quarta-feira, 30 de março de 2011

Sebrae capacita empresas de Tecnologia da Informação em Pernambuco

As micro e pequenas empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação ganharam o apoio do Sebrae Pernambuco para elaborarem seus projetos voltados a editais de fomento de inovação.

A partir do dia 02 de maio, o órgão irá realizar uma capacitação para essas instituições.
Os interessados têm até o dia 08 de abril para responder um questionário elaboradora pela entidade e serem selecionados.

O curso Elaboração, Gestão e Acompanhamento de Projetos de Captação de Recursos para Inovação nas empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação vai orientar os empreendedores sobre como devem preparar um projeto para submetê-lo aos editais de fomento à inovação e, com isso, garantir recursos para executar as ações.

Para participar do curso, os interessados devem preencher formulário e enviar para o e-mail periclesf@pe.sebrae.com.br com o título “Questionário inovação”.

O material será avaliado por uma comissão julgadora, composta por representantes do Sebrae, Softex e Porto Digital.

A equipe vai considerar critérios como a disponibilidade para participar do trabalho, a percepção sobre a importância da gestão da inovação para a empresa e a importância da elaboração de projetos para captação de recursos.

Ao todo, 12 empresas serão selecionadas para compor a turma.

A capacitação será realizada no Centro de Educação Empresarial e é dividida em dois blocos, que vão contar com instrutoria, dividida em três minicursos, e consultoria, com 30h para cada empresa participante.

O investimento total é de R$ 500.

Mais informações pelo e-mail periclesf@pe.sebrae.com.br ou pelo link http://www.sebrae.com.br/uf/pernambuco/setores-de-atuacao/industria/setor-industria.

Fonte: Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR - 30/03/11

Ministério da Fazenda aprova fusão que criará maior produtora mundial de suco de laranja

Brasília – A Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda recomendou a aprovação sem restrições da fusão que criará a maior produtora de suco de laranja do mundo: a Citrosuco, do Grupo Fischer, com a Citrovita, do Grupo Votorantim.

De acordo com o parecer da Seae, a operação não provoca prejuízos à concorrência no mercado de laranja in natura nem no de suco de laranja congelado. O negócio precisa ainda ser analisado pela Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça, antes de ser julgado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Anunciada em maio do ano passado, a fusão criará a maior produtora internacional de suco de laranja, com 25% de participação no mercado mundial do produto e faturamento anual de R$ 2 bilhões. No Brasil, a nova gigante dominará de 40% a 45% da laranja processada, empurrando a atual líder, Cutrale, para o segundo lugar, com 35% de participação.

Cada empresa terá 50% de participação. De acordo com a Seae, a fusão resultará na integração não apenas da fabricação do suco, mas de toda a cadeia produtiva. A unificação também abrangerá a armazenagem, o transporte, a distribuição e a comercialização de suco de laranja e derivados. O plantio e o cultivo da laranja também serão unificados.

A legislação brasileira exige que atos de concentração, como compra ou fusão de empresas, que envolvam faturamento superior a R$ 400 milhões ou participação de mercado acima de 20% sejam aprovados pelo o Cade, com base em pareceres da Seae e da SDE.

Fonte: Da Agência Brasil - 30/03/11

A união faz a força

Sistema implantado em Santa Catarina evita morte de camarões contaminados pelo vírus da mancha-branca ao propor criação do crustáceo junto com populações de tilápia.

Por: Célio Yano


A união faz a força

Maricultores manejam rede em Tijucas (Santa Catarina). Experimentos no local mostraram que a criação conjunta de tilápias e camarões promove o equilíbrio ecológico e o desenvolvimento saudável das duas espécies. (foto: Frederico Santos da Costa)

Um é pouco, dois é bom. A máxima foi levada ao pé da letra pelo engenheiro de aquicultura Frederico Santos da Costa depois que uma doença conhecida como síndrome da mancha-branca se alastrou como praga entre camarões no litoral de Santa Catarina em 2004.

Para evitar a repetição do problema, que acarretou prejuízos de cerca de R$ 6 milhões para produtores do crustáceo, Costa passou a testar um sistema de policultivo, inserindo tilápias (Oreochromis niloticus) no mesmo viveiro em que criava camarões (Litopenaeus vannamei).

“A convivência entre os animais criou um equilíbrio ecológico que impediu a morte de camarões com mancha-branca”

Os experimentos foram feitos em 2007 numa fazenda marinha que a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) mantém no município de Barra do Sul. A ideia central era incentivar o uso do método para que pequenos produtores tivessem a tilápia como alternativa de renda em caso de nova perda de produção de camarão.

Mas a solução se mostrou promissora principalmente por outro motivo. “A convivência entre os dois animais criou um equilíbrio ecológico que impediu o adoecimento e a morte de camarões com mancha-branca”, explica Costa, que publicou as conclusões da pesquisa em sua dissertação de mestrado, defendida na UFSC em 2008.

Tilápias
As tilápias, além de limpar o ambiente e prevenir a morte de camarões por adoecimento, rendem ganho extra para o pequeno produtor. (foto: Frederico Santos da Costa)

O vírus da síndrome da mancha-branca (WSSV, na sigla em inglês) não é prejudicial à saúde humana, mas a comercialização de camarões é prejudicada em caso de contaminação porque geralmente os animais portadores do vírus morrem antes do período de coleta. “Em dois dias o camarão já está em estado de decomposição, o que o torna inviável para consumo”, afirma o pesquisador.

Em Santa Catarina, o surto da mancha-branca que há alguns anos afetou populações de camarão foi tão grave que dezenas de pequenos produtores desistiram do negócio e passaram a usar as fazendas de cultivo para outras atividades, como criação de gado ou geração de energia a partir do vento. Das 110 fazendas de cultivo de camarão que funcionavam em 2004, menos de 20 permanecem em operação.

Trabalho em equipe

A síndrome da mancha-branca, que recebe esse nome por deixar a carapaça do camarão com nódoas de forma arredondada e esbranquiçada, tem como principal consequência a debilidade do sistema imunológico do animal.

“O WSSV está para o camarão como o HIV está para o ser humano”, compara Costa. Eliminar da água o excesso de agentes patológicos é, portanto, a melhor forma de evitar que os crustáceos contraiam outras doenças e morram. É aí que a tilápia entra na história.

Enquanto as populações de camarão se estabelecem no fundo do mar, a tilápia costuma nadar na superfície, onde se alimenta de diversos tipos de microrganismos nocivos ao camarão, como bactérias luminescentes.

O peixe atua como um desinfetante do ambiente e previne a infecção dos crustáceos

Como o trato intestinal da tilápia destrói esses microrganismos, o peixe, na prática, atua como um desinfetante do ambiente e previne a infecção dos crustáceos.

O resultado é que a água fica menos turva e se mantém estável em termos de temperatura e quantidade de oxigênio, favorecendo o desenvolvimento saudável de ambas as espécies.

O camarão, por sua vez, sustenta-se à base de substâncias não consumidas pela tilápia, como algas mortas e até as fezes do peixe, o que para o produtor significa economia de custos com ração. Os crustáceos que porventura morrem são ingeridos pelos peixes, reduzindo ainda mais as chances de contaminação de outros camarões.

Do ponto de vista comercial, a criação simultânea de tilápia e camarão mostra-se mais econômica do que a manutenção de dois criadouros separados para cada espécie. O engenheiro responsável pela pesquisa ressalta que o fato de os ciclos de produção da tilápia e do camarão terem períodos de duração distintos não atrapalha a atividade.

