quarta-feira, 23 de junho de 2010
Células-tronco revertem cegueira causada por queimaduras
O tratamento funcionou em 82 de 107 olhos, e parcialmente em 14 outros, com os benefícios perdurando, até agora, por uma década. Um homem cujos olhos haviam sido gravemente danificados há mais de 60 anos agora tem visão praticamente normal.
"Trata-se de um sucesso estrondoso", disse o oftalmologista Ivan Schwab, da Universidade da Califórnia Davis, que não havia tomado parte no estudo, o mais longo e maior do tipo.
Transplantes como os descritos oferecem esperança para as pessoas que sofrem queimadura química das córneas, que podem ser causadas, por exemplo, por alguns produtos de limpeza pesada. Mas a abordagem não oferece ajuda a vítimas de dano ao nervo óptico ou à retina. A técnica também requer a presença de algumas células saudáveis na córnea para realizar o transplante.
No estudo, publicado no New England Journal of Medicine, pesquisadores pegaram um pequeno número de células-tronco do olho saudável de um paciente, multiplicaram-nas em laboratório e as transferiram para o olho danificado, onde elas produziram tecido saudável que substituiu o que havia sido danificado.
Como as células vinham de seus próprios corpos, os pacientes não precisaram de medicação contra rejeição.
O estudo italiano envolveu 106 pacientes tratados entre 1998 e 2007. A maioria tinha danos extensos em um dos olhos, e alguns tinham uma visão tão limitada que só eram capazes de sentir a luz, contar os dedos ou perceber movimentos.
As células foram retiradas do limbo, a borda em torno da córnea. Num olho saudável, o limbo é como uma fábrica, produzindo novas células para substituir as que morrem. Quando um ferimento mata as células-tronco, um tecido de cicatriz forma-se sobre a córnea, obscurecendo a visão.
No estudo, os cientistas removeram a cicatriz e colaram células-tronco sobre o olho ferido.
Fonte: Associated Press - 23/06/10
OEA oferece ajuda ao Brasil após tragédia provocada por chuvas
"Estamos dispostos e preparados a proporcionar qualquer tipo de apoio que seja requerido", afirmou Insulza em um comunicado.
O titular da OEA mostrou-se convencido de que "como já ocorreu quando outros países da região viveram tragédias como essa, os povos irmãos do continente darão ajuda caso o governo brasileiro necessite".
As chuvas atingiram o nordeste brasileiro, onde foram registradas 44 mortos e mais de 600 desaparecidos nos últimos dias.
Insulza enviou seus pêsames às "famílias das vítimas e solidariedade a todos os afetados".
Fonte: Da AFP Paris - 23/06/10
Turismo pode faturar até R$ 6 bilhões com Copa 2014
No cenário mais positivo, a Copa de 2014 pode proporcionar um aumento de 79% no fluxo turístico internacional para o Brasil no ano do evento e gerar receitas de R$ 5,94 bilhões vinculadas a atividades do setor.
Mas isso, apenas se o país fizer a lição de casa e eliminar os gargalos do sistema aeroportuário e souber aproveitar as oportunidades de negócio.
A estimativa é do estudo “Brasil sustentável – impactos socioeconômicos da Copa do Mundo de 2014”, produzido pela consultoria Ernst & Young e lançado hoje (23) em São Paulo.
O megaevento esportivo pode trazer ganhos ao país até mesmo antes e depois do torneio. Segundo o estudo, a Copa pode atrair 2,8 milhões a mais de turistas entre 2010 e 2014, efeito que pode se estender por alguns anos.
A consultoria estima que o setor hoteleiro possa faturar R$ 2,1 bilhões em 2014 com Mundial –35% do total do setor. Outras áreas beneficiadas serão alimentação, compras, cultura e lazer, transporte, comunicação, serviços médicos e jurídicos.
| ESTIMATIVA DAS DESPESAS COM CONSUMO DOS VISITANTES | |
| Hotelaria | 2.126,52 |
| Alimentação | 902,88 |
| Compras | 831,6 |
| Transporte | 528,66 |
| Cultura e lazer | 516,78 |
| Comunicações | 273,24 |
| Outros (serviços médicos e jurícos et.) | 760,32 |
| TOTAL | 5.940,0 |
Fonte: Ernst Young - “Brasil sustentável – impactos socioeconômicos da Copa do Mundo de 2014”
Fonte: Portal da Copa 2014 - 23/06/10
Fórum define critérios para implantação da banda larga nas cidades
Os critérios foram definidos hoje (23) durante o Fórum Brasil Conectado.
Os critérios serão adotados na escolha das primeiras 100 cidades que receberão a banda larga este ano.
Também serão observadas questões como a menor densidade de penetração de banda larga, a existência de programas de inclusão digital ou projetos de interesse social que precisem de internet e a diversidade de regiões geomorfológicas, para testar a tecnologias em locais com diferentes acidentes geográficos.
A existência de redes de fibra ótica e a proximidade de pontos de presença (POPs) também devem ser levadas em conta na escolha das cidades.
A lista definitiva com os nomes das cidades contempladas só deve ser divulgada em agosto.
Os participantes do fórum têm até o dia 2 de julho para dar mais contribuições. “Vamos aplicar os critérios para ver quantas cidades cabem.
Se tiverem mais cidades que o processo, vamos ter que arbitrar alguma coisa”, disse o presidente da Telebras, Rogério Santanna.
Fonte: Agência Brasil - 23/06/10
Goldman quer um terceiro aeroporto em SP
O documento foi enviado ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, e à Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária).
Goldman apenas disse que, depois do recebimento da autorização, os estudos serão iniciados, mas não destacou a região da construção "para evitar especulação imobiliária".
O governador participou pela manhã da assinatura do contrato para implantação de um Poupatempo na Cidade Ademar, na Zona Sul.
Goldman disse que o Estado terá competência para a execução da obra, que pode ser feita por meio de uma PPP (Parceria Público-Privada).
Fonte: Do Diário OnLine - 23/06/10
Paisagismo para Jeddah e São Paulo
São Paulo – A Aecom, multinacional de projetos e consultoria em arquitetura, urbanismo e paisagismo, está com as inscrições abertas de um concurso internacional para estudantes da área.
Para participar, eles deverão desenvolver projetos urbanos para sete cidades ao redor do mundo, entre elas Jeddah, na Arábia Saudita, e São Paulo, no Brasil. As demais cidades são Phoenix, nos Estados Unidos, Pequim, na China, Porto Príncipe, no Haiti, Istambul, na Turquia, e Joanesburgo, na África do Sul.
Os estudantes devem apresentar projetos integrados relacionados ao ambiente natural, mas que envolvam também espaço social e área construída.
O nome do concurso é Urban SOS: Transformations.
“A intenção é oferecer a estudantes de todo o mundo a oportunidade de envolvimento em questões relacionadas ao ambiente natural, social e construído, com enfoque no conceito de transformação, a partir de olhares e idéias sobre sete cidades globais que se encontram em meio a grandes mudanças, que representam desafios e oportunidades para o futuro compartilhado por cada cidade”, diz comunicado da Aecom.
Podem participar estudantes de arquitetura, urbanismo, paisagismo e áreas afins, em nível de graduação e pós-graduação.
Segundo informações da Aecom, os projetos podem ser feitos individualmente ou em grupos de quatro pessoas, mas a empresa recomenda a formação de grupos multidisciplinares.
Os cinco finalistas ganharão viagens para o World Architecture Festival, que ocorrerá em Barcelona, na Espanha, entre 03 e 05 de novembro.
Na oportunidade, eles vão apresentar suas idéias a um júri com representantes da indústria, acadêmicos e profissionais da Aecom.
O prazo de entrega dos trabalhos é 31 de julho e os finalistas serão apresentados em setembro.
O resultado final será divulgado em 05 de novembro e o ganhador recebe US$ 20 mil.
Em 2009, a vencedora foi Sabrina Kleinenhammans, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Ela criou um projeto para o desenvolvimento de uma área verde, para agricultura e recreação, nos corredores de transporte em Mumbai, na Índia.
Informações:
Site: http://www.aecom.com/urbansos
Fonte: ANBA - 23/06/10
Copa vai injetar mais R$ 142 bi na economia brasileira, diz estudo
A Copa de 2014 poderá quintuplicar os investimentos diretos realizados no Brasil para viabilizar o evento, injetando no total R$ 142,39 bilhões na economia durante os próximos quatro anos. A informação é resultante do estudo Brasil Sustentável – Impactos socioeconômicos da Copa do Mundo 2014, produzido pela Ernst & Young em parceria com a FGV - Fundação Getulio Vargas.
Além do investimento direto de R$ 22,46 bilhões em infraestrutura e organização, o Mundial deve gerar R$ 112,79 bilhões adicionais, considerando-se os impactos provocados em inúmeros setores interligados, em um efeito dominó com uma série de desdobramentos econômico-sociais. Serão gerados 3,63 milhões de empregos-ano e R$ 63,48 bilhões de renda para a população, impactando o mercado de consumo interno.
A arrecadação terá também um adicional de R$ 18,13 bilhões para reforçar os cofres públicos. O impacto direto sobre o PIB no período 2010-2014 é de R$ 64,5 bilhões – valor que corresponde a 2,17% do valor estimado do PIB para 2010, de R$ 2,9 trilhões. Os setores mais beneficiados pela Copa do Mundo no Brasil serão os de construção civil, alimentos e bebidas, serviços prestados às empresas, serviços de utilidade pública (eletricidade, gás, água, esgoto e limpeza urbana) e serviços de informação.
O investimento para equacionar os principais gargalos estruturais, como a limitação dos aeroportos, deve favorecer também o fluxo turístico. A perspectiva é de que o número de visitantes internacionais para o Brasil cresça 79% até a Copa, podendo ter impacto superior nos anos seguintes. O estudo aponta que, no período 2010-2014, o número de turistas internacionais deve crescer em 2,98 milhões de pessoas.
