sexta-feira, 2 de abril de 2010

Pernambuco desperta para a necessidade

CADEIRA de rodas instalada em jangada de Porto de Galinhas

No Estado, o turismo acessível ainda caminha num plano mais abstrato do que concreto.
O programa “Turismo Acessível - Pernambuco Sem Barreiras”, da Secretaria de Turismo de Pernambuco, foi implantado em outubro e tem buscado sensibilizar os setores turísticos para que se tornem acessíveis.
A equipe já realizou blitzes em 150 bares e restaurantes das principais cidades - da Região Metropolitana do Recife ao Sertão e distribuiu cardápios em Braille a 120 estabelecimentos, dos 240 que estão na meta.
São previstas no programa mais blitzes e criação de rotas e guia turísticos com informações de atrativos e equipamentos acessíveis.
Segundo a turismóloga Mosana Cavalcati que integra a equipe de Projetos Especiais da Secretaria, responsável pela execução do programa o Ministério do Turismo já liberou verba.
Mosana, que usa cadeira de rodas, afirma que é preciso adaptar muita coisa.
“Para mim, um hotel que tem o quarto adaptado mas que não me permite ir à piscina, não é acessível”, criticou um famoso hotel recifense, que se considera dentro das normas de acessibilidade.
“Não vou pagar diária de cinco estrelas para não poder usufruir dos serviços”, completou.
Quanto à praia de Boa Viagem, apesar do calçadão, continua insuficientemente acessível.
“Não dá para o cadeirante ir sozinho ao mar”, resumiu.
Já em Porto de Galinhas, a ONG Rodas da Liberdade faz um trabalho interessante na praia. Apesar de, assim como em Boa Viagem, Porto de Galinhas não proporcionar que o cadeirante tenha total autonomia para chegar ao mar, duas jangadas foram adaptadas para cadeirantes.
A ONG, fundada pelo suíço Michel Peneveyre, também atua junto às secretarias estadual e municipal, a fim de por em prática, na vila, as normas de acessibilidade para os turistas.
Segundo Michel, também há adaptação para passeio de buggy, caiaque ou catamarã.

Fonte: Folha PE - 02/04/10

Lobos são 'mestres' em curso de liderança

Entre lições dos lupinos está respeito mútuo entre chefe e equipe.

Uma empresa na Alemanha lançou um curso para melhorar a capacidade de liderança de profissionais que utiliza o comportamento de lobos como exemplo.
As aulas são dadas nas florestas de Brandemburgo, perto de Berlim na Alemanha, entre cavalos selvagens, lontras, alces e, claro, lobos.
Timo é um dos nove lobos selvagens da reserva e, entre as lições que ele oferece estaria a de que um bom chefe não precisa gritar com seus subordinados.
"O lobo dominante não é agressivo.
Muitos líderes pensam que são líderes porque têm poder e força para diminuir os outros. Mas isso não tem que ser assim", afirmou Janet Nagel, da empresa Teamaventure.de, idealizadora do curso.
Outra lição é que a matilha se livra do líder se ele não cumprir bem a sua função.

"Ninguém é indispensável."
Para aprender essas lições, os pequenos grupos de executivos observam os mestres em ação.
Para a detetive de polícia Sabrina Doehlert, os lobos realmente têm uma mensagem a passar.
"Quando se vê o respeito entre os lobos, se percebe que este respeito deveria ser comum também na rotina de trabalho.
Os chefes têm que respeitar a equipe, e a equipe, os chefes", disse Doehlert.

Fonte: BBC Brasil - 02/04/10

Portugal:Futuro dos jornais passa por apostar em serviços como cafés e livrarias

O futuro dos jornais poderá passar por fomentar uma rede social própria através da criação de bares, cafés, livrarias e até espaços de desporto com a sua marca, aponta o relatório de Abril do Observatório da Comunicação – Obercom.

A ideia subjacente a esta tendência de futuro, apontada no relatório "Tendências e Prospectivas, os novos jornais", a que a Lusa teve acesso, consiste em criar receitas alternativas à publicidade, apostando em serviços ligados a estilos de vida para fomentar uma rede de empatia com os leitores.

Em vez de os leitores irem comprar o jornal na banca ou visitar o site, "a rotina de proximidade com o jornal pode ter origem na omnipresença quotidiana da 'marca' e pela proximidade que conferimos às suas posições e sugestões para o nosso dia-a-dia e visão do mundo que nos rodeia", refere o relatório.

