de Wladimir Taborda da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, Maurício de Lázzari Barbosa da Bionexo, Rubens Naves, da Rubens Naves Santos Jr. Hesketh, Escritórios de Advocacia Associados, Silvio Possa do Hospital M´Boi Mirim, Nacime Salomão Mansur da Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina – SPDM, Gilliatt Falbo do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira de Recife, José Ricardo Monteiro Raymundo da Associação Cultural e Educacional do Pará e Salim Lamha Neto da MHA Engenharia.

Na parte da tarde, estarão presentes Nilson Paschoa da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, Ana Maria Massarenti do Hospital Geral de Carapicuíba, Geraldo Reple Sobrinho do Hospital Estadual Mário Covas, César Luiz Lacerda Abicalaffe da Impacto Tecnologias Gerenciais em Saúde, Sérgio Lopez Bento do Hospital Samaritano, Jorge Oliveira da Prodal Saúde SA/Hospital do Subúrbio e Lauro Carlos Miquelin da L+M GETS.

.[Dia 14 de junho de 2011, das 8h às 17h30, no Hotel Transamérica Prime International Plaza – Alameda Santos, 781– São Paulo – SP. *As vagas são limitadas! Para mais informações, acesse: www.planisa.com.br].

Planisa - Com mais de 23 anos de atuação no mercado, a Planisa é uma consultoria especializada em gestão para o setor de saúde e atende segmentos como Operadoras de Planos de Saúde, Hospitais, Clinicas, Laboratórios, Serviços e Sistemas Público e Privado de Saúde, distribuídos em todo o Território Nacional, América Latina e África.

Entre seus serviços estão Controladoria e Gestão Financeira de Organizações de Saúde, Sustentabilidade Econômico-Financeira, Projeto de Reformulação do Modelo de Remuneração e Assessoria para Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde.

O tempo de mercado e a experiência associada à competência, composta por profissionais gabaritados em gestão financeira e empresarial, médica, contabilidade, enfermagem e setores relacionados à área de saúde, fazem da empresa uma consultoria reconhecida pelo modelo de negócio com foco em orientação estratégica para melhoria efetiva dos resultados. [www.planisa.com.br].

Fonte: Revista Fator - 24/05/11

Public Private Partnerships provide connectivity in New Zealand

UFB and RBI Public Private Partnerships provide the basis for global connectivity

"Today's announcement on the roll out of ultra fast broadband (UFB) provides the infrastructure foundation for New Zealand to compete in the global digital economy", says NZCID Chief Executive Stephen Selwood.

"Although resolution of issues has at times been tortuous, acceleration of UFB through a form of public private partnership delivers a solution that is appropriate to New Zealand's unique circumstance.

"Any network is only as good as its weakest link. Since most New Zealand businesses are small businesses, and our communities are widely dispersed, accelerated roll out of ubiquitous high speed broadband was needed. The combined UFB and RBI initiatives achieve this objective.

"Separation of Chorus under the UFB contract enables a national infrastructure network provider of scale. That said, Enable Networks in Christchurch, Ultra-fast Broadband Limited and Northpower Limited have provided competitive bids covering the rest of urban New Zealand. This will provide some basis to benchmark competing delivery models.

Telstra Clear, Vector and others will no doubt compete with their own fibre networks, existing or new, and the unbundled copper network gives a further level of competition.

"The public private partnership model enables a performance based payment mechanism. This requires contractually agreed milestones, performance standards and service outcomes to be delivered at an agreed wholesale price.

It also requires open access and equivalence of inputs for service providers to enable active competition at the retail end of the market. Commerce Commission oversight is retained. Should the commission regulate the price to a lower level than the contracted wholesale price, the government will bear that cost.

"While there are still some important milestones to be achieved, including the formal structural separation of Chorus, the industry can now move into delivery mode. At an investment of over $6 billion over the next eight years this will provide a timely boost to the telecommunications infrastructure sector.

"With the path for investment in high speed broadband in New Zealand clearly spelled out, the next most significant challenge is to ensure that we have competitively priced and resilient global connectivity to the world.

Kordia's proposed Optikor trans Tasman cable and Pacific Fibre's proposed US cable will deliver between them unconstrained international bandwidth to compete with the existing Southern Cross connection.

When one or both of these connections are in place, New Zealand will have the telecommunications infrastructure needed to compete on the global stage", Selwood says.

