segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Serra/ES investe na produção de borracha natural

por Djeisan Lettieri

O mercado de borracha natural está em ascensão. O principal consumidor do produto é o setor automobilístico, que atualmente importa do sudeste asiático a maior parte dessa matéria-prima, já que o Brasil não dá conta de suprir a demanda.
De olho nesse mercado promissor, a prefeitura da Serra está investindo na cultura por meio da capacitação de profissionais que retiram a seiva das árvores.

A qualificação dos sangradores de seringueira acontece entre os dias 16 e 21 de agosto na Seringal do Capitão.
Serão treinados 15 seringueiros, cujo salário médio está em torno de R$ 2 mil.
Na programação conhecimento de todo o material utilizado pelo profissional e treinamento nas árvores: tipos de sangria.

Borracha - Além da proximidade com mercado consumidor, em especial estados da região sudeste, a Serra possui condições de favoráveis para a expansão da cultura como grande quantidade de terras agricultáveis, e solo e clima propícios para o desenvolvimento da atividade.
A meta do município é passar de uma área plantada atual de 800 hectares para 1.050 em 2012 e 2 mil hectares em 2025.

Segundo o secretário de agricultura da Serra, Bruno Silvares, a muda de seringueira pode ser plantada com outras culturas como o café ou palmáceas, otimizando espaço e garantindo uma renda melhor para o agricultor.

Segundo informação de sites especializados, 70% da borracha consumida no país é proveniente da Ásia, o que representa um gasto diário de R$ 3,6 milhões.
O preço da borracha natural está em torno de R$ 3,00, o quilo, um preço considerado excelente por entendedores do assunto.

O Espirito Santo contribui com cerca de 6% da produção nacional, o que representa 107 mil toneladas de borracha, plantadas em 13 mil hectares.
Mais de 60% do território do município é composto por áreas rurais, mas somente uma pequena parte está ocupada.

Fonte: Portal Serra - 16/08/10

Prefeito de Jaboatão/PE, Elias Gomes discute na China atração de empresas para a ZPE

Em Jaboatão, as indústrias asiáticas podem ter um expressivo ganho de logística

O prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Elias Gomes, e seus assessores foram recebidos, nesta segunda-feira (16.08) pela representante da unidade da ApexBrasil na China, Ligia Liu.
A ApexBrasil (Brasilian Trade and Investment Promotion Agency) é um órgão do Governo Federal Brasileiro que tem o objetivo de promover as exportações de produtos e serviços de origem nacional, contribuir para a internacionalização das empresas brasileiras e atrair investimentos estrangeiros para o Brasil.

Durante a reunião foram discutidas as oportunidades junto ao mercado chinês para Jaboatão, bem como, a atração de empresas daquele país para a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) Suape/Jaboatão.
Instalando-se na ZPE pernambucana, as indústrias asiáticas podem ter um expressivo ganho de logística na medida em que seus produtos poderão estar disponíveis no mercado norte americano e europeu em aproximadamente 7 dias por via marítima (ao invés dos quase 30 dias partindo da China).

Segundo o prefeito Elias Gomes, a partir de agora, fica estabelecido um canal permanente para a internacionalização da economia de Jaboatão, que dará sua parcela de contribuição ao desenvolvimento de Pernambuco.
“Vivemos essa expectativa positiva em relação à economia do nosso município, principalmente com a chegada da ZPE”, disse Elias.

Fonte: Portal Jaboatão - 16/08/10

Entidades assinam pacto em defesa do voto consciente na terça em Recife

Reunião contará com representantes de dezenas de órgãos públicos e de entidades da sociedade civil e está marcada para as 10h na sede do TRE

Visando conscientizar e esclarecer o eleitor quanto à importância do voto, cerca de 50 entidades assinam nesta terça-feira (17) o Pacto Pernambucano em Defesa do Voto Consciente. O evento vai reunir representantes de órgãos públicos e de entidades da sociedade civil e acontece às 10h na sede do Tribunal Regional de Pernambuco (TRE-PE).

O Pacto é uma iniciativa do Fórum Permanente de Combate à Corrupção de Pernambuco (Focco-PE), grupo formado por vários órgãos públicos ligados ao repasse, controle e fiscalização dos recursos públicos no Estado.

A ideia é fazer com que o eleitor entenda a importância do seu voto através de palestras, debates, distribuição de cartilhas, adesivos e panfletos, além de veiculação nas campanhas publicitárias em rádio e TV.

Os organizadores acreditam que esta medida pode incentivar o eleitor a pesquisar o histórico do dos candidatos antes de votar, denunciar às autoridades o político que comete alguma infração perante às regras eleitorais, etc.

Mais informações através do site do site do Focco.

Fonte: Da Redação do pe360graus.com - 16/08/10

Concessão de Belo Monte será assinada semana que vem

O ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, confirmou hoje que o contrato de concessão da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), será assinado na semana que vem

O ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, confirmou hoje que o contrato de concessão da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), será assinado na semana que vem. A Agência Estado havia antecipado que o contrato seria firmado com o consórcio vencedor do leilão no dia 26 de agosto.
O ministro, contudo, não detalhou a data da assinatura.

Segundo Zimmermann, o contrato de concessão será assinado no Palácio do Planalto, cuja reforma está quase concluída - atualmente o presidente Lula despacha provisoriamente no Centro Cultural Banco do Brasil.
Questionado se a assinatura do contrato da hidrelétrica poderia marcar a reinauguração do Palácio, Zimmermann respondeu: "Belo Monte merece".
O ministro falou rapidamente à imprensa ao chegar à sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para participar da posse do novo diretor da agência, André Pepitone, e da recondução do diretor Romeu Rufino, que ganhou mais quatro anos de mandato.

Fonte: AE | 16/08/10

ONU lança no Brasil década de combate à desertificação

A ONU lançou nesta segunda-feira em Fortaleza a Década para os Desertos e a Luta contra a Desertificação, uma iniciativa que prevê esforços até 2020 para deter um fenômeno que ameaça prejudicar a vida de um bilhão de pessoas.

A iniciativa foi lançada pelo secretário executivo da Convenção da ONU de Combate à Desertificação, Luc Gnacadja, durante a abertura da segunda Conferência Internacional sobre Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas, que acontece até sexta-feira em Fortaleza.

O objetivo, explicou Gnacadja, é "criar uma associação global para reverter e prevenir a desertificação e a degradação dos solos e para mitigar os efeitos das secas em áreas afetadas, a fim de contribuir para reduzir a pobreza e a garantir a sustentabilidade ambiental".

Segundo Gnacadja, caso a humanidade não adote medidas preventivas, terá que se acostumar a "secas severas e prolongadas, inundações e escassez de água", o que agravará a desertificação do planeta.

De acordo com um comunicado divulgado pela ONU no Brasil, a desertificação ameaça degradar 3,6 bilhões de hectares de terras em zonas áridas, o que equivale a 25% da superfície terrestre, área na qual vivem um bilhão de pessoas em 110 países, em sua maioria pobres.

Os mesmos dados indicam que o mundo perde a cada ano 12 milhões de hectares de terra nos quais seria possível produzir até 20 milhões de toneladas de grãos.

"Atualmente, se perdem US$ 42 bilhões de dólares em renda como consequência da desertificação e da degradação dos solos", acrescenta o comunicado.

As áreas mais ameaçadas pela degradação definitiva são os desertos e as terras secas e semi-áridas, nas quais vivem 2,1 bilhões de pessoas (40% da população mundial), 90% delas em países em desenvolvimento, e ficam 44% das áreas cultivadas.

Fonte: Agência EFE- 16/08/10

Brasil e Argentina lideram tecnologia da informação na América do Sul

BUENOS AIRES - Em julho de 2000, transformações radicais começaram a ser feitas em área de 100 hectares do bairro histórico de Recife com o objetivo de não apenas revitalizar os espaços urbanos degradados do local, mas de transformá-lo no primeiro centro integrado de tecnologia do Brasil.
Dez anos depois, o Porto Digital é o resultado de um projeto de desenvolvimento econômico que reúne os governos federal e estadual, a iniciativa privada e as universidades em torno da tecnologia da informação e da comunicação, também conhecida pela sigla TIC.

Voltado basicamente para a produção de programas de computador (sofwares) e para os variados serviços que envolvem a sofisticada tecnologia da computação, o Porto Digital transformou o bairro histórico da capital pernambucana numa referência mundial neste setor e gerou, até agora, quatro mil empregos, além de revitalizar a área onde está instalado.

Atualmente, o Porto Digital reúne 130 instituições. Entre elas estão 10 empresas de outros estados brasileiros, quatro multinacionais - IBM, Motorola, Samsung, Nokia, Dell e Microsoft - e quatro centros de tecnologia, além de empresas de fomento como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Recife entrou para o reduzido clube de cidades do mundo que mantêm centros identificados por nomes diferentes, mas dotados da mesma estrutura e objetivos: impulsionar o conhecimento e multiplicar a oferta de qualidade em carreiras científicas e tecnológicas, além de transformar espaços urbanos desvalorizados em novas possibilidades para a instalação do comércio e para a geração de empregos locais.
Até agora, o clube era formado por sete membros: Recife; Nova York e Los Angeles, nos Estados Unidos; Dublin, na Irlanda; Barcelona, na Espanha; Shangai, na China; e Bangalore, na Índia.

O oitavo membro deste sofisticado clube é a Cidade Autônoma de Buenos Aires.
Desde 2008, quando a Câmara local aprovou o projeto, a prefeitura local impulsiona a implantação do Distrito Tecnológico da capital argentina, que tem como modelo o Porto Digital de Recife e as demais instituições espalhadas pelo mundo.
Atendendo a convite da prefeitura portenha, a Agência Brasil visitou o local onde o distrito está instalado e começa a receber as primeiras empresas especializadas em tecnologia da informação e da comunicação.

O bairro escolhido para sediar o complexo tecnológico é conhecido como Parque de Los Patrícios, localizado na região sul de Buenos Aires.
Antigamente um distrito industrial, Los Patrícios é formado hoje por prédios e galpões desativados que podem ser comprados ou alugados pelas empresas nacionais e internacionais que se interessarem por investir no projeto.
A exemplo do que aconteceu em Recife - onde a prefeitura concedeu incentivos fiscais como, por exemplo, a redução de 5% para 2% do Imposto sobre Serviços (ISS) para as empresas instaladas no Porto Digital, a prefeitura portenha concede incentivos e benefícios e planeja investir US$ 208 milhões até 2012 para impulsionar o projeto.

A visita ao Distrito Tecnológico de Buenos Aires foi organizada pelo Ministério do Desenvolvimento Econômico da Argentina e também contou com a presença de Ana Paula Kobe, chefe do setor de Ciência e Tecnologia da embaixada brasileira em Buenos Aires, e do conselheiro econômico Manuel Montenegro.
De acordo com José Nuñez, coordenador de investimentos do ministério argentino, o contato com a Embaixada do Brasil "integra o trabalho que estamos realizando desde o ano passado para informar detalhes sobre o Distrito Tecnológico.
Acreditamos que este contato nos vincula ao Brasil como nosso sócio estratégico para o crescimento da cidade de Buenos Aires".

O Distrito Tecnológico portenho já inclui em seu projeto a primeira empresa internacional interessada nas possibilidades oferecidas pelo novo mercado.
Trata-se da indiana Tata, instalada em Buenos Aires desde o ano passado e que inaugurou oficialmente os trabalhos tecnológicos no Parque de Los Patrícios.
Desde então, mais de 400 empresas e instituições nacionais e internacionais já visitaram o distrito.