Dessa proximidade, adianta, é possível criar novas fontes de receita no universo jornal, mas para tal há que procurar novos gestores para novas áreas de negócio que combinem o conhecimento do mundo do jornalismo com outras áreas de negócio.

"Importa compreender que a cadeia de valor é agora outra, pelo que será necessário perceber que se terá de 'receber menos de mais' (micropagamentos e micro-margens de outros suportes), depender menos da publicidade em certos produtos e mantê-la, ou mesmo aumentá-la, noutros", salienta o estudo.

Uma outra forma de obter receitas alternativas à publicidade é apostar em conhecer os diferentes públicos a quem os títulos se dirigem, segmentando as notícias por diferentes necessidades de informação e por tipo de suportes de distribuição (papel, sites, telemóveis ou outros).

Outra das tendências identificadas pelos três autores do documento é a (re)utilização dos conteúdos em vez de reduzir custos com a produção.

"As redacções terão de se tornar autênticas centrais de produção e distribuição de conteúdos, produzindo peças noticiosas passíveis de serem (re)utilizadas por múltiplos suportes para múltiplos destinatários", referem.

Por exemplo, defendem os autores, o uso de vídeo permite uma experiência mais próxima da televisão, o que permite aos jornais manter e mesmo expandir a sua audiência original de jornal impresso, sendo que igual lógica se pode argumentar para o uso do som de rádio nos jornais.

O mote terá de ser segmentar as redacções em duas camadas sobrepostas, uma tradicional, "temática", e a outra nova por "produtos/suportes/marcas" dependente dos diferentes segmentos de audiências a que a redacção se dirigir.

O lema dos novos jornais, realça o relatório, terá de ser: "não há dois leitores iguais, [por isso] também não há forma de fazer as mesmas notícias para todos".

Fonte: Jornal de Notícias - PT - 02/04/10

Baltimore: City wise to partner with foundation

During times of shrinking resources, Baltimore City is wise to create public-private partnerships such as the one formed with Parks and People Foundation to restore and reopen 9 acres of inaccessible parkland and reconnect Druid Hill Park with the Greater Mondawmin community ("In face of cuts, city OKs funds for park building," April 1).
The city's investment, under the leadership of then-Mayor Martin O'Malley and now Mayor Stephanie C. Rawlings-Blake is leveraging $11 million in federal, state, foundation and private funds to restore and expand this city landmark for public use, a 9 to 1 return on investment.
Parks and People Foundation was established in 1984 to assist the city in developing public-private partnerships like this one to assist a community with shrinking resources. Since 1990, we have generated $56 million for recreation, after-school, parks and environmental programs.
Every day, hundreds of city school children take part in our after-school programs and sports leagues. In the summer, our SuperKids camp provides an academic enrichment program to 750 children for just $60 per child for the entire summer. Parents of the children at the 109 schools we currently serve know the important role Parks and People plays in keeping children engaged in positive, supportive activities. Nearly16,000 children have gone to summer camp, and more than 26,000 kids have played on our sports teams.
In addition, Parks and People plays a valuable role in creating and restoring Baltimore's parks and green spaces, working with more than 45 city neighborhoods each year.
Research shows that well-maintained parks bring up housing values and build stronger, healthier communities. We all know what neglected, crime-filled parks do for our communities. We have a vision for Baltimore called One Park, in which all public open space is enhanced and connected in a green network accessible to everyone.
Parks and People Foundation does not do this work alone. We are thankful to our many partners both in government and in the private sector who make our work possible.

Jacqueline M. Carrera, Baltimore

Fonte: The Baltimore Sun - 02/04/10

Projeto Livro Falado para deficientes visuais lança site na internet


Rio de Janeiro - O projeto Livro Falado lançou esta semana o site www.livrofalado.pro.br onde deficientes visuais podem ter acesso a mais de 350 livros gravados, de cerca de 280 autores brasileiros.

“O objetivo também é atender pessoas com cegueira dos outros países de língua portuguesa: Portugal, Angola, Moçambique, Timor Leste, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné Bissau”, disse à Agência Brasil a criadora do projeto, a mestre em teatro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Analu Palma.
Para isso, o projeto, que existe há dez anos, conta com patrocínio da BR Distribuidora e a parceria da Academia Brasileira de Letras (ABL).

“Com a ABL, fiz uma parte desses livros que estão sendo colocados no ar”. A gravação da Coleção Voz da Academia contou com a adesão de artistas e locutores, como Lea Garcia e Iris Lettieri.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, no Brasil, a prevalência de cegueira na população é de 0,3% e de baixa visão, 1,7%.

