sábado, 12 de fevereiro de 2011

SpaceX, Tesla Motors Showcase New Innovation for Space and Beyondby

by Denise Chow,



SpaceX showcased the company's flown Dragon space capsule at an event jointly hosted with Tesla Motors in Washington, D.C.
SPACE.com/Denise Chow


WASHINGTON – Commercial spaceflight company Space Exploration Technologies (SpaceX) and electric carmaker Tesla Motors teamed up yesterday (Feb. 10) to offer a behind-the-scenes glimpse of some of their products that are pushing the boundaries of technological innovation.

To celebrate the opening of the city's first Tesla showroom, the two companies jointly hosted an exclusive open house for members of the media. On display were SpaceX's Dragon space capsule, which became the first commercial spacecraft to effectively return from orbit after a successful test flight on Dec. 8, 2010, along with Tesla's Roadster and the forthcoming Model S sedan.

SpaceX, based in Hawthorne, Calif., and Tesla Motors, headquartered in Palo Alto, Calif., are both managed under the watchful eye of entrepreneur and CEO Elon Musk. Musk is also the co-founder of the online payment system PayPal.

SpaceX's unmanned Dragon spacecraft is being developed as a cargo vessel to deliver supplies to the International Space Station under a $1.6 billion deal with NASA. The contract calls for 12 SpaceX Dragon flights to the space station through 2016.

"The technology of space travel has arguably declined since the Apollo moon landings, as rocket flight has become significantly more expensive to the point of being almost unaffordable even for the federal government," Musk said in a statement.

"SpaceX is revolutionizing the industry with launch costs that are the most competitive in the world, despite our vehicles having higher design safety margins and greater systems redundancy. Ultimately, our goal is to reduce costs by over a factor of ten, saving billions of tax dollars and helping to launch a new age of discovery."

On Dec. 8, Dragon launched on SpaceX's Falcon 9 rocket, orbited the Earth twice, and re-entered the Earth's atmosphere before splashing down in the Pacific Ocean. The mission was considered an overwhelming success.

"We were really happy," Ken Bowersox, SpaceX vice president of astronaut safety and mission assurance and former NASA shuttle and space station commander, told SPACE.com. "It reminded me a lot of how the space missions that I've been on have gone.

Typically when you plan things well and think about the contingencies before you launch, the mission on orbit goes very smoothly and you get the desired outcome in the end."

The smooth test flight of the Dragon capsule shone a spotlight on the potential for commercial spaceflight, and may have even helped break down some barriers.

"I think it probably did a lot to reduce the level of fear that's present in the community," Bowersox said. "Everybody forgets the fact that commercial companies have made every single vehicle that has ever been flown by NASA.

I think people are seeing that this could open up exploration instead of stopping exploration. When people realize that, they'll start to accept it as a good thing."

Recently, SpaceX submitted a proposal to NASA's Commercial Crew Development (CCDev) program to begin developing a version of the Dragon capsule to transport people into orbit.

"Tesla is expediting the move toward energy independence, promoting clean transportation and helping restore America to a position of global automotive leadership," Musk said.

Tesla's four-door, full-sized, battery electric Model S sedan is expected to hit the retail market in mid-2012. The car is designed and manufactured in California, and will be the first vehicle built from the ground up as an electric car.

At yesterday's event, Tesla also exhibited the Tesla Roadster, a sports car that runs on lithium-ion battery cells. This electric "supercar" can accelerate from 0 to 60 miles per hour in a rapid 3.7 seconds without using a single drop of gasoline. The Roadster, which can be plugged into any conventional electrical outlet, can also travel 245 miles on a single battery charge.

Fonte:SPACE.com - 12/02/11

Empresa canadense usa cocô de elefante para produzir papel

A empresa canadense The Great Elephant Poo Poo Paper, ou somente, Poopoopaper inovou totalmente a noção de matéria-prima usada para a fabricação do papel. Eles descobriram uma maneira de reutilizar as fezes dos elefantes e as fibras contidas nela para substituir a celulose.

Ao contrário do que se imaginaria, o resultado final é um produto de qualidade e o mais importante, inodoro. A eficiência do papel de cocô de elefante é tão grande que possibilitou à empresa diversificar seus produtos, que no site institucional são caracterizados como: inspiradores, inovadores e sustentáveis.

A companhia garante que seu principal objetivo é conseguir vender os seus produtos completando um ciclo verdadeiramente criativo e sustentável. Para isso, a matéria-prima dá nova utilidade a algo aparentemente inútil, são proporcionadas novas oportunidades de emprego e boa parte do lucro obtido é direcionada a programas de conservação dos elefantes.

Para conseguir o cocô usado na fabricação do papel a empresa conta com parcerias com diversos parques que recolhem os resíduos cheios de material fibroso. O esterco é processado e transformado em folhas de papel, que originam cadernos, blocos de anotação e muitos outros itens artesanais. Um elefante adulto médio chega a defecar mais de cem quilogramas de estrume por dia, portanto, matéria-prima não é problema para a produção do papel.

A Poopoopaper foi fundada em 2002 e inicialmente os produtos eram vendidos em pequenas lojas preocupadas com o meio ambiente. Por serem totalmente artesanais os itens eram caros, sendo acessíveis a uma pequena parte da população.

No entanto, a marca sempre esteve preocupada com a redução dos custos no processo de fabricação para que eles chegassem ao consumidor final mais barato.
Enfim, o resultado atual é a concretização desse esforço e uma considerável popularização do material. Assim, os canadenses conseguiram expandir o comércio também para os Estados Unidos, Austrália, Japão e Europa.

No site da empresa é possível ter detalhes de todos os produtos e ainda obter as mais diversas informações e curiosidades a respeito dos elefantes. Além, é claro, de contribuir para a preservação desse animal gigante.

Fonte: Redação CicloVivo - 12/02/11

Empresas lucram com pacificação de favelas

A liberação das comunidades cariocas pela polícia abre espaço para que empresas de TV por assinatura, telefonia e energia ofereçam serviços

RIO - O emaranhado de fios elétricos passando rente às casas espremidas em uma viela do morro do Cantagalo, zona sul do Rio, contrasta com inúmeros medidores de energia recém-instalados. "Agora, as pessoas pensam duas vezes antes de instalar um ar-condicionado", comenta a diarista Andrea Maria Rosa Gomes, 48, resumindo a mudança de comportamento de grande parte dos moradores, que antes tinham ligações clandestinas e não pagavam pela energia.

