quarta-feira, 23 de março de 2011

NASA's 100-Year Starship Project Sets Sights on Interstellar Travel

by Leonard David, SPACE.com’s Space Insider Columnist

Ingleses criam estrutura para dessalinização de água que pode funcionar como anfiteatro

A água é considerada como uma das coisas mais importantes do mundo, e com o aquecimento global alguns prevêm que este recurso não será suficiente em um futuro próximo.

O projeto “Teatro del Agua” ou “Teatro Aquático”, criado pelo escritório de arquitetura Grimshaw Architects, foi feito pensando na escassez de água em um futuro próximo. Ele está previsto para ser construído em Las Palmas, nas Ilhas Canárias, Espanha.

A cidade necessitava de propostas para revitalizar a zona portuária industrializada. Assim que surgiram sugestões de maneiras de como a ilha poderia avançar para a autossuficiência em energia renovável e água fresca.

O objetivo do projeto é dessalinizar a água do mar e transformá-la em água fresca. Neste processo natural, o calor do sol é usado.

Por ser de origem vulcânica, a ilha tem lados muito íngremes em estreita proximidade com águas muito profundas e frias.

Dentro de quatro quilômetros do porto, o fundo do mar cai rapidamente a uma profundidade de mil metros, onde a temperatura da água chega a 9ºC.

Um benefício adicional do programa é que as Ilhas Canárias têm um vento nordeste muito regular e quente com velocidade média de sete metros por segundo, podendo ser aproveitado para ventilação.

O esquema utiliza evaporadores e condensadores acoplados para produzir grandes quantidades de água destilada. A água evaporada é colhida nos condensadores que são refrigerados por água do mar profundo. A estrutura de varredura irá incorporar painéis solares para fornecer calor para os evaporadores e vai operar quase que totalmente com energia renovável.

A água do mar sobe por uma tubulação plástica, para evitar corrosão, e em seguida um spray dela é lançado em uma superfície absorvente; quando a brisa do mar quente passa pela superfície no sentido oposto, a água retida na membrana evapora, deixando o sal pra trás.

A mesma brisa quente arrasta a água evaporada que vai para os canos frios, onde ela é condensada e liberada fresca e pronta para uso. O resultado é o fornecimento de água inesgotável.

Projetos como esse podem ser usados ​​para fornecer métodos sustentáveis ​​e de baixo custo de resfriamento para a produção de água doce. A energia usada no processo é renovável, livre de carbono e ilimitada em sua abundância, já que o calor do sol evapora a superfície da água.

Se a temperatura do ar para um trocador de calor de água está constantemente abaixo da temperatura do ponto de orvalho e se sua superfície é exposta ao vento, o vapor de água condensa em água potável de forma contínua. A taxa de condensação aumenta na mesma medida em que se aumenta a temperatura do ar e umidade, e existem vários métodos de fazer isso através do uso da energia solar.

A temperatura média nas Canárias está em torno de 20ºC e raramente cai abaixo de 14ºC.

A umidade relativa do ar permanece constantemente alta, acima de 70% ao longo do ano. Assim, com uma temperatura de resfriamento de 10ºC, a água doce será produzida todos os dias do ano, mas muito mais no verão do que no inverno.

A água produzida é de qualidade destilada, semelhante ao orvalho ou chuva, e não necessita de qualquer tratamento químico, ao contrário de todos os outros processos de dessalinização.

O desenvolvimento proposto abrange uma área de cerca de 400 mil metros quadrados. No clima ensolarado das Ilhas Canárias, a quantidade de energia solar que cai sobre esta área é muito grande, chegando a cerca de 320 MW.

Se, por exemplo, apenas 1/10th de energia forem utilizadas para destilação de água, cerca de 300 m3 por dia de água doce seria produzido. Os edifícios seriam, portanto, autossuficiente em água, e o excedente seria suficiente para irrigar cerca de 50 mil m2 de jardins.

A estrutura é orientada perpendicularmente ao vento predominante para obter um fornecimento de ar ambiente. A vazão é controlada por persianas que também incorporam painéis solares para fornecer calor para a evaporação.

Além de servir como um mecanismo visível de sustentabilidade, O “Teatro del Agua” funciona como um auditório. Este projeto poderia ser construído e implementado em qualquer escala.

A vida no século 21 é rodeada de alta tecnologia, sofisticações, mas continua dependente das necessidades básicas da vida como comida, abrigo e energia e, acima de tudo, água.

O ser humano pode viver semanas sem comida, mas somente dias sem água. Em um lugar como o deserto somente horas. O “Teatro Del Agua” não precisa de combustíveis. Ele precisa somente de água do mar, vento e sol.

O processo é baseado no conceito de efeito estufa com água marinha, mas os princípios não se limitam à agricultura e podem ser facilmente adaptados ao ambiente construído.

Na verdade, muitos dos princípios têm sido utilizados desde a antiguidade a moderar o clima em regiões quentes e áridas.

Fonte: Ciclo Vivo - 23/03/11

Tata, MIT Collaborate to Create Energy From Water, Bring Power to 3 Billion People

BY Ariel Schwartz

The Tata Group continues its ever-expanding quest to bring resources to low-income citizens of the world, this time with an announcement that it has joined up with MIT scientist Daniel Nocera, founder of SunCatalytix, to create power from water.

Specific terms of the deal have not been disclosed.

Just 45 days ago, Nocera and his team stuck an artificial cobalt- and phosphate-coated silicon leaf into a jar of water and managed to create power--at an efficiency that surpasses today's solar panels, no less. The technique mimics photosynthesis by splitting hydrogen from water to generate power from the sun.

Tata and Nocera imagine that the research could lead to a refrigerator-sized "mini power plant" in a development that could, according to Live Mint, bring power to the three billion people currently living without.

Nocera's research is still in the preliminary stages; by next year, he expects to be able to generate enough energy from a bottle and a half of water (wastewater can be used) to power a small house.

If Nocera's research pans out as hoped, a swimming pool-sized container refreshed each day with new water could meet the entire planet's electricity demands.

So no matter how preliminary the research, Tata stands to reap big rewards if it pans out.

Fonte: Fast Company - 23/03/11

BNDES financia com R$ 3,5 milhões instalação de cinemas em Irajá (RJ)

Complexo com seis salas de exibição deve atingir população de um milhão de pessoas

O BNDES aprovou financiamento de R$ 3,5 milhões à Redecine – Rio Cinematográfica Ltda. para a construção de um cinema no padrão multiplex, em Irajá, Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, com seis salas de exibição e capacidade total de 1.214 lugares, além de uma bombonière.

A operação faz parte do Programa Cinema Perto de Você, parceria entre o BNDES, a Ancine e o Ministério da Fazenda, cujo objetivo é descentralizar o parque exibidor nacional, por meio do incentivo à abertura de salas em cidades de médio porte e bairros populares dos grandes centros. O apoio ao presente projeto viabilizará um complexo cinematográfico moderno, em uma região com déficit de equipamentos culturais.

A Redecine – Rio Cinematográfica já opera cinemas multiplex onde identifica carência de salas, em especial nas regiões de renda per capita mais baixa. Com financiamento do Banco, o grupo implantou um complexo cinematográfico em Bangu, bairro da Zona Oeste carioca, e outro na Ilha do Governador, também no Rio de Janeiro. A inauguração das salas em Irajá está prevista para o final de abril, juntamente com o Via Brasil Shopping, onde estarão localizadas.

Erguido numa região estratégica — próximo à Rodovia Presidente Dutra, à Avenida Brasil e a estações de metrô —, o empreendimento deve abranger mais de 20 bairros e cerca de 300 mil domicílios, totalizando mais de um milhão de moradores.

