sexta-feira, 25 de junho de 2010

Banco vai doar R$ 1 milhão a Pernambuco e Alagoas, Estados atingidos pela chuva

O banco Santander informou que vai doar R$ 1 milhão para ajudar os estados de Pernambuco e Alagoas como s estragos causados pelas fortes chuvas.
O dinheiro será aplicado, principalmente, na infraestrutura.

DOAÇÕES
Interessados em doar dinheiro para as vítimas das chuvas em Pernambuco, podem realizar o depósito nas seguintes contas correntes:

Banco Real
Agência: 1016
Conta Corrente 6.023.0762
Nome: Tribunal Solidário
CNPJ: 07.730.717/0001-38

Caixa Econômica Federal
Agência: 1294
Operação: 006
Conta: 2010-0

Banco do Brasil
Agência: 1836-8
Conta: nº 100000-4

Em Alagoas, as constribuições podem ser enviadas à Defesa Civil do Estado através das contas a seguir:

Banco do Brasil
Agência: 3557-2
Conta nº: 5241-8

Caixa Econômica Federal
Agência: 2735
Operação: 006
Conta: 955/6

Fonte: Da Redação do pe360graus.com - 25/06/10

Venezuela anuncia doações a vítimas da chuva em Pernambuco

As vítimas das chuvas em Pernambuco devem receber a primeira ajuda de um órgão oficial internacional até o inicio da próxima semana. O governo da Venezuela anunciou a doação de barracas, colchões, alimentos não perecíveis, água e roupas.
Um avião da Defesa Civil venezuelana, com 12 pessoas, trará os donativos.

Até esta tarde, o número de mortos por causa de chuvas chega a 51 em Alagoas e Pernambuco. O número de desabrigados e desalojados nos dois Estados é de aproximadamente 160 mil, segundo a Defesa Civil de cada região.
Apesar da destruição e das dificuldades em conseguir água potável e energia elétrica, em muitas cidades, a população trabalha duro para tentar resgatar alguns bens e reconstruir a vida. As doações de roupas, alimentos, água e material de higiene e limpeza continuam chegando às cidades afetadas, com o apoio do Exercito, Bombeiros e Polícia Militar.

Em Barreiros, na Mata Sul pernambucana, o hospital de campanha montado pela Aeronáutica, desde a última quarta-feira, atingiu nesta tarde, a marca de 250 atendimentos. De acordo com o coordenador da operação, o médico e coronel Jorge Viana Annibal, a maior parte dos atendimentos até o momento são de casos envolvendo ferimentos infeccionados, mal estar em idosos e gestantes, febre, diarreia e vômito.

As equipes médicas se preparam para receber, nos próximos dias, casos de hepatite, leptospirose e cólera, doenças provocadas por águas contaminadas. A equipe é formada por 14 médicos e 20 técnicos em saúde. Esta mesma unidade esteve durante 135 dias no Haiti, após o grande terremoto de 7 graus na Escala Richter, ocorrido em 12 de janeiro deste ano.


Fonte: Agência Estado - 25/06/10

Sete estádios da Copa podem virar "elefantes brancos", diz estudo

Para atrair investidores, saída seria reduzir custo das obras e aumentar a receita dos jogos

Imagem da Arena Amazônia, estádio da Copa de Manaus (crédito: Divulgação)

Dos 12 estádios que serão construídos ou reformados para a Copa de 2014, ao menos sete podem virar “elefantes brancos” após o evento. O alto custo das obras, conjugado a uma estimativa irreal da demanda no pós-Copa, poderá afastar eventuais investidores e deixar ao poder público um legado negativo.

A conclusão é da consultoria Crowe Horwath RCS, que acaba de lançar o estudo “Gestão do ativo estádio – Viabilidade econômico-financeira de estádios e arenas para a Copa de 2014”.

Segundo o levantamento, o Brasil investirá R$ 5,3 bilhões nos estádios da Copa, sendo que R$ 4,8 bilhões, ou 92%, virão de financiamento público. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) abriu linha de crédito de R$ 400 milhões por arena.

Para a Copa de 2006, na Alemanha, a relação foi inversa. Dos U$ 1,9 bilhão gastos com estádios, apenas 38% foram bancados pelo poder público, fator que comprova a viabilidade dos empreendimentos no país europeu.

Pelos cálculos da consultoria, um estádio de R$ 500 milhões deve ter um fluxo de caixa líquido de R$ 10 milhões anuais, durante um período de 15 a 20 anos, apenas para zerar o investimento. Para o negócio se tornar atraente, esse número deve girar algo em torno de R$ 18 milhões a R$ 25 milhões.

“Atualmente, nenhum estádio brasileiro tem esse retorno”, diz Amir Somoggi, diretor da área Esporte Total Crowe Horwath RCS. Para ele, os estádios de Brasília, Cuiabá, Fortaleza, Manaus, Natal, Recife e Salvador são fortes candidatos a virarem “elefantes brancos” depois da Copa.

Redução de custos
Segundo o estudo, a receita para que as arenas da Copa evitem se tornar deficitárias é redução dos custos. Os R$ 5,3 bilhões deveriam cair para algo em torno de R$ 4 bilhões. “Além disso, somente projetos integrados com setores da iniciativa privada, como o imobiliário e o hoteleiro, e o fortalecimento do futebol local, podem gerar retorno ao investimento em certos estádios“, diz Somoggi.

Para o retorno do investimento, segundo o estudo, os clubes têm que combinar a receita de bilheteria com a geração de novas rendas de serviços. O exemplo, novamente, é a Alemanha, onde os investimentos nos estádios catalisaram o aumento de receitas do futebol.

De 2003 para cá, o faturamento dos 36 times da primeira e segunda divisões alemã, a Bundesliga, aumentou de 1,28 bilhão para 2 bilhões de euros, tornando-se a segunda maior da Europa. Apenas com estádios, as receitas chegaram a 425 milhões de euros na temporada 2008-2009.

Segundo o estudo, o Brasil terá muito trabalho pela frente se pretende colher um legado comparável ao alemão. Em 2008, as receitas com estádios nas séries A e B somaram apenas R$ 190 milhões, a maior parte com venda de ingressos.

A consultoria estima que, até 2014, esse número possa chegar a R$ 400 milhões, principalmente por meio da diversificação de serviços oferecidos e do aumento do preço médio dos ingressos, que já sobe 15% ao ano desde 2005.

Mesmo assim, o grande desafio é atrair o torcedor aos estádios. Enquanto a média alemã é de 42.565 torcedores por jogo, a brasileira é 17.807 - inferior até mesmo à primeira liga japonesa, que atrai 19.278 pessoas, em média, a cada partida.

Fonte: Portal da Copa 2014 - 25/06/10

Governo de Pernambuco pede à população que organize kits de doações

O Governo do Estado solicita aos pernambucanos que desejarem doar mantimentos às vítimas das chuvas que façam as suas doações observando os três kits montados pela equipe de nutricionistas, médicos e assistentes sociais do Executivo estadual.
O objetivo é evitar o desperdício de mercadorias e facilitar o envio das doações a todos os locais atingidos.

Os artigos sugeridos atendem às necessidades mais urgentes e são de consumo imediato. São três tipos de cestas: alimentação, produtos de uso pessoal e outra de utensílios domésticos. As doações deverão ser entregues preferencialmente na sede do Corpo de Bombeiros (Avenida João de Barros, na Boa Vista) ou no Quartel do Polícia Militar (Derby).

Kit 1 - Alimentação funcional (pronto consumo)
Mortadela (1kg); Biscoito Maisena ou Maria (2 unidades ou 400g); Cream Cracker (2 unidades ou 400g); Suco de frutas (2 litros); Leite integral (2 litros); Achocolatado (2 litros); Carne em conserva (2 latas /unidade 350g; Cereal de milho (1 Pacote / 400 g); Biscoito recheado (6 unidades).

Kit 2 - Higiene e limpeza pessoal
Creme dental (2 unidades/ 90 g); Papel higiênico (8 unidades); Sabonete (3 unidades); Escova de dente (5 unidades); Desodorante (2 unidades); Absorvente (1 pacote)

Kit 3 - Higiene e limpeza domiciliar
Vassoura (1 unidade); Rodo (1 unidade); Água sanitária (2 litros); Sabão em pó (2 pacotes/ 500g); Sabão em pedra (4 unidades/ 200g); Detergente (2 unidades/ 500 ml); Esponja de prato (3 unidades); Panos de chão (2 unidades).

Boa ação - Muitos pernambucanos deram, nesta sexta-feira, uma clara demonstração de que a solidariedade às vítimas das chuvas é muito maior que o fanatismo pela Seleção Brasileira. Durante o jogo do Brasil contra Portugal, que começou às 11h, as doações não paravam de ser entregues nos vários postos de arrecadação espalhados no Recife. Além disso, foi possível ver pessoas se disponibilizando a ajudar na organização dos donativos arrecadados, como voluntários.

"Tivemos no horário do jogo, aqui no Quartel dos Bombeiros, cinco voluntários que nos ajudaram não só na organização, mas também colocando as doações nos caminhões que seguem para os municípios", contou o tenente De Paula.
O estudante de Direito, Márcio Ricardo, foi um dos que se voluntariou no Quartel da Polícia Militar, no Derby e não assistiu ao jogo.
"Não tinha porque ficar em casa, se tinha tanta gente precisando de ajuda", afirmou Márcio.

Para ajudar na logística das doações, o Centro de Abastecimento Alimentar de Pernambuco (Ceasa) está disponibilizando um armazém localizado em Caetés 2, em Paulista, para realizar a triagem de roupas e alimentos.
"Lá estamos separando para que não vá para uma só região um só tamanho de roupa, por exemplo, ou um só tipo de comida", explicou o diretor da Ceasa Paulo de Tarso.

Fonte: Da Redação do DIARIODDEPERNAMBUCO.COM.BR - 25/06/10

SP vai remunerar agricultores para conservar nascentes de água

Os produtores rurais poderão ser remunerados para que conservem nascentes de águas dentro de suas propriedades por um período de cinco anos

Os produtores rurais poderão ser remunerados para que conservem nascentes de águas dentro de suas propriedades por um período de cinco anos.
É o que prevê a resolução sobre Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)da Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo, assinada ontem pelo secretário Xico Graziano.
A resolução define as diretrizes para o projeto Mina Dágua, que envolve um município em cada uma das 22 bacias hidrográficas do Estado e prevê investimentos da ordem de R$ 3,5 milhões.
Os agricultores deverão proteger matas ciliares e prevenir erosão, entre outros compromissos.
A secretaria estima que possam ser beneficiados de 10 a 15 agricultores por município. Além da resolução sobre PSA, foi assinado também o decreto que regulamenta a lei estadual de mudanças climáticas.
Sancionada no ano passado, a Lei 13.798 tem como meta reduzir 20% das emissões de gases estufa de São Paulo até 2020, em relação aos níveis de 2005.
As assinaturas marcaram a saída de Graziano da secretaria, onde ficou três anos e meio.
Ele deixará a administração estadual para ser o coordenador do programa de governo do candidato à presidência José Serra (PSDB).
Pedro Ubiratan, secretário-adjunto, sucederá Graziano

Fonte: AE | 25/06/10

O desafio da indústria naval de virar gigante

PROMEF // Brasil pode alcançar os competitivos asiáticos em um prazo de até cinco anos

Micheline Batista

Niterói - A indústria naval e offshore brasileira pode alcançar a asiática num prazo de cinco anos. Hoje, o país detém a quarta maior carteira de petroleiros e gaseiros com 49 encomendas, atrás da Coreia do Sul (650), China (450) e Japão (240).
O desafio é tornar a indústria verde e amarela tão competitiva quanto a desses grandes players mundiais e o maior indutor desse processo é o Programa de Expansão e Modernização da Frota (Promef) da Transpetro, subsidiária da Petrobras.
Ontem, foi lançado o segundo navio do programa em um mês e meio.
Depois do João Candido, lançado em Pernambuco no dia 7 de maio, agora foi a vez do Celso Furtado.