Marcos de Paula/AE
Marcos de Paula/AE
'Gatos' dão lugar aos serviços regularizados

A paz estabelecida em uma série de comunidades cariocas, até pouco tempo dominadas por traficantes armados com fuzis, já está se convertendo em cifras para grandes empresas que antes não subiam os morros, temerosas pela segurança de seus funcionários. Os grandes filões estão em serviços como TV por assinatura, telefonia e energia elétrica.

Da varanda da casa de Andrea, a vista para o mar de Ipanema impressiona tanto quanto a do mar de antenas de televisão via satélite instaladas nas residências vizinhas, morro abaixo. Perguntados sobre o que acham do serviço, os moradores não se sentem à vontade para falar, aparentemente ainda com receio, já que as operadoras tomaram o lugar das centrais de televisão comandadas por traficantes, a chamada "Gatonet".

Uma das empresas a entrar nesse mercado, ainda no ano passado, foi a Sky. A companhia lançou um pacote especial, com 89 canais, para as regiões com Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) por preço reduzido: R$ 44,90. Com a vantagem de não ter de instalar uma rede de cabos, a operadora consegue chegar a essas comunidades tão logo são pacificadas.

Foi o que aconteceu no domingo passado. Assim que as forças policiais ocuparam o Complexo de São Carlos, na região central do Rio, 140 funcionários entraram no conjunto de comunidades e, em quatro dias, fecharam mil assinaturas. Esse número de vendas, normalmente, leva três meses para ser atingido, diz o diretor comercial da Sky, Sérgio Ribeiro.

Regularização. Com o acesso livre para favelas antes dominadas pelo crime organizado, a distribuidora de energia Light já prevê faturamento de R$ 3,5 milhões apenas nas comunidades Chapéu Mangueira, Babilônia, Cidade de Deus e Dona Marta. Ao desembarcar nessas regiões, a empresa centra seus trabalhos na regularização das ligações clandestinas e de clientes que não pagavam as contas.

Além dessas comunidades, a companhia já entrou em outras seis, totalizando 11 mil clientes. A expectativa é chegar ao fim do ano com mais de 36 mil. Só no Complexo do Alemão, conjunto de favelas retomadas pelo Estado com a ajuda das Forças Armadas no fim do ano passado, a empresa estima em 30 mil o número de clientes potenciais.

"Antes não tínhamos o que fazer. Se tentássemos entrar numa comunidade dominada pelo tráfico para tentar cortar uma ligação, levávamos uma pistola na cabeça, éramos ameaçados", conta o diretor de comercialização Mário Guilherme Romano. Ele afirma que a empresa está investindo para renovar toda a rede elétrica das áreas pacificadas.

O trabalho da Light, porém, não acaba no momento da regularização. Com o objetivo de prevenir a inadimplência em residências que antes recebiam energia gratuitamente, a companhia realizou uma série de medidas para evitar que as contas cheguem com valores muito elevados.

Na cozinha de Andrea, no Cantagalo, a geladeira antiga, com baixa eficiência energética, foi trocada por um modelo novo. "Foi um presente de Natal", diz sobre o produto recebido gratuitamente em dezembro.

Segundo ela, mesmo assim alguns vizinhos já reclamam das contas altas, o que teria levado a Light a oferecer descontos.

A diarista explica que nunca fez ligação clandestina, mas conta que estava inadimplente. "Tenho uma dívida de R$ 2 mil, mas eles disseram que vão perdoá-la se pagarmos as faturas em dia durante um ano", diz.

Operadora de telefonia fixa e móvel, internet banda larga e televisão via satélite, a Oi também vê a calmaria nas favelas cariocas se reverter em receitas. Depois de o número de linhas fixas da empresa instaladas no Complexo do Alemão cair de 37 mil, em 2007, para cerca de 7 mil no ano passado, às vésperas da ocupação, o cenário começa a se reverter.

O plano da companhia é recuperar a perda de clientes e chegar a 50 mil assinantes até o fim do ano. "É como se uma cidade de 600 mil habitantes surgisse do nada no meio do Rio de Janeiro", comemora o diretor de comunicação corporativa da Oi, George Moraes.

Fonte: Glauber Gonçalves, de O Estado de S.Paulo - 12/02/11

Sustentabilidade ganha quase dobro de crédito do BID

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Presidente do BID, Luís Moreno, ressalta força da sustentabilidade/Foto: Center for American Progress

A sustentabilidade tem adquirido muita força no cenário internacional. E os gastos do BID (Banco Inter-Americano de Desenvolvimento) quanto a esse assunto comprova essa tendência. O banco aumentou a destinação de fundos para melhoria ambiental, mudança climática e energias renováveis para quase o dobro do ano anterior, alcançando o recorde de US$ 3,5 bilhões em 2009.

Esses dados, que ainda estão sob análise do banco interamericano, foram retirados do relatório de um grupo independente financiado pelo próprio BID. O texto, obtido pela Folha, ainda traz outros números.

O BID saltou seus empréstimos totais de US$ 11,2 bilhões em 2008 para US$ 15,5 bilhões em 2009. E 15 dos 33 empréstimos aprovados pelo banco foram direcionados às mudanças climáticas e às energias renováveis.

Para o ciclo 2010/2011, os empréstimos deverão ser ainda maiores. O terremoto do Haiti, as enchentes da Colômbia e os deslizamentos no Brasil são algumas das causas para as quais o BID deverá ajudar financeiramente.

Os U$55, 3 milhões destinados para gerenciamento dos desastres naturais e outros US$ 1,8 bilhão relacionados a projetos sobre água e sistemas sanitários já foram entregues em 2009.

Fonte: EcoD - 12/02/11

Festival de Cinema começa na próxima terça-feira no Fundação Joaquim Nabuco em Recife

O evento acontece simultaneamente em 22 cidades brasileiras

Entre os dias 15 e 20 de fevereiro, o Cinema da Fundação Joaquim Nabuco será palco do 3º Festival do Júri Popular. O evento acontece simultaneamente em 22 cidades brasileiras e premia filmes nas seguintes categorias: grande prêmio, melhor ficção, melhor documentário, melhor animação, melhor experimental, melhor direção, melhor roteiro, melhor fotografia, melhor montagem, melhor trilha sonora, melhor ator e melhor atriz. Mais informações pelo site do evento.

O cinema da Fundação fica na Rua Henrique Dias, nº. 609, no bairro do Derby, no Recife.