Fonte: Scoop Business - 24/05/11

Innovative public-private partnership helps Minnesota schools tackle childhood obesity through changes in the cafeteria

The Minnesota Department of Health (MDH) and seven public and private partners are collaborating to bring more nutritious, kid-friendly foods into school cafeterias across the state.

The Great Trays Partnership, funded by a $2.3 million grant from the U.S. Centers for Disease Control and Prevention, provides training and tools to help schools statewide improve their menus and help kids eat healthier meals.

Great Trays efforts are a critical strategy to fight rising childhood obesity rates, which have tripled over the past three decades. Poor nutrition and obesity put children at risk for lifelong struggles with health conditions such as hypertension, diabetes and heart disease.

“Obesity is one of the most urgent health challenges facing our state and nation today,” said Jim Koppel, Minnesota Deputy Commissioner of Health. “Minnesota students consume up to half of their calories at school. Great Trays is helping ensure that those food choices are healthy and taste good.”

To accomplish this work, MDH has partnered with the Minnesota Departments of Agriculture, Education and Human Services, as well as the Minnesota School Nutrition Association, the Minnesota School Food Buying Group, University of Minnesota Extension and the University of Minnesota School of Public Health.

The Great Trays Partnership works to train school staff to prepare foods using more Minnesota-grown foods from the farm – and to help overcome equipment and cost barriers that make it hard for many schools to cook with fresh foods.

“Many schools don’t even have the right equipment to prepare and provide local foods and fresh fruits and vegetables,” said Stephanie Heim, Farm to School coordinator at University of Minnesota Extension.

“Nearly three-quarters of school food service leaders surveyed said they could provide more local foods if they had better equipment, such as wedgers, food processors and knives.”

The partnership also works to help schools join food-buying cooperatives to make buying nutritious foods more affordable.

Great Trays held initial workshops last winter and will hold another round in June that train school cooks and menu planners in food preparation techniques to do more cooking from scratch and use more farm-fresh, Minnesota-grown foods.

School nutrition staff representing more than a thousand schools have participated in Great Trays initiatives thus far. These efforts are more important than ever as schools prepare for stricter federal nutrition standards that require lower levels of sodium and saturated fats.

“Great Trays has given me fresh ideas and tools so that I am able to begin menu planning for next year,” said Lyn Halvorson, school nutrition director for Winona Area Public Schools.

“The more people on the team that have the latest information, the more successful the transition will be to the new nutrition standards.”

Great Trays is making a similar impact in schools across the state.

“We are experimenting with new menu items that are delicious and healthy, and our students are excited to try the new flavors,” said Debra LaBounty, president of the Minnesota School Nutrition Association.

“Our students learn lifelong habits in school, so increasing these options for healthy foods will have long-term benefits for their health.”

See examples of school lunch successes across the state and get more information on Great Trays.

Fonte: Coon Rapids ECM Publishers - 24/05/11

How private investors can resuscitate healthcare sector in Africa

By Edward Omete

Five years ago I met a Stanford-trained financier who introduced me to the concept of “social entrepreneurship”. According to him a “social entrepreneur” is a person who invests his capital ‘time or money” e.t.c. in a venture whose aim is to transform or address an issue challenging a society. In Kenya, we need social entrepreneurs to invest in rural public healthcare sector.

Though blurry at the time, I find the concept much needed now especially with the ailing public health sector.

Currently, our healthcare system is overstretched mainly because the meagre resources allocated to it (less than the 15 per cent pledged at the Abuja Convention) cannot cater for our ballooning population.

Of this little amount, we are forced to channel a great percentage to address primary health issues such as influenza, leaving little to life-threatening ailments like cancer, renal diseases which are on the rise and killing thousands of Kenyans.

Despite the rising number of sick people needing specialised treatment, Kenya only has two referral hospitals, two radiotherapy units for a population of 39 million people.

There are a handful of renal units, few MRI/CT scans centres and so on.
Because of this shortage, patients are forced to travel long distances, incur extra costs in terms of accommodation and many other inconveniences and pay high prices to receive specialised treatment.

In Kenyatta National Hospital, for example, cancer patients awaiting radiotherapy often have to wait six months and if the machines break down, one is forced to seek alternatives in private hospital which is costly or if they have no money the long wait complicates issues leading to early death.

We need at least six more machines to address this issue. The same services in the private sector costs about 20 times more. An almost similar scenario exists for dialysis patients.