Fonte: Agência Brasil - 16/08/10

Vereadora sugere PPP para construção de estacionamentos em Salvador

Salvador - A criação de parcerias público-privadas (PPP), para a construção de estacionamentos subterrâneos em Salvador foi sugerida pela vereadora Andrea Mendonça (DEM) ao prefeito João Henrique Carneiro, por meio de indicação já encaminhada à Mesa da Câmara.

O objetivo é evitar os transtornos hoje causados pela falta de vagas para estacionar em regiões diversas da capital, afirma a vereadora.
A frota de veículos de Salvador é superior a 600 mil unidades, conforme dados do Departamento Estadual de Trânsito da Bahia.
Para atender a este volume de carros, a capital baiana possui cerca de 7 mil vagas de estacionamento, somando Zona Azul, estacionamentos fechados operados pela Transalvador e particulares.

A constituição das parcerias evita que o poder público seja o único financiador dos projetos de construção de estacionamentos, explicou Andrea Mendonça.
A opção pelo modelo subterrâneo, com aproveitamento do subsolo de praças, por exemplo, visa minizar o impacto na paisagem urbana e evita desapropriações, finalizou.

Fonte: Jornal da Mídia - 16/08/10

Indústrias de petróleo e gás sugerem políticas públicas para aumentar a competitividade do setor

RIO DE JANEIRO - A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) lançou hoje (16) uma agenda que propõe dez políticas e 63 ações para o aumento da competitividade da cadeia produtiva do petróleo e gás offshore (na plataforma continental) no Brasil. Segundo a Onip, a execução das propostas é necessária para que se aumente o número de empregos do setor no Brasil e para que as empresas brasileiras possam ser competitivas no exterior.

Entre as propostas estão a disseminação do conhecimento e da inovação tecnológica pelas empresas da cadeia, o aumento da transparência das políticas de exigência de conteúdo nacional, o acesso a matérias-primas e infraestrutura em condições competitivas, a atração de investimento de empresas internacionais e a garantia de isonomia tributária, técnica e comercial entre empresas brasileiras e estrangeiras.

Hoje, a cadeia produtiva de petróleo e gás offshore emprega cerca de 420 mil pessoas. A Onip acredita que, se as propostas não forem seguidas, o Brasil poderia dobrar esse número, chegando a 860 mil empregos em 2020. Com a aplicação das políticas de competitividade, a Onip aposta na geração de mais de 2,1 milhões de empregos nos próximos dez anos.

“Foi construído um conjunto de propostas para o setor, que estamos oferecendo ao BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] como responsável direto pelo Programa de Desenvolvimento Produtivo do setor de petróleo no Brasil. É uma contribuição da indústria à estruturação de uma política industrial para o setor”, disse o diretor da Onip Eloi Fernández y Fernández.

O estudo prevê ainda que a cadeia produtiva de petróleo e gás offshore gastará no Brasil em torno de US$ 400 bilhões (cerca de R$ 700 bilhões) até 2020.
Segundo o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, que acompanhou o lançamento do documento da Onip, as propostas são importantes para que se possa garantir a competitividade dos fornecedores brasileiros nos próximos anos.

“De 2003 para cá, a indústria tem atendido mais do que a nossa exigência legal de conteúdo nacional. Nós estamos obtendo mais do que pedimos, porque a indústria tem respondido mais rápido e com mais agilidade do que foi solicitado.
Agora, evidentemente, temos um programa de investimento muito acelerado. Olhando para o futuro, a grande potencial restrição que pode existir é a velocidade de crescimento da capacidade da indústria para atender à demanda.
Evidentemente, uma indústria de longo prazo tem que planejar a longo prazo”, disse Gabrielli.

Segundo o diretor de Projetos e Infraestrutura do BNDES, Wagner Bittencourt, estimular a competitividade da cadeia produtiva do petróleo é importante não só para o setor em si, como também para a economia em geral.

“Os fornecedores da cadeia de petróleo e gás podem ser também fornecedores de uma série de outros setores. Se eles tiverem uma demanda bastante forte, isso vai permitir que eles tenham escala, que tenham uma gestão muito melhor, que tenham uma capacidade de produção efetiva com melhor qualidade e que gerem mais emprego.
Esses empregos de qualidade vão gerar renda e mais demanda.
Isso é um ciclo virtuoso”, afirmou Bittencourt.

Fonte: Agência Brasil - 16/08/10

Blair doará lucros de autobiografia à reabilitação de soldados

LONDRES - O ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair doará todas as receitas das memórias que publicará em setembro a um novo centro esportivo dedicado à reabilitação de soldados feridos em serviço.

Um porta-voz de Blair informou nesta segunda-feira (16) que o ex-líder entregará a esse centro as 4,6 milhões de libras (5,6 milhões de euros) que recebeu antecipadamente por "A Journey" ("Uma Jornada", em tradução livre), que será lançado em 1º de setembro, e também os direitos autorais da obra.

O dinheiro será destinado a programas do Royal British Legion's Battle Back Challenge Centre, um centro de reabilitação de militares da legião britânica que deve abrir em 2012.

O porta-voz do ex-primeiro-ministro declarou: "Tony Blair decidiu, após deixar o Governo, que doaria o dinheiro procedente de suas memórias a uma organização humanitária que trabalhasse para as forças armadas, como uma maneira de destacar o enorme sacrifício que fazem pela segurança de nossa gente e do mundo".

O diretor-geral da legião britânica, Chris Simpkins, se declarou "encantado de aceitar essa doação tão generosa" e destacou que será de grande ajuda, porque "alguns soldados previsivelmente precisarão do respaldo da legião para o resto de suas vidas".

Um porta-voz do movimento Stop The War, que convocou grandes manifestações de rejeição à Guerra do Iraque, manifestou que a decisão de Tony Blair "é bem-vinda se significa que se beneficiarão pessoas que sofreram de maneira direta as consequências de suas guerras criminosas".

Fonte: Agência EFE - 16/08/10

Terra terá consumido no sábado todos os recursos calculados para um ano

Paris, França

No próximo sábado, 21 de agosto, os habitantes da Terra terão esgotado todos os recursos que o planeta lhes proporciona no período de um ano, passando a viver dos créditos relativos ao próximo ano, segundo cálculos efetuados pela ONG Global Footprint Network (GFN).

De acordo com o estudo, "foram necessários 9 meses para esgotar o total do exercício, em termos ecológicos.

A GFN calcula periodicamente o dia em que vão se esgotar os recursos naturais que o planeta é capaz de fornecer por um período de um ano, consumidos pela humanidade, aí incluídos o fornecimento de água doce e matérias-primas, entre elas as alimentares.

Para 2010, a ONG prevê o 'Earth Overshoot Day', ou Dia do Excesso, numa tradução livre, no próximo sábado, significando que em menos de nove meses esgotamos o que seria o orçamento ecológico do ano, revela o presidente da GFN, Mathis Wackernagel.

No ano passado, segundo ele, o limite foi atingido no dia 25 de setembro, mas não é que o desperdício tenha sido diferente.

"Este ano revisamos os nossos próprios dados, verificando que, até então, havíamos superestimado a produtividade das florestas e pastos: exageramos a capacidade da Terra" de se regenerar e absorver nossos excessos.

Para o cálculo, a GFN baseia-se numa equação formada pelo fornecimento de serviços e de recursos pela natureza e os compara ao consumo humano, aos dejetos e aos resíduos - as emissões poluentes, como o CO2.

"Em 1980, a nossa "pegada ecológica" foi equivalente a tamanho da Terra.
Hoje, é de 50 % a mais, insiste a ONG.

Assim, "se você gasta seu orçamento anual em nove meses, deve ficar provavelmente muito preocupado: a situação não é menos grave quando se trata de nosso orçamento ecológico", explica Wackernagel.
"A mudança climática, a perda da biodiversidade, o desmatamento, a falta de água e de alimentos são sinais de que não podemos mais continuar a consumir o nosso crédito.

Para inverter a tendência, é preciso "que a população mundial comece a diminuir" um tabu que começa a ser desmistificado pouco a pouco entre os demógrafos e os defensores do meio ambiente, inclusive no seio das Nações Unidas.

"As pessoas pensam que seria terrível mas, para nós, representaria uma vantagem econômica. Mas é uma escolha", comenta Wackernagel.

Fonte: AFT - 16/08/10

Crianças terão aula grátis de balé em Caruaru/PE


Curso é voltado para meninas com idade entre 4 e 12 anos
Curso é voltado para meninas com idade entre 4 e 12 anos
Foto: Divulgação

Pais ou responsáveis de meninas entre 4 e 12 anos interessados que a criança realize aula grátis de balé, podem inscrever seus filhos no prédio da Kolping, ONG não governamental localizada no bairro Boa Vista I, em Caruaru, Agreste de Pernambuco.

Estão sendo oferecidas 50 vagas.

Para fazer a inscrição basta levar documento de identidade e comprovante de renda do responsável pela criança.

As aulas têm início após a formação das turmas e acontecerão às segundas e quartas, das 9h às 10h, 15h às 16h e de 16h às 17h.

Serviço

Obra Kolping
Avenida Caruaru, bairro Boa Vista I
(ao lado da Igreja Católica do Bairro)

Fonte: Do JC Online Núcleo SJCC/Caruaru - 16/08/10

Rio e Casablanca são cidades irmãs

Prefeituras dos municípios brasileiro e marroquino assinaram declaração que torna as cidades irmãs. A partir do acordo serão promovidas ações de cooperação cultural, econômica e turística.

Aurea Santos

São Paulo – As cidades do Rio de Janeiro e Casablanca, no Marrocos, tornaram-se cidades irmãs e deverão promover ações de cooperação cultural, econômica e turística entre si.
“Há duas delegações, uma brasileira e uma marroquina, que estão começando a discutir a cooperação”, conta Mohamed Louafa, embaixador do Marrocos em Brasília.
“Este tipo de acordo é importante para melhorar as relações entre o Brasil e o Marrocos”, declara.

Aurea Santos/Arquivo Pessoal Aurea Santos/Arquivo Pessoal

Maquita Hassan II, símbolo de Casablanca

As cidades tornaram-se irmãs por meio de leis assinadas pelas prefeituras dos dois municípios. No Rio, a lei foi aprovada em abril deste ano pelo prefeito Eduardo Paes.
A iniciativa de ligar as duas cidades partiu de um projeto da vereadora Andrea Gouvêa Vieira, que é ligada à Associação de Amizade e Cooperação Brasil Marrocos (AACBM), entidade com sede no Rio de Janeiro e que é presidida pelo cirurgião plástico Ivo Pitanguy.
De acordo com Andrea, o acordo “busca o que é de interesse comum entre as duas cidades que possa incrementar suas relações”.

Segundo José Francisco Gouvêa Vieira, cônsul honorário do Marrocos no Rio de Janeiro, a cidade brasileira promoverá a Semana do Marrocos no Brasil, com evento no Palácio da Cidade, no qual o prefeito de Casablanca será convidado a receber a chave do Rio de Janeiro.
O prefeito carioca também deve viajar à Casablanca para receber a chave da cidade.
A semana de eventos, que deve incluir atividades como festival gastronômicos, exposição de arte e desfile de moda, deve ser estendida, ainda, às cidades de Belém e Manaus, onde chegaram os primeiros imigrantes marroquinos ao país.

“Estamos pensando em organizar uma missão da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) para ir ao Marrocos e depois trazer uma missão de empresários marroquinos para cá”, afirmou Vieira em entrevista à ANBA.
Entre outras ações que estão sendo planejadas, o cônsul citou também a criação de um centro cultural marroquino no Rio de Janeiro e a volta de um vôo direto entre os dois países que, possivelmente, seria operado por uma companhia aérea brasileira.

Fonte: ANBA - 16/08/10

Israel lança campanha para atrair 4.500 cientistas

Israel lançou uma campanha para conseguir o regresso de cerca de 4.500 cientistas e peritos em alta tecnologia, numa tentativa de travar a fuga de cérebros das últimas décadas e de potenciar o seu desenvolvimento económico.