Tradicionalmente o período de engorda do camarão é estipulado em 90 dias e o da tilápia, em 180. “Em vez de coletar camarões de 12 gramas a cada três meses, o produtor pode obter unidades de 25 gramas duas vezes por ano.”

Camarões
Camarões criados em sistema de policultivo. Como a produção é coletada no ciclo de safra da tilápia, que tem período de engorda maior, os crustáceos chegam a ter até o dobro do tamanho dos desenvolvidos em monocultura. (foto: Frederico Santos da Costa)

Há três anos, com o também engenheiro de aquicultura Bruno Scopel, Costa abriu uma empresa dedicada à produção comercial de tilápias e camarões. O negócio prosperou e comprovou a eficiência do sistema.

No momento, os dois trabalham em testes para inserir uma terceira espécie na mesma fazenda: a ostra nativa (Crassostrea brasiliana), molusco que desempenha o papel de filtrador no ecossistema marinho. Eles acreditam que o método deve contrariar o dito popular e mostrar que três não é demais.

Célio Yano
Ciência Hoje On-line/ PR

Estudo feito com felinos ajuda na preservação do Cerrado brasileiro

Desde 2004 o Instituto Biotrópicos vem estudando os felinos do Cerrado, como onças pintada e parda, jaguatirica, gato-mourisco, gato-do-mato, gato-maracajá e gato palheiro, pois eles dependem de boas condições naturais para sobreviverem. l Imagem: Michel

Para que seja possível preservar o Cerrado é preciso conhecê-lo profundamente, sabendo todas as suas especificidades em fauna e flora. Percebendo essa importância, o Instituto Biotrópico, juntamente com parcerias públicas e privadas, realizou estudos detalhados para promoverem a preservação das espécies nativas brasileiras desse bioma.

“Informações técnicas qualificadas ajudarão a preservar e recuperar regiões estratégicas do Cerrado, mantendo sua rica biodiversidade e fontes de água importantes para a economia brasileira”, explicou Michael Becker, engenheiro ambiental da rede ambiental WWF.

A pesquisa feita pelo Biotrópicos teve como principal área estudada o parque Nacional Grande Sertão Veredas, que ocupa uma área de 230 mil hectares, entre Minas Gerais e Bahia. Lá são mantidos animais, vegetações, nascentes e veredas, que precisam de muito cuidado para permanecerem em estado de conservação. Isso significa que as propriedades localizadas ao seu redor também precisam passar por modificações, com o intuito de tornar o ambiente mais favorável às espécies locais.

Entre as propostas para que esse objetivo seja alcançado está o corredor de florestas nativas no entorno das áreas de conservação. Muitas propriedades estão aderindo à sugestão, pois além de beneficiar o meio ambiente a adequação também as torna legais, valorizando ainda mais as fazendas.

A fazenda Sete Veredas é um exemplo disso. Após o estudo e um planejamento feito juntamente com os responsáveis pelo parque, a propriedade teve o seu plantio alterado, para a produção de Eucalipto e os proprietários se preocuparam em manter o corredor florestal, como sugere o estudo.

Essa faixa de mata nativa que deve ser mantida foi planejada de acordo com os hábitos dos animais. Desde 2004 o Instituto Biotrópicos vem estudando os felinos do Cerrado, como onças pintada e parda, jaguatirica, gato-mourisco, gato-do-mato, gato-maracajá e gato palheiro, pois eles dependem de boas condições naturais para sobreviverem.

Assim, podem indicar quais áreas devem ser protegidas ou sofrer mudanças em seu gerenciamento, conforme explicado pelo biólogo Edsel Amorim Moraes Junior.
Para ele, a “regularização fundiária do parque é uma ação urgentíssima que garantirá um ambiente mais favorável à conservação”.

A pesquisa contou com o apoio do governo federal, Secretaria de Meio Ambiente e Turismo de Chapada Gaúcha, Instituto Estadual de Florestas, Universidade Federal de Minas Geral e diversas outras fundações, ONGs e institutos.

Fonte: da WWF - 30/03/11

London's Black Cabs Go Green

BY David Zax

A fleet should be ready by the London Olympics in 2012.

Zero-emission cabs are officially on their way to London. The cabs (which we've written about here before) have been approved for use on the city streets, having driven 8,000 miles on test tracks and on roads, garnering Road Legal status from England's Vehicle Certification Authority. London Mayor Boris Johnson is so pleased that he has advocated accelerated development of the cabs, which were developed by a consortium led by Intelligent Energy.


To celebrate its new legal status, one of the cabs went on a jaunt around London last week, passing by many of London's landmarks (like Big Ben, inset).

A release informs that the cab "excelled in rush-hour traffic, with smooth and responsive acceleration provided by the fuel cell and electric motors."

The new black cabs get a 250-mile driving range and can be refueled in five minutes, crucial for any working cabbie. Said Mayor Johnson, also responsible for a pioneering bike-share program:

"These prototype zero-emission taxis are a shining example of British ingenuity, combining revolutionary fuel cell technology with an iconic design classic.

This marks an important milestone in my goal to create a cleaner cab fleet, firstly through introduction of the first ever age limits moving towards zero-emission vehicles as they come to market."

Henri Winand, Intelligent Energy's chief, promised Londoners that they'd be "seeing more of them in the coming months." The plan is to have a fleet of 20 on the roads in time for the 2012 Olympics in London. James Kennedy, a spokesman, tells Fast Company that by 2016, "taxis be in wider, regular use around London."

Fonte: Fast Company - 30/03/11

Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) , grande alternativa para geração de energia

pch
PCH em Santa Catarina/Foto: Divulgação

Os impactos ambientais geralmente causados pelas hidrelétricas de grande porte representam uma ameaça ao desenvolvimento sustentável, bem como o desperdício do potencial hídrico de determinada região.

Nesse sentido, as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) servem como alternativa ao problema, sobretudo pela capacidade que possuem de oferecer energia adicional às fontes que produzem em massa.

O que são?

Entende-se por PCH toda usina hidrelétrica de pequeno porte cuja capacidade instalada seja superior a 1 MW e inferior a 30 MW. Além disso, a área do reservatório deve ser inferior a 3 km².

Como funcionam?

Uma PCH típica costuma operar a fio d'água, isto é, o reservatório não permite a regularização do fluxo d'água. Com isso, em ocasiões de estiagem a vazão disponível pode ser menor que a capacidade das turbinas, causando ociosidade. Em outras situações, as vazões são maiores que a capacidade de absorção das máquinas, permitindo a passagem da água pelo vertedor.

Uma PCH possui geralmente uma pequena barragem que desvia o curso do rio para o canal de adução. Como a barragem é de desvio e, por conseguinte pequena, com altura suficiente apenas para permitir a entrada de água no canal, o reservatório formado é pequeno, logo, pouca água é armazenada.

Neste tipo de operação, a central trabalha de acordo com o volume de água disponível no rio, ou seja, se o volume de água trazido pelo rio não é suficiente para a operação da central no patamar de potência anterior, há uma redução da potência de geração.

Por outro lado, quando o volume de água no rio é maior que o necessário para a geração de energia na máxima potência de geração, a água que sobra passa por cima da barragem através dos vertedouros e segue pelo curso natural do rio sem passar pelas máquinas.

