segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

MCCain defende caças F-18 em encontro com Dilma

O senador republicano John MCCain (Arizona) esteve nesta segunda-feira (10) com a presidenta Dilma Rousseff e aproveitou para defender a compra, pelo Brasil, dos caças americanos F-18 Super Hornet, da Boeing.

Ao senador americano, a presidente informou que a preocupação brasileira é a transferência de tecnologia, importante para a indústria brasileira. MCCain respondeu a Dilma que pretende trabalhar com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e com o Congresso americano para deixar claro que haverá a transferência que interessa ao Brasil.

"Nós conversamos sobre a venda dos caças. Há uma preocupação sobre transferência de tecnologia. Minha intenção é voltar aos Estados Unidos e deixar bem claro ao presidente e ao Congresso que é preciso deixar claro que haverá uma transferência completa de tecnologia caso o governo brasileiro decida adquirir os F-18" disse o senador, ao sair do encontro com a presidente no Palácio do Planalto.

O senador, acompanhado do seu colega John Barraso (Wyoming), também esteve no Ministério da Defesa. Mas os dois não ouviram nem de Dilma nem do ministro Nelson Jobim uma data para o anúncio da decisão sobre a compra dos caças.

A novela da compra dos caças pelo governo brasileiro já se arrasta desde 2007. Por diversas vezes o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve por anunciar a escolha brasileira, mas terminou por deixar o problema nas mãos da sua sucessora.

A preferência de Lula e do Itamaraty era pelos caças franceses Rafale, por conta da relação diplomática com a França. Os militares, no entanto, preferem fechar o negócio com a sueca Saab, fabricante dos Gripen. O negócio, de US$ 4 bilhões, motivou até mesmo a vinda do presidente francês Nicolas Sarkozy para a última comemoração do 7 de setembro, em Brasília.

MCCain demonstrou "esperança" de que os caças americanos sejam escolhidos, mas afirmou que não vai haver pressão política por parte dos Estados Unidos. "Eu acredito que a decisão será baseada em méritos", afirmou.

Fonte: Agência Estado - 10/01/11

Nota do Editor:
Quem quizer que acredite que eles nos passarão completamente toda a tecnologia, eu tenho certeza que não.

Usina para tratar lixo produzirá eletricidade

O governo de São Paulo iniciou os estudos para construir uma usina de tratamento de lixo que produzirá energia elétrica na Baixada Santista. O projeto vai beneficiar 13 municípios da região e tratar mil toneladas de resíduos sólidos urbanos por dia.

"Esta é a área mais complicada do Estado, pois não há espaços disponíveis para serem licitados", afirma Ricardo Lima, consultor da Andrade & Canellas, responsável pela estruturação do projeto.

O lixo de muitos municípios da Baixada Santista percorre até 150 km para ser despejado em áreas localizadas no planalto. Os resíduos de São Sebastião são depositados em Jacareí; os de Mongaguá, em Mauá, na Grande São Paulo. Nesta rota, as prefeituras chegam a pagar até R$ 180 por tonelada de lixo.

O projeto do Estado vai tentar eliminar esse problema e ainda gerar eletricidade. A expectativa é produzir 40 megawatts (MW) com a incineração dos resíduos - suficiente para abastecer uma cidade de 250 mil pessoas.

Segundo dados da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), os resíduos produzidos por uma família de cinco pessoas durante um ano são suficientes para gerar energia equivalente ao consumo de quase quatro meses.

Além da energia, a usina produziria vapor, que pode ser vendido para indústrias localizadas próximas da unidade. Outra fonte de receita são os créditos de carbono, já que a central de tratamento evitará a decomposição dos resíduos, processo que produz metano (gás de efeito estufa). O empreendimento contará com instalações para transformar o lixo em adubo orgânico e separar materiais recicláveis.

Lima diz que há 700 plantas desse tipo espalhadas pelo mundo. No Brasil, existem iniciativas para tentar resolver o problema do lix o e gerar energia, como a usina termelétrica do aterro sanitário São João, em São Mateus, zona leste da capital. Mas a tecnologia aplicada é diferente da proposta para a Baixada Santista. Nesses casos, usa-se o metano para produzir a energia.

Na nova central, a técnica seria de incineração. O calor resultante da queima é aproveitado para gerar vapor, que aciona turbogeradores e produz energia. Cálculos do governo federal mostram que o lixo das 300 maiores cidades brasileiras poderia gerar 15% da energia elétrica consumida no País, conforme o Plano Decenal 2008/2017. Na Baixada Santista, a ideia é criar uma Parceria Público-Privada (PPP). O valor dos investimentos depende da conclusão dos estudos, em junho de 2011.