Para o Festival, a entrada é franca. Mais informações pelos telefones 3073.6688.

Veja a programação do Festival, no link ao lado. Programção Fundaj

Fonte: Da Redação do pe360graus.com - 12/02/11

REPRESENTANTES DA PREFEITURA DO RECIFE PARTICIPAM DE LANÇAMENTO DE FÓRUM SOBRE TRÂNSITO

Evento aconteceu no auditório do grupo Diários Associados e contou com representantes de diversos órgãos e entidades envolvidas com o tema

Por Tiago André Santos

O secretário de Serviços Públicos do Recife, Eduardo Vital, e o diretor de Trânsito da CTTU, Agostinho Maia, representando a presidente da Companhia, Maria de Pompéia Pessoa, prestigiaram, na manhã da sexta-feira (11), o evento de lançamento do Fórum Desafios Para o Trânsito do Amanhã.

Promovido pelo grupo Diários Associados em parceira com o Sindicato das Empresas Seguradoras de Pernambuco, Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e do Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor), o encontro, que terá reuniões mensais até o final do ano, pretende levantar questões, analisar os problemas e encontrar soluções para o tema do trânsito no estado de Pernambuco, na Região Metropolitana e no Recife.

A saudação inicial do evento, que aconteceu no auditório do Diários Associados, foi feita pelo presidente da entidade no Nordeste, Joezil Barros, que destacou a necessidade do fórum sobre a temática trânsito. “O Diário de Pernambuco é um jornal de 185 anos, mas que nunca parou no tempo e faz questão de acompanhar os problemas da cidade e buscar soluções para ela, e o trânsito é uma dessas questões. Por isso decidimos que nos próximos oito meses vamos debater esse assunto, vista os grandes eventos que estão por vir”, afirmou.

Segundo o presidente do fórum, Laedson Bezerra, a ação iniciada nesta sexta representa uma atitude de cidadania que irá refletir numa melhoria do dia-a-dia das pessoas. “O trânsito em condições seguras é um direito de todos e um dever dos órgãos e entidades adorarem medidas para assegurar esse direito”, proferiu o palestrante, citando o artigo 1º do Código de Trânsito Brasileiro.

“Os temas que serão tratados ao longo das reuniões são muito interessantes e refletem a necessidade das cidades como um todo. Vejo com muita satisfação a realização desse fórum para ampliar o debate sobre o tema central do trânsito, que é tão fundamental no nosso município”, pontuou o diretor de trânsito da CTTU, Agostinho Maia. No primeiro encontro o tema abordado foi o Seguro DPVAT, tipo de benefício que atende qualquer cidadão vítima de acidente de trânsito em todo o território nacional. Para explanar a questão foi convidado o presidente da Seguradora Líder DPVAT, Ricardo Xavier.

Na sua fala, Xavier destacou os números que cercam o DPVAT. Só em 2010, foram mais de R$ 2,5 bilhões pagos em indenização para as vitimas de trânsito. Mais de mil pessoas por dia receberam a compensação. “É importante que todos os cidadãos tenham conhecimento sobre o direito de ter acesso ao seguro DPVAT”, disse. A próxima palestra do Fórum Desafios para o Trânsito do Amanhã será no dia 22 de março, sobre o tema Rodovias Federais.

Também participaram do evento o presidente do DETRAN-PE, José Humberto Cavalcanti; o secretário de Turismo de Pernambuco, Alberto Feitosa, o reitor da Universidade Católica de Pernambuco, Padre Pedro Rubens, e o deputado federal Bruno Rodrigues.

Fonte: Portal PCR

HEALTH MINISTER LAUNCHES PUBLIC PRIVATE PARTNERSHIP IN SOUTH AFRICA

By Kwanele Dhladhla

The referral of Swazi patients to foreign countries makes the Minster of Health, Benedict Xaba, to almost collapse each time he has to approve the expensive payments.
This was revealed by the minister on Thursday evening during the partnership launch with the private sector and Swazi med.

The deal was officially signed at Bethel Court in an event attended by over 20 doctors from both Swaziland and South Africa.

“Each and every day, I almost collapse when we have to make transfers of very sick patients to foreign countries for medication. This is mainly because I know what we have to do, but restricted by procedures to make a partnership with the private sector. I am very delighted that today we are launching the partnership with the private sector and hope we reduce the high number of referrals which are a huge financial drain to the government coffers in light of the current financial crisis,” said Xaba.

Misunderstanding

He was quick to mention, the public should not misunderstand him, because this does not mean he was against the transfers in any way.
He said, “when a child is burning inside a house and the keys have been misplaced, this does not mean the child inside the house should die. But we break the window to rescue the soul when we know very well that we are doing something wrong because there could be another way of solving the problem apart from breaking the window.

Thus meaning, I approved the large sums of money to pay for the patients to save the lives of hundreds of Swazis, but knew the solution of reducing the transfers. The solution was to introduce partnership with the private sector, because some of the private hospitals in the century do offer the services we send patients to South Africa to receive.”

Consistent media reports have attested that the country was losing millions through the transfer of patients thorough the Phalala Fund. The financial drain had been dire to the extent that the Government could not settle some of the debts, which led to the turning back of terminally ill patients by some South African Hospitals.

‘Include PPP in Health Act’

Doctors have called for the public private partnership (PPP) to be included in the Public Health Act currently amended to make it legally binding.
This was suggested by the Managing Director of Medscheme in the African Continent, Tim Rametse during the launch of the public private partnership launch on Thursday evening.
He said there was a dire need to have a regulation which will guide the partnership of the private sector to make the partnership fruitful.
At the moment there is only a memorandum of understanding (MOU) which has been signed, to be used to regulate the partnership. The 11 members steering committee will be expected to make sure they consult all the relevant authorities in making sure an Act to regulate the partnership was established.
“The Health sector needs to be regulated by laws, thus we would like to urge the minister of health to see into it that the partnership is included in the Public Heath Act because it is in the process of revision,” said Rametse.
Furthermore, he also pledged Medscheme will provide advice on an international perspective of how the partnership will be regulated. This is mainly because Medscheme has vast experience on maintaining partnerships with Government.
They currently have the biggest private programme of HIV and AIDS prevention in Africa in partnership with the Clinton Foundation from the United States of America.
The Minister of Heath, Benedict Xaba, did not want to commit himself in answering the question, but said they will look into how they will consider the important piece of advice.

