terça-feira, 11 de maio de 2010

Pernambucanos debatem democratização do acesso às cidades

Na presença de cerca de 500 participantes de todo Estado de Pernambuco, é aberta a 4ª Conferência Estadual das Cidades que prossegue até o próximo dia 12.
Com o tema Gestão Democrática, Participativa e Controle Social o evento objetiva nortear o avanço da política de desenvolvimento urbano a partir da perspectiva de cidades saudáveis e socialmente inclusivas.
A agenda tem como finalidade indicar as ações prioritárias nas áreas de habitação, saneamento básico, transporte público, mobilidade urbana e planejamento territorial em níveis local e nacional.
Outro propósito da conferência é fazer um balanço da Política Estadual de Desenvolvimento Urbano, analisar a atuação do Conselho das Cidades(Concidades) e eleger seus novos conselheiros para o próximo triênio.
As propostas consolidadas serão levadas por uma delegação de 71 pernambucanos para subsidiar as discussões na etapa nacional que será realizada entre os dias, 19 e 23 de junho, em Brasília/DF.
Durante a abertura, as autroriodades abordaram a importância do momento. “Estamos aqui fundamentalmente para ratificar o compromisso do Governo de Pernambuco de democratizar o acesso às cidades.
Pela nossa tradição de luta pela liberdade acredito que obteremos êxito nesse propósito e mais uma vez ofertaremos nossa contribuição para o processo de democratização do Brasil”, avalia o Secretário das Cidades, Dilson Peixoto.
Na ocasião foi observado que essa conferência possui um diferencial em relação às anteriores, uma vez que é a primeira convocada pela sociedade civil e gestores públicos representados pelo Concidades.
A programação seguiu pela manhã com a palestra do professor e geógrafo Jan Bitoun, sobre o tema Avanços, Dificuldades e Desafios na Implementação da Política de Desenvolvimento Urbano.
O painelista subsidia sua apresentação em exemplos cotidianos e experiênciais pessoais relacionando os campos crescimento econômico e progresso social.
Ainda hoje, no turno da tarde, estão previstos avaliação da 3ª Conferência Estadual das Cidades e discussão e aprovação do Regulamento da atual.
O credenciamento dos delegados titulares prossegue até às 18h de hoje para possibilitar a participação de todos, especialmente daqueles oriundos de municipios mais distantes da capital.
As discussões estão concentradas em quatro temas: Criação e implementação de Conselhos das Cidades, planos, fundos e seus conselhos gestores nos níveis federal, estadual, municipal e Distrito Federal; Aplicação do estatuto da cidade e dos planos diretores e a efetivação da função social da prioridade do solo urbano; Integração da política urbana no território: política fundiária, mobiliodade, acessibilidade urbana, habitação e saneamento; e Relação entre os programas governamentais-PAC e Minha Casa, Minha Vida e a política de desenvolvimento urbano.

Fonte: Portal PE - 11/05/10

Durante posse, presidente da Federasul faz alerta sobre entraves ao desenvolvimento do RS

Empresário chamou a atenção para a perda de participação do Estado no PIB do país

Caio Cigana

O empresário José Paulo Dornelles Cairoli tomou posse hoje para o seu terceiro mandato à frente da Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul) e chamou a atenção para a perda de participação do Estado no PIB do país e redução da da influência gaúcha na política nacional.
Além de entraves à competitividade como a logística precária, Cairoli creditou as dificuldades do Rio Grande do Sul ao "impasse político em que nossas instituições estão permanentemente mergulhadas".
Conforme o dirigente, a saída é encontrar um consenso mínimo em torno de questões vitais para o Estado e ampliar a capacidade de articulação em Brasília. Sobre a infraestrutura, Cairoli defendeu a alternativa das Parcerias Público-Privadas (PPPs).
Para destravar o desenvolvimento econômico do Brasil, ele lembrou da necessidade de reformas estruturais, como a política e a tributária.
A reforma política, vital para moralizar e melhorar as condições de governabilidade do país, não aconteceu. Nós acreditamos que, também no plano nacional, é possível construir um entendimento mínimo em torno dessa agenda, que independentemente de quem seja o próximo presidente da República, é necessária para o Brasil avançar — concluiu.
O evento na Capital teve a participação da governadora Yeda Crusius e da pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, que também discursou.

Fonte: ZERO HORA - 11/05/10

Anatel testa qualidade da banda larga fixa no País

Por Gerusa Marques

Brasília - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está fazendo testes para medir a qualidade da banda larga fixa no Brasil. A agência quer saber, por exemplo, se a velocidade da conexão corresponde àquela prometida pelas operadoras.
Os testes começaram em março e estão sendo feitos em 160 residências nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Salvador e Brasília.
Segundo a Anatel, participam dos testes as prestadoras Telefônica, Oi, GVT e NET, selecionadas com base na participação de mercado na oferta da banda larga fixa.
A agência informou, em nota divulgada hoje, que até o fim do ano emitirá um relatório sobre o resultado dos testes, que estão sendo feitos em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e o Comitê Gestor da Internet (CGI.Br).
O objetivo da agência é melhorar a qualidade do serviço, que recebe várias reclamações sobre velocidade, demora para estabelecer conexão, queda frequente dos serviços e perda de pacotes de dados.
Estes itens também serão avaliados nos testes, que estão sendo feitos por meio de equipamentos instalados na casa dos participantes voluntários da amostragem.
A banda larga fixa tem no Brasil, segundo dados das empresas de telecomunicações, cerca de 12 milhões de assinantes.
O número é o mesmo na banda larga móvel, que também tem 12 milhões de clientes, que recebem os serviços pelas redes da telefonia celular.
A Anatel vem preparando uma atualização do regulamento da banda larga fixa, que deverá estabelecer inclusive um limite mínimo de variação entre a velocidade contratada e a efetivamente entregue, além de uma relação de direitos dos usuários dos serviços.
Ainda não há previsão de quando este regulamento entrará em vigor.

Fonte: Agência Estado - 11/05/10

Copergás subsidia instalação de kit GNV em Pernambuco

Campanha quer incentivar conversões, com bônus de R$ 500 para os primeiros mil procedimentos. Taxa de regularização também reduziu o preço

Mirella Falcão

Quem fala hoje em converter o carro para abastecer com Gás Natural Veicular (GNV)?
A procura pelo kit gás anda estagnada.
Tanto que o número de convertedoras no estado, que já chegou a 30, hoje não passa de dez.
Com o objetivo de incentivar as conversões e, com isso, aumentar o consumo do GNV, a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) vai subsidiar a instalação dos cilindros. Será dado um bônus de R$ 500 para as primeiras mil conversões realizadas a partir de ontem.
A taxa de regularização do kit gás no Inmetro também caiu de R$ 150 para R$ 50. Outro estímulo ao uso do combustível é que, neste mês, o preço por metro cúbico cobrado nas bombas foi reduzido de R$ 1,76 para R$ 1,69.
"Cada kit instalado é mais um veículo que passará a abastecer com GNV", comenta Aldo Guedes, presidente da Copergás
Atualmente, a instalação do cilindro de 10 metros cúbicos está custando R$ 2 mil.
"Estimular a instalação dos kits é muito importante.
Cada kit instalado é mais um veículo que passará a abastecer com GNV", comenta Aldo Guedes, presidente da Copergás.
Espera-se que a conversão desses mil veículos eleve o consumo do estado em 30 mil metros cúbicos por dia.
Atualmente, o GNV responde por uma demanda diária de 180 mil. "A nossa meta é voltar ao nível de 230 mil metros cúbicos, consumo registrado até 2008", afirma Guedes.
A frota de veículos convertidos está estimada em 40 mil.
A campanha já está estimulando o aumento de instaladoras, segundo a presidente do Sindicato das Convertedoras de GNV de Pernambuco, Lisonete Costa.
"Nos últimos anos, o número de instaladoras foi reduzido a um terço.
Mas cinco empresas que se descredenciaram já estão voltando ao mercado incentivadas pela campanha.
Com isso, teremos um total de quinze convertedoras ainda neste mês", comenta ela.
A lista das convertedoras do estado pode ser conferida no site do Inmetro (www.inmetro.gov.br), na seção "Instaladores Registrados de GNV".
Para obter o desconto, o consumidor deve procurar uma das instaladoras credenciadas pelo Inmetro. Inicialmente, será pago o valor normal da instalação.
"Depois que o motorista regularizar o kit no Inmetro e no Detran, ela retorna à instaladora e recebe o bônus de R$ 500", detalha Costa.
Campanha semelhante foi realizada em 2004.
Só que, na época, o bônus de R$ 500 não era em dinheiro, mas em GNV.
Durante seis meses, foram convertidos 5 mil veículos.
Agora, a estimativa é que o volume de mil conversões seja alcançado dentro de dois meses.
"O bônus em dinheiro é melhor, porque o motorista terá a percepção de que obteve mais rapidamente o retorno do investimento no kit gás a partir da economia com o combustível", defende Costa.
A campanha é limitada para as primeiras mil conversões.
"Mas dependendo do resultado podemos renovar o incentivo", adianta Guedes.
Sobre o desestímulo do governo federal, que chegou a dizer que a prioridade não era destinar o gás para o GNV e sim para as térmicas, Guedes diz que nunca houve problema de desabastecimento no estado.
"Em nenhum momento faltou gás para os carros.
A redução do consumo de GNV se deve aos aumentos dos últimos anos e ao equívoco de muitos consumidores de julgar o álcool uma opção mais econômica que o GNV", defende o presidente da Copergás.
Como o rendimento do GNV é o dobro, o etanol teria que custar menos de R$ 1 para ser mais vantajoso.
Sobre os reajustes, Guedes promete que o gás vai baixar ainda mais nos próximos meses. "A expectativa é que o próximo reajuste seja negativo", garante ele.

Fonte: Diário PE - 11/05/10

Light tem interesse em energia eólica e leilões de usinas

SÃO PAULO - A Light inscreveu dois projetos de energia eólica para o leilão de fontes renováveis que será realizado até o final do primeiro semestre deste ano.
Os dois projetos, localizados no Nordeste, terão, juntos, potência de 34 megawatts, afirmou nesta terça-feira o presidente da companhia, Jerson Kelman.
Além de garantir a melhora dos serviços ao consumidor, a prioridade da Light em 2010 é a expansão tanto na área de geração quanto de distribuição, disse o executivo em teleconferência com jornalistas.
"Temos uma PCH (pequena central hidrelétrica) sendo construída e outra está em negociação por natureza de licença ambiental. A vocação é permanecer em energia renovável", disse Kelman.
Ele garantiu ainda que a Light tem interesse em participar de futuros leilões de concessão de usinas hidrelétricas, mas descartou qualquer interesse em participar do consórcio vencedor do leilão da usina de Belo Monte (PA).
"A questão geográfica não é preponderante. O modelo de geração não tem nenhuma sinergia em relação à localização. Estamos buscando geração em qualquer lugar do Brasil", afirmou.