"Não há indústria que possa sobreviver se não for competitiva, se não for moderna, mas o tamanho do desafio é o da oportunidade. O Brasil hoje é a quarta carteira de encomendas de petroleiros e gaseiros e tenho certeza que dentro dos próximos cinco anos a indústria naval brasileira será tão competitiva quanto a da Coreia do Sul", discursou ontem o ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, ao participar do lançamento ao mar do Celso Furtado, construído pelo Estaleiro Mauá. Ele representou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cerimônia.

Segundo Brito, a Petrobras é a responsável pela inserção do Brasil nesta indústria de classe mundial e isso só aconteceu por uma decisão estratégica do presidente Lula, que disse não à importação de navios.
O Promef foi criado em 2003 e, das 49 embarcações previstas nas duas etapas do programa, 46 já foram licitadas e 38 contratadas.
O Estaleiro Atlântico Sul, em operação em Suape, está construindo 22 desses navios, sendo 14 do tipo Suezmax e oito Aframax.

As perspectivas de demanda futura são ainda melhores.
Segundo o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, ainda não há previsão de lançamento da terceira etapa do Promef, mas ele acredita que mais navios serão encomendados pela Petrobras em breve por causa da entrada em produção dos campos do pré-sal, o que praticamente dobrará aprodução brasileira de petróleo e gás, pulando dos atuais 2,7 milhões para 5,3 milhões de barris de óleo equivalente/dia em 2020.]

Fonte: Diário PE - 25/06/10

Bélgica assina contrato para construção da nova sede da Otan

O ministro da Defesa belga, Pieter De Crem, assinou nesta sexta-feira o contrato para a construção de uma nova sede da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em Bruxelas, que será concluída até 2015 com um custo de 460 milhões de euros (mais de R$ 1 bilhão).

As obras, que começarão em setembro, ficarão a cargo de um consórcio belgo-holandês, vencedor do concurso aberto para a realização do projeto.

A nova sede da Aliança Atlântica será em um amplo terreno de 40 hectares no qual antes havia uma unidade militar, situado na sede atual, no nordeste da capital da Bélgica.

Crem assinou o contrato em nome dos 28 membros da organização, quem financiarão as obras. A atual sede da Otan foi construída em 1967 para receber a organização após sua apressada saída de solo francês.

O novo conjunto de prédios abrigará 4.500 empregados, com uma superfície bruta utilizar de 250 mil metros quadrados, deles 120 mil destinados a escritórios.

Fonte: DA EFE, EM BRUXELAS - 25/06/10

PORTUGAL: 'Software' nacional é vedeta lá fora

por ILÍDIA PINTO

Plataforma da Critical Sotfware permite às pequenas e médias empresas reduzir custos e aumentar a produtividade


Reduza os seus custos de comunicação em 66% aumentando simultaneamente a produtividade do seu negócio. Isto é o que promete a Critical Links com a Edge Box, uma plataforma de comunicações "com um preço pensado para pequenas e médias empresas" e que permite concentrar num único equipamento "todas as necessidades de comunicação e tecnologias de informação básicas de uma empresa".

Na prática, refere Vasco Correia, vice-presidente de vendas para a Europa, Médio Oriente e África, permite que um único colaborador se encarregue de gerir as funções de e-mail, de partilha de ficheiros, de partilha de impressora, de firewall, de antivírus, de anti- -spam, de controlo de comunicações, além de ter o sistema de rede sem fios incluída, evitando que tenha de comprar uma central telefónica a um operador, um router a outro, um firewall a outro e assim por diante.
Ou seja, "esta plataforma de comunicações encerra em si seis a oito funcionalidades e substitui até seis dispositivos". E, porque funciona com redes VoIP (voz sobre Internet), permite às empresas com vários escritórios funcionarem com comunicações a custo zero entre si.

Este é um produto de elevado valor acrescentado concebido e produzido em Portugal originalmente pela Critical Software, com sede em Coimbra, mas que depois deu origem a um spin off, a Critical Links, que se instalou em Nova Jérsia, EUA.
Mas a Edge Box continua a ser produzida em Coimbra.
A Critical Links, por seu turno, está já presente em 17 países, tendo a Índia sido o segundo onde abriu escritórios.

Desde a criação deste inovador produto, que se encontra implantado nas autarquias portuguesas e italianas e que liga a rede nacional de museus sul-africana, entre outros, foram já vendidas cerca de nove mil Edge Box, diz Vasco Correia.
Mas é em Portugal, junto do mundo empresarial, que a Critical Link tem mais dificuldade em fazer valer os seus méritos.
"Estão habituados a este tipo de tecnologias de empresas americanas e ficam desconfiados. Tentamos contrapor com o sucesso que estamos a ter noutros países", diz.

Além do mais, a própria Intel acredita na empresa, já que desenvolveu com eles uma Edge Box dedicada à educação e que está em 1300 escolas portuguesas.

Fonte: Diário de Negócios - PT - 25/06/10

Argentina oferece ajuda humanitária ao Brasil por causa das chuvas no Nordeste

Os estados de Alagoas e Pernambuco, que sofrem com as chuvas, poderão ter ajuda internacional. O governo da Argentina ofereceu ajuda humanitária ao Brasil, como havia feito em abril quando as chuvas causaram danos no Rio de Janeiro.

De acordo com a presidente do país vizinho, Cristina Kirchner, elementos de necessidades para ajudar imediatamente os atingidos pela chuva no Nordeste estão à disposição das autoridades brasileiras.

Um hospital de campanha também foi oferecido pelo governo argentino e também deverá ser implantado de forma rápida para servir de apoio. Outras ajudas também foram disponibilizadas pela Argentina.

O Ministério das Relações Exteriores do país ofereceu ainda equipe especializada em Sistema de Gerenciamento de Suprimentos Humanitários.

Fonte: Redação SRZD | 25/06/10

Presidente de gigante da publicidade diz que Brasil é uma "lovemark"

GABRIEL BALDOCCHI
DE SÃO PAULO

Presidente de uma das 15 maiores agências de publicidade do mundo, a Saatchi & Saatchi, o britânico Kevin Roberts, 60, diz que as marcas precisam criar uma ligação "emocional" com os consumidores.

O executivo criou o termo "Lovemark" (marca adorada) para se referir às companhias que conseguem criar esse vínculo com os clientes. "É uma relação baseada em elevado grau de respeito e amor", afirma Roberts, que chefia 6.000 funcionários em 86 países.

No Brasil para um seminário sobre inovação, Roberts contou à Folha que o país é uma marca adorada. Leia trechos da entrevista.

Lovemark
Para se tornar uma "Lovemark", ela precisa se superar. Não é uma coisa que você aprende em uma escola de MBA. Os consumidores não têm muito dinheiro para gastar nem muito tempo para escolher. Então, quando vão comprar, querem algo extraordinário.
A maior parte das marcas é apenas marcas.
A crise tornou as "Lovemarks" mais importantes e mais eficientes.
Mudamos da cultura da admissão para a da participação. O consumidor é o chefe.

Brasil

É uma "Lovemark", com certeza. Em todos os lugares a que vou, as pessoas falam do Brasil. As marcas estão vendo o crescimento do país.
Vocês [brasileiros] não se dão contam do quanto [a situação] mudou.
Vejo o Brasil hoje e posso dizer o quanto mudou.
Acho que vocês estão sendo críticos demais [risos].
O Brasil tem muito a oferecer. Com certeza, muito mais do que praia e futebol.

Marcas brasileiras

Veja a Skol: quando você toma uma, você não toma uma cerveja, mas o jeito praiano brasileiro. Aquelas barracas no meio da praia, o sol. Foi transformada numa cultura. Eles incorporaram o "descer redondo" e ficou muito bom.
Eu nunca fui a uma loja de departamentos como a Daslu. Tem um andar só para mulheres, onde homens não entram. Aquilo não é misterioso? E isso intriga.
Eu fiquei com vontade de entrar naquela parte.

Jornais
Há um futuro próspero para os jornais. Vocês [jornalistas] têm de me inspirar.
O que você vê na internet, no YouTube, é uma porcaria.
A maioria dos blogueiros é um lixo. A internet não vai matar a imprensa, vai complementar.

Copa

[As marcas] precisam achar aquela parcela de intimidade. Não é só colocar o futebol como fundo de parede.

Nova classe média
As empresas têm de abrir mão do controle e deixar na mão dos consumidores.
Você tem que estar em todas as plataformas. Não vai ser fácil para conquistar esses novos consumidores. É sempre um desafio.

Apple

As companhias detêm as marcas, mas as pessoas detêm as "Lovemarks".
Elas querem se sentir parte do processo. O que um iPad faz que um outro computador da Apple não faça? Não muito. Mas é irresistível.
Você poderia trocar um iPod por qualquer outro MP3, mas não o faz.
Ele é substituível, mas eu não consigo ficar sem o meu.
As pessoas têm menos tempo, menos dinheiro.

Fonte: Folha SP - 26/06/10

Indústria tem plano de incentivo à inovação

A Confederação Nacional da Indústria está instalando núcleos de inovação em diversos pontos do Brasil. Eles já estão em funcionamento no Rio Grande do Sul e no Espírito Santo.

Brasília - As empresas que investem ou planejam investir no desenvolvimento de produtos e processos têm um novo aliado. São os Núcleos de Inovação que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) está instalando em diversos pontos do país. A idéia é criar um núcleo na federação de indústria de cada estado e no Distrito Federal, além de unidades de apoio à inovação nos diferentes setores da atividade industrial.

Os núcleos, que serão implantados gradativamente, oferecerão informações, produtos e serviços que estimulam a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico nas empresas.
No Rio Grande do Sul e no Espírito Santo, os núcleos já estão funcionando.
A unidade do Rio Grande do Sul oferece cursos nas áreas de gestão da inovação tecnológica, negociação de tecnologia, estratégias de inovação em novos mercados e elaboração de projetos para obtenção de recursos da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei).

O núcleo gaúcho, que funciona em Porto Alegre, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), concentrará as atividades deste ano em capacitação empresarial. Mas haverá outros serviços à disposição dos empresários, como o apoio para obtenção de recursos de subvenção em projetos de inovação.
O núcleo também será um espaço para a formação de parcerias como a que foi feita pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequena Empresa (Sebrae), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), a Fiergs e o governo do Rio Grande do Sul com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Com essa parceria, o Sebrae encaminhou um projeto para o governo federal e obteve R$ 15 milhões em recursos para subvenção. O dinheiro foi repassado às pequenas empresas. Segundo a superintendente do IEL no estado, Elisabeth Urban, os recursos foram destinados ao desenvolvimento de 44 projetos de inovação, pesquisa e desenvolvimento de empresas que concorreram a um edital do Sebrae.

Uma das empresas gaúchas que se beneficiou dos serviços voltados à inovação é a indústria de artefatos cerâmicos Jomon, de Porto Alegre.
Hoje a empresa desenvolve um polímero com partes de cerâmicas para aplicações em indústrias petrolífera, têxtil e de jateamento abrasivo.
Essa nova tecnologia deve chegar ao mercado em 2011 e será usada, por exemplo, em bicos de jateamento abrasivo e dispositivos de limpeza de dutos de petróleo.
A empresa sempre aposta em inovação. Tanto é assim que 55% do faturamento são provenientes de atividades ligadas à inovação.