Custo

R$ 180 é valor que as prefeituras sem usinas de tratamento chegam a pagar pelo transporte de cada tonelada de lixo

40 megawatts podem abastecer 250 mil pessoas. Toda essa energia pode ser obtida com a incineração dos resíduos

Fonte: Renée Pereira - O Estado de S.Paulo

Pequim distribui celular com GPS para combater sequestros em escolas

Autoridades da capital chinesa, Pequim, começaram a distribuir telefones celulares com localizadores via satélite para tentar reduzir o número de episódios de violência e de sequestros nas escolas.

Segundo a mídia estatal chinesa, já foram disponibilizados 20 mil telefones. Os planos são distribuir 100 mil até o fim do ano.

Com aspecto de pulseira, os telefones equipados com GPS foram concebidos para serem usados por crianças e não têm capacidade de mandar mensagens ou rodar jogos. Podem telefonar para no máximo quatro números telefônicos.

De acordo com a Fundação para a Cruz Vermelha de Pequim (escritório de assuntos humanitários da cidade ligado ao Ministério de Assuntos Civis), os aparelhos podem determinar se as crianças usuárias estão próximas de locais perigosos, como rios, canteiros de obras e rodovias.

Um botão de alarme pode ser acionado para pedir socorro.

Cerca de 200 mil crianças desaparecem na China a cada ano, segundo as autoridades. Cerca de 600 mil delas nunca apareceram.

Recentemente, outra fonte de preocupação para os pais foram os episódios de violência envolvendo crianças em estabelecimentos de educação.

'Dilúvio de consultas'

De acordo com o jornal estatal China Daily, as linhas telefônicas pela qual os pais podem requisitar o aparelho para seus filhos receberam "um dilúvio de consultas" no fim de semana, quando a distribuição começou.

O secretáro-geral do escritório, Yo Ruiling, disse ao jornal que o telefone/pulseira foi testado em 20 escolas na capital, Pequim, e elogiado pelos pais que participaram do projeto piloto.

As máquinas são oferecidas sem custo, mas os pais das crianças precisam pagar cerca de 60 dólares por ano (R$ 101) em serviços.

Para os críticos, esse valor deixa os telefones fora do alcance da maioria dos chineses.

Fonte: BBC Brasil - 10/01/11

Incubadora ajuda profissionais informais a virar empresários

Com mais de mil empreendimentos incubados, Afrobrasileira prioriza negócios de negros, pardos e indígenas
Foto: Celso Pupo / Fotoarena

Empresária carioca investe em moda "alternativa" e busca expandir negócio

No ateliê da empresária Marah Silva não tem pretinho básico. Lá, as roupas levam muitos bordados, fitas e cores, num estilo “alternativo”, como ela mesma define. Apesar de hoje ter uma empresa formalizada, clientes fiéis e demanda crescente, nem sempre foi assim. Marah saiu do trabalho por problemas de saúde, em 2004, e teve de ir para a rua, vender camisetas que customizava. Fez sucesso de público, mas a falta de conhecimento empresarial tornou-se um empecilho para abrir seu negócio. Foi então que conheceu a Incubadora Afrobrasileira, que a ensinou a crescer.

Criada em 2004, por Giovanni Harvey, a incubadora fica no Rio de Janeiro e tem como objetivo ajudar empresários com dificuldades sócio-econômicas. Hoje, são mais de mil negócios do ramo de comércio e serviços incubados e um grande número de pequenos empresários saindo da informalidade. No início, a Incubadora Afrobrasileira contou com o patrocínio de R$ 900 mil da Petrobras e R$ 25 mil da Fundação Interamericana (órgão independente do governo dos Estados Unidos que oferece ajuda financeira a organizações não-governamentais e de base comunitária da América Latina e do Caribe).

Entretanto, o aumento do número de interessados fez com que no ano passado a Petrobras destinasse novo patrocínio, de R$ 1,5 milhão para a entidade. “Uma das principais dificuldades dos empreendedores iniciantes é a falta de um plano de negócios. Muitas vezes só há ideia, mas faltam estrutura e análise de sua viabilidade”, afirma Tarcísio Ribeiro de Abreu, professor do Ibmec. “As incubadoras são fundamentais na orientação desses empresários já que simulam realidades, oferecem suporte e consultorias, além de avaliar seu potencial de mercado.”

Na Incubadora Afrobrasileira não há financiamento de projetos, mas a organização fornece apoio aos participantes por meio de palestras, consultorias e apoio logístico. Durante o processo seletivo dos empresários, a Incubadora dá prioridade a negros, pardos ou indígenas, mulheres, aqueles com menor grau de escolaridade e que tenham elevado número de dependentes.

