sexta-feira, 23 de abril de 2010
Modelo espanhol de apoio familiar inspira empresas portuguesas
A EDP é uma das empresas que quer certificação por práticas familiarmente responsáveis.
Ter um infantário para os filhos dos colaboradores, permitir horários flexíveis ou oferecer seguros que envolvam o agregado familiar dos trabalhadores pode valer a uma empresa a distinção de "familiarmente responsável".
Em Espanha, já existe uma fundação que certifica as instituições com estas boas práticas.
E, em Portugal, já não faltará muito para que também exista uma fundação que certifique as empresas com estratégias de apoio familiar.
É esta a expectativa de Rosa Soares, ‘partner' da consultora Deloitte, quando afirma que "já há empresas portuguesas que estão a trabalhar no processo de certificação destas boas práticas.
A EDP é uma delas". No mercado espanhol, a certificação é feita pela Fundación Másfamilia que trabalha em parceria com a consultora e com a escola de negócios IESE Business School, de Barcelona.
Numa altura em que já é atribuído em Portugal o "Prémio Empresa Mais Familiarmente Responsável", Rosa Soares considera ser "uma evolução natural tentar trazer esta certificação para o país".
Até chegar à fase da certificação, a Deloitte, em parceria com a AESE-Escola de Direcção e Negócios e com o apoio do Diário Económico, entrega na próxima terça-feira, dia 27, a quinta edição do "Prémio Empresa Mais Familiarmente Responsável" às entidades que se distinguem com práticas que facilitam a vida aos colaboradores.
Fonte:Económico - PT - 23/04/10
Evento: Financiamento de Projetos em Inovação Tecnológica
A Agência de Inovação Inova da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) realizará, no dia 28 de abril, o evento "Financiamento de Projetos em Inovação Tecnológica", em Campinas (SP). O encontro é o segundo de uma série que tem como foco a inovação tecnológica, que é realizado em parceria com o Departamento de Inovação e Tecnologia (Ditec) do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) de Campinas.
O evento tem como público alvo empresas da região metropolitana de Campinas associadas ao Ciesp e empresas de base tecnológica Filhas da Unicamp. Representantes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da FAPESP e do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) apresentarão os instrumentos de financiamento para projetos em inovação tecnológica.
Sérgio Robles Reis de Queiroz, coordenador adjunto de Pesquisa para Inovação da FAPESP, Fernão de Souza Vale, representante técnico do BNDES, e Renato Marques, chefe do departamento de novos negócios da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) serão alguns dos palestrantes. As inscrições são gratuitas. O evento será realizado das 8h30 às 12h, no auditório do Ciesp de Campinas, localizado na rua Padre Camargo Lacerda, 35, Bonfim.
Mais informações: www.inova.unicamp.br/financiamento, cafedeinovacao@inova.unicamp.br
Fonte: Agência FAPESP - 23/04/10
Pesquisador brasileiro desenvolve pedaço de papel que faz exames múltiplos de saúde
Imagine um pedacinho de papel do tamanho de um chiclete onde você pinga uma gota de urina e ele mostra imediatamente se você tem HIV, malária, diabetes, mal de Chagas e toxoplasmose. Tudo ao mesmo tempo.
Um exame exatamente assim está sendo desenvolvido por um cientista da USP em São Carlos (SP) em parceria com a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
Eles inventaram um teste parecido com tradicional papelzinho usado para detectar gravidez, mas mais barato e aplicável a inúmeras doenças.
"O papel pode fazer mais do que isso [o exame de gravidez].
Ele é extremamente mais barato. Queremos desenvolver um diagnóstico para usar em locais carentes", conta o pesquisador Emanuel Carrilho, do Instituto de Química da USP em São Carlos.
MATERIAIS CASEIROS
A ideia é simples: com uma impressora que utiliza tinta de cera – o equipamento é parecido com impressoras caseiras eles põem a imagem de pequenos canais em um papel especial.
A folha então é aquecida, derretendo a cera e formando caminhos que vão direcionar o líquido humano, sem deixar que ele escape. No final desses caminhos são colocados reagentes, que mudam de cor dependendo da substância a ser testada.
REAÇÕES QUÍMICAS
A possibilidade de exames é teoricamente infinita, pois no papel podem ser usados fluidos corporais (sangue, urina, saliva, lágrimas, suor etc.) que contenham componentes químicos gerados por qualquer doença, desde que eles mudem de cor quando entrem em contato com reagentes.
"O número de doenças identificáveis está limitado ao conhecimento das reações químicas. Em princípio, todas as reações que ocorrem em laboratório podem ser transportadas para o papel", afirma Carrilho.
De acordo com ele, os reagentes que dão cor aos testes costumam ser caros, mas a quantidade necessária para cada exame é ínfima.
"Usamos microlitros [um litro dividido por um milhão]".
Sem o custo dos reagentes, cada exame custará menos que um centavo de dólar, de acordo com um orçamento feito nos EUA.
TELEFONE CELULAR
Como as cores geradas no papel nem sempre são fáceis de identificar um ponto vermelho pode indicar doença diferente de um laranja escuro os cientistas imaginam que seja possível tirar uma foto do teste com celular e enviar ao laboratório por SMS. "Assim você não precisa de um especialista em campo", afirma Carrilho.
A primeira grande experiência com o papelzinho que faz exames será feita ainda neste ano, na cidade de Santa Luzia do Itanhy, em Sergipe.
Em parceria com o Programa Saúde da Família, os pesquisadores farão testes de anemia em 4.700 crianças e adolescentes. Se der certo, a experiência será levada para outras cidades em 2011.
Além de doenças, o teste pode ser usado para encontrar substâncias na água ou em outros líquidos. "Podemos detectar metais pesados, por exemplo.
Estamos testando mercúrio e chumbo, mas poderiam ser pesticidas.
Também é possível detectar cafeína em bebida, por exemplo", diz o químico da USP, que já está desenvolvendo uma forma de examinar se há glúten em bebidas.
Fonte: G1 - 23/04/10
Copa e Olimpíadas geram interesse de investidor alemão no Brasil
A Alemanha quer aumentar sua participação em empreendimentos para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. A informação é do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior que informou hoje (23) que receberá uma comitiva de empresários alemães na próxima terça-feira (27), com o objetivo de fortalecer as relações comerciais.