MEDIDORES ELETRÔNICOS

Atualmente, 40 por cento da energia de baixa tensão (para clientes residenciais) fornecida pela Light é perdida por meio de furtos ou fraudes na rede elétrica.
A companhia está investindo para reduzir esses números. Segunda Kelman, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estipulou que o número fique abaixo de 38 por cento até o final do ano.
Entre as medidas para diminuir o percentual de perdas na Light está a instalação de medidores eletrônicos de consumo de energia.
"Já temos 80 mil medidores eletrônicos instalados e vamos instalar mais 90 mil até o final do ano", afirmou Kelman.
A Light, contudo, previa instalar mais aparelhos em 2010, "mas existe apenas uma fabricante autorizada pela Aneel e tivemos que reduzir nossa estimativa porque eles não conseguem entregar toda a demanda", explicou o presidente da empresa.
A companhia prevê investir 706 milhões de reais em 2010, sendo 525 milhões de reais no segmento de distribuição.

Fonte: Por Carolina Marcondes/Reuters - 11/05/10

Governo quer atrair produção de turbinas térmicas para Pernambuco

O governador Eduardo Campos vai à Inglaterra nesta segunda-feira (17) tentar atrair para Pernambuco, mais precisamente para Suape, uma unidade de produção de turbinas térmicas da Rolls Royce.
As turbinas servem para plataformas de exploração de petróleo. A implantação da fábrica representa um investimento de US$ 15 mi e a geração de 200 mil empregos diretos.
Cada turbina pesa 200 toneladas. É preciso que a fábrica fique próxima ao cais.
É necessário um espaço de 10 hectares.
Há cerca de 20 dias, empresários da Rolls Royce estiveram em Suape.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, diz já ter uma sugestão de terreno e vai apresentar a proposta na Inglaterra.
Hoje a Rolls Royce tem duas unidades de produção de turbinas térmicas.
Uma na própria Inglaterra e nos Estados Unidos.
Pernambuco disputa o interesse dos ingleses com Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Eduardo e sua comitiva partem do Recife na noite de quinta-feira (13).

Fonte: Blog do Jamildo/JC - 11/05/10

NE INVEST - RN mostra preparativos para a Copa de 2014

O Estado anfitrião do quinto Nordeste Invest, o Rio Grande do Norte, ganhou um painel dedicado às suas potencialidades turísticas, no qual os preparativos para a Copa do Mundo de 2014 ganharam destaque especial.
Estiveram presentes Fernando Fernandes, secretário de Estado para Assuntos da Copa 2014, Múcio Sá, secretário de Turismo do RN e Sílvio Bezerra, presidente do Sinduscon/RN, como moderador.
O projeto do novo aeroporto internacional de Natal, uma espécie de 'menina dos olhos' do poder público pela sua grandiosidade, foi apresentado pelo secretário de Turismo.
O futuro aeroporto de São Gonçalo do Amarante terá o conceito de aeroporto-cidade, concentrando hotéis e infraestrutura turística.
De acordo com o secretário este será um dos mais modernos aeroportos do mundo, voltado para passageiros e carga.
O equipamento será explorado pela iniciativa privada via PPP (parceria público-privada).
Múcio Sá discorreu ainda sobre as zonas e polos turísticos locais, a exemplo de Tibau do Sul, Polo Costa das Dunas e Costa Branca.
Além de citar os novos nichos do turismo explorados pelo Estado, como o turismo arqueológico, náutico e o religioso.
Em sua fala, Fernando Fernandes mostrou que o Rio Grande do Norte já está se mobilizando em várias frentes para chegar à Copa 2014 com a estrutura ideal.
"Toda a área do estádio Machadão será revitalizada com recursos de PPP.
O investidor privado será responsável pela reforma e operação do estádio", declara. O executivo também citou investimentos em quatro novos complexos rodoviários em Natal com obras a partir desse ano, além de investimentos na área de saúde e segurança com recursos federais e a modernização prevista para o porto de Natal.
"O governo já confirmou um aporte de R$ 46 milhões para o porto, facilitando o acesso do turista que chegará de navio durante a Copa", completa.
Quanto à necessidade de novos investimentos hoteleiros, Fernandes afirmou que a capital necessita de projetos inovadores para suprir a demanda da Copa, bem como de novos equipamentos turísticos, como restaurantes, bares e outros atrativos.
(Délia Coutinho)

Serviço
www.nordesteinvest.com

Fonte: Hôtelier News - 11/05/10

Deputados aprovam projeto que regulamenta mercado de TV por assinatura

Brasília – A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou hoje (11), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 29/07, do deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), que regulamenta o mercado de TV por assinatura e permite a entrada das empresas de telefonia no setor.
A proposta cria cotas de conteúdo nacional e independente nos canais e pacotes de TV por assinatura.
Nos pacotes oferecidos pelas empresas, a cada três canais que veiculam majoritariamente filmes, documentários, séries, novelas e programas de variedades, ao menos um deverá ser brasileiro.
Além disso, as emissoras devem transmitir pelo menos três horas e meia por semana de conteúdo brasileiro, no horário nobre. Metade desta cota deverá ser produzida por produtoras independentes.
Depois de inúmeros adiamentos, a votação foi permitida por causa de um acordo entre os parlamentares da CCJ.
O projeto já havia sido aprovado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Defesa do Consumidor; e de Ciência e Tecnologia.

Fonte: Agência Brasil - 11/05/10

Villa-Lobos ganha três dias de homenagens no Centro Cultural Correios no Recife

Recife vai homenagear os 50 anos de morte de Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959), maestro considerado o maior compositor das Américas, com mais de mil músicas no repertório.
O Projeto Villa-Lobos Popular será realizado de 4 a 6 de junho, no Centro Cultural Correios (CCC) Recife, com entrada franca.
Quem abre o circuito é a primeira harpista do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Cristina Braga (foto), no dia 4 de junho (sexta-feira), às 18h.
Seguindo a tradição criada por Villa-Lobos, ela expande os limites entre a música clássica e a popular, e toca o instrumento pelo qual Villa-Lobos demonstrou grande carinho a vida inteira: a harpa.
No segundo dia, 5 de junho (sábado), às 19h, é a vez do grande pianista João Carlos Assis Brasil. Sua arte dilui as divisas entre a música erudita e popular, com duas obras dedicadas a Villa-Lobos.
O encerramento do evento ficará a cargo de Ruy Castro, jornalista e escritor reconhecido pela produção de biografias e reportagens que se transformaram em livros. Cristina Braga e João Carlos Assis Brasil também participam da rodada final no dia 6 de junho (domingo), às18h.

Serviço
Centro Cultural Correios Recife
Onde: Av. Marquês de Olinda, 262 – Bairro do Recife
Informações: 3224-5739
Entrada franca

Fonte: Folha PE - 11/05/10

Chefs Gaúchos promovem Noite dos Cozinheiros em prol do IMIP

No próximo dia 14 de maio, às 20h30, será realizado o jantar Noite dos Cozinheiros, com parte da renda destinada ao IMIP. O evento é uma realização da Na’amat Pioneiras/Grupo Rosita Ferman, em comemoração ao dia de Jerusalém. Durante o jantar, que acontecerá no Buffet Leda Dourado, irão se apresentar as bandas Chefs Gaúchos, Orquestra Maximus e um DJ.

O jantar dos cozinheiros surgiu no Clube Campestre de Porto Alegre há mais de 30 anos. Foi o primeiro grupo de cozinheiros amadores a realizar jantares beneficentes. Os jantares acontecem todos os anos e reúnem um público superior a 400 pessoas. Os cozinheiros preparam os pratos na frente do público. A cada ano é escolhido um motivo para o jantar e os pratos são criados de acordo com o tema escolhido. O grupo, formado apenas por homens, não aceita profissionais, apenas amadores com reconhecida qualidade como cozinheiros.

O público do jantar é dividido por cozinhas. No início, embaixo de cada prato, existe uma cor que identifica cada cozinha. Cada participante é servido pela cozinha que foi designada embaixo do prato. Após se servir da cozinha obrigatória, o participante está livre para experimentar todos os pratos das outras. A grande satisfação dos cozinheiros é servir o maior número de pratos possíveis, pois isso demonstra o sucesso de sua comida. Todos são profissionais liberais com atividades completamente diferentes, unidos pelo hobby que é cozinhar.

Os responsáveis pelos pratos serão os empresários, Leonardo e Renato Kacman e Beto Raskin, o engenheiro Renato Goldstein, o dentista Sérgio Raskin, o publicitário Sérgio Caraver e o arquiteto Sergio Saffer. O cardápio será composto por Tutto Rizzo, Cordeiro ao Curry com damascos e frutas frescas e Filet. O convite custa R$ 100,00 e podem ser comprados na Fundação Alice Figueira de Apoio ao IMIP (FAF), com Talita.

Serviço
Noite dos Cozinheiros
Data: 14 de maio
Horário: 20h30min
Local: Buffet Leda Dourado (Av. Dois Irmãos, nº 147, Apipucos)
Mais informações e venda dos convites: 2122.4704 ou 2122.4195 com Talita

Fonte: IMIP - 11/05/10

Seplan do Estado do Piauí participa de seminário internacional sobre PPP

A Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan) vai representar o Piauí no seminário As Parcerias Público-Privadas (PPP) no Brasil e América Latina: Desafios e Perspectivas, que iniciou nesta terça-feira, 11, na cidade de Salvador (BA), e será realizado até a próxima quinta-feira, dia 13.
O diretor da Unidade de Parcerias Público-Privadas, Márcio Gomes, está acompanhando o evento com o foco em experiências nacionais e internacionais que poderão servir de modelo para importantes obras no Estado.
O primeiro painel que será apresentado nesta terça-feira vai tratar sobre o papel das instituições financeiras multilaterais no financiamento das PPPs, especialmente no que se refere à diminuição da atividade financiadora dos bancos comerciais e o difícil acesso aos títulos de mercado.
De acordo com os organizadores do evento, as agências multilaterais são a maior fonte de financiamento, provendo fundos e apoio institucional para o desenvolvimento de PPP.
No entanto, não têm a capacidade de substituir totalmente outras fontes de financiamento do mercado.
Seu papel é fundamental para melhorar a capacidade institucional, legal e do marco regulatório dos países e para a disseminação de melhores práticas.
Serão realizados painéis que vão tratar sobre PPP direcionados para os setores de saúde, aeroportos, transportes, resíduos sólidos e para a área de tecnologias ecologicamente corretas, além de recomendações sobre o financiamento das PPPs - nos níveis federais, estaduais e municipais.
As PPPs, por serem contratos de longa duração em seu desenho e operação, possuem vantagens sobre os modelos tradicionais no que se refere aos benefícios do meio ambiente.
Levando em consideração os altos custos iniciais, quais são os incentivos que os governos deveriam dar para promover as últimas tecnologias ecologicamente corretas e de eficiência energética. Estas e outras questões listadas na programação serão respondidas no evento.
Promovido pelo Ministério do Planejamento em colaboração com o Fundo Multilateral de Investimentos (Fomin), o encontro tem como objetivo compartilhar conhecimentos e práticas para promover o acesso a serviços básicos e infraestrutura sob os sistemas de PPP na América Latina e Caribe, assim como em outros países.
A abertura contará com a presença de David Bloomgarden, coordenador de PPP do Fomin; Ana Teresa Holanda de Albuquerque, chefe da Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento; Roberto Vellutini, vice-presidente de Países do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); Roberto Smith, presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), e o governador da Bahia, Jaques Wagner.