Esta estrutura possui a vantagem de causar baixo impacto ambiental devido à pequena área alagada. Porém, apresenta o problema de não poder armazenar água excedente do período de chuvas para utilização no período seco, pois isto requer um grande reservatório. Uma barragem de PCH possui geralmente uma ou mais comportas de fundo (desarenadoras), que são utilizadas para:

  • Permitir a saída de um percentual da vazão total do rio denominada vazão sanitária ou vazão residual;
  • Permitir a passagem de água excedente durante as cheias, diminuindo a espessura da lamina de água sobre os vertedouros;
  • Permitir a descarga de areia do reservatório, amenizando os problemas de assoreamento.
  • A vazão sanitária é uma exigência ambiental, sendo necessária para manter o curso original do rio e o ecossistema local;
  • A diminuição da espessura da lamina de água sobre os vertedouros evita o alagamento indesejável de outras estruturas da barragem;
  • A descarga de areia do reservatório diminui o assoreamento que ocorre em virtude do material trazido pelo rio;
  • As descargas de fundo devem ser programadas com o Ibama (exigência da legislação ambiental).

Possíveis vantagens

  • Causa menos impactos ambientais do que as hidrelétricas de grande porte;
  • Melhor aproveitamento hídrico;
  • Redução da necessidade de transmissão de energia por longas linhas;
  • Diminuição de perdas no sistema;
  • Menos dificuldades para obter licenciamento ambiental;
  • Descentralização da produção energética;
  • Geração de empregos para as comunidades locais, geralmente por meio de pequenos e médios investidores, em vez de grandes instituições bancárias.

Possíveis desvantagens

  • Pequenos impactos ambientais, como o desaparecimento de cachoeiras (a depender da circunstância);
  • Geração limitada de energia - pequena proporção em relação a demanda;
  • Custo por KW de energia elétrica maior do que o de uma usina de grande porte, pois as vazões são maiores que a capacidade de absorção das máquinas, permitindo a passagem da água pelo vertedor.

Fonte: Portal PCH, Eletrobras e Aneel./EcoD - 30/03/11

Catadoras de mangaba recebem treinamento em produção de mudas


Raquel Fernandes
Catadoras de mangaba recebem treinamento em produção de mudas

Transferir para catadoras tradicionais conhecimentos sobre a produção de mudas de mangabeira, árvore símbolo de Sergipe, cujo fruto é a fonte do sustento de diversas famílias. Este foi o objetivo do curso promovido pela Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE), na quinta-feira, 24 de março, no campo experimental Reserva do Caju, em Itaporanga d’Ajuda.

Participaram da capacitação 25 catadoras dos povoados Porteira, em Japaratuba – Leste Sergipano, Jatobá e Capoã, em Barra dos Coqueiros – Grande Aracaju, dos assentamentos Dorcelina Folador e Darci Ribeiro e da comunidade tradicional Ilha Mem de Sá, em Itaporanga d’Ajuda – também na Grande Aracaju.

O curso foi coordenado pelos pesquisadores Ana Lédo e Josué da Silva Júnior, além da analista Raquel Fernandes, da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A iniciativa integra as ações do projeto ‘Tecnologias sócio-ambientais para a sustentabilidade dos agroecossistemas manejados pelas mulheres catadoras de mangaba de Sergipe’, financiado pelo CNPq, que tem como parceira a Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA). A demanda foi feita pelas próprias catadoras durante o processo de mapeamento do extrativismo da fruta no Estado, e em outros encontros promovidos pela Embrapa e parceiros.

Entre os conhecimentos transmitidos estavam as técnicas de obtenção de sementes por maceração em peneira (foto), preparação das mudas, uso de substrato arenoso e montagem de viveiro para as mudas. Raquel Fernandes acredita que o curso ajudará as catadoras a melhorarem os sistemas produtivos da mangaba nas localidades onde moram.

Saulo Coelho - Jornalista (MTb/SE 1065)
Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju-SE)
Contatos: saulocoelho@cpatc.embrapa.br / (79) 4009-1381

Peoples participation in public administration is the key in India

GURGAON: Less than two years ago, when Business Today did a survey on the best Indian cities to work, play and live, it was ecstasy as well as agony for Gurgaon.

While in the work category, Gurgaon figured right on top clocking an annual per capita of Rs 1,22,212, only lower than Chandigarh and Mumbai, when it came to life after work, the

Millennium City crashed down to the much lower ranking of 11, primarily due to its shoddy roads and erratic power supply.

When it comes to traffic, the situation is pretty much the same or has rather worsened, with a citizen, on an average, spending at least a day in traffic jams in a month. Google for what-is-the-best-time-to-travel-to-Gurgaon and you will get a confirmation.

The city of Indore, with a population as much as Gurgaon, had to go through the same problem some time back deterioration of road conditions and worsening traffic situation.

But it quickly found a solution peoples participation in public administration.
The administration issued municipal bonds in 2001 for Rs 100 million through private placement to improve roads in the city, with the state government standing guarantee to the bonds.

It was felt that involvement of local residents in planning and execution of community-based projects would lead to more efficient utilization of resources, higher accountability and superior quality of output.

Driven by this strong conviction, and prompted by the inadequacy of financial resources, the Indore Municipal Corporation approached the citizens to act as equal shareholders in the restoration of the citys roads.

What followed was a unique partnership between the municipal body and its citizens. The sense of ownership and monitoring by the local community clearly led to better maintenance of roads.

The role of the IMC involved facilitation, planning, monitoring and finance management, while that of the citizens was in the nature of financial contribution and participation in implementation.

The project has been instrumental in improving the condition of the existing roads in Indore. Encouraged by the positive outcome of this public-private-partnership, the IMC is now planning to extend this concept to auditorium construction, drainage, sanitation and rainwater harvesting.

In Gurgaon, projects where citizens have been involved have moved forward, examples being the Biodiversity Park, Project Hope, Citizen Monitoring Committee for MG Road and so on.

Clearly, it has been proven that participation of the citizens is the only way for moving forward. Gurgaon urgently needs a City Development Plan keeping in view its deficiencies and requirements till 2025. There is no doubt that RWAs, citizen bodies and communities would be more than eager to contribute and thus give a boost to development in the city.

The city administration also needs to take a look at how the municipal corporation of Thane, a city about 19 kilometres from the coast of Greater Mumbai, removed traffic congestion at the Thane railway station that handles over half a million commuters every day.

The authorities have constructed grade separators for various modes of traffic and provided a dedicated passage for pedestrians by building a low-level deck and extended skywalks for them. The deck, which also has bus stops, is connected to the exclusive flyover and down ramps ensuring a smooth passage for the buses.

The area below the low level deck is used as a pick-up and drop point for the public and private vehicles. Before the implementation of this project, there was no specific space for emergency vehicles in the station area. Now an exclusive lane has been accommodated for the private and emergency vehicles. After the completion of the project, the pollution level has improved considerably.

The Gurgaon administration, or rather the Haryana government, is advised to look at the Road Infrastructure Development Company of Rajasthan Limited (RIDCOR), a public-private partnership initiative of the state government and Infrastructure Leasing and Financial Services (IL & FS), which has added several thousand kilometres of roads in the state in last few years through its schemes like Missing Link Project, Central Road Fund and Mega Highways Project.