“O incremento do turismo traz consigo uma entrada significativa de recursos, que acabam se distribuindo entre os setores de hotelaria, transporte, comunicações, cultura, lazer e varejo”, explica José Carlos Pinto, sócio de assessoria da Ernst & Young. A estimativa é de que só o fluxo induzido pela Copa do Mundo seria responsável por receitas adicionais de até R$ 5,94 bilhões.
As 12 cidades-sede receberão investimentos de infraestrutura da ordem de R$ 14,54 bilhões, que vão muito além da construção e/ou modernização dos estádios, com significativo impacto sobre os PIBs municipais. Só na reurbanização e embelezamento das cidades, os gastos estão estimados em R$ 2,84 bilhões. Há ainda investimentos representativos na base de tecnologia de informação em cada cidade, em mídia e publicidade, segurança pública, na expansão e adequação de complexos hoteleiros e soluções de mobilidade urbana, entre outros.
Copa Sustentável
O estudo mostra ainda como o desenvolvimento de métricas, segundo os critérios adotados pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep, na sigla em inglês), permitem que a Copa de 2014 venha a ser a primeira copa sustentável da história – respeitando as dimensões econômicas, sociais e ambientais. Segundo o estudo, são sete passos que permeiam todas as atividades da Copa, de estádios erguidos com o critério de construção verde ao impacto das viagens de avião no cálculo da pegada de carbono:
Conservação de energia e mudanças climáticas: como minimizar a pegada de carbono
Água: como promover a conservação da água
Gestão interna de resíduos: como reduzir, reutilizar, e reciclar resíduos com apoio dos catadores
Transporte, mobilidade e acesso: como alcançar a eficiência energética, com uso de transportes acessíveis e universais que minimizem a poluição
Paisagem e biodiversidade
Edifícios verdes e estilos de vida sustentáveis
Construção sustentável
O estudo Brasil Sustentável – Impactos socioeconômicos da Copa do Mundo 2014 é a sexta de uma série de publicações desenvolvidas em conjunto pela Ernst & Young e a FGV Projetos.
Na série, foram tratados: potencialidades do mercado habitacional, crescimento econômico e potencial de consumo, competitividade industrial, energia e agroindústria.
Para saber mais sobre a série acesse o site da Ernst & Young.
Fonte: Ernst & Young / FGV - 23/06/10
UN Foundation Founder and Chairman Ted Turner Calls on Private Citizens to Do Their Part to Help Achieve the UN’s Millennium Development Goals
Washington, DC - United Nations Foundation Founder and Chairman Ted Turner was today named an Advocate for the Millennium Development Goals (MDGs) by UN Secretary-General Ban Ki-moon. Turner issued the following statement following the announcement:
We need a long-term plan for humanity and the UN’s Millennium Development Goals offer us an urgent to-do list to address the world’s toughest challenges.
“We need a long-term plan for humanity and the UN’s Millennium Development Goals offer us an urgent to-do list to address the world’s toughest challenges.
Tackling global poverty and disease, protecting the environment, and improving the health of the world’s women and children have to remain at the top of our agenda.
“To advance the MDGs by 2015, we need a smart and coordinated global effort.
As an advocate, I am dedicated to doing all I can to make progress on the MDGs.
I commend UN Secretary-General Ban Ki-moon for his leadership in building partnerships between the public and private sectors that will help us reach these goals.
“Today it is clear that the UN’s Millennium Development Goals are the world’s goals. We cannot stand by while close to 1.4 billion people—about a fifth of the world’s population—live on less than a dollar a day. The good news is we are making progress. Childhood deaths have been reduced from 12.5 million in 1990 to 8.8 million in 2008. The increasing usage of technology and mobile devices is creating new pathways for information-sharing and enhancing the delivery of health care and surveillance. Today we are using smarter, cleaner ways to provide energy for the planet. And the number of people receiving antiretroviral therapy increased tenfold from 2003-2008. This progress is encouraging but our work is far from over.
“In just a few months, world leaders will meet in New York for the UN’s MDG Summit. I encourage others to join me as citizen advocates for the MDGs to contribute to this fight.
Private Philanthropy has got to take on the toughest challenges.
Everyone has something to contribute and there are ways that people can dedicate their time, energy or money to help the UN in its work.
We can’t do it alone.
By working together, we can improve the lives of people around the world.”
About the United Nations Foundation
The United Nations Foundation, a public charity, was created in 1998 with entrepreneur and philanthropist Ted Turner’s historic $1 billion gift to support UN causes and activities.
We build and implement public/private partnerships to address the world’s most pressing problems, and work to broaden support for the UN through advocacy and public outreach.
Through our campaigns and partnerships, we connect people, ideas, and resources to help the UN solve global problems.
The campaigns we conduct reduce child mortality, empower women and girls, create a new energy future, secure peace and human rights, and promote technology innovation to improve health outcomes. For more information, visit www.unfoundation.org.
About the MDG Advocacy Group
To galvanize support for the MDGs, the Secretary-General has established an MDG Advocacy Group of eminent personalities who have shown outstanding leadership in promoting the implementation of the Millennium Development Goals.
This MDG Advocacy Group will support the Secretary-General to promote political will and to mobilize global action to make the MDG Summit a turning point in our collective effort to achieve the MDGs by the 2015 target date.
The MDG Advocacy Group will be co-Chaired by President Kagame of Rwanda and Prime Minister Zapatero of Spain.
Fonte: Vocus/PRWEB - 23/06/10
Ministério da Justiça determina troca imediata de celulares com defeito
A decisão considera o serviço essencial e o bem indispensável ao atendimento das necessidades do consumidor.
Com base nesse entendimento, as pessoas que adquirirem aparelho celular com defeito poderão procurar a loja em que o produto foi comprado ou a operadora e exigir a troca imediata.
A determinação também vale para problemas que apareçam devido à má manipulação ou acondicionamento por parte do revendedor.
Além da troca, o consumidor também poderá exigir abatimento proporcional do preço ou o valor pago atualizado.
A norma técnica reprime uma prática do mercado.
Em situações como essa, o consumidor precisava levar o celular para uma assistência técnica e esperar até 30 dias para a substituição ou pelo conserto.
De acordo com o parecer técnico, a telecomunicação é qualificada como serviço essencial pela Lei Federal nº 7.783/89 e o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC), órgão que integra todos os Procons do país, passará a utilizar essa determinação nos casos de reclamação sobre aparelhos celulares.
Fonte: Da Agência Brasil - 23/06/10
UNESCO lança Indicadores de Desenvolvimento da Mídia na Câmara dos Deputados
Trata-se de um documento aprovado, em 2008, pelo Programa Internacional para o Desenvolvimento da Comunicação (IPDC) da UNESCO.
O texto é resultado de intenso trabalho de uma equipe formada por especialistas de organizações intergovernamentais, não-governamentais, universidades e associações profissionais de diversas regiões do mundo, em um claro esforço para que a diversidade e a complexidade do setor ao redor do planeta fossem contempladas na construção do documento.
Os Indicadores de Desenvolvimento da Mídia constituem uma ferramenta e/ou uma metodologia de avaliação do sistema midiático de um dado país, focalizando cinco grandes categorias interrelacionadas:
Um sistema regulatório favorável à liberdade de expressão, ao pluralismo e à diversidade da mídia;
Pluralidade e diversidade da mídia, igualdade de condições no plano econômico e transparência da propriedade;
A mídia como uma plataforma para o discurso democrático;
Capacitação profissional e instituições de apoio à liberdade de expressão, ao pluralismo e à diversidade;
A capacidade infraestrutural é suficiente para sustentar uma mídia independente e pluralista.
A centralidade dos meios de comunicação para o desenvolvimento das soci-edades democráticas contemporâneas já é consenso internacional, bem como seu papel de agente de mudança, especialmente em um cenário de convergência tec-nológica e barateamento de aparatos e serviços.
Tais mudanças obrigam governos de todo o mundo a elaborar políticas específicas para o desen¬volvimento da mídia, e o Brasil também está fazendo parte desse movimento.
Com a apropriação desses indicadores no debate nacional brasileiro, a UNESCO espera colaborar para que o Brasil dê mais um passo na sua integração à agenda internacional de desenvolvimento da mídia, implementando ações importantes de promoção do livre fluxo de idéias, que é um dos fun¬damentos da atuação da UNESCO.
A programação da audiência inclui palestras com Cláudia Abreu, membro da campanha “Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania”, José Carlos Santos e Félix Garcia Lopes Junior, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA e Gilda Pereira Carvalho, Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão.
Os Indicadores de Desenvolvimento de Mídia já estão disponíveis para download na página de publicações da UNESCO no Brasil, pelo link http://unesdoc.unesco.org/images/0016/001631/163102por.pdf.
A UNESCO espera que esses indicadores possam ser úteis para a avaliação do atual estágio do sistema de mídia brasileiro.
Contatos para mais informações:
Assessoria de Comunicação UNESCO no Brasil
Ana Lúcia Guimarães - ana.guimaraes(at)unesco.org.br – (61) 2106 3536
Isabel de Paula – isabel.paula(at)unesco.org.br – (61) 21063538
Assessoria da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados
Rogério Tomaz - jose.tomaz(at)camara.gov.br – (61) 32166576
Fonte: UNESCO em Brasília - 23/06/10
Municípios de Rondônia participam da 2ª Capacitação do Selo UNICEF Município Aprovado Edição 2009-2012
Foram convidados dois representantes de cada município: Articulador/a do Selo (indicado/a pelo/a prefeito/a para coordenar localmente a implementação do programa) e o/a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). O treinamento será conduzido pelo coordenador do Escritório do UNICEF em Manaus, Halim Girade.
“Estamos todos empenhados em contribuir para garantir os direitos de cada criança e adolescente do País. Em Rondônia, pelo nível de engajamento dos representantes municipais, os resultados tendem a ser muito significativos. Esperamos entregar o certificado internacional para muitos municípios do Estado em 2012”, destaca Halim Girade.
O Governo do Estado de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Assistência Social, é parceiro nessa iniciativa e contribuirá para a estadia e alimentação dos participantes. Outros parceiros importantes são os municípios que implementam as ações do Selo UNICEF em suas áreas de abrangência.