Balance steering committee, says Dr Tshabalala

There have been complaints that the steering committee to regulate the partnership between the public and private sector is not balanced.
This was stated by Dr Ruth Tshabalala from the Siyanaka Health Centre in Mbabane.
She is also the same doctor behind the construction of the women and children’s clinic to be officially opened soon in Manzini.
“The committee is not balanced as it only comprises doctors, yet it should also comprise businessmen who will look at decisions to be undertaken by the committee on an economic perspective,” said Dr Tshababala.
She was seconded by the Managing Director of Medscheme Africa, Tim Rametse, who said the business oriented people will help to balance the decisions and imprudenise on the effects of all initiatives before implementation.
The room also applauded the idea when she made the submission to strike a balance.
Meanwhile, the Minister of Health, Benedict Xaba, said the committee has been given three weeks to make consultations on the modalities of the co-operation of the partnership.
“The Committee will be expected to spearhead the partnership and its main objectives are to develop guidelines on national referral to both public and private facilities, to work on a Public Private Parnership (PPP) framework and report to the Minister through the Principal Secretary’s Office,” said Xaba.

Need to upgrade hospitals – Xaba

The Ministry of Health wants to upgrade hospitals across the country through innovative forms of technology.
This was revealed by the Minister of Health, Benedict Xaba, who said there was dire need to improve the hospitals to match international standards in order to improve the health service delivery in Swaziland.
Equipment
“I also wish to state that the ministry of health intends to upgrade medical equipment across the country through innovative forms of technology,” said Xaba.
The undertaking by the minister of health was met by a round of applause from the doctors who had attended the meeting.
Some of them were overheard saying the ministry should have long started upgrading the hospitals.
“Upgrading all Swazi hospitals has been overtaken by events, we should have long started upgrading the country’s hospitals because some of them are a disgrace to the Health system of the country,” said the unidentified doctor.

CO-OPERATION SECTORS OF PARTNERSHIP BETWEEN PUBLIC, PRIVATE HEALTH SECTOR

n Referrals of patients in the country from public to private hospitals, to reduce the external referrals foreign countries and South Africa recommended.
n Opening public hospitals for private doctors to utilise
n Using the national reference laboratory by private doctors
n Allowing private doctors to do locum at public facilities and to,
n Strengthen co-operation in the fight against HIV and AIDS , TB, Malaria and non-communicable diseases.

THE STEERING COMMITTEE

n Acting Director of Health Services MoH: Dr Simon Zwane (Chairperson)
n Dr Penuel Gina
n Dr Jonathan Dlamini
n Dr Phetsile K. Dlamini
n Dr Themba F. Ntiwane
n Futhi Mdluli
n Dr Nimrod Matekere
n Dr Shabangu – Hlathikhulu Government Hospital
n Dr Nkhosingiphile Kunene-Raleigh Fitkin Memorial
n Dr Bongiwe Malinga - Mankayane Government Hospital
n Dr Makhosazana Malinga - Mbabane Government Hospital

Fonte: The Swazi Observer - 12/02/11

Eólicas contribuem na descentralização

Mirella Falcão
Expansão dessa matriz energética é uma das soluções para se evitar sobrecargas nas redes - e novos apagões


O coração da geração elétrica do Nordeste está entre Sobradinho e Xingó. Metade da carga de potência que abastece a região é produzida neste trecho. Quando um problema na transmissão desliga as oito usinas situadas nesta área, o resultado não poderia ser diferente: blecaute.

Os parques eólicos que estão se instalando na região vão contribuir para a descentralização da geração de energia. Mais próximos dos centros de consumo, as perdas de energia no processo de distribuição e a sobrecarga nas redes de transmissão são menores.

A expansão dessa matriz energética, no entanto, também demandará um reforço na rede elétrica. O setor reivindica a construção de um linhão de 1,8 km de extensão, entre Pernambuco e Maranhão.


O Nordeste já é a região com a maior geração de energia eólica do país Foto: Fábio Cortez/DN/D.A Press
O Nordeste já é a região com a maior geração eólica do país. Cerca de 90% dos 3,85 mil megawatts (MW) comercializados nos dois últimos leilões de energia eólica promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estão concentrados na faixa litorânea da região, que deve abocanhar mais projetos no próximo leilão, previsto para acontecer em junho.

´Até 2015, o país vai gerar mais de 3 mil MW e ficará entre os dez maiores produtores do mundo. E em 2020, estaremos entre os cinco maiores, com 20 mil MW`, prevê Everaldo Feitosa, vice-presidente da Associação Mundial de Energia Eólica e diretor da Eólica Tecnologia, que está operando três parques eólicos em Gravatá, Macaparana e Pombos. Atualmente, o país ocupa a 21ª posição com uma produção anual de 600 MW.

´Os parques eólicos proporcionarão uma geração descentralizada e as redes de transmissão ficarão menos sobrecarregadas. Isso diminui as chances de apagão`, diz Feitosa. ´Recife, por exemplo, está a mais de 700 km de Sobradinho. Com a geração próxima dos grandes centros, a distância a ser percorrida pela energia será menor e haverá menos perdas.

O volume de energia escoado entre Sobradinho e Xingó é muito grande. Em vez de lançar muita energia em uma única área, isso ficará mais diluído`, pontua Pedro Rosas, doutor em energia eólica e professor do Departamento de Energia Elétrica da UFPE.

Para que todos os parques previstos e futuros entrem em operação, o governo precisa reforçar a rede de transmissão. Um estudo encomendado pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) aponta a necessidade da construção de uma linha de transmissão entre o Maranhão e a Paraíba, com 1,8 mil quilômetros de extensão. Segundo o diretor da regional N/NE da Abeeólica, Pedro Cavalcanti, o estudo está em discussão com o Ministério de Minas e Energia.

Fonte: Diário de Pernambuco - 12/02/11

Temporada boa para estrangeiros em Pernambuco

Juliana Cavalcanti

Novas frequências de voos internacionais a Pernambuco levam otimismo à hotelaria que prospecta turistas


A atração de novas frequências de voos para Pernambuco tem estimulado os hotéis a buscarem parcerias com agências de viagem estrangeiras, no intuito de atrair, através de promoções e pacotes especiais, os turistas estrangeiros.

O Summerville e o Nannai, por exemplo, aproveitaram a primeira grande feira de turismo do ano, a Feira Internacional de Turismo (Fitur), em Madri, para fechar os primeiros pacotes para grupos. Otimistas, os gestores dos hotéis acreditam que este é apenas o início de uma temporada positiva.