Fonte: Times of India - 30/03/11

Mercado impõe mudanças no setor saúde

Da Assessoria

Formação de redes, verticalização, novo modelo de remuneração, incremento das parcerias público-privadas. Estes são alguns fatores que vêm contribuindo para a mudança de perfil da saúde brasileira, segundo o coordenador Geral do 16º Congresso Latino-Americano de Serviços de Saúde, evento internacional do ClasSaúde 2011, Fábio Sinisgalli.

"Hoje temos um cenário que contribui fortemente para o desenvolvimento do setor, pois há uma forte injeção de recursos internos e externos. E quando isso ocorreu em outros setores da economia, somente os pouco e bons sobreviveram", lembra.

Nesse processo de mudanças, torna-se imprescindível conhecer as diretrizes do governo e das agências reguladoras.

"A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) têm editado normas, portarias, que impactam fortemente operadoras e prestadores de serviços. É importante conhecer a perspectiva de ambas, e também do Ministério da Saúde, para os próximos anos", defende Sinisgalli, que também é vice-presidente do Conselho Deliberativo do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, em São Paulo, e diretor do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP).

Se no SUS o aumento do número de parcerias público-privadas é um termômetro de mudanças que contribui para uma melhor assistência e gestão dos recursos, na saúde suplementar questiona-se se as mudanças que estão ocorrendo - e as que estão por vir - irão beneficiar o usuário e o mercado de maneira geral.

"Os aspectos positivos e negativos da verticalização já foram discutidos, mas o tema não está esgotado. Além dele, o que está na pauta, hoje, é como a formação de grandes redes de prestadores irá impactar a saúde privada.

Have rá diminuição da concorrência? Os poucos e grandes players definirão as regras? Como fica o usuário nesse processo? Terá garantida uma melhor assistência médica, hospitalar e acesso a novas tecnologias?", questiona Sinisgalli.

Os pequenos e médios empresários têm, sim, espaço nesse mercado, na opinião do coordenador do ClasSaúde. "É preciso estar atento às oportunidades que existem atualmente e no futuro. Pensar para fora, no setor como um todo, na organização, como ela pode ser inserida no processo. Para isso é necessário planejamento estratégico, governança corporativa e o auxílio de profissionais externos, pois na maioria das vezes não conseguimos enxergar nossos próprios problemas organizacionais", ensina Fábio Sinisgalli.

Com relação ao novo modelo de remuneração que está em discussão na ANS, ele defende um amplo debate com integrantes do setor, par a que se analise profundamente se ele é viável e condizente com a realidade brasileira. Mas se o fee for service é consensualmente um modelo perverso, por que a mudança ainda não ocorreu? "Porque o prestador não pode ficar à mercê das operadoras na questão dos reajustes. Essa é uma premissa fundamental. Para trabalharmos com previsibilidade, dentro de regras e orçamentos, precisamos garantir revisões periódicas com reajustes", explica o coordenador Geral do ClasSaúde 2011.

Fábio Sinisgalli acredita que essa mudança, porém, é só o início de um modelo que possa, futuramente, remunerar por performance, desempenho. "Só com esse tipo de remuneração conseguiremos ter um sistema que traga benefícios, que contribua para o desenvolvimento da saúde suplementar". O engajamento do médico e o desenvolvimento de indicadores assistenciais são outros desafios para que o processo se consolide.

A 16ª edição do Congresso Latino-Ameri cano de Serviços de Saúde, que acontece de 25 a 27 de maio, em São Paulo, discutirá profundamente todos os temas citados pelo coordenador Geral. O evento tem como tema central "Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e Ambientais" e está dividido em três módulos: Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde Suplementar e Capacitação Profissional.

Informações e inscrições pelo site www.classaude.com.br. Desconto para sócios da CNS, Fenaess e SINDHOSP. Vagas limitadas

Fonte: Olhar Direto - 30/03/11

Dubai calls for stronger public-private partnership to drive economic growth


"Dubai Economic Outlook 2011" seminar presents an overview of the Emirate's expected economic landscape and the growth prospects for 2011


Dubai, 30 March, 2011: His Highness Sheikh Ahmed Bin Saeed Al Maktoum, Chairman of the Dubai Economic Sector Committee, President of Dubai Civil Aviation and the Chairman and CEO of Emirates Group, called for stronger public private partnership to stimulate economic growth by leveraging arising opportunities and leveraging Dubai's extensive expertise in diverse sectors.

Addressing the Dubai Economic Outlook 2011 seminar organised by the Department of Economic DevelopmentDepartment of Economic DevelopmentLoading... (DEDDEDLoading...) in Dubai today, Sheikh Ahmed Bin Saeed Al Maktoum said Dubai is determined to promote a culture of transparent dialogue and international engagement as the emirate moves to the next level of growth and economic diversification.

"Our infrastructure has expanded to become one of the best in the world, and our systems and processes continue to evolve in line with international best practices.

We are also witnessing the continued excellence of the logistics, retail, trade and tourism sectors, which power the dynamics of Dubai's economy, and reiterate their legacy as the chief engines and enablers of growth," Sheikh Ahmed said.

He added that the current growth indicators of Dubai's traditional sectors along with the phenomenal development in infrastructure will reinforce Dubai's pre-eminence as a hub for regional and global trade.

"In 2010, logistics, manufacturing and financial services accounted for around 40 per cent of Dubai's GDP. Arrivals through Dubai International Airport recorded an increase of 15.3 per cent to reach 47.2 million in 2010.

The first phase of Al Maktoum International Airport, the world's largest passenger and cargo hub, is now open for cargo movement. Once fully operational it will have an annual capacity of 160 million passengers and handle more than 12 million tonnes of cargo."

Sheikh Ahmed said that to maximize benefits from the positive growth environment Dubai needs to maintain and build on productive partnerships through platforms like the Dubai Economic Outlook seminar.

"The global economic landscape offers a greater opportunity for Dubai to better utilise its sectoral expertise and growth experience and strategic orientations for its own benefit as well as for the benefit of a wider global community," he added.

The first-of-its-kind seminar, organised as part of DEDDEDLoading...'s commitment to the overall development, policy making and planning in relation to Dubai economy, is aimed at providing strategic insights and first-hand information about the sectoral growth prospects in the emirate and to build positive synergies between the public and private sectors in order to achieve optimal growth.

"We firmly believe that sharing views between representatives of the public and the private sectors in such a forum on the economic prospects in Dubai can benefit all parties, leading to better informed decision-making in the private sector and to improved economic policy-making as well," His Excellency Sami Al Qamzi, Director General of the Department of Economic DevelopmentDepartment of Economic DevelopmentLoading..., said.

Al Qamzi said he was confident that the seminar, proposed to be an annual event, will serve as a perfect platform for forward-planning and dialogue on macroeconomic and sector-specific issues and opportunities, as well as on the key economic drivers in Dubai.

The seminar brought together private sector champions and heads of major public sector organizations to provide informed estimates on Dubai's positioning in view of the macroeconomic and global context as well as an assessment of the extent of economic diversification in the emirate.

The seminar sessions included "Macro Outlook 2011", "Dubai and the World", and "Sector Outlooks" before concluding with the speakers' assessment of the "Key Drivers of Growth in 2011".