Private investments could help ease the pressure in public hospitals. If we can raise Sh21 billion in 14 days (money raised in a previous bond issue), how much harder would it be to raise Sh150 million, money for a radiotherapy unit, if both investments had similar returns?

From a business perspective, if demand for a service exists and clients can afford it while the supply is still inadequate; then there must be constraining reasons. However, the government regulations may partly be the reason to blame.

Given the right incentives and investment environment, the private sector or individuals can play a bigger role in public healthcare financing while at the same time earning good returns from their investments. In the above example what would prevent investors from setting up such a facility and charge say half of what the private sector charges?

Best option

So what modes of engagement (donations, public private partnerships (PPPs) or build operate transfer (BOT) models)?

Donations as often happens are characterised by “chronic-donor fatigue syndrome” which is increasing in both individuals and corporates due to perennial donations requests. Once the donor exits, the facilities are unable to sustain themselves.

The PPP model is good because as semi-autonomous units, they are subjected to different operational standards thus guaranteeing longevity. In the PPP model, contributors to the project or members of their family can access the services at subsidised rates while others pay slightly higher rates.

In addition any extra revenue is paid out as dividends amongst the financiers. Medical insurance companies may find this model very attractive. It also saves hospitals money that could have been spent on these expensive projects.

But PPPs are not new in government institutions so why should hospitals not do the same? The BOT model is fraught with the risk of losing the original aim in the quest of recouping the invested amounts. The social entrepreneur will set up the facility, operate it and once they have recouped their set-up cost, transfer it to the hospital.

Omete is a medical doctor.
E-mail: ed@healthinfo.co.ke

Fonte: Business Daily Africa - 24/05/11

Brasil integra lista de países que fizeram pouco para combater suborno

A maior parte dos países que assinaram a Convenção Anti-suborno da OCDE, com Brasil, Chile e México encabeçando a lista, fez pouco ou nada para combater os subornos de pessoas e empresas estrangeiras, denunciou esta terça-feira a ONG Transparência Internacional.

No grupo dos maus alunos estão 21 países, entre eles, Austrália, Áustria, Brasil, Bulgária, Canadá, Estônia, Grécia, Luxemburgo, México, África do Sul e Turquia.

O estudo abarca 33 dos 34 países membros da OCDE à exceção da Islândia e os outros quatro que não pertencem a essa instituição que assinaram a convenção: Argentina, Brasil, Bulgária e África do Sul.

Dos 37 países que firmaram a Convenção da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE), apenas Dinamarca, Alemanha, Itália, Noruega, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos, combateram ativamente os subornos como meio de obter contratos das administrações públicas, assegurou Huguette Labelle, presidente da TI em uma entrevista coletiva à imprensa.

"É a primeira vez nos sete anos que a TI vem realizando os relatórios sobre a Convenção Anti-subornos da OCDE que não foram registrados progressos", lamentou Labelle na apresentação do Informe sobre o Avanço do Cumprimento da Convenção Anti-subornos na sede da instituição em Paris, que este ano comemora seus 50 anos de vida.

Entre aqueles que cumpriram "moderadamente" os preceitos desta convenção que tenta evitar a corrupção, que encarece em até 25% o custo das compras das administrações públicas, estão Argentina, Bélgica, Finlândia, França, Japão, Coreia do Sul, Holanda, Espanha e Suécia.

O Banco Mundial calcula que o custo da corrupção atinge 1 bilhão de dólares por ano, e que os subornos recebidos pelos funcionários públicos dos países em desenvolvimento e emergentes por parte de empresas estrangeiras atinge entre 20 e 40 bilhões de dólares por ano.

"A enorme escala de subornos deixa em evidência por que é necessária a ação governamental para reforçar o cumprimento" desta convenção, indicou a organização.

Segundo a própria revisão da OCDE do cumprimento de sua convenção, apenas cinco países puniram indivíduos ou empresas no ano passado, lembra a TI.

Mas o fracasso em erradicar este problema fará com que "floresça a corrupção e recursos dos pobres sejam desviados. E as empresas honestas serão as perdedoras", alerta a TI.

Fonte: Da AFP Paris - 24/05/11

Rede de academias de ciências oferecerá bolsas nos EUA para jovens pesquisadores

A Rede Interamericana de Academias de Ciências (Ianas, na sigla em inglês) vai conceder, pela primeira vez, bolsas de curta duração para jovens pesquisadores com nível de doutorado, da América Latina e o Caribe, para capacitação em laboratórios de ponta nos Estados Unidos.