Nesta quarta-feira, 23 de junho, o encontro começa às 9h e segue até às 17h. A programação inclui apresentação sobre a metodologia do Selo UNICEF, sobre como organizar e executar um Fórum Comunitário Municipal e como elaborar um Diagnóstico da situação.
O Fórum Comunitário é uma estratégia da metodologia do Selo para promover o fortalecimento da participação social nos processos de planejamento, execução, monitoramento e avaliação das políticas públicas para a população de até 17 anos de idade. Os municípios tem até o dia 29 de setembro para realizá-lo.
O segundo dia do treinamento, amanhã (das 9h às 12h), será dedicado à apresentação e à discussão sobre a importância de os municípios estruturarem uma Sala de Situação (metodologia de organizar em um espaço físico informações, dados, gráficos, fotografias, publicações, entre outros materiais, que retratem o panorama dos indicadores sociais considerados prioritários pelo Selo). Também serão compartilhadas orientações sobre como realizar um Plano de Ação Municipal sobre a Criança e o Adolescente.
Além das orientações, ideias, intercâmbios de experiências, propostas e inquietações, os participantes retornarão para seus municípios com várias publicações, como guias metodológicos, compilação dos 11 indicadores sociais de impacto de Rondônia, folders, cartazes e outros itens importantes para auxiliar os gestores públicos e comunidade a avançar na melhoria dos indicadores sociais voltados para a garantia e proteção dos direitos de cada criança e adolescente.
Esses indicadores serão monitorados pelo UNICEF e, em 2012, servirão para identificar quais os municípios que mais conseguiram melhorá-los dentro de um grupo de municípios. Os que tiverem um desempenho melhor dentro do seu grupo serão reconhecidos com um certificado internacional que é o Selo UNICEF Município Aprovado. Nos próximos dias 8 e 9 de julho, a mesma capacitação será realizada para todos os municípios de Roraima.
O que é o Selo UNICEF Município Aprovado
É um processo de mobilização social e de reconhecimento dos municípios que trabalham pela garantia dos direitos da infância e adolescência. Cerca de 1.800 municípios de 19 Estados no Semiárido brasileiro e Amazônia assinaram um Termo de Adesão ao Selo UNICEF Município Aprovado e se comprometeram a planejar e desenvolver ações que promovam importantes melhorias nas áreas de educação, saúde, proteção e participação social de crianças e adolescentes. No Estado de Rondônia, esta é a primeira edição, e todos os 52 prefeitos dos municípios aderiram ao Selo UNICEF. A metodologia do Selo é também uma iniciativa que contribui para a Agenda Criança Amazônia.
O que é a Agenda Criança Amazônia
Com o apoio do governo federal, todos os governadores da Amazônia Legal (Amapá, Amazonas, Acre, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) assinaram um Termo de Compromisso, em 2008, para contribuir com o Brasil no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Mais informações
Daniela Silva
Consultora em Comunicação do UNICEF em Manaus
Telefones: (92) 3642 8016 e (92) 9261 0856
E-mail: dsilva@unicef.org
Fonte: UNICEF Brasil - 23/06/10
Amyris faz parceira com a Cosan em químicos
As empresas não informaram detalhes financeiros da operação.
A plataforma de biologia sintética da Amyris possibilita a produção de variedades de produtos renováveis a partir da cana-de-açúcar.
A Cosan possui capacidades estabelecidas de desenvolvimento, produção e marketing de produtos.
As partes envolvidas na joint venture vão comercializar os produtos-alvo em parceria.
Um acordo definitivo deverá ser fechado ainda este ano, de acordo com o grupo.
"A Cosan é o maior grupo sucroalcooleiro do Brasil e estamos felizes por fazer esta aliança estratégica para expandir nossas iniciativas de comercialização", disse John Melo, executivo-chefe do escritório da Amyris.
"Trabalharemos com a Cosan em uma categoria de produtos determinada e esperamos nos beneficiar imensamente de seus recursos e suas capacidades", acrescentou.
"Esta joint venture fortalecerá a posição da Cosan no setor de produtos químicos de alto valor agregado", afirmou Marcos Lutz, executivo-chefe do escritório da Cosan. "A tecnologia da Amyris expandirá extraordinariamente o alcance e o valor de produtos que podemos obter com a cana-de-açúcar."
Fonte: DCI - 23/06/10
CNI e Sesi doam R$ 1 milhão para vítimas das chuvas em Pernambuco
Os recursos serão encaminhados ao Governo de Pernambuco na próxima semana para ajudar nas ações emergenciais que já estão sendo realizadas em todos os municípios afetados.
Nesta quinta-feira (24), representantes do Sistema S em Pernambuco visitam Palmares e
outros municípios da Zona da Mata Sul para identificar sugestões de ações que ajudem na recuperação econômica da região.
As 16 unidades do SESI em Pernambuco também já estão recebendo donativos em prol das vítimas das chuvas.
Os endereços e telefones das unidades estão disponíveis no site www.pe.sesi.org.br/.
Com informações da Assessoria
Empresa pernambucana lança solução para eficiência energética
A companhia acaba de ser selecionada para integrar a Cais do Porto, incubadora recém-lançada pelo Porto Digital.
Com isso, em menos de um ano, os empresários esperam começar a comercializar um chip de ponta que poderá ser usado desde em produtos triviais de nossas casas, como celulares e câmeras digitais, até equipamentos e instrumentos de grandes indústrias, como sensores para monitoramento sem fio de caldeiras.
"O projeto visa desenvolver um microchip que, acoplado a painéis solares poderá potencializar a eficiência energética dos mesmos", exemplifica Felipe Tavora, um dos líderes técnicos da empresa.
"O objetivo é aproveitar melhor esta energia, fornecendo mecanismos inteligentes que ajudem no processo de captação", completa o diretor de negócios Tiago Lins.
Para você entender melhor, na prática, trata-se da possibilidade de usar o computador para "ensinar" aos painéis solares e sensores dos mais variados fins a se adaptarem melhor ao local onde estão inseridos (seja no carregador solar de um aparelho eletrônico, seja dentro de uma caldeira industrial ou seja a quilômetros de distância no campo).
E desta forma, melhorar a transformação de luz, de calor ou de pressão em energia.
A ideia ganhou em primeiro lugar em 2009 no Desafio Intel, prêmio de inovação da marca de computadores, e agora deixará a sede do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), sociofundador da SiliconReef, para ter o próprio espaço na Cais do Porto.
"O nosso intuito de ir para incubadora está no fato de podermos aproveitar as capacitações e consultorias oferecidas para ajudar a desenvolver melhor o nosso negócio, além de ganhar maturidade empresarial e começar a seguir com as próprias pernas", completa Lins. Para saber mais, acesse www.siliconreef.com.br.
Incubação - Além da SiliconReef, outras 13 empresas foram aprovadas e uma indicada no primeiro edital da incubadora Cais do Porto.
As selecionadas assinam o contrato de instalação nas próximas semanas.
Ao todo, 62 projetos foram submetidos com ideias que ajudam no desenvolvimento da economia pernambucana e que possam ser aplicadas comercialmente em outras regiões. "Por ser uma incubadora temática, ficamos muito surpresos com a quantidade de submissões. Além disso, a qualidade dos projetos foi muito boa e o comitê foi bastante rígido na seleção.
Acredito que as ideias terão bastante futuro", diz o gerente da incubadora, Eiran Simis.
Os empreendimentos escolhidos terão a oportunidade de receber incentivos de ISS (redução de 5% para 2%) e de estarem conectados aos demais projetos do Porto Digital e seus parceiros.
Poderão usufruir também uma infraestrutura com pontos de trabalho, notebooks, conexão banda larga, datacenter, salas de reunião, videoconferência, suporte gerencial e um portfólio completo de serviços de consultoria e capacitação em gestão empresarial e desenvolvimento de software.
As empresas poderão permanecer 18 meses na incubadora.
A lista completa de aprovados está disponível no site www.diariodepernambuco.com.br/informatica
Fonte: Diário PE - 23/06/10
Sacos de cimento já são usados na fabricação de tijolos
Após o uso do cimento em construções, grande parte dos sacos do produto é descartada. Para evitar o desperdício, Márcio Albuquerque Buson, professor da faculdade de arquitetura da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveu um tijolo ecológico composto por terra, cimento e o papel utilizado em suas embalagens, o papel kraft.
A nova técnica reduz o preço dos tijolos em 40% quando comparado aos convencionais bloco de terra compactado de solo e cimento.
O novo tijolo também é mais barato que o de cerâmica, feito à base de argila queimada, mas sem uso de cimento.
Há um tratamento de reciclagem nos sacos de cimento antes de sua utilização nos tijolos.
A embalagem vazia é colocada na água para que as fibras do papel se soltem, dando origem a uma “polpa de celulose”.
O excesso de umidade é retirado por meio de centrífugas ou torção e, após isso, as fibras soltas são trituradas para que a terra e o cimento sejam adicionados à mistura.
Uma das vantagens do Krafterra, como é denominado o novo tijolo, é que o processo de queima para seu endurecimento, habitual nos de cerâmica, é dispensado.
Nas etapas finais de sua fabricação, a mistura é prensada e permanece inerte, protegida do sol e com a umidade controlada, durante aproximadamente duas semanas - é o chamado período de “cura” -, tempo necessário para que o tijolo adquira consistência.
“A água não pode sair rapidamente porque é ela que faz o material endurecer sem que ocorra uma retração excessiva”, diz o professor.
Na produção do tijolo ecológico, para cada saco de cimento são utilizados em média oito de terra.
Na composição final do tijolo de bloco de terra compactado feito da maneira convencional, 12% são de cimento.
No Krafterra, a fatia composta pelo cimento é de 6%.
Assim, os 6% restantes são da fibra do saco de cimento reciclado.
"Consegui baixar a proporção pela metade, sem nenhum prejuízo na resistência do produto”, diz Buson.
As fibras do papel são longas e, quando misturadas aos outros materiais, dão boa resistência mecânica e física ao produto.
Os testes realizados em laboratório provaram que o Krafterra é resistente ao fogo e tem boa durabilidade.
O produto ainda não é encontrado no mercado, mas o professor é otimista.