-Ends-

About Department of Economic DevelopmentDepartment of Economic DevelopmentLoading... (DEDDEDLoading...):
The Department of Economic DevelopmentDepartment of Economic DevelopmentLoading... (DEDDEDLoading...) is the government body entrusted to set and drive the economic agenda of the emirate of Dubai, UAE. DEDDEDLoading... supports the structural transformation of Dubai into a diversified, innovative service-based economy that aims to improve the business environment and accelerate productivity growth.

DEDDEDLoading... and its agencies develop economic plans and policies, identify and support the growth of strategic sectors, and provide services to domestic and international investors and businesses.


Fonte: ASDA'A Public Relations - 30/03/11

Inaugurada hidroeléctrica do Carvoeiro-Vouga em Portugal, um investimento de 250 mil euros


A central hidroeléctrica do Carvoeiro-Vouga, em Aveiro, foi hoje inaugurada e representa um investimento de 250 mil euros suportados pelo consórcio Spheraa/Luságua.

Trata-se da primeira turbina instalada no interior de um sistema de abastecimento de água que vai permitir produzir energia aproveitando os excessos de pressão existentes nas redes de água.

O sistema tem uma potência instalada de 85 quilowatts (Kw) e será responsável pela produção de energia renovável para 150 famílias.

Além das redes de abastecimento de água potável, o modelo pode ser aplicado em redes de drenagem de águas residuais, grandes hídricas e canais e sistemas de rega.

Fonte: OJE/Lusa - 30/03/11

Governo americano só comprará carros com propulsão alternativa

A partir de 2015, todos os novos veículos da frota do governo americano terão que ser híbridos, elétricos, ou utilizar combustíveis alternativos.

A informação foi dada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, num pronunciamento feito na Universidade de Georgetown, sobre política energética.

A frota do governo norte-americano supera 600 mil unidades. Obama quer, também, incentivar empresas que possuem grande número de carros a optar por unidades movidas a combustíveis alternativos.

Caso isso ocorra, na medida em que o governo deseja, poderá haver uma redução de um terço na importação de petróleo dos EUA até 2025. Atualmente, o país importa cerca de 11 milhões de barris por dia.

A renovação da frota governamental com veículos com formas de propulsão alternativa já vem ocorrendo há algum tempo, mas a nova política significará um aumento de dez vezes na aquisição desses modelos a partir de 2015.

Nos últimos dois anos, o governo central americano adquiriu pouco mais de 145 mil veículos, dos quais 10 por cento são híbridos. Em 2008, os híbridos eram apenas um por cento das compras.

Fonte: JM - 30/03/11

Shakira vai doar US$ 800 mil para construir escola no Haiti

A cantora colombiana Shakira fará na quinta-feira (31) uma breve visita ao Haiti, onde entregará uma doação de US$ 800 mil, que serão destinados à construção de uma escola, informou uma fonte vinculada à cantora.

A cantora passará pelo Haiti depois de Santo Domingo, onde nesta quarta se apresentará em um show.

Shakira fará a doação através de sua Fundação Pés Descalços que impulsiona a construção de uma nova escola no Haiti, para contribuir na recuperação a longo prazo do país devastado após o terremoto de janeiro de 2010 que deixou 316 mil mortos, 300 mil feridos e 1,5 milhão de desabrigados.

A cantora visitou o Haiti alguns dias depois da tragédia e anunciou que a escola será construída em colaboração com a organização Arquitetura para a Humanidade.


Adriano Vizoni/Folhapress
A cantora colombiana Shakira
A cantora colombiana Shakira, que doar US$ 800 mil para construir escola no Haiti em visita na quinta-feira (31)

Fonte: DA EFE, EM SANTO DOMINGO - 30/03/11

Emlurb afirma que a ausência de lixeiras é causada por vandalismo em Recife

Emlurb afirma que a ausência de lixeiras é causada por vandalismo em Recife

Publicado em 30.03.2011, às 10h35

Do NE10


O problema das lixeiras no Recife parece não ter solução. Enquanto uns reclamam da falta de equipamentos disponíveis, outros atribuem a pouca durabilidade das lixeiras à falta de consciência e vandalismos. Cada lixeira custa aos cofres municipais, em média, R$ 100. De acordo com a assessoria de Imprensa da Emlurb, somente em 2010 foram substituídas cerca de mil lixeiras na cidade.

O órgão afirma que o maior problema é o vandalismo e que tem conhecimento de que já houve situações de roubo dos equipamentos para comercialização. À medida que são identificados os danos, as papeleiras vão sendo substituídas, explica a Emlurb. Em janeiro deste ano, houve reposição dos equipamentos no Centro, porém a Emlurb não soube precisar a quantidade.

LEIA MAIS
» Quantidade de lixeiras não atende à demanda nas ruas do Recife

Em alguns locais, os comerciantes podem contar com lixeiras maiores para depositar o que produzem. Entretanto, segundo a Emlurb, não é possível instalá-las em toda a cidade porque é inviável do ponto de vista da ocupação do espaço público. A orientação dada pelo órgão é que inicialmente os comerciantes devem fazer uso de suas próprias lixeiras para, ao final do dia, colocar tudo em sacos de lixo para ser recolhido pelo caminhão da coleta.

Fonte: Do NE10 - 30/03/11

Nota do Editor: A Emlurb tem certa razão, apesar deste que escreve achar que a quantidade ainda é aquem das necessidade e a qualidade das mesmas ser discutível, tenho que concordar com esta constatação, grande parte da população não tem nenhum comprometimento com os equipamentos públícos já observei diversas vezes, vândalos de todas as classes sociais destruindo patrimônio que é de todos nós, pagos com nossos impostos, são lixeiras, orelhões e tantos outros, verdadeira falta de educação e cidadania.

Desapropriações mobilizam comerciantes e moradores em Cuiabá

Indefinição dos traçados das obras de mobilidade urbana preocupam população

Maricelle Lima - Cuiabá*

Empresários, locatários e moradores estão preocupados com a indefinição das possíveis desapropriações necessárias para a implantação dos corredores de BRT (Bus Rapid Transit) ou de linhas de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) em Cuiabá.

Neste domingo (27), cerca de 300 pessoas participaram do I Seminário Técnico sobre Desapropriação de Imóveis para as Obras da Copa 2014, evento promovido pelos escritórios Boaventura Advogados Associados e Neves e Rebello Advogados Associados.

Durante toda a manhã foram explicados os procedimentos imediatos para evitar prejuízos e transtornos de última hora. A principal dúvida dos participantes é sobre qual unidade de valor será estabelecida para o cálculo das indenizações.

Um caso exemplar é o do proprietário da Drogaria América, Carlos Pedro Medrado. Suas lojas estão localizadas no trevo do Santa Rosa, na avenida do Cpa, na rua Fernando Corrêa, na avenida da Feb e no posto Zero, todas ao longo dos corredores do novo sistema.“Estou nas duas situações, de proprietário e de locatário, emprego dezenas de pessoas e não sei o que fazer”, explicou.

Outro exemplo é o da dona de casa, Francisca Assis, que mora na avenida Miguel Sutil, próximo do trevo da João Gomes Sobrinho. Ela é moradora e aluga alguns imóveis. “Estou desesperada, sem ter um rumo a seguir. Depois de quase 30 anos para adquirir uma estabilidade financeira, corro o risco de ficar sem nada”, comenta.


Intervenção proposta para a av. Mário Andreazza, em Cuiabá (crédito: Agecopa/MT)

Sobre os dois exemplos, o advogado José Rodrigues Rocha, da Rebello Advogados Associados, disse que neste momento não será possível calcular o valor das indenizações porque a rota da desapropriação ainda não está pronta.