A iniciativa, obra de dois empresários que contam com o apoio do Ministério da Educação e da Comissão dos Estudos Universitários e Investigação, prevê diversos benefícios, entre eles cerca de 400 mil euros para projectos de investigação, noticiou hoje o jornal Yediot Aharonot.

O projecto começou há uns meses com a elaboração de uma base de dados que inclui uma distribuição geográfica dos países de destino dos principais cientistas e os seus dados pessoais para serem contactados.

De acordo com a base de dados, 3.348 desses cérebros trabalham nos EUA, 340 em Inglaterra e 131 na Austrália.

Milhares de cientistas e peritos em alta tecnologia abandonaram Israel devido à falta de recursos e de ofertas laborais remuneradas de acordo com as suas qualificações.

O Governo quer reverter o processo e contrariar as projecções negativas que se fizeram sobre o desenvolvimento científico para as próximas décadas.

Outro dos eixos centrais da iniciativa foi a criação de 30 "centros de excelência", que oferecem trabalho a cerca de 300 investigadores em universidades.

Fonte: OJE/Lusa - 16/08/10

Magazine Luiza vai vender pacotes turísticos

Em parceira com a Azul Linhas Aéreas, Luiza Viagens vai oferecer pacotes aos mais de 20 milhões de clientes da rede varejista

Após anunciar a aquisição da Lojas Maia e a chegada da rede ao Nordeste, o Magazine Luiza está prestes a iniciar um novo negócio.
Trata-se da Luiza Viagens, uma parceria da companhia comandada por Luiza Helena Trajano com a Azul Linhas Aéreas, antecipada pelo iG na coluna do Guilherme Barros. Em entrevista ao portal, a empresária disse que a ideia é vender pacotes turísticos para os consumidores da classe C.
As negociações são conduzidas pela própria Luiza Helena e pelo presidente da Azul, Pedro Janot.

A empresária disse que o projeto, chamado “Eu posso viajar”, vai oferecer aos mais de 20 milhões de clientes do Magazine Luiza a oportunidade de fazer viagens aéreas a um preço mais acessível.

Além dos preços, Luiza promete uma cobertura aos clientes, que vai desde a chegada ao aeroporto até a saída do hotel. “A própria Azul está desenvolvendo pacotes de turismo especiais para nós vendermos. Tem um custo baixo e o Magazine Luiza terá a oportunidade de oferecer algo mais, não só o preço”, disse.

Segundo a presidente do Magazine Luiza, a Azul surgiu como a parceira ideal por ter “um preço muito bom e um trabalho excelente com o cliente”.
“Eles também têm uma malaha muito bem resolvida”, disse.

“O meu sonho é levar as pessoas que estão entrando na econômica a falar: eu posso sonhar com a viagem, eu posso ir a Porto Seguro, eu posso andar de avião”, diz Luiza Helena, que trabalha no projeto há quatro meses.

A nova cartada da comandante da terceira maior rede varejista do Brasil – superada por Grupo Pão de Açúcar e Máquina de Vendas (resultado da fusão entre as redes Ricardo Eletro e Insinuante) – acompanha o movimento do próprio setor.

No início do mês, a TAM anunciou uma parceria com as Casas Bahia (do Grupo Pão de Açúcar) para venda de passagens aéreas. Inicialmente, os postos de venda estarão nas lojas da Praça Ramos, Vila Nova Cachoeirinha e São Mateus, todas em São Paulo.

A própria Azul fechou, na semana passada, uma parceria com a rede de supermercados Walmart para venda de passagens, enquanto a Gol também anunciou planos de abertura de lojas franqueadas para popularizar a comercialização dos bilhetes aéreos.

Fonte: Gustavo Poloni e Klinger Portella, iG São Paulo | 16/08/10

Mimo traz 26 concertos para Olinda, Recife e João Pessoa

A 7ª edição da Mostra Internacional de Música em Olinda (Mimo) este ano vai contar com 26 concertos em Olinda, quatro no Recife e oito em João Pessoa, em seis dias de evento, de um a sete de setembro.
O anúncio foi feito esta manhã, durante entrevista coletiva para apresentar a programação do evento. Participam do anúncio, no Palácio dos Governadores, sede da Prefeitura de Olinda, a diretora artística do festival, Lu Araújo, o prefeito de Olinda, Renildo Calheiros e o compositor e instrumentista Wagner Tiso, escolhido para ser o compositor residente da Mimo 2010.

O elenco 2010 reunirá artistas que circulam nos principais festivais mundiais como Mike Stern (EUA), Hugo Wolf Quartet (Áustria), Selmer#607 (França) e Mário Canonge (Martinica).
Do Brasil, mas com grande bagagem internacional participam Jean Louis Steuerman, Fernando Portari e Rosana Lamosa, Leo Gandelman, Isaac Karabtchevsky e muitos outros nomes.

Este ano, os ingressos serão distribuídos gratuitamente cerca de duas antes, no mesmo local de realização do espetáculo, que são as igrejas históricas dos municípios.


Fonte: Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR/Tércio Amaral - 16/08/10

BB quer atingir municípios menores com "agência complementar

SÃO PAULO - Para chegar aos 2,2 mil municípios onde o Banco do Brasil ainda não tem presença via agência, a instituição criou um novo modelo de atuação e pretende abrir 500 agências complementares "até o fim do ano".

A ideia é se direcionar aos municípios menores, onde o banco não encontra grande escala. O modelo de agência complementar será um misto de agência tradicional com correspondente bancário.
O plano do BB para esse modelo é construir 2,5 mil agências complementares, mas o presidente do BB, Aldemir Bendine, não informou um prazo.

"Vamos incentivar os correspondentes a ir para os municípios onde não atuamos e, ao mesmo tempo, vamos ter uma agência conjugada a eles", afirmou o presidente do BB.

O papel dos funcionários no modelo, segundo o executivo, é a orientação financeira e o direcionamento de crédito e produtos, principalmente para as classes emergentes.

Segundo o executivo, o crescimento do número de agências do banco, no Brasil, deverá ampliar o plano de contratações da instituição, que já tinha anunciado a entrada de 10 mil novos funcionários até o fim de 2011.
Destes, 6 mil funcionários já foram contratados ou estão em processo de contratação, enquanto 4 mil deverão ser contratados até o começo de 2011.
Hoje o quadro de funcionários do BB conta com 110 mil pessoas.

Fonte: Vanessa Dezem | Valor OnLine - 16/08/10

Acelerador nacional de luz síncrotron será mais potente

SABINE RIGHETTI

Pesquisadores brasileiros já estão trabalhando em protótipos para o segundo acelerador de partículas do país (e da América Latina).
Se construída, a nova máquina será compatível com as mais avançadas do mundo.

Batizado de Sirius, o projeto do LNLS (Laboratório Nacional de Luz Síncrotron), de Campinas, no interior de São Paulo, ainda não tem um sinal verde do MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia). Mas os primeiros aportes de recursos, R$ 9 milhões, já foram liberados.
O projeto total custaria US$ 200 milhões.

Rodrigo Capote/Folhapress

Anel de luz síncrotron atual atende à metade da demanda de pesquisas do país e já é considerado obsoleto por cientistas

MAIS LUZ

Diferentemente do acelerador do Cern (Organização Europeia para Pesquisa Nuclear), os aceleradores brasileiros o que já existe e o que deve ser construído funcionam como fonte da chamada luz síncrotron, que corresponde a uma ampla gama do espectro luminoso, com grande intensidade.

Essa radiação, gerada pela aceleração de elétrons que correm em órbita fechada num anel, é emitida em feixes de luz finos (18 feixes no anel atual, 38 no Sirius).

Tais feixes podem gerar imagens em alta resolução, por exemplo, de materiais deteriorados ou de uma única molécula.

O anel de luz síncrotron atual foi inaugurado em 1998 e, hoje, é considerado obsoleto.
"Ninguém no Brasil tinha conhecimento de luz síncrotron na época.
Sabíamos que teríamos de fazer um novo anel em alguns anos", conta o diretor do LNLS, Antonio José Roque da Silva.

A demanda pelo anel atual, mesmo "ultrapassado", está maior do que sua capacidade. São 1.600 experimentos realizados por ano, o que cobre metade dos pedidos que chegam ao LNLS.

O novo anel, que terá o dobro de energia de operação do atual e medirá 146 m (cinco vezes mais que o de hoje), poderá realizar quatro vezes mais pesquisas, estima o coordenador do projeto, Ricardo Rodrigues.

"É importante ampliar a possibilidade de realização de estudos ainda não viáveis no país, em áreas como paleontologia, materiais e microbiologia", analisa Silva, diretor do LNLS.

RAIO-X DE DINO

O espectro (grosso modo, a "cor", embora também valha para luz não visível) e o brilho da fonte de luz do anel projetado permitirá penetrar superfícies de alguns centímetros de espessura.

Na paleontologia, por exemplo, a luz síncrotron com a capacidade do Sirius levaria à geração de imagens em 3D do interior de um ovo fossilizado de dinossauro.

"No Brasil, os pesquisadores teriam de quebrar o fóssil para analisar seu interior", explica o físico francês Yves Petroff. Ele veio ao Brasil no final do ano passado para trabalhar no projeto do novo anel de luz síncrotron.

Embora o projeto não esteja formalmente aprovado pelo governo, boa parte dos pesquisadores do LNLS já trabalha nas inovações tecnológicas para o novo anel.

Os estudos envolvem até engenharia civil -no caso, para a construção do prédio que abrigará o acelerador em Campinas. "Estamos fazendo testes para analisar a vibração do piso com base em micrômetros [milionésimos de metro].
Vamos desenvolver o piso mais estável do país", diz o diretor do LNLS.

Se as obras começassem hoje, o anel ficaria pronto em 2016.
Para esse ano, já estão previstos mais R$ 30 milhões do MCT para desenvolvimento dos protótipos.

Fonte: Folha SP - 16/08/10

Empresa de microcrédito apoiada por Soros dispara 18% em bolsa

Pedro Latoeiro

A indiana SKS Microfinance disparou no primeiro dia a negociar na bolsa indiana.

As acções da concessionária de microcrédito apoiada pelo bilionário George Soros avançaram um máximo de 18% em Mumbai.

Esta recepção dos investidores reflecte as estimativas de crescimento na concessão de crédito na Índia, o maior mercado mundial de pequenos empréstimos.

O IPO da SKS Microfinance que levantou 270 milhões de euros, poderá incentivar outras empresas do sector a entrarem em bolsa, até porque as últimas previsões apontam para um crescimento de 40% no microcrédito, na Índia, durante os próximos anos.

Influenciada pelo Grameen Bank do Nobel Mohammad Yunus, a SKS concede empréstimos entre 43 e 260 dólares num país onde mais de 820 milhões de pessoas vivem com menos de 2 dólares por dia.

Para além de George Soros, o IPO da SKS também atraiu os gestores de fundos da Morgan Stanley, BNP Paribas e Fidelity.

As acções subiam agora 13% para 1.111 rupias. O preço do IPO foi de 985 rupias.

Fonte: Económico - 16/08/10

Desenvolvimento do sertão pode passar pelos pés dos franceses

Políticas sociais e econômicas reduzem vulnerabilidade dos produtores do semiárido ao processo de desertificação

A redução da vulnerabilidade dos agricultores do semiárido pode avançar pelos passos dos europeus. Há alguns anos, a produtora de calçados ecológicos francesa Veja, conhecida como a produtora dos "sneakers verdes", adquire o algodão orgânico produzido pelos agricultores da Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural (Adec) de Tauá (CE), estimulando a economia da região.