Além disso, outras etapas do processo investigarão possíveis fatores de vulnerabilidade social (como já terem sido vítimas de preconceito) e avaliarão também o potencial do negócio. “Nossa principal diferença é que temos como prioridade reduzir a falta de oportunidade para os negros”, diz Harvey, diretor executivo da Incubadora.

Apesar da Afrobrasileira não restringir a participação de empresários brancos, cerca de 70% dos participantes são negros ou pardos, e 80% mulheres. Também é predominante na incubadora a presença de micro e pequenos empreendedores informais, sendo um desafio retirá-los dessa condição.

Por isso, a Afrobrasileira fornece cursos e informações sobre planejamento de negócios. “Percebi que apenas qualificação profissional não reduzia a desigualdade”, diz Harvey. “Por isso, os ajudamos com consultorias, desenvolvimento de marcas, apoio logístico e acompanhamento posterior ao período de incubação.”

Foi por meio desse aprendizado que Marah conseguiu abrir o Ateliê Cretismo, que hoje fatura quase R$ 100 mil ao ano. A empresária desenha e fabrica as roupas de sua marca com a ajuda de costureiras, além de terceirizar alguns serviços. “O meu negócio era muito pequeno, mas consegui formalizá-lo”, diz.

Foto: Divulgação Ampliar

Após um curso de ourivesaria, Lúcia decidiu investir na fabricação de jóias

Uma boa oportunidade

Como Marah, a empresária Lúcia Beatriz Perrone também descobriu na Incubadora uma oportunidade para desenvolver seu negócio. Formada em Direito e Artes Plásticas, Lúcia decidiu fabricar jóias em prata após fazer, em 2003, um curso de ourivesaria. Percebeu, no entanto, que a falta de conhecimento em gestão era um empecilho para deslanchar seu empreendimento. “Na incubadora, frequentei cursos, descobri os pontos francos de meu negócio e consegui ajuda para desenvolver uma marca e embalagem”, afirma Lúcia. “Em 2007, durante a incubação, criei minha loja virtual e está dando certo.”

Abdias Chagas Leite é outro empresário que espera conseguir se formalizar por meio do auxílio da Afrobrasileira. Com uma marcenaria no Rio de Janeiro, Leite entrou na Incubadora desde setembro de 2010 e já vê resultados positivos para seu negócio. “Está sendo muito bom porque não tinha conhecimentos sobre a área financeira, propaganda e marketing”, diz.

Com as novas perspectivas, o marceneiro já pensa em investir em equipamentos, informações técnicas e se formalizar como microempreendedor. “Procurei a Afrobrasileira para conseguir mais preparação no mercado e me regularizar.”

Fonte: Bruna Bessi, iG São Paulo | 10/01/11

Má distribuição de espaços de ciência e tecnologia influenciam interesse da população pelo tema

Brasília – Uma pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia revelou que 36,8% dos brasileiros não visitam ou participam de evento científico porque não existe um espaço desse tipo onde vivem.

De acordo com os dados, apenas 8,3% já foram a um museu ou centro de ciência e tecnologia e 4,8% participaram da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, evento promovido pelo governo federal em que são mostradas as experiências científicas e tecnológicas de institutos de pesquisa, universidades e de escolas do ensino fundamental e médio.

O locais mais procurados pelos entrevistados quando buscam conhecimento são as bibliotecas (28,7%) e os jardins zoológico e botânico, cerca de 22% cada um. O coordenador da pesquisa, Ildeu Moreira, que dirige o Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do ministério, reconhece a má distribuição dos espaços de ciência e tecnologia no país.
Segundo ele, a maioria está no Rio de Janeiro e São Paulo, enquanto a Região Norte sequer tem um planetário ou museu.

Ele espera que os resultados da pesquisa sirvam para estimular programas de expansão de museus científicos e tecnológicos. O professor sugere também melhor aproveitamento dos espaços visitados pelos brasileiros. “Vamos aproveitar que as pessoas vão para o jardim zoológico ou botânico para ensinar ciência”, afirmou.

Os dados fazem parte da pesquisa feita, de junho a julho de 2010, pelo ministério e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Foram ouvidas 2.016 pessoas, com idade superior a 16 anos e diferente nível de escolaridade e renda.

A pesquisa mostra que a maior parte da população também não sabe o nome de cientistas e instituições científicas brasileiras. Quase 82% não souberam citar o nome de uma instituição que se dedique à pesquisa no país. As instituições mais mencionadas pelos 17,9% que se lembraram do nome de pelo menos uma foram o Instituto Butantan, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Petrobras.