Fonte: Agência CNI - 25/06/10

Baleias vivas rendem bilhões de dólares para o turismo

A observação turística de baleias pode render até 3 bilhões de dólares e gerar 24 mil empregos

Para os países que não as caçam, as baleias que chegam ao seu litoral têm um valor que não se mede em toneladas de carne, mas em milhões de turistas e bilhões de dólares.
No ano passado, mais de 13 milhões de amantes da natureza observaram baleias em 119 países, gerando dois bilhões de dólares, informou esta quinta-feira o ministro australiano da Ecologia, Peter Garret, ante a Comissão Baleeira Internacional (CBI) reunida em Agadir (sudoeste do Marrocos) até sexta-feira.
Este organismo fundado em 1946 para regular a caça às baleias é também o único que administra as populações destes grandes cetáceos.
Há 14 anos, criou um grupo de trabalho científico dedicado à observação de baleias ("whale watching"), atividade turística em plena expansão, que permite admirar as gigantes dos mares a bordo de um barco.
Segundo o primeiro estudo sobre o tema, feito pelo Fisheries Center da Universidade da Columbia Britânica (Canadá), a observação de baleias chamada eufemisticamente pela CBI de "exploração não letal das baleias" poderia render 3 bilhões de dólares ao ano e gerar 24 mil empregos no mundo.
A América Latina é muito ativa na CBI: a observação de baleias, em ascenção de mais de 11% ao ano desde o fim dos anos 1990, três vezes mais que a média mundial, representa um negócio de 278 milhões de dólares que atrai um milhão e meio de aficcionados.
"Na Península Valdés (Patagônia argentina), mais de 200.000 turistas vêm ver as baleias entre junho e dezembro", contou Roxana Schteinbarg, diretora do Instituto de Conservação de Baleias de Buenos Aires. "Não há necessidade de matá-las para tirar proveito delas".
A maioria dos países da região acrescentou adotaram regras de observação.
Para se fazer ouvir, uma centena de operadoras latino-americanos e caribenhas apresentaram, por iniciativa da Argentina, uma declaração ante a CBI reivindicando a manutenção da moratória para a caça comercial, o respeito dos santuários baleeiros e a criação de um novo santuário no Atlântico Sul.
A Nova Zelândia, de onde se zarpa para ver as baleias azuis e cachalotes, "produz mais de 80 milhões de dólares" com a atividade, disse Karena Lyons, membro da delegação. "Isto garante ganho máximo para as comunidades locais e um impacto mínimo para as baleias".
Na quinta-feira, a CBI deu sua autorização para um plano estratégico quinquenal sobre a observação das baleias, cujo objetivo será enquadrar o desenvolvimento desta atividade e reduzir os impactos sobre os cetáceos.
"O plano quinquenal", segundo Vincent Ridoux, especialista francês do comitê científico da CBI, "deve permitir avaliar as moléstias causadas nos diferentes locais e os impactos do acúmulo destas moléstias".
Também deve ajudar os pequenos Estados a se dotarem das melhores condições possíveis. No Caribe, a República Dominicana, com 25.000 turistas embarcados por temporada, é a melhor situada.
Os países do Pacífico também são grandes solicitantes e mais de uma dezena deles criaram santuários baleeiros.
"Esta poderia ser uma atividade multimilionária", disse Sue Taei, do Pew Environment Group de Samoa.
"Mas, em Fiji, não há observação de baleias e em Tonga, os barcos fazem fila porque não há suficientes cetáceos devido à caça ilegal e intensiva dirigida pelos russos".

Fonte: AFP | 25/06/10

Mott MacDonald is best technical adviser in PPPs Projects

Mott MacDonald has once again clinched the prestigious Best Technical Adviser Award at this year’s Public Private Finance (PPF) Awards.
This is the fifth time in six years – and the fourth consecutive year – that Mott MacDonald has won this accolade.
A panel of some of the most respected and experienced professionals from the public and private sectors judged the awards.
They highlighted the 20 UK projects worth around £9 billion that Mott MacDonald brought to financial close over the last 12 months.
The company’s global success was noted which last year extended to 75 overseas assignments – including 16 financial closes – in 33 countries.
Mott MacDonald’s Infrastructure Finance Director, Majid Haquani said, “The award reflects our outstanding contribution to the forward progress of public private partnerships and confirms our commanding position in this sector as recently highlighted by Infrastructure Journal magazine, which named Mott MacDonald the world’s leading PFI technical adviser.”
At the same event, Mott MacDonald celebrated further success as Newcastle City Library won the Best Community/User Involvement in a Project Award.
The library was part of the £40 million Newcastle Libraries PFI Project, the largest library PFI undertaken in the UK.
Following extensive consultation with the community and library users, the Kajima Consortium delivered a library designed for all sectors of society.
Mott MacDonald provided full civil and structural engineering design services for the consortium.
The judges praised the local community engagement that took place throughout the project. This has enabled it to quickly exceed its target of attracting one million visitors during its first year.
Mott MacDonald’s expertise on a $7.6 billion portfolio of social infrastructure public private partnership (PPP) projects, places it well ahead of its competitors in the ranking tables.
Mott MacDonald’s success is a result of its team of 150 plus project finance specialists working across its wide-ranging portfolio of project finance schemes. The company provides technical support in all infrastructure sectors, lending expertise on major projects including defence, housing schemes, oils and gas, public buildings, renewables, roads and rail, hospitals, schools telecommunications, water and waste water programmes, and municipal waste.

Fonte: Voltimum - 25/06/10

Governo grego nega que país venderá ilhas para pagar dívida

RIO - O governo grego negou categoricamente nesta sexta-feira que o país esteja buscando vender algumas de suas ilhas para reduzir seu déficit orçamentário , conforme informa o site do Walll Street Journal.
Nesta sexta-feira o jornal britânico 'The Guardian' informara inclusive que a área em Mykonos, um dos principais destinos turísticos do país seria um dos locais à venda

Mais cedo, o diário britânico 'The Guardian' publicou um artigo dizendo que a Grécia iria 'facilitar o sonho de ricos e famosos' através da preparação para vender, ou oferecer concessões a longo prazo de algumas de suas 6 mil ilhas ensolaradas, em uma tentativa de reembolsar suas dívidas estrondosas.

"O governo grego não tem qualquer envolvimento com venda de terrenos nas ilhas gregas ... essas transações ocorrem entre partes privadas, o que não é nenhuma novidade", disse o porta-voz do governo George Petalotis, em comunicado.

"A informação de que o Governo grego está negociando com os russos e os investidores chineses para vender terrenos na ilha de Rodes, também é igualmente enganosa", disse o porta-voz do governo.

Sobre a questão da venda da ilha de Nafsika, o porta-voz admitiu que estava à venda, mas sublinhou que é propriedade privada e já estava no mercado há algum tempo.

Petalotis disse, em vários pontos de seu comunicado, que o relatório era "um insulto", "falso" e "inflamatório" e apelou o 'The Guardian' jornal, com sede em Londres, para publicar sua resposta e retirar imediatamente o artigo anterior.

Fonte: O Globo, com imprensa internacional - 25/06/10

Administradores do Camelódromo buscam inspiração mineira em Porto Alegre

A administração do Shopping do Porto, mais conhecido como Camelódromo da Capital, sai a campo numa incursão por dois dias pelo Shopping Oiapoque, em Belo Horizonte.
O centro popular de compras mineiro é o mais bem sucedido do País.

O objetivo, segundo a diretora de Marketing do Shopping do Porto, Elaine Deboni, é conhecer o mix de produtos oferecidos pelo Shopping Oiapoque, conhecido também como Shopping Oi, e o projeto que o consolidou como um dos mais movimentados da capital mineira, com mais de 30 mil pessoas circulando por dia.

“O Oi é considerado um case de sucesso no contexto de parcerias público-privadas (PPPs).
Queremos saber da evolução do projeto e buscar boas ideias que contribuam para executarmos melhorias no Shopping do Porto”, justifica Elaine.

Fonte: Jornal do Comércio - RS - 25/06/10

Caixa lança plano para atender municípios nordestinos atingidos pela chuva

Brasília - A Caixa Econômica Federal lançou o plano Ação Integrada para atender os cidadãos, as famílias, o setor produtivo e o poder público dos municípios em estado de calamidade ou situação de emergência em Alagoas e Pernambuco.
Segundo a instituição, além da abertura de conta para recebimento de doações e da constituição de comissão técnica para diagnosticar os problemas nos municípios e apoiá-los, estão previstas medidas como a criação de força-tarefa com horário estendido e em dias não úteis para informações gerais, liberação e pagamento do FGTS, indenizações de sinistros.
Também haverá reforço das equipes nas agências; informações diferenciadas no SAC Caixa (0800 726 0101) específico para regiões atingidas; reforço do quadro de engenheiros e analistas para agilização dos procedimentos técnicos, entre outras medidas.
A Caixa destinará linhas de crédito habitacional e comercial em condições diferenciadas para pessoas físicas, empresas e setor público; abrirá financiamento de material de construção, por meio do Construcard Caixa para imóveis rurais, com carência de até seis meses na contratação de financiamento habitacional com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.
Já o crédito comercial parcelado poderá ter taxa de juros e prazos diferenciados, além de flexibilização de carência.
Estão previstas ações de arrecadação de donativos (nas agências, unidades lotéricas e correspondentes CAIXA Aqui) e abertura de conta específica em nome do poder público com opção de doação automática no autoatendimento, além de isenção da tarifa de reemissão de CPF.
Outras informações para doação estarão disponíveis pelo telefone 0800 726 0101.
As contas abertas para recebimento de doações são 2735.006.00000955-6 - SOS ALAGOAS e 1294.006.2010-0 - SOS PERNAMBUCO.

Fonte: Da Agência Brasil - 25/06/10

UNITAU entrega primeira etapa do restauro do Solar da Viscondessa em Taubaté/SP

A Universidade de Taubaté (UNITAU) apresentou a toda comunidade, nesta quarta-feira, dia 23 de junho, a primeira fase do projeto de restauro do Solar da Viscondessa do Tremembé, um dos patrimônios históricos mais importantes de Taubaté.
Acerimônia foi realizada no próprio Solar e contou com a presença de autoridades do município de Taubaté para o descerramento da placa inaugural.
O Solar, tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico e Turístico) desde 1985, apresenta um passado repleto de acontecimentos relacionados a importantes períodos da história de Taubaté e do Vale do Paraíba,
desde o ciclo do café, passando pelo início da industrialização, até a fase urbana e universitária, quando passou a integrar o patrimônio da UNITAU, tendo sediado a Reitoria e o Departamento e a Clínica de Psicologia da Instituição.
Com a entrega da primeira fase de restauros, que durou três anos e consumiu R$ 170 mil, o Casarão volta a sediar o Centro de Documentação e Pesquisa Histórica (CDPH) da Universidade (queficou no local de 1990 a 2007) e passa a abrigar uma galeria de
arte a galeria da Viscondessa, um espaço que tem o objetivo de incentivar e de difundir a cultura taubateana nas suas mais variadas expressões.

AMBIENTAÇÃO
– A solenidade de entrega da primeira etapa das obras de restauro do Solar da Viscondessa contou com uma série
de atrações que têm o intuito de proporcionar aos convidados momentos de imersão na história do Solar.
Entre os destaques da programação estão a aromatização dos ambientes com café, em referência ao período em que o Solar foi construído, e projeções no interior da casa com imagens que retratam as diversas fases históricas vivenciadas pelo casarão ao longo dos anos, além de painéis de cetim que apresentarão ao público como ficarão os afrescos das paredes do primeiro andar do Solar após a conclusãodas obras.
A solenidade contou, ainda, com a apresentação de violino da Escola Municipal de Música Maestro Fêgo Camargo, com repertório composto por obras dos séculos 19 e 20, e visita monitorada às dependências do Casarão.