O crescimento do número de salas é fundamental para aumentar o grau de acesso da população brasileira ao cinema e ampliar o mercado dos filmes nacionais.

Fonte: BNDES - 23/03/11

Movimento Nós Podemos Paraná lança Selo ODM para instituições

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Promover o acesso à educação pública de qualidade é um dos ODM/Foto: Governo de Minas Gerais

O Movimento Nós Podemos Paraná, vinculado ao Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) desde 2006, lançou neste mês de março o regulamento da certificação Selo ODM, com o objetivo de reconhecer e divulgar boas práticas para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Podem se inscrever instituições e empresas que já tenham participado de alguma ação promovida pelo Movimento Nós Podemos Paraná.

O Selo ODM poderá ser utilizado nos materiais promocionais das instituições beneficiadas. As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 15 de maio. O regulamento está disponível no site da organização.

Os ODM foram definidos no ano 2000, durante a reunião de Cúpula da ONU, na qual líderes de 189 países assinaram um pacto para eliminar a fome e extrema miséria até 2015.

Ao todo são oito metas socioeconômicas nas áreas de renda, educação, gênero, saúde e meio ambiente.

O Movimento Nós Podemos Paraná, que reúne cerca de 100 mil voluntários, atua para mobilizar a sociedade em torno de projetos sociais que estimulem o desenvolvimento local e possibilitem ao Estado atingir as metas.

Fonte: EcoD - 23/03/11

Instituições sociais do Cabo em Pernambuco recebem repasse da iniciativa privada

Cerca de 150 crianças do Cabo de Santo Agostinho serão beneficiadas com um repasse financeiro recebido pelo Conselho Municipal de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, que conta com o apoio da Prefeitura Municipal. A doação foi feita esta semana através do Fundo da Infância e da Adolescência (FIA), pela Comau do Brasil, uma das empresas da Fiat, a três instituições sociais do município

A ação faz parte do Projeto Semear, existente desde 2006, realizado agora pela primeira vez em Pernambuco. Através dele, 6% do imposto de renda dos mais de 1.000 empregados da empresa são arrecadados e destinados a instituições sociais de todo o país. Dos R$ 126 mil arrecadados este ano, R$ 56 mil vieram para o Cabo, para a execução de projetos na Associação de Pais e Amigos Vivendo com HIV (Ampare) e nas associações Comunitária do Loteamento Garapu e de Moradores Vila Armínio da Paz. Nestas duas últimas funcionam creches.

As associações foram selecionadas de acordo com os projetos existentes. “Vamos construir nossa sede própria e oferecer melhor acolhimento às crianças portadoras de HIV”, relatou o fundador e ex-presidente da Ampare, Nicanor Severino. “Vamos investir em bens duráveis”, especificou o presidente da creche de Garapu, Sérgio Campos. “Investiremos na estrutura, equipamentos e brinquedos educativos”, relacionou a presidente de Armínio da Paz, Edjailde Neta.

Na solenidade de repasse, realizada nessa terça-feira (22/03), a secretária de Programas Sociais e da Mulher do Cabo, Edna Gomes, e o secretário de Governo, Luiz Pereira, apresentaram os diversos programas realizados no munícipio para com a criança e o adolescente, entre eles o Cabo Criança e o Peti, e enfatizaram a importância de se direcionar atenção e esforços no cuidado com o presente e o futuro da juventude. “A ajuda é muito bem-vinda”, agradeceu ela, que também é presidente do Conselho.

Para o diretor de Recursos Humanos da Comau Mercosul, Márcio Adriani Damazio, a doação reflete não apenas o cumprimento de um papel social, ao ajudar o município através das três instituições, mas o contribuir para atender às necessidades e para a realização de sonhos. “Queremos continuar com esta ação anualmente e esperamos que ela sirva de exemplo para que outras empresas façam o mesmo”, declarou.

No evento estiveram presentes também o Padre Vigário Episcopal da região, Josivaldo Bezerra, o representante do Conselho dos Pastores, Edvaldo Cabral (Tio Cabral), o presidente do Rotary no Cabo, Ely Batata, além de vários secretários municipais. Na ocasião houve uma apresentação musical do grupo de rap Remanescente.

Fonte: Aline Vieira Costa – Secom | Cabo de Santo Agostinho - 23/03/11

PORTEIROS E ZELADORES DO RECIFE RECEBEM CAPACITAÇÃO SOBRE OS RISCOS DA DENGUE

Por Tádzio Estevam

Técnicos da Vigilância Ambiental promoveram, na manhã desta quarta-feira (23), uma palestra sobre dengue, destinada a porteiros e zeladores que trabalham nos condomínios da capital pernambucana. A ação faz parte das atividades que a Secretaria de Saúde do Recife realiza constantemente para combater a moléstia no Município. O evento aconteceu no auditório do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi/PE) e reuniu 30 profissionais de aproximadamente 20 condomínios recifenses que assistiram, atentamente, a um vídeo sobre a evolução do mosquito, causas e consequências da doença.

A sensibilização foi coordenada pela supervisora municipal de Controle e Vigilância Entomológica do Programa de Saúde Ambiental (PSA), Vânia Nunes. Segundo ela, 90% dos criadouros do mosquito são intradomiciliares. “Estes números são assustadores. Por isso, é muito importante realizar sensibilizações como esta. Aqui nós temos um público que tem uma atuação interessante, pois eles trabalham em lugares que concentram um grande número de pessoas - os condomínios. Além de serem locais onde é muito comum encontrarmos focos de dengue”, disse. O objetivo da palestra, segundo a supervisora, foi passar noções de controle. “A observação diária e o repasse das informações são essenciais”, comentou.

As orientações repassadas por Vânia foram bem aproveitadas pelos porteiros Manoel Caetano Soares e José Luiz do Nascimento. Há 22 anos trabalhando no mesmo condomínio no bairro da Torre, onde moram 40 famílias, eles contam que a vigilância para que o mosquito não se instale no prédio é fundamental. “Agora, com a divulgação do que é a dengue, nós porteiros, temos a responsabilidade de investigar todos os dias o nosso local de trabalho, além de conversar com os moradores para que esse mosquito não faça moradia na nossa casa e no nosso trabalho”, justificou José Luiz. Segundo ele, o prédio conta com quatro grandes reservatórios de água devidamente vedados para evitar a entrada do mosquito.

A parceria entre o Secovi/PE e a Secretaria de Saúde acontece desde 2007. De lá para cá, várias sensibilizações foram feitas. Somente no ano passado, mais de 400 porteiros e zeladores receberam orientações de como combater a dengue. O sindicato conta com mais de mil condomínios associados.

Fonte: Portal PCR - 23/03/11

Deputados do RN aprovam fundo garantidor para Copa 2014

Numa votação unânime, com a participação dos 24 deputados estaduais, a Assembleia Legislativa aprovou nesta quarta-feira (23), em regime de urgência, o projeto de Lei encaminhado pelo governo do estado que autoriza a aplicação de 20% dos royalties do petróleo e gás produzidos no estado – um total de R$ 70 milhões, no Fundo Garantidor das Parcerias Público-Privadas.

O consenso se deu após uma reunião, realizada pela manhã, ocasião em que os parlamentares tiraram dúvidas sobre a matéria com o chefe do gabinete civil, Paulo de Tarso Fernandes e o titular da Secopa, Demetrio Torres. Agora, o projeto retorna às mãos da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), que deverá dar ordem de serviço para o início das obras ainda este mês, como havia previsto ao entregar o projeto, no dia 16 de março.