Quando a pergunta era se o entrevistado conhecia algum cientista brasileiro, 87,6% disseram que não e somente 12,2% citaram um nome. Os mais lembrados foram Oswaldo Cruz, Carlos Chagas e Vital Brazil. "Não se discute a história da ciência e tecnologia nas escolas. Essa é uma deficiência grave”, disse o professor Ildeu Moreira.

Fonte: Da Agência Brasil - 10/01/11

Hora do peixamento

O Rio São Francisco ganhou novos moradores. Em Alagoas, foram despejados um milhão de filhotes de peixes no rio.

O Rio São Francisco ganhou novos moradores no domingo, num trabalho chamado de peixamento.
Em Alagoas, um milhão de filhotes de peixes foram despejados nas águas do rio.

Penedo, a cidade de igrejas, sobrados e casarões históricos, parou para homenagear Bom Jesus dos Navegantes, o protetor dos pescadores. A tradição tem 127 anos e atrai centenas de fieis para a igreja onde fica a imagem de madeira esculpida por um antigo santeiro.
É um dia dedicado às orações. Nesse momento, os ribeirinhos também pedem graças para o rio que banha a cidade.

Bom Jesus ouviu o pedido dos fieis. O Rio São Francisco, um dos principais cartões postais da cidade, é agraciado no dia dedicado ao protetor dos pescadores.

Um milhão de peixes chegam em tanques e sacos plásticos para serem soltos no rio. As pessoas ficam curiosas. Os peixes são transportados de balsa para três diferentes pontos do São Francisco e são despejados por uma calha, direto para as águas do Velho Chico.
Os banhistas aplaudem entusiasmados.

Na beira do rio, o peixamento continua com a população sendo convidada a participar. Jovens, adultos e crianças dão sua contribuição com a natureza.

Os novos habitantes do Velho Chico são de espécies nativas da bacia hidrográfica do São Francisco, como Dourados, Xiras e Piaus. As piabas, que também andavam sumidas, voltaram a povoar o rio.

O seu Rosevaldo Jordão é pescador. De longe ele acompanhou tudo e ficou feliz com o que viu. “Enquanto nós pescadores comemoramos o nosso protetor, recebemos também essa grande contribuição dos peixes para que nós pescadores damos prosseguimento a nossa jornada para sustentar nossa família”, disse.

Fonte: Globo Rural - 10/01/11

Pesquisa aponta que brasileiro considera intermediária produção científica do país

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Para o brasileiro, a produção científica e tecnológica nacional está na posição intermediária, segundo identificou uma pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia. Conforme o levantamento, feito em 2010, 49,7% das pessoas ouvidas acharam que a ciência e tecnologia no Brasil está na posição intermediária, 19,7% consideram que a posição do país em conhecimento científico e tecnológico é avançada e 26,7% concluíram que o Brasil é atrasado no tema.

Na pesquisa anterior, feita em 2006, os percentuais eram de 45%, 18% e 33% respectivamente. Para o coordenador da pesquisa e diretor do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do ministério, Ildeu Moreira, a opinião do brasileiro está correta. “A ciência brasileira teve avanços magníficos em algumas áreas, como agricultura e exploração do petróleo e em outras, não. A apreciação está correta”, afirmou.

Na opinião dos entrevistados, o desenvolvimento do setor não é maior por causa de recursos insuficientes (31%), de laboratórios mal equipados (16,3%) e do pequeno número de cientistas e pesquisadores (12,3%).

A pesquisa ouviu 2.016 homens e mulheres com idade superior a 16 anos, de 23 de junho a 6 de julho de 2010, em todas as regiões do país. O grau de escolaridade do entrevistado variou do ensino fundamental incompleto ao ensino superior completo, com renda de um salário mínimo (equivalente a R$ 510) a acima de 20 salários mínimos (mais de R$ 10,2 mil).

Edição: Lana Cristina

Fonte: Agência Brasil - 10/01/11

Presidente do BNDES defende transporte público com combustíveis alternativos

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Coutinho afirmou o desejo de substituir o óleo diesel por combustíveis menos poluentes / Foto: Milton Jung

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, defendeu nesta segunda-feira, 10 de janeiro, projetos de transporte de massa com combustíveis alternativos.

A afirmativa foi feita durante assinatura de contrato com a prefeitura carioca no valor de R$ 1,2 bilhão para o financiamento das obras de um corredor expresso de transporte na capital.

"Queremos desenvolver um sistema elétrico-hibrido para retirar o diesel (...), sem que isso signifique aumento de custos ou interfira na rentabilidade. Queremos uma alternativa competitiva", afirmou.

