quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

PENSAMENTOS SUSTENTÁVEIS – 2011, ANO NOVO, FIM DOS ANOS DE ULISSES – por Augusto Sabóia

Para quem não conhece um pouco da história, Ulisses foi um dos Reis de uma das Cidades Estado na Grécia antiga, nascido na ilha de Ítaca, ele participou da Guerra e Tróia e foi o mentor da vitória final com a idéia do famoso cavalo de madeira.

Depois da vitória desafiou os Deuses e foi punido com todo o tipo de obstáculos, atribulações, humilhações para voltar a sua amada terra e esposa e tomar o lugar que lhe era de direito.

Superou todos eles com perseverança, coragem, humildade e depois de 10 anos conseguiu seu objetivo.

Vocês podem se perguntar, porque estou contando esta história?

A resposta é que me sinto um pouco como Ulisses, há 10 anos, devido a vários erros por mim cometidos, nos negócios, na vida em geral, entrei numa era de atribulações, perdi tudo, minha família, meu negócio, meu nome, mas não perdi minha dignidade.

Ao longo destes 10 anos lutei para tentar recuperar um pouco do que perdi, passei e ainda passo por momentos difíceis, que pensei que iria esmorecer, mas sempre sem perder a esperança em dias melhores, neste tempo conquistei muitas coisas importantes, dentre as quais, ajudar a criar uma filha Maravilhosa, estou recuperando meu nome e como Ulisses tenho a esperança e a certeza, que minha vida irá melhorar e encontrarei um rumo que me faça feliz, de ter prazer no trabalho que tanto preso e adoro, dar uma vida melhor para mim, minha filha e conseguir um pouco mais de prosperidade, não tenho mais a intenção de riqueza material, mas sim a que me dê condições de ter uma vida digna, independente e prazer de viver novamente.

Sei que no fundo é isso que todos nós queremos para nossas vidas, é isso que quero para minha.

2011 esperança que os anos de Ulisses acabaram.

Espero que todos que viveram ou vivem uma experiência como a minha, possam superá-la, com força, determinação, humildade que com certeza os frutos mais cedo ou mais tarde hão de vir.

UM FELIZ ANO NOVO PARA TODOS E MUITO OBRIGADO POR ACOMPANHAR O BLOG DAS PPPs

Por Augusto Saboia – 30/12/10

PENSAMENTOS SUSTENTÁVEIS – ENERGIA VITAL – por Augusto Sabóia

O grande mistério da humanidade é saber para onde vai esta energia que nos move, que nos faz viver, amar e desfrutar de todos os momentos da vida.

Ao longo da história muitas religiões, seitas, chamas, cientistas, filósofos, tentam dar um vislumbre para esse mistério que envolve todo ser humano.

De onde viemos, para onde vamos, quando nosso tempo neste planeta acabar.

São muitas as teorias, dogmas, mas nenhuma, na minha opinião se quer arranhou a verdade que existe sobre esse assunto tão importante para todos nós.

Essa energia que nos move e a todos os seres vivos é fenomenal, o corpo físico é apenas uma capa descartável, disto tenho certeza, tenho também a convicção que esta energia não fica perdida, não se exaure, quando nosso envoltório deixar de funcionar.

Meu sonho é quando me for, que esta energia consciente possa ficar vagando pelo universo, observando e conhecendo as maravilhas que devem existir além de nosso pequeno mundo a que estamos restritos a milhões de anos, onde muitos pensam que somos os únicos, os escolhidos por Deus ou uma força maior a habitar esse universo conhecido de 15 bilhões de anos luz, pobres ignorantes, ignorantes no sentido de terem a mente fechada para a grandiosidade, diversidade e as possibilidades no cosmo conhecido e ainda por conhecer.

Estamos apenas arranhando um grão de areia na solução deste mistério que sempre será tema de debates, estudos que no fundo servem apenas para amenizar nossas expectativas pelo que há de vir.

Nossos medos e dúvidas deixarão de existir quando tivermos a consciência que somos filhos do universo e que para ele voltaremos,como um raio de luz e que despertaremos de um longo sono obscuro, para uma realidade maravilhosa que todos merecemos.

Por Augusto Saboia – 30/12/10

Em cima do prazo, governo do RN anuncia edital do Estádio das Dunas

Extrato do documento já está disponível no site do estado
O site do Rio Grande do Norte, com o texto do edital (crédito: Reprodução)

Agora é oficial. O governo do Rio Grande do Norte divulgou em seu site a informação sobre o edital de licitação da Parceria Público-Privada prometido para esta sexta-feira (31/12), último dia do prazo fixado pela Fifa.

O resumo do edital também já está disponível no site do governo.

Durante toda a semana, técnicos e autoridades do RN trabalharam para aperfeiçoar (leia mais) o edital, que resultou "deserto" em sua primeira edição, publicada há um mês.

Leia o texto da notícia na íntegra:

"Governo cumpre prazo e lança Edital da Copa 2014

O Governo do Estado publica, no Diário Oficial desta sexta-feira (31/12), o Edital Internacional para a construção do Estádio das Dunas – Novo Machadão. O Edital poderá ser retirado na Secretaria Estadual de Turismo mediante apresentação de Documento de Arrecadação Estadual (DAE) no valor de R$ 200,00.

Essa medida cumpre o prazo combinado com o Comitê Organizador Local da Fifa, realizada no último dia 15, estabelecendo a publicação do Edital ainda no ano de 2010.

“Sempre tomamos todas as medidas necessárias, dentro de nossas responsabilidades, para garantir Natal como cidade sede dos jogos da Copa de 2014. Estamos agora, ainda no ano de 2010, dentro do prazo acordado com a Fifa, lançando o Edital do Estádio para garantir maior agilidade em todo o processo licitatório”, enfatizou o governador Iberê Ferreira de Souza.

O Edital ficará disponível por 45 dias, na forma da lei que rege o modelo de licitação. A abertura das propostas fica prevista para o dia 15 de fevereiro de 2011, às 9h, na sede da Secretaria Estadual de Turismo."

Fonte: Portal 2014 - 30/12/10

Parque de Noronha terá entrada paga em março

Com a privatização, visitação à área em Fernando de Noronha custará R$ 60 para turistas brasileiros e R$ 120 para estrangeiros

O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, que foi interditado este ano após um processo de privatização, vai voltar a funcionar plenamente em março do ano que vem. Essa é a expectativa do presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Rômulo Melo, que cumpre agenda até hoje em Pernambuco.

É a instituição federal quem está reordenando o turismo na ilha e promovendo a privatização do parque. A empresa vencedora da licitação foi a Cataratas do Iguaçu, que deve investir R$ 7 milhões na área nos próximos dois anos. As novidades, no entanto, terão seu preço.

O ingresso (válido por um dia) para os turistas brasileiros custará R$ 60, enquanto o valor para os visitantes estrangeiros custará o dobro, R$ 120. As cobranças também começam em março de 2011.

Nos próximos dois ano a Cataratas do Iguaçu vai construir mirantes, trilhas suspensas e novas escadarias. Para melhorar o acesso ao local, haverá recuperação de estradas. Também está prevista a instalação de uma exposição permanente sobre a história do parque, que custará R$ 700 mil. Oitenta e cinco por cento do valor dos ingressos serão aplicados na própria ilha.

A cobrança, no entanto, causou muita polêmica entre os ilhéus.
Muitos reclamaram por ter que pagar pela visitação de uma área de preservação ambiental. Outros, questionaram se a abertura para o setor privado poderia comprometer o ecossistema local, já que os serviços serão comercializados e a ilha pode sofrer explorações predatórias.

O modelo adotado em Noronha é semelhante ao já utilizado na Reserva de Foz do Iguaçu, no Paraná. As atividades no parque vão gerar 50 empregos direitos em Noronha, o que causa certo impacto para uma população estimada em mil pessoas.