No final do ano passado, o governo do Estado anunciou a criação da Secretaria Extraordinária de Apoio às Ações da Agecopa e PAC para tratar da questão. Em fevereiro, a Agecopa anunciou a contratação em caráter emergencial da empresa Regular Assessoria e Regularização Imobiliária para desenvolver estudos sobre as áreas que possivelmente serão desocupadas.

No entanto, o levantamento dependia da entrega dos projetos dos dois corredores BRT, o que somente ocorreu neste mês de março. Os projetos foram encaminhados à Superintendência da Caixa Econômica Federal – a financiadora das obras – para avaliação.

Agora, com as informações disponíveis para o estudo, não há mais empresa para realizar o trabalho de levantar a necessidade de desapropriação porque na última semana a Agecopa revogou contrato com a Regular alegando “inabilitação” por parte da companhia e anunciou que a escolha da empresa que fará o mapeamento das áreas a serem desocupadas será realizada pela modalidade pregão, nos próximos dias.

O assunto foi motivo de protestos por parte de comerciantes de imóveis na avenida Prainha, uma das vias que terá o maior número de desapropriações. Além dos donos dos imóveis, os empresários – na maioria locatários – também querem ser ressarcidos pelos pontos comerciais, caso tenham que fechar as portas de seus comércios.

VLT ou BRT
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado José Riva (PP), defende a implantação dos sistemas de VLT ou monotrilho na cidade, que teriam menor impacto de desapropriações, segundo o parlamentar.

“O governador Silval Barbosa concorda plenamente que o monotrilho e VLT são as melhores opções. O monotrilho é o que mais nos interessa porque tem pouca desapropriação”, destacou Riva, que esteve reunido com o governador nesta terça-feira (29) junto com mais 20 deputados.

Ele também alertou sobre a implantação do BRT (ônibus de transporte rápido), já que estudos apontam 1.300 intervenções. “É possível executar um projeto em tão pouco tempo fazendo tantas desapropriações?”, questionou Riva, ao lembrar que o monotrilho utiliza apenas 2,5 metros de largura, o que provocaria menos remoções.

“Quero que o governador decida pela melhor opção e que seja a mais viável não só em função da Copa do Mundo. Pois, não podemos focar somente no mundial”. Conforme Riva, os representantes do VLT, convidados por ele para realizar estudos de viabilidade, acabaram desestimulados por discursos de diretores que deixaram clara a defesa do sistema BRT.

“Quem se sentiria seguro vindo aqui discutir VLT, se no mesmo dia o diretor Yênes baixou um procedimento para contratar empresas para fazer as desapropriações para o BRT? Foi uma falta de bom senso”, declarou.

Fonte: *Com informações da Agecopa - 30/03/11

Braga/Portugal: ARS Norte já nomeou novo gestor da PPP do Hospital

A Administração Regional de Saúde do Norte nomeou Emanuel de Barros como novo gestor da Parceria Público-Privada do Hospital de Braga, depois da ministra da Saúde ter anunciado hoje a demissão do anterior responsável, Francisco Cabral.

Em comunicado enviado hoje à Agência Lusa, a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte) anunciou a nomeação de Emanuel Barros como gestor da Parceria Público-Privada (PPP) na administração do Hospital de Braga.

Segundo o comunicado, a escolha de Emanuel de Barros é sustentada pelo "currículo pessoal, percurso e experiência profissional".

"O facto de irmos entrar numa nova fase da PPP, com início nos primeiros dias de maio com o processo de transferência para as novas instalações, torna-se necessário reforçar e adequar o modelo de acompanhamento às necessidades, planeadas e previstas, bem como aquelas que entretanto se identificaram", justifica a ARS Norte.

O comunicado adianta que esta nomeação pretende "constituir um novo modelo, com uma equipa de acompanhamento do contrato da PPP do Hospital de Braga, mais adequada aos objectivos pretendidos" e teve em conta o facto da unidade ser "um dos hospitais públicos mais importantes do Norte do país, com enorme complexidade e diferenciação, indispensável na área do Ensino Universitário".

Fonte: por Lusa - 30/03/11

Obama propõe expansão da produção de etanol e cita Brasil

Washington - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, propôs a expansão da produção de petróleo e etanol no país, como parte de uma nova agenda para ajudar a reduzir a dependência das importações.

O presidente exaltou os benefícios do uso de energias renováveis como um modo de acabar com a dependência norte-americana do petróleo importado. Obama citou o Brasil como exemplo de país onde a utilização de biocombustíveis renováveis já é uma realidade. "Se alguém duvida do potencial dos combustíveis renováveis, considere o Brasil. Lá, mais da metade dos veículos podem utilizar biocombustíveis", disse.

O presidente americano disse também que, na semana passada, a Força Aérea dos EUA utilizou um biocombustível avançado para abastecer um avião F-22 Raptor, que voou mais rápido que o som. Segundo ele, a Força Aérea tem como objetivo conseguir metade de seu consumo doméstico de combustível através de fontes alternativas até 2016.

Obama disse também que está pedindo para que a Marinha e os departamentos de Energia e Agricultura trabalhem com o setor privado para criar biocombustíveis avançados que possam ser utilizados não apenas em jatos, mas em caminhões e aviões comerciais. A afirmação de Obama foi feita em um discurso na Georgetown University.

Em sua recente visita ao Brasil, Obama assinou um acordo para que os governos brasileiro e americano trabalhem no desenvolvimento de um combustível de aviação renovável. Em seu discurso do Estado da União de janeiro, ele também anunciou a meta de ter 80% da eletricidade da América vindo de fontes de energia limpas até 2035.

O presidente informou também que não há soluções rápidas para diminuir a dependência dos Estados Unidos de fontes de energia estrangeiras. "Continuaremos sendo uma vítima das mudanças no mercado de petróleo até levarmos a sério uma política de longo prazo para energia segura e acessível", afirmou Obama, de acordo com uma cópia do discurso divulgada pela Casa Branca.

Obama propôs três novos objetivos em seu discurso. Ele estabeleceu uma meta geral de reduzir as importações de petróleo em um terço até 2025, construir quatro novas refinarias para produzir etanol nos próximos dois anos e direcionar as agências federais a comprar apenas veículos que utilizam combustíveis alternativos até 2015.

O governo de Obama impôs uma moratória sobre a perfuração na costa do Golfo após um desastroso derramamento de petróleo pela BP no ano passado. Desde então, a moratória foi suspensa e, nas últimas semanas, a administração emitiu sete concessões de perfuração em águas profundas. O presidente afirmou que o governo encoraja a exploração marítima de petróleo, "contanto que seja segura e responsável".

Fonte: Agencia Estado - 30/03/11

Acesso fácil a certidões ajudará 100 mil contribuintes

Com a simplificação dos procedimentos para obtenção de certidões de regularidade fiscal pela internet, a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) pretendem reduzir ao máximo a necessidade de comparecimento aos balcões de atendimento.

Segundo dados dos órgãos, das mais de 1,5 milhão de certidões emitidas por mês, entre 7,5 mil e 8 mil ainda dependem de informações prestadas pessoalmente pelos contribuintes.