Foto: Pernambuco Construtora/Divulgação
´A Fitur foi muito proveitosa para fechar acordos comerciais e também a participação nos catálogos de venda de quatro operadoras que tomaram a iniciativa de procurar opções de hotéis e informações sobre o nosso destino e já agendaram visitas de inspeção nos meses de fevereiro e março`, comemora Sérgio Paraíso, gerente de Vendas do grupo Pontes Hotéis - que controla o Mar Hotel e o Atlante Plaza, no Recife, e o Summerville, em Porto de Galinhas.

Tanto o Summerville, quanto o Nannai (também em Porto) entrarão nos catálogos das operadoras Viva Tours, El Corte Inglés, Catai e Portugal Tours. ´Todos os operadores foram unânimes em confirmar que o Brasil está na moda na Espanha e é o destino da vez, apesar do câmbio desfavorável para eles`, completa Sérgio Paraíso, adiantando que outras seis operadoras estão fechando parcerias de divulgação.

Rodrigo Lins, gerente comercial do Nannai, lembra que a presença dos hotéis de Pernambuco nas feiras de turismo vem acontecendo há muitos anos, mesmo durante os períodos mais difíceis para o segmento.

´O resultado que tivemos na Fitur e no restante da viagem foi positivo porque pela primeira vez uma proatividade dos operadores espanhóis em procurar a hotelaria de Pernambuco para negociar`, avalia Lins, revelando que o Nannai já recebeu no último fim de semana de janeiro um grupo formado de operadores, agentes de viagens e jornalistas espanhois que vieram conhecer o destino a infraestrutura oferecida.

A estratégia dos hotéis é continuar investindo na participação em feiras internacionais de turismo durante o ano de 2011. Já está agendada presença em dois grandes eventos: a Feira de Turismo de Portugal (BTL), de 23 a 25 de fevereiro; e a Mundo Abreu (de 08 a 10 de abril) - ambas voltadas para o mercado português. A expectativa dos hoteleiros é que a participação de portugueses e espanhóis nos hotéis aumente pelo menos 10% durante o ano de 2011.

"Todos os operadores foram unânimes em confirmar que o Brasil está na moda na Espanha" Sérgio Paraíso, gerente de Vendas do grupo Pontes Hotéis.

Fonte: Diário PE - 12/02/11

Cuiabá: empresários temem desapropriações para BRT da Copa

Lojistas se unem para conhecer planos da Agecopa/MT
Projeto de linha do BRT em Cuiabá (crédito: Divulgação Agecopa)

Thompson Neto - Cuiabá

Empresários de Cuiabá se uniram em uma associação para cobrar do governo do Estado e da Agecopa uma indenização justa para as desapropriações que vão ocorrer por conta do plano de mobilidade urbana na capital mato-grossense para a Copa de 2014.

Os recursos para as obras estão assegurados, os projetos em fase final de elaboração e muitos trabalhadores com a perspectiva de perder o emprego devido aos inúmeros imóveis que serão desapropriados na região central da cidade.


Os empresários donos dos imóveis e os locatários da avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha) recorreram à Câmara de Dirigentes Lojistas e até à Assembleia Legislativa para buscar uma solução para o problema. Eles temem que falte transparência com relação aos prazos e valores das indenizações. "Temos consciência que teremos desapropriações. Será inevitável.

Teremos um prejuízo não apenas financeiro, mas emocional e psicológico. Não estamos mais dormindo tranquilamente", reclama Dilma Gentil, presidente do Conselho Fiscal da Associação dos Empresários Locatários da Prainha, em entrevista ao Portal 2014.

Ela diz estar ciente das mudanças necessárias no centro da cidade para implementação do sistema de transporte público BRT (Bus Rapid Transit) mas que, a princípio, apenas os donos dos imóveis seriam recompensados. Os locatários estariam à deriva na turbulenta negociação.

Para tentar uma solução, os empresários se reuniram com o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Geraldo Riva (PP). O parlamentar se comprometeu a intervir junto ao governo do Estado para ampliar o debate com relação à desapropriação. O tema tem gerado tanta polêmica que o governo criou uma secretaria extraordinária para tratar do assunto e a própria Assembleia instituiu uma comissão especial para este fim.

Dilma Gentil ressalta que os empresários são responsáveis por movimentar a economia local e que as desapropriações precisam ser melhor debatidas. "Nós pagamos impostos e geramos emprego.

Nosso ponto comercial foi construído no dia a dia e agora não sabemos o que fazer".

A empresária reclama também que já procurou outros locais para instalar a empresa dela, mas que os valores de mercado estão muito altos devido à especulação imobiliária por conta da Copa. "Estamos sem saber o que fazer. Só queremos uma indenização justa", completou.

A Associação dos Empresários Locatários da Prainha reúne cerca de 40 empresários que trabalham em um pequeno trecho da avenida, compreendido entre a praça Maria Taquara e o Morro da Luz. Este grupo representa os interesses de pelo menos 800 trabalhadores de empresas de diversos setores, principalmente dos ramos de comércio e serviço.

Desenvolvimento
Para esclarecer sobre as mudanças que vão ocorrer na avenida foi realizada uma reunião na CDL com a participação de comerciantes, empresários e o diretor de Infraestrutura da Agecopa, Carlos Brito.

O representante da Agecopa disse que as obras são necessárias para melhorar o sistema viário e que as intervenções têm como objetivo beneficiar a coletividade. "As intervenções planejadas pela Agecopa vão solucionar problemas crônicos do trânsito e dos transportes coletivos, eliminando congestionamentos e garantindo mais qualidade aos deslocamentos da população”, destacou Brito, frisando que esses investimentos, sem a vinda da Copa do Mundo, poderiam demorar até 30 anos para que se concretizassem.

A Agecopa explica que cabe à Secretaria Extraordinária de Apoio Institucional às Ações da Agecopa e PAC, dirigida pelo secretário Djalma Sabo Mendes Júnior, cuidar de todo processo que se refere às desapropriações. Técnicos estão fazendo um levantamento qualitativo e quantitativo dos imóveis.

Nesta etapa serão feitas medições topográficas de cada imóvel a ser desapropriado, condição prévia para as avaliações das propriedades. "Os peritos vão avaliar caso a caso e, dentro do que prevê a legislação, vamos procurar o entendimento. Caso não haja acordo, o valor será depositado em juízo e o preço será discutido na Justiça, mas sem prejuízo para o andamento das obras que atendem ao interesse coletivo", explicou Brito.