Fonte: Governo do Piauí - 11/05/10

Dicas do Ministério da Saúde para ser doador de orgãos

Como posso me tornar um doador de órgãos?
O passo principal para você se tornar um doador é conversar com a sua família e deixar bem claro o seu desejo. Não é necessário deixar nada por escrito. Porém, os familiares devem se comprometer a autorizar a doação por escrito após a morte. A doação de órgãos é um ato pelo qual você manifesta a vontade de que, a partir do momento da constatação da morte encefálica, uma ou mais partes do seu corpo (órgãos ou tecidos), em condiçães de serem aproveitadas para transplante, possam ajudar outras pessoas.

O que é morte encefálica?
É a morte do cérebro, incluindo tronco cerebral que desempenha funçães vitais como o controle da respiração. Quando isso ocorre, a parada cardíaca é inevitável. Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não pode respirar sem os aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo. Todo o processo pode ser acompanhado por um médico de confiança da família do doador. é fundamental que os órgãos sejam aproveitados para a doação enquanto ainda há circulação sangüínea irrigando-os, ou seja, antes que o coração deixe de bater e os aparelhos não possam mais manter a respiração do paciente. Mas se o coração parar, só poderão ser doadas as córneas.

Quais os requisitos para um cadáver ser considerado doador?
* Ter identificação e registro hospitalar;
* Ter a causa do coma estabelecida e conhecida;
* Não apresentar hipotermia (temperatura do corpo inferior a 35ºC), hipotensão arterial ou estar sob efeitos de drogas depressoras do Sistema Nervoso Central;
* Passar por dois exames neurológicos que avaliem o estado do tronco cerebral. Esses exames devem ser realizados por dois médicos não participantes das equipes de captação e de transplante;
* Submeter-se a exame complementar que demonstre morte encefálica, caracterizada pela ausência de fluxo sangüíneo em quantidade necessária no cérebro, além de inatividade elétrica e metabólica cerebral; e
* Estar comprovada a morte encefálica. Situação bem diferente do coma, quando as células do cérebro estão vivas, respirando e se alimentando, mesmo que com dificuldade ou um pouco debilitadas. Observação: Após diagnosticada a morte encefálica, o médico do paciente, da Unidade de Terapia Intensiva ou da equipe de captação de órgãos deve informar de forma clara e objetiva que a pessoa está morta e que, nesta situação, os órgãos podem ser doados para transplante.

Quero ser um doador de órgãos. O que posso doar?
* Córneas (retiradas do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidas fora do corpo por até sete dias);
* Coração (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo seis horas);
* Pulmão (retirados do doador antes da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por no máximo seis horas);
* Rins (retirados do doador até 30 minutos após a parada cardíaca e mantidos fora do corpo até 48 horas);
* Fígado (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);
* Pâncreas (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);
* Ossos (retirados do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por até cinco anos);
* Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);
* Pele; e
* Valvas Cardíacas.

Quem recebe os órgãos e/ou tecidos doados?
Quando é reconhecido um doador efetivo, a central de transplantes é comunicada, pois apenas ela tem acesso aos cadastros técnicos com informações de quem está na fila esperando um órgão. Além da ordem da lista, a escolha do receptor será definida pelos exames de compatibilidade entre o doador e o receptor. Por isso, nem sempre o primeiro da fila é o próximo a receber o órgão.

Como garantir que meus órgãos não serão vendidos depois da minha morte?
As centrais de transplantes das secretarias estaduais de saúde controlam todo o processo, desde a retirada dos órgãos até a indicação do receptor. Assim, as centrais de transplantes controlam o destino de todos os órgãos doados e retirados.

Disseram-me que o corpo do doador depois da retirada dos órgãos fica todo deformado. Isso é verdade?
É mentira. A diferença não dá para perceber. Aparentemente o corpo fica igualzinho. Aliás, a Lei é clara quanto a isso: os hospitais autorizados a retirar os órgãos têm que recuperar a mesma aparência que o doador tinha antes da retirada. Para quem doa não faz diferença, mas para quem recebe sim!

Posso doar meus órgãos em vida?
Sim. Também existe a doação de órgãos ainda vivo. O médico poderá avaliar a história clínica da pessoa e as doenças anteriores. A compatibilidade sangüínea é primordial em todos os casos. Há também testes especiais para selecionar o doador que apresenta maior chance de sucesso. Os doadores vivos são aqueles que doam um órgão duplo como o rim, uma parte do fígado, pâncreas ou pulmão, ou um tecido como a medula óssea, para que se possa ser transplantado em alguém de sua família ou amigo. Este tipo de doação só acontece se não representar nenhum problema de saúde para a pessoa que doa.

Para doar órgãos em vida é necessário:
* ser um cidadão juridicamente capaz;
* estar em condições de doar o órgão ou tecido sem comprometer a saúde e aptidões vitais;
* apresentar condições adequadas de saúde, avaliadas por um médico que afaste a possibilidade de existir doenças que comprometam a saúde durante e após a doação;
* Querer doar um órgão ou tecido que seja duplo, como o rim, e não impeça o organismo do doador continuar funcionando; " Ter um receptor com indicação terapêutica indispensável de transplante; e
* Ser parente de até quarto grau ou cônjuge. No caso de não parentes, a doação só poderá ser feita com autorização judicial.

Orgãos e tecidos que podem ser doados em vida:
* Rim;
* Pâncreas;
* Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);
* Fígado (apenas parte dele, em torno de 70%); e
* Pulmão (apenas parte dele, em situações excepcionais).

Quem não pode doar?
* Pacientes portadores de insuficiência orgânica que comprometa o funcionamento dos órgãos e tecidos doados, como insuficiência renal, hepática, cardíaca, pulmonar, pancreática e medular;
* Portadores de doenças contagiosas transmissíveis por transplante, como soropositivos para HIV, doença de Chagas, hepatite B e C, além de todas as demais contra-indicações utilizadas para a doação de sangue e hemoderivados;
* Pacientes com infecção generalizada ou insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas; e
* Pessoas com tumores malignos - com exceção daqueles restritos ao sistema nervoso central, carcinoma basocelular e câncer de útero - e doenças degenerativas crônicas.

O que diz a Lei brasileira de transplante atualmente?
Lei que dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante é a Lei 9.434, de 04 de fevereiro de 1997, posteriormente alterada pela Lei nº 10.211, de 23 de março de 2001, que substituiu a doação presumida pelo consentimento informado do desejo de doar. Segundo a nova Lei, as manifestações de vontade à doação de tecidos, órgãos e partes do corpo humano, após a morte, que constavam na Carteira de Identidade Civil e na Carteira Nacional de Habilitação, perderam sua validade a partir do dia 22 de dezembro de 2000. Isto significa que, hoje, a retirada de órgãos/tecidos de pessoas falecidas para a realização de transplante depende da autorização da família. Sendo assim, é muito importante que uma pessoa, que deseja após a sua morte, ser uma doadora de órgãos e tecidos comunique à sua família sobre o seu desejo, para que a mesma autorize a doação no momento oportuno.

Como pode ser identificado um doador de órgãos?
A Centrais Estaduais também têm um papel importante no processo de identificação/doação de órgãos. As atribuições das CNCDOs são, em linhas gerais: a inscrição e classificação de potenciais receptores; o recebimento de notificações de morte encefálica, o encaminhamento e providências quanto ao transporte dos órgãos e tecidos, notificação à Central Nacional dos órgãos não aproveitados no estado para o redirecionamento dos mesmos para outros estados, dentre outras. Cabe ao coordenador estadual determinar o encaminhamento e providenciar o transporte do receptor ideal, respeitando os critérios de classificação, exclusão e urgência de cada tipo de órgão que determinam a posição na lista de espera. O que é realizado com o auxílio de um sistema informatizado para o ranking dos receptores mais compatíveis.

A identificação de potenciais doadores é feita, principalmente, nos hospitais onde os mesmos estão internados, através das Comissões Intra-hospitalares de Transplante, nas UTIs e Emergências em pacientes com o diagnóstico de Morte Encefálica. As funções da coordenação intra-hospitalar baseiam-se em organizar, no âmbito do hospital, o processo de captação de órgãos, articular-se com as equipes médicas do hospital, especialmente as das Unidades de Tratamento Intensivo e dos Serviços de Urgência e Emergência, no sentido de identificar os potenciais doadores e estimular seu adequado suporte para fins de doação, e articular-se com a respectiva Central de Notificação, Captação e Distribuição de órgãos, sob cuja coordenação esteja possibilitando o adequado fluxo de informações.


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Ministério da Saúde
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Mais Informações no link

http://bit.ly/cHLx34.