“Tudo o que fiz foi em laboratório, mas os resultados foram positivos.
Preciso agora realizar um protótipo físico, uma construção utilizando a nova técnica”, diz.
Sem gases poluentes
Os tradicionais tijolos de cerâmica enfrentam críticas ambientais porque seu processo de queima emite gases poluentes.
Roberto Cláudio Pereira, diretor da empresa Tijol-Eco, explica que o diferencial desses tijolos está na produção e ressalta que o mercado dos produtos sustentáveis irá crescer em grande escala.
“Os tijolos ecológicos irão substituir a antiga alvenaria.
São vantajosos porque não usam o processo de queima e ficam em torno de 40% a 50% mais baratos do que os tradicionais de cerâmica”, diz.
O tijolo ecológico, que está em fase de testes, ainda não tem potencial para substituir as versões mais tradiucionais, mas, com a indústria da construção civil em alta, o mercado é promissor.
Segundo a Associação Nacional da Indústria Cerâmica (Anicer), existem no País 3,6 mil empresas fabricantes de tijolos e blocos.
O setor tem faturamento anual de R$ 6 bilhões, de acordo com a entidade.
Fonte: Bruna Bessi, iG São Paulo | 23/06/10
Suécia doa 26,8 milhões para reabilitação de hidroeléctricas em Moçambique
A Suécia vai desembolsar a título de donativo uma verba de 26,8 milhões de euros para a reabilitação das hidroeléctricas de Mavuzi e Chicamba, na região centro de Moçambique, no âmbito de um acordo assinado hoje em Maputo.Com a garantia dada hoje pelo embaixador sueco em Maputo, Torvald Akesson, com a doação dos 26,8 milhões de euros falta ao governo moçambicano mobilizar cerca de 17,1 milhões de euros para o início em pleno da reabilitação das duas hidroeléctricas, orçada em cerca de 44 milhões de euros.
Uma vez reabilitadas, Mavuzi e Chicamba, situadas na província de Manica, vão poder gerar 83 megawatts, uma quantidade suficiente para satisfazer a demanda energética de uma cidade moçambicana.
Actualmente, as duas infra-estruturas produzem 63 megawatts, menos 20 megawatts que o potencial a ser alcançado depois da reabilitação.
"Não sendo de grande dimensão, estas duas infra-estruturas são de um impacto tremendo para a economia e população da província de Manica", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros moçambicano, Oldemiro Balói, por ocasião da assinatura do acordo com a Suécia.
Segundo Oldemiro Balói, "o sector energético é estruturante e determinante no objetivo de combater a pobreza em Moçambique, porque qualquer processo de desenvolvimento económico exige um sector energético funcional".
O embaixador da Suécia em Maputo afirmou, por seu turno, que "a criação de uma capacidade de geração de energia sustentável e segura é fundamental para que Moçambique mantenha o ritmo de crescimento económico contínuo".
O administrador da Empresa de Electricidade de Moçambique (EDM), Augusto Fernando, disse aos jornalistas que os avultados investimentos que o país tem realizado nos últimos anos permitiram que Moçambique seja agora o segundo país com mais ingressos na rede eléctrica nacional ao nível da África Austral, a um ritmo de 120 mil ligações por ano.
Fonte: OJE/Lusa - 23/06/10
Suzano investe em tecnologia florestal
A companhia pagará cerca de US$ 82 milhões por 92,8% das ações da empresa com sede em Londres e ações negociadas na Bolsa local.
A Suzano já detinha uma participação indireta de 7,12% no capital da Futuragene desde 2001. Trata-se da primeira aquisição da Suzano em tecnologia florestal.
A Futuragene trabalha em inovações para atender a crescente demanda mundial por fibras, combustíveis, alimentos e para proporcionar melhor utilização de recursos naturais, como terra e água.
Em fase mais adiantada estão as técnicas para o incremento da produtividade florestal voltada à produção sustentável de madeira para o processo industrial.
O desenvolvimento do etanol celulósico também pode ser uma oportunidade de investimento no futuro.
Apesar de esse segmento ainda não ser considerado no planejamento de negócios da companhia, o desenvolvimento de compostos que podem substituir insumos tradicionalmente produzidos a partir de derivados de petróleo está no radar de empresas com atuação do setor de celulose.
Reconhecida como uma empresa forte em inovação, a Suzano foi a primeira a produzir celulose a partir do eucalipto, hoje amplamente aceita pelo mercado.
Em fato relevante divulgado em meados de maio, quando a Suzano apresentou a proposta de aquisição do controle da Futuragene aos seus acionistas, a empresa informou que a transação possibilitará a obtenção de sinergias nos esforços de pesquisa e desenvolvimento florestal, que está entre os principais fatores de competitividade da companhia.
Fonte: Folha de S. Paulo - 23/06/10
Pesquisas acadêmicas e projetos ambientais terão financiamento para publicação em Pernambuco
publicações não periódicas de pesquisa acadêmica ou de resultados de projetos desenvolvidos na área ambiental.
O edital do Fundo Estadual de Meio Ambiente (Fema) foi publicado no Diário Oficial do Estado dessa terça-feira (22).
Os recursos do fundo são provenientes de multas aplicadas pela Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos
Hídricos (CPRH). Os projetos submetidos devem ter ênfase nas áreas temáticas do Fema. O recurso total é de R$ 150
mil e contemplará projeto até R$15 mil cada.
O edital e o formulário de inscrição podem ser acessados no site da Sectma
( www.sectma.pe.gov.br).
Os interessados têm até o dia 30 de julho para entregar os projetos. Os resultados dos projetos classificados
serão anunciados em 30 de Agosto. “Essa é um oportunidade para projetos de publicações na área ambiental possam, de fato, sair do papel e contribuir
na gestão ambiental do Estado”, reforçou o secretário executivo de meio Ambiente da Sectma, Hélvio Polito.
O Fundo Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco – FEMA foi instituído pela Lei Estadual nº. 11.516, de 30 de
dezembro de 1997 e regulamentado pelo Decreto Estadual nº. 20.586, de 28 de maio de 1998, e alterado pelo Decreto
Estadual nº. 21.698, de 8 de setembro de 1999, com objetivo de dar suporte financeiro ao desenvolvimento de
projetos que visem ao uso racional e sustentável de recursos naturais no sentido de elevar a qualidade de vida da
população do Estado.
Áreas temáticas do Fema:
* Monitoramento e controle ambiental;
* Preservação e conservação dos recursos naturais renováveis;
* Recuperação de áreas degradadas ou em processo de degradação;
* Educação ambiental e divulgação;
* Pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias para o desenvolvimento sustentável;
* Proteção das matas ciliares, de mananciais e reservatórios para abastecimento público;
* Planejamento, implantação e gestão de Unidades de Conservação; e
* Saúde e meio ambiente.
Fonte: Portal PE - 23/06/10
Cremepe convoca médicos voluntários dispostos a dar assistência às vítimas das chuvas em Pernambuco
A atuação dos profissionais é considerada de suma importância nas localidades arrasadas pelos temporais, por conta da dificuldade de as prefeituras disponibilizarem assistência médica adequada e dos riscos aumentados de contágio de doenças relacionadas às chuvas.
Os médicos que desejarem se incorporar à ação humanitária devem entrar em contato com as responsáveis pelos devidos encaminhamentos: Fernanda Soveral e Andréa Ribeiro, pelo telefone do Cremepe.
Os interessados devem fornecer as seguintes informações: nome, endereço, telefone para contato, e-mail, número do registro no Cremepe, especialidade médica e existência de vínculo público.
Todos os voluntários ficarão sob orientação do Gabinete de Crise do Governo do Estado de Pernambuco.
Fonte: Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR - 23/06/10
Portagens - Governo quer portagens em todas as SCUT mas isenta moradores em Portugal
O Governo vai avançar com uma nova proposta de cobrança de portagens nas SCUT, que responda às exigências da oposição.
O primeiro-ministro José Sócrates vai propor que passem a ser cobradas portagens nas sete SCUT do país, e não apenas em três como tinha avançado inicialmente, com a salvaguarda de poupar os residentes.
"A obrigação do Governo é procurar uma posição que sirva o país e responda às inquietações da oposição e com a qual o Governo também se sinta confortável. Dada esta situação a minha proposta é esta: Punhamos portagens em todas as sete SCUT, e nas que virão a ser construídas, mas com uma salvaguarda, que nenhum dos residentes, nem ninguém com actividade registada nessa auto-estrada venha a pagar portagem", disse José Sócrates, em declarações aos jornalistas na Lousã.
É a resposta do Governo à decisão avançada ontem pelo PSD, de travar os 'chips' e taxar todas as SCUT a nível nacional e não apenas a nível regional.
"O Governo sempre defendeu que não deve haver portagens nas auto-estradas que atravessem áreas que têm rendimentos per capita inferiores à média nacional, porque isso é um contributo para o desenvolvimento regional, assim como em zonas em que não haja uma alternativa com um bom serviço", acrescentou o primeiro-ministro.
Nas três SCUT, que vão passar a ter portagens já a partir de 1 de Julho, os estudos realizados comprovavam, já em 2006, que estes dois critérios não se verificavam, disse ainda Sócrates.
Fonte: Económico - PT - 23/06/10
Equipe do Cesar ligada ao Porto Digital representa Pernambuco em Johannesburgo
É com este mote que um grupo de profissionais do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), empresa ligada ao Porto Digital, participa até o próximo dia 11 da Casa Brasil, estande que tem como objetivo apresentar um pouco da diversidade cultural e das inovações desenvolvidas no país, lá em Johannerburgo.
O Cesar compõe uma comitiva de 12 empresas, de diversas áreas, convidadas pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), instituição ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Os pernambucanos desenvolveram, em parceria com a Jynx Playware, companhia instalada também no Porto Digital, três jogos que usam as redes sociais para funcionar e quem possuem temática futebolística.
São eles: Futsim, Futweet e OJE.
O primeiro deles, o Futsim, trata-se de uma simulação da gestão de um time de futebol, em que o internauta pode definir tudo o que diz respeito ao clube como padrão, jogadores, estádio etc.