A missão será chefiada pelo ministro alemão da Economia e Tecnologia, Rainer Brüderle. Outra intenção manifestada pelos alemães é a participação em obras de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), como o trem de alta velocidade Rio-São Paulo.
O encontro de Brüderle com o ministro brasileiro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, e dos empresários dos dois países será no Palácio Itamaraty. No ano passado, o comércio entre Brasil e Alemanha sofreu forte redução por causa da crise financeira internacional.
Números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) revelam que o intercâmbio entre os países apresentou boa recuperação no primeiro trimestre deste ano, quando a corrente de comércio bilateral atingiu US$ 4,29 bilhões, com crescimento de 33,5% em relação aos US$ 3,2 bilhões contabilizados em igual período do ano passado.
A balança comercial – diferença de exportações e importações – é desfavorável ao Brasil, com saldo negativo de US$ 1,05 bilhão. Enquanto as exportações brasileiras para a Alemanha somam US$ 1,62 bilhão no trimestre, com evolução de 31,7% sobre o mesmo período de 2009, as compras brasileiras daquele país somam US$ 2,67 bilhões, com aumento de 35%.
Os setores mais tradicionais nas relações comerciais entre Brasil e Alemanha são engenharia mecânica, indústria automotiva, eletrônicos e produtos químicos e farmacêuticos. Mais recentemente, ganharam destaque também as áreas de geração de energia, infraestrutura, segurança e assistência médica, além de produção e exploração de petróleo e gás.
Os investimentos externos diretos da Alemanha no setor produtivo do Brasil tiveram significativo crescimento em 2009, com alta de 138,5% na comparação com 2008, saltando de US$ 1,03 bilhão para US$ 2,47 bilhões, segundo dados do Banco Central (BC).
Fonte: Agência Brasil - 23/04/10
Governo de Pernambuco e Incra discutem cooperação técnica
O convênio vai possibilitar o repasse de recursos e a cessão de servidores e equipamentos entre o INCRA e o ITERPE – Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco. O termo de cooperação foi discutido em reunião ocorrida na manhã desta sexta-feira (23), na sede do INCRA/Recife, com a participação do Secretário de Agricultura, Ranilson Ramos; do Superintendente do INCRA/Recife, Abelardo Siqueira; do Presidente do ITERPE, José Estevo (Mantena), e de representantes do MST e da CPRH.
A reunião foi solicitada pelo MST, que neste mês organiza a jornada de lutas “Abril Vermelho”. Dentre as reivindicações do movimento, estão ações de infraestrutura e investimentos em 8 assentamentos públicos estaduais coordenados pelo MST. São eles: Cachoeira Furada (Joaquim Nabuco), Águas Claras (Ribeirão), Frescundim (Gameleira), Jussara, Timbó, Laranjeira 1 e 2, Granja Jumbo (Moreno).
“O termo de cooperação, além de desburocratizar a parceria entre INCRA e ITERPE, estabelece uma série de ações do poder público estadual, nas áreas de saúde, educação, assistência técnica, recursos hídricos e investimentos produtivos, direcionadas aos assentamentos estaduais”, afirmou o Presidente do ITERPE, José Estevo (Mantena).
Para o Secretário de Agricultura, Ranilson Ramos, a cooperação vai possibilitar o atendimento planejado das demandas dos assentados. “Vamos trabalhar de forma mais integrada, com mais articulação, impondo um ritmo mais acelerado às ações da Reforma Agrária,” afirmou Ranilson Ramos.
O convênio será assinado entre o Presidente do INCRA, Rolf Hackbart, e o Governador Eduardo Campos. Segundo Jaime Amorim, coordenador estadual do MST, o movimento está aguardando apenas a confirmação da agenda com o Palácio, uma vez que o Presidente do INCRA estará em Pernambuco na próxima terça-feira (27). Durante a reunião, o CPRH apresentou a instrução normativa 002/2010, que reduz as exigências, do ponto de vista da licença ambiental, para a construção de casas. A medida vai possibilitar o desenvolvimento de uma política habitacional para os assentamentos.
Fonte: Portal PE - 23/04/10
'Plano B' para Copa é exclusão de cidades, diz ministro
Na manhã desta sexta-feira, ele afirmou que o "plano B" do governo federal para o atraso das obras de construção dos estádios para o Mundial do Brasil é a "exclusão de cidades-sede" do torneio.
"Posso assegurar que se a cidade não cumprir o prazo de início de obras de 3 de maio, passa a ter o risco de exclusão da Copa", disse.
"A decisão de fazer a Copa em 12 cidades foi do presidente Lula, para que todas as regiões do Brasil pudessem receber jogos, mas a Fifa só precisa de oito cidades, porque são oito os grupos de seleções.
Então, nosso plano de contingência é eliminar cidades que não consigam cumprir os prazos."
O Brasil definiu 12 cidades como sedes da Copa do Mundo de 2014, mas algumas estão com o cronograma de obras atrasado, o que causa preocupações na Fifa e no governo federal.
O ministro participa do Fórum Empresarial de Comandatuba, na Bahia, onde apresenta o painel Esporte como fator de desenvolvimento econômico e social para cerca de 300 empresários e executivos do País.
Fonte: Agência Estado - 23/04/10
Governo estadual anuncia nova gestão do Mineirão
Conforme o governo mineiro, caberá ao parceiro privado a realização dos investimentos e execução da terceira etapa de obras de modernização do estádio, orçadas em R$ 607,8 milhões.
Após a reforma cuja conclusão está prevista para o fim de 2012, a empresa vencedora terá direito à operacionalização e manutenção do estádio por 25 anos, numa gestão que contará com a participação dos três clubes da capital: América, Atlético e Cruzeiro, sob monitoramento do Estado.
Atualmente, o Mineirão é gerido pela Ademg, uma autarquia estadual.
A renda com a bilheteria e a exploração dos estacionamentos ficará com os clubes.
O parceiro privado irá receber um valor anual do Estado durante a concessão e terá direito às receitas comerciais.
O governo promete criar indicadores de qualidade de prestação de serviços que serão exigidos da empresa vencedora do processo de licitação. O edital deverá ser publicado em junho.
Com as duas primeiras etapas e os projetos executivos, o governo irá desembolsar um total de R$ 28,6 milhões.