Fonte: Ministério da Saúde

Empresas de países em desenvolvimento cooperam para produzir remédios mais baratos

Mais de um quarto das empresas de biotecnologia localizadas no Brasil, China, Cuba, Egito, Índia e África do Sul, estabeleceram vínculos com as de outros países em desenvolvimento para produzir medicamentos mais baratos, segundo uma pesquisa publicada nesta segunda-feira na revista Nature Biotechnology.
No Brasil, essas empresas participam de 60 acordos deste tipo, segundo o estudo, destacando que os países em desenvolvimento colaboram cada vez mais para produzir vacinas, medicamentos e kits de diagnóstico a bons preços destinados a populações pobres.
Pesquisadores de cinco países em desenvolvimento, assim como o grupo canadense sem fins lucrativos McLaughlin-Rotman Centre for Global Health, ouviram mais de 300 especialistas de 13 países qualificados do sul.
Os resultados revelam a colaboração "sul-sul" em matéria de biotecnologia médica.
A tendência começa a ter importância crescente, comparada com as associações tradicionais norte-sul, segundo os autores da pesquisa.
"A principal conclusão do estudo é que essas empresas nos países em desenvolvimento tornam-se cada vez menos dependentes da cooperação com sociedades de biotecnologia do mundo industrializado", indicou a responsável pelo projeto de pesquisa, Halla Thorsteinsdóttir, da McLaughlin-Rotman Centre.
"Este tipo de colaboração entre empresas de biotecnologia de países em desenvolvimento pode potencialmente responder às necessidades de saúde dos menos favorecidos", disse à reportagem.
Durante a epidemia de meningite que afetou a África em 2007, empresas de biotecnologia brasileiras e cubanas uniram forças para produzir vacinas a preços mais baratos para os países afetados e evitar uma maior propagação da doença.
Em outro exemplo, laboratórios da Índia e de Bangladesh trabalham juntos com o objetivo de desenvolver uma vacina para combater os surtos periódicos de cólera.
Surpreendentemente, os governos e as organizações internacionais têm um papel muito pequeno nesta cooperação: estão envolvidos em menos de 10% de todas as associações empresariais dos países em desenvolvimento, lamentaram os autores do informe.

Fonte: da France Presse, em Washington - 11/05/10

EcoRodovias investe em logística

Terceiro maior grupo de concessões rodoviárias do país, a EcoRodovias, de propriedade da empreiteira paranaense CR Almeida e do grupo de origem italiana Impreglio, vai realizar hoje sua primeira reunião com analistas na condição de empresa do novo mercado da Bovespa.
Ela finalizou um lançamento inicial de ações que captou para seus cofres R$ 874 milhões (US$ 499 milhões), e que devem financiar um plano de investimentos de R$ 3 bilhões (US$ 1,7 bilhão) até 2012, com a meta ambiciosa de dobrar sua receita, de R$ 1 bilhão (US$ 507,6 milhões) em 2009, em apenas três anos.
Além de crescer, ela quer diversificar: dos investimentos um terço serão direcionados ao novo ramo do grupo, os serviços logísticos.
A empresa é conhecida pelo seu principal ativo, a concessão da rodovia dos Imigrantes, em São Paulo, e no início de 2009 assumiu a concessão da Ayrton Senna/Carvalho Pinto, uma das principais rodovias paulistas.
Do novo plano de investimentos, apenas um terço deve ser dedicado a novas concessões.
Segundo o presidente da EcoRodovias, Marcelino Rafart de Seras, o que foi apresentado aos investidores como orientação dos negócios da empresa foi a formação do que ele chama de "sistemas logísticos", para se beneficiar de sinergias com a operação das concessões.
Aproveitando canais de exportação e importação, funcionariam como espécies de portos secos.
A empresa tem no momento dois grandes empreendimentos no ramo: os pátios de Cubatão e Imigrantes, no alto da Serra do Mar.
Os dois querem captar a carga de contêineres que chega ou deixa o porto de Santos sobre caminhões com custo e eficácia superior à concorrência.
Há mais cinco projetos semelhantes, associados a concessões do grupo: em Campinas (SP), outro no Vale do Paraíba, um entre Cascavel e Foz do Iguaçú (PR), no Rio Grande (RS) e outro em São Sebastião (SP).
"Cada um desses pátios tem potencial de receita equivalente ao de uma concessão, mas com taxa de retorno maior" diz Rafart. Tomando como referência as concessões do grupo isso significaria um faturamento ao redor de R$ 100 milhões (US$ 57,1 milhões) a R$ 150 milhões (US$ 85,7 milhões) ao ano.
Outra possibilidade avaliada pelo grupo é a aquisição de terminais marítimos, em sociedade com operadores portuários ou armadores.
A empresa andou avaliando negócios em Santos e, segundo seu presidente, está aberta para negócios em outros terminais de sua área de ação - incluindo Paranaguá, Rio Grande e mesmo São Sebastião, onde há um projeto bilionário do governo de São Paulo para construção de um grande terminal de contêineres.
Para o executivo, não há conflito entre a aposta no modal rodoviário da EcoRodovias e a aposta das concessionárias de ferrovias, e das autoridades portuárias, no modal ferroviário.
No caso de Santos, tanto ALL Logística como a MRS têm projetos milionários para ampliar o transporte de carga conteinerizada sobre trilhos, hoje considerada irrelevante.
Sobretudo depois da construção do Rodoanel, diz, o transporte rodoviário para contêineres até Santos ficou imbatível, ao menos para curtas distâncias.
E em um raio de 200 km ao redor do porto de Santos, região alvo dos pátios da EcoRodovias, estão concentrados nada menos do que 31% do PIB do Brasil.
Dos investimentos, R$ 1 bilhão (US$ 571,4 milhões) ficarão para novas concessões há grande interesse na duplicação da rodovia dos Tamoios, em São Paulo e para aquisições de concessões de terceiros.
Ficam reservados ainda R$ 1 bilhão (US$ 571,4 milhões) para novos investimentos extra-contratuais nos ativos antigos, o que pode trazer à empresa extensão de prazo das concessões.

Fonte: Valor Econômico - 11/05/10

Bombardier e CAF ampliam presença nas ferrovias do País

Empresas que estão entre as líderes globais em transporte de passageiros por trilhos aumentam seus negócios no Brasil, de olho nas oportunidades locais.
É o caso da líder mundial Bombardier Transportation, atualmente com 100 mil veículos ferroviários em serviço, e também da Construcciones y Auxiliar de Ferrocarriles (CAF), empresas que, apesar de estarem aqui há alguns anos, decidiram somente agora deixar a atuação tímida de lado para acelerar as operações brasileiras nos próximos anos.
O setor ferroviário deve gerar um volume de 111 bilhões de euros em oportunidades dentro deste mercado, somente no biênio 2014 a 2016.
Deste montante, a região latino-americana está dentro de uma fatia que compõe 21% do que será gerado, seguida da Ásia, com 4,4% do bolo, pelos mercados norte-americano e europeu, que somarão mais 2,5%, por serem desenvolvidas na área.
Levando em conta as encomendas do setor ferroviário geradas nos últimos dois anos, a Bombardier divide a maior parte com a Alstom, cada uma com 20% do mercado, seguidas pela alemã Siemens, que ficou com 16% dos negócios.
O restante (44%) está dividido entre empresas como a CAF, as japonesas Hitachi, Kawasaki e Mitsubishi, além de corporações como Rotem, Talgo e Thales, entre outras fabricantes de trens.
"Dentro deste cenário, o Brasil é um dos países que terão mais novos projetos de mobilidade urbana em desenvolvimento; por exemplo, os metrôs e os veículos leves sobre trilhos (VLTs)", disse, em conversa como DCI, Luis Ramos, diretor de Comunicação da Bombardier para Brasil, Espanha, Portugal, China e Índia.
A Bombardier assinou recentemente um contrato de R$ 383 milhões para modernizar 26 trens do metrô de São Paulo, com entrega marcada para este ano.
"Por aqui devem ser geradas, mais a curto prazo, oportunidades de renovação de frotas; aos poucos, vão sair os projetos de monotrilhos e de VLTs", afirmou o diretor da companhia.
Ramos disse também que surgem contratos na área de sinalização e para a prestação de serviços de manutenção.
Ele admitiu que os negócios no mercado brasileiro passaram a ter uma relevância maior desde o ano passado, com tendência de crescer cada vez mais.
No Brasil, a Bombardier aumentou em 60% sua planta industrial na cidade de Hortolândia, interior paulista, onde a empresa também criou um centro de engenharia. A intenção que gerou esses investimentos é a de acompanhar o mercado.
"Temos uma boa capacidade lá, mas se o mercado brasileiro expandir muito, podemos ampliá-la se necessário", finalizou o executivo. Mundialmente, a produção da Bombardier se faz em 43 plantas, em 21 países.

Espanhola

Uma grande área que pertenceu à antiga Companhia Brasileira de Materiais Ferroviários (Cobrasma) deu espaço à instalação de outra empresa do setor, em Hortolândia. A espanhola CAF investiu R$ 200 milhões para instalar sua fábrica de trens por lá, com a intenção de aumentar sua atuação no Brasil.
"Começamos a ver no Brasil uma movimentação séria em torno de projetos de mobilidade urbana, que começou aqui em São Paulo.
Confiamos em que isso vai contaminar o resto do setor e estender-se a outras regiões", analisou Paulo Fontenele, diretor presidente da CAF Brasil.
O principal executivo da CAF afirmou que existem chances de negócios em metropolitanos de capitais como Recife, Fortaleza e Belo Horizonte, além do VLT da Baixada Santista, localidades onde devem surgir licitações para a compra de carros ferroviários.
"Também devem aparecer futuras concorrências por consequência das obras de mobilidade para atender a eventos como a Copa e as Olimpíadas", comentou o presidente da CAF, ao lembrar de estudos de projetos em em capitais do sul do País, além do Rio de Janeiro.
Fontenele contou que a fábrica de Hortolândia tem capacidade estática de produção de 500 carros por ano, mas que esta, se a necessidade se apresentar, pode ser ampliada no futuro para atender novos contratos.
Hoje a CAF tem no Brasil uma parceria público-privada (PPP) com valor aproximado de R$ 1,8 bilhão, que inclui a entrega de mais de 80 trens à Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e à Companhia do Metropolitano de São Paulo.
Mundialmente, A CAF tem três fábricas no norte da Espanha que atendem aos mercados europeu e asiático, e uma outra em Nova York, que abastece o México e os Estados Unidos. A empresa está com uma carteira de mais US$ 7,7 bilhões em pedidos.

Fonte: DCI - 11/05/10

3ª edição do Prêmio Interações Estéticas

Inscrições ficam abertas até 21 de junho

A Fundação Nacional de Artes em parceria com a Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura (SCC/MinC), lança a terceira edição do Prêmio Interações Estéticas - Residências Artísticas em Pontos de Cultura.
A inscrição fica aberta até 21 de junho.
Com investimento total de R$ 4,45 milhões, o programa oferece a artistas de diversos segmentos a chance de desenvolver um trabalho integrado a ações de Pontos de Cultura de todo o país.
Para tanto, serão viabilizados projetos de residência, que levarão o artista a promover atividades integradas com os Pontos e criar produtos finais de acordo com as demandas locais. Serão concedidos 127 prêmios, que variam de R$ 15 mil a R$ 90 mil.