O game possui uma versão virtual no Facebook, que pode ser acessada gratuitamente pelo endereço http://apps.facebook.com/futsimsocial.
Já o Futweet é um jogo virtual que usa o Twitter para dar palpites e tentar acertar detalhes sobre a Copa (apostando resultados e competindo entre os membros do site), acessível pelo endereço www.futweet.com.br.
Por fim, o OJE é um software que, integrado a uma webcam, possibilita interagir com o computador, escapando de alguns obstáculos e coletando itens ligados a futebol como num game interativo (único que não está disponível on-line atualmente).
"Estamos mostrando aqui soluções de edutainment, que significa educação entretenimento. São as possibilidade de aprender brincando.
A iniciativa está sendo excelente porque estamos trabalhando com uma rede de organizações, gerando possibilidades de inovação que devem ser continuadas para a Copa de 2014", explica a gerente de relações institucionais do Cesar, Cláudia Cunha. "Os contatos que estamos fazendo serão continuados ao voltarmos para o Brasil, na expectativa de serem revertidos em possibilidades de parcerias.
Existem alguns contatos interessantes que estão sendo feitos, mas obviamente eles precisam ser amadurecidos", completa ela.
Para saber mais detalhes sobre a comitiva da Finep que foi convidada para viajar até a África do Sul, basta acessar o endereço oficial da iniciativa, no www.14bis.org.br (em inglês).
Fonte; Diário PE - 23/06/10
Verba do BNDES para a arena da Fonte Nova é ilegal, diz MP
Ilegalidades e irregularidades no projeto para construção do novo estádio da Fonte Nova levaram os ministérios públicos Federal (MPF) e do Estado da Bahia (MP-BA) a recomendarem que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não conceda financiamento de R$ 400 milhões para a realização da obra.
A recomendação foi encaminhada ao banco estatal, na terça-feira, 22, à tarde, um dia depois do início da demolição.
As procuradoras da República Juliana Moraes, Melina Flores (do MPF) e a promotora pública Rita Tourinho (do MP-BA) estabeleceram o prazo de dez dias para que o BNDES negue o financiamento requerido pelo governo do Estado da Bahia.
Caso haja descumprimento, providências judiciais e administrativas poderão ser adotadas, elas advertem.
Uma auditoria realizada no contrato pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) já tinha detectado diversas irregularidades, como publicou A TARDE, na edição de 5 de junho. Agora, as duas procuradoras da República e a promotora de justiça enviaram a recomendação ao BNDES, informando sobre uma ilegalidade no projeto.
Pelo modelo de Parceria Público-Privada (PPP), adotado para a realização da obra, o governo não pode fazer o empréstimo junto ao BNDES e repassá-lo para o consórcio Fonte Nova Negócios e Participações, formado pelas empresas OAS e Odebrecht Investimentos.
A recomendação alerta que o repasse do financiamento pelo governo é vedado pelo artigo 7º da Lei 11.079/04, que regulamenta as PPPs.
Com base na lei, os membros dos ministérios públicos entendem que o Estado só poderia repassar valores ao consórcio após o estádio estar pronto e funcionando.
“A contraprestação da administração pública será obrigatoriamente precedida da disponibilização do serviço objeto do contrato de Parceria Público-Privada”, diz o texto da lei.
As procuradoras e a promotora argumentam que o governo baiano nem sequer poderia tomar o financiamento, pois essa incumbência seria do consórcio, de acordo com a legislação específica.
“Pelo modelo de privatização PPP para a construção da nova arena da Fonte Nova, o consórcio teria que construir todo o estádio para, depois que o entregar pronto, receber a contrapartida (pagamento) do Estado”, explica a procuradora da República Juliana Moraes.
Para a procuradora Juliana Moraes, o Estado está arcando com todos os riscos, porque tomou o empréstimo, quando, segundo ela, esse papel deveria ser do consórcio.
Lei é respeitada - O secretário Carlos Martins, titular da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), nega que exista qualquer ilegalidade no projeto de construção da Fonte Nova.
“Financiamento não é a mesma coisa que contraprestação (pagamento) do Estado, não se pode confundir”, argumenta ele, referindo-se ao repasse do governo de R$ 400 milhões para o consórcio Fonte Nova participações realizar a obra.
“Todo o processo foi feito de acordo com a legislação estadual e federal, não há ilegalidade nenhuma”, alega Martins, que também é presidente do conselho gestor da Parceria Público-Privada para a construção do estádio.
Ele acrescenta que, em todo o projeto, foram seguidos os prazos e rituais legais. Martins diz que a questão do financiamento do Estado junto ao BNDES ainda não está certo que ocorra. “O financiamento do Estado não está definido ainda.
Caso o problema seja o financiamento do governo, o consórcio pode financiar direto e está resolvido o problema”, pondera.
Fonte: Marcelo Brandão e Flávio Costa - A TARDE - BA - 23/06/10
Private-public Investments: Imperatives for Sustainable Water Solutions in India
Exponential increase in demand for water due to population growth and agricultural use, coupled with high degree of variability in the availability of water resources throughout the country, will drive per capita accessibility of water to under 1,000 cubic metres by 2020 if left unchecked. Acknowledging challenges such as inadequate water legislation, outdated and inefficient technology and service delivery problems, one of the focus areas of the JNNURM is the provision of reliable water supply and sanitation at affordable prices.
Beyond the government's push in the betterment of water sanitation and availability, the world's second most populous country is also attracting supplementary financial and technological contributions from the private sector in the development of sustainable water solutions. The synergy between the private and public sectors will be crucial in solving the imminent water crisis in India.
Indeed, private organisations and business associations have responded actively to the call for public-private partnerships. One such organisation is the Confederation of Indian Industry (CII), co-organiser of the India Business Forum, which recently held its annual Water Summit to discuss challenges and opportunities in the water sector in Gujarat. CII will share key takeaways from the summit with the international water community during the Water Week.
Additionally, the public sector continues to drive water consciousness with initiatives such as the National Water Mission, which aims for 20 per cent conservation in water use. Although water deficiency is still prevalent, industry experts are optimistic that this shortfall can be met through the implementation of innovative solutions for more effective use of water resources.
Recognising India's potential for growth in the water industry, 15 leaders will converge at the India Business Forum to engage in meaningful discussions on boosting partnerships between the public and private sectors. From companies which require large quantities of water operationally to advisors of financing options, the India Business Forum will facilitate the broadening of business engagement in community water projects and synergising of India's water management approach.
Commenting on the all-round strategy to resolve water challenges in India, Sanjeev Chadha, participant of the India Business Forum and Chairman and Chief Executive Officer, PepsiCo India, and Chairman, CII National Committee on Water, said: "Water is a burning platform for India - the single largest threat to our continued economic progress. Fortunately, the solutions are still within reach. They require committed public/private partnerships, with a key focus on agriculture, which accounts for over 80% of our water consumption, and the government can play a catalytic role by rewarding and recognizing efficient water use."
The India Business Forum will provide the platform for solutions-focused dialogue and sharing of best practices in areas such as streamlining the intricate process of providing affordable and clean water with active conservation efforts by private corporations; and alleviation of water challenges through construction of check-dams, recharge ponds and rain or roof-water harvesting.
"The water industry in India is constantly evolving with exciting and valuable prospects. As such, we hope to create impactful conversations by providing a timely, global platform during the India Business Forum. We are encouraged by the strong participation from both the public and private sectors from India, and expect the session to be a magnet for major water players from other countries," said Michael Toh, Managing Director of Singapore International Water Week.
Meeting the best minds from global water companies are leaders from the public sector including:
- HE Thiru M K Stalin, Deputy Chief Minister, Government of Tamil Nadu
- HE Prof. L K Dhoble, Minister for Water Supply & Sanitation, Government of Maharashtra
- Mr Umesh Narayan Panjiar, Secretary, Ministry of Water Resources, Government of India
- Mr Suresh Prabhu, Ambassador for Global Water Partnership (GWP); Chairman, Council for Energy, Environment and Water Confederation of Indian Industry (CII); & Former Union Minister of Environment, Government of India
- Mr Ramesh Negi, CEO, Delhi Jal Board
- Mr S S Kshatriya, Municipal Commissioner, Municipal Corporation of Greater Mumbai
- Dr Niranjan Mardi, Principal Secretary, Municipal Administration and Water Supply, Government of Tamil Nadu
- Mr Sanjeev Chadha, Chairman & CEO of PepsiCo India Region; also Chairman of CII National Committee on Water
- Mr Arun Nanda Chairman, Mahindra Holidays & Resorts (I) Ltd, Mahindra Lifespace Developers Ltd, Mahindra Consulting Engineers Ltd, and Mahindra World City Developers Ltd; & Chairman, CII Western Region
The India Business Forum will be held on July 1, 2010, from 1pm at Gallery East, Level 3, Suntec International Convention & Exhibition Centre. For more information, please visit www.siww.com.sg/2010-business-forums.
About Singapore International Water Week
The Singapore International Water Week is the global platform for water solutions. It brings policymakers, industry leaders, experts and practitioners together to address challenges, showcase technologies, discover opportunities and celebrate achievements in the water world. Comprising the Water Leaders Summit, Water Convention, Water Expo and Business Forums, it culminates in the presentation of the Lee Kuan Yew Water Prize, a prestigious international award to recognise outstanding contributions in solving global water issues. The third Singapore International Water Week will be held from 28 June 28 to 2 July 2010. The theme is Sustainable Cities - Clean and Affordable Water. For more information, log onto www.siww.com.sg.
Contact:
Aaron Yeo
Burson Marsteller for Singapore International Water Week
Tel: +65 6829 9333
Email: aaron.yeo@bm.com
Sally Toh
Singapore International Water Week
Tel: +65 6731 3108
Email: Sally_TOH@pub.gov.sg
Fonte:ACN Newswire - 23/06/10
Brasil quer maior proteção para os golfinhos
ENVIADO ESPECIAL A AGADIR, MARROCOS
Brasileiros e belgas encaminharam à CIB uma proposta que poderia resolver um dos buracos da atuação da comissão: os pequenos cetáceos, como golfinhos e botos.