Antes de iniciarem a votação, os deputados abriram um longo debate sobre o projeto e as vantagens que a Copa do Mundo de 2014 irá trazer a Natal e ao estado. Para o deputado Fernando Mineiro (PT), a participação da sociedade é fundamental para a transparência no processo de construção do Estádio das Dunas. “Estou convencido que a Copa é importante para o estado, mas a sociedade precisa se envolver. Já vi exemplos positivos e negativos em outros países que realizaram o evento, mas as coisas boas foram identificadas naqueles locais em que a sociedade esteve acompanhando o processo. A Copa é dos entes federados e da sociedade”, declarou.

O líder do PMDB na Casa, o deputado Walter Alves reconheceu que Natal é uma das cidades que estão em pior situação, com relação às demais capitais que receberão a Copa, mas elogiou a iniciativa do governo em sugerir a utilização dos royalties como garantia para a realização do evento. “Sabemos que o estado está com capacidade zero de investimento, mas esse arranjo jurídico foi a melhor solução encontrada”, declarou. O presidente da Casa, o deputado Ricardo Motta (PMN) elogiou o gesto dos deputados, afirmando que “todos demonstraram espírito público e sensibilidade no que se refere a melhoria do povo do RN”.

Os representantes do PSB na Assembleia, a deputada Márcia Maia, líder do partido e o deputado Gustavo Carvalho destacaram a contribuição do governo passado no processo de candidatura de Natal para a realização do evento. “Desde o início, a determinação da ex-governadora Wilma de Faria foi pela contratação das melhores empresas. Quero destacar a ousadia e a coragem do governo anterior pelo pensamento no futuro. Hoje estou na oposição e sou favorável ao projeto, mas naquela época não houve essa mesma sensibilidade pelos deputados de oposição”, comentou.

Fonte: Por Jussara Correia, da redação do Diário de Natal - 23/03/11

Partnerships introduce a commercial edge

By Sarah Murray

New models of financing and delivering development programmes are bringing far-reaching changes to the international public sector.

Traditional government-to-government transactions are giving way to complex networks of partners – some of them from the private sector – to provide everything from anti-retroviral drugs and girls’ education to emergency food supplies.

The changes have implications for the way non-governmental organisations (NGOs), aid agencies and non-profits are funded and managed, as well as how they assess their performance and report back to donors.

In addition, as the structure and strategy of the organisations in global development is evolving, so is the geography.

At the Centre for Global Development (CGD), an independent US policy research organisation, Ben Leo and his colleague Todd Moss have studied the client countries of the International Development Association (IDA), the World Bank’s grant and soft-loan arm.

They predict a shift in lending patterns as some of the wealthier recipient countries “graduate” from IDA membership, meaning the countries still eligible for IDA help are smaller, fragile or post-conflict states and mostly in Africa. “The operational implications are huge in terms of staffing for these countries,” says Mr Leo, a senior research fellow at the CGD.

Some of the transformation of the development world is being prompted by the global downturn as aid budgets shrink. “We’re seeing increasing constraints in terms of aid budgets,” says Mr Leo. “That has significant implications for the US and other donor countries in their ability to follow through on commitments they’ve made to multilateral institutions.”

This could lead donor countries to give more help to organisations that need less government funding. One example is the Overseas Private Investment Corporation (Opic), a US development agency whose mission is to promote private sector development in overseas markets by fostering US investment into these markets.

“Opic is self-sustaining,” says Mr Leo. “It doesn’t need congressional appropriation – it actually pumps money into the coffers. So it will be sensible for governments to focus on these types of instruments, to enhance them and to build them up on a greater scale.”

Meanwhile, recently established organisations are playing a prominent role in global development, providing new sources of funding – often on a substantial scale – and working with a wide range of implementing partners. These include big foundations, such as the Bill and Melinda Gates Foundation and the public-private partnerships, such as the Global Fund to Fight Aids, Tuberculosis and Malaria.

In this new world, long-established organisations such as United Nations agencies and multilateral banks such as the World Bank are also having to change the way they operate.

For the UN and the World Bank, as well as for large non-profits such as the Gates Foundation and the Global Fund, this means forming partnerships with grass roots non-profits and other civil society organisations. “The biggest challenge is how to find and assess the capacity of local implementing partners – and these can be very small grass roots organisations,” says Simon Kingston, who leads the global development practice at Russell Reynolds, the executive search firm.

“In some cases, this is the best way of getting drugs and treatment to the people who need them,” he adds. “But how do you assess the quality of what they’re doing and establish proper lines of communication? That’s a big challenge.”

Increasingly, partnerships are being formed with businesses. Budgetary constraints, plus a general recognition that public sector and philanthropic funds cannot alone solve the world’s problems, mean global institutions are turning to the private sector to extend the impact of their work.

Multilateral institutions and aid agencies have recognised that corporations have skills, knowledge and powerful distribution networks that can support their activities. Organisations fighting malaria, for example, are no longer limited to international donors and national ministries of health but now include corporations such as Exxon-Mobile, Standard Chartered Bank and BASF, the German chemical company.

Indeed, it is now hard to find a UN agency, development bank or large NGO that does not have a business-facing division. The UN World Food Programme, for example, now has partnerships with a diverse set of corporations ranging from logistics companies such as TNT to life sciences companies such as DSM and food groups such as Yum Brands.

“Governments feel as though they’ve reached a ceiling as to how far they can go as funders and implementers,” says Nancy Roman, WFP’s director of communications, private partnerships and public policy. “So they’re looking creatively at how they might leverage other people’s funding and help some of the private sector initiatives that are under way.”

Moreover, as companies look to establish their credentials as responsible businesses, many are lining up to work with development banks and multilateral agencies. “It’s clear that private sector engagement is going mainstream,” says Georg Kell, executive director of the Global Compact, the UN’s corporate citizenship network.

However, this also poses a challenge to the global public sector. For while aid agencies and multilateral institutions are keen to bring the private sector into development efforts, they cannot be seen to be giving unfair advantage to profit-making enterprises.

With this in mind, the UN has issued guidelines on such things as how to select business partners, ensuring competition law is respected and how to adhere to ethical standards on avoiding corruption. “The whole ethical dimension of engaging the private sector is extremely important,” says Mr Kell.

In fact, across the development world, calls for transparency and accountability are getting louder – with donors demanding more evidence of what has been achieved with their dollars.

And as web technology pulls back the curtains on organisations of all kinds, development banks, NGOs and aid agencies feel the pressure to be far more open about their sources of funding and how they are spent.

The Global Fund, for example, reports publicly on how many lives have been saved by providing Aids and anti-tuberculosis treatment and on the number of insecticide-treated nets that have been distributed for the prevention of malaria.

All these trends mean organisations must change how they manage their staffing. “There’s a new need for very senior people [in development organisations] who are experts in measurement and evaluation to prove the impact of what they do,” says Mr Kingston. “And for leaders who can create and maintain complex partnerships with multiple civil society and grass roots organisations.”

Mr Kell says organisations will also need people who are good at relationship building, recognising opportunities for cross-sector collaboration and creating the right incentives for that to take place.

“It’s clear that development agencies will be organisers, enablers, network connectors and catalysts, rather than just handing out funds,” he says. “And that’s a key shift in how you do your work.”

Fonte: The Financial Times - 23/03/11

Continue dialogue on public-private Fort Hancock restoration

Each year, 2 million people visit the beaches at Sandy Hook, a unit of Gateway National Recreation Area. Yet at the northern tip of Sandy Hook, near its famous lighthouse, sits a historic treasure, crumbling away.

From 1898 to 1974, Fort Hancock guarded New York Harbor. Its yellow brick buildings, dating from the early 1900s, were meant to rival the Presidio in San Francisco in their beauty, and they still do. The view alone is priceless.