Serão ao todo 20 bolsas. Cada país poderá indicar até cinco pesquisadores com projetos de elevada qualidade. As inscrições foram abertas no último dia 15 e se estenderão até o dia 15 de agosto. No Brasil, a entidade responsável pela seleção dos candidatos às bolsas é a Academia Brasileira de Ciências (ABC).

Segundo o assessor técnico da ABC, Marcos Cortesão, o tipo de bolsa oferecido pela Ianas não existe no mercado nacional. A ideia surgiu a partir de reunião da Ianas na Guatemala, quando foram apresentadas as necessidades e as demandas por capacitação dos países da América Latina e o Caribe.

A intenção é aumentar a oferta de bolsas para pesquisadores da região à medida que o projeto for evoluindo. “A ideia é que, em sendo exitoso o projeto, ele se reproduza no ano que vem em maior volume, disponibilizando essa bolsa que permite ao jovem pesquisador uma visita de curta duração a laboratórios de ponta nos Estados Unidos.”

As bolsas terão duração de até dois meses. Podem concorrer pesquisadores nas áreas de ciências físicas, química e geociências. Cortesão esclareceu que terão prioridade os pesquisadores em início de carreira.

“É uma iniciativa mais voltada para doutores em início de carreira que já estejam estabelecidos em uma instituição, ou seja, tenham já um contrato efetivo em um instituto de pesquisa ou universidade”.

O objetivo é estimular o desenvolvimento posterior de uma colaboração de longo prazo entre os pesquisadores e as instituições americanas, além de fortalecer a capacitação em ciência e tecnologia na América Latina e no Caribe.

A Ianas deverá divulgar os nomes dos selecionados de cada país em outubro, quando já começará a ser feito o intercâmbio. A previsão para o fim da duração das bolsas é dezembro de 2012.

Fonte: Da Agência Brasil - 24/05/11

Google e Citigroup investirão U$110 mi em energia eólica

O Google e o Citigroup investirão cada um 55 milhões de dólares no projeto Alta IV, da Terra-Gen Power, capaz de gerar 102 megawatts de energia na Califórnia, afirmaram as companhias.

A Terra-Gen Power, que trabalha com energia renovável, está construindo o projeto Alta Wind Energy Center (AWEC), com capacidade de geração eólica de 1.550 MW, em várias fases, das quais cinco já foram concluídas.

O Google e o Citi irão comprar o projeto e alugá-lo de volta por meio de leasing para a Terra-Gen, que vai administrá-lo e operá-lo sob um contrato de longo prazo, afirmou o Google em comunicado.

A Terra-Gen é afiliada da ArcLight Capital Partners e da Global Infrastructure Partners.

O projeto deve se tornar um dos maiores geradores de energia eólica dos Estados Unidos com capacidade de abastecer 450 mil casas.

Com o acordo, os investimentos do Google no setor de energia limpa totalizam 400 milhões de dólares.

Como parte dos planos de reduzir suas emissões de carbono, o Google tem participado de projetos de energia renovável a fim de gerar energia para seus datacenters.

(Reportagem de Vaishnavi Bala em Bangalore)

Fonte: Reuters - 24/05/11

Postos de várias cidades venderão gasolina sem impostos nesta 4ª

Postos de combustíveis de vários Estados vão vender gasolina sem incluir os valores dos impostos nesta quarta-feira para comemorar o Dia Nacional do Respeito ao Contribuinte.

A cobrança sem a inclusão de impostos reduz o preço atual em R$ 1,07 em média, segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).

Os R$ 2,78 cobrados, em média, pelo litro do combustível em Brasília deve cair para R$ 1,63 amanhã com a medida.

O objetivo da promoção é chamar a atenção da sociedade para a alta carga tributária paga no País, em todos os setores do comércio, e não apenas nos combustíveis, embora o peso seja bastante oneroso na gasolina (53,03%), no óleo diesel (40,50%), no gás de cozinha (34,04%) e no álcool (25,86%), de acordo com números do IBPT.

Em Brasília, o desconto será concedido apenas no Posto do Eixo L, em frente à 206 Norte, entre 7h e 14h. Nesse período serão colocados 30 mil litros do combustível à venda, sem impostos. Cada motorista poderá comprar 20 litros, no máximo, e o posto só recebe dinheiro vivo. Estratégia que no ano passado provocou uma fila de carros de quase 7 km.

Segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem do Distrito Federal (CDL Jovem-DF), Samuel Vasconcelos, ainda é reduzido o número de postos engajados no movimento de venda sem impostos, mas a participação no protesto ganha força Brasil afora.

Além de grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Florianópolis e Vitória, também haverá manifestações em postos de combustíveis de cidades menores como Joinville, Lajes, Navegantes, Santa Rosa e Barra Velha, em Santa Catarina, e Colatina e Linhares, no Espírito Santo.

"Pretendemos buscar apoio da população para que as entidades representativas do comércio e de outros segmentos pressionem o governo federal a reduzir a carga tributária", afirma Vasconcelos.

Ele acha que o cidadão comum não faz muita ideia de quanto paga ao governo em impostos e, às vezes, até acredita que os empresários são os únicos responsáveis pelos preços altos.

O brasileiro paga impostos até nos produtos que compõem a alimentação básica: frango (16,80%), pão francês (16,86%), arroz e feijão (17,24%, cada), leite (18,65%), frutas (21,78%) e água engarrafada (37,88%), segundo o IBPT.

Se a água for mineral, pula para 44,55%, mesma alíquota dos refrigerantes em geral. O cidadão não sabe também que paga 44,28% embutidos na conta de luz, mais 46,12% na tarifa de telefonia fixa ou 24,02% na conta de água.

Neste ano, a arrecadação de impostos e contribuições federais deve atingir aproximadamente R$ 1,4 trilhão, de acordo com estimativa do IBPT.

Algo em torno de 10% a mais que os R$ 1,27 trilhão recolhidos no ano passado. Significa dizer que cada brasileiro deve desembolsar em média R$ 7,5 mil em impostos até o final do ano, pelos cálculos do presidente do instituto, João Eloi Olenike.

Fonte: Agência Brasil - 24/05/11

No Senado, Schvartz revela que Dilma vetou financiamento do BNB para obras da copa no Recife

Apresentado como um problema para a gestão, o secretário de Controle e Desenvolvimento de Obras do Recife, Amir Schvartz, revelou no dia de hoje, no Senado, em Brasília, que a presidente da República, Dilma Rousseff, vetou um empréstimo de R$ 230 milhões que seria feito pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB) para as obras em Recife.

O secretário disse que a linha de crédito já havia sido aprovada por todas as instâncias e que o veto precisa ser explicado, pois caso contrário será preciso procurar outro agente financeiro.

- Estávamos contando com esses recursos. As principais obras de infra-estrutura estão dependendo da nossa rapidez em licitar e contratar.

Se fizermos tudo no segundo semestre desse ano, as obras para a Copa de 2014 estarão prontas.

Para a Copa das Confederações, nem todas estarão prontas, mas não precisam estar todas prontas. A determinação do governador Eduardo Campos é executar todas as obras nem que seja com dinheiro do estado - afirmou.

O secretário extraordinário da Copa do Mundo do Estado de Pernambuco, Sílvio Bompastor, disse que a principal obra é a chamada Via Mangue, que circunda uma área de 300 hectares de mangue dentro da capital pernambucana.

Ele assinalou que 1.200 famílias que residem em palafitas na área limítrofe ao mangue estão sendo realocadas em conjuntos habitacionais em construção. O secretário garantiu que a obra, iniciada neste mês, estará concluída em 30 meses.

Bompastor também relatou que mais duas pontes estão sendo construídas sobre o rio Capiberibe e que, em relação à mobilidade urbana para acesso à Cidade da Copa, está sendo aplicado o conceito de vias radiais e perimetrais, em conjunto com as linhas de metrô já existentes.

Além disso, afirmou, uma nova estação de metrô - chamada Cosme e Damião - está sendo construída, o abastecimento de energia elétrica e de gás natural já está garantido e nove novos hotéis estão sendo erguidos, adicionando mais sete mil leitos à cidade.

Fonte:Blog do Jamildo/JC - 24/05/11

Brasil tem primeira usina solar conectada ao sistema elétrico

Obra de Eike Batista com apoio do BID será inaugurada no dia 3 de junho, mas já está em fase de testes

Pela primeira vez o sistema elétrico brasileiro conta com energia do sol. A MPX, empresa de Eike Batista, anunciará daqui a pouco que já conectou a usina MPX Tauá à rede nacional.

A planta está em fase de testes desde ontem (segunda-feira, 23) e será inaugurada no dia 3 de junho.