ROTEIROS CULTURAIS
– Durante a solenidade de entrega da primeira etapa das obras do Solar, a UNITAU também lançou o Projeto Roteiros Culturais, que apresenta diversas opções de percursos abertos à visitação e que explicam o desenvolvimento
do Vale do Paraíba a partir de construções históricas e de manifestações culturais da região, como o Edifício Felix Guisard, a Capela Nossa Senhora do Pilar, o Teatro Metrópole, as Vilas Operárias e as Fazendas Históricas.
O Projeto tem os objetivos de
difundir e de valorizar a rica cultura histórica do município e do Vale de Paraíba.
Todos os pontos de visitação catalogados pelo Projeto Roteiros Culturais serão disponibilizados no site www.unitau.br/restau e os interessados poderão utilizar as sugestões como um guia para montar seus próprios percursos.
O site também apresentará fotos e dados sobre a importância histórica e as características de cada local sugerido, além de informações sobre o Projeto.

PROJETO RESTAU
– Uma das únicas universidades do Estado de São Paulo a realizar projetos de restauração, a UNITAU tem como uma de suas políticas a preservação do patrimônio histórico e cultural de Taubaté e do Vale do Paraíba.
O restauro do Solar da Viscondessa integra as ações do Projeto Restau, desenvolvido pela Universidade desde 2007 com a finalidade de restaurar prédios de importância histórica do município, como o antigo Colégio do Bom Conselho.
Entregue à população no final de 2008, o antigo Colégio atualmente abriga os departamentos de Medicina, de Psicologia e de Enfermagem e integra o complexo do Bom Conselho, unidade da UNITAU que reúne cursos na área de Biociências.
O projeto da UNITAU é reconhecido pelo Ministério da Cultura como referência regional para restauração de prédios históricos.
Coordenado pela Profa. Dra. Maria Dolores Alves Cocco, do Departamento de Arquitetura da UNITAU, o Projeto Restau conta com a participação de alunos de Arquitetura e Urbanismo da Universidade, que integram a equipe de restauro e participam de atividades que vão da pesquisa histórica e de materiais à execução de ações de restauração de prédios.
Todas as informações sobre o Projeto Restau e sobre a restauração do Solarda Viscondessa poderão ser encontradas no site www.unitau.br/restau

Fonte: Arquitetonline - 25/06/10

Agrale desenvolve ônibus híbrido no Brasil

Enquanto o governo ainda está dividido em relação a um programa de incentivo aos veículos elétricos ou híbridos, a Agrale, empresa 100% brasileira que produz veículos comerciais, chassi para caminhões, ônibus e tratores, apresentou ontem um ônibus com tecnologia híbrida desenvolvida no País.
Se houver demanda, a empresa pode iniciar as vendas em 2011.
Chamado de Hybridus, o veículo é elétrico e a diesel, mas, ao contrário de algumas soluções já existentes no mercado internacional, o diesel não move o motor, apenas gera a energia para o motor elétrico.
O Hybridus não tem bateria, equipamento pesado e com autonomia limitada, informa Ubirajara Choairi, gerente nacional de vendas de veículos da Agrale.
O veículo utiliza sistema importado da Siemens alemã, com um ultracapacitor, equipamento que substitui a bateria, é mais leve, tem vida útil mais longa e é mais barato.
"A redução em consumo é de 30% em relação a um veículo totalmente a diesel e as emissões diminuem na mesma proporção", afirma Choairi.
O custo do ônibus, hoje, seria de cerca de R$ 600 mil (US$ 333,3 mil), o dobro do preço de um convencional.
"Sem incentivos governamentais não é viável", admite Silvan Antônio Poloni, gerente regional de vendas da Agrale.
Só o sistema importado da Alemanha, chamado de Elfa, representa cerca de 35% do custo do Hybridus. Antonio Claudino, gerente de marketing da Siemens no Brasil, diz que a fábrica do grupo em Jundiaí (SP) tem condições de produzir o sistema.
"Uma demanda de aproximadamente mil ônibus por ano permitirá a produção local, seguramente", afirma.
Há outras experiências de ônibus híbridos no Brasil, uma delas da Eletra, de São Bernardo do Campo (SP).
Desde 2005, uma pequena frota circula no município e em São Paulo.
Segundo a empresa, o veículo pode ser comparado a um trólebus, mas em vez de usar energia da rede elétrica gera a própria energia a bordo.
O Eletra pode ser abastecido com dies
el, álcool, gasolina ou gás para produzir energia por meio de um motor gerador.
O motor elétrico é responsável pela tração nas rodas.
A Scania, de São Bernardo do Campo, testa ônibus movidos a etanol e a Mercedes-Benz, com fábrica no mesmo município, iniciou testes com ônibus movido a etanol feito de cana.

Fonte: O Estado de S. Paulo - 25/06/10

Justiça alemã declara legal o suicídio assistido

Corte inocentou advogado que aconselhara cliente a interromper alimentação da mãe em coma

A mais alta corte criminal da Alemanha emitiu uma sentença histórica nesta sexta-feira, 25, legalizando o suicídio assistido nos casos em que a morte ocorre com base em um pedido prévio do paciente.
A decisão veio quando a corte derrubou a condenação de um advogado que havia aconselhado sua cliente, em 2007, a interromper a alimentação artificial da mãe, que se encontrava em coma há anos.
Uma instância inferior havia condenado o advogado Wolfgang Putz por tentativa de homicídio e ele tinha recebido uma sentença suspensa de nove meses de prisão.
A corte federal determinou que a mulher, de 71 anos, havia dito em 2002, antes de entrar em coma, que não gostaria de ser mantida viva nesse tipo de circunstância.
A ministra da Justiça da Alemanha, Sabine Leutheusser-Schnarrenberger, saudou a decisão, como um passo importante no respeito às escolhas do indivíduo.
"Não pode haver tratamento forçado contra a vontade da pessoa", disse ela, em nota.
"Trata-se do direito à autodeterminação e, portanto, uma questão de uma vida com dignidade humana até o fim".
A Alemanha havia tomado medidas para clarificar a situação legal do suicídio assistido no ano passado.
O Parlamento aprovou uma lei que tornou obrigatório o cumprimento pelos médicos dos desejos expressos pelos pacientes sobre o uso de tratamentos de prolongamento da vida após acidentes ou em caso de doença terminal.
Mas a decisão judicial desta sexta legaliza a prestação de auxílio para pôr fim à vida de uma pessoa, além de simplesmente deixá-la morrer.
No caso em consideração, a mulher de 71 anos entrou em coma depois e sofrer uma hemorragia cerebral, em outubro de 2002.
Confinada a uma casa de repouso, ela foi alimentada por tubos por cinco anos.
"Uma melhora em seu estado de saúde não era mais esperado", disse a decisão judicial. Mas a casa de repouso recusou-se a deixar a mulher morrer.
No fim, a filha da mulher cortou o tubo de alimentação, depois de ser aconselhada pelo advogado, com o próprio advogado e o irmão como testemunhas.
Os médicos reinstalaram o tubo, mas a mulher morreu duas semanas mais tarde, "de causas naturais", disse o tribunal.
O tribunal de primeira instância absolveu a mulher, porque ela estava seguindo o conselho do advogado, mas ele acabou condenado.
Os nomes da mulher idosa e da filha não foram divulgados.

Fonte: Associated Press - 25/06/10

Tarifas dos bancos têm diferenças de até 275%

As tarifas cobradas pelos principais bancos do País podem apresentar diferenças de até 275%, dependendo do serviço

As tarifas cobradas pelos principais bancos do País podem apresentar diferenças de até 275%, dependendo do serviço.
É o que revela pesquisa divulgada hoje pela Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP), com dados de maio deste ano.
Na comparação entre pacotes padronizados, que incluem um conjunto de serviços bancários básicos, a diferença de tarifa entre as instituições pode chegar a 90,48%. De acordo com o levantamento, realizado em nove bancos (Itaú e Unibanco, na prática, já cobram as mesmas tarifas), a diferença de 275% aparece no serviço de cheque de transferência bancária: enquanto o Itaú Unibanco cobra R$ 0,40, Banco do Brasil (BB), Real, Safra e Santander cobram R$ 1,50.
Já o fornecimento de extrato mensal de conta corrente e poupança custa R$ 1,45 no Banco do Brasil e no Bradesco, enquanto o HSBC cobra R$ 4,30 (diferença de 196,55%). Nos pacotes padronizados, o maior preço é cobrado pelo banco Safra: R$ 20 por mês. Este valor é 90,48% maior que o do Itaú Unibanco, que cobra R$ 10,50.
Segundo o Procon-SP, o valor médio dos pacotes padronizados é de R$ 14,90.
Os demais pacotes que aparecem na pesquisa são do BB (R$ 13), do Bradesco (R$ 14,50), da Caixa Econômica Federal (R$ 15), do HSBC (R$ 17), da Nossa Caixa (R$ 12,50), do Real (R$ 18) e do Santander (R$ 18).
Por determinação do Banco Central (BC), o pacote padronizado inclui serviços de cadastro para abertura de conta, oito saques por mês, quatro extratos mensais, dois extratos referentes ao mês imediatamente anterior e quatro transferências mensais entre contas na própria instituição.
Para realizar a pesquisa, o Procon-SP considerou a existência de um cliente que utiliza regularmente os principais serviços necessários para movimentação e controle de sua conta corrente.
Mais baratos. Apesar das diferenças, os pacotes padronizados ficaram mais baratos nos últimos 12 meses. Segundo levantamento do Procon, os preços caíram até 34,09% de abril do ano passado a maio deste ano.
Foi o caso do pacote do Bradesco, que caiu de R$ 22 para R$ 14,50 no período, uma economia de R$ 7,50 por mês. Em um ano, de R$ 90.
Todos os bancos reduziram os preços, exceto a Caixa, que manteve o valor.
O comportamento se deve à retirada de uma taxa, classificada como "renovação de cadastro", dos serviços oferecidos pelo pacote.
A partir de setembro de 2009, ela foi considerada como serviço prioritário pelo Banco Central e passou a não ser cobrada pelos bancos.
Por ela, o Banco do Brasil cobrava duas vezes por ano, de modo avulso, R$ 30, enquanto o Bradesco cobrava R$ 25. O Banco Safra chegou a cobrar R$ 50.
O Banco do Brasil confirma que a retirada da tarifa reduziu o preço do pacote, enquanto o Grupo Santander cita a diminuição de custos operacionais.
Os outros bancos não responderam à questão.
Se não fosse pela retirada da tarifa, Valéria Rodrigues Garcia, diretora de estudos e pesquisas do Procon, diz que os preços dos pacotes poderiam ser maiores. Isso porque, dos nove bancos pesquisados, apenas três - Real, Santander e Safra - tiveram mais reduções de tarifas avulsas do que aumentos.
Além disso, quando os bancos aumentam tarifas, a variação é maior.
As reduções, principalmente em transferências de DOC/TED e cadastro para início de relacionamento, foram de até 43%, enquanto os aumentos foram maiores, de até 53,85%. "Isso indica que o consumidor precisa ter cautela, já que, caso ele exceda o uso dos serviços do pacote no mês, pode pagar preços mais altos pelas tarifas avulsas", explica Valéria.
Para economizar, além de calibrar a contratação do pacote conforme uso (se o cliente passou a utilizar mais serviços no banco, pode ser a hora de trocar de pacote), o professor de finanças da USP Keyler Carvalho Rocha lembra que o preço do produto pode ser negociado de acordo com o relacionamento com o banco.
"Ter uma conta antiga, aplicações no banco, como fundos; utilizar cartão de crédito e efetuar pagamentos em débito automático podem significar descontos em tarifas do banco e até isenção - ou seja, o cliente pode não pagar nada pelos serviços do pacote", diz Carvalho Rocha.

Fonte: AE | 25/06/10

Nota do Editor:
Ainda falam que a auto-regulação vai resolver esse e outros problemas desses sanguessugas da economia popular é para rir dessa afirmação.