Today, Fort Hancock is under attack by the forces of time and weather. A look at the video on our website shows that most of the buildings are empty and in disrepair. Gateway and our partners have been able to save a few buildings. For example, the New Jersey Sea Grant Consortium did a spectacular job restoring an old Army barracks into an office and education facility. However, many other buildings remain unused and unrestored. Fixing a single one of these beautiful old buildings can cost hundreds of thousands to millions of dollars.

The National Park Service has more than 30 usable buildings that it hopes to preserve. In today's economy, the park service and America's taxpayers cannot afford to restore those buildings alone. Public-private partnerships can do what the park service alone cannot. So, how do we save these wonderful buildings from America's past?

In January, Gateway and National Park Service staff met with a variety of people representing several organizations and groups. The general list of attendees can be found on our website. This was one of many meetings to gather information, not to decide policy. That dialogue continued at two open houses in February. More than 140 people discussed their vision of Fort Hancock with National Park Service planners and offered comments in person or online.

The park service has a long history with public-private partnerships preserving historic structures and providing amenities. It is hard to imagine the Grand Canyon or Yellowstone without hotels, lodges and restaurants — each of which represents private investment in public facilities.

At Gateway, partnerships not only have restored buildings but often have improved public access. Dilapidated buildings that were once closed for public safety have reopened with new purpose. The historic airplane hangar at Gateway's Floyd Bennett Field now houses the Aviator Sports Complex, where more than 150,000 visitors enjoyed recreational activities last year. The Post Theater at Fort Hancock offers a new cultural institution for local theater.

However, what works at Yellowstone may not work in Monmouth County, N.J. So, Gateway needs help from the experts in the local community: its residents. Fort Hancock can survive, even flourish, but only if the local community and the National Park Service keep talking to each other. There also are some lessons we can draw from the debates of the past.

First, we will not compromise the peace and serenity of Sandy Hook itself. Fort Hancock can flourish without disturbing Sandy Hook's beaches and wildlife habitats.

Second, we do not need to build a single new building. Gateway wants to preserve the historic buildings that we already have, not add to the list of buildings that need to be fixed and maintained.

Third, ongoing dialogue with the local community is essential. We may not always agree on the details, but let us at least agree on the goals.

Fort Hancock deserves a new lease on life, and its future is in our collective hands. How can Fort Hancock be preserved, serve the needs of the local community and not be a burden on taxpayers? Let's continue to talk and listen.

Linda Canzanelli is the superintendent of Gateway National Recreation Area.

Fonte: Asbury Park Press - 23/03/11

Strong downtowns need connections, public-private partnerships, experts say at City Club event in Cleveland/Ohio

By Michelle Jarboe

downtown_cleveland.jpgA panel discussion on "The State of Downtown" attracted roughly 250 corporate leaders, property owners, developers and residents to the City Club of Cleveland on Wednesday.

CLEVELAND, Ohio -- Creating a strong downtown requires public-private partnerships and a push to connect bustling districts, a panel of experts said Wednesday.

The discussion, billed as "The State of Downtown," attracted roughly 250 corporate leaders, property owners, developers and residents to the City Club of Cleveland.

The event, which doubled in size from last year, was sponsored by the Downtown Cleveland Alliance, a nonprofit group tasked with improving the center city.

Construction is underway on large projects including a casino, a medical mart, a new convention center and the Flats East Bank office, hotel and retail development.

Joe Marinucci, the alliance's president and chief executive, said downtown Cleveland faces a rare growth opportunity - one that hasn't been seen since the Gateway District stadiums were planned and built in the late 1980s and early '90s.

The challenge, he added, is to link these projects to create a walkable, inviting downtown.

"Where we may have failed is we haven't connected those investments properly in the past," he said.

Last month, a commission assembled by Mayor Frank Jackson released plans meant to make downtown greener and more pedestrian friendly. Those plans include parks, more attractive streets and sidewalks, outdoor dining and bike paths.

Pittsburgh's experiments with public space - including transforming a downtown intersection into a European-style piazza, could provide examples for Cleveland, said Michael Edwards, former president and chief executive of the Pittsburgh Downtown Partnership.

Large construction projects are certainly important, he said, but it's essential to make the areas between them pleasant and more vibrant.

Downtown organizations often can respond more quickly and effectively than cash-strapped cities, said David Feehan, president and chief executive of Civitas Consultants LLC in Maryland and an expert on downtown revitalization.

The Downtown Cleveland Alliance, which receives about 60 percent of its funding from property owners, has a crew of ambassadors focused on cleaning and safety services.

The group, involved in planning for the Flats and efforts to combat high vacancy in the longtime financial district between East Ninth and East 12th streets, recently launched a downtown marketing effort and opened a business-development center to retain and attract companies.

Fonte: The Plain Dealer - 23/03/11

Caminhos-de-Ferro de Moçambique triplica lucro para 34 milhões em 2010



A empresa Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM) obteve cerca de 34 milhões de euros de lucros no ano passado, quase triplicando os ganhos conseguidos em 2009, anunciou hoje a administração da companhia.

O presidente do Conselho de Administração dos CFM, Rosário Mualeia, que revelou os resultados durante a reunião de directores da empresa, afirmou que o aumento dos lucros da empresa foi gerado fundamentalmente por uma subida de 79% nos resultados do tráfego, 57% no manuseamento portuário e 55% nos ganhos em concessões.

"Trata-se de resultados bastante positivos e encorajadores.

A sua manutenção e melhoramento contínuo passam pela adopção de um maior rigor nos processos de facturação dos serviços prestados pela cobrança permanente de receitas", disse Rosário Mualeia.

Em 2010, a empresa registou um crescimento de 11,3% no sector portuário, tendo manuseado 14 milhões de toneladas métricas, contra 12,6 milhões registadas em 2009.

Na área ferroviária, os CFM transportaram 5,3 milhões de toneladas líquidas, um aumento de 15% comparativamente ao exercício de 2009.

Fonte: OJE/Lusa - 23/03/11

Centenário, metrô de Buenos Aires dobrará de tamanho até 2017

Para dar conta da demanda, serão investidos no subte, como é chamado o metrô pelos portenhos, o equivalente a R$ 8,5 bilhões

São nove da noite de um dia de verão. Nos subterrâneos de Buenos Aires, a espera por um trem de metrô é abafada, quente. Não há ar condicionado nas estações da maioria das linhas, e um ventilador gigante e antigo tenta, com pouco sucesso, fazer circular o ar para quem aguarda os trens.

As bilheterias das estações do metrô mais antigo da América Latina
Foto: Aline Cury Zampieri/iG

As bilheterias das estações do metrô mais antigo da América Latina

À noite, o tempo de espera entre vagões na linha D, uma das mais movimentadas da cidade, pode demorar 15 minutos. A média do dia, segundo Juan Pablo Piccardo, presidente da companhia estatal Subterrâneos de Buenos Aires, é de 3,5 minutos.

“O subte está bem?”, pergunta-se Fernando Reznik, usuário do subte, como é chamado o metrô de Buenos Aires. “Depende”, responde ele mesmo, com a ironia característica de quem vive na capital. “Se pensarmos no que poderia ser, é um desastre. Mas as condições têm melhorado nos últimos anos.” Ampliar as linhas de metrô é um dos desafios da Argentina em seu processo de crescimento.

Piccardo lembra que o metrô de Buenos Aires completa, em 2013, cem anos. É o mais antigo da América Latina, e foi inaugurado antes mesmo das linhas de Madri (1919) e Barcelona (1924) na Espanha. O primeiro metrô do mundo surgiu em Londres, em 1863. Já as obras do metrô de São Paulo começaram em 1968.