De acordo com Coutinho, a expectativa é que o combustível alternativo comece a ser usado no projeto do BRT carioca (Bus Rapid Transit), que ligará a Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim em um circuito de 39 quilômetros.

"O BNDES está empenhado em transformar esse BRT em referência", completou.

A obra faz parte dos projetos de mobilidade urbana da prefeitura do Rio para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas de 2016.

O financiamento do banco corresponde a 75% do custo do BRT e deve ser pago em cerca de três anos. O sistema deve ficar pronto em aproximadamente dois anos, segundo a Secretaria de Transportes.

Fonte: da Agência Brasil - 10/01/11

Programa do BNDES amplia crédito para caminhões

Com os juros subsidiados do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) para bens de capital, os bancos de montadoras têm aumentado o repasse de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Dos R$ 85,8 bilhões (US$ 48,8 bilhões) liberados pelo BNDES em operações indiretas entre janeiro e novembro de 2010, cerca de 10% foram para bancos ligados a montadoras de ônibus e de caminhões, também contemplados pelo programa para máquinas e equipamentos. Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), a linha Finame do BNDES, que financia bens de capital com juros reduzidos pelo PSI, foi utilizada em 71% das vendas de veículos comerciais em 2010. O padrão dos anos anteriores era de 50%.

Criado em 2009 para estimular investimentos em meio à crise, o PSI contempla ônibus e caminhões como bens de capital. Os juros foram reduzidos com subsídio do Tesouro e chegam ao tomador com taxas entre 7% e 8% ao ano, sendo ainda menor no programa Procaminhoneiro. Antes, as taxas superavam 12%. Entre julho de 2009 e outubro deste ano, o PSI financiou R$ 28 bilhões (US$ 15,1 bilhões) em veículos pesados pela Finame e outros R$ 6,7 bilhões (US$ 3,6 bilhões) pelo Procaminhoneiro. Embora a maior parte dos contratos para veículos comerciais seja feita por meio dos grandes bancos, a demanda alta de caminhões fez as financeiras de montadoras, que já operavam com forte dependência do BNDES, se destacarem ainda mais na lista de credenciados da instituição estatal.

Em novembro, o Banco Mercedes-Benz ultrapassou a marca de R$ 3 bilhões (US$ 1,76 bilhão) no financiamento de 15.530 veículos da montadora, alta de 13% em relação ao mesmo período de 2009. Do total emprestado, 85% veio do BNDES, ultrapassando os R$ 2,52 bilhões (US$ 1,5 bilhão) que o Mercedes repassou em 2009. O Banco Volvo também elevou sua participação nos recursos do BNDES e superou, em outubro, R$ 1 bilhão (US$ 588 milhões).

O Banco Volks, que já repassava R$ 2,3 bilhões (US$ 1,3 bilhão) em 2008, atingiu R$ 3,4 bilhões (US$ 2 bilhões) em novembro. O banco Fidis, ligado à Iveco (Fiat), aumentou em 570% sua participação nas operações indiretas do BNDES ao intermediar mais de R$ 480 milhões (US$ 272,7 milhões) em 2010. O Banco Scania, que nem aparecia nos números do BNDES até 2009, repassou no ano passado R$ 41,49 milhões (US$ 23,6 milhões).

"Como a taxa final ficou muito atrativa, o PSI acelerou as vendas de caminhões. As prestações ficaram baixas em relação à manutenção de veículos velhos, estimulando renovação de frota", diz Décio Carbonari de Almeida, presidente da Anef e do Banco Volks. Segundo ele, mesmo com o crescimento do crédito para automóveis, os caminhões já representam 45% da carteira do Volks. O crédito barato, combinado com a isenção de IPI para caminhões, turbinou a indústria de caminhões, mas tem prazo para acabar. Embora tenha sido prorrogado três vezes desde 2009, o programa termina oficialmente em março deste ano, esgotando o orçamento total de R$ 134 bilhões (US$ 76,1 bilhões).

Fonte: O Estado de S. Paulo - 10/01/11

Obras de Fortaleza poderão ser acompanhadas em tempo real

Câmeras já foram instaladas nos canteiro de obras
Governador Cid Gomes inspeciona obras do Castelão (crédito: Arquivo)

Lúcio Pontes Filho -
Fortaleza

Em breve, as obras de mobilidade urbana para a Copa de 2014 em Fortaleza já poderão ser acompanhadas em tempo real por meio de câmeras instaladas no canteiro de obras.

A partir do final de janeiro, também será possível monitorar as obras do estádio Castelão.