Vilarejo na Nova Zelândia está à venda com pub e 40 habitantes

Além de pub, comprador leva hotel, escola, estação de trem, sede da prefeitura e 18 casas

Executivos estressados de centros urbanos que estão querendo fugir de tudo isso têm a chance de comprar seu próprio vilarejo na Nova Zelândia, uma cidadezinha completa com um pub e uma população de 40 habitantes.

Otira, um pequeno vilarejo na chuvosa costa oeste da Ilha do Sul da Nova Zelândia, está à venda por 1 milhão de dólares neozelandeses (US$ 715 mil).
Os atuais donos Bill e Christine Hennah compraram o vilarejo decadente em 1998 depois de passarem no local e "sentirem pena dele", disse o jornal de Christchurch The Press na sexta-feira.
Eles pagaram 80 mil dólares neozelandeses (US$ 56 mil) pelo hotel ou pub, escola, estação de trem, sede da prefeitura e 18 casas que constituíam a aldeia próxima ao parque nacional de Arthur's Pass e datado em 1923.
Ovilarejo se desenvolveu quando o túnel ferroviário de Otira foi inaugurado e durante seu auge abrigou cerca de 600 trabalhadores e suas famílias.
Mas o casal, agora com 60 e poucos anos, diz que não tem mais energia para administrar o hotel.
Eles estão pedindo 350 mil dólares neozelandeses pelo hotel ou 1 milhão pelo conjunto todo.
"Precisamos de alguém para construí-lo de novo.
Existe muito potencial e oportunidade, disse Christine Hennah ao The Press.

Fonte: Reuters | 25/06/10

SCUT: ACP sugere imposto temporário sobre gasolineiras e concessionárias de auto-estradas em Portugal

O presidente do Automóvel Club de Portugal sugeriu hoje, sexta-feira, a criação de um imposto adicional temporário para as gasolineiras e concessionárias das auto-estradas, como meio de o Estado obter mais dinheiro em época de crise.

Carlos Barbosa salientou à Lusa que esta sugestão "é uma hipótese de [o Estado] ir buscar mais dinheiro. Agora não se pode é ir buscar mais dinheiro ao sector automóvel porque isso já é impossível", frisou.

Para o presidente do Automóvel Club de Portugal (ACP), a sugestão decorre da intenção do Governo de colocar portagens nas, até agora, autoestradas sem custos para o utilizador (SCUT), o que é "apenas um problema de dinheiro" e que resulta da necessidade de o Estado obter receitas extraordinárias.

"O Estado pensa que, através das três SCUT que inicialmente estavam previstas [portajar], vai buscar 160 milhões", e "mais dinheiro" se forem "as sete SCUT" a ganharem portagens.

Porém, se comerciantes e residentes na área destas autoestradas estiverem isentos de pagamento, como foi já proposto, "essa verba vai ser praticamente anulada e vai continuar o prejuízo das SCUT para o Estado, na ordem dos 500/600 milhões por ano", considerou Carlos Barbosa.

"O que propomos é que ,nestes dois anos de crise, haja um imposto adicional, quer às concessionárias, quer às gasolineiras", explicitou, lembrando que as concessionárias das autoestradas têm "um contrato com o Estado" no qual se determina "que quando não atingem resultados, de acordo com o que está previsto no contrato, o Estado tem de pagar".

"Ora se neste momento há um superavit das concessionárias em relação aos resultados previstos" é possível avançar com este imposto adicional "durante dois, três anos", aventou o presidente do ACP.

Esta proposta não foi feita formalmente a nenhuma entidade e, para o presidente do ACP, o centro da questão é que "as SCUT nunca deviam ter existido".

"Os milhões e milhões que o Estado gastou com as SCUT, mais o dinheiro que gastou e está a gastar com sistemas electrónicos de cobrança" se tivessem sido investidos em "estradas alternativas, que dessem mobilidade e segurança, as pessoas não tinham obviamente que ir pelas SCUT", concluiu Carlos Barbosa.

Fonte: Jornal de Notícias - PT - 25/06/10

Municípios têm até hoje para indicar bibliotecas que receberão telecentros

Hoje é o último dia para os municípios indicarem as bibliotecas públicas municipais que serão beneficiadas com novos telecentros comunitários. A iniciativa faz parte do Programa de Inclusão Digital do governo federal, que visa a diminuir o número de brasileiros sem acesso à internet.

Os telecentros serão instalados exclusivamente em bibliotecas públicas - e não em bibliotecas de escolas. Para cadastrar as bibliotecas do município, é preciso preencher o formulário disponível na página do Ministério das Comunicações na internet (www.mc.gov.br), no link Inclusão Digital – Telecentros Comunitários – Formulário/Bibliotecas/Cadastro.

A senha para fazer o cadastro é o número do ofício circular com todos os números, barras e letras - que foi enviado por Sedex para os gabinetes de todos os prefeitos do país.

Fonte: Da Agência Brasil - 25/05/10

Public-private partnerships could ease our growing pains in North Carolina/USA

From Allen Jones, member of the Institute for Emerging Issues Business Committee on Infrastructure and Senior Vice President of Business Development for Skanska USA Building Inc.:

We are out of options. Traditional ways of financing and delivering public infrastructure alone just aren't cutting it. We feel the strains daily, whether we are stuck in traffic or lamenting the mobile classrooms crowding the playing field at our children's school.

And it is only going to get worse. North Carolina is growing rapidly. Last year, 18 new residents came here every hour. We need to get ahead of this or we will forfeit the enviable quality of life for which we are known.

As our legislators struggle to balance the budget, one thing has become increasing clear: we must find new ways to pay for what we need.

The Institute for Emerging Issues recently convened the Business Committee on Infrastructure to explore the viability of public-private partnerships (or PPPs) to pay for the infrastructure we need.
The panel found that if PPPs are supported by a sound regulatory framework, sustainable revenue streams and well-informed partners, that they would be a valuable option for state and local entities seeking to design, build, finance, operate and maintain needed infrastructure.
In fact, they could be important tools for maintaining North Carolina's long-term competitiveness and quality of life.

The private sector can bring a host of resources to the table, including funds, innovation and efficiency. Reports and studies indicate that public-private partnerships can cut substantial time off project delivery time that we can be putting those roads, schools and public buildings to work to serve our growing population.

Virginia, has been using PPPs successfully for years to more efficiently develop infrastructure and achieve a better value for its taxpayers.
The state has over 100 public-private partnership projects either completed, proposed, or under review. V
irginia has effectively merged the resources of the public and private sectors to improve the quality of services provided to its citizens. Don't we want that here too?

Often PPPs are thought of as privatization of public spaces, leaving citizens anxious, but this is not the case.
PPPs are more like a long-term loan that the public sector pays back to the private sector over time but they can serve to free up public resources for other important projects.
In exchange for compensation and risk sharing, a private sector partner agrees to deliver facilities and services that have been, or could have been, provided by the public partner.

Public-private partnerships are not free money, nor are they a one-size fits all solution to our infrastructure challenges.
The public will still need to identify a sustainable revenue stream from some source in order to pay the private sector for its services and deliverables.

North Carolina does have some public-private partnerships in the works, such as the Mid-Currituck Bridge project, but navigating the PPP terrain is so unpredictable that it often negates any potential benefits.
A sound regulatory framework would create a more predictable path for project development, streamlining and standardizing the process.
This would also ensure greater accountability and transparency, addressing many common taxpayer concerns.

Fonte: The Charlotte Observer - 25/06/10

Grécia começa a colocar suas ilhas à venda para salvar economia

LONDRES - Numa tentativa desesperada de pagar as dívidas públicas e também impulsionado pela incapacidade de encontrar recursos para desenvolver infra-estrutura nas ilhas turísticas do país, o governo da Grécia decidiu vender ou alugar as ilhas gregas. A notícia foi veiculada pelo jornal britânico 'The Guardian'.

O jornal diz ter conhecimento de que uma área em Mykonos, um dos principais destinos turísticos da Grécia, é um dos locais de venda. A área é um terço de propriedade do governo, que está à procura de um comprador disposto a injetar capital e desenvolver um complexo turístico de luxo, de acordo com uma fonte próxima às negociações.

Para se ter uma ideia do preço, a ilha de Nafsika, no mar Jônico, está à venda por 15 milhões de euros, de cordo com o site "Private Islands". Outras, no entanto, podem ser vendidas por 2 milhões de euros, menos do que custa uma casa elegante em bairros londrinos de Chelsea ou Mayfair, diz o jornal.

De acordo com a matéria, a Grécia está disposta a vender ou a oferecer em regime de comodato por longo prazo algumas de suas 6 mil ilhas, famosas no mundo inteiro por serem consideradas verdadeiros paraísos.

Ainda segundo o jornal, não será difícil encontrar compradores. Milionários ao redor do mundo - incluindo, principalmente, os novos detentores de grandes fortunas na Russía e dirigentes de clubes de futebol ingleses.

Potenciais investidores interessados na ilha de Rodes são, em sua maioria, russos e chineses. Investidores de ambos os países estão à procura de um pouco do Mediterrâneo como destino de férias para as suas populações cada vez mais ricas.

Roman Abramovich, o bilionário dono do clube de futebol Chelsea, está entre aqueles que dizem-se interessados, embora um porta-voz tenha negado que ele esteja prestes a investir nos paraísos turisticos.

Fonte: O Globo - 25/06/10

Brasil vai jogar por Pernambuco

Técnico Dunga promete que a Seleção vai em busca da vitória também como uma forma de solidariedade às vítimas da tragédia das chuvas em Pernambuco


CBF/Divulgação

Durban - Apesar da distância do Brasil, do isolamento da concentração da Seleção na África do Sul e do foco na disputa da Copa do Mundo, Dunga não foi indiferente à tragédia causada pelas chuvas no estado. As cenas de destruição em várias cidades pernambucanas, e também alagoanas, chegaram ao conhecimento dos atletas, que têm consciência que uma boa apresentação da Seleção ainda é capaz de proporcionar minutos de alento a essa população, como mostrou o Diario no último domingo.
"Fica a nossa solidariedade ao povo de Pernambuco e Alagoas. Até conversamos sobre isso na concentração. Temos um carinho todo especial por Recife.
Sempre que a Seleção não andava muito bem das pernas jogávamos lá e recebiamos aquele calor, aquela demonstração de amor pela Seleção. Estamos torcendo e rezando para que as coisas melhorem", afirmou o comandante, lembrando da recepção em 2009, antes, durante e depois da partida que a Canarinha venceu o Paraguai por 2 x 1, em 10 de junho, no Arruda, pelasEliminatórias do Mundial.
Ontem, durante a entrevista coletiva organizada pela Fifa, Carlos Caetano Bledorn Verri esteve manso. No último contato com a imprensa antes do jogo desta sexta, contra Portugal, Dunga respondeu às perguntas em tom baixo.
Calmo, sereno e tranquilo, parecia anestesiado. Evitou provocações à imprensa, pediu desculpas à torcida não ao jornalista Alex Escobar pelos palavrões dirigidos publicamente ao profissional na entrevista após a vitória por 3 x 1 sobre a Costa do Marfim, e levantou bandeira branca. Pediu trégua.

"Vou falar uma única vez sobre esse assunto. Quero pedir desculpas ao torcedor brasileiro pela indevida forma como eu me comportei. Porque o torcedor que sempre tem me apoiado na Seleção Brasileira não tem nada a ver com os meus problemas pessoais. Ou com uma ou outra situação. E eu, como brasileiro, como todo torcedor, só quero trabalhar. Só quero que me deixem trabalhar. Então, eu peço desculpas ao torcedor brasileiro que não tem que saber de algumas coisas ou ouvir algum desabafo meu. Só tem que torcer pela Seleção Brasileira, ser feliz com o que a Seleção Brasileira faz. Só quero fazer o meu trabalho", desabafou.
Emocionado e com a voz embargada, Dunga quase foi às lágrimas ao comentar como tem acompanhado, de longe, o problema de saúde do pai, Edelceu, vítima do Mal de Alzheimer.
"Não é a primeira vez que ele está nesta situação desde que assumi a Seleção Brasileira.
Para mim, é só mais uma oportunidade de poder mostrar para o meu pai tudo o que ele me ensinou. Homem para ser homem tem que ter coerência, tem que ter dignidade, tem que ter transparência.
E saber pedir desculpas quando erra", completou o capitão do tetra.