O problema em Buenos Aires é que, apesar de ter sido pioneiro, houve pouca expansão. “Em 1944 tínhamos cinco linhas, da A à E”, diz Piccardo. “Muito pouco foi feito de lá para cá.” O sistema tem, atualmente, seis linhas. A primeira da cidade – A - ainda tem trens originais, ou seja, em breve completam cem anos. A antiguidade faz com que um passeio pela rota seja incluído na lista dos programas obrigatórios de quem visita Buenos Aires.

A linha H é a mais nova. As estações lembram as primeiras de São Paulo. Há ar condicionado e catracas modernas. Nas demais, um misto do velho e do novo. É fácil ver, numa mesma estação, metade das catracas azul-cobalto, das antigas, e a outra metade metalizada, da nova leva.

Para dobrar a capacidade

A ampliação do subte é um dos principais projetos de infraestrutura em curso na capital da Argentina. O presidente da empresa afirma que estão programados R$ 8,5 bilhões em investimentos até 2017. O dinheiro será aplicado na construção de novas linhas, melhoria do sistema atual e compra de novos vagões.

A ideia é sair dos 48 quilômetros atuais de linhas para 90 quilômetros quando as obras terminarem. Novas estações já estão em andamento. Seis devem ser inauguradas no próximo ano. “A cidade precisa duplicar a oferta de lugares. Hoje, são 1,2 milhão de passageiros por dia. Precisamos oferecer espaço para o dobro”, diz Piccardo.

Em São Paulo, principal cidade do Brasil servida por metrô, as linhas somam 65,3 quilômetros, com 58 estações. Está em construção a linha amarela, que deve adicionar 8 km ao traçado total. O metrô de São Paulo atende atualmente 2,8 milhões de pessoas por dia.

Além das novas estações em Buenos Aires, que serão inauguradas nas já existentes linhas H, A e B, serão construídas mais duas linhas: F e G. Cada uma, diz Piccardo, será responsável por transportar 300 mil pessoas. A oferta excedente de 600 mil lugares virá com a melhoria da qualidade dos serviços. A linha G começa a ser construída em 2012 e a F em 2013. Cada trajeto deve demorar quatro anos para ficar pronto.

"Dentro do projeto também incluímos a diminuição do tempo de espera pelos trens”, afirma. Ele diz ainda que serão comprados mais 400 vagões. Atualmente, são 300. Essas compras farão com que os trens da linha A, a primeira da cidade, sejam aposentados.

Foto: Divulgação Ampliar

Investimentos no subte vão somar R$ 8,5 bilhões até 2017, diz Piccardo

Interessados

Segundo Piccardo, as obras para a Linha G serão feitas por uma empresa chinesa, e vão custar R$ 2,5 bilhões. A expansão da linha H, a mais moderna, está sendo disputada por três consórcios. Um deles tem entre os participantes a espanhola OHL, que atua no Brasil, e a Rovella Carranza, companhia argentina com sede em San Luis, cidade próxima a Mendoza.

O projeto em licitação compreende a extensão da linha H, com a construção das novas estações Pompeya e Saénz, para o Sul, e outras quatro para o norte, que serão Córdoba, Santa Fe, Las Heras e Plaza Francia.

Ariel Porolan, executivo da Rovella Carranza, conta que a disputa encontra-se agora na fase de estudos da parte técnica. “O metrô vai analisar as três ofertas e decidir qual qualifica. O prazo de execução das obras é de 45 meses.” O investimento previsto é de R$ 750 milhões.

De acordo com Porolan, os governos dos Kirchner, primeiro de Nestor, depois de sua mulher, Cristina, movimentaram bastante o setor de infraestrutura na Argentina. A Rovella Carranza, que começou seus negócios construindo estradas, pontes, aquedutos e obras de saneamento, decidiu participar do projeto do metrô para incrementar suas receitas. Eles estão animados. “Há dois anos faturamos R$ 160 milhões. Em 2009 foram R$ 260 milhões e, no ano passado, R$ 380 milhões. Tirando a inflação, nosso crescimento tem sido de cerca de 30% ao ano.”

Fonte: Aline Cury Zampieri, IG/ enviada a Buenos Aires | 23/03/11


Bolívia vai buscar ajuda internacional para obter saída ao mar

Por Claudia Soruco

LA PAZ - O presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciou na quarta-feira que levará a órgãos internacionais sua reivindicação ao Chile de uma saída soberana para o oceano Pacífico.

As autoridades bolivianas argumentam que as conversações bilaterais com o país vizinho não avançaram.

Embora o governo de Morales houvesse descartado a possibilidade de recorrer ao Tribunal de Haia para que interceda em sua petição de uma saída para o mar, Morales enfatizou que pedirá ajuda internacional em declarações na quarta-feira, o dia em que a Bolívia marca os 132 anos da perda de acesso ao Pacífico.

'A comunidade internacional deve entender que chegou o momento para que esta imensa ferida que nós, bolivianos, temos por nosso enclausuramento marítimo seja encerrada com base em um processo de conotações históricas que, com uma sentença justa e certeira, devolva a qualidade marítima a nosso país', disse o presidente.

'A luta por nossa reivindicação marítima que marcou nossa história deve incluir outro elemento fundamental, o de recorrer aos tribunais de órgãos internacionais demandando o direito a uma saída livre e soberana para o oceano Pacífico', acrescentou Morales.

Bolívia e Chile mantiveram diálogo sobre uma agenda de 13 pontos que inclui a questão marítima e foi tratada de forma muito reservada pelas chancelarias de ambos os países.

Essa agenda teve acordos importantes para Bolívia e Chile, como a integração fronteiriça, o livre trânsito nos portos e complementação econômica para lutar contra o contrabando, mas a questão da saída para o mar sempre foi adiada.

SEM AVANÇO

Morales admitiu pela primeira vez na quarta-feira que não houve avanços nas negociações sobre a saída para o mar. Ele havia pedido em fevereiro ao presidente chileno, Sebastián Piñera, que sua proposta relacionada à saída para o mar fosse apresentada antes de 23 de março.

'Apesar de 132 anos de esforço e de diálogo, a Bolívia não tem uma saída soberana para o Pacífico e, diante dessa realidade, é necessário dar um passo histórico pela esperança e bem-estar dos bolivianos', acrescentou.

Para isso, Morales anunciou a criação de uma direção geral de 'reivindicação marítima' e informou ter instruído a Assembleia a aprovar com brevidade ratados e convênios internacionais que possibilitem essa missão.

A Guerra do Pacífico, que começou em 23 de março de 1879, resultou na perda para o Chile dos territórios costeiros bolivianos, seu único acesso a águas internacionais.

Bolívia e Chile não mantêm relações diplomáticas desde 1978, quando fracassou uma negociação sobre a questão marítima.

Fonte: Reuters - 23/03/11

Arnold Schwarzenegger visita o Pará com James Cameron

Artistas conversaram com índios sobre a usina de Belo Monte, em Altamira.
Diretor de 'Avatar' já havia manifestado ser contrário à construção.

Schwarzenegger 2 (Foto: TV Liberal)
Schwarzenegger e Cameron no aeroporto em Altamira (PA).
(Foto: TV Liberal)

O ex-governador da Californa Arnold Schwarzenegger teve nesta quarta-feira (23) uma reunião com índios em Altamira, no sudoeste do Pará, para ouvir a comunidade local sobre a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte.

O ator chegou ao local acompanhado do cineasta James Cameron, diretor de "Avatar", que já esteve outras vezes na região do Xingu e tem apoiado os índios contrários à construção do empreendimento.