Do custo estimado para a conclusão da terceira etapa, o parceiro privado poderá contar com a uma linha de crédito de até R$ 400 milhões, disponibilizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O governo mineiro já havia feito o pedido de financiamento, mas enfrentava dificuldades porque só poderia captar os recursos caso eles fossem repassados em uma condição "extra-limite" - sem que sejam contabilizados no cálculo do limite de endividamento dos estados nas negociações de outros empréstimos, como prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Conforme a situação atual, o Estado só pode tomar emprestado menos da metade deste montante cerca de R$ 190 milhões.
Com o novo sistema de gestão, o governo de Minas espera agilizar a modernização do estádio, cumprindo à risca os parâmetros e o cronograma estabelecidos pela Fifa, para reivindicar a chance de receber o jogo de abertura do Mundial. e outra partidas importantes. Para isso, o governo procura
O projeto arquitetônico com as novas adequações prevê que o Mineirão tenha capacidade para 69.950 espectadores e mais 44 camarotes.
As estruturas serão reforçadas e será instalada uma cobertura para diminuir a incidência de luz solar no gramado, que será rebaixado em 3,5 metros.
Os vestiários serão remodelados e os estacionamentos ampliados, passando a oferecer 4.180 vagas.
Fonte: Agência Estado - 23/04/10
Cada real aplicado na Embrapa gera retorno de R$ 10,37, diz Arraes
O investimento do governo federal na Embrapa foi de R$ 1,8 bilhão em 2009, representando crescimento de 34% na comparação no ano anterior.
Em 2008, o resultado foi melhor: o orçamento de R$ 1,35 bilhão permitiu retorno de R$ 13,55 para cada real investido.
No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) agrícola caiu 5,2%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com isso, caiu também o valor dos produtos agrícolas, em geral. Consequentemente, o retorno social da Embrapa cresceu menos do que no ano anterior.
"Temos receita de serviços, retorno das parcerias e dos produtos que nós disponibilizamos", disse Arraes.
Ele ressaltou o investimento feito na Embrapa no ano passado e disse ter esperança de que isso tenha continuidade no próximo governo.
"Espero conseguir mostrar para qualquer governo que venha que a Embrapa não é apenas útil, mas indispensável", avaliou.
Além de comentar o balanço da empresa, o diretor também fez o lançamento de uma nova edição do "Ciência Para a Vida", que começa amanhã e vai até 2 de maio, na sede da Embrapa, em Brasília.
Durante o evento, poderão ser conhecidas 200 tecnologias voltadas para o setor agrícola. Ele disse que uma proposta é, nos anos seguintes, levar o evento para outras regiões do País.
"As pessoas não têm ideia do que é feito aqui", disse.
Fonte: Agência Estado - 23/04/10
Construção de Belo Monte começa até setembro, diz ministro
'Não podemos mais esperar', disse Márcio Zimmermann.
O ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, afirmou nesta sexta-feira (23) que a hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, terá suas obras iniciadas no máximo em setembro deste ano.
Com o leilão vencido pela Chesf, subsidiária da Eletrobrás que lidera o consórcio de construtoras, o governo, segundo Zimmermann, tentará antecipar a assinatura do contrato de outorga. "Trata-se da usina mais planejada do mundo.
Foram cinco anos de estudos ambientais e não podemos mais esperar", afirmou.
O ministro criticou a ação de organizações não-governamentais (ONGs) que tentam protelar o processo de construção da obra, considerando que tais atitudes não passam de "manipulações".
"Não sou técnico, mas me reporto aos números. Foram mais de R$ 70 milhões gastos em estudos ambientais e se for necessário, faremos algumas adequações.
Esta inquietude é natural, mas Belo Monte precisa sair", afirmou o ministro, lembrando que o processo que tratou da construção da usina hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, foi ainda mais penoso e sofreu com mais atrasos devido a questões ambientais discutidas na Justiça.
Zimmermann não descartou a possibilidade da Eletrobrás assumir integralmente a execução da obra, uma vez que detém 49% do consórcio.
Considerando a possibilidade remota por conta das ações que questionam os valores envolvidos na negociação, ele assegurou que a estatal possui expertise suficiente e que se preciso for, tem capacidade de comprar a parte das demais empresas participantes do grupo vencedor do leilão da Belo Monte.
O ministro falou com a imprensa em Florianópolis, onde participou de uma homenagem feita pela Eletrosul, subsidiária da Eletrobrás, responsável pela geração e transmissão de energia na região Sul e onde iniciou carreira.
Lula
Na quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a eventual saída de empresas privadas do consórcio que arrematou o leilão de Belo Monte não vai impedir a construção da usina.
Segundo ele, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), subsidiária da Eletrobrás, que tem 49,98% da participação no consórcio, vai construir a hidrelétrica sozinha se for preciso.
“No leilão entrou quem quis e sai quem quer depois. Não tem nenhum cadeado fechando a porta. Tem várias portas. A única coisa que eu digo é o seguinte: nós, enquanto Estado brasileiro, enquanto empresa pública, faremos sozinho o que for necessário fazer”, disse, após almoço no Itamaraty em recepção ao presidente do Líbano, Michel Sleiman.
Fonte: Do G1, com informações da Agência Estado - 23/04/10
Primeira Escola de Pentatlo Moderno será inaugurada nesta segunda em Recife
Para incentivar jovens a competir no modalidade, a pentatleta Yane Marques, começa a treinar na nova estrutura esportiva do colégio.
Todos os treinos serão conduzidos pelo treinador da Confederação Nacional de Pentatlo Moderno (CBPM), Michael Cunninghan.
Com a implantação dessa ação, a CBPM promete financiar revelações (crianças e adolescentes que se destacarem como atletas) que serão, futuramente, descobertos no projeto.
A escola funcionará nas terças e quintas-feiras, das 11h45 às 12h45, com mensalidade de R$ 50 e será aberta também ao público externo à instituição.
Fonte: Folha PE - 23/04/10
Projeto dos EUA sobre clima prevê 12 usinas nucleares
WASHINGTON - O projeto de lei sobre clima que deve ser divulgado nos Estados Unidos na segunda-feira contém incentivos para ajudar a construção de 12 usinas nucleares, mas retarda a contenção das emissões em usinas que liberam grande quantidade de gases do efeito estufa, informou nesta sexta-feira uma fonte na indústria.