Mas os planos para a Ilha não param por aí. No primeiro semestre de 2011, o governo federal vai lançar o programa Noronha + 20, para tentar resolver graves problemas sentidos pelos habitantes da ilha, como falta de água encanada e atendimento médico. O projeto é de médio prazo e será lançado com as presenças da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e do governador Eduardo Campos.

Lanchas

Ontem o presidente do ICMBio assinou um convêncio com a Superintendência do Ministério da Pesca em Pernambuco para a cessão de três embarcações. Essas lanchas vão reforçar, a partir da próxima segunda-feira, a fiscalização do Parque Nacional Marinho de Noronha e da Reserva do Atol das Rochas, em Pernambuco, além da Reserva de Abrolhos, na Bahia, e do Parque Cabo Orange, no Amapá.

Fonte: Diário PE - 30/12/10

Jornal da Croácia tem edição só com boas notícias

Uma grande cara sorridente estampou a primeira página. Política e crimes foram eliminados. O principal jornal da Croácia publicou apenas boas notícias por um dia.

Alen Galovic, diretor-executivo do "24 Sata", disse que 2010 teve muitas más notícias e que a edição desta quinta-feira "traz uma pequena luz e um pouco de esperança".


Reprodução
Principal jornal da Croácia tem edição só com boas notícias por um dia após um ano difícil
Principal jornal da Croácia tem edição só com boas notícias por um dia após um ano difícil

O jornal publicou histórias sobre o resgate de um cachorro preso, um cabeleireiro que corta o cabelo de órfãos sem cobrar nada, e um empresário que desafiou a crise financeira.

Galovic disse que a indicação de novos ministros e a apreensão de pinturas de um ex-premiê suspeito de corrupção foram ignoradas durante esse dia.

Algumas más notícias conseguiram escapar da "censura", no entanto. O horóscopo prevê problemas para as pessoas de alguns signos.

Fonte: DA ASSOCIATED PRESS, EM ZAGREB - 30/12/10

World Bank To Help Build A Smart Grid For The Middle East

BY Neal Ungerleider

A massive World Bank-funded infrastructure project could link electrical grids throughout the Middle East.

The World Bank has announced plans to ramp up infrastructure investment in the Arab world over the coming years. At a Cairo press conference on December 25, World Bank managing director Mahmoud Mohieldin gave details on proposals to create two mega-electrical grids. One will be located on the Arabian peninsula and the other will link the electric grids of Egypt, Saudi Arabia, the Sudan and (possibly) Ethiopia.

Egyptian daily al-Masry al-Youm reports:

At a press conference in the World Bank’s Cairo office on Saturday, Mohie Eddin said the bank is currently considering funding an electricity network linking the eastern countries of the Arab World, as well as projects linking Egypt with Saudi Arabia and Sudan, and possibly Ethiopia, and potential projects linking with the western countries of the Arab World.

The bank will not fund nuclear power plants as these do not fall within the bank’s funding policies, which are limited to renewable energy projects such as wind and solar power, said Mohie Eddin. He also mentioned that the bank does not interfere in the education policies of the countries in which it funds projects.

Translation: The World Bank will not attempt to strong-arm Saudi Arabia over their sex-segregated educational system. Mohieldin is a former Egyptian government minister with close ties to Hosni Mubarak. (The difference in the spelling of his name is due to alternate transliterations from Arabic to English.) Details on the plan are available here.

The World Bank has been active in regional power development. Earlier this year, the World Bank offered $180 million in credit towards rebuilding Ethiopia's power grid. More than 80% of Ethiopians lack access to steady electricity. A large-scale urban project in Turkey connected Turkey's power grid to the larger European power grid as well.

World Bank energy policies have not escaped criticism, however. Despite commitments to using alternative and renewable energy sources, the World Bank has also put billions of dollars into the construction of coal-fired power plants. Some groups have argued that World Bank energy policies unfairly favor the rich.

Meanwhile, in Egypt itself, a World Bank report found that government subsidies are diverted towards the wealthiest citizens:

A report published by the World Bank earlier this month said that nearly half of all subsidies in Egypt goes to the richest 60 percent, even though the use of subsidies could provide better living circumstances for at least 63 percent of the country’s poor.

Bernard Funck, the World Bank representative for Social and Economic Development in the Middle East and North Africa, said in comments to reporters that the study also showed a need for Cairo to look into reducing the overall use of the subsidy program, noting that “there is a great loss of resources directed to subsidies and that the country can achieve the same goal with fewer resources.”

While details on the electrical grid project have not yet been released, the World Bank is currently involved in several interesting infrastructure projects within Egypt. In June of 2010, the World Bank sent Egypt a $220 million loan to develop wind energy sources. This was followed by a $270 million investment-loan package to build a massive solar power plant.

Fonte: Fast Company - 30/12/10

BNDES empresta R$ 1,4 bilhão para infraestrutura rodoviária em SP

O BNDES aprovou financiamentos no valor de R$ 1,4 bilhão para as concessionárias rodoviárias CART e Ecopistas. A CART – Concessionária Auto Raposo Tavares S.A. terá empréstimo de R$ 1,052 bilhão, enquanto a Ecopistas – Concessionária de Rodovias Ayrton Senna e Carvalho Pinto S.A. receberá R$ 355,4 milhões, no âmbito da linha de financiamento BNDES Finem.


A CART tem a concessão do corredor Raposo Tavares, no Estado de São Paulo, e usará os recursos nos investimentos de ampliação e conservação previstos no contrato de concessão. Esse corredor é constituído pela malha rodoviária paulista de ligação entre Bauru, Piratininga, Santa Cruz do Rio Pardo, Ourinhos, Assis, Palmital, Rancharia, Presidente Bernardes, Presidente Prudente, Caiuá e Presidente Epitácio, até a divisa dos Estados de São Paulo e Mato Grosso.

Esse é um importante corredor logístico, rota de passagem de parte da produção do centro-oeste brasileiro e do oeste paulista para os Portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).

O corredor Raposo Tavares compreende as rodovias Eng. João Baptista Cabral Rennó (SP-225), Orlando Quagliato (SP-327) e a Raposo Tavares (SP-270). Ele é um dos principais corredores rodoviários de interligação da região oeste do Estado de São Paulo.

Até fevereiro de 2015, a CART investirá R$ 2,69 bilhões, dos quais 39,1% serão financiados pelo BNDES. A operação será financiada, adicionalmente, pela emissão de debêntures privadas no valor de R$ 400 milhões. O BNDES não participará da subscrição dos títulos.

As garantias do projeto, entre elas os direitos emergentes da concessão, serão compartilhadas entre o BNDES e debenturistas privados.
A CART foi criada em 2008, quando sua controladora, a Investimentos e Participações e Infraestrutura S.A. – Invepar, venceu leilão internacional do Governo de São Paulo para explorar o Corredor Raposo Tavares.

As principais intervenções a serem feitas serão a duplicação de 217 km, construção de 29 km de vias marginais, construção de 9 km de faixas adicionais, construção/recuperação de 128 km de acostamentos, construção de 4 passarelas e de 45 unidades de trevos, retornos e obras de arte especiais.

Também estão incluídas no projeto da CART a recuperação de toda a extensão da rodovia e seus acessos, totalizando 444 km, e a conservação de 390 km de estradas vicinais.

Na parte operacional, o projeto inclui a implantação e/ou reformas de postos gerais de fiscalização, instalação de Centro de Controle Operacional, implantação de postos do Serviço de Atendimento ao Usuário e construção de 9 praças de pedágio.

Atualmente, a CART possui 558 funcionários, dos quais 22 são portadores de necessidades especiais. Está prevista a contratação de, aproximadamente, 639 empregados durante o período de maturidade do projeto, sendo 262 para as praças de pedágio, 226 para administração e gerenciamento, 72 para postos de fiscalização, 58 para a área de operação (tráfego e atendimento ao usuário) e 21 para conservação de rotina (pessoal próprio).