A pessoa com baixa visão é aquela que mesmo após tratamentos ou correção óptica apresenta diminuição considerável de sua função visual. O projeto Livro Falado pretende incluir os deficientes visuais em duas instâncias: na questão da literatura, de acesso ao livro; e no tocante à qualificação para o ator cego.
Analu Palma é autora do livro falado Uma História para Ler, Gravar e Ouvir, em que apresenta para as pessoas as habilidades e dificuldades de uma criança que não enxerga, além de ensinar como se grava livros para deficientes visuais. Com base nesses ensinamentos, ela começou a ministrar oficinas do livro falado. Já foram capacitados, até agora, mais de 400 ledores em todo o país. “É por meio dessas oficinas que a gente está com esse acervo construído.”
Os ledores voluntários são qualificados e aprendem como transformar um livro impresso em uma obra acessível em áudio para uma pessoa que não enxerga.

“Outro procedimento é aprender a gravar em um programa de computador para que o livro já fique em CD”. A terceira fase da oficina se refere à voz do voluntário, ou seja, ensina como ter uma boa dicção, além de boa leitura. “A gente transforma o livro numa coisa atraente para aquele que está ouvindo o material que a gente produz.”
Analu vem ainda pesquisando métodos para que o ator com deficiência visual possa se qualificar, produzindo também livros de teatro falado para ele. Ela o ensina ainda a tornar o corpo expressivo para as artes cênicas. “O objetivo é abrir a comunicação por meio de canais artísticos tanto do teatro quanto da literatura.”
Para acessar os livros gravados, as pessoas cegas devem acessar o site www.livrofalado.pro.br. Para obter a gravação de um livro específico, é preciso enviar e-mail para
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A remessa é gratuita.

Fonte: Agência Brasil - 02/04/10

Dia Mundial da Conscientização do Autismo busca derrubar preconceito

Doença mexe com o comportamento de crianças e nem sempre é percebida pelos pais

O Dia Mundial pela Conscientização do Autismo é nesta sexta-feira (2), uma doença que mexe com o comportamento de crianças e que, nem sempre, é percebida pelos pais, professores e amigos. Ela provoca uma alteração no cérebro, e atinge a capacidade de comunicação. Outro sintoma é a repetição de movimentos, tanto das mãos quanto do corpo. De cada 500 nascidas, uma tem autismo.

A gerente de banco Ângela Lira é mãe de uma criança de 11 anos autista.
“Ela balança muito, e tinha dois anos quando foi diagnosticada.
É justamente quando eles mergulham no autismo, e você tem que ir atrás, senão eles se isolam. Minha relação com ela é maravilhosa”, contou.
A psicóloga Luana Passos explicou que há uma tendência maior entre os meninos. “Aparece mais em menino, é quatro vezes mais frequente.
O diagnóstico deve ser precoce para que o tratamento seja melhor.
Tem que procurar um médico quando perceber que ele está com atraso na linguagem, e quando houver algo diferente no olhar. Além disso, 10% das crianças autistas têm característica de ter crescimento muito significativo em alguma área”, disse.
É importante procurar um médico assim que notar a doença.
“Busquei profissionais que me ajudaram e que acompanham minha filha desde os dois anos até agora.
O problema é que o plano de saúde não cobre porque eles não identificam a doença.
As escolas não aceitam e o preconceito é muito grande”, falou Ângela.
Para que o preconceito diminua, os profissionais que trabalham com essas crianças usarão, durante todo o mês de abril, um laço azul no peito para que, cada vez que for perguntado o motivo da faixa, eles expliquem um pouco mais da doença.

Fonte: Da Redação do pe360graus.com - 02/04/10

Projeto de internet ultrarrápida alimenta a "Googlemania"