O projeto, liderado pelo senador democrata John Kerry, estabelecerá garantias de empréstimos, proteção contra atrasos decorrentes de regulamentações e outros incentivos que visam a ajudar empresas a obter financiamento para novas plantas nucleares, cuja construção pode custar entre 5 bilhões de dólares e 10 bilhões de dólares.
"Acho que é um começo que, combinado com um preço sobre o carbono, poderia ajudar a indústria a ampliar a capacidade", disse a fonte, informada sobre um contato de Kerry na quinta-feira à noite com representantes da indústria.
Usinas de energia nuclear quase não emitem dióxido de carbono, principal fonte do gás do efeito estufa. Mas em três décadas nenhuma nova usina obteve aprovação do governo, em parte por causa dos elevados custos.
O projeto também tem aspectos facilitadores para os grandes poluidores, medida que, segundo os ambientalistas, pode ajudar a ganhar o apoio necessário de senadores.
Fonte: Reuters - 23/04/10
PANIFICAÇÃO - Setor pede verba para capacitar 3.575 jovens
Hoje, durante a abertura da 13ª Feira Norte Nordeste de Panificação e Food Service (Fenopan), no Centro de Convenções, será anunciado o pleito dos panificadores para a criação do primeiro Planseq (Plano de Capacitação Empresarial) ligado à área.
De acordo com a diretora de projetos do Epão (Entidades da Panificação de Pernambuco), Cristina Santos, foi protocolado, no dia 16 de março, um pedido ao Ministério do Trabalho nesse sentido e espera-se um retorno ainda antes do dia 4 de julho, quando o Governo Federal fica proibido de criar novos projetos por conta do período eleitoral. Do contrário, a matéria só poderia ser aprovada a partir de janeiro de 2011.
A solicitação é de que haja aporte de R$ 4 milhões para o Planseq das panificadoras e que os recursos sejam 100% federais.
Num prazo médio de três meses, seriam formados 3.575 jovens acima de 18 anos nas funções de padeiro, confeiteiros, operadores de caixas, encarregados de produção e vendas, balconistas, cozinheiros e auxiliares de cozinhas.
“Hoje, existem vários Planseqs no Estado.
E nós temos uma carência de mão de obra porque, normalmente, as pessoas aprendem o ofício na padaria. Nós é que damos o primeiro emprego”, disse Cristina.
Sobre a Fenopan, o presidente do Sindipão, José Cosme, afirmou que mais de 20 mil pessoas virão ao evento, que se estenderá até o dia 25 deste mês.
“Queremos fechar R$ 20 milhões em negócios”, frisou. A mostra ampliou em quase 100% o número de expositores, reunindo 145 estandes, segmentados nas áreas de trigo (moinhos), insumos para a panificação, equipamentos e serviços, sendo 50% de empresas locais e 50% de empresas nacionais.
A feira deve receber dez mil visitantes.
Fonte: Folha PE - 23/04/10
Public/private partnerships play critical role
Improved leasing, sales and investment activity has initiated a prevailing sense of optimism among many participants in the commercial real estate industry.
In the midst of improving market conditions, however, there are still more hurdles than ever in getting projects out of the ground.
Financing, or the lack there of, continues to be the biggest hurdle for most developers. Those fortunate few who are able to secure project financing in this market contend with historically low loan-to-values, ranging from 50 percent to 80 percent LTV depending on property type and owner-user vs. investor, which increases the amount of equity required.
As equity requirements go up, it becomes more difficult for investors to achieve required rates of return or for business owners to create the liquidity required to purchase or construct a building.
With market and financing conditions being what they are, why do we see a steady stream of new projects breaking ground in Northern Colorado?
The answer is that many of these projects have some form of public/private partnership at play.
Public incentives have become more valuable as they provide an infusion of capital into a capital constrained market, and in many cases are the critical component to project feasibility.
A few of the public incentive programs available include:
URA
Urban Renewal Authorities are created by municipalities to promote investment and redevelopment in areas that have been targeted as having the greatest need.
URAs utilize tax increment financing, or TIF, to fund projects located within their boundaries. TIF is structured by evaluating the differential between current property tax values and the estimated enhanced property tax values once properties are improved. The differential or increment is used to finance projects.
Funds are most commonly deployed for use in site assemblage, infrastructure investment, historic preservation and financial tools to promote projects including paying off bonds or reimbursing developers for a portion of their cost.
The city of Fort Collins currently has one Urban Renewal Plan Area which comprises north College Avenue, extending from Vine Drive to just north of Willox Lane.
The College Avenue corridor south of Prospect Road is currently also being considered for an Urban Renewal Plan.
The groundbreaking of RMII2 and North College Marketplace in Fort Collins are two recent projects made possible by a URA. Loveland's most prominent URA is located at Centerra, and funded much of the roadway, interchange and utility infrastructure, natural areas, open space and public recreational improvements.
DDA
Downtown Development Authorities operate much like a URA in that the DDA also utilizes tax increment financing to stimulate redevelopment within its boundaries. The DDA, however, promotes investment and redevelopment within the central business district of municipalities.
Nearly every redevelopment project, public improvement project and facade improvement in downtown Fort Collins displays the use of high-quality and historically consistent materials thanks to DDA contributions.
The Fort Collins DDA boundaries generally extend along commercial corridors North of Laurel Avenue, South of Vine Drive, East of Meldrum Street and West of Lemay Avenue. The Flats at the Oval mixed-use redevelopment project and the redevelopment of a new Otter Products facility on Meldrum are projects that were recently made possible by the Fort Collins DDA.
Private activity bonds
Private activity bonds are issued by municipalities for the purpose of financing manufacturing-related projects of private users.
Projects are financed at below market interest rates (approximately 3 percent) through the use of tax-exempt industrial development revenue bonds or private activity bonds - investors pay no federal or state income taxes on interest earned. Municipalities have varied criteria regarding what types of projects qualify for private activity bonds; however, the base criteria mandates that new jobs must be created and new property, sales or other taxes must be generated.
Custom Blending's new facility on Harmony Road in Fort Collins is a recent example of private activity bonds successfully being put to work.