Localizada no sertão do Ceará, em uma área de 12 mil metros quadrados, o empreendimento terá capacidade de geração de 1 MW, equivalente ao consumo de 1,5 mil famílias.

É muito pouco em relação ao que produzem as demais fontes de energia, mas é um passo muito importante para o País porque o coloca entre os países que dominam a tecnologia.

Foto: Divulgação

Usina possui 4,6 mil painéis fotovoltaicos

Com 4,68 mil painéis fotovoltaicos, que absorvem a luz do sol para transformação em energia elétrica, a planta recebeu investimentos totais de cerca de R$ 10 milhões. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) apoiou o projeto, inédito no País, com aporte de US$ 700 mil.

Projetada para crescer

A usina será ampliada gradualmente até atingir a capacidade de 50 MW. A empresa já possui autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e licença da Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará (Semace) para aumentar a capacidade da MPX Tauá para 5 MW.

Distante cerca de 360 quilômetros de Fortaleza, capital do Ceará, a MPX Tauá está conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) através de subestação da distribuidora Coelce, a partir de uma linha de 13,8 kV e 12 quilômetros de extensão.

Os painéis de alta eficiência da usina solar foram fabricados pela empresa japonesa Kyocera, com experiência de mais de 30 anos no setor. A cidade de Tauá foi escolhida por seus elevados índices de radiação solar ao longo de todo o ano.

Aposta na próxima década

Já existem projetos de aproveitamento da luz do sol no Brasil, mas nenhum deles é conectado ao sistema interligado. São circuitos voltados para a produção própria de residências, prédios comérciais, comunidades isoladas do sistema elétrico, entre outros casos.

A energia vai para todo o Brasil e será colocada na conta do consumidor, mas sem impacto na fatura porque representa muito pouco do consumo.

A energia solar deve ganhar espaço no País apenas na próxima década, pois ainda é muito cara em relação às outras fontes de eletricidade. Cada MW/hora gerado a partir do sol custa cerca de 4,5 vezes mais que o mesmo gerado a partir da água. Mas o preço tende a cair, conforme o domínio de tecnologia e o aumento de escala.

O sol é uma das apostas do planejamento energético como importante fonte de energia principalmente a partir dos próximos 20 anos, quando se esgotarem as possibilidades de novas hidrelétricas.

Fonte: Sabrina Lorenzi, iG Rio de Janeiro | 24/05/11

Emissário submarino da Boca do Rio será inaugurado sexta-feira (27) em Salvador

A Embasa inaugura, na presença do Governador Jaques Wagner, sexta-feira (27), às 9 horas, na Estação de Condicionamento Prévio da Foz do Brasil, na Boca do Rio, o Sistema de Disposição Oceânica – SDO Jaguaribe, marcando uma nova fase para o saneamento básico da região metropolitana de Salvador.

Construído por meio de Parceria Público Privada (PPP), uma das primeiras do País na área de saneamento, o sistema vai beneficiar, numa primeira fase, mais de 1,9 milhão de habitantes da capital e de Lauro de Freitas.
Saiba mais.

O investimento, da ordem de R$ 259 milhões, possibilita a ampliação do índice de cobertura do serviço de esgotamento sanitário para 90%, na capital baiana, um dos maiores entre as capitais brasileiras, pois garante a destinação adequada de esgotos coletados em bacias existentes que estão sendo ampliadas e nas novas bacias que estão em construção para atender os bairros de Águas Claras, Cajazeiras, Vila Canária, Castelo Branco, Valéria, Jardim Esperança, Sete de Abril, São Marcos, Trobogy e Canabrava, áreas densamente povoadas.

Até então, Salvador contava apenas com um emissário submarino, o do Rio Vermelho, inaugurado em 1975. Trabalhando no limite de sua capacidade de processamento (8,3 mil litros por segundo), este sistema de disposição oceânica já não pode, sozinho, absorver as milhares de novas ligações domiciliares que vêm sendo implantadas pela Embasa em Salvador, nos últimos anos.

O SDO Jaguaribe foi concebido e construído para estruturar a ampliação da cobertura de atendimento com esgotamento sanitário, em Salvador, e viabilizar a implantação deste serviço em Lauro de Freitas.

O sistema foi implantado a partir de PPP firmada, após processo licitatório, entre a Embasa e o Consórcio Jaguaribe, uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) formada pela Foz do Brasil – responsável pela locação e operação desse sistema pelos próximos 15 anos – e pela Odebrecht Infraestrutura, responsável pela construção de todo o conjunto de obras e equipamentos que compõem o SDO.