San Francisco - Quem visitar estes dias a cidade americana de Topeka, no estado do Kansas, terá uma surpresa logo após chegar: a localidade se chamará durante um mês "Google, Kansas" e, o mais interessante, não se trata do único município do país que mudará seu nome pelo do conhecido buscador de internet.
Esta e outras curiosas iniciativas se popularizaram nos EUA desde que o Google anunciou que construirá uma rede experimental de banda larga ultrarrápida em cerca de cem cidades americanas, um projeto ao qual várias localidades querem ter acesso.
Cerca de 1.100 municípios se inscreveram no concurso e durante os próximos meses, o Google estudará cada uma das solicitações para, no final de ano não há uma data concreta anunciar os ganhadores.
Nas cidades escolhidas será instalada uma rede experimental de fibra óptica já conhecida como "Fibra Google" que fornecerá internet a seus cidadãos a uma velocidade de um gigabit por segundo, cem vezes mais rápida que a atual.
As possibilidades empresariais, educativas e de entretenimento que poderia oferecer este tipo de conexão são imensas e, por isso, não é de se estranhar que os participantes, especialmente as localidades menores, estejam fazendo o impossível para ficarem conhecidas e ganharem pontos no singular concurso.
Topeka mudou seu nome pelo de "Google, Kansas", da mesma forma que Sarasota, na Flórida, que nomeou "Google Island" uma parte da cidade cujo prefeito, além disso, mergulhou em um tanque cheio de tubarões como apelo publicitário.

Não é o único prefeito que se atirou à água pelo Google.

Don Ness, principal dirigente de Duluth, em Minnesota, mergulhou nas gélidas águas do lago Superior e colocou depois o vídeo no YouTube propriedade do Google como parte da campanha da localidade para ganhar uma das instalações de fibra óptica.
Ness prometeu em outro vídeo chamar de "Google Fiber" ("Fibra Google", em português) os primeiros bebês homens nascidos na localidade e "Googlette Fiber" as primeiras meninas, mas tudo se tratava, certamente, de uma piada.
Stephanie Rawlings-Blake, prefeita de Baltimore, Maryland, nomeou um empresário da internet local chamado Tom Loveland como "Czar Google" da localidade, cargo que lhe dá competências nos assuntos relacionados à candidatura do município.
Como outras cidades participantes, Baltimore também abriu uma página de apoio ao projeto, perfis no Facebook e no Twitter e um canal no YouTube.
As redes sociais online são também uma ferramenta fundamental na candidatura de Boulder, Colorado, que pediu a seus cidadãos que "façam vídeos, enviem tweets, escrevam blogs e mudem a cada hora seu status no Facebook" para mostrar o quanto que uma conexão rápida à internet é importante na cidade.
Na corrida para ganhar os favores do Google há também localidades como San Francisco, Seattle, Filadélfia e Nova Orleans, apesar destas grandes cidades estão pior posicionadas que as cidades pequenas porque o buscador assinalou que favorecerá comunidades com acesso deficiente à internet ou "sem acesso de nenhum tipo".
Entre os especialistas do setor foram iniciadas as apostas para ver que municípios serão os escolhidos. David Greiner, da empresa de consultoria tecnológica Steketee Greiner and Co., elaborou um estudo para medir a popularidade de cada candidata baseando-se nas "conversas online" - comentários em blogs ou presença em redes sociais, por exemplo - sobre cada uma delas.
A primeira era Duluth, em Minnesota; seguida de Grand Rapids, em Michigan; Topeka, no Kansas; Fresno, na Califórnia; e Sarasota na Flórida.
Em seu blog corporativo, o Google agradeceu a todos seus esforços e assegurou que o objetivo é beneficiar entre 50 mil e 500 mil cidadãos com este projeto.
"Independentemente de onde decidamos construir, esperamos aprender lições que ajudem a melhorar o acesso à internet em todas as partes.
Após tudo, ninguém deveria ter de saltar em lagos gelados ou piscinas cheias de tubarões para ter conexão de banda larga", acrescentou o Google.

Fonte: EFE - 02/04/10

Inclusão é o tema abordado por fórum na Univasf em Petrolina

Com o tema "Inclusão começa com conscientização", o Fórum Permanente de Inclusão da Universidade Federal do Vale do São Francisco ( Univasf), começa suas atividades de 2010 na próxima segunda-feira (5), a partir das 18h, no Centro de Estudos e Práticas em Psicologia da instituição em Petrolina, Sertão do Estado.
O Fórum Permanente é um dos braços do projeto Univasf e Diversidade, que tem como objetivo principal estreitar a ligação e a comunicação entre pessoas com deficiência e a sociedade em todos os segmentos. Implantada em 2007, a iniciativa discute a efetivação das políticas públicas para pessoas com deficiência, através de palestras, oficinas e cursos.
"No ano passado, o fórum fez a sensibilização dos motoristas e cobradores de ônibus, mediante parceria com as empresas do setor.
As respostas foram positivas, segundo os próprios relatos dos grupos envolvidos no trabalho", destaca a psicóloga e coordenadora do projeto, Daniele Maciel.
"Entre as metas deste ano, o projeto pretende se apropriar da legislação, estatutos e regimentos ligados aos direitos da pessoa com deficiência."
Dentre as atividades previstas para este ano está a realização da Turnê Inclusiva da Univasf, que será desenvolvida em parceria com outros órgãos como a Gerência Regional de Educação, secretaria de Educação do município.
O objetivo é possibilitar a formação de pessoas em cursos como Libras, Braille e Acessibilidade.