Metropolitan district
A metropolitan district is another mechanism commonly used by municipalities to promote development and investment in a particular geographical area.
Its primary objective is to finance public infrastructure, and as opposed to the tax increment financing employed by URAs and DDAs, metro districts utilize a property tax mill levy which is assessed on properties located within the district boundaries. There is currently one metro district located within the city of Fort Collins at the Harmony Technology Park and numerous metro districts have been implemented in Timnath, Loveland, Johnstown and Windsor.
There are an abundance of other public incentives available to developers and business owners.
Municipalities may waive development and construction permits and fees, issue bonds, offer sales or use tax abatement, provide green/sustainable incentives, or present affordable housing initiatives.
The mechanisms vary greatly; however they all represent a collaborative effort between public and private entities that can become the tipping point for successful projects.
Although sometimes controversial, these instruments have facilitated the gentrification and beautification of buildings in downtowns, enabled developers to meet the needs of companies that have generated employment for the region, and have initiated a tax base that helps fund our communities.
Joshua Guernsey is a commercial broker with Brinkman Partners in Fort Collins.
Fonte: Northern Colorado - 23/04/10
Fórum Mundial da Aliança de Civilizações começa a receber inscrições
Espera-se a participação de cerca de 2 mil políticos, líderes de corporações nacionais e internacionais, ativistas da sociedade civil, organizações de jovens, jornalistas, fundações e líderes religiosos.
Criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2005, o fórum não tem poder deliberativo, concentrando-se em diferentes iniciativas que procuram combater os preconceitos e as incompreensões entre as diversas culturas.
Uma tragédia que horrorizou o mundo transformou-se na base da criação da Aliança de Civilizações. No dia 11 de março de 2004, atentados terroristas em três estações de metrô de Madri, a capital espanhola, deixaram 191 mortos e mais de 1,8 mil feridos.
No final de longo inquérito, a Justiça espanhola concluiu que os atentatos foram feitos por um grupo de extremistas muçulmanos em retaliação ao apoio do então primeiro-ministro espanhol, José Maria Aznar, à invasão do Iraque e à presença de tropas espanholas no Afeganistão.
O grupo inspirou-se na Al-Qaeda, mas não tinha ligação direta com a organização terrorista.
A criação da Aliança de Civilizações foi proposta à Organização das Nações Unidas pelo atual primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero.
O primeiro fórum realizou-se em Madri, em janeiro de 2008, reunindo 60 países e 350 representantes da política, cultura, religião e economia, que procuraram mostrar a existência de caminhos práticos para a colaboração entre os mundos islâmico e ocidental. O segundo fórum foi em Istambul, na Turquia, em abril de 2009.
O encontro do Rio de Janeiro discutirá a integração das sociedades multiculturais, o fortalecimento da presença das mulheres na sociedade por meio da educação, o papel dos líderes religiosos na promoção da paz e o impacto dos meios de comunicação sobre a percepção de outras culturas, entre outros temas.
No ano passado, ao participar do 2º Fórum da Aliança de Civilizações em Istambul, capital da Turquia, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que muitas vezes as diferenças étnicas e religiosas são usadas por interesses que querem fomentar conflitos.
"Por isso", disse o ministro, "necessitamos de iniciativas como a Aliança de Civilizações.
As semelhanças entre os povos são muito maiores do que as diferenças.
O contato e o diálogo entre as pessoas são importantes pois através deles poderemos demonstrar que o acirramento de conflitos por motivos religiosos e culturais é algo totalmente artificial, obedecendo a interesses econômicos ou geopolíticos.
Eu não acredito que as religiões em si estejam umas contra as outras".
Fonte: Da Agência Brasil - 23/04/10
Clubes pernambucanos rejeitam parceria com Arena Capibaribe em Recife
Até o momento, o Náutico foi o único que deu sinal positivo à parceria e chegou a enviar um documento ao governo do estado confirmando a intenção de participar do empreendimento.
O presidente do clube, Berillo Albuquerque, pretende usar a verba do abono que será paga pelo consórcio vencedor da licitação na construção de apartamentos no Centro de Treinamento, no bairro da Guabiraba, e no pagamento de dívidas com a Justiça do Trabalho.
Diante das propostas e condições apresentadas, o Sport não pretende entrar na parceria da nova arena.
“As propostas não são atrativas e não justificam que o Sport sequer pense em assinar o contrato”, disse o vice-presidente jurídico do clube, Eduardo Carvalho.
Ele foi taxativo sobre a proposta apresentada ao clube.
“Eu posso lhe afirmar que na proposta não existe nenhum ponto que desperte o interesse do Sport”, declarou. Entre as razões que não justificam a parceria, segundo Eduardo, é que o estádio não oferece vantagens para o sócio patrimonial.
O Santa Cruz também considera que a proposta do consórcio está aquém do esperado. Para o presidente patrimonial do clube, José Augusto de Paula, a pré-condição colocada pelo consórcio de que o time precisa jogar seus 20 melhores jogos na arena inviabiliza o patrimônio do Santa.
O Arruda, estádio do clube, tem capacidade para 44 mil pessoas, com seis mil cadeiras e 110 camarotes. “Esta proposta é descabida. Imagine se eu colocar todos os clássicos fora do meu estádio”, disse.
Sobre a possibilidade de trocar o estádio oficial pela arena em jogos importantes, as diretorias do Sport e do Santa Cruz admitem que a questão da tradição dos clubes também pesa na decisão.
“A situação de Pernambuco é sui generis, porque os três maiores clubes locais têm seu próprio estádio. Nosso caso deve ser tratado de forma diferente do resto do Brasil”, declarou.
O coordenador do Comitê de Pernambuco para a Copa 2014, Ricardo Leitão, critica a posição do Sport e do Santa Cruz e diz que existe “uma relação muito arraigada e emocional nos clubes pernambucanos”.
Segundo ele, “os diretores são quase que hereditários e existe a influência de serem clubes que jogam nos seus estádios há muito tempo”.
Para Leitão, é preciso haver mais profissionalismo na gestão do futebol pernambucano.
“Para topar esta parceria é preciso ter uma visão profissional e quem dirige os clubes daqui não tem esta visão”, criticou.