Antes de deixar o auditório, Dunga citou a mãe, dona Maria, e pediu à torcida para que não lhe deixe só. "Mais do que sofrer ao lado do meu pai, ela me deu o maior exemplo de que o que estão fazendo com o filho dela não se faz com ser humano nenhum. Ela me ensinou a não largar nunca nada, levar até o final. Fizeram chacota de mim quando falei que elaé professora de história, e a história já demonstrou que temos que ter amor ao país. E temos que ser patriotas. Por mais que não gostemos, temos que ser patriotas", discursou.

O desabafo do técnico ocorreu cinco dias depois de um surto durante a coletiva da partida contra a Costa do Marfim. Dunga falava ao microfone quando interrompeu as declarações para discutir com o jornalista Alex Escobar, da TV Globo, que conversava ao celular. Transtornado, Dunga imaginou que o profissional estivesse falando dele. Falou palavrões no auditório do Estádio Soccer City e viu um contra-ataque da emissora no programa Fantástico, condenando a atitude inapropriada para o cargo.

Trabalho - Dunga pediu que o deixem trabalhar, e terá muito trabalho contra Portugal. O adversário de hoje não é mais o mesmo de 19 de novembro de 2008, humilhado por 6 x 2 pela Seleção Brasileira, na reinauguração do Estádio Bezerrão, no Gama. Orgulhosa de ter a melhor defesa do mundo, formada por Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos, a esquadra canarinha verá, hoje, uma inversão de papéis.
Portugal é quem tem a defesa mais forte.
Das 32 seleções que começaram a Copa, é quem menos sofreu gol nos últimos dez jogos apenas um, do camaronês Webo, em um amistoso.
Na Copa do Mundo, os lusitanos são os únicos que ainda não foram vazados.

Fonte: Super Esportes - 25/06/10

Congresso dos EUA alcança acordo sobre a reforma do sistema financeiro

Acordo deverá ser votado na terça e sancionado pelo presidente Obama.
Texto busca, entre outras coisas, uma reestruturação em Wall Street


O Congresso americano anunciou nesta sexta-feira (25) ter alcançado um acordo para uma reforma financeira depois de um longo debate. O acordo deverá agora ser votado na terça-feira e sancionado pelo presidente Barack Obama.

Depois de uma sessão de cerca de 20 horas, que se prolongou madrugada adentro, os delegados do Senado e da Câmara de Representantes chegaram a um acordo sobre a reforma financeira mais importante dos Estados Unidos desde a crise de 1929, que busca, entre outras coisas, uma reestruturação em Wall Street e uma transparência nas operações bancárias, para evitar outra crise financeira.

A reforma ainda precisa ganhar a aprovação de ambas as câmaras do Congresso antes que Obama possa sancioná-la, dando a Wall Street uma última chance de organizar seu exército de lobistas no Capitólio.
É esperada uma ação rápida do Parlamento, e a lei pode ir para assinatura de Obama até 4 de julho.

Mas a lei ficou realmente mais rígida na jornada que já dura anos pelos corredores do Congresso norte-americano.
Os democratas lideraram uma onda de irritação pública contra a indústria que se presenteava com bônus abundantes enquanto grande parte do país passava por dificuldades durante a profunda recessão causada por suas ações.

"Nós nos preocupamos sobre as grandes quantias de dinheiro.
Eu me preocupo com as grandes quantias de dinheiro que têm influência corruptiva, mas é tranquilizador saber que quando a opinião pública está engajada, ela ganha", disse o deputado democrata Barney Frank, que presidiu o painel.

A reforma mais abrangente das leis financeiras desde os anos 1930 pretende evitar a repetição da crise financeira de 2007-2009, que iniciou a recessão econômica e levou a resgates de gigantes financeiros com dinheiro público.
As instituições financeiras teriam de pagar US$ 19 bilhões para cobrir seus custos.

Os democratas correram para completar seu trabalho antes de Obama viajar nesta sexta-feira ao Canadá para a cúpula do G20.
O presidente poderá falar sobre a reforma como modelo para outros países, que tentam coordenar seus esforços para a reforma.

A aprovação da lei, amplamente esperada, também deve somar-se à reforma do sistema de saúde e dar ao Partido Democrata uma importante vitória legislativa antes das eleições parlamentares em novembro.

Fonte: Do G1, com AFP e Reuters - 25/06/10

Lucrar e expandir-se a meio da crise em Portugal

por ISADORA ATAÍDE

Produtos e serviços inovadores, modernos sistemas de gestão, aposta na pesquisa e expansão para o mercado externo explicam sucesso


A PEGOP (produção e distribuição de energia termoeléctrica), a Servilusa (serviços funerários) e a EID (sistemas de comunicação para a defesa) são as empresas portuguesas excelentes em 2010. Lucros, geração de emprego, autonomia financeira, crescimento do volume de negócios e da produtividade foram os critérios utilizados pela If 4 (Processamento de Informações) para seleccionar as empresas de excelência no ranking anual 1500 PME, promovido pela Controlinveste.

A PEGOP ultrapassou os 21 milhões de euros de facturação em 2009, o IRC esteve na ordem dos 1,3 milhão de euros com o total de 150 funcionários. A Servilusa atingiu os 22 milhões de euros em negócios, o IRC alcançou 1,5 milhão de euros e os colaboradores chegaram aos 310. A EID obteve 22 milhões de euros em volume de negócios, pagou mais de um milhão de euros em IRC numa equipa de 159 trabalhadores. Os números positivos face aos tempos austeros, quer para o negócio quer para a movimentação da economia nacional, reflectem planeamento estratégico, produtos e serviços inovadores, tácticas modernas de gestão e a aposta no mercado externo.

Central do Pego ilumina Portugal

Com activos da ordem de 11 milhões de euros, com uma produção anual de cinco milhões de MWh (megawatt/hora), que representam 11% da energia eléctrica consumida em Portugal, a PEGOP nasceu em 1993 e resulta da transferência da propriedade da Central Termoeléctrica do Pego da EDP para a Tejo Energia. O grupo tem como accionistas a International Power (inglesa, com 50% do capital), a Endesa (espanhola, com 38,9%) e a EDP (11,1%). As empresas inglesa e espanhola são as proprietárias da PEGOP, cada uma com 50% das acções.

Até ao ano passado, o único cliente da empresa era a REN. Entretanto, a PEGOP passou a trabalhar para a Elecgas (também detida pela International Power e Endesa), detentora da Central de Ciclo Combinado do Pego, que funcionará a gás natural e tem o início das suas operações previstas para o fim deste ano. A empresa busca a excelência em relação às normas de produção ambiental e é certificada desde 1997 pela ISO 14 001. Entre os novos projectos da empresa está a KTEJO, que estuda a viabilidade de captura e armazenamento de CO2 em formações geológicas na Central do Pego. O objectivo é atender as exigências impostas pela UE em relação às emissões de CO2.

Preparados para todas as crenças

Agências funerárias portuguesas centenárias estão na origem da Servilusa. Produtos inovadores, como as urnas biodegradáveis e a tanatopraxia (conservação temporária do corpo), fazem parte do catálogo de serviços introduzidos pelo grupo no mercado português e que lhe deram a maior fatia do negócio: 5500 cerimónias fúnebres por ano.

Cinquenta e uma lojas espalhadas de norte a sul do País, sete centros operacionais e outros sete centros funerários são a base de um negócio que em 2009 alcançou os 7,1 milhões de euros de lucro. A aposta na tecnologia e na qualificação profissional está entre as prioridades. "Cada cerimónia envolve o mínimo de oito pessoas e pode chegar a 25, planeamos cada passo do serviço. Os nossos técnicos recebem no mínimo 80 horas de formação, que incluem preparação psicocomportamental. Também é preciso conhecer as práticas funerárias das diversas crenças, pois realizamos serviços para as comunidades cristãs, judaicas, muçulmanas ou ismaelitas", sublinha António Ramos, director operacional.

Entre as opções estratégicas da empresa está a não prospecção directa dos clientes, "que é proibida por lei e tem sido denunciada pela Servilusa", ressalta Paulo Carreira, director comercial. Protocolos com instituições privadas e a criação de uma linha verde que funciona 24 horas num call center com 13 funcionários preparados para atender em múltiplos idiomas, do português ao russo, foram a opção.

Para qualificar o espaço de realização dos serviços funerários, a Servilusa estabeleceu convénios com o Patriarcado e responsabilizou-se pelos custos de reestruturação de capelas e de criação de centros funerários, a exemplo de Santa Joana Princesa e da Basílica da Estrela. Serviços como a manutenção de jazigos e exumações fazem parte do rol de actividades. Na óptica da responsabilidade social, desenvolveu um sistema de crédito sem taxa de juro.

A Servilusa é certificada pela gestão, pelos serviços funerários, pelo ambiente e pela responsabilidade social. O segredo da excelência para António Balha e Melo, director-geral da Servilusa, está em centrar as suas acções na dignidade humana. "A nossa missão é realizar cerimónias fúnebres dignas e humanas de modo a sermos uma referência nacional na prestação de serviços funerários. As pessoas estão no centro da nossa actividade e queremos atendê-las do melhor modo num momento único e complexo. Hoje somos um paradigma para o sector funerário, mas são as pessoas que nos motivam para amanhã sermos melhores do que ontem", afirma.


Supremacia tecnológica

Sistemas de comunicação para a defesa em terra e mar e entre homens e máquinas é o negócio de excelência da EID. Para 2010 e 2011, a empresa já tem em carteira 43,8 milhões de euros. Líder nacional em equipamentos e sistemas de comunicação de defesa para a Marinha e Exército, a EID está a expandir-se para o mercado internacional. Já inclui clientes como os Emirados Árabes Unidos, o Brasil e a Holanda e tem como meta duplicar o facturação até 2014.

A EID nasceu do departamento de investigação e desenvolvimento da Central Electrónica, que sob o patrocínio do Ministério da Defesa autonomizou-se como sociedade anónima com capital público e privado em 1983. Em 1996, com a remodelação da indústria de defesa nacional, a Empordef (Empresa Portuguesa de Defesa) tornou-se sócia maioritária, com 38,6% do capital. O grupo Efacec já detinha 27,2% da empresa e a alemã Rohde & Schwarz entrou no negócio em 2000 com uma participação de 29,7%.

Os clientes finais da EID são os Estados, o que significa que todos os contratos passam por disputados concursos internacionais em que a supremacia tecnológica conjugada com o preço são factores decisivos. Participa nos concursos directamente ou por subcontratação. Num mercado altamente especializado, que envolve certificações fechadas e parâmetros secretos da NATO, o investimento em pesquisa é obrigatório e a empresa dedica 15% da facturação à investigação. Participar em feiras internacionais e abordar os clientes através dos engenheiros especializados são outras das estratégias da empresa. A electrónica, a comunicação e a engenharia, aliadas a práticas inovadoras de gestão, são o alicerce da EID.