Hoje, um dos modelos de maior sucesso da empresa é o tênis “taua”, vendido a 85 libras no Reino Unido, ou R$ 235.

O projeto envolve não apenas os franceses, mas também a prefeitura (que cedeu o espaço onde funciona a Adec) e o governo estadual (que proporciona as sementes de algodão e presta assistência técnica).

Esse esforço concentrado fez produtores como Antonia de Souza Castro, de 61 anos, permanecerem na caatinga, mesmo vendo boa parte do seu solo transformado em deserto, onde só nasce hoje uma “malva veia”.

Segundo Antonia, o projeto da Adec foi-lhe apresentado com informações básicas sobre o modo de cultivo e melhor aproveitamento do solo.

Hoje, ela vê parte da sua terra degradada e outra fértil, com sete anos seguidos de produção do algodão. São políticas públicas como essa que melhor podem agir na redução da vulnerabilidade do povo do sertão, segundo ambientalistas.

Foto: Divulgação

Calçados da Veja, da França, feitos com algodão da caatinga

Para Jesse Ribot, do Departamento de Geografia da Universidade de Illionois, é preciso tentar mitigar a degradação do solo do semiárido, mas, tanto quanto isso, é preciso levar desenvolvimento às regiões mais pobres que sofrem degradação.

Ribot desenvolve, com o apoio de diversos fundos, um projeto de desenvolvimento econômico e social na região do Sahel, na África, cujo solo se assemelha ao do semiárido brasileiro. Para ele, o problema dessas pessoas, na verdade, é como elas lidam com as mudanças e como agências financiadoras podem auxiliá-las a melhorar sua condição de vida.

O acadêmico, que está no Brasil para a Icid, concorda que as discussões sobre aquecimento global e diminuição da degradação são importantes, mas, para reduzir a vulnerabilidade da população local, a maior parte do trabalho tem de ser feito na própria sociedade. Há perigos causados pelo clima e eles vão se intensificar mais, prevê ribot. "Mas eles são apenas parte do problema da vulnerabilidade.”

Ribot, um dos organizadores do Icid, explica como a atuação social pode minimizar os impactos das variações do clima e questiona: por que morreram tantas pessoas nas secas do Nordeste brasileiro nas últimas décadas, enquanto que, em seca similar, pouco se registrou de mortes no sudeste americano, em Estados como Arizona e Novo México?

Foto: Divulgação

Produtor de algodão em Tauá (CE)

Para Ribot, também é importante avaliar a estrutura da sociedade para redução de vulnerabilidades, tanto quanto a variação do clima. Ele dá um exemplo de como avaliar isso. Em 1970, um grande ciclone atingiu Bangladesh e cerca de 500 mil pessoas morreram.

Em 1991, um furacão muito similar atingiu a mesma região e 140 mil pessoas faleceram.

Mas, em 2007, outro furacão muito mais forte do que os anteriores percorreu a mesma região e foram 3.406 as vítimas fatais. A densidade populacional de Bangladesh cresceu muito nesses anos, destaca o geógrafo. "Mas os estragos e as vítimas foram reduzidos em Bangladesh devido a uma série de políticas contra desastres e mudanças de ação que emanaram da sociedade."

O trabalho de organizações não-governamentais e projetos federais ou estaduais no semiárido brasileiro, porém, costumam ocorrer de forma apenas pontual. Apenas com a elaboração do Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação (PAN-Brasil), que ficou pronto em 2005.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, os custos de recuperação das áreas mais afetadas pela desertificação no Brasil é de cerca de US$ 2 bilhões para um período de 20 anos. Após a elaboração do PAN-Brasil, também Estados como o Ceará e Pernambuco promoveram os seus programas de ação estaduais.

Sentimento de culpa

Uma cartilha distribuída pelo governo cearense à população do semiárido aponta uma série de fatores que levam à desertificação das regiões cultiváveis, mas, exceto pelo desenho de um sol com chapéu de sertanejo na capa, não há indicações de que as oscilações do clima no planeta levem a essa mudança. A cartilha é um exemplo de indicação do sentimento de culpa do nordestino que vive nas regiões mais hostis do semiárido.

No texto constam que o extrativismo da madeira, o sobrepastoreio, o desmatamento desordenado, as queimadas e tantas outras interações do homem são os únicas causas da desertificação.

Para Cícero “Totico” Pereira da Silva, que parece carregar esse complexo de culpa, o uso mal-planejado do trator para arar a terra foi um dos grandes culpados pela degradação do solo de Tauá (CE). “Para destruir é rapidinho, dois ou três anos, mas para recuperar, Deus sabe quanto tempo”

Antonia também coloca na conta da sua família e das vizinhas a principal culpa pela desertificação de suas terras. Para ela, a motivação principal para a degradação de parte do terreno se deve ao desmatamento que sua família promovia e à forma como plantavam, na vertical em relação à inclinação do solo.


Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), porém, não são os moradores locais os únicos culpados pelo processo de desertificação. Para alguns ambientalistas, eles estão mais para vítimas do que para algozes do ambiente.

E por que agir agora, com o lançamento da Década da Luta contra a Desertificação pela ONU nesta semana? Segundo a organização, há indícios científicos de que seja possível recuperar as terras degradadas, como espera a produtora Antonia, de Tauá.

Em pesquisas recentes, descobriu-se melhora das condições de vida onde a terra se reabilitou e onde foi conservada. A ONU quer exatamente construir e a acelerar, onde houver, esse refortalecimento das terras mais secas do mundo.

Os nordestinos do sertão esperam que essa transformação ocorre a passadas largas e, se possível, em passo calçados por tênis feitos com o algodão produzido por eles.

Fonte: IG/Danilo Fariello, enviado especial a Tauá (CE) | 16/08/10

Medicines for Malaria Venture Becomes First Product Development Partnership to Contribute Patents to the Pool for Open Innovation

WASHINGTON - The Medicines for Malaria Venture (MMV) today became the first product development partnership (PDP) to contribute intellectual property to the Pool for Open Innovation against Neglected Tropical Diseases.
MMV joins GlaxoSmithKline (GSK), Alnylam Pharmaceuticals, and the Massachusetts Institute of Technology (MIT) in contributing to the Pool, which is administered by BIO Ventures for Global Health (BVGH).
The Pool for Open Innovation against Neglected Tropical Diseases seeks to motivate innovative and efficient drug discovery and development by opening access to intellectual property or know-how in neglected tropical disease research.
MMV's contribution of patents to the Pool, resulting from its research for new antimalarials, is an important milestone from an organization that plays a major role in leading the development of new therapeutics for this terrible disease.

By emphasizing a more accessible approach to intellectual property and know-how, the Pool for Open Innovation against Neglected Tropical Diseases facilitates access to patents and/or technologies for organizations that want to conduct research on treatments for these neglected diseases.
The Pool is accessible to industry, non-profit institutions, and academic researchers to conduct research and drug development activities that deliver real benefits for patients in the least developed countries of the world.

"By joining the Pool for Open Innovation against Neglected Tropical Diseases, MMV is proud to join forces with a group of organizations all working to relieve the enormous burden of diseases affecting vulnerable populations in the developing world.
In this way we hope to make fully available the know-how and technologies, assembled by MMV against malaria, for the research and development of innovative and efficacious treatments for other neglected diseases," says Professor Patrick Nef, Executive Vice President of Business Development at MMV.
"Our contribution to the Pool is in line with our commitment to providing affordable antimalarial treatments for the public good.
Allowing free access to MMV's IP and know-how is a sure path to maximizing dissemination and usage of our initial research supported by investment from our philanthropic donors, such as the Bill & Melinda Gates Foundation."

"We are very pleased that MMV has joined the Pool for Open Innovation against Neglected Tropical Diseases," says Don Joseph, Chief Operating Officer of BIO Ventures for Global Health.
"Having MMV, a global product development partnership conducting important work toward the treatment of malaria, opens a new dimension for the Pool for Open Innovation by demonstrating the range of organizations supporting the Pool through open access and application of their intellectual property."

About the Pool for Open Innovation against Neglected Tropical Diseases


The Pool for Open Innovation was established in February 2009 with the mission of motivating innovative and efficient drug discovery and development by opening access to intellectual property or know-how in neglected tropical disease product development.
The diseases targeted by the pool are the 16 diseases identified by the FDA for its own Neglected Tropical Diseases (NTD) initiative: tuberculosis, malaria, blinding trachoma, buruli ulcer, cholera, dengue/dengue haemorrhagic fever, racunculiasis, fascioliasis, human African trypanosomiasis, leishmaniasis, leprosy, lymphatic filariasis, onchocerciasis, schistosomiasis, soil transmitted helminthiasis, and yaws.
The geographic focus of the pool will be the world's Least Developed Countries as identified by the United Nations and includes much of western and central Africa as well as several countries in Southeast Asia.
GlaxoSmithKline became the first major pharmaceutical company to propose a pool for neglected tropical disease in February 2009;
Alnylam Pharmaceuticals joined the pool in July 2009 and BIO Ventures for Global Health was chosen as the administrator of the pool in January 2010.
In January 2010, it was announced that the Emory Institute for Drug Development and iThemba Pharmaceuticals joined the pool to access its know-how, experience, and intellectual property to accelerate its drug discovery initiatives for neglected tropical diseases.
South Africa's Technology Innovation Agency (TIA) subsequently joined in May 2010 as the first government agency to access the Pool's resources in order to accelerate its efforts to grow the South African biotechnology sector and enhance the quality of life of those affected by neglected tropical diseases.

About MMV


Medicines for Malaria Venture, a not-for-profit public-private partnership, was established as a foundation in Switzerland in 1999. It is dedicated to the reduction of the malaria burden in disease-endemic countries with the discovery, development and delivery of new, effective and affordable antimalarial drugs.
Our vision is a world in which these innovative medicines will cure and protect the vulnerable and under-served populations at risk of malaria, and help to ultimately eradicate this terrible disease.

MMV's mission is to bring public, private and philanthropic sector partners together to fund and manage the discovery, development and delivery of new medicines for the treatment and prevention of malaria in disease-endemic countries.

About BIO Ventures for Global Health

BIO Ventures for Global Health is a non-profit organization whose mission is to save lives by accelerating the development of novel biotechnology-based drugs, vaccines, and diagnostics to address the unmet medical needs of the developing world. The organization spurs biotech industry involvement in global health product development by increasing biotech and global health partnerships, designing and advocating for compelling market-based incentives, and synthesizing and disseminating critical information and quantitative analysis. For more information, please visit www.bvgh.org.

About GlaxoSmithKline one of the world's leading research-based pharmaceutical and healthcare companies is committed to improving the quality of human life by enabling people to do more, feel better and live longer. For further information, please visit www.gsk.com.

About Alnylam Pharmaceuticals


Alnylam is a biopharmaceutical company developing novel therapeutics based on RNA interference, or RNAi. The company is applying its therapeutic expertise in RNAi to address significant medical needs, many of which cannot effectively be addressed with small molecules or antibodies, the current major classes of drugs. Alnylam is leading the translation of RNAi as a new class of innovative medicines with peer-reviewed research efforts published in the world's top scientific journals including Nature, Nature Medicine, and Cell.
The company is leveraging these capabilities to build a broad pipeline of RNAi therapeutics for the treatment of a wide range of disease areas, including respiratory syncytial virus (RSV), liver cancers, TTR-mediated amyloidosis (ATTR), hypercholesterolemia, and Huntington's disease.
In addition, Alnylam formed Alnylam Biotherapeutics, a division of the company focused on the development of RNAi technologies for application in manufacturing processes for biotherapeutic products, including recombinant proteins and monoclonal antibodies.
The company's leadership position in fundamental patents, technology, and know-how relating to RNAi has enabled it to form major alliances with leading companies including Medtronic, Novartis, Biogen Idec, Roche, Takeda, Kyowa Hakko Kirin, and Cubist. Alnylam and Isis are joint owners of Regulus Therapeutics Inc., a company focused on the discovery, development, and commercialization of microRNA-based therapeutics.
Founded in 2002, Alnylam maintains headquarters in Cambridge, Massachusetts.
For more information, please visit www.alnylam.com.