Ecopistas – A Ecopistas, que faz parte do Grupo EcoRodovias, está investindo na recuperação, conservação especial, implantação de melhorias e ampliação de capacidade no corredor formado pelas rodovias Ayrton Senna e Carvalho Pinto, no Estado de São Paulo.

O projeto desse corredor envolve a rodovia SP-070 (conjunto das rodovias Ayrton Senna e Carvalho Pinto), que se estende por 134,9 km e liga a cidade de São Paulo a Caçapava, além de vários acessos.

A estrada, que passa por municípios paulistas como Jacareí e São José dos Campos, serve como canal de distribuição da produção industrial do Vale da Paraíba. Além disso, o corredor também funciona como via de transporte turístico, já que absorve a maior parte do tráfego de veículos do Estado de São Paulo com destino ao litoral norte e estâncias na região de Campos do Jordão.

A operação da Ecopistas gera cerca de 360 empregos diretos e 180 indiretos. Durante a fase de investimentos, estima-se que serão criados 780 empregos, em virtude das obras.

Fonte: BNDES - 30/12/10

Estação Cultural José Ermírio de Moraes ganha um centro de referência em moda em Jaboatão/PE

A partir de 2011, a Estação Cultural Senador José Ermírio de Moraes – equipamento cultural da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em Jaboatão dos Guararapes – abrigará um projeto pioneiro no Brasil no segmento da moda.

Trata-se do Centro de Referência da Moda Pernambucana, fruto de um convênio firmado entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDEC) e a Petroquímica SUAPE.

O projeto tem o objetivo de agregar valor à confecção e produção têxtil do Estado com ações na área de design, adaptação de tecnologia e capacitação cultural. Na manhã de hoje (30), a Fundarpe oficializou a cessão de uso da Estação para a SDEC, que fará a gestão do projeto.

O evento contou com a participação de representantes do Governo de Pernambuco, da Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, de instituições de ensino superior e técnico na área de moda e dos sindicatos da indústria têxtil do Estado.

O Centro funcionará - com suporte financeiro da Petroquímica Suape, uma das maiores indústrias de fiação têxtil do Brasil - como um espaço incubador de empresas na área de moda e promoverá oficinas de capacitação, rodadas de negócios, shows-room, feiras, desfiles, eventos temáticos e exposições de artistas gráficos e estilistas. Por ano, o projeto pretende receber seis empresas incubadas. Para participar, os grupos (pessoa física ou jurídica) deverão inscrever seus projetos, na área de moda, em um edital que terá lançamento anual.

“Pernambuco é o segundo maior produtor de vestuário do Brasil, entretanto não é referência em moda. Nós queremos nivelar essa referência, aumentar a auto-estima do setor têxtil, agregando valor à nossa produção com design e cultura.

A ideia é que o projeto seja mesmo uma referência e se expanda, como um exemplo, para outras cidades e regiões do país. Esta é apenas a ponta de um iceberg de toda uma cadeia produtiva”, disse a estilista Magna Coeli, coordenadora do Centro e consultora da Fundarpe e do Sinditêxtil PE, que enfatiza a importância da união do Governo com a iniciativa privada para que projetos como este ganhem vida e sejam tocados.

A Estação Cultural Senador José Ermírio de Morais, que desde 2009 vem promovendo exposições, shows e oficinas culturais, continuará com suas atividades normais. A diferença é que agora o espaço também agregará o Centro de Referência da Moda Pernambucana, como uma forma de colocar a moda para dialogar com outras expressões culturais.

Para receber o projeto, a Estação, que possui 650m2 de área construída (uma casa da década de 70 e um prédio anexo da década de 80), passará por uma readequação arquitetônica, que respeitará a estrutura original do edifício.

O espaço – localizado à beira-mar de Piedade e que por anos foi a casa do industrial e senador José Ermírio de Moraes, do Grupo Votorantim - foi doado ao Governo de Pernambuco pela Votorantim com o intuito de que a área servisse de espaço cultural para o povo pernambucano.

Vinhos do semiárido possuem mais trans-reverastrol


Vinhos do semiárido possuem mais trans-reverastrol
Vinhos elaborados no submédio do Vale do São Francisco com as variedades Syrah, Tempranillo e Petit Verdot possuem, respectivamente, quantidades de trans-reverastrol 6, 3 e 2 vezes mais que o mesmo produto de origem francesa, espanhola ou argentina.

Pesquisas na área de medicina revelam que essa substância tem ação anticancerígena e preventiva de doenças cardiocirculatórias.

Estes foram parte dos resultados obtidos pela então estudante de doutorado e professora da UFRPE, Luciana Lima. A tese foi concluída em fevereiro de 2010, no Departamento de Nutrição da UFPE, sob a orientação da professora Nonete Guerra e co-orientação do pesquisador da Embrapa Giuliano Elias Pereira.

Nas parreiras, o trans-reverastrol tem a função de proteger as plantas de determinados tipos de estresses físico e ambiental. Nas áreas de cultivo do semiárido brasileiro, a prática de interromper a irrigação em um ambiente de alta temperatura, quando os frutos estão próximos ao ponto de colheita, faz com que as plantas acelerem seus mecanismos de defesa e produzam mais compostos de interesse biológico como trans-resveratrol, quercetina e rutina.

Tipicidade

De acordo com o enólogo da Embrapa, Giuliano Elias Pereira, o clima quente e seco da região pode explicar a diferença na concentração desses elementos químicos entre os vinhos do semiárido e aqueles processados nas zonas de temperatura mais amena da Europa dos Estados Unidos, Argentina e mesmo do Rio Grande do Sul.

Para ele, nos percentuais em que são encontrados leva-se a crer que o consumo de vinhos tropicais do Brasil poderá ser mais benéfico à saúde do que outros tipos de vinhos elaborados nas zonas tradicionais de produção, de clima temperado. “Um produto com potente ação antioxidante, capaz de transformar o mal (LDL) no bom (HDL) colesterol, tem um apelo comercial capaz de dar grande evidência aos vinhos do vale do São Francisco”.

Esta é mais uma vantagem da vitivinicultura tropical. A região já é marcada por uma situação que é única dentre todas as áreas vinícolas ao redor do planeta: é a única onde a combinação de ambiente e desenvolvimento tecnológico tornou possível a produção de uvas e a elaboração de vinhos em qualquer época do ano, com características distintas de qualidade e tipicidade.

Geográfica

Esta possibilidade cria uma situação também muito distinta da europeia e das zonas vinícolas das Américas do Norte e do Sul. Em países como a França e a Argentina, por exemplo, os enólogos em 30 anos de vida profissional chegam a elaborar 30 vinhos.

No submédio do vale do São Francisco, um mesmo profissional pode elaborar esta mesma quantidade em apenas um ano, por ser possível escalonar a produção, entre os meses de maio e dezembro, e realizar colheitas uvas e vinificar todas as semanas e todas as quinzenas.

Esta é uma riqueza para o mundo do vinho que deve se valorizar ainda mais com a descoberta das grandes quantidades de compostos bons para a saúde nos vinhos produzidos entre os paralelos 80 e 90 do hemisfério Sul, em altitude média de 350 m. Bem distante das regiões tradicionais de clima temperado no mundo (entre os paralelos 30 e 45º dos hemisférios Norte e Sul), explica Giuliano.

A vitivinicultura é uma atividade de crescente importância no negócio agrícola do semiárido brasileiro. Com seis vinícolas instaladas, a produção na região já representa 18% do mercado nacional de vinhos finos. É a segunda maior do país, atrás do Rio Grande do Sul.

A presença de compostos como o trans-resveratrol, quercetina e rutina nos vinhos das variedades Syrah, Tempranillo e Petit Verdot, registrada por métodos científicos em laboratórios da Embrapa e das Universidades Federais em Pernambuco (UFRPE e UFPE), é base para caracterização física, química e sensorial. São informações que valorizam uma identidade regional e favorecem a adoção de mecanismos como a Indicação Geográfica de Procedência dos vinhos do vale.