Os corredores exclusivos para ônibus permitirão o deslocamento rápido dos passageiros entre o Aeroporto Marechal Rondon em Várzea Grande e o CPA, e entre a Prainha e o Coxipó.

A adoção do novo sistema vai melhorar a qualidade do transporte coletivo na Grande Cuiabá, além de atender as recomendações da Fifa para o período da realização dos jogos da Copa de 2014.

Fonte: Portal 2014 - 12/02/11

Hospital em São Paulo testará redução de estômago em diabéticos

O Hospital das Clínicas da USP vai testar dois tipos de cirurgias de redução de estômago em pacientes com diabete tipo 2 que tenham índice de massa corporal (IMC) entre 27 e 35 - considerado sobrepeso e não obesidade mórbida.

Uma das cirurgias é a polêmica gastrectomia vertical com interposição de íleo. No HC, há um protocolo de pesquisa aprovado pelo comitê de ética do hospital e a técnica será feita gratuitamente. Além da gastrectomia, os médicos também vão testar o by-pass gástrico, amplamente reconhecido e indicado para a maioria dos pacientes obesos.

Com isso, a equipe do HC quer demonstrar que diabéticos não obesos, com IMC entre 27 e 35, podem se beneficiar e até se curar da doença. Hoje, o consenso da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) recomenda a cirurgia de redução de estômago apenas no tratamento de doentes com IMC maior que 35. Segundo pesquisa, pelo menos um terço dos diabéticos tipo 2 tem IMC entre 30 e 35. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado - 12/02/11

Programa oferece aração de terra gratuíta para agricultores de Caruaru

Os agricultores de Caruaru, Agreste de Pernambuco, interessados em adquirir gratuitamene o serviço de aração de terra podem se increver no Programa Terra Pronta, oferecido pela Secretaria de Agricultura da cidade.

O projeto, que tem como principal objetivo melhorar a qualidade de grãos na lavoura e aumentar a oferta de gêneros alimentícios para a população, já beneficiou quase 1,7 mil famílias da zona rural do município, o que equivale a 1,8 mil hectares de terra.

“Este é o tipo de programa que estimula a atividade agrícola de um município”, afirma o secretário de agricultura , Josué Mendes.

Muitas comunidades como Cachoeira de Tabocas, Lajedo do Cedro, Xicuru, Cacimba Cercada, Santo Capim, Poço Dantas, Brejo Novo e Barra de Taquara, já tiveram sua terra preparada para o cultivo de hortaliças, mandioca e outros alimentos.

Para participar, os agricultores precisam fazer parte de alguma associação comunitária, o pedido para receber o serviço deve ser feito na sede destas associações, para depois o líder comunitário entregar a Secretaria de Agricultura, que então disponibilizará a aração gratuitamente.

Fonte: Do JC Online
Núcleo SJCC/Caruaru - 12/02/11

GE abre suas portas para ideias inovadoras

Companhia organizou competição com empresas iniciantes para selecionar projetos que possam ajudá-la a desenvolver novos produtos

A General Electric teve uma maneira inovadora de apresentar novidades relacionadas ao surgimento da chamada rede elétrica inteligente (smart grid): a companhia pediu ideias.

Em julho de 2010, a GE lançou o que chamou de um "Desafio Ecomagination", uma competição em que as pequenas empresas iniciantes da área de inovação e os inventores foram convidados a apresentar as tecnologias que podem ajudar a GE a acelerar o seu desenvolvimento de produtos e serviços relacionados com o “smart grid”.

Foto: Getty Images Ampliar

Unidade da GE em Cincinnati, Ohio, Estados Unidos: busca por projetos inovadores fora do ambiente da companhia

A companhia recebeu cerca de 4 mil inscrições. Deu prêmios em dinheiro no valor de US$ 100 mil para cinco empresas iniciantes e fechou parcerias estratégicas com outras 12 empresas.

A companhia espera que todas essas iniciativas e parcerias possam ajudar as suas diversas unidades de negócios em áreas como o armazenamento de energia, dispositivos de segurança, sistemas de gerenciamento de energia e abastecimento de veículos elétricos.

O objetivo da competição era “reforçar o programa de pesquisa e desenvolvimento da companhia, abrindo-se para a inovação que está sendo desenvolvida fora da companhia”, disse Tore Land, responsável pela realização do desafio com as empresas novatas.

A GE criou um site para a apresentação de alguns projetos; a companhia pediu aos participantes que descrevessem as suas tecnologias inovadoras, colocassem uma previsão de orçamento e informassem o potencial de integração com as tecnologias e produtos da GE.

Executivos da GE e consultores externos, incluindo investidores de risco e o editor da revista especializada em tecnologia Wired, analisaram as ideias com base na sua originalidade, possibilidade de execução e potencial de ganhos.

O público em geral também pôde votar e com isso a GE recebeu cerca de 74 mil comentários, mas a companhia não vai informar qual o peso que os votos dados pelo público tiveram na competição.

Entre os vencedores do prêmio de US$ 100 mil estão a Capstone Metering, empresa de Carrollton, no Texas, que comercializa dispositivos para redes de água. Scott Williamson, presidente da companhia, afirma que a empresa entrou no desafio não só para atrair novos investidores, mas também para ganhar maior visibilidade.

Como para a GE, a sua nova relação com a empresa vai dar uma melhor percepção sobre como o abastecimento de água pode ser ligado em rede da mesma forma como é feito com a rede de energia elétrica. A Capstone espera para realizar um programa-piloto este ano com uma concorrente da GE, a Honeywell, Williamson, segundo Williamson.

O desafio também levou a GE a uma parceria com a ClimateWell, com sede na Suécia, que desenvolveu um sistema de eficiência energética utilizando luz solar em sistemas para aquecimento e arrefecimento da temperatura em ambientes.

Os sistemas foram introduzidos no circuito comercial em 2008, mas agora a GE vai vender a tecnologia mais amplamente através de sua divisão de equipamentos e também ajudar a desenvolvê-la.

Per Olofsson, diretor-executivo da ClimateWell, reconhece que o processo de inovação aberta não é necessariamente fácil: pode ser complicado definir os direitos de propriedade intelectual que cada empresa mantém, por exemplo. Mas vale a pena o esforço, diz ele, pela oportunidade que dá a sua pequena empresa de vir a colaborar com uma companhia como a GE, que possui um "conjunto de tecnologias e habilidades que não temos".