Fonte: Alnylam Pharmaceuticals/BUSINESS WIRE - 16/08/10

Toritama/PE lança projeto de requalificação e reordenamento da Feira da Sulanca

Os transtornos com a desordem da Feira da Sulanca, em Toritama, no Agreste de Pernambuco, estão com os dias contados.
É que segundo a Prefeitura da cidade, o projeto de Requalificação e Reordenamento da Feira Livre, que está sendo lançado na manhã de hoje (15), por traz do Parque das Feiras, resolverá grande parte do problema.

O projeto da "Rua do Jeans" já foi apresentado para representantes do comércio local no início de julho e desta vez a prefeitura prestará esclarecimentos para os feirantes.

Em nota, a Prefeitura disse que propõe a construção de banheiros públicos, construção de um estacionamento com capacidade aproximada de 80 ônibus e mais de 550 carros de passeio e uma área de conveniência.

O projeto tem com o objetivo de possibilitar o maior conforto e a organização para comerciantes e compradores além de facilitar o acesso à feira livre fazendo ligação direta com a BR 104 e a PE 90.

Fonte: Do JC Online
Núcleo SJCC/Caruaru - 16/08/10

Saúde do Recife convoca médicos para participar de seleção simplificada

A Secretaria de Saúde do Recife realizará, a partir da próxima quarta-feira (18), uma seleção simplificada para contratar médicos. Estão disponíveis 86 vagas para várias especialidades como cardiologia, clínica geral, psiquiatria e para o Programa Saúde da Família (PSF). A remuneração varia entre R$ 3.410,00 para os cargos diaristas (20 horas semanais), R$ 8.120 (diaristas 40 horas por semana) e R$ 5.350 para os plantonistas de 24 horas.

O contrato de trabalho será por tempo determinado, conforme autorização concedida pelo Decreto Municipal n°25.178, de 14 de abril de 2010. Esses profissionais irão trabalhar nos serviços especializados e serviços de urgência e emergência, além dos serviços de Atenção Básica em todo o município.

A entrega dos currículos para entrevista deverá ser realizada no período de 18 a 20 de agosto, das 8h às 12h e das 13h às 17h, na antiga sede da Diretoria Geral de Gestão do Trabalho (DGGT), localizada na rua dos Palmares, nº 253, bairro de Santo Amaro.

Na edição de número 047 do Diário Oficial do Município, o candidato vai poder tirar suas dúvidas a respeito das normas do edital de seleção, critérios de avaliação e condições de contratação.

Mais informações sobre a seleção basta ligar para o número (81) 3355.1709.

Confira aqui a lista de cargos e número de vagas disponíveis:

Médico Cardiologista 20 horas: 2 vagas

Médico Cirurgião Geral Plantonistas: 2 vagas

Médico Clínico Geral 20 horas: 21 horas

Médico Clínico Geral Plantonista: 6 vagas

Médico Psiquiatra Plantonista: 6 vagas

Médico Psiquiatra 20 horas: 6 horas

Médico do PSF 40 horas: 28 vagas

Médico Traumatologista Plantonista: 4 vagas

Médico Citologista Oncócita: 1 vaga

Médico Pediatra Plantonista: 10 vagas

Com informações da Assessoria

Três empresas se unem para reformar o Mineirão

Consórcio foi o único a apresentar proposta para gerir estádio pelos próximos 25 anos

Minas define licitação para reformas do Mineirão (crédito: Gustavo Penna/Divulgação)

Igor Costolli - Belo Horizonte

A sexta-feira (13) marcou mais um passo no processo de modernização do estádio Mineirão, palco da Copa de 2014 em Belo Horizonte. Um consórcio formado por três empresas –as mineiras Egesa Engenharia e Hap Engenharia, e a paulista Construcap– foi o único a apresentar proposta e documentação para conduzir a última etapa de reformas do estádio Magalhães Pinto, e responder por sua gerência nos 25 anos que se seguirem à conclusão das obras.

O prazo para as empresas interessadas se inscreverem para a licitação se encerrou na última quinta-feira (12), e a abertura dos envelopes aconteceu na Cidade Administrativa, sede do governo estadual, na manhã de sexta.

Nesta que será a terceira e última fase da reforma serão realizadas intervenções na esplanada no entorno do Mineirão, a construção do estacionamento coberto e da passarela que ligará o estádio ao Mineirinho (previsto para ser usado como centro de apoio às atividades da Copa). Além disso, será realizada a cobertura adicional da arquibancada, a construção de camarotes e espaços que receberão lojas e restaurantes, entre outras ações de acabamento.

O governo do estado divulgou o valor apresentado pelas empresas, R$ 743,4 milhões, e informou que a instituição financeira que declarou garantir a viabilidade da proposta do consórcio é o Banco Votorantim. Os documentos apresentados seguem para análise da Comissão de Licitação, e a resposta deve sair em outubro.

Gestão compartilhada
Caso a proposta cumpra todos os requisitos exigidos no edital, o consórcio terá 27 anos para administrar o estádio, no modelo proposto pelo governo de Minas, inspirado em iniciativas europeias e asiáticas. O parceiro privado responde pela verba e condução da reforma, enquanto o governo estadual atua como fiscal do andamento da reforma e da qualidade dos serviços prestados pelo operador já com o estádio reaberto.

Em entrevista ao Portal 2014 em maio, o presidente do Núcleo Gestor das Copas, Tadeu Barreto, explicou que o retorno do concessionário se dá a partir de garantias que o estado oferece. “A partir de 2013, o parceiro privado recebe duas contraprestações: uma fixa, para remunerar o seu investimento, e uma variável, para remunerar a operação.” Barreto explica que haverá um valor estipulado para essa contraprestação variável. Se a arrecadação mensal estiver acima do valor, parceiro e estado dividem o ganho. Se estiver abaixo, Minas garante o mínimo à empresa.

Técnicos do governo estadual estipularão parâmetros de qualidade para os serviços prestados no estádio, e farão acompanhamento da administração. Caso não atinja tais indicadores, o estado poderá impor penalidades, incluindo o cancelamento da concessão.

Nos 25 anos seguintes à obra, o consórcio executor poderá explorar comercialmente camarotes, restaurantes e lojas dentro do complexo multiuso que se pretende que o Mineirão seja. Além disso, outra forma de o parceiro privado ter retorno do seu investimento será a realização de shows e outros espetáculos, dentro ou fora do estádio –quando pronto, o Mineirão terá uma esplanada em seu entorno capaz de receber shows para até 15 mil pessoas. A reforma ainda dará acesso ao gramado para caminhões de todos os portes, o que diminuiria o tempo de montagem e desmontagem de palcos e outras estruturas.

Reforma
Atualmente em sua segunda etapa, a reforma iniciou as escavações para rebaixamento do gramado e demolição da geral e anéis inferiores. Esta fase tem previsão de conclusão em novembro para que a terceira etapa possa ser iniciada no mês seguinte. Conduzida pelo consórcio, caso aprovado, a obra vai durar dois anos.

Fonte: Portal da Copa 2014 - 16/08/10

Estatais minam poder de reguladores

Ao mesmo tempo em que reduz recursos das agências, governo cria estatais para exercer atividades que seriam das agências

As agências reguladoras perdem cada vez mais espaço para as novas estatais criadas pelo governo federal. No setor de telecomunicações, por exemplo, o governo recriou a Telebrás e anunciou que a estatal terá poder "regulador" no mercado de banda larga, oferecendo preços abaixo dos praticados pela iniciativa privada.

Os consumidores de telecomunicações têm sido constantemente afetados por apagões na rede de banda larga e celulares. Embora a receita da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) seja bilionária, o contingenciamento também é.
Os R$ 3,8 bilhões de orçamento inicial se transformaram em R$ 302 milhões no ano passado.

Na avaliação da agência, um dos reflexos disso pode ser verificado no número de funcionários, que não tem sido suficiente para fazer todas as fiscalizações.
"No momento, passamos por um crítico período de escassez de pessoal", disse a Anatel. A Anac também reclama do número de funcionários, que embora crescente, ainda está abaixo da demanda.

No setor de petróleo, com as novas reservas do pré-sal, será a estatal Petro Sal que cuidará dos contratos do novo modelo de exploração.
"Esse tipo de medida enfraquece e reduz o poder de decisão das agências", avalia o professor de direito administrativo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Carlos Ari Sundfeld.

Opinião semelhante tem o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires. Para ele, houve uma piora significativa na atuação das agências reguladoras nos últimos anos. Pires lembra que, quando elas foram criadas, havia um modelo em que o Estado era responsável pela regulação e o setor privado teria um papel principal de investidor.

Nesse cenário, as agências dariam garantia aos contratos que estavam sendo firmados. "No governo atual, as empresas estatais voltaram a ser as grandes investidoras do País. É natural perder status nesse ambiente."

Loteamento de cargos. Outra crítica do professor da FGV é o loteamento de cargos das agências para políticos. Enfraquecidas e esvaziadas, elas chegam ao ponto de virar objeto de desejo para alguns partidos. "As agências deixaram de ser órgão de Estado para ser órgão de governo."

O professor da FGV, do Rio, Sérgio Guerra, afirma que tem estudado de perto o assunto e verificou que quase 95% dos cargos das agências são por indicação política. O último nome que circulou no mercado foi o do novo diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Luiz Macedo Bastos.
Ele era diretor do time de basquete Universo, do Distrito Federal, e assessor do ex-senador Wellington Salgado (PMDB).

Guerra afirma, no entanto, que não é possível medir, sem fazer conjecturas, o efeito desse loteamento na atuação das agências. "Mas quando estamos diante da indicação de uma pessoa que não tem nenhuma experiência no assunto, a situação é diferente", diz ele. Foi o que ocorreu no início de operação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A ex-diretora Denise Abreu ganhou o cargo porque foi colega de faculdade do ex-ministro José Dirceu.

Esse é um problema que o ex-diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), José Alexandre, sentiu na pele. Ele lembra que a limitação no quadro de funcionários afetava diretamente a fiscalização.
"Um auto de infração só pode ser dado por um servidor público.
Mas não tínhamos gente suficiente para examinar todo o setor (que além de linhas de ônibus, tem de verificar toda malha rodoviária e ferroviária)."

Na avaliação do presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (Abar), Ricardo Pinheiro, o resultado da falta de fiscalização é a piora na qualidade dos serviços públicos e, o consequente enfraquecimento das agências pode ser verificado no grau de judicialização do Brasil.
"A sociedade tem buscado meios jurídicos para resolver a questão da qualidade dos serviços. É um sinal claro do descontentamento dos consumidores", afirma ele, que defende o fortalecimento das agências.

O presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib), Paulo Godoy, acredita que é preciso fazer atualização das atribuições e desempenho dos órgãos reguladores com certa frequência. Ele destaca que alguns serviços crescem de forma acelerada, como é o caso do setor elétrico.

"Há uma série de leilões e projetos sendo tocados. Para que isso funcione de forma adequada e satisfatória é preciso criar mecanismos de acompanhamento dos processos."