A evolução da qualidade dos vinhos da região, dos investimentos em pesquisa e a ampliação das áreas das vinícolas no semiárido brasileiro, principalmente nos estados da Bahia e de Pernambuco, fortalece a presença do Brasil no panorama vitivinícola nacional e internacional, colocando o país como produtor mundial emergente, garante Giuliano.

Estabilidade

Cerca de 60% dos vinhos tintos produzidos no vale do São Francisco são da variedade Syrah. A quantidade processada a partir da uva Tempranillo também tem se expandido muito, sendo a segunda variedade tinta mais empregada. A Petit Verdot embora pouco utilizada nos vinhos comerciais, já está sendo reconhecida. Nos estudos que realiza com essa variedade, chama a atenção a estabilidade fenólica do vinho elaborado a partir dessa uva quando comparado a outros tipos de uvas.

“Esta variedade poderá proporcionar a obtenção de uvas com alto potencial enológico, para ser usada na a elaboração de vinhos jovens, com pouca estrutura e equilibrados, bem como para a elaboração de vinhos de guarda, em que passam por estágio em barricas, e são indicados para serem guardados por alguns anos”, afirma o pesquisador Giuliano.

Contatos:

Giuliano Elias Pereira – pesquisador;

gpereira@cpatsa.embrapa.br

Luciana Leite de Andrade Lima – pesquisadora;

lucianalima.ufrpe@gmail.com

Marcelino Ribeiro – jornalista;

marcelrn@cpatsa.embrapa.br

Embrapa Semiárido – 87 3862 1711

Fonte: Embrapa

Doações internacionais têm incentivo

A Caixa Econômica Federal terá uma conta bancária para arrecadações financeiras em campanhas humanitárias das Nações Unidas. A primeira juntará fundos para combater surto de cólera no Haiti.

Os brasileiros que quiserem fazer doações para ajuda humanitária internacional terão disponível uma conta bancária na Caixa Econômica Federal. Uma solenidade nesta quinta-feira (30), no Palácio Itamaraty, em Brasília, lança a iniciativa.
A conta será vinculada ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Ela será utilizada em campanhas de arrecadação de recursos financeiros e no financiamento de ações humanitárias executadas pelas Nações Unidas (ONU), tais como atividades de recuperação de calamidades socionaturais e de atendimento imediato a populações vulneráveis. A primeira campanha será em favor das vítimas do surto de cólera do Haiti.

As doações poderão ser realizadas por meio da conta 664-8, Agência 0647, Operação 003, em qualquer agência da Caixa, casas lotéricas e correspondentes não-bancários.

Fonte: ANBA - 30/12/10

Cabo/PE terá em 2011 um Centro Público para comercializar produtos artesanais em Nazaré

A Prefeitura do Cabo Santo Agostinho vai construir em 2011 um Centro Público de Comercialização de Produtos Artesanais em Nazaré.

Voltado para doceiras, produtores de licor, tapioqueiros e artesãos em geral, o espaço vai beneficiar cerca de 50 famílias com o resgate da vocação e a ampliação das possibilidades de produção e comercialização dos produtos.

O centro vai funcionar na Associação dos Moradores da Vila de Nazaré, situada na Rua do Sol, n° 44.

Aprovado pelo Ministério do Turismo junto à Caixa Econômica Federal, o plano de trabalho do projeto conta com R$ 293 mil para serem utilizados na adequação física da unidade de produção semi-industrial e na aquisição dos materiais e equipamentos necessários ao funcionamento do centro.

“Esse é um reconhecimento à importância econômica deste segmento e busca colaborar com a profissionalização e instrumentalização da mão de obra local”, explicou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Alex Gomes.

Além de garantir equipamentos essenciais para a produção em alta escala, tais como fogão e liquidificador industriais, caldeirão, geladeira e freezers, o investimento em materiais inclui ainda, entre outras coisas, o fornecimento de embalagens e etiquetas de identificação (padronização) dos produtos de modo a facilitar o escoamento da produção para hotéis, pousadas, bares e restaurantes da região.

A idéia é que, a partir do trabalho e da geração de renda, o grupo conquiste melhor qualidade de vida e se torne autossustentável economicamente.

Isto, de acordo com o projeto, a partir da formação de grupo produtivo inspirado nos princípios e boas práticas da culinária artesanal, empreendedorismo, associativismo e educação ambiental, envolvendo toda a comunidade.

O projeto foi criado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, dentro do Programa de Responsabilidade Empresarial, Desenvolvimento e Sustentabilidade. A proposta, de n° 070730/2010, se encontra no Sistema de Convênios (Siconv) do Governo Federal.

TURISMO - A venda de doces artesanais no local fomenta a visitação na Vila de Nazaré, um dos mais belos pontos turísticos da região.

Além disso, a história não oficial conta que o navegador espanhol Vicente Yanéz Pinzón teria ancorado pela primeira vez no Brasil naquele local, fato que torna a Vila um lugar com conceito histórico e turístico com potencial econômico elevado.

O projeto conta com o apoio institucional da Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho e a comunidade, que vão coordenar e orientar as atividades relativas à execução do mesmo, oferecendo o respaldo necessário ao bom andamento dos trabalhos.


Fonte: Aline Vieira Costa – Secom | Cabo de Santo Agostinho - 30/12/10

RÉVEILLON DO RECIFE MOVIMENTA HOTÉIS COM OCUPAÇÃO PRÓXIMA AOS 100%

Turistas de todos os meios de hospedagem receberão o mapa turístico da Cidade em seus dormitórios

O Réveillon 2011 no Recife deve atrair de 500 mil a 700 mil pessoas na orla da capital pernambucana em trecho compreendido pelas praias de Boa Viagem e do Pina.

Os hotéis, segundo informações da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-PE), estão com ocupação próxima aos 100%, mas ainda há vagas para aqueles que desejarem passar o Réveillon na Cidade.

Os turistas que vierem brindar 2011 na capital pernambucana encontrarão o mapa turístico do Recife, material produzido pela Secretaria de Turismo do Recife em parceria com o Shopping Recife, em seus dormitórios nos mais diversos meios de hospedagem (hotéis, pousadas, flats e albergues).

A equipe de Turismo da Prefeitura do Recife realizou distribuição de aproximadamente 5,5 mil mapas e material promocional da Cidade. A ideia é facilitar o acesso à informação turística, estimulando os visitantes a passarem mais tempo no destino.

Além disso, haverá atendimento ao turista nos postos de informações mantidos em seis pontos do municípío (observar horários abaixo). Para aqueles que ainda não reservaram hotel, os recepcionistas dos postos de informações estão aptos a informar onde ainda há vagas a partir do Box de Disponibilidade Hoteleira, uma parceria com a ABIH.

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS POSTOS DE INFORMAÇÕES PARA O FINAL DE ANO

AEROPORTO

31/12/10 - ATÉ ÀS 20h
01/01/2011 A PARTIR DAS 13h

TIP

31/12/2010 – 7H ÀS 19H
01/01/2011 - A PARTIR DAS 13h

BOA VIAGEM

31/12/2010 8H ÀS 20H
01/01/2011- A PARTIR DAS 13h

MERCADO DE SÃO JOSÉ

31/12- 7H ÀS 17H30
01/01/2011 – FECHADO

PÁTIO DE SÃO PEDRO

31/12- DAS 09h ÀS 13h
31/12- FECHADO

ARSENAL

31/12/2010 8H30 ÀS 20H30
01/01/2011- A PARTIR DAS 12h30

Fonte: Portal PCR - 30/12/10

Itep divulga lista de seis novas incubadas em Pernambuco

Seis empresas foram selecionadas para serem incubadas a partir de janeiro no Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep).

O resultado do edital da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (Incubatep) foi divulgado nesta quinta-feira (30).

As selecionadas são Laticínios – Indicadores de Desempenho; Polpas de frutas tropicais enriquecidas com probióticos; Portal Archimedes; ProEdu; RC – Equipamentos para laboratórios; e Telein.