Stefan Lindegaard, um consultor de inovação e autor do livro “The Open Innovation Revolution”, algo como “A Revolução da Inovação Aberta”, em uma tradução livre, afirma que o projeto da GE é um modelo de como abrir o processo de inovação nas empresas.

Segundo ele, a GE conseguiu ser bem sucedida na empreitada em grande parte porque a companhia tem um alcance enorme de mercado e uma grande rede de parceiros. O acesso a essas coisas é “muito mais gratificante do que prêmios em dinheiro” para muitas companhias iniciantes, diz Lindegaard.

A próxima edição do "Desafio Ecomagination" tem como foco os sistemas domésticos de gestão de energia, e os vencedores serão anunciados até o fim do primeiro semestre nos Estados Unidos.

A empresa também está preocupada em melhorar esse processo de busca e seleção de projetos na área de inovação.Tore Land, responsável da GE pela realização do desafio com as empresas novatas afirma que a primeira edição do evento demonstrou um viés natural por parte dos juízes para propostas de negócios de empresas do Ocidente. Para mudar isso, a GE irá tentar montar um conjunto mais diversificado de avaliadores, diz ele.

Fonte: The New York Times | 12/02/11

Voluntários levam cidadania para viciados em drogas em São Paulo

Usuários que passaram pela Praça Princesa Isabel receberam suporte psicológico e foram encaminhados para a reabilitação.

A região conhecida como Cracolândia, no Centro de São Paulo, recebeu, neste sábado (12), a visita de um batalhão de voluntários que levou cidadania. E não foram só os dependentes de droga que tiveram acesso aos benefícios.

Foram oito anos morando na rua e dormindo no chão. Viciado em crack, Cláudio perdeu a família e o emprego. Fazia absurdos pela droga

“Eu vendia tudo, minha roupas. Perdi o controle total. Não parava em emprego nenhum. A droga faz você perder o gosto de tudo, a sensação de tudo” conta.

Há sete meses, Cláudio perambulava pela Praça Princesa Isabel, na região da Cracolândia, quando foi atraído por um movimento, o “Mutirão da Cidadania”. Ele decidiu seguir o grupo e hoje ajuda outros viciados em drogas.

Neste sábado (12), voluntários retornaram ao centro com a mesma expectativa.
Os viciados que passaram pela praça receberam suporte psicológico e foram encaminhados para a reabilitação, nem só dependentes de drogas foram beneficiados.

Quem foi à Praça Princesa Isabel ganhou corte de cabelo. Os 400 voluntários trabalharam em 32 tendas. O mutirão alertou, inclusive, sobre a dengue.

Fonte: JN - 12/02/11

Clubes do Interior de Pernambuco dão início à folia

Foi aberta a temporada de bailes pré-carnavalescos do Interior do Estado. O primeiro aconteceu no dia 29, em Arcoverde, e outros estão marcados ao longo deste mês.
Algumas das próximas folias acontecem em Caruaru, Gravatá, Pesqueira e Belo Jardim.
Em todos os municípios, a principal meta dos organizadores é resgatar a tradição das festas em clubes.

Depois de vários anos, o Clube Intermunicipal, da Capital do Agreste, irá abrir as portas para uma prévia de Carnaval, a partir das 11h do próximo dia 20, para sócios e convidados.
A festa será comandada pela Orquestra de Fernando Borges e a banda de samba Consciência Negra. “Com a nova gestão, o clube, que estava morto, reviveu”, frisou um dos gestores da casa, Cícero Marcolino. “Nosso objetivo é tornar a prévia um evento fixo no calendário do clube”, afirmou a diretora de eventos Ana Paula Tavares.

Em Gravatá, a abertura do Carnaval será no dia 26, com o Baile Municipal da cidade. A partir das 22h, na sede do Clube Desportivo Gravataense (CDG), quem vai animar os foliões são Irah Caldeira e Orquestra Metais Banda Show, do Maestro Lima Neto. Os ingressos individuais custam R$ 40. Mesas e camarotes estão esgotados.

Também no dia 26, às 22h, acontecem os bailes de Belo Jardim e Pesqueira. Na primeira, o evento é promovido pela prefeitura, no espaço Companhia do Lazer, com Patusco e Orquestra Raízes é Show. O ingresso individual custa R$ 15 e a mesa para quatro pessoas, R$ 60.
Em Pesqueira, o baile será animado pela Ópera Banda e Orquestra de Frevo de Pesqueira, no Talismã Hall. Os ingressos custam R$ 25.

Fonte: Da Folha de Pernambuco - 12/02/11

Voluntários de voo a Marte 'pousam' no Planeta Vermelho

Moscou - O ítalo-colombiano Diego Urbina, o russo Aleksandr Smolevsky e o chinês Wang Yue, voluntários que participam de um voo espacial simulado a Marte, pousaram neste sábado na superfície reconstituída do Planeta Vermelho.

Os três fizeram a viagem simulada a bordo de uma pequena cápsula espacial e chegaram à superfície marciana reconstituída por cientistas russos em um simulador do Instituto de Problemas Biomédicos de Moscou.

Os aspirantes a astronautas entraram no módulo de aterrissagem, fecharam a escotilha, se separaram da plataforma orbital e levaram uma hora para chegar ao planeta recriado, onde permanecerão durante 30 dias na que é considerada a maior simulação de voo ao Planeta Vermelho, informam as agências russas.

Nos próximos dois dias, os voluntários irão estudar a superfície marciana com a ajuda de um robô, o que inclui a busca de fontes de água.

A Agência Espacial Europeia (ESA) e a russa Roscosmos lançaram esse projeto 2004, contando posteriormente com apoio e financiamento da China.

Fonte: Da Agência EFE - 12/02/11

Uruguai buscará cooperação com Brasil em indústria aeronáutica militar

Montevidéu - O Governo uruguaio buscará criar uma parceria com o Brasil para o desenvolvimento da indústria aeronáutica militar durante a próxima visita do ministro da Defesa, Nelson Jobim, a Montevidéu, informaram neste sábado fontes oficiais.

Jobim chegará ao Uruguai no próximo dia 14, quando deve se reunir com o presidente José Mujica e com titular da Defesa uruguaio, Luis Rosadilla.