Fonte: Consulado Social - 24/05/11

Nasa anuncia novo sistema de transporte no lugar de ônibus espacial

Naves projetadas devem ser dez vezes mais seguras que antecessores.
Viagens à ISS tendem a ficar sob responsabilidade única do setor privado.

A Nasa anunciou nesta terça-feira (24) o novo sistema de transporte que levará humanos para o espaço.

Segundo o administrador da agência americana, Charles Bolden, o projeto se baseará em um design originalmente planejado para a nave Orion, que substituiria os ônibus espaciais, e agora será usado para desenvolver uma espaçonave conhecida como veículo de tripulação para diversas finalidades (MPCV, na sigla em inglês).

MPCV (Foto: Lockheed Martin/Nasa)MPCV é o novo sistema de transporte espacial desenvolvido pela agência (Foto: Lockheed Martin/Nasa)

A empresa Lockheed Martin Corp. está trabalhando para concluir o MPCV.

A nave deve conduzir quatro astronautas em missões de 21 dias e aterrissar no Oceano Pacífico, próximo à costa da Califórnia.

A sonda terá um volume pressurizado de 690 metros cúbicos, com 316 metros cúbicos de espaço habitável. Ela é projetada para ser dez vezes mais segura que seus antecessores durante o lançamento e o retorno à Terra.

“Estamos comprometidos com a exploração humana para além da órbita terrestre e com o desenvolvimento da próxima geração de sistemas para nos levar até lá”, disse Bolden."

O transporte à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) deve ser feito apenas por parceiros do setor privado, para que a Nasa fique focada em veículos de lançamento e na exploração espacial.

"A equipe governamental e industrial do Orion tem mostrado excepcional criatividade em encontrar formas de manter os custos baixos por meio de técnicas de gestão, soluções e inovações", afirmou o administrador Douglas Cooke, da diretoria de sistemas de exploração da Nasa, em Washington.

Fonte: Do G1, em São Paulo - 24/05/11

Acer anuncia investimento de US$ 30 milhões no Brasil

Fabricante de computadores voltou a montar no país em 2009.
Aporte servirá para divulgar marca e criar estrutura de suporte e SAC.

O tablet da Acer com sistema operacional Android 3.0 (Honeycomb) chegou aos Estados Unidos no domingo (24) por US$ 450. Com tela de 10,1 polegadas, o “Iconia Tab A500” tem memória RAM de 1 GB e armazenamento em flash de 16 GB. O aparelho traz ainda uma câ (Foto: Divulgação)
Iconia Tab A500, da Acer (Foto: Divulgação)

A fabricante de computadores taiwanesa Acer vai investir US$ 30 milhões no Brasil.

O objetivo é consolidar a reestruturação da operação local da empresa, que voltou a fabricar notebooks e netbooks no país em 2009, por meio de produção terceirizada.

O aporte será destinado à divulgação da marca e busca de novas parcerias com varejistas para expandir a presença dos produtos da empresa em outras regiões.

A criação de uma estrutura de serviços de suporte e atendimento aos clientes também estão no centro dos investimentos.

'Para 2011, nossa expectativa é crescer 25% no Brasil em termos de receitas', disse Emmanuel Fromont, vice-presidente corporativo e presidente da Acer para as Américas.

A Acer prevê ainda o lançamento de dois modelos de tablets no mercado brasileiro a partir do terceiro trimestre. I

nicialmente, esses produtos serão importados, mas a fabricação local já está em avaliação pelos executivos, especialmente após a publicação da Medida Provisória que desonera a produção desses equipamentos no país.

Fonte: do Valor Online - 24/05/11

Campanha quer incentivar a leitura nas escolas em Pernambuco

“Biblioteca Interativa, Sociedade Viva” quer atrair os alunos

Lucas Santana

Ontem pela manhã, o secretário Estadual de Educação, Anderson Gomes, realizou o lançamento da campanha “Biblioteca Interativa, Sociedade Viva”, que tem como objetivo atrair os alunos e comunidade para dentro das bibliotecas escolares. A solenidade de abertura aconteceu na sede da secretaria, no bairro da Várzea, Zona Oeste do Recife.

O objetivo do programa é promover ações de melhoria no espaço físico e no acervo, além de atividades educativas como rodas de leitura, concursos literários e dramatizações. Durante todo o dia, várias editoras fizeram a exposição de seus livros nos diversos locais em que foi aberta a campanha.