Ponto de Cultura
- É a ação prioritária do Programa Cultura Viva. Representantes da sociedade civil firmam convênio com o MinC e, por meio de seleção pública, criam Pontos de Cultura, que ficam responsáveis por articular e impulsionar ações já existentes em suas comunidades.
Atualmente, existem cerca de 2.400 Pontos de Cultura espalhados pelo país.
O edital do Prêmio Interações Estéticas prevê a distribuição de 115 prêmios entre as cinco regiões do país, destinados a ações locais.
Além disso, 12 prêmios de R$ 90 mil serão destinados a projetos de abrangência nacional, que não estão submetidos a nenhuma categoria regional pré-estabelecida.

Fonte: Coordenação de Comunicação Funarte/MinC - 11/05/10

Apresentação musical incentiva doação de órgãos em Recife

Música para trazer esperança. Amanhã, 11, a partir das 14h, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) promove uma apresentação musical gratuita realizada pelo grupo Folha Seca, formado por integrantes do Conservatório Pernambucano de Música, no auditório da Celpe, na Avenida João de Barros, 111, na Boa Vista. Os músicos farão um concerto musical de chorinho, uma das atividades programadas na Campanha Estadual de Doação de Órgãos, que segue até a sexta-feira, 14. O evento é aberto ao público.

O grupo Folha Seca tem entre seus integrantes alunos e ex-alunos do Conservatório de Música. São cinco músicos que estão juntos há um ano. A apresentação contará com canções autorais e músicas mais conhecidas como Pedaço do Céu e Carinhoso.

Diferente de outros anos, a campanha de 2010 inova com a inclusão novos parceiros. “Buscamos envolver vários setores da sociedade, que fazem parte da cultura e dos esportes do estado, por exemplo, para informar e sensibilizar para a doação de órgãos”, explica Zilda Cavalcanti, coordenadora da CTPE.

Um dos focos da campanha deste ano é a doação de córneas, que por ser um tecido, é mais simples que a doação de órgãos. A retirada da córnea pode ser feita até seis horas após a parada cardiorrespiratória enquanto a retirada de um órgão precisa ser feita imediatamente após a morte encefálica, com o coração ainda funcionando. Em 2010, houve uma queda de 28% no transplante de córnea nos três primeiros meses do ano, em comparação a 2009. Foram 109 cirurgias neste ano contra 152 no ano passado.

Pernambuco é o quinto estado em transplante de órgãos do país. Mesmo assim, ainda existem 3.246 pessoas que precisam da cirurgia para viver em melhores condições de saúde. São 1.159 esperando por uma nova córnea; 1.831 pacientes que precisam de um transplante de rim; 270 aguardam por um fígado; e seis por um coração.

Programação - Na quarta-feira, 12, a campanha estará no SENAC, com palestra sobre transplantes a partir das 15h e ponto de cadastro de voluntários no Redome. Uma partida de futebol solidária será a atividade de mobilização da quinta-feira, 13, realizada em parceria com a Federação Pernambucana de Futsal. O jogo, que acontece no Clube Náutico Capibaribe, às 09h, será disputado entre jogadores profissionais, médicos transplantadores e pacientes já transplantados. O encerramento da campanha será no auditório do IMIP, na sexta-feira, 14, às 09h.

Fonte: Portal PE - 11/05/10

TCU apresenta modelos de fiscalização para a Copa de 2014

TCU apresenta modelos de fiscalização para a Copa de 2014
Evento irá mostrar o modelo de fiscalização das ações que vão preparar o País para sediar a Copa do Mundo de 2014; prefeito do Recife participa do encontro
O Tribunal de Contas da União (TCU) apresenta, nesta terça-feira (11), em Brasília (DF), o modelo de fiscalização das ações que vão preparar o País para sediar a Copa do Mundo de 2014.
Será durante o evento Parcerias Estratégicas e Modelo de Fiscalização da Copa 2014, a partir das 10h, que contará com a presença do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. O prefeito do Recife, João da Costa, participará do encontro.
O TCU e os tribunais de Contas estaduais e municipais formarão parceria com o objetivo de fortalecer a fiscalização preventiva, aproximar as metodologias de controle e oferecer à sociedade informações sobre o uso do dinheiro público com a realização do Mundial de Futebol.
Os dados sobre auditorias e acompanhamentos ficarão disponíveis na internet, em site específico.
Às 11h, no Ministério da Justiça, o ministro Luiz Paulo Barreto se reúne com o secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, com o secretário executivo Rafael Favetti, com o diretor da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, e com o diretor da Polícia Rodoviária Federal, Hélio Derenne.
Em pauta, a segurança na Copa de 2014.

Fonte: Agência Brasil - 11/05/10

Parceiro gay pode ser incluído em plano de saúde

Os casais homoafetivos com união estável que ainda encontravam dificuldades para incluir seus companheiros em planos de saúde foram contemplados em uma súmula normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que regulamenta o benefício. As operadoras que descumprirem a súmula da ANS — em vigor desde 5 de maio — podem ser advertidas e multadas em até R$ 50 mil por usuário.
Segundo a autarquia federal, a medida foi baseada na Constituição, que define como um dos princípios da República a promoção do bem de todos, “sem preconceitos de origem, raça, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.

“Isso não é nenhuma novidade para a maioria das operadoras, pois muitas já adotavam o procedimento desde 2005. Além disso, a Justiça tem decidido favoravelmente aos casais homossexuais”, afirma Orency Francisco da Silva, diretor de comunicação da Unidas, associação que reúne 140 operadoras de saúde.

Apesar da medida, a operadora será responsável pelos critérios de comprovação da união homoafetiva, que deverão observar requisitos similares aos usados com companheiros heterossexuais.

Foi o que aconteceu com o casal Paulo Amorim, 44 anos, e José Pennafort, 29. Servidor da Câmara dos Deputados, Paulo pediu a inserção do companheiro no plano em dezembro de 2006. “Me surpreendi.
Não encontrei nenhuma dificuldade para incluí-lo.” Cientista político do Senado, Pennafort, conta que foram pedidos apenas uma declaração do vínculo com o parceiro e comprovantes de conta-corrente e de seguro de vida. “Com o benefício, economizo em torno de R$ 5 mil por ano com plano de saúde”, observa Pennafort.

Fonte:Do Correio Braziliense - 11/05/10

Prêmio Jovem Cientísta - Inscrições até 30 de junho, premiando com computadores e até R$ 10 mil

Os (muitos) problemas ambientais vêm mobilizando milhões de pessoas no mundo todo e no Brasil não é diferente. Uma amostra disso é a edição deste ano do Prêmio Jovem Cientista, cujo tema é “Energia e meio ambiente — soluções para o futuro” e que está com as inscrições abertas até o dia 30 de junho.
O concurso vai premiar projetos relacionados a fontes limpas de energia. Qualquer aluno dos ensinos médio e superior e de pós-graduação pode se candidatar.
As inscrições devem ser feitas no site http://www.jovemcientista.org.br.
No ensino médio, as linhas de pesquisa são “energia: geração e uso”; “impactos ambientais da geração e do uso de energia”; “impactos sociais da geração e do uso de energia” e “soluções: sustentabilidade e energia”. Os prêmios são um computador e uma impressora.
No ensino superior, o primeiro lugar ganha R$ 10 mil, o segundo, R$ 8.500, e o terceiro, R$ 7 mil.
Alguns dos temas são “fontes alternativas de energias não poluentes”, “impacto socioambiental da geração de energia hidrelétrica e da produção de biocombustíveis” e “controle da emissão de poluentes e efeito estufa no setor energético”.

Fonte: Da Agência O Globo - 11/05/10

Government looks to private-public partnerships to build Abu Dhabi's new roads

Matthew Chung

Last Updated: May 10. 2010 10:59PM UAE / May 10. 2010 6:59PM GMT ABU DHABI // Roads can be made safer and their quality improved by making the companies that build them responsible for their upkeep, transport experts said yesterday.
When the Government is responsible for improvements and maintenance, work can be delayed as a result of changing public spending priorities, said Abraham Akkawi, of the consultancy Ernst and Young.
Under contracts known as public-private partnerships, key performance indicators are set for road standards for private firms, putting the onus on them to ensure the road they built is up to par. If not, payment is withheld.
Mufeed Saleh, the director of highways for Mouchel, a UK-based transport consultancy with offices in Abu Dhabi and Dubai, said: “In my opinion, they are not right all the time but in many cases this type of project, to achieve better road safety, better construction, it was a good model to work with.”
Abu Dhabi’s Department of Transport is launching its first public-private partnership for a road project: the 327-kilometre motorway between Abu Dhabi and the Saudi border, on which 14 per cent of all car crashes in the emirate occurred in 2007, according to the department. A major part of the overhaul will see flyovers built and dangerous U-turns closed.
The Government wants to spend Dh110 billion (US$2.7bn) to improve and widen the Mafraq-Ghweifat motorway, which is seen as a key test for its approach to public-private deals. Bids from three consortia are being evaluated and under the plans, the winning concession will agree to design and build a motorway, then maintain it for 25 years.
Should it prove to be a successful model, then more of the planned Dh300bn of road, bridge and rail projects the Government plans over the next 20 years could be structured the same way, John Lee, the highway and transport planning adviser for the transport department, told delegates at the Mena Transport Infrastructure Conference at the Park Rotana Hotel.
Experts such as Anthony Pearce, from the International Roads Federation, said such contracts were the way forward for financing transport projects.
However, Harry Dimitriou, the director of the Centre for Mega Projects in Transport Development at the Bartlett School of Planning at University College London, said that there has not been systematic research done to generically acknowledge their success”.

Fonte: The National - Abu Dhabi - 11/05/10

Samsung vai investir 16 bi de euros em tecnologia ecológica e de saúde

SEUL - A Samsung investirá nos próximos dez anos 23,3 trilhões de wons (cerca de 16 bilhões de euros) em tecnologia ecológica e de saúde para fortalecer seu crescimento, informou a agência "Yonhap".
O investimento será centrado em cinco âmbitos: energia solar, baterias recarregáveis para veículos híbridos, tecnologia de diodo emissor de luz (LED) para telas e iluminação, indústria biofarmacêutica e tecnologia médica.
Com este novo projeto, a Samsung espera que estes negócios forneçam receitas de 50 trilhões de wons (34,5 bilhões de euros) em 2020 e gerem 45 mil novos postos de trabalho.
A decisão foi tomada nesta segunda-feira, durante encontro do presidente da companhia, Lee Kun-hee, e com os diretores da empresa - a maior da Coreia do Sul - e de suas filiais.
No encontro, Lee, que assumiu em março seu mandato na Samsung Electronics, a maior empresa do grupo, disse que os Governos do mundo investem na indústria ambiental para solucionar problemas energéticos e proteger o meio ambiente.
Também ressaltou a necessidade de realizar investimentos, aproveitando que outras empresas concorrentes ainda não definiram suas iniciativas.
Segundo o plano, a companhia investirá em energia solar um total de 6 trilhões de wons (4,1 bilhões de euros), a fim de alcançar vendas no valor de 10 trilhões de wons (6,9 bilhões de euros) e gerar dez mil postos de trabalho.
Além disso, a empresa investirá 8,6 trilhões de wons (5,9 bilhões de euros) em tecnologia LED e outros 3,3 trilhões de wons (2,2 bilhões de euros) em produtos biofarmacêuticos e aparatos médicos.