O acompanhamento dos preparativos cearenses à Copa do Mundo serão viabilizados por meio do site do governo, interligado diretamente ao gabinete do governador do Ceará, Cid Gomes. “As câmeras permitem que eu faça, pessoalmente, o acompanhamento de cada uma das obras em andamento e com as da Copa não será diferente”, afirmou o governador.

De mãos dadas

De acordo com o caderno de encargos da Fifa, além da reforma, ampliação e modernização do Castelão, serão necessárias várias ações no transporte de Fortaleza, sobre as quais dividem responsabilidade a prefeitura de Fortaleza, o governo do Ceará e o governo federal.

Segundo o governador Cid Gomes, é prioridade entregar as obras do Mundial até o final de 2012, como determina a Fifa. Na pauta de prioridades está a construção de um Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), que ligará os bairros Mucuripe – onde está localizada a rede hoteleira da capital – e Parangaba, passando pelo Castelão.

“O estado vai fazer o VLT, enquanto o governo federal vai ampliar a capacidade do Porto do Mucuripe e a do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza”, afirmou o governador.

Ainda está sob a responsabilidade do governo cearense a ampliação da rodovia CE-025, que liga Fortaleza ao bairro Porto das Dunas, em Aquiraz, onde está localizado um resort que deve servir de hospedagem para possíveis delegações que venham para a disputa da Copa do Mundo.

Além dela, a rodovia CE-040 também será ampliada. Ela liga Fortaleza a Aracati, de onde é possível acessar a BR-304, que interliga os estados do Ceará e Rio Grande do Norte.

Fonte: Portal 2014 - 10/01/11

Embraer vende jatos à chinesa CDB Leasing em negócio de US$ 400 mi

MARIANA BARBOSA
DE SÃO PAULO

A Embraer fechou contrato para a venda de dez jatos modelo EMBRAER 190 para a empresa chinea de financiamento e aluguel (leasing) de aeronaves CLC.

Os jatos serão operados pela China Southern, maior companhia aérea da China e terceira maior do mundo. A primeira entrega está programada para o segundo semestre de 2011.

Em dezembro de 2009, a Embraer e a CLC assinaram um memorando de entendimentos para criar oportunidades de financiamento para as aeronaves da fabricante brasileira na China e em outros países. A CLC é controlada pelo Banco de Desenvolvimento da China.

A China Southern já era cliente da Embraer desde 2004. A companhia opera seis jatos regionais da fabricante brasileira, no modelo ERJ 145 (de 37 a 50 assentos).

Com o novo pedido, sobe para 29 as encomendas firmes do modelo EMBRAER 190 (de até 106 lugares), a serem entregues nos próximos anos.

Fonte: Folha PE - 10/01/11

Hemobrás publica no DOU nome dos consórcios habilitados para obras em Pernambuco

Planta fabril começa a operar em 2014. Imagem: Julio Jacobina/DP/D.A Press
Imagem: Julio Jacobina/DP/D.A Press
Planta fabril começa a operar em 2014. Imagem: Julio Jacobina/DP/D.A Press

A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) publicou nesta segunda-feira (10), no Diário Oficial da União, o resultado do julgamento da habilitação da concorrência das empresas interessadas na construção de 12 blocos e demais instalações da fábrica de hemoderivados, que está sendo erguida em Goiana e deverá ficar pronta em 2014. Estão na concorrência dois consórcios: Mendes Júnior-TEP-Squadro e Terra das Águas.

A documentação das respectivas empresas foram entregues na última quinta-feira.

A partir de agora, os consórcios terão cinco dias úteis para possíveis recursos. Só então serão conhecidas as propostas de preço. O término desta licitação está previsto para o primeiro trimestre deste ano, e vencerá o que apresentar o menor preço para a execução do serviço.

A expectativa é que as obras civis sejam iniciadas até o final de junho.

Esta etapa da obra está estimada em R$ 282,2 milhões e contabiliza 44.842 dos 48 mil metros quadrados de área construída da fábrica. Entre os 12 blocos que serão erguidos, estão dois dos principais - o B02, considerado o coração da planta industrial, que será instalado numa área de 13.050 metros quadrados onde ocorrerá o fracionamento do plasma sanguíneo e sua transformação em medicamentos; e o B03, espaço de 10.782 metros quadrados para o envase dos produtos.

A previsão é que a planta industrial - a maior da América Latina neste segmento e a primeira do Brasil - esteja em pleno funcionamento nos próximos três anos. Todo o empreendimento, incluindo obras, instalações e montagens de máquinas e equipamentos está orçado em R$ 540 milhões.