Fonte: Roseane Albuquerque
Núcleo SJCC/Petrolina - 02/04/10

Cruz Vermelha elogia atuação brasileira no resgate de vítimas das Farc

Brasília – A perícia, o profissionalismo e a discrição dos militares brasileiros na operação de resgate dos reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) concluída ontem (1º) chamou a atenção da Cruz Vermelha Internacional.
O representante da entidade – nas áreas de Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai –, Felipe Donoso, definiu à Agência Brasil a participação dos brasileiros como “impecável”.
“A participação dos militares brasileiros foi impecável. Eles foram muito discretos, pacientes e profissionais. É impressionante a capacidade deles”, disse Felipe Donoso, que desde o ano passado acompanha as negociações para a libertar os reféns e o treinamento na selva dos militares brasileiros responsáveis, que envolve entre outros aspectos, pilotar os helicópteros do Exército do Brasil.
Depois de um ano de planejamento, a operação foi encerrada com a libertação do soldado profissional Josué Daniel Calvo Sánchez, no cativeiro há 11 meses, e do sargento Pablo Emilio Moncayo, sob poder dos guerrilheiros há 12 anos.
Também foram entregues os restos mortais do major da polícia Julián Guevara, morto em 2006 quando estava sob controle das Farc.
Cerca de 20 militares brasileiros estiveram diretamente envolvidos no processo de resgate dos reféns. As negociações políticas, do lado brasileiro, foram articuladas pelo assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia. Para Garcia, o objetivo é buscar uma solução pacífica capaz de pôr um fim na agonia dos reféns sob poder dos guerrilheiros.

Fonte: Agência Brasil - 02/04/10

Ferramenta compara tarifas Bancárias

AMANDA NÓBREGA
Para ajudar os consumidores a escolher o melhor serviço bancário, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) disponibiliza uma ferramenta que compara as tarifas oferecidas pelos dez maiores bancos do País.
Trata-se do tarifômetro, que pode ser encontrado no site do Idec
(www. idec.org.br/bancos).
Desde 2008 o Idec vem acompanhando os reajustes nas tarifas dos principais grupos financeiros, como o Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Banco Real, Santander e Unibanco.
O órgão constatou que, dos 30 serviços prioritários oferecidos pelas instituições, 21deles superou o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
A Caixa foi o único que não reajustou nenhuma das tarifas avulsas.
No fornecimento de folhas em cheque, o reajuste chegou a 328,57%, o que corresponde a um valor 30 vezes superior ao da inflação.
No caso do extrato mensal presencial de conta corrente ou poupança, a variação entre a maior e a menor tarifa cobrada pelos bancos pode chegar a 231%.
O Itaú cobra pelo serviço R$ 1,30, enquanto que, no HSBC, o valor é R$ 4,30.
Itaú, Unibanco e Caixa cobram pelo saque em caixa eletrônico R$ 1,30 e o HSBC, R$ 2,40.
Os bancos que passaram por fusões e aquisições, como é o caso do Santander e do Banco Real, tiveram um percentual de redução das tarifas entre 1% e 76%.
Os pacotes de serviços podem variar até mais de 40 pontos percentuais.
“O tarifômetro facilita o acesso de informações sobre vários bancos no mesmo lugar, além de ajudar a fazer um melhor uso da conta bancária”, pontuou a economista do Idec Ione Amorim.
Para ela, o mais importante é a escolha do consumidor.
“Ela deve se adequar à realidade financeira de cada um, seja para serviços avulsos ou pacotes de serviços”, disse.

Fonte: Folha PE - 02/04/10

Blog das PPPS tem o prazer de opinar sobre matéria Postada no Blog Brasil Empreende

[Blog das PPPs] Novo comentário em McDonald‘s faz parceria com os Vigilantes do Peso ....‏
De: Brasil Empreende (noreply-comment@blogger.com)
Enviada: quinta-feira, 1 de abril de 2010 22:19:32
Para: augustosaboia@hotmail.com

Brasil Empreende deixou um novo comentário sobre a sua postagem "McDonald‘s faz parceria com os Vigilantes do Peso ...":

Ola visitei seu blog e gostei muito e gostaria de convidar para acessar o meu também e conferir a postagem de hoje: Transferência de obrigações familiares: Família / Ronald McDonald! E gostaríamos muito de sua opinião na questão levantada...
Sua visita e opinião será um grande prazer para nós.
Acesse: www.brasilempreende.blogspot.com
Atenciosamente,
Sebastião Santos.