Segundo o diretor do departamento de gestão da dívida ativa da PGFN, Paulo Ricardo de Souza, até o fim de abril os procedimentos de batimento de informações dos órgãos serão aperfeiçoados. A medida deve beneficiar cerca de 100 mil contribuintes, em sua maioria grandes empresas que participam em obras do governo ou tomam empréstimos de bancos públicos.

"A grande maioria das certidões negativas ou positivas com efeito de negativas já podem ser retiradas pela internet, mas nos casos onde há contestações judiciais ainda era necessário o fornecimento de informações nos balcões de atendimento", explicou.

As certidões, que tem validade de seis meses, atualmente demoram até dez dias para serem liberadas nesses casos, por dependerem de análise por parte dos técnicos do Fisco e da PGFN. Com as mudanças previstas, porém, a emissão poderá ser imediata. "Apenas pouquíssimos casos ainda dependerão de informações adicionais", acrescentou Souza.

Além disso, os contribuintes que parcelaram dívidas com a União por meio do chamado "Refis da Crise", mas não optaram por quitar a totalidade dos débitos, também poderão obter as certidões pela internet. Segundo o subsecretário de arrecadação e atendimento da Receita, Carlos Roberto Ocaso, esse grupo é formado por 16,3 mil empresas.

Aviso

Outra alteração no sistema avisará o contribuinte sobre o vencimento das declarações via caixa postal eletrônica no próprio site da Receita, no portal Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (eCAC). A notificação ocorrerá duas vezes, uma a 60 dias e outra a 30 dias do prazo final, para que o processo de renovação já possa ser iniciado. Além disso, haverá a informação sobre eventuais pendências.

"A partir dessa mudança, nenhum contribuinte poderá alegar surpresa ao não conseguir uma certidão negativa ou uma positiva com efeito de negativa, pois ele vai ganhar um prazo para resolver suas pendências antecipadamente", completou Souza.

Fonte: Agencia Estado - 30/03/11

Objetos incas de Machu Picchu devolvidos ao Peru têm recepção calorosa

Recepção presidencial: cerca de 400 peças arqueológicas de Machu Picchu tiveram uma acolhida excepcional no Peru, após serem devolvidas pela Universidade de Yale, um século depois de seu
Imagem: Ernesto Benavides/AFP Photo
Recepção presidencial: cerca de 400 peças arqueológicas de Machu Picchu tiveram uma acolhida excepcional no Peru, após serem devolvidas pela Universidade de Yale, um século depois de seu "empréstimo" do sítio inca. Imagem: Ernesto Benavides/AFP Photo

Segurança máxima, televisão ao vivo, recepção presidencial: cerca de 400 peças arqueológicas de Machu Picchu tiveram nesta quarta-feira uma acolhida excepcional no Peru, após serem devolvidas pela Universidade de Yale, um século depois de seu "empréstimo" do sítio inca.

Mais de 600 policiais foram mobilizados desde o amanhecer para recepcionar no aeroporto 30 caixas seladas, acompanhar a liberação na alfândega e o trajeto até a presidência a bordo de quatro caminhões, em comboio com sirenes ligadas para atravessar o tráfego intenso de Lima.

"Aqui estão os tesouros arqueológicos de Machu Picchu, restituídos pela Universidade de Yale. O Peru recuperou seu patrimônio, o Peru avança", comemorava um slogan impresso nos caminhões, que também exibiam uma foto gigante da cidade inca, um dos pontos turísticos mais visitados das Américas.

Vários esqueletos completos e ossadas, jarras, peças em cerâmica, adornos e ferramentas: é um lote de "366 peças com qualidade suficiente para serem expostas e cerca de mil fragmentos".

Os objetos foram recebidos ao som do hino nacional na presidência, segundo o ministro da Cultura, Juan Ossio.

"São tesouros, mesmo que não sejam feitos de ouro ou de pedras preciosas, já que representam a dignidade e o orgulho do Peru (...).

Bem-vindos a parte do nosso passado, da nossa carne, do nosso sangue", declarou o presidente Alan Garcia, cercado por seus ministros, antes dos tiros de canhão.

No total, cerca de 45 mil objetos - a maioria fragmentos - serão restituídos até o fim de 2012, segundo um acordo concluído em 2010 entre Yale e o Estado peruano.

Eles serão entregues à Universidade de Cuzco, cidade de acesso a Machu Picchu e centro histórico do Império Inca.

Após oito anos de tentativas fracassadas junto a Yale, Alan Garcia conduziu ano passado uma intensa campanha midiática e diplomática para recuperar essas peças e associá-las às celebrações, previstas para julho, da "descoberta ocidental" de Machu Micchu pelo americano Hiram Bingham.

O arqueólogo-explorador, inspiração para o personagem "Indiana Jones", ficou para a posteridade por ter "descoberto" em junho de 1911 a cidade inca em um promontório rochoso a 2.500 metros de altitude, na Cordilheira dos Andes. Uma cidade que os conquistadores espanhóis não haviam conseguido encontrar.

Bingham foi, sobretudo, o homem que revelou ao mundo a existência de Machu Picchu, apesar de os camponeses locais já saberem de sua localização há muito tempo.

Durante expedições entre 1912 e 1916, ele levou peças para estudar nos Estados Unidos, comprometendo-se a devolvê-las. Uma promessa não cumprida.

Os tesouros ficarão em "quarentena" por dois dias, serão cuidadosamente inspecionados e depois expostos por alguns dias em Lima, segundo o ministro da Cultura.

Eles partirão em seguida para Cuzco, onde permanecerão como peças de museu e objetos de pesquisa, segundo um acordo entre Yale e o Peru, que prevê trocas entre pesquisadores e estudantes.

Fonte: Da AFP/Paris - 30/03/11

Nota do Editor: Esta é uma ação importante, justa e tardia, mas antes tarde do que nunca.

Esse exemplo deveria ser seguido por todos os Governos cuja suas instituições e até os mesmos, espoliaram ou mais precisamente roubaram, tesouros de culturas ancestrais, como as Inca, Astecas, Egipcias, Maias e tantas outras ao redor do mundo.

Países como Portugal, Espanha, França, EUA, só para citar alguns, mas a lista é extença e esses governos deveriam ter a descência de assumirem suas responsabilidades e devolver o pouco que restou destas culturas.

Google escolhe Kansas City para testar banda larga ultrarrápida

O Google anunciou nesta quarta-feira ter escolhido Kansas City (estado de Kansas, centro dos EUA) para testar uma rede de banda larga cem vezes mais rápida que o normal.

No início de 2010, o Google tinha lançado um pedido de candidaturas para as cidades que quisessem beneficiar-se - às custas da empresa - da instalação de uma rede de banda larga ultrarrápida.

Cerca de 1.100 cidades candidataram-se com a esperança de ser a primeira cidade experimental do Google.

A proposta do gigante da Internet tinha desencadeado várias iniciativas pitorescas em algumas dessas localidades.

A capital do Kansas, Topeka, foi provisoriamente rebatizada de "Google" e um prefeito da Flórida (sudeste) entrou em um tanque cheio de tubarões para impressionar o titã da Internet.

Finalmente, Kansas City e seus 146.000 habitantes passaram no teste.
A rede ultrarrápida de "1 gigabit backbone" deverá instalar-se em casas particulares, escolas e empresas.

Segundo uma classificação feita pelo gigante de sistemas de redes na Internet Cisco em outubro, os Estados Unidos estão no 15º lugar no mundo em termos de velocidade de conexão na Internet.