Fonte: Diário de Negócios - PT - 25/06/10

Sem Morumbi, urbanistas debatem opções de São Paulo para a Copa

Guarulhos, Itaquera, Luz, Pirituba e o próprio Morumbi estão entre as alternativas

Nakano, Bottura, Wilheim, Rolnik, Malta e Sales: opções para São Paulo

Depois do veto da Fifa ao estádio do Morumbi, o Portal 2014 foi ouvir a opinião de alguns dos principais urbanistas brasileiros sobre as possíveis alternativas de arenas para sediar os jogos da Copa de 2014. As opiniões - é claro - divergem, mas todos defendem arenas que tragam benefícios permanentes à cidade de São Paulo. Entre as alternativas estão Pirituba, Guarulhos, Itaquera, a região da Luz, e o próprio Morumbi. Leia os depoimentos de Jorge Wilheim, Cândido Malta, Raquel Rolnik, Kazuo Nakano, Luiz Celio Bottura e Pedro Sales.


Raquel Rolnik: "Vamos exigir da Fifa que aceite o Morumbi"
Para ela, o Morumbi pode sim atender ao caderno de encargos da Fifa. Assim, não é de uma nova arena que a cidade está precisando. "Nós, como cidadãos, temos de exigir que a Fifa aceite a proposta original de reforma do Morumbi, que atende plenamente ao caderno de encargos", defende a arquiteta e urbanista.
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Jorge Wilheim: "Morumbi ainda é o melhor para SP"
"O Morumbi ainda é a melhor opção de estádio para a cidade de São Paulo." Quanto ao veto da Fifa, ele esclarece: "Isto, claro, se pararmos de falar na abertura da Copa. O primeiro jogo poderia, por que não?, ficar para o Maracanã, que está mesmo sendo preparado para a final do Mundial".
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Kazuo Nakano: Estádio em área consolidada
"Uma área interna da cidade, com mais infraestrutura, seria melhor do que, por exemplo, em Pirituba. A construção de um estádio em Pirituba, em princípio não é má ideia porque está em um vetor de expansão que se reforça, por conta do eixo que leva a Campinas. Mas trabalhar mais próximo a áreas consolidadas ainda é melhor."
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"Não vale a pena!", diz Pedro Sales
"A cidade não pode sujeitar-se a atender às condições absurdas impostas pela Fifa, e despender recursos altíssimos, só para que um estádio sedie umas cinco partidas da Copa".
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Bottura propõe uma arena na região da Luz
Para Luiz Celio Bottura, entre as opções aventadas para São Paulo sediar a Copa 2014, aquela que garante a certeza de dar certo ainda é o Morumbi. "É a solução mais econômica e rápida de ser executada. E o problema do acesso poderia ser solucionado, caso a prefeitura fizesse mesmo a ligação da região por metrô", ressalta.
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Cândido Malta defende um novo estádio em Itaquera
Considerando o veto ao Morumbi, e as mesmas regras da Fifa valendo para impedir também o Palestra Itália e o Pacaembu, o urbanista Cândido Malta não vê outra saída senão a construção de um novo estádio. "O melhor seria construir o estádio do Corínthians em Itaquera [zona leste], no terreno cedido pela prefeitura ao clube nos anos 70", sustenta.
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Fonte: Portal da Copa 2014 - 25/06/10

SENAI oferece curso de manutenção de motos no Agreste de Pernambuco

Caruaru tem mais de 30 mil motos em circulação, e uma demanda crescente por manutenção veicular.
Para formar mão-de-obra capaz de oferecer o serviço, a escola técnica do SENAI no município promove, de 20 a 29 de julho, curso de mecânica de motocicletas.
As inscrições podem ser feitas na unidade.
Mais informações pelo telefone (81) 3721-2675.

Desde o ano passado, o SENAI Caruaru também realiza treinamento em eletricidade de motocicletas.
Para a realização dos cursos, foram comprados seis veículos, com diferentes tipos de motor.
As capacitações são oferecidas, ainda, nas unidades de Santo Amaro e Petrolina.

FROTA - De acordo com o Detran Pernambuco, circulam em Caruaru 30.141 motocicletas.
O município é o terceiro do Estado com a maior frota de motos, perdendo apenas para o Recife e Jaboatão dos Guararapes.

Fonte: FIEPE - 25/06/10

Arenas do Pina e São Lourenço viram ponto de solidariedade nesta sexta em Recife

A Seleção brasileira entra em campo, nesta sexta-feira (25), às 11h, contra Portugal; os milhares de torcedores esperados nas arenas poderão fazer doações para vítimas da chuva no Estado

A Seleção brasileira entra em campo, nesta sexta-feira (25), às 11h, com transmissão da Globo, já classificada para a próxima fase da Copa do Mundo. Mas todos querem comemorar a vitória do Brasil. Milhares de torcedores são esperados na arena montada no centro da cidade de São Lourenço da Mata. E este vai ser o jogo da solidariedade.

Toda a estrutura da arena montada no centro de São Lourenço, na Região Metropolitana do Recife, já está toda pronta. Quem vier torcer para a Seleção também poderá ajudar as vítimas das enchentes em Pernambuco fazendo doações de alimentos e água potável. “Recebimento será feito pelos nossos funcionários e policiais militares, que repassarão os donativos para a Defesa Civil do nosso município”, disse o secretário de Governo e Segurança Comunitária, Maciel Rogério.

Alimentos não-perecíveis, água mineral, roupas, colchões, cobertores e remédios estão entre os itens de maior necessidade. Não será arrecadado dinheiro no local.

O placo montado na Arena receberá shows de Luará, Patusco, Bichinha Arrumada e Mel com Terra. É esperado um público de aproximadamente 10 mil pessoas.

PINA

Tem outra arena que também recebe milhares de pessoas nos dias de jogo do Brasil.
É na praia do Pina, Zona Sul do Recife.
O Comitê Ecumênico de Apoio às Vítimas das Chuvas em Pernambuco estará com um caminhão, das 8h às 17h, na avenida Boa Viagem, imediações do Recife Praia Hotel, ao lado do Restaurante Boi Preto, arrecadando donativos.

“Além da solidariedade, o clima também será de festa. Almir Rouche esquenta a galera antes da partida, às 9h30. Depois, sobem ao palco o Grupo Molejo e Magnatas do Forró, já que estamos no período junino”, explicou o coordenador da Arena do Pina, Antônio Bernardi. No polo Tenda, a animação fica por conta de Patusco, Molejo e Sambstar.

QUARTEL

As doações no Quartel do Derby podem ser feitas das 9h às 17h.
“Quem quiser se voluntariar, venha ao Quartel para se cadastrar, que nós iremos direcionar para as áreas que estão precisando”, explicou o assessor de Comunicação da Polícia Militar de Pernambuco, major Sérgio Rodrigues.

Fonte: Da Redação do pe360graus.com - 25/06/10

Farmais desembarca no Nordeste

Rede controlada pelo BTG Pactual, do bilionário banqueiro André Esteves, assume pontos comerciais da Farmácia dos Pobres

A Farmais, empresa controlada pelo BTG Pactual que administra a maior rede de farmácias em sistema de franquias do Brasil, está desembarcando no Nordeste.
Foto: Divulgação

Rede Farmais, controlada pelo BTG Pactual: aposta do banqueiro André Esteves na economia "real"

A rede finaliza a compra de oito lojas da Farmácia dos Pobres, uma das redes mais tradicionais da região, que está em recuperação judicial. A loja mais antiga da Farmácia dos Pobres foi fundada no Recife em 1876 como Pharmácia dos Pobres.

A operação inclui apenas os pontos comerciais da rede em Pernambuco e na Paraíba, excluindo a antiga marca. Procurada, a assessoria de imprensa do BTG Pactual disse que não comentaria o assunto.

A intenção é que os estabelecimentos passem a utilizar a bandeira Farmais, segundo disseram ao iG pessoas a par da negociação. A venda das oito lojas já foi autorizada pela Justiça de Pernambuco para abater a dívida no processo de recuperação da N Landim Comércio, razão social que controla a marca Farmácia dos Pobres.

A Farmais é controlada pelo BTG Pactual desde 2009 quando o banqueiro André Esteves, sócio da instituição, decidiu apostar em ativos ligados à “economia real” – negócios fora da área financeira, que incluiu empresas no setor de estacionamentos (rede Estapar), combustíveis (postos Aster e ViaBrasil) e hospitais (rede D´Or).

A Farmais é considerada a maior rede de drogarias do País no sistema de franquias, com cerca de 430 franqueados no Brasil. Suas lojas estão distribuidas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

A Farmácia dos Pobres entrou em recuperação judicial em 2008 alegando dificuldades financeiras. Sua dívida era de R$ 55 milhões, principalmente com fornecedores.

No plano de recuperação judicial, a empresa já se desfez de praticamente todas as suas lojas, que chegaram a três dezenas. O grupo paulista PoupaFarma assumiu metade deles. Com a saída do varejo farmacêutico, a intenção dos administradores é que a N Landim se torne uma distribuidora de medicamentos na região.

A marca deverá ainda ser alienada. Registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), o nome Farmácias dos Pobres é avaliado em cerca de R$ 30 milhões. Será que o bilionário André Esteves o comprará?

Fonte: André Vieira, iG São Paulo | 25/06/10

Sociedade Bloco de Esquerda quer prioridade à ferrovia em Portugal

Heitor Sousa, deputado do Bloco de Esquerda (BE) eleito à Assembleia da República pelo círculo de Leiria, esteve nas Caldas na noite de 9 de Junho para dar conta do seu trabalho no Parlamento aos militantes e simpatizantes do partido.
Depois de Mariana Aiveca, que passou pela sede bloquista para falar sobre a crise, Heitor Sousa falou sobre os transportes e a posição que o BE tem adoptado na defesa do transporte público e do seu financiamento público, de uma política de construção e desenvolvimento das infra-estruturas rodoviárias “que seja transparente e que proteja o interesse público” e uma política de prioridade e modernização da rede ferroviária.
Em véspera de feriado, foi perante uma plateia reduzida a pouco mais de uma dezena de pessoas que o deputado defendeu que “o transporte ferroviário é a alternativa de mobilidade mais sustentável, mais barata e mais articulada com o desenvolvimento territorial que pode e deve existir no território continental”.
Nesse sentido, o BE tem-se manifestado contra a hipótese de privatização de algumas empresas públicas do sector introduzida pelo Plano de Estabilidade e Crescimento, alertando que são as linhas rentáveis que podem vir a ser privatizadas.
“Estamos convencidos que esta privatização vai piorar o serviço de transporte ferroviário e, sobretudo, vai ser o primeiro passo para fechar todas as outras linhas que não são rentáveis”. Como exemplo, Heitor Sousa apontou a Linha do Tua, cuja manutenção os bloquistas defendem. “Este discurso de fechar linhas porque elas não são rentáveis conduz à extinção do transporte ferroviário”, alertou.
Em defesa do caminho-de-ferro, o Bloco foi um dos partidos que subscreveu a petição em defesa da Linha do Oeste e tem sido o que mais batalha para a recolha de assinaturas.
Lançada em Leiria no final do passado mês de Janeiro, a petição conta com o apoio de todos os partidos que elegeram deputados à Assembleia da República no distrito, autarcas, cidadãos e várias personalidades da região. Cinco meses depois, o número de signatários ainda não atingiu os 4.000 necessários para que o documento seja discutido em plenário.
Na Internet a petição foi assinada por cerca de 1.500 pessoas e o deputado garante que o BE já reuniu outras tantas assinaturas em diversas acções de rua e nas suas iniciativas partidárias.
Mas lamenta a “falta de empenho” dos outros partidos, que não recolheram as cerca de mil assinaturas com que se tinham comprometido, “apesar de várias insistências do Bloco”. Mesmo assim, Heitor Sousa acredita que no próximo mês de Julho estarão reunidas as condições para que o documento seja entregue no Parlamento.
À defesa da ferrovia, o Bloco junta na sua acção política o combate às “ilegalidades no sector rodoviário através de uma política de privatização da rede”.
Para os bloquistas, a política de parcerias público-privadas que o Governo tem adoptado para as empreitadas rodoviárias “conduziu à transferência de rendimentos do Estado para os privados, para os grandes grupos financeiros que estão por trás das grandes obras públicas”, o que diz ser uma “transferência ilegal, ilícita e imoral” que levou já o Tribunal de Contas a negar o visto prévio a algumas das concessões.
Garantindo que o partido vai continuar a opor-se a este regime, Heitor Sousa admite que algumas das empreitadas aprovadas se justificam, mas defende que devem ser feitas da contribuição directa, “que funcionava razoavelmente bem até aqui”.
Ainda na área dos transportes, o Bloco de Esquerda defende que o preço dos transportes públicos deve ser acessível a todas as pessoas, mas chamou a atenção para as concessões aos operadores privados, que devem ter sempre presentes a salvaguarda do serviço público.
Heitor Sousa acredita que só assim, e com uma fiscalização eficaz, se pode evitar o desaparecimento repentino de carreiras depois de terem sido concessionadas.
“O Estado recusa-se a aplicar no restante território o co-financiamento de transportes públicos que aplica nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto”, sendo que hoje este serviço existe em quase todas as cidades de média dimensão, “sem que estas recebam um tostão do Estado para prestar esse serviço”. Uma situação que considera “inaceitável de iniquidade” entre Lisboa e Porto e o resto do país.