Nesta seleção de dezembro de 2010, foram apresentados 19 projetos, sendo 15 habilitados. No últimos dia 28, houve apresentação dos projetos pelos representantes das empresas à banca examinadora.

Segundo o Itep, os empreendedores aprovados terão à sua disposição infra-estrutura física básica, suporte técnico e assessoria gerencial, através de cursos e consultorias.

Os incubados efetuam um pagamento relativo ao uso do espaço físico, na sede do Itep, na Várzea. O período de incubação é estimado em 24 meses.

Já no próximo dia 6, às 14h, haverá a primeira reunião de trabalho com os aprovados, no auditório da Incubatep, na sede do Itep.

Fonte: Diário PE - 30/12/10

Estaleiro em PE vai buscar 1.200 profissionais em outros Estados

Contratações visam suprir demanda por navios petroleiros e sondas de perfuração

RECIFE - Com dificuldades para encontrar mão de obra especializada, o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), instalado no litoral sul de Pernambuco, irá lançar no início de 2011 um programa para captar 1,2 mil novos profissionais em outros Estados.

De acordo com seu presidente, Angelo Bellelis, as vagas serão anunciadas em jornais de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Amazonas, Pará e Bahia, além de Pernambuco.

De acordo com o executivo, as contratações visam o pleno atendimento da atual carteira de pedidos do estaleiro, que já tem encomendados 22 petroleiros e um casco de plataforma.

Há também negociações com a Petrobras para que sejam produzidas sondas de perfuração. "Precisamos de mão de obra para dar conta de tudo isso", afirmou Bellelis, que espera ter concluído a seleção dos profissionais até março do ano que vem.

Com os novos funcionários, o EAS passará a contar com 6 mil trabalhadores. Do total de vagas disponíveis, cerca de 570 são para soldadores, 520 para montadores, 60 para engenheiros, 20 para supervisores de produção e outras 20 para projetistas.

Todos os postos exigem experiência comprovada em carteira. Os salários não foram divulgados, porém Bellelis afirmou que os valores "estão na média do mercado".

Apesar de a falta de mão de obra especializada já ser apontada como um dos possíveis gargalos futuros da economia brasileira, o presidente do EAS - sociedade entre Camargo Corrêa, Samsung, Queiroz Galvão e PJMR ­- acredita que trata-se de um problema "bom".

"O que precisamos é de um grande esforço, um esforço concentrado, para a qualificação", afirmou o executivo, ao lembrar que o EAS tem seu programa próprio de treinamento de pessoal.

Fonte: Valor Online | 30/12/10

Governo de SP deve tentar privatizar Cesp pela 4ª vez

O futuro secretário estadual de Energia, deputado federal reeleito José Aníbal (PSDB-SP), disse hoje que o governo de São Paulo pretende retomar a ideia de privatizar a Companhia Energética de São Paulo (Cesp) assim que conseguir a renovação da concessão de duas das principais usinas da empresa, Ilha Solteira e Jupiá, que vencem em 2015.

De acordo com ele, as conversas entre o governo paulista e a União para obter a renovação das concessões serão intensificadas nos próximos meses. Será a quarta tentativa do governo de São Paulo de privatizar a empresa, após ensaios em 2000, 2001 e 2008.

"O governador deixou claro que hoje nós não temos imediatamente o que privatizar.
A Cesp, para se tornar uma empresa com boa condição de negociação no mercado, precisa ter ampliado seu tempo de concessão, que hoje está em um universo curto de quatro anos.

Isso certamente vai acontecer e depois vai se ver qual a decisão que o governo tomará em função da ampliação do prazo da concessão", afirmou Aníbal. "As conversas têm sido feitas, mas agora serão intensificadas porque o propósito realmente é fazer a ampliação do tempo de concessão para tornar a empresa mais viável e passível de negociação."

Aníbal lembrou que o prazo das concessões das duas usinas foi uma das principais causas do fracasso da última tentativa de vender o controle da empresa. Como a renovação não é automática e, na semana do leilão, o então ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, enviou carta ao governador José Serra (PSDB) para informar que não garantiria a renovação das concessões, nenhum dos consórcios interessados fez o depósito das garantias financeiras, de R$ 1,74 bilhão.

Na época, o preço mínimo da venda da companhia era de R$ 6,6 bilhões, e o valor total da companhia era de cerca de R$ 20 bilhões, levando-se em conta a oferta que deveria ser feita aos minoritários e as dívidas da companhia.
"Não conseguimos (privatizar a companhia) porque o prazo de concessão era muito curto. Ampliando esse prazo, claro que a possibilidade será muito firme", confirmou o futuro secretário.

O deputado disse ainda que sua meta será ampliar a segurança energética e a participação da energia renovável na matriz energética do Estado por meio de usinas de cogeração, com o uso de bagaço de cana, pequenas centrais hidrelétricas, etanol, energia eólica e solar.

"Geramos mais de 40 milhões de toneladas de bagaço de cana todos os anos e a queima desse bagaço, feita adequadamente, pode gerar o equivalente a uma Itaipu ao longo de dez anos até 2020. Certamente 5 mil MGW até 2015. Vamos trabalhar fortemente com esse objetivo", afirmou.

O objetivo, segundo ele, é cumprir a meta de redução de emissões de gases causadores de efeito estufa a 20% do emitido em 2005 até 2020, conforme legislação aprovada. "É uma meta ambiciosíssima.

Vamos ter de mudar muito também o transporte coletivo, com a queima de combustíveis não poluentes como gás e etanol. Essas ações não necessariamente demandam grandes investimentos públicos, mas a organização, indução, regulamentação e fiscalização do setor público para propiciar e estimular o investimento privado."

De acordo com Aníbal, o governo paulista pretende estreitar a relação com a Petrobras com vistas à exploração do pré-sal. "O governador quer pessoalmente tratar desse assunto, porque é algo que já está impactando a Baixada Santista muito positivamente", afirmou, citando que o Estado pretende oferecer cursos para qualificar a mão de obra para a atividade.

"Vamos zelar para que isso não conflite com a sustentabilidade que toda a sociedade quer." Sobre a discussão dos royalties do petróleo, ele garantiu que o governo está acompanhando as negociações no Congresso. "Claro que o governo estará atento para que a nossa parte seja devidamente paga."

Fonte: Agencia Estado - 30/12/10

Ibama libera operação de gasoduto entre Alagoas e Pernambuco

BRASÍLIA - O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) informou hoje que foi expedida a licença de operação do Gasoduto Pilar-Ipojuca, que interliga a estação de distribuição em Pilar (AL) até o município de Ipojuca (PE).

Segundo o Ibama, o gasoduto tem 187 quilômetros de extensão que abrangem toda faixa dutoviária compartilhada com o Gasoduto Alagoas-Pernambuco (Gaspal).

A licença contempla ainda o sistema de fibra ótica a ser instalado no Gaspal e a ampliação da estação distribuidora de Ipojuca.

Fonte: Rafael Bitencourt | Valor OnLine - 30/12/10

Petrobras contrata mais 12 navios para transportar combustível

RIO DE JANEIRO - A Petrobras informou que assinou na quinta-feira a contratação de afretamento de 12 novos navios por um período de 15 anos, no âmbito da segunda fase do Programa Empresas Brasileiras de Navegação (EBN2).

Oito navios foram contratados da Kingfish do Brasil Navegações, sendo quatro embarcações de 45 mil toneladas de porte bruto (TPB) para produtos claros (nafta, diesel, querosene, gasolina) e outras quatro de 45 mil toneladas de porte bruto (TPB) para produtos escuros (petróleo, óleo combustível, entre outros).

A Brazgax-Brazil Gás Transportes Marítimos assinou contrato para fornecer quatro navios de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), dois com capacidade de 8 mil metros cúbicos e outros dois de 12 mil metros cúbicos.

As embarcações deverão ser entregues entre 2013 e 2017.