Segundo fontes do Ministério uruguaio relataram à Agência Efe, durante a visita serão tratados assuntos como o andamento do acordo de cooperação em Defesa de ambos os países, além do desenvolvimento de manobras militares conjuntas no Atlântico sul, entre outros assuntos.

Também será debatida a possibilidade de criar uma parceria que permita a instalação de uma fábrica em algum lugar do Uruguai para a fabricação de peças destinadas à aviação militar e será tratado o desenvolvimento da compra e troca de armamento e tecnologia entre ambos os países.

Fonte: Da Agência EFE - 12/02/11

Presidente da Vale visitou Pernambuco para prospectar parceiras com o Governo

O governador Eduardo Campos recebeu, nesta sexta-feira (11), o presidente da Vale, Roger Agnelli.

O executivo veio a Pernambuco para prospectar parceiras com o Governo do Estado em novos investimentos nas mais diversas áreas.

A mineradora brasileira atua hoje em 38 países e emprega mais de 115 mil pessoas, entre trabalhadores próprios e terceirizados.

O encontro durou mais de três horas e contou com a participação do secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio.

Foram apresentados à mineradora brasileira projetos nas áreas de logística, navegação, infraestrutura urbana e de criação de fontes de energia renováveis.

“Chegou a hora da Vale mostrar seu interesse por Pernambuco, que está passando por um processo de desenvolvimento que chama a atenção de grupos pequenos, médios e grandes”, disse Geraldo Júlio, escalado para dar entrevistas após o encontro.

Fonte: Folha PE - 11/01/11

Empresa israelense cria sistema flutuante de captação de energia solar

Módulos conectados que flutuam em qualquer tipo de água convertem luz do sol em energia de forma mais eficiente por manter o silício frio. (Imagem:Divulgação)

A empresa israelense Solaris Synergy, localizada no Har Hotzvim Industrial Park, em Jerusalém, criou uma alternativa mais barata e viável de captação de energia solar.
Um sistema flutuante que dispensa a necessidade de grandes fazendas solares em terra firme.

O dispositivo resolve dois grandes inconvenientes da captação de energia solar: diminui consideravelmente o uso de silício, que converte luz em eletricidade, mas é muito caro, e elimina a necessidade de grandes extensões de terra para captação.
O sistema pode operar em água doce, salgada ou na superfície de águas residuais.

Ao resolver ambos os problemas e introduzindo benefícios colaterais inesperados, o Solaris Synergy ganhou o primeiro lugar no concurso Israel National Cleantech Open IDEAS Competition, na Universidade Tel Aviv, e no Instituto Akirov para negócios e meio ambiente, em novembro. Patrocinadores da competição internacional objetivam encontrar, financiar e fomentar ideias empreendedoras que tratam da energia mundial, do meio ambiente e da economia.

Chamado de Solaris Floating Concentrating Photovoltaic (F-CPV), o dispositivo é fabricado em plástico leve e fibra de vidro e utiliza apenas 5% de silicone.

Na sede do Solaris, em Jerusalém, o co-fundador e CEO da empresa, Yossi Fisher, explica que cada módulo de flutuação de concentração de energia fotovoltaica (F-CPV) é revestido com um filme curvo espelhado que concentra a luz do sol em uma linha fina. Uma vez que apenas cinco por cento da superfície necessita de uma capa de silício, o Solaris usa relativamente pouco do material caro.

"Por não usarmos muito silício, temos bastante dinheiro para os espelhos e outros materiais de construção, e ainda permanecer rentável", explicou Fisher a um canal de televisão israelense. Além disso, a produção do silício libera contaminantes no ar, portanto, quanto menor for o uso, melhor será para o meio ambiente.

Evitando a necessidade de grandes campos para ser instalado, o Solaris foi projetado para ficar na água. Uma grade de módulos conectados, fabricada em plástico leve e fibra de vidro, facilitam a flutuação do invento. Além de poupar imóveis valiosos, ele funciona como uma tampa de reservatório respirável que reduz significativamente a evaporação e elimina o crescimento orgânico e algas.

Para manter os raios focados na linha de silício, a grade gira lentamente enquanto segue o movimento do sol ao longo do dia. Um pequeno motor pode alimentar essa rotação já que a água elimina o atrito.

Um sofisticado acompanhamento de sol guia um controlador remoto, que também modera o sentido do movimento e da velocidade do motor. Uma antena envia todos os dados do controlador através de uma linha de celular para um servidor central e alerta a equipe técnica para potenciais problemas.

Cada grade dos módulos gera 200 kW, e podem ser configurados para caber em qualquer reservatório, lago ou lagoa. "Há uma enorme quantidade de águas interiores no mundo, e muitos corpos d’água confinados estão localizados em áreas com isolamento solar excelente", diz Fisher.
O sistema funciona melhor em áreas de sol forte, como a África, Ásia, Austrália, países do Mediterrâneo e do Sul e outros locais próximos à linha do Equador.

O fundador da empresa explica que se a tecnologia fosse instalada nos mais de 400 reservatórios de águas residuais recicladas de Israel, o país conseguiria realizar seu objetivo de gerar de 10 a 20% de sua energia proveniente de fontes renováveis até 2020.

A colocação do F-CPV na água oferece outra vantagem, a água que fica abaixo da grade mantém o silício a uma temperatura baixa, e o silício mais frio converte a luz em energia de forma mais eficiente. Isso representa um problema para os fabricantes de painéis convencionais.
Temos o único silício frio em todo o mundo", diz Fisher," e nós estamos gerando energia superior a 20% mais eficiente por causa disso."

A empresa, fundada há dois anos, tem um protótipo em funcionamento no telhado da sua sede e instalará um projeto piloto em 2011 sob a estrutura da Mekorot, a autoridade de água de Israel. A instalação de um segundo piloto está prevista para um reservatório perto de Marselha, em cooperação com a empresa elétrica da França, parcialmente financiada pelo programa conjunto “Israel-European R&D project Eureka.”

"Israel é um país muito conveniente para começar idéias", comemorou Fisher. O Solaris foi financiado com 300.000 dólares em investimentos privados e duas bolsas de R&D do Ministério de Infraestrutrua de Israel.

"Temos boa infra-estrutura industrial, pessoas brilhantes e um governo que apoia as empresas nos estágios R&D. Mas quando você passar a fase de R&D você tem de emparelhar com um gigante corporativo para ser bem sucedido e, infelizmente, não existem muitos gigantes como em Israel", conclui ele.

Fonte: Redação CicloVivo - 11/02/11

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