Fonte: Da AFP/Paris - 30/03/11

Arena Pernambuco // Brotando concreto

Cassio Zirpoli

Primeiras armações estruturais da Arena Pernambuco começam a surgir no terreno em São Lourenço da Mata

Armações de concreto passaram a fazer parte do solo da Arena Pernambuco na tarde de 16 de março de 2011, data desde já histórica. Após muita articulação do comando executivo do estado, burocracia sobre os infindáveis documentos necessários pós-licitação e o amplo trabalho para preparar o terreno em São Lourenço da Mata, o cimento já começa a fomentar a base de sustentação do estádio local para a Copa do Mundo de 2014.

Nesta 8ª atualização da série Diário de uma Arena, a aguardada evolução física do projeto, com um número cada vez maior de operários nos 52 hectares do complexo esportivo do próximo Mundial da Fifa. De 300 trabalhadores no mês passado para cerca de 500 agora.
Um número que aumenta a cada semana, segundo o engenheiro responsável pela obra, Jayro Poggi.


Fotos: Bernardo Dantas/DP/D.A Press
Na visita regular do Superesportes ao terreno para a apuração da reportagem, chamou a atenção a presença de novas máquinas, num total de 90 no canteiro de obras.

Entre elas, três novos modelos de Perfuratriz, bem maiores que as máquinas utilizadas durante a perfuração para a colocação de dinamites no antigo morro rochoso - completamente demolido.



Com essas máquinas, começou o primeiro processo de fundação, que será modificado à medida em que o tipo do solo for melhorando. O departamento de engenharia da Odebrecht, líder do consórcio Arena Pernambuco Negócios e Participações Ltda, optou por começar pelo solo misto (arenoso e rochoso), de qualidade inferior. Neste caso, com as estacas de concreto.

O acesso ao local é restrito, tomado por caminhões, refletores, perfuradoras e geradores de energia para evitar qualquer imprevisto. O trabalho é automático, apenas com a Perfuratriz. Primeiro elas cavam buracos de oito metros. Em seguida é retirado todo o conteúdo de areia e resíduos, abrindo caminho para a terceira etapa.

Na mesma tubulação é injetado o concreto, junto à malha de aço, formando estacas com resistência suficiente para aguentar a estrutura completa de 129 mil metros quadrados, com capacidade para 46mil torcedores. O concreto é do tipo ´estrutural`.

O aço, modelo CA-50, é o mesmo utilizado na construção dos edifícios no Grande Recife. Diariamente vêm sendo produzidas dozes estacas. A distância entre elas varia de acordo com a planta do projeto.

´Estamos com três equipamentos operando e fazendo uma média de seis estacas por dia. Como estamos trabalhando com dois turnos, estamos fazendo 12 estacas por dia.

Em cima das estacas, executamos os blocos de fundação, onde nascem os pilares do estádio`, afirma Poggi, explicando a futura sequência de trabalho.

A etapa atual deve se estender até setembro, podendo ocorrer paralelamente a outras fundações no terreno.

O processo ainda terá a colocação no solo mais rochoso de blocos de concreto conhecidos como ´sapatas`, pesando 17,5 toneladas. Ao todo serão 600 unidades somando todos os tipos de bases de fundação. Linguagem técnica à parte, a arena começou a sair do chão.

Fonte: Superesporte/DP - 30/03/11

Campanha sensibiliza para doação de medula óssea em Pernambuco

O Centro de Tecnologia e Geociências da UFPE (CTG) sediará, na próxima segunda (4) e terça-feira (5), a III Campanha de Captação de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).

A mobilização de sensibilização, que faz parte do programa de extensão “Salvando Vidas em Vida: seja um doador voluntário de medula óssea”, ocorrerá das 8h às 20h.

Esta é uma iniciativa do Departamento de Medicina Social do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade, em parceria com a Central de Transplantes de Pernambuco e a Associação Amigos do Transplante de Medula Óssea (ATMO).

Mais informações pelo 2126-8550.

Com informações da assessoria

Caixa isenta de tarifas remessas para Japão

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Até 20 de abril, os correntistas da Caixa Econômica Federal que enviarem remessas ao Japão não pagarão tarifa. O banco isentou as operações para ajudar na recuperação do terremoto e do tsunami que atingiram o país asiático há 20 dias.

A isenção vale para remessas enviadas a correntistas de qualquer banco no Japão, não apenas da Caixa. O banco emitirá uma ordem de pagamento internacional para fazer o crédito na conta do beneficiário.

Sem agências no Japão, a Caixa tem um escritório em Tóquio desde 2007. Por meio de uma parceria com o Ministério das Relações Exteriores, no local é possível dar entrada no pedido de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O escritório recebe ainda ordens de pagamento do exterior em convênio com os bancos japoneses Iwata Shinkin Bank e Japan Post Bank.

Edição: João Carlos Rodrigues

Fonte: Agência Brasil - 30/03/11

Brasil produzirá remédios contra câncer em parceria com laboratório multinacional

Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O Brasil começará a produzir medicamentos contra o câncer por intermédio de parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o laboratório multinacional Roche. Atualmente, o país gasta cerca de R$ 2 bilhões por ano com a importação de remédios para tratamento de câncer. A informação foi divulgada hoje (30) pelo presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, durante assinatura de acordo com a Roche para a produção nacional de medicamento contra rejeição de transplantes.

O acordo para a produção de medicamentos anticâncer será definido por um grupo de estudos constituído com o laboratório e deve ser anunciado nos próximos meses, afirmou Paulo Gadelha. 'Este ano, nossa intenção é fechar outro acordo com a Roche, caminhando para a área de oncológicos, que é um dos objetivos estratégicos da política do Ministério da Saúde.
A ideia é começar a definir a incorporação de tecnologia. Definida a incorporação, começamos o processo gradativo de internalização da produção.'

O presidente da Fiocruz ressaltou que o laboratório estrangeiro tem conhecimento fundamental na pesquisa de drogas contra o câncer. 'A Roche tem medicamentos muito importantes na área de oncológicos. Estamos desenhando uma agenda de trabalho para que o próximo passo do acordo se estabeleça nesse campo. São medicamentos que têm um custo enorme para o Ministério da Saúde e que estão na pauta de estudos, com possibilidade de transferência de tecnologia.'

O acordo assinado hoje com a Roche contou com a presença do presidente mundial da empresa, Severin Schwan, e do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha.

'O país gasta [por ano] cerca de R$ 2 bilhões em medicamentos oncológicos. É uma área muito crítica e, ao recebermos boas propostas de produtores públicos, como a Fiocruz, vamos considerar com muita prioridade. O Brasil é fortemente dependente nessa área. Atualmente mais de 90% dos medicamentos contra o câncer são importados', disse Carlos Gadelha.

Ao final da cerimônia, o presidente da Fiocruz destacou também que a parceria para a produção de medicamentos contra a rejeição de transplantes permitirá que a fundação comece a distribuir, ainda este ano, em embalagens próprias, o remédio Micofenolato de Mofetila. O repasse de tecnologia da Roche estará completo em 2015, quando a Fiocruz terá dominado todas as etapas de fabricação do medicamento. Só em 2010, o Ministério da Saúde gastou mais de R$ 15 milhões na aquisição do remédio para pacientes transplantados, que precisam usá-lo de forma contínua por toda a vida.

Edição: João Carlos Rodrigues

Fonte: Agência Brasil - 30/03/11

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