A participação dos clubes no empreendimento da arena é de grande importância para a viabilidade econômica do estádio. Além de tentar atrair os jogos de futebol para o local, o consórcio pretende levar eventos culturais, shows, convenções e feiras.
Fonte: Portal da Copa 2014 - 23/04/10
Erro na venda de ingressos na África é lição para a Copa-2014, diz Fifa
"Eu acho que nós devíamos ter aberto pontos de venda no país [África do Sul] antes. Nós temos que pensar sobre nossa política de ingressos e talvez rever a politica que limita às pessoas a comprar quatro ingressos para um jogo.
Vamos aprender para 2014", falou Valcke.
"Será preciso ser mais flexível, mais criativo. [A Copa de 2010] também é uma fase de aprendizado para 2014", acrescentou.
Mesmo assim, Valcke mostrou-se otimista para a realização do Mundial: "Estamos muito confiantes em ter um número alto de pessoas em todas as 64 partidas".
"Tudo está praticamente pronto.
Estamos preparados para começar o Mundial amanhã mesmo se for necessário.
Ainda há detalhes a resolver no que diz respeito à utilização do Soccer City [estádio da abertura e da final] e principalmente nos campos de treinamento, mas estamos otimistas", afirmou.
Fonte: Folha de São Paulo - 23/04/10
Acordo vai viabilizar cooperação técnica entre CPRH e países latinos
O documento assinado por Hélio Gurgel é um memorando de entendimento entre governos e associações de governos regionais para o desenvolvimento sustentável.
“Este acordo vai possibilitar o intercâmbio internacional na área de meio ambiente, principalmente para capacitação técnica e informações ambientais.
Estamos buscando alternativas e novas metodologias, para verificarmos a viabilidade de sua implantação na Agência Ambiental de Pernambuco, com o objetivo de colocar em prática no nosso estado o que está dando certo em outros países”, explicou o diretor presidente da CPRH, que também representou a Associação Brasileira de Meio Ambiente (Abema) no encontro, na condição de seu vice-presidente.
O evento teve como objetivo promover o intercâmbio de experiências, abordar a problemática das questões ambientais de diferentes perspectivas e discutir novas propostas.
No dia 21, Hélio Gurgel proferiu palestra sobre o tema transposição do rio São Francisco, expondo em detalhes os projetos decorrentes da transposição, que vão trazer benefícios a Pernambuco, a exemplo da Adutora do Agreste.
“A conferência proporcionou levar à discussão mundial as questões ambientais de Pernambuco.
Percebemos que havia desconhecimento por grande número de ambientalistas internacionais do projeto da magnitude da transposição do rio São Francisco.
A reação das pessoas foi muito positiva, principalmente quando conheceram a atual realidade social da população que será beneficiada", analisou Gurgel.
Fonte: Portal PE - 23/04/10
Parcerias entre empresas e comunidades pobres é tema de congresso em Recife
Oitenta e cinco por cento das famílias brasileiras vivem com renda inferior a R$ 10 por dia. É pensando nesse mercado consumidor que muitos empresários vêm focando seus produtos. Na última quinta-feira (22), no Recife, foram discutidas formas de criar parcerias entre empresas e comunidades pobres, para que juntas possam ganhar dinheiro.
Os debates aconteceram no 1° Congresso Internacional de Cidadania Empresarial, que reúne representantes do Brasil, Estados Unidos, Argentina, Colômbia e República Dominicana.
Todos que foram acompanhar as palestras tinham um objetivo em comum: pensar em projetos que gerem lucros para as empresas e que, ao mesmo tempo, criem produtos e levem benefícios à população de baixa renda.
Os palestrantes demonstraram como e por que as empresas devem conquistar os consumidores das classes mais baixas que, só na América Latina, têm um poder de compra US$ 500 bilhões por ano. No mundo, representam a maioria da população.
Ao todo são quatro bilhões de pessoas no planeta que vivem na chamada "base da pirâmide social", com renda menor que US$ 5 por dia, cerca de R$ 10.
No Brasil, esse mercado consumidor representa 85% das famílias: um alvo que nenhuma empresa pode deixar passar em branco.
O professor de gestão da Universidade de Cornell, em Nova Iorque, PHD em planejamento e estratégia, foi um dos palestrantes convidados.
Ele disse que há, pelo menos, três boas razões para desenvolver produtos voltados para as pessoas de baixa renda: “elas formam a maior parte da população do planeta, têm a maior taxa de crescimento populacional e é nessa faixa de renda onde estão os maiores problemas que precisam ser resolvidos”, explicou.
O professor disse, também, que já se foi o tempo em que as empresas encaravam o consumidor apenas como uma fonte de lucro.
Ele ressalta que é preciso criar parcerias, engajar as comunidades pobres nos projetos porque elas também estão interessadas em ganhar dinheiro.
“A prosperidade deve ser dividida”, falou.
“Esse comportamento das empresas faz parte da agenda do século 21, que age no intuito de ajudar na redução da pobreza no mundo”, disse o presidente do Instituto Ação Empresarial, Pedro Pereira.
Fonte: Da Redação do pe360graus.com - 23/04/10
Volta da autonomia da Chesf será anunciada nesta sexta
Na noite dessa quinta-feira (22), após reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador Eduardo Campos e o próprio Zimmermann, ficou decidida uma reformulação completa na administração da Eletrobras, que controla a Chesf, Furnas e Eletrosul.
Na prática, após muita pressão de políticos, empresários e técnicos, o governo federal devolve a independência operacional e política da Chesf.
Será respeitada a autonomia das diretorias regionais e dos conselhos de administração, priorizando as decisões das empresas regionais do setor elétrico, como a Chesf.
A recuperação da autonomia acontecerá por força de um simples ofício de Zimmermann ao presidente da Eletrobras, José Antônio Muniz, que até então coordenava todo o processo de centralização das decisões envolvendo a Chesf na sede da própria Eletrobras, no Rio de Janeiro.
O ofício do ministro substituirá um outro documento, de número 386, que, publicado no ano de 2008, era a base de todo esvaziamento.
Neste documento de 2008, o Ministério de Minas e Energia, à época comandado por Edison Lobão (PMDB), recomendava à Eletrobras que a operação do sistema elétrico brasileiro deveria ter como finalidade a geração de lucro para o acionista.