Fonte: Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR - 10/01/11

Hotéis e pousadas de pequeno porte terão mais de R$ 3 milhões para se capacitar

Rio de Janeiro - A qualificação dos serviços é vista como estratégia fundamental para que hotéis e pousadas de pequeno porte alcancem padrão de excelência no atendimento aos turistas. Um convênio entre o Sebrae e a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) garante aporte da ordem de R$ 3,3 milhões para o Programa de Qualificação dos Pequenos Meios de Hospedagem. O recurso será aplicado nas 12 cidades sede da Copa do Mundo e em outros 20 destinos indutores, que serão beneficiados com o aumento de visitantes em função do Mundial.

O programa de capacitação, com apoio das unidades locais do Sebrae e da ABIH, já foi lançado em Recife, Belo Horizonte e Cuiabá. A previsão é que até março deste ano, alcance as demais cidades sede e em abril, comece o curso in loco.

Marketing, competitividade, sustentabilidade e temas ligados à inovação de gestão são alguns dos pontos que serão abordados no programa destinados a gestores, coordenadores e colabores de empresas hoteleiras.

Para o aumento da competitividade também estão previstas novas estratégias de comercialização como uma Central de Negócios e incentivos previstos na Lei Geral das Micro e Pequenas empresas, tendo como viés importante o destaque às vantagens da formalização.

Estratégias de atração e atendimento aos turistas foram os temas mais citados pelas mais de 10 mil pessoas que visitaram o blog do projeto Pequenos e Notáveis (http://www.abihbrasil.blogspot.com/).

Acesso ao crédito, estratégias de comunicação e relacionamento com o cliente e gestão de hotéis e pousadas também foram outros pontos considerados importantes por empresários e profissionais do setor.

Segundo as estimativas do Ministério do Turismo (MTur), o Brasil receberá cerca de 500 mil turistas estrangeiros para o Mundial de 2014. Esse evento representa uma valiosa oportunidade para os micro e pequenos empreendimentos.

“Nossa meta é fornecer aos pequenos meios de hospedagem diversos mecanismos para o desenvolvimento do turismo competitivo e sustentável. Queremos também promover a utilização de ferramentas de gestão a partir das 32 oficinas que serão realizadas”, destaca o presidente ABIH, Álvaro Bezerra de Mello.

Fonte: Da Agência Sebrae de Notícias - 10/01/11

Duplicação na BR 408 altera trânsito até São Lourenço da Mata/PE

As obras de duplicação da BR 408 - que liga o Recife a diversos municípios da Mata Norte do Estado - entram em nova fase a partir desta segunda-feira (10).

Os seviços começam no Lote Dois - que vai do Terminal Integrado de Passageiros, no Curado, até a cerâmica Bicobepa, em São Lourenço da Mata.

Por causa dos trabalhos, que envolvem aproximadamente 500 operários, o trânsito sofre algumas alterações, com momento de interrupção no fluxo em um dos sentidos.

Em intervalos de 5 a 10 minutos há a sinalização PARE e SIGA.

O trecho é muito utilizado para quem segue de Carpina para o Recife. Aos motoristas, a recomendação é ter muita paciência e diminuir a velocidade.

As obras fazem parte do pacote de melhorias na infraestrutura da cidade para a Copa de 2014 e essa etapa deve se estender até o mês de Abril. O projeto de duplicação completo, porém, só será concluído em fevereiro de 2012.

Fonte: Do JC Online - 10/01/11

BNDES negocia criação de motor ecológico

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, afirmou nesta segunda-feira (10) que está negociando com empresas do setor privado o desenvolvimento de um motor ecológico, que possa substituir os motores comuns, reduzindo o nível de poluição produzida por diesel. Uma das alternativas estudadas é a criação de um motor elétrico híbrido. O BNDES seria financiador do projeto.

A informação foi dada por Coutinho durante a cerimônia de assinatura de um contrato entre o banco e a prefeitura do Rio para a construção de um corredor expresso ligando o Aeroporto Internacional Tom Jobim à Barra da Tijuca. Segundo o presidente do BNDES, a obra da chamada Transcarioca, que contará com R$ 1,2 bilhão de financiamento do banco, criará demanda para que seja desenvolvida o que ele chamou de alternativa ecológica para o sistema de transportes.

"Existem empresas importantes do setor privado interessadas em desenvolver em parceria com fabricantes de equipamentos essa alternativa. Esperamos que se consiga desenvolver um equipamento competitivo dentro do prazo", disse Coutinho, durante cerimônia no Palácio da Cidade, no Rio.