Eles deixaram o Pará por volta das 14h com destino a Manaus, onde participam de um evento sobre sustentabilidade.

Schwarzenegger (Foto: TV Liberal)
Ex-governador está no Brasil para participar de fórum de sustentabilidade.
(Foto: TV Liberal)

Fonte:
com informações da TV Liberal - 23/03/11

Instalação de termoelétrica deve impulsionar Canas-SP

Um dos municípios mais pobres do Estado, a cidade de Canas, a 199 km de São Paulo, vive dias de expectativa com o anúncio da implantação de uma usina termoelétrica - a primeira no Vale do Paraíba - numa área de 21 hectares, a quatro quilômetros da rodovia Presidente Dutra.

A usina, que será movida a gás, será instalada pela empresa AES Tietê, que investirá cerca de R$ 1,1 bilhão, para geração de 550 megawatts de energia por mês, o que seria suficiente para atender a uma cidade de 5 milhões de habitantes. "É uma bênção de Deus para o nosso povo. Nosso município tem 49,3% da população abaixo da linha de pobreza e só a geração de empregos pode melhorar a qualidade de vida de todos", diz o prefeito Rinaldo Zanin (PDT).

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população local é de 4.387 habitantes. A falta de emprego é um dos principais problemas da cidade. O prefeito explicou que a construção vai empregar até 750 pessoas e outras 30 pessoas trabalharão na usina, quando esta estiver em funcionamento. A termoelétrica também trará um incremento na arrecadação do município de R$ 17 milhões por ano, mais que o orçamento anual, que é de R$ 10,8 milhões.

A meta é iniciar a geração de energia em 2015 e o início da construção depende dos acertos finais do licenciamento ambiental e da habilitação da empresa para sua participação no leilão de energia que será realizado no segundo semestre deste ano. Em abril, será realizada uma audiência pública para discutir o projeto com a população.

O gás natural que servirá como combustível da usina será proveniente do campo de Mexilhão, a partir da base de Caraguatatuba, e a água utilizada para o resfriamento virá do rio Paraíba do Sul. "A água será tratada e depois devolvida ao rio Canas. Não haverá prejuízo para nosso meio ambiente e nosso ar continuará tendo a mesma qualidade", disse Zanin.

O desafio de gerar emprego, segundo o prefeito, está sendo enfrentado também com a aquisição de duas áreas pela prefeitura, uma delas de 90 mil metros quadrados, doada para a instalação da sede nacional do Movimento da Renovação Carismática. A outra, de 150 mil metros quadrados, será destinada a um polo empresarial, com 15 lotes. "Já temos oito empresas interessadas", diz o prefeito.

Fonte: Agencia Estado - 23/03/11

Telefônica anuncia investimentos de R$ 24,5 bilhões no Brasil até 2014

Presidente mundial da empresa de telefonia se reuniu com presidente Dilma.
Recursos serão para a expansão de redes, banda larga e novos produtos.

O presidente mundial do Grupo Telefônica, César Alierta, anunciou nesta quarta-feira (23), após reunião com a presidente Dilma Rousseff, que a empresa espanhola de telecomunicação vai investir R$ 24,5 bilhões no Brasil durante os próximos quatro anos, de 2011 a 2014.

O presidente do Grupo Telefonica, Antônio Carlos Valente, o presidente mundial da Telefônica, Cesar Alierta, a presidenta Dilma Rousseff e o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (a partir da esquerda) em reunião no Palácio do Planalto (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
O presidente do Grupo Telefonica, Antônio Carlos Valente,
o presidente mundial da Telefônica, Cesar Alierta, a presidenta Dilma Rousseff
e o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (a partir da esquerda)
em reunião no Palácio do Planalto (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Os recursos serão aplicados na modernização e expansão de redes, lançamento de produtos e serviços em telefonia, banda larga e TV por assinatura.

Nos quatro últimos anos, de 2007 a 2010, o grupo investiu R$ 16 bilhões no país.

Durante a reunião com Dilma, Alierta anunciou ainda o início das operações, em São Paulo, do primeiro Centro de Inovação da Telefônica fora da Espanha. A unidade terá como principal objetivo desenvolver tecnologia para as operações da empresa nas plataformas de vídeo e fibras ópticas.

"Estamos investindo fortemente na ampliação dos nossos serviços e redes, com o objetivo de cobrir perto de 100% dos municípios brasileiros com telefonia e internet em banda larga, nas tecnologias fixa ou móvel", disse o presidente da Telefônica, em nota divulgada pela empresa.

O grupo mantém hoje no Brasil 100 mil empregos diretos e possui 75,24 milhões de clientes. Em julho do ano passado, a Telefónica fechou com a Portugal Telecom a compra de sua participação na Vivo por 7,5 bilhões de euros.

A operação tornou a empresa espanhola a maior operadora de telecomunicações do Brasil em clientes e em receita.

Fonte: Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília - 23/03/11

Mesmo com obras, aeroportos da Copa não comportam demanda

Estudo mostra que 16 terminais estarão saturados logo após reformas para o Mundial de 2014
Galeão, no Rio, é um dos únicos que atenderá demanda no pós-Copa (crédito: Infraero/Divulgação)

A maior parte das obras previstas para os aeroportos da Copa de 2014 serão insuficientes para atender à demanda de passageiros já em 2016, dois anos depois do evento esportivo.

A conclusão faz parte de um estudo coordenado pelo professor Elton Fernandes, do Programa de Engenharia de Produção da Coppe/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia).

De acordo com o estudo, ao menos 12 aeroportos das cidades-sede permanecerão com gargalos depois do Mundial. O motivo é a crescente demanda de passageiros, que poderá dobrar nos próximos sete anos. As exceções são os aeroportos de Brasília, Fortaleza, Manaus e Rio de Janeiro (Galeão).

A Infraero, estatal que administra os aeroportos brasileiros, projeta investimento de R$ 5,4 bilhões em 16 terminais da Copa, mas vem enfrentando problemas para começar as obras (leia mais).

O estudo da Coppe se baseia em padrões internacionais de medição. Um terminal aeroportuário confortável deve ter ao menos 23 m2 por passageiro doméstico no horário de pico, e mais 14 m2 por passageiros internacionais.

No entanto, os pesquisadores cariocas concluíram que, depois de terminadas as obras para a Copa, ainda haverá carência de 366 mil m2 para atender à demanda.

“A média internacional, que levantamos em 114 aeroportos, é de 29,98 metros quadrados por passageiro na hora-pico, enquanto, no Brasil, a maioria está abaixo de 23 metros quadrados. E essa situação não irá melhorar com as obras previstas pela Infraero”, afirma Fernandes.

A Coppe estima que, mesmo antes do Mundial de futebol, os aeroportos das cidades-sede já estarão operando acima do limite. Com isso, os três milhões de visitantes (brasileiros e estrangeiros) esperados para o evento podem enfrentar problemas para se deslocar durante a competição.

Números defasados
De acordo com os pesquisadores, a demanda prevista pela Infraero para os aeroportos está subdimensionada. Em 2014, os 16 terminais analisados devem receber 187,48 milhões de passageiros, número que representa crescimento de 46,7% em relação à demanda de 2010, que foi de 127,72 milhões.

De acordo com o estudo, o acréscimo de 60 milhões de embarques e desembarques é bastante superior ao número levado em conta pela Infraero no planejamento da expansão do setor.

Os aeroportos que deverão ter a maior taxa de crescimento são Viracopos (Campinas-SP), com 91%, e o Galeão, com 73%.