Este ofício, elaborado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) a pedido da Eletrobras, deu suporte às mudanças que pretendiam transformar a holding numa espécie de Petrobras do setor elétrico. E, consequentemente, retirou a independência da Chesf, empresa que lucra sete vezes mais que a própria controladora, Eletrobras.
Agora, a situação mudou. O novo ofício é bem claro quando aponta que “o novo modelo do sistema elétrico deve ter como finalidade principal aumentar a capacidade de investimentos das empresas que formam o sistema Eletrobras, valorizando e priorizando a engenharia, as compras e o apoio às culturas regionais.
O novo documento também prevê a valorização das universidades e centros de pesquisas regionais.
As estatais também poderão ser majoritárias em sociedades de propósito específicos (SPEs), parcerias para a construção de obras.
O novo ofício vai além e determina o fortalecimento das empresas regionais e de suas respectivas marcas.
A Chesf, portanto, voltará a ter seu nome original e não mais Eletrobras Chesf.
Será este novo ofício a base que permitirá a mudança estatutária que deverá trazer de volta a força da companhia.
Fonte: Do Jornal do Commercio - 23/04/10
Nota do Editor: Esta é uma notícia que alivia a todos nós nordestinos já tão expoliados e sem autonomia para quase nada, antes tinhamos até uma Casa da Moeda em Recife, hoje muito pouca coisa sobrou e a Chesf é uma delas.
Indústria naval atrai central de distribuição para Pernambuco
Micheline Batista
A Tubacex, multinacional espanhola especializada na fabricação de tubos, conexões e flanges de aço, vai instalar um centro de distribuição (CD) em Pernambuco. A empresa chega de olho no desenvolvimento dos setores de óleo, gás, naval e offshore não só no estado, mas em todo o Nordeste. O investimento, de R$ 5 milhões, pode abrir portas para a instalação futura de uma fábrica, a primeira do grupo no Brasil.
O CD deve se localizar em Jaboatão dos Guararapes, podendo gerar entre 35 e 50 empregos diretos e até 150 indiretos.
Segundo o gerente geral de Articulação Empresarial da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Wagner Maciel, o investimento da Tubacex é fruto de um estudo realizado em 2009.
"Eles fizeram um estudo de mercado para avaliar a possibilidade de abrir uma unidade no Nordeste do Brasil com o objetivo de atender à demanda das novas refinarias da Petrobras em Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Maranhão, e dos novos estaleiros", conta.
Já em janeiro, a empresa estava abrindo um escritório em Boa Viagem.
Agora a central, que vai importar e distribuir para todo o Brasil os produtos que a Tubacex fabrica na Espanha, na Áustria e nos Estados Unidos. Deve começar a operar até o fim deste primeiro semestre.
No médio ou longo prazo, Pernambuco poderá ganhar a fábrica. "Por enquanto não temos informações sobre o empreendimento, mas não temos dúvidas de que a fábrica virá", afirma Maciel.
A Tubacex já atua no país através da subsidiária SSB (Special Steels Brazil), com CDs em São Paulo e no Rio de Janeiro que atendem toda a América Latina.
Em Jaboatão dos Guararapes, eles estão negociando a locação de um galpão com área construída de 2.500 metros quadrados e total de 7.500 metros quadrados.
"Escolheram Jaboatão pela posição logística e pela proximidade com o Porto de Suape", completa o gerente. A chegada da Tubacex, diz Wagner, fortalece o projeto Suape Global, que pretende transformar o Complexo Industrial Portuário de Suape num polo provedor debens e serviços para as indústrias de petróleo, gás, naval e offshore.
Em Suape, a empresa deverá fornecer tubos de aço para os epecistas do Polo Petroquímico, formado pelas plantas de PET, PTA e fios de poliéster, da Refinaria Abreu e Lima e do Estaleiro Atlântico Sul.
O mercado torna-se ainda mais atraente quando consideramos a chegada ao estado de mais cinco estaleiros (MPG Shipyards, STX Europe, Construcap, Alusa/Galvão e Tomé-Schahin), do Aker Promar ao Ceará e a construção das refinarias premium do Maranhão e Ceará, além da ampliação da Clara Camarão, no Rio Grande do Norte.
A Tubacex está no mercado desde 1963, fabricando e exportando tubos de aço para mais de 60 países. É o segundo maior produtor mundial, abocanhando cerca de 20% desse mercado. São 1.970 funcionários em todo o mundo.
As áreas de óleo, gás, química e petroquímica respondem por 68% do faturamento da empresa, mas eles também atuam nos setores de produção de energia e alimentos, fabricação de automóveis, aviação e bens de capital.
Tubacex
O que é
Central de importação e distribuição de tubos, conexões e flanges de aço
Mercado
Setores de petróleo, gás, naval e offshore de todo o Brasil e especialmente do Nordeste
Localização
Jaboatão dos Guararapes
Investimento
R$ 5 milhões
Geração de empregos
Entre 35 e 50 diretos e até 150 indiretos
Previsão de funcionamento
Até o fim do primeiro semestre de 2010
Origem da empresa
Espanha
Fonte: SDEC/Diário PE - 23/04/10
Cozinha Solidária da GTP+ inaugura novo espaço em Recife
A Cozinha Solidária surgiu para atuar na segurança alimentar de pessoas vivendo com HIV/AIDS que participam dos demais projetos propostos pelo GTP+, através da produção de refeições e lanches nutritivos e balanceados.
Desde seu início em outubro de 2007, a Cozinha Solidária gradativamente vem se tornando uma fonte de recursos para a organização.
Além disso, minimiza o preconceito ao HIV e auxilia na prevenção ao HIV/AIDS, já que os clientes convivem com pessoas positivas.
A campanha que teve como objetivo desmistificar tabus de como se pega o vírus e minimizar a discriminação vem colaborando com a sustentabilidade financeira e política da ONG.
O restaurante da Instituição que teve o apóio da Pact Brasil com recursos para a reforma e equipamentos, é formada por uma pequena equipe, um cozinheiro e mais três auxiliares de cozinha para a produção de refeições que atende cerca de 50 pessoas por dia.
Toda a verba adquirida é revertida para o atendimento aos soropositivos, e continuidade do projeto. Além de fornecer almoços e lanches diários, também recebe encomendas de pequenos e médios eventos de organizações não-governamentais.