O lançamento aconteceu simultaneamente em quatro locais: Biblioteca Especializada Maria Natália de Andrade Guerra, em Nazaré da Mata; na Escola Estadual Ministro Jarbas Passarinho, em Camaragibe; na Biblioteca Comunitária Severina José de Santana, em Paulista; e na Secretaria de Educação, e contou com a presença de gestores, professores e e alunos.

De acordo com Anderson Gomes, a iniciativa vai dinamizar as bibliotecas, que se tornarão mais atrativas aos jovens. Pernambuco tem 900 escolas com biblioteca integrada, e até 2014, segundo a pasta, as 112 unidades que ainda não dispõem de um espaço apropriado vão receber as unidades de pesquisa e lazer.

“Vamos implementar, também, uma pausa nas atividades da escola por cerca de 30 minutos, que serão destinados às atividades de leitura. A participação da família no processo de incentivo ao exercício é peça chave no aumento dos leitores”, completou o secretário. O programa vai até o final do ano letivo, se renovando a cada período escolar.

Professora há quase 25 anos, Maria Luíza Pereira, 50, reiterou o discurso de que a leitura é fundamental para o crescimento intelectual dos jovens, através do conhecimento de cunho profissional e pessoal. “É uma coisa tão importante quanto comer ou beber água”.

Aluna da 4ª série da Escola Jornalista Costa Porto, Priscila Ferreira da Silva, 10, contou que aprendeu a ler em casa com a ajuda da mãe, mas foi na escola que passou a ter contato diário com os livros. “Gosto de histórias de princesa, como a Branca de Neve.
A tia (professora) sempre me incentiva a ler no recreio”, afirmou.

Fonte: Folha PE - 24/05/11

Universidades do Rio se unem para pesquisar formas de aumentar a produção no ambiente aquático

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Universidades públicas e privadas do Rio de Janeiro vão participar de trabalho conjunto de pesquisa para promover o incremento da produção no ambiente aquático brasileiro, que inclui as lagoas, os rios e o mar. O trabalho será coordenado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), primeiramente no estado do Rio e, posteriormente, em todo o país.

'A [Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro] Rural vai coordenar as ações para estimular o incremento do setor da pesca e aquicultura, do ponto de vista de trabalhos científicos e do desenvolvimento de projetos de produção', informou hoje (24) à Agência Brasil o reitor da UFRRJ, Ricardo Motta Miranda.

A expectativa é, a partir dos estudos, aumentar a produção atual em dez vezes.
Miranda destacou que a pesquisa levará em conta os princípios de sustentabilidade social e ambiental, mas vendo o pescado 'como um grande negócio que tem ainda muito a crescer no Brasil'.

As metas para atingir esse objetivo serão definidas no Fórum Revolução Azul, que a UFRRJ promove amanhã (25), em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Segundo o reitor da UFRRJ, o fórum servirá para a 'formalização do reconhecimento da atividade de produção de pescado e demais produtos que usam a água como substrato dentro do mundo rural'. As conclusões em direção ao desenvolvimento sustentável do uso das águas brasileiras farão parte da Carta da Revolução Azul, que será lançada durante o evento.

'É um documento que coloca o direcionamento do setor rural para a Rio+20 [Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, em 2012] no que diz respeito à conscientização socioambiental, relacionada à parte das águas'. A intenção, de acordo com Miranda, é que a Carta da Revolução Azul funcione como ponto de partida para a organização de todas as entidades e pessoas que atuam na área do planejamento e desenvolvimento sustentável.

Miranda ressaltou que essa é a primeira vez que ocorre no país uma tentativa de planejamento semelhante, unindo o meio acadêmico, o empresariado, um banco de desenvolvimento e entidades representativas de trabalhadores rurais que atuam ligados à produção nas águas continentais e marinhas. 'Está faltando a identificação de todos os elos da cadeia produtiva e dos gargalos para definir até que ponto pode ir o planejamento de expansão'.

A conferência das Nações Unidas ocorrerá no Rio de Janeiro, exatamente 20 anos depois da conferência que ficou conhecida como Rio 92. O objetivo é fazer um balanço das ações empreendidas no mundo desde então. A Rio 92 é considerada um marco na história do desenvolvimento socioambiental.

Edição: Lana Cristina

Fonte: Agência Brasil - 24/05/11

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