O presidente do BNDES afirmou esperar que todo o projeto possa ser iniciado dentro de três anos. Segundo ele, a Transcarioca cria uma escala mínima inicial para o desenvolvimento do motor. Ele afirmou que o banco já conta com linhas de financiamento de desenvolvimento tecnológico que podem ser usadas para apoiar o projeto.

Fonte: Agência Estado - 10/01/11

Empresários reclamam da alta carga tributária

O protesto contra a alta carga tributária do País encontra proporção colossal entre todos os setores que movimentam a economia.

Aproveitando as promessas da então presidenciável Dilma Rousseff de defender uma Reforma Tributária que racionalize a arrecadação, os representantes da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) lançou informe à Imprensa analisando a importância de medidas como essa para o varejo nacional.

O órgão fala com a força de seus 17 mil associados e 96 lojistas espalhados pelo Brasil.

“Temos atualmente 744 centros de compras em todo o Bra­­sil, que representam uma for­­ça na geração de em­­pregos.

E para aquecer ain­da mais este mercado, a diminui­ção dos encargos será salutar para que mais pessoas possam ser empregadas na indústria e varejo de shoppings”, comenta o presidente da Alshop (As­sociação Brasileira de Lojis­tas de Shopping), Nabil Sahyoun.

Segundo pesquisa divulgada pela Alshop no último dia 24 de dezembro, em parceria com o Ibope, no quesito geração de empregos, foram registrados 995,5 mil funcionários nas lojas e 75,3 mil trabalhadores na operação dos shoppings em 2010, totalizando cerca de 1 mi­lhão empregos diretos, gerando 96,3 mil novos empregos em 2010.

Hoje, é incalculável, mas espera-se que uma redução significativa nos impostos promova uma elevação considerável na criação de ainda mais empregos.

“Queremos a adequação e redução de impostos para o varejo, até mesmo porque vimos o Governo conceder benefícios à indústria e esquecer do nosso segmento”, queixou-se o diretor de Relações Institucionais da Alshop, Luís Augusto da Silva.

Ele defende que a legislação seja abrandada para que as empresas classificadas como de médio porte, por exemplo, possam ser consideradas no Simples Nacional.

O Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindfisco) tem a posição de que o ideal seria mudar o foco da tributação tornando o recolhimento mais justo.

Eles analisam que a camada mais baixa da população não paga Imposto de Renda, embora tenha que pa­­gar pelo que está embutido em produtos. O sis­tema termina deixando de la­do o recolhi­mento pela renda e faturamento.

Fonte: Folha PE - 10/01/11

Providência vira grife e participa da maior feira de negócios de moda na América Latina

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Promover a inclusão social e a redução da pobreza extrema são os principais objetivos da marca Providência, criada no ano passado pelo Banco da Providência. Fundado pelo bispo dom Helder Câmara há 50 anos, o banco desenvolve ações em 104 comunidades de mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Rio de Janeiro. São ações que geram oportunidades de transformação social e contribuem para o resgate da cidadania.

A grife Providencia está participando do espaço Moda Sustentável da 17ª edição do Senac Rio Fashion Business, aberto hoje (10), na Marina da Glória (zona sul).
'A grife Providência é o mais novo projeto social do banco, que é a difusão social na moda', explicou hoje (10) à Agência Brasil a responsável pela área de novos negócios, Helena Rocha.

A marca Providencia foi lançada oficialmente no atacado em maio do ano passado, durante o Senac Rio Fashion Business, maior bolsa de negócios de moda da América Latina. Em junho, a grife conseguiu um espaço, cedido por um grande shopping center da zona sul, para venda dos produtos no varejo. O projeto envolve 52 artesãs.

Helena Rocha disse que o sucesso do empreendimento foi tão grande que, em um ano, a grife multiplicou a produção por dez. 'Nós fazíamos 250 peças por mês em maio de 2010 e terminamos o ano trabalhando com 2,5 mil peças/mês. Que dizer, foi um aumento de 1.000%'.

O projeto se baseia em um modelo de negócios no qual uma designer, Luiza Bonemy, cria a coleção e orienta as artesãs sobre como produzir as peças, permitindo que a criatividade e o talento possam aflorar. 'O grande problema das ONGs [organizações não governamentais] é que elas podem capacitar, mas param o trabalho ali porque é difícil escoar o produto'.
O modelo adotado tornou a grife Providencia autossustentável.
'Mais de 70% dessas pessoas mais do que dobraram a renda', disse Helena.

A designer Luiza Bonemy ressaltou que o trabalho desperta nas mulheres das comunidades uma sensibilidade muitas vezes esquecida. 'Muitas dizem: eu não sabia que era capaz de fazer isso'.

Edição: Vinicius Doria

Fonte: Agência Brasil - - 10/01/11

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