(Por Denise Luna)

Fonte: Reuters - 30/12/10

O centro de tudo

Cassio Zirpoli

Com a ajuda de GPS, engenheiros da Arena Pernambuco definem ponto exato do centro do gramado do futuro estádio para a Copa


Faltam exatamente dois anos para a inauguração da Arena Pernambuco. A área vem passando por uma grande transformação, com mais de 20 caminhões retirando barro diariamente do local do estádio.

Como a estrutura futurista de concreto pré-moldado segue como uma realidade em 3D, fica difícil imaginar, durante uma visita ao terreno em São Lourenço da Mata, que ali será erguida uma arena com capacidade para 46 mil torcedores.

Ainda que de forma simbólica, isso agora é possível. A ligação visual com o futebol, mote absoluto do projeto, ganhou um ícone após a colocação de uma estaca de madeira com uma bandeira verde bem no centro do imaginário campo de jogo, de 105m x 68m, segundo a determinação da Fifa.


A estaca fincada no local onde deverá ser o centro do campo está cercada de grama, que nasceu naturalmente. Foto: Fotos: Paulo Paiva/Esp. DP/D.A Press
O cenário avermelhado com a terra batida e bastante poeira muda exatamente no ponto da nova estaca, numa dessas ironias quem marcam o esporte mais popular do planeta.

Devido à umidade do solo onde foi fincada a bandeira, o mato venceu a adversidade e cresceu de forma esporádica, relembrando de longe o gramado local para a Copa do Mundo de 2014. Pressa para o grande dia?

O centro do gramado foi estabelecido pelos engenheiros e técnicos da Odebrecht envolvidos na construção durante o estudo da topografia, com a ajuda de aparelhos GPS, aumento a precisão do local.

Não só o centro foi mapeado como todo o campo, laterais e linhas de fundo, e também as quatro rampas de saída de emergência na arquibancada, totalizando nove bandeiras no terreno, às margens do Rio Capibaribe.

As divisões já haviam sido definidas anteriormente, mas as bandeiras foram colocadas após a última supervisão da diretoria da Sociedade de Propósito Específico (SPE) Arena Pernambuco. Por sinal, ficou acertada a troca das estacas por bandeiras maiores, melhorando a percepção ´futebolística` do local, que poderá receber até cinco jogos no Mundial.

Nesta quinta atualização da série Diario de uma Arena, o projeto chega à reta final do processo de terraplenagem. O trabalho no solo foi intensificado, que vai passar da´raspagem` para o aterro, regularizando toda a área de 52 hectares.

Além do terreno do estádio, também já foi aberta a via para a nova pista Radial da Copa, ligando a rodovia BR-408 ao complexo do Mundial, com arena, estacionamento, centro de imprensa e Fan Fest.

De acordo com o coordenador da obra da Arena, Jayro Poggi, parte da terra será trazida, a partir de agora, de uma jazida a 13 quilômetros da construção.

´Vamos utilizar esse meio até a liberação da CPRH para a utilização de areia argilosa de outros setores do terreno de 270 hectares. Quando isso acontecer, o processo ficará mais rápido`, explicou. Apesar do crédito de R$ 400 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ainda não ter sido liberado (a direção aguarda a decisão para janeiro), a obra, orçada em R$ 532 milhões, continua sendo desenvolvida.

Fonte: Diário PE - 30/12/10

Mitsubishi Heavy Industries fornece metro ligeiro de Macau


A Mitsubishi Heavy Industries garantiu a adjudicação do sistema do metro ligeiro de Macau, por 433 milhões de euros, anuncia o Executivo local, ao garantir que o novo meio de transporte estará operacional em 2015.

Ao concurso público internacional para o fornecimento do sistema e comboios para a primeira fase do metro ligeiro de Macau, lançado há um ano, tinham concorrido outras duas empresas, que apresentaram propostas de concepção e construção do tipo chave-na-mão, mas o Governo da região salientou que a proposta vencedora foi a "mais económica".

A proposta da Mitsubishi tem um custo de 4,6 mil milhões de patacas (433 milhões de euros), enquanto o consórcio entre a canadiana Bombardier e a China Road and Bridge Corporation apresentou a proposta com o valor mais baixo,, 4,5 mil milhões de patacas (423 milhões de euros). Já a joint venture entre o grupo alemão Siemens e a empresa estatal China Civil Engineering Construction apresentou o projecto mais caro, calculado em 6,2 mil milhões de patacas (583 milhões de euros).

O Executivo de Macau vai assinar, no prazo de um mês, o contrato com a Mitsubishi Heavy Industries, que terá 47 meses para executar os trabalhos, devendo contratar uma entidade independente para proceder a uma análise e avaliação do projecto, nomeadamente no que respeita à segurança.

O metro ligeiro terá duas carruagens, sem condutor, à semelhança dos que circulam em Singapura, Coreia do Sul e em aeroportos dos EUA, e tem uma capacidade inicial prevista de 7.800 passageiros por hora e direcção, que poderá aumentar até aos 14.000 passageiros, explicou hoje em conferência de imprensa o arquitecto André Ritchie, do Gabinete para as Infra-estruturas de Transportes de Macau.

O coordenador do gabinete, Lei Chan Tong, realça que os "cidadãos de Macau terão a possibilidade de utilizar o metro ligeiro 49 meses após a celebração do contrato com o fornecedor do Sistema e Material Circulante".

"O sistema de metro ligeiro, enquanto meio de transporte cómodo, amigo do ambiente e sem barreiras arquitectónicas, tem a missão importante de promover a prioridade do transporte público" na região, acrescenta o responsável.

Lei Chan Tong sublinha, por outro lado, a importância deste meio de transporte para "optimizar o trânsito da cidade, integrar Macau no círculo de trânsito da região do Delta do Rio das Pérolas, manter a competitividade e assegurar o desenvolvimento sustentável do território".

As obras do metro ligeiro vão arrancar em meados de 2011 na ilha da Taipa, que terá 11 estações, e depois na península de Macau, que terá dez estações.

Fonte; OJE/Lusa - 30/12/10

Aeroporto de Manaus terá licitação em fevereiro

Projeto inclui nova pista de pouso, reforma no terminal de passageiros, estacionamento e paisagismo

Jackeline Farah - Manaus

Orçada em R$ 327,4 milhões, a reforma e ampliação do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, deverá ter inicio no primeiro semestre de 2011, segundo a assessoria de comunicação da Infraero. A licitação está prevista para o mês de fevereiro.

A reforma inclui a construção de nova pista de pouso, reforma do terminal de passageiros, disposição de embarque e desembarque em pisos diferentes, acréscimo de duas pontes de embarque, passando de seis para oito, substituição completa de revestimento e instalações, adequação as normas de acessibilidade, melhoria do eixo viário, elevação do número de vagas no estacionamento coberto e paisagismo completo. Uma reunião para apresentação do projeto completo está marcada para 5 de janeiro, em Brasília.


Aeroporto de Manaus: ampliação até 2013 (crédito: Divulgação Infraero)

O prazo para a conclusão das obras é dezembro de 2013, preparando o aeroporto para receber 5 milhões de passageiros por ano, até a Copa de 2014. Atualmente o aeroporto recebe uma média de 2 a 3 milhões de passageiros por ano. Possui dois terminais de passageiros, uma para atender a voos nacionais e internacionais e outro para voos regionais. Dispõe ainda de um complexo de logística de carga, destinado a atender a demanda do Pólo Industrial de Manaus.

A reforma e ampliação do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes é uma das maiores preocupações do estado do Amazonas entre as obras que devem ser realizadas até a Copa de 2014. “O principal palco da Copa está bem encaminhado, que é a Arena da Amazônia. O aeroporto a cada ano recebe mais passageiros e estamos torcendo que tudo ocorra o mais rápido, que as obras comecem logo e tudo seja entregue no prazo até a Copa das Confederações, que Manaus está lutando para sediar”, disse o Secretário de Esporte e Lazer do Amazonas, Julio Cesar Soares.