Fonte:Da Agência EFE - 11/05/10

Saiba como conseguir uma cirurgia plástica estética de graça no Imip em Recife

Basta a pessoa ir até o ambulatório, marcar uma consulta, passar por exames e esperar ser chamada; por mês, são feitos em média 15 procedimentos

Muitas pessoas sofrem por causa da aparência. Não gostam de alguma parte do corpo e não têm dinheiro para pagar uma cirurgia plástica. Se você está nesta situação, saiba que existe, sim, no Recife, cirurgia plástica de graça feita no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), com todo cuidado e orientação a que o paciente tem direito.

A cirurgia plástica serve para reconstituir uma parte do corpo. No caso da cirurgia plástica estética, especificamente, a ideia é corrigir para melhorar a aparência, modificando narizes grandes, orelhas de abano, barrigas, peitos grandes ou pequenos. Do total de cirurgias plásticas que o Imip faz, cerca de 30% são estéticas. Por mês, são 15, em média. Entre as mais procuradas estão as de abdômen e de mama.

O Imip tem esse serviço de graça pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é muito concorrido. Para a cirurgia de mama e abdômen, por exemplo, é feito um sorteio.
As cirurgias deste ano já estão definidas. Para o próximo, as inscrições serão em outubro e os nomes, sorteados em dezembro.

A técnica em contabilidade Alessandra Pereira tem dois filhos, de 12 e 14 anos, e ficava bastante incomodada ao se olhar no espelho. “Não gostava da minha barriga, está cheia de estrias por causa da gravidez. Ainda bem que eu fui sorteada logo. Quero ficar com barriga de tanquinho”, brincou.

Para as outras cirurgias estéticas, não há sorteio. A pessoa vem ao ambulatório de cirurgia plástica do Imip e marca uma consulta. Depois, faz exames e espera ser chamada. Para a assistente administrativa Sônia Socorro foi um alívio poder operar o nariz. “Me sinto muito mais feliz agora, adorei”, disse.

O chefe da Residência Médica e Cirurgia Plástica, Ivo Salgado (foto), trabalha com isso há 30 anos. Ele lembra que no Imip as cirurgias são feitas por residentes: médicos formados, com experiência em cirurgia geral e em formação na área de cirurgia plástica. “Tudo é supervisionado.
As pacientes passam por avaliação junto aos médicos e, depois do sorteio, elas participam de uma reunião onde são apresentados os pós e contras da cirurgia”, explicou.

Lembrando: para operar o nariz, as orelhas, a face, as pálpebras ou fazer lipoaspiração a pessoa tem que ir no ambulatório de cirurgia plástica do Imip e marcar uma consulta. Lá, ela vai passar por exames e será avaliada.
O Imip fica na rua dos Coelhos, número 300. Informações: (81) 2122-4100, ramal 4206.

Fonte: Da Redação do pe360graus.com - 10/05/10

O PREFEITO DO RECIFE JOÃO DA COSTA PARTICIPA DE REUNIÕES SOBRE COPA DO MUNDO E PAC-2 EM BRASÍLIA

O prefeito do Recife, João da Costa, participa em Brasília nesta terça-feira (11), da apresentação do Tribunal de Contas da União sobre “Parcerias Estratégicas e o Modelo de Fiscalização da Copa 2014”. O evento acontece das 10h às 18h, no auditório Ministro Pereira Lira, do edifício sede do TCU. Além do prefeito, participam os secretários de Controle, Desenvolvimento Urbano e Obras, Amir Schvartz, (também coordenador do Comitê Municipal para a Copa do Mundo); de Gestão e Planejamento, Evelyne Labanca e a presidente da URB Recife, Débora Mendes.

No encontro, o TCU apresentará aos municípios o modelo de fiscalização que será empregado para acompanhar a realização das obras e dos projetos que irão preparar o país, para a realização do campeonato mundial.
O Brasil conta com doze cidades-sede de estados distintos para abrigar os jogos da Copa 2014, entre elas o Recife.
Além da apresentação da proposta de acompanhamento das obras, será lançado o sítio eletrônico Fiscalização da Copa 2014 e será assinado o Protocolo de Execução das Ações de Fiscalização entre o TCU e os tribunais de contas estaduais e municipais, definindo assim a responsabilidade de cada um nesse processo.
No sítio eletrônico que será lançado durante o evento, o cidadão encontrará os dados sobre as auditorias que serão realizadas.
Cada tribunal será responsável por publicar documentos e informações sobre os percentuais de execução física e financeira das obras que fiscalizar. O financiamento dos projetos poderá ser feito pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pela Caixa Econômica Federal.
As obras realizadas diretamente pela União, a exemplo de portos e aeroportos, e ações de organização da copa executadas por órgãos federais serão fiscalizadas pelo TCU. O tribunal também vai analisar empréstimos concedidos pelo BNDES e pela Caixa a estados e municípios.
Ainda nesta terça às 15h, o prefeito se reúne com o sub-secretário de Relações Financeiras da Secretaria do Tesouro Nacional, Eduardo Coutinho, para tratar da liberação do financiamento das obras do PAC Drenagem no Recife.

PAC 2
– Na quarta-feira (12), o prefeito João da Costa participa da primeira Reunião de Trabalho e Informação sobre o processo de seleção de projetos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), que acontece às 9h30, no Conjunto Cultural da Caixa Econômica Federal, em Brasília.
Os secretários municipais Amir Schvartz (Controle e Desenvolvimento Urbano e Obras) e Evelyne Labanca (Especial de Gestão e Planejamento) acompanharão o gestor.
Coordenada pelo Grupo Executivo do Programa de Aceleração do Crescimento (GEPAC), na ocasião serão esclarecidas as formas de acesso e os critérios de seleção do PAC 2 para os eixos de saneamento, habitação, drenagem, contenção de área de riscos e pavimentação.
“Já fizemos um portfólio interno no qual levantamos os projetos recifenses existentes nas referidas áreas, então, a nossa expectativa é de que, a partir de quarta-feira, possamos definir o que de fato é legível para o Programa”, disse a secretária Especial de Gestão e Planejamento, Evelyne Labanca.
Também participarão da reunião, representantes de governos estaduais, prefeitos e prefeitas de capitais e municípios com mais de 100 mil habitantes das Regiões Metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Campinas, Belém, Santos), além dos das cidades com mais de 150 mil habitantes.
Também nesta quarta, às 13h, o prefeito participa de almoço com prefeitos e prefeitas das capitais nordestinas para debater a criação do Fórum dos Prefeitos e das Prefeitas das Capitais Nordestinas.

Fonte: Portal Recife - 11/05/10

Câmara discute pagamento para agricultor que não desmatar

A Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados promove hoje (11) audiência pública para debater projeto de lei que cria a Redução Certificada de Emissões do Desmatamento e da Degradação. As discussões começam às 15h30. A proposta remunera com créditos de carbono proprietários rurais que evitarem o desmatamento.

Foram convidados, entre outros, o secretário do Meio Ambiente de Mato Grosso, Alexander Torres Maia, o secretário do Meio Ambiente do Acre, Eufran Ferreira do Amaral, a secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas, Nádia Cristina D`Ávila Ferreira, o diretor-presidente da Fundação Amazonas Sustentável (FAZ), Virgílio Vianna, e a diretora do Ministério do Meio Ambiente, Thaís Juvenal.

Fonte: Da Agência Brasil - 11/05/10

Comitê faz novo alerta às sedes da Copa de 2014

Uma reunião com a finalidade de aparar arestas entre representantes das 12 cidades escolhidas para sede do Mundial de 2014 e a direção do Comitê Local da Copa (COL) acabou como um novo alerta para os estádios que nem sequer iniciaram obras para o evento.

Após mais de duas horas de encontro, nesta segunda-feira (10), na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio, ficou definido que, assim que receberem a aprovação de seus projetos, as sedes terão o prazo de um mês para formatar o plano de viabilidade financeira das reformas ou construções de arenas.

"Não se pode ter uma cobrança maior por obras se os projetos ainda não foram aprovados", disse o secretário de Relações Políticas e Institucionais de Curitiba, Luiz de Carvalho. Ele contou que a Arena da Baixada já está 70% preparada para a Copa. "Vamos aguardar a posição do COL após as vistorias em curso para dar sequência ao trabalho."

Desde a semana passada, uma comissão de técnicos tem inspecionado os estádios brasileiros até agora credenciados para o Mundial de 2014. Essa vistoria acaba no dia 20 de maio. A partir de então, o COL deve formalizar a aprovação de vários projetos e iniciar a contagem regressiva de 30 dias para que as sedes apresentem o plano financeiro.

Fonte: Agência Estado - 11/05/10

Indústria natural de alimentos em Pernambuco

Litoral Norte lidera a produção de pesca artesanal, sendo responsável por 35,4% da receita de R$ 37,2 milhões/ano

Rosa Falcão

O Litoral Norte, destacando-se os municípios de Itapissuma e Goiana, lidera a produção de pesca artesanal no estado, sendo responsável por 35,4% da receita total de R$ 37,2 milhões/ano gerada pela atividade pesqueira. Nos manguezais que margeiam o Canal de Santa Cruz, entre Itapissuma e Itamaracá, se concentra a pesca de mariscos, sururu, ostras e crustáceos, que abastecem bares e restaurantes da Região Metropolitana de Recife.
O Rio Goiana é apontado pelos pesquisadores como um ecossistema equivalente a uma indústria natural de alimentos. Com uma ressalva: se o rio conseguir se livrar da poluição industrial, da ocupação desordenada das suas margens e da degradação da cobertura vegetal que alimenta o manguezal.