PARA LEMBRAR

Lula questionou as agências desde a posse

Para muitos especialistas, o governo atual conseguiu alcançar o objetivo de esvaziar os órgãos reguladores. Desde que tomou posse, em 2003, o presidente Lula questionou o papel das agências. Na época, disse que elas eram uma forma de "terceirizar o governo", reclamando de que não era possível, por exemplo, decidir sobre o aumento de tarifas.
"A autonomia das agências tem sido minada de várias maneiras. O contingenciamento é apenas um deles", afirma o professor de direito administrativo da Fundação Getúlio Vargas, Carlos Ari Sundfeld.
Na opinião dele, o atual governo não parece nenhum pouco seduzido pela ideia de ter uma agência reguladora forte no Brasil.

Fonte: Renée Pereira - O Estado de S.Paulo - 16/08/10

Construções sustentáveis crescem em ritmo acelerado no país

O número de projetos registrados no sistema LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), certificação internacional para edifícios sustentáveis – residenciais e comerciais – concedida pelo Conselho de Construção Sustentável dos EUA(US Green Building Council) aumentou de 4 projetos registrados em 2007 para 191 em 2010, segundo o Green Building Council Brasil (GBCB).
Destes, 80% se encontram em São Paulo e 55% são comerciais. Atualmente 18 obras já são certificadas no país.

Os dados foram apresentados ontem em evento realizado no auditório da Universidade Cidade de São Paulo – UNICID, que contou com palestras do diretor do GBCB, Nelson Kawakami, do diretor do curso de Arquitetura da Universidade, Antonio Macedo Filho e do arquiteto norte-americano Rives Taylor, diretor de sustentabilidade em projetos do Gensler, um dos maiores escritórios de Arquitetura e Design do mundo e professor da Universidade de Houston (EUA).

De acordo com Kawakami, essa expansão se deve ao fato de que os empresários já perceberam que as construções verdes reduzem o seu impacto no meio ambiente e o custo operacional dos edifícios.
“A adoção de práticas sustentáveis traz benefícios econômicos mensuráveis.
Uma construção verde reduz de 8 a 9% os custos operacionais de um edifício comercial e amplia em 6,6% a taxa de retorno do imóvel, em 3,5% a taxa de ocupação e 3% o valor do aluguel”, explica.

Apesar de todas essas vantagens, Kawakami ressalta que o selo ainda precisa ser mais disseminado. “Há um grande potencial de crescimento no país.
Para 2011, a meta é chegar a 400 prédios registrados para certificação.
Para isso, é necessário ampliar a conscientização das pessoas, porque a redução de custos é importante, mas a mudança de postura é vital. O grande obstáculo continua sendo o desconhecimento por parte dos profissionais”, diz.

Para o diretor do curso de Arquitetura da UNICID, Antonio Macedo Filho, o planeta necessita, urgentemente, de atitudes mais positivas com relação ao meio ambiente.
“É preciso repensar a maneira de proceder daqui para frente.
A construção civil é uma das atividades que mais causam impacto no meio ambiente, sendo responsável no Brasil por 21% no consumo de água, 25% da emissão de gases causadores do efeito estufa, 65% dos resíduos e 42% do consumo de eletricidade”, revela.

Segundo Macêdo, ao adotar os parâmetros do LEED, a construção precisa ser totalmente repensada. “É preciso avaliar o espaço onde o prédio será implantado, a infraestrutura do local, oferta de transporte público, a eficiência energética, o reaproveitamento de água e o uso de materiais. É um investimento que vale a pena”, afirma.

Nos Estados Unidos, onde a certificação LEED está consolidada há anos com mais de 20 mil empreendimentos certificados, Macedo lembra que o mercado cresce 14,2% ao ano num universo de US$ 10 trilhões já.

Alguns projetos americanos de sucesso com selo LEED foram apresentados pelo arquiteto norte-americano Rives Taylor, diretor de sustentabilidade em projetos do Gensler, um dos maiores escritórios de Arquitetura e Design do mundo, com mais de 2,8 mil arquitetos atuando em todo o mundo.

Na palestra “Design sustentável para um mundo melhor”, o especialista destacou que uma edificação que adota o LEED ganha em funcionalidade, performance e energia.
“O usuário ganha em conforto e as empresas com o aumento da produtividade”.

Fonte: Arquitetonline - 16/08/10

Redes sociais ajudam a melhorar o serviço público

Proibidos em algumas empresas e órgãos públicos, sites de redes sociais começam a fazer parte da administração direta do Estado, em usos que vão além de divulgação e marketing de ações.
Com funcionários responsáveis por monitorar Facebook, Twitter e Orkut, órgãos e empresas prestadoras de serviços públicos vêm conseguindo melhorar o atendimento ao cidadão.

Ao menos quatro instituições - Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) Polícia Militar (PM) e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) - destacaram profissionais que acumulam, entre outras funções, o monitoramento de redes sociais.
A partir de janeiro de 2009 - quando São Paulo se tornou o primeiro Estado a regulamentar o uso das redes no governo, as secretarias criaram perfis, principalmente no Twitter. A maioria porém, para divulgação.

No caso do Metrô, o monitoramento é questão de segurança. No ano passado, a empresa incumbiu um funcionário de vasculhar as redes para, com as informações levantadas, definir ações. E o trabalho de Antônio Gonçalves de Oliveira, de 41 anos, já causa efeitos práticos.

Foi a partir de comentários em blogs e Twitter que Oliveira descobriu o planejamento do flash mob No Pants (“Sem Calças”), em maio de 2009.
“Nunca havia ocorrido no Brasil. Houve discussão se poderia configurar atentado violento ao pudor”, conta.
“Pesquisei sobre o evento em outros países e vi que era pacífico. A partir daí, definimos uma tática.” No fim, 500 pessoas participaram, acompanhadas por 16 agentes. Não houve ocorrências.

Na CPTM - que permite acesso às redes a todos os funcionários, o efeito concreto mais emblemático do monitoramento foi a instalação, no início do mês, de um painel na estação Guaianases na zona leste, a partir de reclamações no Orkut.
“Sugeriram um painel que informasse quanto tempo falta para o próximo trem”, disse o presidente da companhia, Sérgio Avelleda.

Para especialistas, as redes devem ser fontes de pesquisa para estratégias de governo. “Deve ser ligada à gestão, e não à comunicação”, disse Fábio Cipriani, autor de livros sobre mídias sociais. “Captura de informação nas redes é comum na Europa, e a tendência é se fortalecer aqui.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado - 16/08/10

Legislators seek private sector's help with transportation in Pennsylvania/US

By Robert Swift (Harrisburg Bureau Chief)

HARRISBURG - Getting the private sector more involved in building roads, bridges and transit systems is seen as part of a long-term solution to Pennsylvania's transportation funding problems.

House and Senate lawmakers and the governor's office are close to agreeing on legislation to establish public-private partnerships, a mechanism to steer private investment to public works projects. The agreement comes even though there is no consensus yet on erasing an immediate gap in transportation funding that is putting hundreds of road, bridge and transit projects at risk, including replacement of bridges at Shady Lane Road in South Abington Township and Stafford Avenue in Scranton.

The three 3Ps, as the public-private partnerships are called, involve state or local governments contracting with a commercial firm to build, expand or maintain a road, bridge or transit system for a set period while still maintaining public ownership. Potential candidates for 3Ps include adding lanes to congested metro highways, new bypasses and high-speed rail.

The best known recent example was Citi-Abertis' $12.8 billion bid in 2008 to lease, operate and collect tolls on the Pennsylvania Turnpike. Gov. Ed Rendell launched a lease bidding process as a Plan B alternative to tolling Interstate 80. Citi-Abertis withdrew its bid after a deadline passed with little prospect for necessary legislative approval.

The governor is pursuing a partnership to develop a new marine terminal in Philadelphia along the Delaware River.

Public-private partnerships have already made inroads with the public being unaware of it in many instances. The jobs given to private contractors have expanded with PennDOT's workforce down to 11,000 employees from a peak of 20,000 about 30 years ago. A private firm has a 30-year contract to operate the plazas on the Pennsylvania Turnpike.

Nationwide, a toll road leading to Dulles International Airport in Virginia and the Port of Miami Tunnel are examples.

Enactment of 3P legislation is likely sometime after lawmakers return to session in mid-September.

"We're about as close as we've ever been," said Eric Bugaile, aide to Rep. Richard Geist, R-Altoona, a sponsor of enabling legislation.

A key to winning support is overcoming a perception that partnerships are only about tolling, he added.

Private firms are interested in operating transportation-related concessions and receiving payments to do maintenance work as well.

The adoption of a significantly downsized 12-year transportation improvement program last week because of a 24 percent funding cut should create an opening for partnerships, said Bugaile. Only 3.7 percent of the projects listed in the new program would add new capacity to the transportation system, compared to 30 percent of projects in the 1990s.

But some officials point out 3Ps alone can't address the immediate $472 million-a-year funding gap caused by the federal government's rejection of I-80 tolls or a broader $3 billion underfunding problem.

"They can be included as part of any long-term strategy, but we all recognize that the public-private investment model cannot produce funds immediately or fill the funding gap we face over the next three years," said Rendell in testimony recently before the Senate Transportation Committee.

He is calling on lawmakers to also consider a tax on oil company profits, increased vehicle registration fees or a gas tax hike.

3Ps are part of the solution, but lawmakers will need to do more to fully address the lack of transportation funding, said Rep. Joseph Markosek, D-Monroeville, chairman of the House Transportation Committee.

"We have a serious problem that is going to impact not only the safety of the Commonwealth but the whole business infrastructure." he added. "There's no way to sugarcoat it."

Fonte: Citizens Voice.com - 16/08/10

Concessões dadas a rádios triplicam em ano eleitoral

Em ano eleitoral, o governo federal quase triplicou o número de renovações ou novas autorizações para o funcionamento de rádios em todo o país.

Segundo a reportagem, a maioria delas (57%) beneficia veículos ligados a políticos ou a igrejas. Levantamento feito pela Folha em decretos conjuntos da Presidência e do Ministério das Comunicações, assinados neste ano, indicam que 183 rádios comerciais ou educativas foram beneficiadas pelo governo, em 162 municípios.

Dessas, 76 são ligadas a políticos. Outras 28 estão sob controle, ainda que indireto, de entidades religiosas evangélicas e católicas.

A maioria das autorizações (72,8%) é para rádios localizadas nas regiões Sul e Sudeste, onde a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) tem seu mais fraco desempenho nas pesquisas.

Do total de decretos, 74 deles foram assinados a partir de 26 de julho, já com a campanha eleitoral oficialmente em andamento. Durante todo o ano de 2009, foram 68 autorizações. Entre 2006 e 2008, foram 62.

OUTRO LADO


O Ministério das Comunicações atribui o aumento a uma mudança em sua organização interna.

No segundo semestre de 2008 foi criado um grupo de trabalho para dar vazão a cerca de 2.500 processos de renovação e pedidos de novas concessões de radiodifusão que, segundo a assessoria de imprensa do órgão, estavam represados na burocracia do ministério.

Na época, a pasta era chefiada por Hélio Costa (PMDB). Hoje o ministro é José Artur Filardi Leite, que já era o secretário-executivo.

No entanto, apesar de questionado pela reportagem, por e-mail e por telefone, desde a semana passada, o ministério não explicou a razão de as renovações e concessões terem se concentrado justamente em ano eleitoral e mais especificamente em meio à campanha.

Negando motivações eleitorais na legalização de dezenas de rádios pelo interior do país, a pasta afirma que, inclusive, a tendência é que haja a assinatura de uma série de novos decretos neste ano.

Fonte: Folha SP - 16/08/10

Cooperativa de Borba quer duplicar exportações com nova adega em Portugal


A Adega de Borba já vende para o estrangeiro 15% dos seus vinhos e prevê duplicar as exportações a médio prazo com uma nova adega, que vai permitir aumentar a qualidade e a produção.