Fonte: Portal 2014 - 30/12/10

There is lack of good quality generic education in India’

Kaizen Private Equity is India’s first equity fund focused on the education sector. The company, set up on the initiative of parents, is focusing on improving the quality of education in all areas. In an interview to Moneylife, Sandeep Anjea, founder and managing director of Kaizen Private Equity, discussed different aspects about investment in education, the changing trends, regulatory hurdles and expectations from the sector. Excerpts from the interview.


Moneylife (ML): The K-12 segment (kindergarten to class 12) is said to be a $20 billion business, according to your report. Would you tell us more about the report, the findings, research methodology and the different aspects of investment in the education sector?

Sandeep Aneja (SA):
When we looked at education, we understood the structure and core of various sub-segments. Each segment is unique and different. Each school has to deliver quality education. It gives a high return on profit and loss account compared to technology companies, who sell the services to schools. The technology companies’ main foundation is sales and marketing.

In our report we have studied the different areas of the education sector, namely core education, which consists of K-12 and higher education; parallel education segments comprising pre-schools, tutoring, test preparation, vocational training; and ancillary education segment which consists of multimedia and ICT, books and stationery. These segments were studied using parameters like investment, returns, scalability, barriers to entry, regulation, market size and pedagogy. The investment, pedagogy, market size of core education is higher than in the parallel segment, where it is medium, and the ancillary segment where it is low.

Investment in education is questioned when new opportunities emerge and new investors wish to invest, mainly for two reasons—regulation and real estate. The investment can be made by debt, which is granted by the bank against assets. This works most of the time. Companies with heavy balance sheet having high assets also invest in the sector as they can hold and control stakes. A third way is equity funds, where items within the purview of regulation are avoided while investing.
Funds which are big in size and have high return percentage mainly invest in the real estate of the education institute.

ML: Which companies has Kaizen invested in? What do you look for when you invest in a particular company?

SA:
We are in the process of launching our first investment. As per the policy of our company we won’t reveal the name of the fund. While investing, the most important thing we look into is the promoters’ quality. It has to be very high in terms of service, governance, quality and past records. We look for companies having past record of investment in the education sector and a promoter having a good past record in the core education segment. We won’t invest in companies with low revenue and those who are in an early stage. Though, we can provide them professional advice.

ML: Through 2010, investors have been waiting for reforms in the education sector. What kind of reforms can we realistically expect?

SA:
Education is a concurrent matter. There may be reforms at the central level but at the state level there is not much movement. We are expecting few reforms like the states to come up with a Private Education Act. Maharashtra is working on it now; earlier it was only in nine states, but we expect more states to come up with it. There are other reforms like increasing the reservation for the government’s Sarv Siksha Abhiyan up to 25%. Karnataka is a fore-runner in this.

We are expecting implementation of the Educational Tribunal Act, which will ensure curbing corruption at the local level. There are expectations that the National Commission for Higher Education and Research will be formulated with focus on managing capitalisation.

We are expecting the development of the curriculum of the Central Board of Secondary Education (CBSE) as many states are adopting its syllabus. Going by the market movement, currently there is a huge demand for CBSE. We are also expecting the implementation of The Foreign Educational Institutions (Regulation of Entry and Operations, Maintenance of Quality and Prevention of Commercialisation) Bill.

Further we are expecting clarity on distance education, school education and digitalisation which will ensure governance and reduce paper work.

ML: Regulatory issues have been identified as a hurdle by many private equity players in the education sector. And the investment is mostly done in parallel/ancillary services in education, like coaching classes and test preparation, pre-school education, vocational training and books. Do you think this is likely to continue in the coming years or will things be smoother for PE players?

SA:
Going by the data, the investment in core education has increased by seven to eight times. This trend will continue in the future as well. The investment is done in terms of school management, distance education and many other areas. Earlier, there was repeated investment in one particular company. Now, private equity funds have started to invest in new and fresh educational companies as well. This is the ‘new silk route’ and we will look at this opportunity.

ML: One such issue is the law specifying that schools can only be run by trusts or institutions that are ‘not-for-profit’. This has not prevented a number of players from investing in the sector. What is your view on this?

SA:
Our view is to avoid investing where regulation is an issue. Investment can be done in companies that are providing services to schools. Investment in assets like real estate also comes under the regulatory scanner and we don’t see any exit on that. Again, that is better avoided. Other than this, related party transactions should be minimised as we don’t want the same party to run the trust and the company.

ML: The Foreign Educational Institutions (Regulation of Entry and Operations, Maintenance of Quality and Prevention of Commercialisation) Bill is one of the highly-awaited reforms in the sector. What are the implications if this is passed?

SA:
Once the bill is cleared there will be a line of foreign universities setting up campuses in India, in partnership with local universities. The universities from the UK, the US, Australia are coming to India for recruitment, as for them a foreign student (here an Indian student) is a net profit when compared to a student in their native country. Basically they come for revenue opportunities.

Once the bill is passed this will be changed and the universities will come to set up research base. The research base then will no longer be a repeatable process like Business Process Outsourcings (BPO). It will be a non-repeatable process for the universities emerging from Asian countries. India has clearly emerged as the potential candidate but it lacks in research institutes. Many foreign universities (may be around 35 years old) will set up campuses here, for mere expansion. Others will come only for revenue and expansion, compromising on quality of education.
There is a lack of good quality generic education in India. And with the entry of foreign universities, students will be offered specialised courses and the choice will be wider. Such courses can only be imported, it can’t be created here. The know-how has to be imported.

ML: Earlier, you had mentioned that you might consider working in a public-private partnership to target the middle class market. Is there any progress in this direction?

SA:
It is up to our portfolio company. We can guide them on targeting the middle class market, which is the largest segment. We think that the public-private partnership (PPP) should be emphasised. If there is good fund disbursement in PPP and high transparency, then it is good to opt for PPP. Also, there is no margin gain in it. Recently, the Planning Commission announced that infrastructure and the social sector are to be focus areas in the forthcoming plan. So, clearly, education which is a part of the social sector will also be carefully looked at by the government.

ML: Given the escalating rise in the cost of education, will private equity end up making education even more expensive by emphasising the bottom line?

SA:
I vehemently oppose this view that cost of education is high in India. It is actually cheap here compared to other nations. In the US, a student from a public-supported school ends up paying $10,000-30,000 for free education. In the UK the universities have increased the fees by three times. The returns from investment in the social sector are long and amorphous, so more is invested in something physical like roads. Free is not good. There has to be some amount, even if it is very little, to be paid by everyone as education fees which will ensure that people actually respect the free education given to them. Many people depend on the government for basic education for their children, which is good, but there should also be responsibility on the part of parents. One cannot solely depend on the school authority and teachers.

Many of the institutes don’t follow the sixth pay commission and teachers aren’t paid adequate. Unless they are paid sufficient, there won’t be quality education. Going by the current market sense, masses can afford to invest more in education, which of course will get quality education.

Community-supported schools in the past have done well. If more such schools come up, they will do better. Each community should start their own school through which they can carve their own niche.

ML: How has the experience of Kaizen been? What are your future plans?

SA:
The experience has been very good. Most of us are parents who started this fund; so we picked up the education sector over others, with the aim of emphasising on quality. Many invest in the education sector either for revenue, or for change, or for both. We believe in the third option, revenue and change. The private equity funds are a very minuscule part of the education sector to bring any change. Like I said, we are in the process of our first investment and by calendar 2011 we will have three investments.

Fonte: Moneylife Personal Finance Magazine - 30/12/10

Rio tem maior investimento em hotéis em 40 anos, diz associação

O Rio de Janeiro recebeu em 2010 o maior número de novos investimentos na rede hoteleira desde a década de 1970. Essa é a avaliação do presidente da ABIH-RJ (associação dos hotéis do Rio de Janeiro), Alfredo Lopes.