Alta Velocidade em Leiria não se deve concretizar


Na sua passagem pelas Caldas da Rainha, Heitor Sousa lamentou à Gazeta das Caldas o serviço “cada vez mais reduzido” que se verifica na Linha do Oeste e afirmou que a CP podia, com a linha actual, ter mais comboios.
“Vem com o argumento de que não têm procura, mas quanto mais se reduzem os transportes, menos as pessoas os procuram e menos estes se adequam às necessidades às suas necessidades”, apontou.
Para o deputado bloquista é inaceitável que o Governo não inverta este ciclo, “que levará à extinção da linha”.
Em vez disso, “fala em projectos de modernização que nunca se concretizam, que andam a ser prometidos há mais de dez anos e nos quais já ninguém acredita”.
Heitor de Sousa diz que o mais provável é que as melhorias previstas no plano de acção para o Oeste pela deslocalização do novo aeroporto de Lisboa da Ota para Alcochete não se concretizem, porque “os partidos de direita estão a atacar qualquer investimento público”.
E acusa o Governo de estar a ir contra o próprio Presidente da República, que instiga os empresários a investirem em tempo de crise, para criar emprego e contrariar a recessão. “O investimento público também é capaz de o fazer”, defende o deputado.
“Em termos de acessibilidades ferroviárias, o distrito está praticamente reduzido a uma estação da Linha do Norte em Pombal, onde pára uma ou duas vezes por dia o comboio intercidades, o que é uma vergonha”, acusa.
Uma afirmação que, contudo, revela desconhecimento do deputado, pois aquela estação é servida diariamente por 20 Intercidades e quatro Alfas Pendular, para além de vários comboios regionais.
O Estado, diz Heitor de Sousa, devia aumentar o seu investimento na ferrovia, “tornando a Linha do Oeste numa alternativa credível às acessibilidades rodoviárias que a região Oeste tem, que são várias e boas”.
Reduzindo o investimento na linha, o Governo não segue o seu próprio discurso, consensual na União Europeia, de que o transporte ferroviário é o transporte do futuro, mais sustentável, mais ecológico e mais compatível com a salvaguarda do património.
Face à falta de empenho do Governo, Heitor Sousa não afasta a possibilidade de concessionar a Linha do Oeste a uma entidade privada, “desde que esteja disponível para duplicar e electrificar a linha, modernizar o serviço, tornando-o um serviço de qualidade, com a frequência e o conforto necessário à atracção de mais utentes”.
Mas o bloquista acredita que esta hipótese é muito pouco provável porque é necessário um investimento muito vultuoso.
“No país em que estamos, acreditar que isso seja possível é um bocado acreditar no Pai Natal”, afirma.
Quanto à importância da Alta Velocidade no distrito de Leiria, o deputado acredita que esta se insere num projecto “completamente dispensável” de ligação Lisboa-Porto em TGV, porque o país não tem escala nem pessoas que justifiquem um investimento que deverá ultrapassar os 6 mil milhões de euros e que precisará de cerca de 4,5 milhões de utentes por ano para se tornar rentável. “
Era preciso outro país”, defende, acrescentando que “a Alta Velocidade deve entrar em Portugal para garantir a ligação de Portugal à rede europeia e apenas para isso”.
Acreditando que este projecto será sucessivamente adiado, Heitor Sousa defende que é necessária uma nova linha ferroviária entre Lisboa e Porto para passageiros e mercadorias, paralela à que já existe, mas com uma correcção de traçado que permita uma estação em Leiria.
“Não é preciso um serviço de Alta Velocidade. Basta um serviço pendular, uma linha que seria também moderna e rápida, mas que em vez de ter uma hora e um quarto de percurso entre Lisboa e Porto, teria uma hora e meia, e seria muito mais barata. Seria metade ou um terço de custo de construção relativamente à Alta Velocidade”, sustenta.

por Joana Fialho

Fonte: Gazeta das Caldas - PT - 25/06/10

Private-public infrastructure partnerships on the rise in U.S.A

While the concept of public-private partnerships (PPP), especially in infrastructure, are becoming relatively common in Canada, the idea remains a rather foreign one south of the border. However, this is rapidly changing as U.S. governments of all levels face shrinking budgets and crumbling bridges, roads and buildings.

Yuri Lynk, analyst with Canaccord Genuity, said the United States has been hesitant to embrace the idea for various reasons, including caution from the American public and logistics difficulties getting various state and federal agencies going in the same direction.

Unlike their provincial counterparts in Canada, state governments in the United States are much more autonomous and resistant to federal interference.

So the Denver Regional Transportation District’s decision last week to select a group including engineering and construction firm Fluor EPCM to deliver a portion of the city’s transit rail system worth US$2.1-billion can be considered a welcoming sign for PPP adoption.

The deal is also the first of its kind for the Federal Transit Administration’s Public-Private Partnership Pilot Program (Penta-P).

“Previously, private investors in the U.S. were mostly restricted to highways and bridges with limited options to invest in the U.S. transit sector,” he said. “Penta-P could open the door for many other transit projects.”

However, this is likely to benefit only the largest engineering and construction companies as infrastructure projects are generally massive. Smaller competitors just do not have the scale, scope or balance sheet to win a bid.

“Additionally, PPPs offer E&Cs the opportunity to invest in these projects, which gets them a seat at the negotiating table and offers potentially attractive equity participation,” Mr. Lynk said.

Businesses that are expected to get the most out of this developing trend include AECOM Technologies and Fluor. In Canada, SNC Lavalin is the bet to get a slice of the global PPP pie, but there is no exposure to the United States.

Eric Lam

Fonte: Financial Post - 24/06/10

Trabalhador com casa pronta este ano, condomínio para 1.328 funcionários do Estaleiro terá 1a etapa concluída em Pernambuco

PAULO MARINHO

Até o fim deste ano, 648 funcionários do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) terão acesso à casa própria no condomínio residencial disponibilizado pelo empreendimento. Hoje em fase de terraplanagem, a construção das moradias contemplará exatos 1.328 operários e terá investimento absoluto de R$ 75 milhões.
O EAS esclareceu que a iniciativa cumpre um papel social, mas também de “fidelização de mão de obra”. “A gente já tem o projeto do condomínio há mais de dois anos.
E tem duas finalidades: de cunho social, dar moradia digna para as pessoas que trabalham conosco, e de garantir a fidelização dos nossos funcionários”, frisou o presidente da empresa, Angelo Belellis.
O terreno, que tem 71 hectares, fica localizado em Ipojuca (Região Metropolitana do Recife), às margens da rodovia PE-60 e a 20 minutos do Estaleiro, para quem se desloca de automóvel (os trabalhadores têm serviço diário de condução, tanto ao local do trabalho, quanto para a residência).
De acordo com a coordenadora de Responsabilidade Social da empresa, Denilde Viana, dos cerca de quatro mil funcionários do EAS pelo menos 1,5 mil teriam solicitado a inclusão na lista de beneficiados no condomínio residencial.
“Adotamos um critério de escolha com prioridade para aqueles que mais precisavam da casa. Depois, sorteamos os que iriam receber a primeira remessa.
As outras 680 moradias serão sorteadas no segundo semestre deste ano”, afirmou.
“Eu já estava tendo um troço. Eles foram sorteando tudo e meu nome não saía, justo eu que batalhei tanto e estava com a documentação toda legalizada.
Foi um dos momentos mais felizes da minha vida quando me sortearam”, ressaltou o montador de painéis Israel Agripino, 37.
Casado e com filhos, Agripino era balconista de um restaurante no bairro da Madalena, Recife, e recebia R$ 400 quando o estabelecimento fechou, em 2007.
Ele resolveu participar de um programa educacional para concluir o primeiro e segundo graus de ensino e, ao final da capacitação, se inscreveu para as vagas no Estaleiro, onde está desde maio de 2009. Hoje, recebe até R$ 1,3 mil mensais.
Os moradores do conjunto habitacional também deverão dispor de uma infraestrutura que incluirá escola, minimercado, padaria, área de lazer, academia e ciclovia. Segundo Denilde Viana, ainda não foi definido o modelo ou projeto que viabilizará essa estrutura.
O grupo Pernambuco Construtora é o responsável direto pela edificação das residências, mas não por outros serviços.
Quanto à terraplanagem, foi iniciada no último mês de dezembro e deve empregar até mil pessoas nas obras, já que demanda equipamentos diversos, como escavadeira, motoniveladora e trator de esteira.

Residências se enquadram no Minha Casa

A reportagem teve acesso à casa modelo do Programa Habitação do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) - localizada na área de lazer da empresa, no Porto de Suape. Propositalmente, cada residência terá 49,5 metros quadrados.
Como o financiamento para a aquisição dos imóveis virá pelo Minha Casa, Minha Vida, via Caixa Econômica Federal (CEF), fez-se um acordo para que as residências tenham um tamanho padrão capaz de permitir a isenção no Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU).
Ou seja, não haverá esse gasto anual para os moradores.
Cada unidade está saindo pelo valor de R$ 56 mil. “
Vou dar um futuro melhor para o meu filho”, destacou, emocionada, a funcionária Elza Dornelas. Ela tem 30 anos e é mãe solteira.
Enquanto isso, o montador de tubulações Alexandro Davi dos Santos, 31, é casado e tem dois filhos. Morador do Cabo de Santo Agostinho, ele diz estar ansioso para que os imóveis sejam entregues.
“Eu trabalhava no escritório do Estaleiro, no Rio de Janeiro, e veio a oportunidade de emprego como analista de tesouraria.
O meu marido veio para Pernambuco desempregado e agora é funcionário da caldeiraria”, comemorou Elizabeth Motta da Silva, 43, que tem um filho de 6 anos. Elizabeth deixará o apartamento alugado no bairro de Candeias, em Jaboatão dos Guararapes, para passar a morar numa das casas do programa.
As residências terão sala, banheiro, cozinha, dois quartos, área de serviço e garagem. O contrato de financiamento será feito em nome do operário, mas a empresa quita as parcelas de pagamento.
Se os trabalhadores permanecerem 12 anos no EAS receberão o título de propriedade da moradia. E aí está uma “carta na manga” para a fidelização da mão de obra.
A operadora de ponte rolante Luciana Pereira de Oliveira, 25, mostrou que o estímulo está dando certo. Considerou que, com a garantia da casa própria e o salário para administrar junto ao seu companheiro, dá até para planejar qualificações e cursos mantendo-se no EAS.

Fonte: Folha PE - 25/06/10

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