Fonte: Portal 2014 - 23/03/11

BNDES lança programa para incentivar melhoria da gestão pública

BNDES PMAT Automático financia em até R$ 10 milhões modernização administrativa de municípios com até 150 mil habitantes

O BNDES lançou novo programa de incentivo à melhoria da eficiência, qualidade e transparência da gestão pública. Trata-se do Programa BNDES de Modernização da Administração Tributária e da Gestão dos Setores Sociais Básicos Automático (BNDES PMAT Automático), voltado para os municípios brasileiros com até 150 mil habitantes, de acordo com os dados do IBGE.

A dotação orçamentária total do BNDES PMAT Automático, que estará vigente até outubro de 2014, é de R$ 200 milhões. Os financiamentos no âmbito do programa são de até R$ 10 milhões por beneficiário, com juros de 0,9% a.a, mais TJLP. O prazo total de pagamento é de até 8 anos, incluída carência máxima de 2 anos.

As prefeituras devem encaminhar seus pedidos por meio de uma instituição financeira credenciada junto ao BNDES, modalidade de apoio classificada como indireta. Nesse caso, a instituição escolhida é que fará a análise de crédito e as exigências de garantias, bem como estabelecerá sua remuneração.

Por meio do BNDES PMAT Automático, são financiáveis equipamentos de informática, capacitação técnica e gerencial de servidores públicos, gastos com qualidade e produtividade, pesquisa e desenvolvimento e atualização de cadastros, entre outros. O Programa não financia despesas com manutenção de atividades e de custeio da administração municipal, inclusive com pessoal ativo e inativo.

Ao instituir essa linha de crédito especial, o BNDES pretende incentivar uma gestão eficiente de recursos do município, em especial por meio do aumento das receitas e da redução do custo dos serviços com administração geral, saúde e educação.

Fonte: BNDES

Governo de Pernambuco firma parceria com a mais antiga universidade da Europa

Em seu segundo dia na Itália, o governador Eduardo Campos firmou hoje (23/03) um importante protocolo de intenções com a Universidade de Bolonha, a mais antiga da Europa.

O acordo prevê a possibilidade de cooperação técnica em três campos: formação profissional, intercâmbio científico e experiências em políticas públicas.

Esta é a segunda parceria estabelecida entre o Governo de Pernambuco e uma universidade italiana.

Ontem, Eduardo assinou convênios com o Politécnico de Turim e com a Fiat para a formação de engenheiros automotivos. Hoje foi a vez da Universidade de Bolonha.

Fundado em 1088, o centro acadêmico é também uma das principais instituições de ensino superior do País, ao lado da Sapienza, de Roma.

A vice-reitora Carla Santa Terra afirmou que a Universidade de Bolonha já possui 100 pesquisadores voltados para “temas brasileiros” e que, por este motivo, o acordo com o Governo de Pernambuco assume uma dimensão ainda maior.

“Vamos trocar pessoas, ideias e experiências. Pernambuco é um estado multidisciplinar e, por isso, tem muito a nos ensinar”.

No que diz respeito à formação profissional, sobretudo nas áreas de pós-graduação e doutorado, serão trocadas informações nas áreas de energias renováveis, mecânica, engenharia, administração de empresas, educação e conservação de patrimônio histórico.

Já o intercâmbio científico e tecnológico tem como temas principais biotecnologia, vinicultura, agronegócio e química industrial, inclusive com visitas recíprocas de técnicos e pesquisadores. Políticas públicas para a saúde, gestão e promoção de pequenas e médias empresas também serão tratados.

“São áreas e temas que interessam muito a Pernambuco. Nosso estado vive um grande momento econômico que requer um aprendizado rápido, diversificado e globalizado.

Vamos aprender muito com a Universidade de Bolonha”, afirmou o governador, após a solenidade na embaixada brasileira, em Roma.


ESTALEIRO – Representantes do grupo naval italiano Fincatieri, líder mundial na construção de navios militares e mercantes, chegam a Pernambuco na primeira semana de abril para avaliar a implantação de um novo estaleiro no Porto de Suape.

Foi o que garantiu o presidente do grupo, Rinaldo Marinoni, durante um almoço na embaixada brasileira que reuniu vários empresários italianos e a equipe do Governo de Pernambuco.

A Fincatieri possui oito estaleiros na Itália. Entre os seus principais clientes está o armador Carnival, que opera navios de cruzeiro. A intenção do grupo é construir fragatas para a marinha brasileira a partir de Pernambuco. “Vamos gerar três mil empregos, sendo mil deles diretos”, calcula Rinaldo Marinoni.

Fonte: Portal PE - 23/03/11

Grupo italiano anuncia interesse em construir estaleiro no estado de Pernambuco

Complexo Industrial Portuário de Suape já abriga o Estaleiro Atlântico Sul e, em breve, vai virar canteiro de obras do Promar, que espera licença da CPRH para iniciar sua construção. Imagem: Teresa Maia/DP/D.A.Press
Imagem: Teresa Maia/DP/D.A.Press
Complexo Industrial Portuário de Suape já abriga o Estaleiro Atlântico Sul e, em breve, vai virar canteiro de obras do Promar, que espera licença da CPRH para iniciar sua construção. Imagem: Teresa Maia/DP/D.A.Press

A indústria naval de Pernambuco pode ganhar reforços de investidores do velho continente.

Na primeira semana de abril, representantes do grupo naval italiano Fincatieri, líder mundial na construção de navios militares e mercantes, chegam ao estado para avaliar a implantação de um novo estaleiro no Porto de Suape.

O complexo portuário já abriga o Estaleiro Atlântico Sul e em breve deve virar canteiro de obras do Estaleiro Promar, empreendimento de R$ 300 milhões cujo início da construção depende da emissão de licença da Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH).

A visita do grupo italiano foi acordado hoje entre o presidente do grupo, Rinaldo Marinoni, e o governador Eduardo Campos, que está em missão com empresários no país europeu.

Em nota, a assessoria de imprensa do governador afirmou que a Fincatieri possui oito estaleiros na Itália e que entre os seus principais clientes está o armador Carnival, que opera navios de cruzeiro.

A intenção do grupo é construir fragatas para a marinha brasileira a partir de Pernambuco.

De acordo com o empresário italiano, o novo estaleiro, caso seja confirmado, terá capacidade para gerar cerca de mil empregos diretos no estado.

Fonte: Da redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR - 23/03/11

Ethos lança projeto para acompanhar gastos da Copa e das Olimpíadas

São Paulo – O Instituto Ethos lançou hoje (23) um projeto para acompanhar os investimentos e as ações voltados à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016.
O projeto, batizado Jogos Limpos Dentro e Fora dos Estádios, pretende unir diversas entidades em torno de iniciativas de controle social para aumentar a transparência e a sustentabilidade dos investimentos para os maiores eventos esportivos da história do país.

Sindicatos e confederação de trabalhadores, organizações não governamentais (ONG) e até organismos multilaterais como as Nações Unidas (ONU) participam do projeto. A Controladoria-Geral da União (CGU) também apoia a iniciativa.

Segundo Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos e um dos coordenadores do Jogos Limpos, o projeto, basicamente, quer oferecer aos cidadãos meios de verificar se os recursos estão sendo gastos corretamente. “Por meio dessas ações, nós queremos dar mais transparência, integridade e controle social ao investimento público e privado para a Copa e Olimpíada”.

Uma página na internet, criada pelo projeto, vai servir como central de informações e divulgação de dados disponibilizados por vários órgãos. A página Jogos Limpos também foi inauguirada hoje e será atualizada periodicamente. “Ainda temos poucos dados, mas a ideia é ir aumentando isso com o tempo”, explicou Itacarambi.

Além da página na internet, serão instalados um comitê nacional de coordenação e cinco comitês regionais em cidades-sede da Copa (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Brasília ou Recife) para que os cidadãos acompanhem e colaborem com a fiscalização dos investimentos.

O presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrahão, lembrou que o governo federal já anunciou investimentos de cerca de R$ 33 bilhões para os dois eventos. Somados aos gastos de estados, municípios e empresas, o investimento total pode chegar a R$ 50 bilhões nos dois megaeventos.

Abrahão afirmou que os recursos são significativos e precisam ser fiscalizados para que sejam bem aplicados. “Temos a oportunidade de fazer com que esses recursos sirvam para reduzir a desigualdade do país e gerem oportunidades”, afirmou ele, lembrando que o Jogos Limpos também vai criar indicadores para acompanhar os investimentos e sua transparência.

Para Izabela Moreira Corrêa, da Secretaria de Prevenção da Corrupção da CGU, a iniciativa do Ethos é exemplar e inédita no que diz respeito a grandes eventos esportivos. Segundo ela, nenhum país que sediou uma Copa ou cidade que recebeu as Olimpíadas teve um projeto tão amplo de controle social dos investimentos.

Por isso, Corrêa ressaltou que é de interesse mundial que o Jogos Limpos dê certo. Assim, outros países poderão usar o projeto como modelo para futuros eventos. “Todos estão de olho no Brasil. Podemos exportar a ideia para quem vai receber as próximas copas e olimpíadas”, afirmou ela, que também integra a equipe do projeto.

Fonte: Da Agência Brasil - 23/03/11

LOGÍSTICA - Nova operação no Porto do Recife

TATIANA NOTARO

A pernambucana 3PL Consulting firmou sociedade com a Gulftainer Co., dos Emirados Árabes, que juntas vão começar a operar a Gulftainer Brazil.

Trata-se do primeiro investimento do grupo estrangeiro nas Américas em 35 anos de mercado, operação que começa em três meses no Porto do Recife e representa um investimento inicial em maquinário de R$ 15 milhões.

O Porto do Recife também está investindo R$ 7 milhões em melhorias.

O acordo foi assinado entre o presidente do Porto do Recife, Pedro Mendes, e do grupo estrangeiro, Peter Richards.

A previsão do Porto é de que a operação movimente cerca de 30 mil TEUS (medida de capacidade de um contêiner) ainda no primeiro ano - incremento de R$ 3,2 milhões no faturamento do Porto. O negócio integra a retomada da operação de contêineres, parada desde 2004.

“Estamos trabalhando com a implementação de logística internacional e integrada.
Isso engloba toda cadeia, incluindo armazenamento, distribuição, transporte, afretamento de navios e trade, além de carga e descarga, com carga seca, refrigerada, solta e em contêineres, de longo curso e cabotagem”, explica o diretor Comercial da 3PL Consulting, Marcelo Graneros. “Consideramos que o Porto do Recife é estratégico pela localização e a dragagem foi fundamental”, comenta Graneros, referindo-se à obra que elevou o calado para 11,5 metros.

A nova empresa deve empregar cerca de 80 profissionais e vai utilizar a área pública do Porto para operação. “A operação será uma porta para países dos Emirados Árabes que já fazem parte da cartela de clientes da Gulftainer”, explicou Graneros.

A Gulftainer Brazil é a 2ª empresa que começa a se estruturar para operar grandes cargas no terminal. A 1ª foi a RodriMar, que deve começar operações até junho.

Fonte: Folha PE - 23/03/11

Prefeitura do Recife abre propostas de licitação da Via Mangue. É da Queiroz Galvão menor proposta

A Prefeitura do Recife dá mais um importante passo para a concretização do Projeto Via Mangue. A Empresa de Urbanização do Recife (URB) realizou, na manhã desta quarta-feira (23), na sala da Comissão Permanente de Licitação (CPL), a abertura dos envelopes contendo as propostas de preços das empresas habilitadas no processo licitatório para a construção do sistema viário da intervenção.

Entre as empresas habilitadas a que apresentou o menor preço foi a Queiroz Galvão.
Mas, as propostas apresentadas passarão pela devida análise da URB, que após a verificação, publicará oficialmente o resultado da licitação, com o nome da empresa vencedora.

De acordo com a presidente da URB, Débora Mendes, a Prefeitura do Recife obteve êxito nos recursos interpostos contra as decisões liminares apresentada na última sexta-feira (18), as quais determinavam a inclusão e exclusão de participantes do certame, e as mesmas foram cassadas.

Sistema Viário
– Com 4,75 km de extensão, o viário da Via Mangue será composto por faixas de rolamento para veículos, calçadas para pedestres e ciclovia. No sentido Centro / Boa Viagem, a via terá 4,75km. Já no sentido Boa Viagem/Centro, a extensão é de 4,37km.

Esta obra engloba ainda a construção de dois elevados por sobre a Rua Antônio Falcão, em Boa Viagem ; de oito pontes (sendo cinco para manutenção do mangue); duas alças de ligação, alargamento da Ponte Paulo Guerra e do Viaduto Capitão Temudo, além de uma passagem semi enterrada.

Esta será a primeira via expressa do Recife, com velocidade média de 60km/h.
Ela não possuirá semáforos ou cruzamentos de tráfego e contemplará ainda a acessibilidade para deficientes e idosos.

Com sua implantação, cria-se um cinturão de proteção do manguezal do Rio Pina, melhora-se o tráfego nos bairros de Boa Viagem e do Pina, e abre-se a possibilidade de implantação de um corredor exclusivo de ônibus na Avenida Domingos Ferreira, viabilizando o Corredor Norte-Sul.

Depois de concluída a licitação, o plano de trabalho será definido entre os técnicos da URB e da empresa vencedora do certame. Segundo Débora, a intervenção pode acontecer simultaneamente em vários locais, entre eles, a área da Rua Antônio Falcão até a entrada do Parque dos Manguezais, local de retiradas de palafitas.

Com informações da assessoria

Caixa lança linha de microcrédito para mulheres empreendedoras

Stênio Ribeiro
Repórter da Agência Brasil

Brasília - As mulheres que têm pequenos negócios ou pretendem iniciar atividades comerciais já dispõem de uma linha de crédito para financiar o empreendimento, até o limite de R$ 15 mil. Acordo nesse sentido foi assinado hoje (23), no auditório da Caixa Econômica Federal, em solenidade comemorativa ao Dia Internacional da Mulher.

De acordo com a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, o apoio ao empreendedorismo feminino está em sintonia com a Política Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado, com taxas de juros que variam de 0,93% a 3,9% ao mês, com prazos de até 24 meses para pagamento do empréstimo.

Além disso, as mulheres empreendedoras podem ter também assistência técnica da Caixa para a formação de seus empreendimentos, em qualquer região do país.

O dinheiro pode ser usado para montar um pequeno negócio ou para expandir as atividades de quem já está no comércio, com fundos para financiar todas as empreendedoras que precisarem.

'É um investimento nas mulheres, que vão trazer a força de trabalho, seus projetos e propostas para que a Caixa possa contribui', segundo Maria Fernanda.

Perguntada quanto ao fato de a menor taxa de juros da operação ser de 0,93% ao mês - quase o dobro da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) cobra das grandes empresas -, Maria Fernanda disse que se tratava de 'prazos diferentes para negócios diferentes'.

Ela acrescentou que a taxa para o microcrédito pode ser de até 2% e, no caso específico para empreendedoras femininas, a Caixa está fazendo por menos da metade, o que considera 'uma taxa adequada'.

A cerimônia contou com a presença das ministras da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes; da Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial, Luiza Bairros Palavra; e da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário.

Edição: João Carlos Rodrigues

Fonte: Agência Brasil - 23/03/11

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