Um dos exemplos da renovação da rede hoteleira é a pré-inauguração, marcada para hoje, do Windsor Atlântica, de frente para a praia do Leme, onde funcionou o Le Méridien.

Esse será o décimo hotel do grupo Windsor na cidade. Para 2011 já estão previstos investimentos em mais três hotéis.

A maior exposição por conta da Copa e da Olimpíada ajuda a explicar o interesse dos investidores. O crescimento da economia do Estado, impulsionado pelo petróleo, contribui para eventos de negócios e hospedagem de executivos.


Editoria de Arte / Folhapress
Hotéis no Rio
Hotéis no Rio

O presidente da BHG, Pieter van Vader, diz que a necessidade de renovação dos hotéis é um dos fatores que atraem investimentos. O grupo comprou o Intercontinental e gastará R$ 25 milhões no hotel.

Lopes afirma que há interesse tanto na aquisição de terrenos como na gestão de redes. Um exemplo recente foi a aquisição do Hotel Paris, no centro, pelo grupo francês La Suite, que pretende torná-lo um hotel butique. Antes, era usado por prostitutas.

A Folha apurou que há uma rede estrangeira negociando a construção de um hotel na região portuária.

Fonte: Folha SP - 30/12/10

Registro de genéricos cresce cinco vezes em oito anos

Desde 2003, o mercado brasileiro de medicamentos genéricos manteve uma média de cerca de 300 novos registros por ano – passando de 3.591 para os atuais 16.691 –, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

No final da década de 90, a aprovação da Lei 9.787/99 permitiu que fossem criadas condições para a implantação dos genéricos, mas somente a partir do ano 2000 é que a concessão dos primeiros registros de remédios e a consequente produção foram iniciadas no país.

Segundo a Anvisa, o genérico contém o mesmo princípio ativo do medicamento de referência, na mesma dose e na mesma forma farmacêutica, sendo administrado pela mesma via e com indicação terapêutica idêntica.

Como não há marca, a embalagem dos genéricos apresenta apenas o nome do princípio ativo do medicamento. O preço é menor porque os fabricantes não precisam fazer investimentos em pesquisas para o seu desenvolvimento – as formulações já foram anteriormente definidas pelos medicamentos de referência.

Recentemente, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que obriga as farmácias a fixar, em local visível aos consumidores, uma lista com todos os genéricos registrados no país. Os estabelecimentos que descumprirem a regra ficarão sujeitos a multa e, em caso de reincidência, a suspensão do alvará de funcionamento. A autora do texto é a deputada Vanessa Grazziotin (PcdoB-AM).

Fonte: Da Agência Brasil - 30/12/10

Produção mundial de preservativos é novo desafio na luta contra a aids

Governos já enfrentam dificuldade quando abrem licitação para a aquisição de uma grande quantidade de camisinhas. Aumento da fabricação esbarra na oferta limitada da principal matéria-prima, o látex, cujo preço subiu neste semestre 200% na Índia

Centrada no acesso da população a medicamentos para controlar o vírus HIV, a luta contra a aids enfrenta agora outro desafio: a incapacidade mundial de produzir a quantidade necessária de preservativos. "Não há camisinhas para todos", afirma o representante do Programa das Nações Unidas para Aids, Pedro Chequer.

Brasil recusou negócio com países vizinhos por falta de capacidade de produção
Pelos cálculos da Unaids, se metade da população de 15 a 49 anos usasse camisinha uma vez por semana, seriam necessários 42,250 bilhões de preservativos por ano - quantia 2,7 vezes maior do que a produção mundial de 15,35 bilhões anuais. "É uma discussão que não podemos mais adiar", defende.

A dificuldade de governos para aquisição do produto já começa a ser sentida. Quando licitações envolvem grande quantidade de preservativos, há um número menor de empresas capacitadas para a disputa. O diretor da unidade de prevenção do Ministério da Saúde, Ivo Brito, afirma que o Brasil não enfrenta problemas para aquisição. Mas conta que o governo recusou a venda para países vizinhos interessados em comprar preservativos produzidos em Xapuri.

A fábrica de Xapuri, embora considerada um marco, está longe de atender às necessidades do País. A unidade usa como matéria-prima borracha fornecida por seringueiros do Acre. "Esse formato não permite aumentar muito a escala da produção", diz Brito. Atualmente, Xapuri fabrica 100 milhões de unidades por ano. Há potencial para que esse quantitativo seja duplicado.

O problema é que, com elevação da procura e queda da oferta, a camisinha poderá ficar mais cara. "Já é hora de se investir em fábricas no mundo", afirma. "Uma eventual dificuldade de acesso poderia colocar em risco todo trabalho de convencimento para uso de preservativos."

Borracha. Mesmo que a ampliação da produção passe a ser prioridade, haverá uma dificuldade para colocar essa meta em prática: a oferta limitada da borracha, principal matéria-prima do preservativo. Atualmente, os níveis de produção e consumo da borracha são muito parecidos. E não há um cenário de que produção possa aumentar a curto prazo. "Uma seringueira demora anos para se tornar produtiva", conta Augusto Gameiro, professor de economia agrícola da USP.

Outro problema é a alta do preço da matéria-prima. Neste semestre, a Índia registrou elevação de 200% no preço do látex, o que fez com que pequenos fabricantes deixassem o negócio. Empresas maiores têm táticas distintas: umas preferem aguardar mais um período, mas há quem já anuncie aumento de preço do produto destinado à exportação.

Gameiro atribui o aumento do preço do látex a uma série de fatores. Em primeiro lugar, a redução da mão de obra nos seringais, provocada pelo forte movimento de urbanização registrado nos países produtores. Além disso, parte dos seringais está sendo substituída por outras culturas, consideradas mais rentáveis, como a palma. "Esse processo ganhou força com o biodiesel." A dificuldade aumenta diante da concorrência para definir o destino da borracha. "A maior parte da produção mundial é destinada para fabricação de pneus. Algo que aumentou também com aquecimento do mercado automobilístico nos últimos anos", diz o professor da USP.

Gameiro afirma que a maior parte dos produtores prefere destinar seu produto para fabricação de pneus. "É mais fácil, a borracha não precisa ser de grande qualidade, bem diferente do que ocorre com preservativos."

Fonte: Lígia Formenti - O Estado de S.Paulo - 30/12/10

ARTESANATO - Fenahall espera 100 mil visitantes em Pernambuco

A oitava edição da Feira Nacional de Artesanato do Chevrolet Hall (Fenahall) acontece entre os dias 7 e 16 de janeiro de 2011 esperando receber mais de 100 mil visitantes.

No espaço do Chevrolet Hall, com sete mil m² serão montados 230 estandes com peças de 13 países, entre eles Síria, Turquia, Tailândia, Índia e Rússia, e mais dez estados brasileiros. Pela primeira vez, artesãos do Equador, Zimbábue e Filipinas participam do evento. Os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia).

A organização do evento prevê que sejam abertas mais de 1,2 mil empregos diretos e indiretos e grande movimentação de turistas, por conta da alta termporada do turismo. Sendo assim, a previsão é de que os negócios, durante os dez dias de feira, gerem R$ 3,5 milhões.

Além das compras, os visitantes terão programação diária com apresentações de frevo, maracatu, coco e caboclinho. No dia 7 de janeiro, show com a banda The Fevers. No dia 8, do cantor João Lacerda.

A edição de 2011 faz homenagem aos Papangus de Bezerros, marcos da cultura de Pernambuco. A infra-estrutura do evento conta ainda com praça de alimentação, praça de eventos e central de informações para maior conforto dos visitantes.

SERVIÇO

8ª Fenahall, de 7 a 16 de janeiro de 2011, no Chevrolet Hall

Funcionamento: das 16h às 22h (segunda a sexta) e das 14h às 22h (sábados e domingos)

Ingressos: R$ 6 e R$ 3

Informações: 3427.7500 ou www.fenahall.com.br

Fonte: Folha PE - 30/12/10

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