O CEO da Adega Cooperativa de Borba, Manuel Rocha, garantiu à agência Lusa que a nova adega, já em construção, ficará concluída a tempo de entrar em funcionamento na vindima de 2011, num investimento de 11,6 milhões de euros.
Concebido com recurso a soluções arquitectónicas "muito inovadoras", incluindo algumas de carácter ambiental, e equipado com "tecnologias da mais recente geração", o edifício vai ocupar uma área de 14 hectares, a cerca de 200 metros das actuais instalações da empresa, às quais ficará ligado por uma caleira.
"A adega já vende para cerca de 30 países.

A nossa grande ambição é reforçar essas exportações e penetrar em países onde a nossa presença ainda não é aquela que gostaríamos de ter", referiu Manuel Rocha, indicando os casos do Reino Unido, Alemanha, EUA, Angola e Brasil.
Isto, salientou, "nunca esquecendo os países asiáticos, onde as oportunidades de crescimento são muito grandes".
"Actualmente, temos uma exportação que vale 15% das nossas vendas. Gostávamos muito de duplicar este valor dentro de três a cinco anos", revelou o CEO.
Quanto às inovações da futura adega, Manuel Rocha destacou o processo tecnológico de produção do vinho e processamento da uva, que vai permitir produzir vinhos "com uma qualidade média muito superior" à actual, já de si "elevada".

"Isto vai dar-nos argumentos para podermos discutir o mercado com os principais produtores de vinho do mundo, como o Chile, EUA, França, Itália, Espanha, Austrália e Argentina", acrescentou.

Ao facultar a possibilidade de a empresa passar a processar 1.500 toneladas de uvas por dia, em vez das actuais 700, Manuel Rocha reiterou que a nova adega, além de um incremento da qualidade dos vinhos, vai permitir "aumentar a produção".

"Estamos certos de que poderemos ter um enfoque" crescente nos segmentos de "vinhos cada vez mais sofisticados e valiosos", acrescentou.
O empreendimento é financiado maioritariamente por capitais próprios da empresa (60%) e o restante por fundos comunitários, através do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER).

O projecto da nova adega é assinado pelo arquitecto Rogério Cavaca e apresenta várias soluções inovadoras em termos ambientais, nomeadamente a adopção de uma cobertura ajardinada para todo o edifício, o que, devido às particularidades térmicas, permitirá "poupanças energéticas significativas".

A infra-estrutura vai também ser aproveitada para o enoturismo, sendo instalado na cobertura um espelho de água e uma esplanada, permitindo "desfrutar da paisagem do Alentejo".

A adega de Borba, que vende anualmente 1 milhão de caixas de 9 litros de vinho, reúne cerca de 280 viticultores, que cultivam uma área de vinha de 2.200 hectares (75% uvas tintas e 25% brancas) nos concelhos alentejanos de Borba, Estremoz e Vila Viçosa.
Fundada em 1955, foi a primeira de um conjunto de adegas cooperativas constituídas no Alentejo.

Fonte: OJE/Lusa - 16/08/10

Obra da primeira usina solar do país começa neste mês

MPX, do grupo de Eike Batista, construirá projeto de geração de energia em Tauá, no sertão cearense

Começam ainda neste mês as obras da primeira usina de geração de energia solar no país, que estará localizada em Tauá (CE). A cidade se prepara para receber o projeto piloto da MPX, empresa do grupo EBX, de Eike Batista, que poderá abastecer inicialmente 1500 residências. Futuramente, porém, já existe autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para se ampliar em 5 vezes essa capacidade.

A cidade de Tauá, com 56 mil habitantes, foi escolhida por estar muito próxima da linha do Equador e, portanto, entre as regiões que recebem a maior incidência de raios solares no país.

O projeto, com orçamento previsto em R$ 12 milhões, terá 4400 painéis fotovoltaicos numa área de 12 mil metros quadrados.

A Prefeitura de Tauá espera que, para as obras, sejam gerados cerca de 200 empregos no município e que, futuramente, poderão haver até 1500 empregos. A prefeitura torce, ainda, para que o governo do Ceará atraia para a cidade uma fábrica de painéis solares da empresa chinesa Yingli.

A construção da usina conta com uma série de incentivos estaduais e federais, para ter preço de geração competitivo com as grandes hidrelétricas, além de recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Porém, o custo por Megawatt (MW) gerado da usina solar, enquanto as placas não são feitas aqui, é de seis a sete vezes maior do que o da termelétrica a carvão.

Clique aqui
e veja vídeo em 3D produzido pela MPX para explicar o funcionamento da usina solar.

Fonte: IG/Danilo Fariello, enviado especial a Tauá (CE) | 16/08/10

Microcity garante economia de 20% em TI com PPP

Modelo de estrturua como serviço racionaliza custos, diz executivo durante o Financial Forum

Para fazer com que a gestão de custos se torne mais inteligente, a Microcity lançou durante o Financial Forum 2010 o conceito de estrutura como serviço, chamada, na empresa, de Paper Per User (PPP).
A ideia é terceirizar toda a tecnologia de hardware e software das empresas, cobrando do departamento financeiro um valor por usuário cadastrado.

"Se a empresa passa por um processo de expansão, não precisa imobilizar seu investimento com a estrutura, basta ampliar o número de usuários cadastrados" , explicou Marcelo Rodrigues.
Com o serviço, garante, é possível reduzir os custos com TI em 20%.
"Isso sem pagar investimento inicial, apenas a mensalidade", explicou, detalhando que o programa gera uma racionalização dos custos.

O equipamento é trocado em períodos de dois a cinco anos.
Segundo Rodrigues, é possível avaliar negócios com qualquer porte de empresa, mas, de forma geral, o modelo tem sentido a partir de cem usuários.

O Financial Forum de 2010 conta com a participação de cerca de cem CFOs das mil maiores empresas brasileiras.
Realizado pela IT Midia, ocorre de 12 a 15 de agosto na Praia do Forum, na Bahia. Ele está estruturado com reuniões de negócios entre participantes e patrocinadores e conteúdo, por meio de palestras e intercâmbio de ideias.

Fonte: por FinancialWeb - 16/08/10

Edifício corporativo dá início à revitalização da região portuária do Rio de Janeiro

Terreno de 13 mil metros quadrados abrigará empreendimento de alto padrão

Um antigo moinho localizado em um terreno de 13 mil metros quadrados, na Avenida Rio de Janeiro, de frente para o mar, dará lugar nos próximos anos ao primeiro empreendimento a ser construído dentro do projeto de revitalização da Zona Portuária da capital fluminense.
A área acaba de ser adquirida pela Tishman Speyer, uma das maiores desenvolvedoras imobiliárias do mundo, proprietária de ícones internacionais como o Rockefeller Center e o Chrysler Building, em Nova York.

No terreno, a empresa investirá R$ 200 milhões para construir um edifício corporativo de alto padrão, com 20 andares dotados com o que há de mais moderno em termos de tecnologias construtivas e de instalações.
O projeto, ainda sem nome definido, também contará com a certificação Green Building e passará a integrar uma lista de empreendimentos que a Tishman Speyer já desenvolve de forma pioneira no mercado imobiliário do Rio de Janeiro.

“Desde 2002, quando anunciamos nossa entrada no Rio de Janeiro, tivemos a satisfação de contribuir e participar não só do desenvolvimento do mercado imobiliário carioca, mas também do processo de revitalização da Região Central da cidade”, afirma Daniel Cherman, presidente da Tishman Speyer no Brasil.
“Foi assim com o Ventura Corporate Towers e, posteriormente, com o retrofit do Edifício Galeria Sul América e a construção do Edifício Virtus, na Avenida Presidente Vargas. Agora, teremos o orgulho de participar de um dos maiores processos de renovação urbana do Brasil”, completa.

O projeto a ser construído pela Tishman Speyer no terreno da Avenida Rio de Janeiro terá 20 andares, sendo 18 de escritórios.
Ao todo, serão 48 mil metros quadrados de área construída e 35 mil metros quadrados disponíveis para locação.
Com lajes de 1,7 mil metros quadrados, oferecerá aos futuros inquilinos o mesmo padrão encontrado nos mais sofisticados empreendimentos corporativos ao redor do mundo, por um custo menor de instalação (aluguel e condomínio), além dos benefícios fiscais previstos em lei, para as empresas que se instalarem na região.

A estruturação imobiliária para a aquisição do terreno por parte da Tishman Speyer ficou a cargo da STX Desenvolvimento Imobiliário.

O empreendimento da região portuária junta-se a outros empreendimentos desenvolvidos pela Tishman Speyer no mercado do Rio de Janeiro.
O primeiro deles foi o Ventura Corporate Towers, com investimentos de R$ 500 milhões e 170 mil metros quadrados de área construída.
Em seguida vieram o retrofit do Edifício Galeria Sul América, que está recebendo recursos da ordem de R$ 150 milhões, com 28 mil metros quadrados de área construída, e o Edifício Virtus, com investimento de R$ 140 milhões e outros 21 mil metros quadrados de construção. Os dois últimos serão entregues em 2011.

Fonte: Arquitetomline - 16/08/10

Carros darão volta ao mundo em 'corrida com emissão zero'

Energia gasta pelos veículos será gerada por fontes renováveis.

Um grupo de engenheiros dará início nesta segunda-feira a uma corrida de carros ao redor do mundo com veículos elétricos. A energia consumida pelos carros ao longo do período será compensada com geração de eletricidade por fontes renováveis, fazendo com que a corrida tenha "emissão zero" de dióxido de carbono.

Os engenheiros correrão em quatro equipes diferentes, com chegada e partida na cidade suíça de Genebra.

Em 80 dias de corrida, eles planejam dar a volta ao mundo, passando por Berlim, Kiev, Moscou, Xangai, Los Angeles, Cidade do México, Lisboa e outras 150 cidades.

Ao longo do percurso de 30 mil quilômetros, os participantes vão promover coletivas de imprensa e eventos de conscientização sobre o meio ambiente.

Compensação

O evento Zero Emissions Race foi idealizado pelo ambientalista e aventureiro suíço Louis Palmer, que em 2008 deu a volta ao mundo em um carro movido a energia solar. No projeto, batizado de SolarCar, Palmer percorreu 54 mil quilômetros durante 18 meses.

"Nós queremos mostrar que mobilidade elétrica e energias renováveis são uma solução para se ter uma vida ecologicamente equilibrada neste planeta", afirma Palmer.

Em novembro, os engenheiros passarão pela Cidade do México, onde será realizada uma conferência da ONU sobre mudanças climáticas.

Quatro equipes de países diferentes - Suíça, Coreia do Sul, Austrália e Alemanha - vão competir entre si.

Cada uma desenvolveu um carro elétrico diferente. Os carros serão abastecidos com energia elétrica ao longo do caminho, em cada uma das paradas.

Para reduzir as emissões a zero, cada equipe será responsável por gerar a mesma quantidade de energia elétrica consumida pelo veículo no seu próprio país usando apenas fontes renováveis, como energia solar, vento, ondas ou geotérmica.
Essa energia é alimentada no sistema elétrico de cada um dos quatro países.

Um dos carros, o sul-coreano Yebbuyana, por exemplo, vai consumir 84,7 watts-hora por quilômetro. Para todo o percurso de 30 mil quilômetros, a equipe terá de gerar 2,54 megawatts-hora - que será produzido por painéis solares na região de Geon-nam, na Coreia do Sul.

Os carros, com lugar para dois passageiros no mínimo, precisam ter capacidade de percorrer no mínimo 250 quilômetros a uma velocidade de 80 quilômetros por hora, antes de pararem para abastecimento.

Por dia, cada carro precisa percorrer no mínimo 500 quilômetros.

A corrida será vencida não por quem chegar antes, mas sim pela equipe que conseguir percorrer o caminho gastando menos energia.