Transferência de obrigações familiares: Família / Ronald McDonald

Ronald McDonald, nascido em 1963, alcançou muito sucesso durante sua carreira.
No entanto, um grupo sem fins lucrativos chamado Corporate Accountability International, auto-denominado defensor dos abusos das grandes marcas mundiais, pretende reuni-lo ao já aposentado camelo Joe Camel, ícone no passado de uma grande tabacaria.
O argumento para derrubar o palhaço seria de que com muitas cores vermelhas e amarelas assinatura corporativa da marca, ele serviu durante muito tempo de ‘isca’ para atrair os meninos aos lanches da multinacional.
O grupo mentor da aposentadoria de Ronald pôs em marcha uma campana ‘online’ de abaixo-assinado para antecipar a aposentadoria do palhaço mais adorado no mundo.
O site utiliza o lema: ‘Ele merece um descanso e nós também’.
A multinacional de hamburgers respondeu em nota que Ronald McDonald é um ‘querido embaixador’ da marca e que entre seus inúmeros trabalhos estão obras beneficentes a crianças, especialmente aos pequenos enfermos.
Argumento este que a Corporate Accountability considera irônico: afinal Ronald ajuda a muitos doentes e ao mesmo tempo se dedica a promover a comida pouco saudável para meninos.
Desde o nascimento de Ronald a taxa de obesidade infantil chegou a triplicar nos Estados Unidos e a diabete tipo 2 se elevou como um foguete.
O palhaço não é só a cara é o motor desta epidemia moderna, afirmam.
Em sua opinião o Ronald McDonald deve ser extinto para encobrir obrigações que deveriam ser feitas pelos pais, que é montar uma dieta adequada para seus filhos???

Opinião do Editor:

Em minha opinião este tipo de ação que a MacDonald's e outras empresas que vendem produtos ou serviços que de alguma forma geram algum mau a saúde, meio ambiente entre outros, querem mostrar a sociedade que com ações ditas compensatórias como campanhas para arrecadar fundos para obras assistenciais ou organizações não governamentais pode reparar um pouco dos grandes malefícios que trazem a toda a sociedade, mas como sabemos isto é puro jogo de cena, pois nessas ações também estão envolvidas vultosas somas de dinheiro com o retorno destas ações em descontos nos impostos que normalmente superam os valores investidos nestas campanhas, quando a Macdonald's e outras empresas fundam este tipo de organização o objetivo não é realmente dar uma contribuição a sociedade, podem até ajudar de alguma pequena forma mas os problemas que causam com suas atividades fins são muito maiores que os benefícios advindos destas ações, quando a Macdonald´s faz uma campanha em um dia por ano que em todo Big Mac por exemplo ela vai dar uma ínfima porcentagem do valor do sanduiche para alguma instituição de caridade, imagine a quantidade que eles vendem e as pessoas com seu coração aberto para ajudar pensam que estão fazendo uma grande ação de caridade, mas infelizmente estão sendo enganadas por este tipo de empresa que no fundo só quer promover sua marca e seus produtos e isto a população tem que estar atenta não se deixar envolver pela propaganda bonita e com toda a carga emocional que normalmente colocam.
Em Pernambuco temos instituições maravilhosas que dão uma grande contribuição a sociedade como o IMIP, NACC, Instituto Altino Ventura e tantas outras que precisam da contribuição de toda a sociedade para serem mantidas e melhorar suas ações, no Brasil todo existem outras e a população precisa se engajar nesta luta que é de todos e não ficar preso a ações de empresas como esta que querm dar uma de políticamente correta e que no fundo só visam o lucro trazendo malefícios piores do que a pequena contribuição que possam dar.

Quero agradecer ao Blog Brasil Empreende pela visita e os elogios ao Blog das PPPS e que possamos fazer uma parceria que possa dar a sociedade uma pequena contribuição, para que ela fique atenta as demandas, desafios e responsabilidades que todos nós temos para com o desenvolvimento e o bem estar da população de nosso país e do mundo em que vivemos.

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