O próximo passo é ter no novo espaço, uma Escola de Culinária, para isso o GTP+ busca apoio de recursos.
Para colocá-la em prática é necessário ampliar a equipe e a infra-estrutura local para dar suporte aos novos aprendizes.
Com informações da Assessoria
Serviço:
Inauguração Novo Espaço da Cozinha Solidária
Dia: Segunda-feira, 26 de abril de 2010
Hora: a partir das 10h
Local: Av. Manoel Borba, nº 487, Boa Vista – Recife/PE
Portagens nas SCUT são "uma questão de justiça, equidade e solidariedade" em Portugal
Falando aos jornalistas à margem do lançamento da primeira pedra do terminal de cruzeiros do porto de Leixões, em Matosinhos, António Mendonça referiu que "Portugal está a fazer um esforço notável de modernização de todo o sistema rodoviário", sendo que para financiar esse esforço "há que introduzir critérios de racionalidade económica geral e de justiça".
"As SCUT custam ao país 700 milhões de euro por ano e o que está previsto com a introdução de portagens é uma receita de 120 milhões de euros. Ainda há 580 milhões de euros que terão que ser pagos por todos nós", frisou o governante.
Para o ministro, a marcação da data de 1 de Julho para o arranque do pagamento de portagens nas SCUT Norte/Litoral, Costa de Prata e Grande Porto "não altera nada relativamente aquilo que estava programado".
"A decisão de introdução de portagens nas SCUT já estava tomada há muito tempo, o que se trata é de apresentar uma data concreta a partir do qual será realizada", disse.
António Mendonça salientou ainda que os critérios definidos pelo Governo para a introdução de portagens nas auto-estradas sem custo para o utilizador "são verificados nestas três SCUT".
"Os critérios têm a ver com questões do rendimento das populações servidas pelas SCUT e também pela existência de vias alternativas, e esses critérios são verificados", sustentou.
Questionado sobre os eventuais protestos que autarcas de municípios afectados admitem levar a cabo, o ministro afirmou que "houve reuniões com eles e o que foi combinado será cumprido".
Referiu ainda estarem já programados novos encontros com autarcas "em que será feito o ponto da situação relativamente à introdução de portagens nas SCUT".
Fonte: Económico com Lusa - 23/04/10
TRANSNORDESTINA - PE ganha novas frentes de trabalho
Com a ferrovia Transnordestina é sempre assim. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aperta e as obras dão um passo a frente. Ontem, após reunião de monitoramento, em Brasília, o governador Eduardo Campos anunciou que serão abertas duas novas frentes de trabalho no Estado nos próximos dois meses.
Os canteiros, que serão instalados em Arcoverde e Cachoeirinha, promoverão mil novos empregos. Lula aproveitou para avisar que vai inaugurar a fábrica de dormentes em Salgueiro no dia 21 de junho.
A visita aconteceria no mês passado, mas foi cancelada porque o presidente constatou que os serviços não estavam concluídos.
Segundo fontes ligadas ao Planalto, Lula acredita que se a obra não for iniciada por completo no seu governo, corre o risco de não sair do papel.
Ele teria voltado a se mostrar aborrecido com o andamento dos trabalhos, o que acontece desde novembro, quando descobriu que não poderia inaugurar nenhum trecho da ferrovia.
Na reunião de ontem, Eduardo Campos entregou as licenças ambientais pendentes e se comprometeu a finalizar as desapropriações no Estado em quatro meses.
“Todos os lotes pernambucanos da Transnordestina estarão em obras ainda no primeiro semestre deste ano. Serão cinco mil postos de trabalho até julho, o que garante o aquecimento da economia no Interior”, assegurou o governador.
A previsão é de que sete mil pessoas estejam empregadas no Estado durante o pique das obras. Conforme o presidente da Transnordestina Logística, Tufi Daher Filho, informou à Folha, hoje são seis mil trabalhadores na construção da ferrovia, divididos em 69 frentes de trabalho que, além de Pernambuco, englobam Ceará e Piauí.
Eduardo Campos aproveitou o encontro para pedir a inclusão da construção dos cais 6 e 7 do Porto de Suape no PAC 2, orçados em R$ 300 milhões.
Fonte: Folha PE - 23/04/10
COMUNIDADE PODERÁ OPINAR SOBRE PRESÍDIO EM RS
O número de participantes está limitado a 350 pessoas, devido à capacidade do auditório do Unilasalle.
Às 14h30min, tem início o credenciamento. Quem tiver interesse, poderá apresentar manifestações por escrito.
Durante esta semana, o assunto também foi debatido no município. Na terça-feira, a secretária-geral de Governo do Estado, Ana Pellini, esteve na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Canoas (Cics) para falar sobre o complexo, com valor estimado de R$ 160 milhões, que terá capacidade para 3 mil detentos.
De acordo com a secretária, as contrapartidas, em recursos diretos, serão repassadas para o município até o próximo mês. As medidas compensatórias totalizam R$ 18 milhões.
– É possível que, em outubro, seja finalizada a licitação e feita a escolha da empresa contratada. Se iniciarmos as obras em janeiro, no final do ano que vem, o complexo estará concluído – afirma Ana.
- Benefícios fiscais para valorizar novas instalações
O secretário municipal de Segurança Pública e Cidadania, Alberto Kopittke, reformulou os benefícios fiscais para as empresas que se instalarem no Parque Industrial, principalmente, para aquelas que contratarem detentos. Hoje, a massa carcerária de moradores de Canoas chega a 1,1 mil detentos.
– As empresas terão até 75% de desconto no ICMS. Os empresários contratarão os detentos pagando um salário mínimo mais 10% para um fundo penitenciário – explica Kopittke.
CONTRAPARTIDAS PARA O MUNICÍPIO
> Construção de conjunto habitacional com 400 unidades
> Nova unidade de pronto-atendimento
> Câmeras de videomonitoramento
> Caminhão de bombeiros
> Escola e ginásio de esportes
> Reforço de efetivo policial e novas viaturas
> Central de polícia
> Incentivos fiscais para empresas do Parque Industrial
> Ampliação de cem para 250 hectares o espaço para a construção de um distrito industrial
Fonte: Zero Hora - RS - 23/04/10