Fonte: BBC Brasil - 16/08/10

Obras na Conde da Boa Vista vão reparar estragos causados pelo vandalismo em Recife

A Avenida Conde da Boa Vista, Centro do Recife, receberá nesta segunda-feira (15) obras para restaurar paradas de ônibus e outros locais que foram alvo de vandalismo. A Prefeitura vai gastar R$ 60 mil nas reformas que também contemplarão passeios, iluminação e tampões da rede de galerias.

As primeiras atividades da intervenção têm início às 10h em alguns trechos das calçadas, para a troca de tijolos que foram retirados ou danificados.
À medida que o conserto dos passeios estiver em andamento, a equipe de manutenção também substituirá as placas de cobertura das galerias da via para melhorar a drenagem e a mobilidade dos pedestres.

Já a recuperação de oito estações de embarque e desembarque de passageiros será realizada na quinta-feira (18). As paradas vão receber novas coberturas metálicas, forros de PVC, grades de proteção e luminárias.

Segundo a Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb), esta é a quarta vez que obras de restauração são realizadas na Conde da Boa Vista para reparar o estrago provocado pelo vandalismo depois que a avenida passou por reforma, há cerca de dois anos. A Emlurb também informa que os serviços não vão modificar o trânsito na via.

Fonte: Do JC Online - 16/08/10

Prefeitura retira 80 barraqueiros da Pracinha de Boa Viagem em Recife

Oitenta comerciantes informais instalados ao redor da Pracinha de boa Viagem devem ser retirado do local esta manhã. A ação de ordenamento do comércio da feira é realizada pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico (SCTDE).
De acordo com a administração municipal, o objetivo é deslocar barraqueiros que atuam de forma irregular no local.

Os outros 220 comerciantes em situação regular vão continuar no local.
De acordo com a prefeitura, a situação do comércio no local é acompanhada semanalmente pela Gerência de Fomento ao Artesanato do Programa de Desenvolvimento do Artesanato, operado pela SCTDE.

Participam esta manhã da ação de ordenamento equipes da Dircon (Gerência de Apreensão), Emlurb, CTTU e Guarda Municipal, além das equipes do Programa de Desenvolvimento do Artesanato.
Segundo diretor Geral do Núcleo de Promoção de Atividades Ecônomicas, Carlos Rocha, a preocupação é possibilitar o acesso ao espaço público, hoje tomado de forma irregular por esses vendedores não-autorizados, além de garantir a qualidade dos produtos comercializados, um bom atendimento ao público e acima de tudo a segurança de compradores e artesãos.

Também de acordo com o secretário, todos os comerciantes foram avaliados e nove deles foram autorizados a vender seus produtos no local e os 80 considerados irregulares foram advertidos em reuniões e notificados para deixar a área em um prazo que se esgotou há cerca de dois meses.

Neste primeiro momento, o objetivo é desobstruir a área do entorno para facilitar o acesso dos visitantes. Mas não é o único problema.
A descaracterização das barracas com os mais diversos tipos de cobertura é outro desafio a ser enfrentando numa etapa posterior.
"Nós estamos fazendo um ordenamento de fora para dentro. No espaço interno da feira também vão ser feitos ajustes", afirmou Carlos Rocha.

A artesã Maria das Graças Freitas, de 51 anos, diz fazer o possível para não alterar o padrão da barraca. Ela não modificou a cobertura, mas precisou instalar proteções nas laterais e nos fundos. "É para proteger a mercadoria. Se for depender só da cobertura da barraca, estraga tudo", afirmou.
As adaptações feitas pelos comerciantes são um exemplo claro de estrutura inadequada para o fim a que foi destinado.
As barracas são, na verdade, pequenos tabuleiros com uma cobertura típica de feira livre.
Para proteger os produtos das intempéries, os comerciantes reforçam a cobertura com lonas plásticas. "Com essa lona já é difícil. Se proibirem, ninguém vai conseguir trabalhar", afirmou a comerciante Helena Pereira, 47.

Embora ressalte a necessidade de padronização, Carlos Rocha não detalhou como isso será feito.
"As mudanças que precisam ser feitas dentro da feira vão precisar contar com a participação dos comerciantes", afirmou.
Segundo ele, a melhoria interna só deve ser iniciada em 30 dias e vão ser analisadas as coberturas e as instalações elétricas.
"Vamos definir ainda um prazo para o desmonte das barracas de dois ou três dias para que sejam feitas melhorias nas instalações elétricas", disse Carlos Rocha.

Fonte: Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR - 16/08/10

Hospital Pedro II reabre hoje após três anos de reforma em Recife

Depois de três anos em reforma, o Hospital Pedro II, localizado no bairro dos Coelhos, no Recife, fechado por 28 anos, reabre as suas portas nesta segunda-feira. Administrado pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), a renovada unidade de saúde vai oferecer atendimento de clínica médica e oncologia para adultos, além dos cuidados para pacientes que estão em estado terminal.
Os atendimentos serão gratuitos, mas os pacientes precisarão ser encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou por algum médico do Imip.
A direção do hospital afirma que em dois meses 100% dos serviços estarão funcionando com equipamentos modernos e de alta tecnologia.
A reforma para salvar o prédio foi realizada graças ao apoio de mais de 50 empresas, entre elas, os Diários Associados, que arrecadaram R$ 24 milhões, dinheiro aplicado na restauração do edifício e mobiliário.
Além disso, foram investidos mais R$ 13 milhões, dos quais R$ 7 milhões, destinados a equipamentos.

Até o fim de outubro, o novo Pedro II estará inaugurando também o Hospital Geral de Transplante, passando a realizar cirurgias cardíacas e de pâncreas.
O hospital também está solicitando o credenciamento junto ao SUS para instalar uma Unidade de Medula Óssea.
Com 19,5 mil metros quadrados distribuídos em três andares,
o Pedro II, que teve as obras iniciadas em março de 2007, passará a ser o maior complexo hospitalar do Norte/Nordeste, com 820 leitos do SUS.
A capacidade de internação será de 9 mil pessoas por ano.
A unidade de saúde também vai dispor de enfermarias para pacientes com câncer e portadores de problemas cardíacos e neurológicos.

"Já solicitamos o credenciamento do SUS junto ao Ministério da Saúde, que deverá examinar as instalações na próxima semana para liberar os atendimentos.
Vamos funcionar como uma unidade de ensino da mesma forma como acontece no Imip, onde o aluno vê o que o professor faz na sala de aula e na sala de cirurgia", ressaltou o presidente Antônio Carlos Figueira.
O hospital já trabalha com estudantes provenientes da Universidade de Pernambuco, Faculdade Pernambucana de Saúde e da Universidade Federal de Pernambuco, além de possuir residência médica em oncologia e ciências médicas.
"No próximo ano, implantaremos a residência em radioterapia, que é inédita no estado", adiantou Figueira.

Mesmo passando pela reforma, alguns setores do novo Pedro II já estavam funcionando, como o serviço de hemodiálise, que atende uma média de 115 pacientes por mês.
Há ainda o setor de medicina nuclear, que dispõe do equipamento PetScan, que é capaz de detectar tumores cancerígenos em estágio inicial, e a área de radioterapia, que desde junho do ano passado, atende uma média de 100 pacientes por dia.
"O hospital foi vanguarda na medicina de ponta e em radioterapia.
Ao devolvê-lo à população, estamos fazendo um resgate histórico de um dos berços da medicina do país", disse o presidente.
Com a ampliação, também haverá um acréscimo de 700 funcionários, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, psicólogos efisioterapeutas.

Novas instalações

Subsolo

Centro de Reabilitação Física e Motora - Com uma área física de 610 metros quadrados, este serviço presta assistência ao deficiente físico de alta, média e baixa complexidade. Atende cerca de 200 pacientes por dia.

Nesse pavimento, encontram-se também departamentos de Contas Médicas e serviços de Arquivo Médico e Estatíticas e Manutenção Elétrica, Hidrálica e de Equipamentos

Térreo

Serviço de Medicina Nuclear
- Único serviço do Brasil 100% SUS a dispor da tecnologia PetScan, que permite o diagnóstico precoce de tumores. A expectativa é realizar 750 exames por mês

Serviço de Radioterapia
- Primeiro serviço 100% em Pernambuco. Atende 140 paciente por mês. O setor tem máquinas de última geração com Acelerador Linear Digital, Sistema de Planejamento Computadorizado Conformacional, Tomógrafo, Multi-slice Simulador e Braquiterapia de alta taxa de dose

Serviço de Hemodiálise Adulto
- Realiza atendimento ambulatorial de referência, procedendo exames complementares, diagnósticos, orientações de tratamentoe acompanhamento de pacientes de doenças renais, com realização de hemodiálise e diálise. São atendidos cerca de 140 pacientes por mês

Espaço Ciência e Cultura - Destinado a realização de eventos científicos e culturais, é climatizado com sistema de acústica de audio e vídeo. Tem capacidade para 720 pessoas

Fundação Alice Figueira de Apoio ao Imip - Atua nas ações de marketing, social da instituição e trabalho voluntário no Imip

Voluntariado Dom Helder Câmara - O Imip possui cerca de 400 voluntários. Os Anjos Dourados realizam diversas atividades no Imip, como oficinas manuais, contação de histórias, festas comemorativas como Dia das Mães e das Crianças, Páscoa e Natal

Sala de Defesa de Tese - Ocupa uma área de 266 metros quadrados com capacidade para receber cerca de 65 pessoas. Neste espaço são realizadas todas as defesas de testes de mestrado e doutorado, videoconferências, além de seções solenes. Também funcionam neste piso a presidência, capela, sala do Conselho Consultivo, museu, Central de Materiale Esterelização, restaurante, cafeteria e secretaria

1º andar

Enfermaria de Clínica Médica - Com 65 leitos, a nova enfermaria deverá realizar cerca de 270 internamentos por mês

Oncologia - Terá 36 leitos com capacidade para atender 120 pacientes de oncologia clínica e quimioterapia por mês

Cuidados Paliativos - Serviço inédito na rede SUS, terá 14 leitos para pacientes terminais, além de apoiar o serviço de oncologia do Imip

UTI Clínica - São 10 leitos para internação, que darão suporte aos pacientes da Clínica Médica do Imip. Neste andar também haverá 14 salas tutoriais, alojamento para professores visitantes e Casa do Residente

2º andar


Unidade Geral de Transplantes - Contará com 32 leitos de enfermaria, bloco cirúrgico com duas salas de cirurgia, 10 leitos de UTI Pós-transplante, uma unidade de recuperação pós-anestésica com 6 leitos de recuperação e ambulatório pré e pós-transplante, além de 8 leitos do Hospital Dia. Capacidade de 200 transplantes/ano

Tranplante de Medula Óssea - O serviço contará com quatro apartamentos isolados para os transplantados e realizará cerca de 20 internamentos/mês

Neurologia e Cirúrgia Cardíaca - Abrigará 26 leitos de enfermaria, bloco cirúrgico com duas salas e 10 leitos de UTI. A estimativa é de que sejam realizadas 60 cirurgias por mês

Hospital Dia - A partir desse ano, o Imip passará a oferecer um Hospital Dia voltado para pacientes adultos de alta complexidade. O novo hospital terá 8 leitos com o objetivo de apoiar serviços como transplantes e neurocirurgia. Meta é atender 600 pacientes/mês

UTI e Bloco Cirúrgico - Abrigarão pacientes dos serviços de alta complexidade do Imip, como transplantes, neurológicos e cirúrgia cardíaca. A UTI conta com 10 leitos e o Bloco Cirúrgico com 4 salas de cirurgia e uma sala de recuperação. O bloco tem capacidade para realizar cerca de 120 cirurgias de alta complexidade/mês

Fonte: Hospital Pedro II/Imip - 16/08/10

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