Embora sob pressão de caça no mundo todo, eles não são são protegidos pela CIB.
Essa falha ficou famosa ao ser exposta no documentário "The Cove", que ganhou o Oscar.
Ele mostra como funciona a matança e a captura de golfinhos no Japão, e teve sua exibição vetada no país.
"Até há um grupo de pequenos cetáceos na comissão científica da CIB, mas as discussões nele ainda não se revertem em decisões da CIB", explica Fábia de Oliveira Luna, analista ambiental do Instituto Chico Mendes.
No Brasil, problemas envolvendo os animais não faltam.
Na região Sul, as chamadas toninhas frequentemente são mortas acidentalmente ao ficarem presas nas redes de pescadores.
Em todo o litoral, o boto-cinza ou tucuxi é capturado para virar isca de tubarão, enquanto, na Amazônia, o boto-vermelho é retalhado para atrair um bagre.
"No caso do boto-vermelho também há o turismo.
As pessoas nadam com os animais.
Além de alterar o comportamento e a alimentação deles, há doenças sendo transmitidas entre pessoas e botos", explica Luna.
Se aprovada, a proposta impulsionar a pesquisa sobre pequenos cetáceos.
O problema é que a ideia faz parte do pacote maior de medidas sobre a caça de baleias.
Se nenhuma versão for aprovada, a proposta pode ser engavetada.
Fonte: Folha SP - 23/06/10
Sob 27 anos de guerra civil, Angola tenta se restabelecer
Organismos internacionais estimam que 1,8 milhão de adultos, jovens e crianças foram deslocados.
Os efeitos dessa guerra ainda estão presentes no cotidiano dos angolanos e na fragilidade da economia. N
as áreas descampadas do país, um dos temores é em relação às minas – ainda resquícios dos tempos de guerra.
No dia-a-dia, os cerca de 12,5 milhões angolanos ainda sofrem com as consequências de longos anos de conflito armado.
No comércio faltam produtos básicos, uma indústria sólida, oportunidades de emprego e capacitação de pessoal.
As escolas e hospitais, em geral, apresentam dificuldades mínimas de funcionamento.
Em novembro do ano passado, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, foi a Angola com 98 empresários.
Durante a visita, o embaixador do Brasil no país, Afonso Cardoso, apelou para que invistam na capacitação de pessoal.
Segundo ele, o mercado angolano é atraente e aberto, mas o ideal é buscar aperfeiçoar a mão de obra e respeitar as idiossincrasias (característica comportamental ou estrutural peculiar a um indivíduo ou grupo) locais.
Cardoso disse que os angolanos “têm muito orgulho da nação” e que, ao contrário de outros países da África, em Angola não há disputas étnicas.
Apenas 4% são mestiços e brancos, o restante da população é negra.
“Este é um país que tem um projeto de reconstrução nacional, que é ambicioso, e isso implica muitos investimentos em infraestrutura física e também social.
O objetivo do governo de Angola é fazer desse país uma nação forte e uma potência na região”, disse o diplomata.
Fonte: Da Agência Brasil - 23/06/10
Estrutura comercial adequada viabiliza grandes projetos
Rio de Janeiro – O Brasil tem patinado na implantação dos projetos de infraestrutura para Copa 2014 e Olimpíadas 2016. Mais do que a necessidade, a vontade e, até mesmo, o dinheiro, esse tipo de projeto demanda uma estrutura jurídico-financeira que dê suporte a execução e segurança aos envolvidos, sejam eles governo, construtores ou financiadores. Esse será o foco da discussão do painel sobre modelos comerciais para obras de infraestrutura, parte da programação do Seminário Internacional “Infraestrutura Brasil: Projetos de Infraestrutura e Oportunidades de Financiamento no Setor Esportivo”, que ocorre de 22 a 24 de junho, no Rio de Janeiro.
O painel, que será realizado dia 24/06, contará com os advogados sócios do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice, Ana Karina Esteves de Souza e José Virgílio Lopes Enei. Eles abordarão as Parcerias Público-Privadas (PPPs) e outros modelos de contratação para a execução de projetos de infraestrutura. “As PPPs são indicadas para os projetos cuja mera administração não é suficiente para remunerar o investimento do parceiro privado, sendo necessária assim uma complementação do Estado. Em outros casos, no entanto, o regime de Concessão tradicional ou mesmo um simples contrato de prestação de serviços via licitação são suficientes, logo devem ser usados, pois demandam uma estrutura contratual mais simples e seguem um rito mais assimilado pelo Estado”, explica o advogado José Virgílio Lopes Enei.
Outro ponto serão os prós e contras de cada estrutura. “As PPPs proporcionam contratos mais longos e possuem um mecanismo que pode vincular a complementação financeira ao cumprimento de metas de resultado”, explica Ana Karina Esteves de Souza.
.[ Seminário Internacional Infraestrutura Brasil: Projetos de Infraestrutura e Oportunidades de Financiamento no Setor Esportivo,de 22 a 24 de junho de 2010,das 8h30 as 18h, no Sheraton Rio Hotel & Resort, Av. Niemeyer, 121 – Leblon Programação completa do evento pode ser obtida no link: http://www.infocastinc.com/downloads_pdf/rioinfra_agenda-port.pdf ].
Fonte: Portal Fator Brasil - 23/06/10
INDIA: Textiles ministry finalises action plan for handlooms
26 Commissioners and Directors of Handlooms & Textiles from all the States attended the meeting. During the meeting, an action plan for expeditious implementation of the schemes for the remaining part of the year 2010-11 was finalized.
During discussion, Smt. Rita Menon, Secretary (Textiles) emphasised the need not only to preserve the traditional skills of weaving but also to upgrade the designs in a contemporary context to find a market both in domestic as well as international arenas. The Government of India is already providing full support through policy measures and with financial assistance. In fact, the total outlay for the handloom sector has been substantially enhanced from 340 crores to 426 crore for the year 2010-11. She called upon the State Governments to take pro-active steps to enable the initiatives of the Government of India to reach the handloom weavers effectively. Secretary (Textiles) highlighted the steps taken so far through technology outreach as well as by providing successful marketing support through Public Private Partnership mode.
Textiles Secretary also stressed the need to preserve the traditional craft as well as to integrate it in contemporary context by involvement of Public Private Partnership. She also underlined the importance of conserving the traditional weaves under the Geographical Indication Act (Registration and Protection) Act, 1999 to prevent these skills from languishing or being copied.
Giving the details of important initiatives taken during the last year, the textiles secretary said that the support of professional designers and the technology intervention for design development, availability of designs free of cost on the website in 14 regional languages has made the access to contemporary and traditional designs very easy. The large plethora of schemes has been simplified. Social security measures are being provided to the weavers’ community through Health and Life insurance schemes which provide cover to the weavers against natural/ accidental deaths as well as day to day ailment, through 900 OPDs and 2700 IPD Centres.
The way ahead is to pursue Brand building of handloom products which is the need of the day and to make them niche products for the high end consumers and the fashion conscious youth. In fact the handloom sector should develop a strong linkage with Sericulture sector so as to have viable linkage right from reeling and weaving onwards the textiles Secretary added.
Fonte: Bharat Textile - 23/06/10
BNDES é última chance de Arena da Baixada continuar na Copa
Reforma da Arena da Baixada pode sair com financiamento do BNDES (crédito: Divulgação)
O Atlético Paranaense solicitou uma análise ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para o financiamento das reformas da Arena da Baixada, visando a acabar com o impasse que pode tirar Curitiba da Copa 2014.
O clube, agora, espera resposta do banco estatal para reconsiderar a proposta de potencial construtivo, oferecido pela prefeitura. O esquema poderia gerar recursos para a reforma da Arena da Baixada, orçada em R$ 100 milhões, já que o clube somente aceita bancar 30% desse valor com dinheiro do seu caixa. Até então, o Atlético-PR vinha se recusando a negociar com o banco.
Segundo o site “Gazeta do Povo”, a definição do BNDES deve vir ainda nesta semana. O prefeito Luciano Ducci e o governador Orlando Pessuti viajam à África do Sul em 6 de julho, e querem ter o problema resolvido. O Comitê Organizador Local da Copa (COL) deu prazo até 14 de julho para uma definição do Paraná.
Além do financiamento público e do potencial construtivo, projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa pode reverter outros R$ 40 milhões para a reforma da Arena: o clube cederia os direitos sobre o nome (naming rights) do estádio à estatal de energia Copel.
Caso a opção Arena falhe, o comitê paranaense trabalha com dois planos alternativos.
Um deles envolve a área do estádio do Paraná Clube, tomada pelo governo federal como pagamento de dívidas. Outra seria a reforma do Pinheirão, que pertence ao estado.
Fonte: Portal da Copa 2014 - 22/06/10
Secretaria das Cidades monta postos de arrecadação nesta quarta-feira em Recife
calamidade.
Grande Recife - O Consórcio de Transportes montou postos de arrecadação nos Terminais Integrados da Macaxeira, Camaragibe, Cabo de Santo Agostinho, PE-15 e Pelópidas Silveira, este último no município de Paulista. Os postos funcionarão no período junino, de 23 a 27 de junho, das 7h às 13h. E a partir do dia 28, próxima segunda-feira, das 7h às 19h. Os usuários podem obter mais informações através da Central de Atendimento ao Cliente (CAC) pelo 0800.081.01.58.
Cehab - A sede da Companhia de Habitação e Obras (CEHAB) também estará coletando donativos. As pessoas que desejarem efetuar doações podem se dirigir até o local a partir de amanhã (23/06) das 8h às 17h.
Detran - O Departamento de Trânsito de Pernambuco disponibilizou a sede, os postos avançados dos municípios e as Ciretrans especiais para receber doações. As lojas instaladas nos shoppings Tacaruna, Recife, Plaza, Guararapes e Recife também serão postos de arrecadação e receberão as doações durante o horário de funcionamento.