Na região norte, a presença das mulheres na luta dos pescadores é marcante. Elas dividem as baiteras e os barcos de pesca com os homens de igual para igual.
Entram na maré sem ter hora para voltar. Em Itapissuma, encontramos Joana Mousinho, 54 anos, a primeira mulher que dirigiu uma colônia de pescadores (Colônia Z-10). Joana é filha de pescadores, tem dez irmãos, sendo sete mulheres.
"Itapissuma é uma cidade machista. No começo foi difícil, mas hoje todo mundo me respeita. Fui forçada a dar lapada em muita gente", conta, sobre o preconceito de ser mulher e liderar homens.

Segundo Joana, no começo as mulheres trabalhavam duro na maré tanto quanto os homens, mas não tinham a aposentadoria.
Só a partir de 1993, elas conquistaram o direito de ter a carteira de pescadora e se aposentar com 55 anos de idade e 15 anos de pesca.
Já o homem tem que completar 60 anos e 15 de pesca para deixar o batente.
Os pescadores pagam ao INSS uma alíquota de 2,1% como segurados especiais, o que corresponde a R$ 11,38 por mês. "A aposentadoria é ruim porque as pessoas se afastam da luta e fica cada um por si", reconhece Joana.

Por ser uma atividade insalubre e com baixo retorno financeiro, a pesca artesanal hoje não atrai as novas gerações. Hildebrando Pereira, 40 anos, está na maré desde os quatro anos de idade, mas não quer a mesma vida para o filho Leandro, 14 anos. "Hoje eu trouxe ele para pescar porque não teve aula, mas peço a Deus que ele não siga esse caminho.
A vida na maré é muito sacrificada", diz o pai. "Eu não quero ficar trabalhando nisso. A maré é muito ruim. A gente cansa com o sol quente", rebate Leandro.
Eles desembarcam da baitera Sol Brilhante abastecidos com peixe, ostra e mariscos. Quando a maré é boa conseguem tirar R$ 50 por pescaria.

Os pescadores do Litoral Norte têm baixa escolaridade e baixo nível de organização de classe. Eles reclamam dos atravessadores no escoamento da produção de mariscos e crustáceos, mas não conseguem se reunir numa cooperativa para comercialiazar o pescado.
Quem reconhece é a própria presidente da Colônia Z-10, Joana Mousinho: "Cooperativa não dá certo porque os pescadores querem o dinheiro de imediato.
Mas falta também o governo dar valor a gente". E desabafa: " Hoje, o Ministério da Pesca investe mais na aquicultura do que na pesca artesanal. É errado tirar a profissão de pescador para incentivar a criação de peixe em cativeiro".

Fonte: Diário PE - 11/05/10

Gávea compra 14,5% de unidade da Odebrecht

Empresa de Armínio Fraga será sócia da Odebrecht na empresa criada[br]para atuar na área de imóveis; foco é a construção para a baixa renda

A Gávea Investimentos, do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, anunciou ontem a aquisição de 14,5% do capital social da Odebrecht Realizações Imobiliárias, unidade criada em 2007 para abrigar os projetos do setor de imóveis residenciais e comerciais. "Acreditamos muito nessa área, especialmente no segmento voltado para o baixa renda. É o nosso maior investimento até agora", diz Fraga.
O valor da negociação, no entanto, não foi divulgado, por questões de confidencialidade.
Mas o dinheiro para a sociedade sairá de um fundo da Gávea, de US$ 1,2 bilhão, que já tem participação na Cosan (US$ 180 milhões) e Americanas (R$ 164 milhões), além da RBS Comunicações, retransmissora da Rede Globo no Sul do País e dona do maior jornal da região, o Zero Hora. Neste último caso, o valor também não foi anunciado.
Com a nova composição acionária, a Gávea poderá nomear dois representantes para o conselho de administração da empresa.
A Odebrecht ficará com 85,5% de participação na companhia e terá cinco representantes. Marcelo Odebrecht, diretor-presidente da holding, será o presidente do conselho da Odebrecht Realizações Imobiliárias, que no ano passado faturou R$ 400 milhões.
Para este ano, a expectativa da empresa é quase triplicar o valor das receitas e alcançar R$ 1,1 bilhão.
Aposta no baixa renda. Apesar de atuar na construção de imóveis para todas as classes sociais, uma das grandes apostas da empresa é o programa federal de habitação Minha Casa, Minha Vida.
"É claro que há uma série de gargalos que precisam ser solucionados, tanto do lado privado como do lado público", destacou o presidente da unidade imobiliária da Odebrecht, Paul Altit.
Até 2011, a empresa espera contratar 40 mil unidades do projeto Bairro Novo (um programa que oferece soluções diferenciadas para o segmento mais econômico), além de 8 mil unidades da primeira Parceria Público Privada (PPP) habitacional do País, diz Altit.
O potencial do público de baixa renda foi um dos pontos que pesaram na decisão da Gávea na hora de fechar o negócio. "Podemos dizer que essa foi uma das estrelinhas que brilharam durante as negociações", destacou Luiz Fraga, outro sócio da Gávea Investimentos, cujo patrimônio administrado é da ordem de R$ 10 bilhões.
Os dois sócios da gestora de recursos evitaram dizer durante quanto tempo pretendem permanecer como acionista da empresa. Mas destacaram que seus fundos têm vida média de dez anos. "Não acreditamos num negócio em que já entramos com a cabeça de sair do investimento", argumentou Armínio.
As negociações para a compra da participação da Odebrecht Realizações Imobiliárias começaram em setembro do ano passado. Mas, segundo Armínio, esse tem sido um assunto de discussão de longa data. O anúncio da aquisição foi feita ontem na sede da Odebrecht, em São Paulo, e contou com executivos das duas companhias.
Marcelo Odebrecht destacou que a sociedade com a Gávea faz parte de uma estratégia adotada em outras unidades do grupo.
Na Foz do Brasil, unidade voltada para o saneamento básico, o parceiro é o Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS), exemplificou o executivo. "Com exceção da parte de engenharia, a tendência da organização é ter sócios que ajudem no crescimento sustentável dos negócios", observou.
"Queremos sócios que possam nos ajudar na estratégia dos investimentos, como a parte financeira." O presidente da Odebrecht negou, porém, que haja, neste momento, negociações em andamento para agregar sócios em outras unidades da holding.
Projetos Brasil afora. Além dos projetos voltados para o público de menor renda, a Odebrecht Realizações Imobiliárias detém cerca de 20 grandes empreendimentos, quase todos de alto padrão, em nove Estados do País. Só em São Paulo são oito empreendimento, sendo sete na capital.
A expectativa é que, até o fim deste ano, o volume de lançamento some R$ 2,8 bilhões valor 270% superior ao verificado em 2009. A empresa conta com um banco de terrenos de R$ 16 bilhões.

Fonte: Renée Pereira - O Estado de S.Paulo - 11/05/10

Definido pedágio da Ponte do Paiva em Pernambuco

Felipe Lima

O primeiro pedágio de Pernambuco começa a funcionar em junho. A Ponte do Paiva e a estrada Via Parque formam o sistema viário responsável pelo acesso à Praia do Paiva, no Cabo de Santo Agostinho.
Lá está sendo construído um complexo turístico e imobiliário de alto luxo no valor total de R$ 1,6 bilhão.
A ponte, com 320 metros de extensão, foi erguida por cima do Rio Jaboatão, ligando as cidades de Jaboatão dos Guararapes e Cabo.
Já a rodovia, de 6,2 quilômetros, cruza todo o Paiva.
Constituem a primeira Parceria Público-Privada de Pernambuco. Os motoristas que se dirigirem à Reserva do Paiva por elas pagarão, em dias úteis, R$ 3,60 de pedágio (taxa que dá o direito de passagem e que visa ressarcir os custos de construção e manutenção). Nos finais de semana e feriados, o preço cobrado será de R$ 5,40.
Os valores serão reajustados anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do País.
Os preços divulgados têm como base a variação ocorrida em 2009. Inicialmente, segundo a licitação de 2006, eram de R$ 3 para dias comuns e R$ 4,50 para feriados e finais de semana. A estimativa para início das operações da Ponte e da Via Parque é do Comitê Gestor do Programa de Parcerias Público-Privadas do governo do Estado.
“A fase atual é considerada pré-operacional.
Fizemos duas vistorias e iremos realizar mais uma na próxima segunda-feira. Faltam apenas pequenos detalhes: pinturas de placas e parte da sinalização, como as faixas de pedestres”, informou o secretário-executivo do comitê, Sílvio Bompastor.
A Odebrecht e o Grupo Cornélio Brennand são os responsáveis por operar por um período de 30 anos a Ponte e a estrada – através de uma empresa subsidiária, a Via Parque.
O investimento em todo o empreendimento foi de R$ 75,6 milhões. As praças de pedágio ficarão localizadas no começo e no fim da Reserva do Paiva.
Uma no limite entre Jaboatão e Cabo, um pouco antes do começo da ponte, na praia de Barra de Jangada.
A outra está no lugar de uma porteira, antiga forma de controle de acesso ao Paiva, em Itapuama, no Cabo.
A ponte e a Via Parque serão monitoradas 24 horas e contarão com serviços como atendimento médico e de primeiros socorros.
Apesar de cortar toda a Reserva do Paiva, a estrada não será de uso exclusivo dos moradores dos condomínios.
O primeiro deles, o Morada da Península, com 66 casas, já está pronto e entregue aos seus proprietários.
As mansões estão avaliadas entre R$ 1,5 milhão e R$ 4 milhões e tiveram pernambucanos como maiores compradores.
A segunda fase do empreendimento, o condomínio Vila dos Corais, foi lançado oficialmente em março deste ano e é formado por 132 apartamentos, que custarão entre R$ 1,48 milhão e R$ 3,4 milhões. Juntas, as duas etapas iniciais demandaram R$ 270 milhões em investimentos.
Toda a Reserva tem 526 hectares, com 8,6 quilômetros de faixa de praia.
O megacomplexo pertence a outra empresa subsidiária da Odebrecht – a Odebrecht Realizações Imobiliárias – e aos grupos Cornélio Brennand e Ricardo Brennand.
Além de empreendimentos habitacionais, contará com hotéis de luxo, edifícios empresariais e até campo de golfe.