Confira os locais e horários para doações:
Terminais
• Terminal Integrado da Macaxeira
• Terminal Integrado de Camaragibe
• Terminal Integrado do Cabo de Santo Agostinho
• Terminal Integrado da PE-15
• Terminal Integrado Pelópidas Silveira (Paulista)
Horários
• De 23 a 27 (período junino) das 7h às 13h
• A partir do dia 28 (segunda-feira) das 7h30 às 19h
Detran
Sede - Estrada do Barbalho, 889 - Iputinga - Recife – PE
Tele-atendimento: (81) 3453.1514 (7h30 às 17h30)
Cehab
Sede – Rua Odorico Mendes, 700 Campo Grande Recife - PE
Telefone: (81) 3182.7500
Fonte: Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR - 23/06/10
150 empresários participam em encontro entre a China e os Países Lusófonos em Lisboa
O XVI Encontro para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e a lusofonia reúne hoje, em Lisboa, cerca de 150 empresários num fórum que conta na abertura com o ministro da Economia, Inovação e Desenvolvimento português.
Os empresários de Macau, China, Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Timor-Leste vão analisar oportunidades de negócio e investimento, num contexto de crescimento das relações económicas, visíveis nos dados oficiais que mostram que o comércio entre a China e os países da CPLP quase duplicou no último ano.
Vieira da Silva, ministro português da Economia, Inovação e Desenvolvimento, o presidente da AICEP, Basílio Horta, o vice-presidente do Conselho para a Promoção do Comércio Internacional da China, Zhang Wei, e o secretário-geral do Fórum Macau, Chang Hexi, e responsáveis de Câmaras de Comércio, ou organismos semelhantes dos vários países, participam nos trabalhos de hoje, primeiro de dois dias do encontro.
Entre os empresários contam-se representantes dos mais diversos sectores, incluindo automóvel, indústria farmacêutica, turismo, energias renováveis, florestas, indústria portuária e logística dos países envolvidos.
Todos os oito países lusófonos registaram acréscimos no volume de trocas comerciais com a China entre Janeiro e Abril, comparando com igual período de 2009, de acordo com os dados dos Serviços de Alfândega da China.
As importações da China face aos oito países lusófonos aumentaram 108 por cento nesse período, para 14.403 milhões de euros, ao mesmo tempo que as exportações chinesas registaram uma subida homóloga de 60 por cento, para 6294 milhões de euros.
O Brasil, com 12,3 mil milhões de euros de trocas comerciais, mantém-se como principal parceiro lusófono da China, seguido de Angola e só depois Portugal.
Fonte: OJE/Lusa - 23/06/10
Palácio é novo QG das ações de reconstrução das cidades em Pernambuco
O escritório reúne cerca de 50 representantes de 10 secretarias estaduais envolvidas no mutirão coordenado pessoalmente pelo governador. O grupo de trabalho vai centralizar todas as informações sobre a situação dos municípios como o restabelecimento de energia elétrica, telefonia, fornecimento de água potável, alimentos e produtos de limpeza.
“O objetivo é que a gente tenha a velocidade máxima no processo de organização e encaminhamento para que a ação chegue o mais rápido possível”, explicou Geraldo Júlio, secretário de Planejamento e Gestão e um dos coordenadores do escritório.
Atendendo a um convite do governador, participaram da reunião também o vice-presidente do TJPE, Jovaldo Nunes, o presidente do TCE, Fernando Correia, do procurador geral do Ministério Público, Paulo Varejão, além do presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Uchôa. Eduardo quer garantir transparência no gasto dos recursos do Estado que vêm sendo destinados à recomposição das cidades.
“Nosso desejo é que possamos, com os órgãos de controle e a Secretaria da Fazenda, encontrar os caminhos mais seguros para os gastos públicos, mas também mais seguros para a população no que diz respeito ao tempo de resposta”, explicou o governador.
Participam do escritório permanente do Gabinete de Crise as secretarias e órgãos operativos da Casa Militar, Transportes, Planejamento e Gestão, Agricultura, Recursos Hídricos, Defesa Social, Cidades, Fazenda, Administração, além do gabinete do governador.
Fonte: Portal PE - 22/06/10
Projeto Genoma faz 10 anos e perguntas se multiplicam
A ordem da sequência das três bilhões de A, T, C e G - adenina, timina, citosina e guanina - foi anunciada após dez anos de trabalho de uma colaboração científica internacional coordenada pela Organização do Genoma Humano (Hugo, na sigla em inglês), da qual faz parte o especialista brasileiro.
Para Raskin, houve um avanço significativo no conhecimento em relação às cerca de sete mil doenças genéticas que isoladamente são raras e causadas pela alteração em um único gene. "Com certeza, essas doenças tiveram um avanço maior nos últimos dez anos do que em toda a história, tanto na compreensão delas como no diagnóstico e também no tratamento."
Por outro lado, segundo o médico, pouco se sabe sobre as doenças mais comuns que afetam o ser humano, como obesidade, hipertensão arterial, diabete e câncer. Isso porque elas apresentam um componente tanto genético - que podem ser alterações em vários genes ao mesmo tempo - quanto ambiental, como cultivar hábitos ruins de vida, entre eles o sedentarismo e a alimentação inadequada. "Se você tem predisposição genética a ter diabetes, não se exercita e se alimenta mal, então você vai ter a diabetes."
O geneticista afirmou que hoje, após dez anos de estudos, não se sabe nem quanto da causa de uma doença comum é genética nem quantos genes estão envolvidos. "Os próprios cientistas ainda desconhecem o significado de boa parte das sequências que descobriram." Raskin disse ainda que há uma teoria que questiona se o componente genético dessas doenças está só no DNA.
"Depois do sequenciamento das três bilhões de letrinhas, tudo se baseou na comparação das letrinhas de pessoas normais com a de pessoas que têm a doença. Mas e se o problema não estiver na sequência das letras e sim em outras etapas da produção da proteína? Aí nós simplesmente estamos olhando no lugar errado. Essa é a maior frustração que se tem até o momento", afirmou.
Tratamentos
Uma outra dificuldade que se tem atualmente é a de preencher a lacuna entre a pesquisa genética e sua aplicação prática. De acordo com Regina Célia Mingroni Netto, doutora do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), isso ocorre porque "o mecanismo de origem das doenças, na maioria das vezes, se revela bem mais complicado" do que se supunha. "A gente descobre que uma mesma doença pode ter várias causas."
Raskin lembrou que a maioria das doenças genéticas são raras e, portanto, não há interesse de se investir no tratamento de doenças que afetam uma a cada cem mil pessoas. "A indústria farmacêutica talvez não tenha interesse em fabricar dez aspirinas diferentes, para o genoma de cada indivíduo. É mais fácil e barato fazer uma aspirina para o mundo inteiro."
O geneticista disse que há um certo temor na sociedade em relação aos avanços nesse campo de pesquisas em meio a questões éticas, filosóficas e até religiosas.
Ele cita, como exemplo, o caso uma gestante que decide saber se o feto herdou o erro genético que fará com que a criança desenvolva demência por volta dos 50 anos.
"Será que ela quer mesmo saber isso? E depois, ela vai interromper a gestação se o erro foi herdado? E quantas pessoas viveram 50 anos e deram contribuições grandiosas à humanidade?" Raskin reforça que é apenas um exemplo e lembra que interromper uma gestação por má formação do feto é proibido no Brasil.
Regina Mingroni afirmou que sente a sociedade receber bem as melhorias da análise dos genes humanos. Ela disse que as pessoas afetadas por doenças genéticas são ávidas por informações sobre a origem e as causas delas. "As pessoas recebem muito bem quando a gente consegue explicar o que está acontecendo."
Exageros e esperança
Após o anúncio do primeiro rascunho do código genético humano, feito em conjunto por cientistas do Projeto Genoma Humano (público) e pela companhia Celera Genomics (privada), no dia 26 de junho de 2000, na Casa Branca, criou-se uma expectativa exagerada sobre os efeitos em cima dessa descoberta. Por exemplo, era esperada uma revolução com o surgimento de remédios personalizados: medicamentos desenvolvidos com base no genoma de cada pessoa.
No entanto, segundo Raskin, apenas três medicamentos foram aprovados pela Food and Drug Administration (FDA), o órgão que controla alimentos e remédios nos Estados Unidos. "Tudo aconteceu em uma escala menor do que se previa", disse.
Para Regina, culpa desse exagero é em parte da imprensa, que, de acordo com ela, acentuou os efeitos benéficos de curto prazo. Ela também responsabiliza os próprios cientistas, os quais alardearam possibilidades diversas com o objetivo de atrair investimentos para as pesquisas deles.
Em meio a incertezas, exageros e frustrações, há também esperança: "O potencial do sequenciamento do genoma é enorme ainda. Não é menor do que foi imaginado. Só que não chegamos tecnologicamente lá", afirmou o geneticista.
Brasil
De acordo com Raskin, o Brasil desponta nas pesquisas em genética.
O problema, disse ele, é o atendimento, a assistência em genética.
"As pessoas e familiares que têm doenças genéticas estão completamente desamparadas no País. E isso por quê? Porque a genética não faz parte do SUS (Sistema Único de Saúde)."
Ele afirmou que a Sociedade Brasileira de Genética Médica tenta há cinco anos e meio convencer o Ministério da Saúde a implantar o serviço de genética no SUS, alegando que a segunda maior causa de mortalidade infantil advém de anomalias congênitas, que são quase todas genéticas.
"Em janeiro do ano passado o ministério publicou uma portaria que instituía a Política Nacional de Atenção Integral em Genética Clínica.
Só que era necessária a publicação de uma segunda portaria, detalhando como isso seria feito. E até agora isso não aconteceu."
Em nota, o ministério afirmou que mantém um grupo de trabalho para a publicação de uma nova portaria. Alegou ainda que, mesmo sem essa publicação, desenvolve ações para o atendimento de pacientes com doenças genéticas. Como exemplo, citou que as pessoas acometidas pela Doença Celíaca, Fibrose Cística e Doença de Gaucher, possuem atenção integral na rede pública (diagnóstico, tratamento e acompanhamento).
O ministério informou ainda que há no País 241 serviços relacionados à genética clínica - 66 voltados ao atendimento clínico e 175 ao atendimento laboratorial. "Este trabalho é feito por hospitais públicos e hospitais filantrópicos com recursos do SUS." Por fim, disse que são gastos R$ 49 milhões por ano com a atenção em genética clínica na rede pública e chamou a atenção para o baixo número de profissionais especializados, o que, segundo a pasta, dificulta a adoção de política nessa área.
Fonte: Agência Estado - 23/06/10
Brisa venderá fatia na CCR e espera levantar 1,2 bi de euros
A Brisa divulgou que primeiramente venderá 6 por cento de sua participação, por 990 milhões de reais para os sócios da CCR Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Soares Penido. Os restantes 10,35 por cento serão destinados a uma colocação privada, definindo valor de mercado dessa parcela em 1,695 bilhão de reais.
"A venda da participação na CCR... representará um lucro relevante que permitirá a redução da dívida líquida e a liberação de recursos de apoio para o crescimento da empresa", informa a Brisa em comunicado.
Fonte: Reuters - 23/06/10
Nova cerveja premium com sabor nordestino
Augusto Freitas
O mercado nacional de bebidas vai ganhar uma nova representante que promete acirrar a disputa pela liderança no consumo de cerveja. E quem sai na frente é a Região Nordeste. A Companhia Brasileira de Bebidas Premium (CBBP) anunciou, ontem, o início de suas operações para o mês de dezembro no município de Pindoretama, a 40 quilômetros de Fortaleza, no Ceará. É a primeira de duas unidades previstas para entrar em funcionamento até 2014. A segunda será em Pernambuco.
Com investimentos iniciais de R$ 60 milhões - parte dos recursos é proveniente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) - , o parque industrial está sendo construído em uma área de 20 hectares. O valor investido inclui a construção das fábricas, a infraestrutura de distribuição e o marketing. A fábrica terá capacidade inicial de produção de 150 milhões de litros de cerveja por ano. Durante a primeira etapa do projeto, a empresa atuará no eixo São Luís (MA)-Recife (PE) com centros de distribuição em Fortaleza, Sobral, Juazeiro do Norte, Natal, Mossoró e Recife. Segundo a direção da companhia, devem ser gerados cerca de 300 empregos diretos nas duas unidades.
O anúncio da CBBP vai de encontro aos recentes investimentos realizados pelas cervejarias de maior porte no Nordeste, região líder no consumo de cerveja no Brasil. O foco inicial da companhia, inclusive, será o mercado nacional do produto tipo "premium", aquecido nos últimos anos. A unidade cearense, que está sendo construída há 18 meses, poderá produzir cerca de 150 milhões de litros de cerveja por ano. A produção será 100% destinada ao Nordeste e a meta é lançar, inicialmente, a versão premium de uma cerveja pilsen, categoria mais conhecida no mercado brasileiro.
De acordo com o presidente da CBBP, João Carlos Noronha, as oportunidades de negócios agregados à Região Nordeste justificam os investimentos em dois estados estratégicos, além do clima favorável e crescimento econômico. "A cerveja lançada nesta primeira fase do projeto atenderá a um público mais sofisticado, de paladar refinado. As vendas de cerveja no Nordeste cresceram cerca de 20% este ano e o tipo premium teve aquecimento de 4%. É um nicho competitivo pelas poucas opções no mercado", afirmou.
O executivo disse que a segunda etapa do projeto prevê a produção de uma linha mais elaborada, de alta fermentação, como cervejas de trigo e do tipo bock. Noronha também ressaltou que o diferencial do novo produto está na escolha dos ingredientes e no processo mais extenso de maturação da bebida, encurtado nas grandes cervejarias em função da eficiência na produção. Ainda sem nome definitivo, a cerveja de lançamento deve custar entre R$ 1,80 e R$ 1,85, cerca de 5% a mais do que as marcas comercializadas no mercado.
A escolha dos estados de Pernambuco e Ceará para a implantação das fábricas se deve aos benefícios fiscais, principalmente em relação ao Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), e a questões de logística. Segundo Noronha, na unidade cearense o desconto sobre o ICMSatinge cerca de 75%. Na unidade pernambucana, que receberá os mesmos R$ 60 milhões de investimentos, o índice de abatimento do imposto deve ser entre 80% e 85%. A fábrica, que terá 30 hectares de área industrial, deverá ficar situada na Zona da Mata Norte e a previsão é de que passe a operar em 2011. A meta da CBBP é produzir 300 milhões de litros de cerveja por ano até 2014.
Fonte: Diário PE - 23/06/10
Governo vigia parcerias com privados em Portugal
O Governo está a ultimar a criação de uma Agência para as Parcerias Público-Privadas (PPP), anunciou ontem o secretário de Estado do Orçamento. Emanuel dos Santos, que foi ao Parlamento explicar como vai ser revista a Lei de Enquadramento Orçamental (LEO), afirmou que esta agência se destina a evitar que o Governo acabe por "perder know-how em matéria de histórico das PPP, verificando-se, como já aconteceu, que a parte privada acabe por ser beneficiada por falta de controlo por parte da parte pública".
O secretário de Estado do Orçamento lembrou que as PPP têm normalmente duração muito alargada no tempo, de trinta, quarenta ou cinquenta anos, pelo que "o Estado tem de ter uma informação centralizada numa base de dados, para a todo o tempo defender os contribuintes na relação com os privados".
E se a ideia é reforçar as regras de exigência, pode haver outras mudanças também na nova LEO. Como a proposta de fazer regressar ao Orçamento as contas das Estradas de Portugal ou das Fundações das universidades públicas - que na última legislatura foram tiradas do OE, sob forte crítica da oposição.
A reunião de ontem serviu, aliás, para Morais Sarmento, ex- -director-geral do Orçamento e hoje presidente de um grupo de trabalho sobre alterações à LEO, vir expor os resultados preliminares. Morais Sarmento defendeu, por exemplo, a criação de limites à despesa, que passaria a ser estabelecida num quadro plurianual.
Segundo Morais Sarmento, a violação das fasquias estabelecidas para determinado sector do Estado deveria ser obrigatoriamente compensada nos orçamentos dos anos seguintes - ou seja, penalizando quem não cumpra esses mesmos objectivos.
Esta medida foi contestada por Honório Novo (PCP), José Gusmão (BE) e também por Manuela Ferreira Leite (PSD), que criticam a perda de margem para decisões políticas.
Fonte: Diário de Negócios - PT - 23/04/10
Brasil convida empresas portuguesas a celebrarem parcerias público-privadas
O secretário especial para a secretaria da Copa 2014 e Rio 2016 anunciou hoje em Lisboa que o governo vai lançar esta semana um projecto de urbanização para um terreno junto do estádio do Maracanã. Este projecto prevê a celebração de parceiras público-privadas, para a concretização de investimentos que rondam os 720 milhões de reais.
Ruy Cézar Miranda, que falava durante a primeira Conferência Internacional sobre Infra-Estruturas e Internacionalização, organizada pelo Negócios, apelou à participação das empresas portuguesas nos inúmeros investimentos previstos para o país, designadamente para os dois mega eventos.
“Os empresários terão que ter em conta nos seus projectos de candidatura o plano urbanístico já traçado pelo governo”, aconselhou o mesmo responsável.
Outra das parceiras público-privadas possíveis neste âmbito de investimentos em infraestruturas é outra urbanização que abrange as áreas da Barra, Copacabana, Maracanã e Deodoro, com um orçamento previsto de 28,8 mil milhões de reais, dos quais 13 mil milhões serão da responsabilidade da iniciativa privada.
Fonte: Jornal de negócios - PT - 23/06/10
Promar arrenda terreno de Suape ,Estaleiro está cada vez mais perto de se implantar no Estado de pernambuco
O Estaleiro Promar Ceará LTDA pode estar mais próximo de Pernambuco do que o esperado.
Ontem, publicação do Diário Oficial do Estado dava conta de um processo de inexibilidade de licitação para arrendamento de 80 hectares na Ilha de Tatuoca, no Complexo Industrial Portuário de Suape, na área onde será firmado o cluster naval.
O destino do terreno já está traçado no documento: “implantação de indústria destinada à construção de oito navios de transporte de gás liquefeito de petróleo”. No caso, o periódico revela que o arrendante é o próprio Estaleiro Promar.
O Ceará iria receber o empreendimento, que tem a encomenda de US$ 580 milhões da Transpetro (braço logístico da Petrobras), para fazer os oito navios gaseiros.
Como havia sido alegado que não foi encontrado lugar disponível para a instalação da indústria, Pernambuco entrou na briga pelo investimento (e o secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente de Suape, Fernando Bezerra Coelho, confirmou a informação à Folha na última segunda-feira).
Bezerra Coelho não quis antecipar qualquer possibilidade de fechamento de contrato com o PJMR, grupo responsável pelo Promar. Ele apenas afirmou que os diretores da PJMR ficaram “empolgados” com Pernambuco e a hipótese de vir para cá.
“Tivemos uma conversa sobre os benefícios que o Estado pode dar para a vinda de um estaleiro, que são o incentivo fiscal (Prodinpe e Prodepe), além de toda a nossa infraestrutura.
Discutimos sobre as questões burocráticas, licença ambiental, local disponível... Então, resolvemos publicar o arrendamento do terreno (para viabilizar qualquer possibilidade de fechamento de contrato).
Na verdade, esse não é um problema porque é uma área licenciada”, concluiu.
O diretor presidente da PJMR, Paulo Haddad, destacou o “grande interesse” de Pernambuco em legalizar a parte documental.
“Outros também estão correndo para, no dia 30 deste mês (quando será anunciada a escolha da empresa), estar com tudo resolvido.
Eu tenho necessidade de propriedade de um terreno e licença ambiental”, frisou Haddad, dizendo que Suape tem as características que eles buscam, embora haja vários estados na disputa.
Nos bastidores corre solta a versão de que o Governo Federal e também a Transpetro estariam “pressionando” a empresa para ficar em outro estado.
O prazo previsto para uso do local é de 25 anos. O estaleiro tem projeção de investimento em R$ 300 milhões e deve gerar 1,5 mil empregos diretos.
Fonte: Folha PE - 23/06/10