Fonte: Do Jornal do Commercio - 11/05/10

Seguradora estatal amplia garantia em financiamento para obras, diz secretário

A reorganização dos fundos garantidores de infraestrutura e comércio exterior na Empresa Brasileira de Seguros (EBS) vai criar condições para o governo ampliar os mecanismos de garantia de financiamento de obras privadas e públicas, inclusive as de interesse social, como a habitação popular e o crédito a micro e pequenas empresas, disse ontem o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.
A EBS começa com R$ 18 bilhões em caixa, resultado da soma dos R$ 13 bilhões do Fundo Garantidor de Infraestrutura (FGIE) e R$ 5 bilhões do Fundo Garantidor de Comercio Exterior (FGCE). A intenção é acrescentar ainda recursos hoje distribuídos em diferentes fundos voltados a setores específicos.
"A EBS vai administrar o risco dos fundos e pode fazer seguro diretamente ou em consórcio com o setor privado", disse Barbosa ao Valor. O secretário participou ontem do painel "Cenário macroeconômico e impacto no financiamento da infraestrutura", na abertura do seminário "Brazilian Infrastructure Summit 2010".
Barbosa explicou que a EBS poderá fazer seguro para empresas que estejam participando da construção de uma obra, complementando garantias obtidas com seguradoras privadas. Questionado sobre a opção por uma nova empresa de seguros, quando o governo já tem o controle da estatal IRB Brasil Resseguros, Barbosa disse que a seguradora pode atuar de forma mais ampla, contratando seguros e resseguros no Brasil e no exterior, enquanto o IRB tem atividade restrita ao resseguro. Além disso, afirmou, a estatal de seguros dá ao governo um instrumento de atuação em operações de interesse social, como o da habitação popular, em que o risco alto e a baixa lucratividade não interessam ao setor privado. O IRB é uma estatal de controle misto, dividido entre o Tesouro e grandes seguradoras privadas (Bradesco, Itaú e Sul América).
O presidente da Andrade Gutierrez, Otavio Azevedo, disse que os gargalos na infraestrutura no Brasil ainda são importantes. Citou o setor aeroportuário, no qual, segundo ele, a regulação é precária e não permite o investimento privado. "Outro gargalo importante é o ferroviário", afirmou. Lembrou que as parcerias público-privadas (PPPs) não vingaram no Brasil, embora sejam ferramenta importante para financiar a infraestrutura.
Para o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, os gargalos na infraestrutura são resultado de quase três décadas de subinvestimento. "Mas gargalos significam oportunidades", disse Coutinho. Ele citou levantamento feito pelo banco, que mapeou os investimentos em infraestrutura para o período 2010-2013. O trabalho, que indicava investimentos de R$ 274 bilhões, foi revisto e passou a mostrar cifra 13% maior, de R$ 310 bilhões, para o mesmo período.
Sobre a perspectiva do governo em relação à entrada de capital estrangeiro, Coutinho disse que é muito bem-vindo, sobretudo o investimento estrangeiro direto (IED). "Queremos não só atrair (o capital externo), mas dialogar com as empresas estrangeiras para que olhem o Brasil como plataforma de exportação", disse Coutinho.

Fonte: Valor Econômico/ Janes Rocha e Francisco Góes, do Rio - 11/05/10

Private Public Consortium Acquires Australian Water Company

Mitsubishi Corporation (MC), Innovation Network Corporation of Japan (INCJ), JGC Corporation (JGC) and Manila Water Company, Inc. (MWC) have agreed to acquire from United Utilities PLC (United Utilities) its 100% owned subsidiary United Utilities Australia Pty Limited and its Australian related entities (UUA).
The transaction value is approximately AUD225 million, comprising AUD176 million in cash and AUD49 million in net debt.
The participation of INCJ means this is the first water project involving a Japanese public private consortium outside of Japan.
Since its inception in 1991, UUA has established itself as a strong participant in the Australian water industry, providing a range of water and wastewater services to over three million people through a number of projects across Australia.
UUA's capabilities cover the full life cycle of water and wastewater treatment projects including project finance, design and construction upgrades and refurbishments, operation and maintenance, asset management, utility services, laboratory testing, billing and customer services.
UUA also has access to desalination, industrial wastewater treatment and reclamation technologies.
Going forward, MC, INCJ, JGC and MWC will work together to undertake UUA's existing 14 projects and continue to manage and grow the UUA business in Australia.

[Mitsubishi Corporation]
MC has been a shareholder in MWC, which is considered one of the world's most successful examples of privatization in the water business, since MWC's original establishment in 1997.
MC is one of the pioneers of water privatization in Japan through its business activities such as the establishment of joint venture Japan Water Corporation.
In April of 2009, MC established its Corporate Development Section to concentrate on new business fields such as new energy, environment, and water.
Since business operations in these areas have been developing, in April of 2010, MC established the Global Environment Business Development Group for the purpose of further commitment in these areas. Also, in order to create Japan's leading water business company, MC, in cooperation with JGC, acquired 33% of shares of Ebara Engineering Service Co., Ltd., which is an affiliate water business company of EBARA CORPORATION (EBARA). Since April of 2010, MC, JGC and EBARA have been in cooperative management of Ebara Engineering Service Co., Ltd.

[Innovation Network Corporation of Japan]
INCJ was established in July 2009 as a public-private partnership that provides financial, technological and management support for next-generation businesses.
INCJ specifically supports those projects that combine technologies and varied know-how across industries and materialize open innovation.
INCJ has the capacity to invest up to US$10 billion.
INCJ recently concluded a cooperation agreement with the Bureau of Waterworks of the Tokyo Metropolitan Government. With this agreement, first-class operational know-how for water supply service is available for overseas projects through INCJ.
INCJ is actively reviewing various investment opportunities in areas of environment and energy, electronics and IT, bio-tech, and infrastructure such as water supply, railway service, and nuclear power supply. This is the first infrastructure project in which INCJ has invested.

[JGC Corporation]
JGC has been engaged in enterprise investments reinforcing its water business as one of its core operations. In the Middle East, JGC has been a shareholder of three Independent and Water Power Producer projects in Abu Dhabi and Saudi Arabia.
Also in China, JGC has been participating in the operation of seawater desalination in Tianjin cooperatively with Hyflux Ltd. Adding to these operations, JGC, in cooperation with MC, acquired 33% of shares of Ebara Engineering Service Co., Ltd., which is an affiliate water business company of EBARA. Since April of 2010, JGC, MC and EBARA have been in cooperative management of Ebara Engineering Service Co., Ltd. Also, JGC has achieved satisfactory results in lake water purification projects in China.
JGC has developed both proficiency in project management through numerous, large-scale projects, and its technology for a wide spectrum of areas including water related operations.
The company intends to parlay this along with its global EPC (Engineering, Procurement, Construction) implementation network, project management capabilities, and total engineering expertise into a broader and more comprehensive portfolio in the water business, especially in areas with high water demand such as the Middle East.


Fonte: asahi.com - 11/05/10

COPA - R$ 183 bi gerados na economia do País

BRASÍLIA - A Copa do Mundo de 2014 vai gerar R$ 183 bilhões para a economia brasileira, num período de dez anos, a partir de 2010 e até 2019, entre impactos diretos investimentos em infraestrutura, turismo, empregos, impostos, consumo e indiretos, que é a recirculação de todo esse dinheiro no País.
Isso representa 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB) acumulado no mesmo período, segundo estudo realizado por uma consultoria para o Ministério do Esporte.
Os dados foram apresentados no Encontro Técnico de Segurança para a Copa de 2014, que começou ontem, em Brasília, e vai até sexta-feira.
Segundo esse estudo, somente em infraestrutura os investimentos projetados chegam a R$ 33 bilhões, incluindo estádios, mobilidade urbana, portos, aeroportos, telecomunicações, energia, segurança, saúde e hotelaria.
Isso equivale ao custo de construção de 24 mil quilômetros de estradas pavimentadas.
Na parte de turismo, a previsão é de que 600 mil turistas estrangeiros assistam à Copa no Brasil e que três milhões de turistas nacionais se desloquem internamente, o que terá um impacto na economia de R$ 9 bilhões.
No consumo, haverá também um fluxo de R$ 5 bilhões, causado pelas obras, que vão gerar empregos e, por consequência uma massa salarial, entre trabalhadores permanentes e temporários.
Somados, esses impactos devem incrementar o PIB em R$ 47,9 bilhões.
Um dado comparativo levantado pelos autores do estudo é que os R$ 5 bilhões a serem injetados no consumo pela renda gerada por esses trabalhadores equivale a 1,3 ano de venda de geladeiras no Brasil ou 7,2 milhões de aparelhos.
A expectativa, segundo o estudo é de que a Copa crie mais de 700 mil empregos entre permanentes e temporários.

Fonte: ABr - 11/05/10

Senai terá nova unidade no Recife

Abertura ocorrerá até 2011 e deve capacitar 10 mil pessoas em dois anos

Até o fim de 2010, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) vai instalar nova unidade no Recife, focada no setor da construção civil, em um terreno da Marinha, no Cabanga.
Os investimentos chegam a R$ 7 milhões e a expectativa é formar dez mil profissionais em dois anos, voltados ao Polo de Hemoderivados, transposição do Rio São Francisco e construção da ferrovia Transnordestina.
“Sem mão de obra qualificada, a demanda será suprida por pessoas de fora”, disse ontem o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Jorge Côrte Real.
Hoje, representantes do Senai reúnem-se com o Sindicato da Construção Civil (Sinduscon) para tratar de assuntos que envolvem a construção da Cidade e da Arena da Copa, que ainda não saíram do papel.
Cerca de 1,8 mil profissionais já estão sendo capacitados para o empreendimento. “Nosso objetivo é ter uma indústria mais competitiva. Assim teremos produtos melhores, mais baratos e mais seguros”, disse o diretor regional do Senai, Antônio Carlos Maranhão.
As unidades regionais do Senai são focadas nas demandas locais.
Em Caruaru, o foco está no polo de confecção; em Garanhuns, na bacia leiteira. A escola técnica de Santa Cruz do Capibaribe tem uma unidade itinerante de tratamento de afluentes; já a ampliação do Senai de Paulista visa o Polo Farmacoquímico. Escolas do Recife vão entrar no ensino superior, oferecendo cursos de Mecatrônica e Ciência da Computação. Todos os laboratórios têm certificação ISO 9001.
O Senai tem 780 unidades, é o maior complexo de educação profissional da América Latina, presente em 32 países, e tem nível de empregabilidade dos alunos de 76% em todo Brasil.
Em 2003, início dos investimentos, o Senai contabilizava 20 mil matrículas/ano - para 2010, a projeção é de 46 mil.

RISCOS
Para empresas, o Senai oferece consultoria em Contrato de Risco, no qual a entidade realiza testes para rever procedimentos de produção, por exemplo.
Se a medida der certo e diminuir os custos da empresa, uma parte desse valor “economizado” é repassado para o Senai.
Empresas interessadas podem procurar a Divisão de Relações com o Mercado, na sede do Senai, ou pelo telefone 3202-9300.

Fonte: TATIANA NOTARO NUNES Especial para a Folha PE - 11/05/10

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