quinta-feira, 1 de abril de 2010

Londres cria maior reserva marinha do mundo nas ilhas Chagos

A Grã-Bretanha autorizou nesta quinta-feira a criação da maior reserva natural marinha do mundo ao redor das ilhas Chagos, no oceano Índico, uma iniciativa que desagrada os habitantes que foram expulsos do arquipélago nos anos 1960.
Esta reserva natural protegerá uma região que os ecologistas comparam com a Grande Barreira de Corais da Austrália, devido a sua vida marinha e a sua população de atuns amarelos, tartarugas e caranguejos.
Incluirá uma zona proibida para a pesca com fins comerciais, afirmou o ministro das Relações Exteriores, David Miliband, em um comunicado.
A Área Marinha Protegida (MPA, em inglês) terá uma extensão de 400 mil km2 "e sua criação duplicará a superfície global dos oceanos protegidos no mundo", explicou Miliband.
Entre 1965 e 1972, cerca de 2 mil habitantes tiveram que abandonar as Chagos, um território britânico do oceano Índico, após um acordo anglo-americano para transformar a ilha principal, Diego García (27 km2), em uma base militar dos Estados Unidos.
A ilha é habitada atualmente por 1.700 soldados americanos, 1.500 funcionários civis e cerca de 50 britânicos.

Fonte: AFT - 01/04/10

Tóquio lança programa pioneiro para redução de CO2

Tóquio - O Governo da cidade de Tóquio iniciou, nesta quinta-feira, a aplicação de um plano pioneiro na Ásia, obrigando grandes empresas e fábricas a diminuírem as emissões de CO2, segundo a agência local "Kyodo".
A experiência de Tóquio, cidade onde vivem 13 milhões de pessoas e responsável por 5% das emissões de gás carbônico do Japão, faz parte de um plano governamental para reduzir em 25%as emissões de gases do efeito estufa até 2020, em comparação com os níveis de 2000 em todo o país.
O plano afeta 1,4 mil escritórios, edifícios comerciais e fábricas da capital japonesa, todas com elevado consumo energético.
Na primeira fase, que vai do ano fiscal de 2010 - que começa nesta quarta ao de 2014, as indústrias deverão reduzir suas emissões em 6% em comparação com suas médias entre 2002 e 2007, enquanto os escritórios devem diminuir em 8%. Na segunda fase, entre 2015 e 2019, as reduções chegarão a 17%.
Para cumprir o objetivo, as companhias devem reduzir seus níveis de consumo energético mediante equipamentos mais eficientes ou compra de créditos de carbono de outras entidades que tenham conseguido reduzir suas emissões acima dos patamares exigidos.
Pequenas e médias empresas poderão vender seus direitos de emissão às grandes indústrias, que também poderão comprá-los de filiais de empresas de Tóquio que estejam sediadas fora da capital.As empresas que não cumprirem a lei serão multadas e terão que diminuir suas emissões ainda mais na fase seguinte.

Fonte:Da Agência EFE - 01/04/10

IMIP inaugura exposição itinerante do seu cinquentenário em Pernambuco

O IMIP vai inaugurar na terça-feira (06/04) a Exposição Itinerante IMIP 50 anos de História, com o objetivo de apresentar à população a trajetória desta Instituição. A abertura da mostra, que vai contar a história do IMIP em décadas, será às 17 horas, no Piso L3 – do Plaza Shopping. Nela, serão expostos os principais acontecimentos, conquistas e avanços do IMIP ligados a área de saúde, ensino e pesquisa.

Ao longo deste ano, a exposição itinerante ficará exposta nos locais de maior circulação da cidade do Recife, como o Aeroporto Guararapes e principais shopping centers da cidade. Depois do Plaza, o Shopping Boa Vista abrigará a mostra, que foi criada pela Ampla Propaganda, agência solidária do IMIP.

Com 50 anos de existência, o Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira - IMIP, é um centro de referência em diversas especialidades, este Instituto foi o primeiro hospital do Brasil a receber o título de “ Hospital Amigo da Criança “, concedido pela Organização Mundial de Sáude / Unicef e Ministério da Saúde. Foi ainda um dos primeiros a obter o certificado de Hospital de Ensino do país. É pautado pela humanização no atendimento desde a sua fundação.

Voltado para o atendimento da população carente pernambucana, ao prestar assistência integral à saúde da criança, da mulher e do adulto, o Complexo Hospitalar do IMIP é reconhecido como uma das estruturas hospitalares mais importantes do país, sendo centro de referência assistencial em diversas especialidades médicas. Com 820 leitos, o IMIP realiza mais de 600 mil atendimentos anuais em seus serviços.

O IMIP é a única entidade a oferecer, em todo país, Doutorado em Saúde Materno-Infantil, além de mestrados e diversas residências médica e em outras áreas de saúde. Tem intercâmbio e convênio com várias universidades e instituições de saúde do país e do mundo, o que vai atrair estudantes e profissionais que vão ao IMIP para aperfeiçoar conhecimentos técnico-científicos.

Serviço:
Exposição Itinerante IMIP – 50 anos
Quando: De 06 a 18 de abril – abertura - terça-feira (06/04), às 17 horas
Onde: Piso 03 - Plaza Shopping – R. Dr. João Santos Filho, 255 – Casa Forte
Horário de funcionamento do Plaza Shopping: Segunda a Sábado - das 10 às 22 horas I Domingos e Feriados - das 12 às 20 horas

Fomte: IMIP - 01/04/10

Museu do Futebol bate meta de visitas, mas tem déficit

O Museu do Futebol, que funciona no estádio do Pacaembu, em São Paulo, ultrapassou a meta de número de visitantes em 2009, mas fechou o ano com um déficit de R$ 759,4 mil, de acordo com balanço do Instituto da Arte do Futebol Brasileiro, associação mantenedora do museu. Em 2008, o resultado final foi um superávit de R$ 1,557 milhão, mas os números não são comparáveis porque as atividades do museu começaram em outubro daquele ano.
De acordo com os dados disponibilizados no Diário Oficial do Estado, a meta era uma visitação espontânea de 256,4 mil pessoas no ano passado, mas a frequência chegou a 367,8 mil. A meta de visitação de grupos agendados também foi ultrapassada com folga: de 18,7 mil pessoas esperadas, o museu recebeu 35,9 mil.
Segundo relatório do balanço, um dos motivos foi a maior visitação em julho do ano passado, provavelmente pela prorrogação do período de férias escolares, em função do surto da gripe A H1N1.
Parcerias com a Secretaria de Educação de São Paulo, com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social e com o Banco Santander também contribuíram para que as metas fossem ultrapassadas.
O Museu recebeu R$ 4,5 milhões da Secretaria do Estado da Cultura em 2009, o que contribuiu para que as receitas operacionais somassem R$ 6,962 milhões no exercício.
Com venda de bilhetes, a arrecadação chegou a R$ 1,160 milhão.
As despesas operacionais, no entanto, somaram R$ 7,722 milhões, resultando no déficit de R$ 759,4 mil.
O acervo do Museu de Futebol é composto de fotografias, depoimentos, vídeos, entrevistas e demais informações sobre a história do futebol brasileiro.
O espaço fica aberto de terça a domingo, com entrada das 10h às 17h e permanência no museu até as 18h. O horário de funcionamento está sujeito a alterações em dias de jogos vespertinos no estádio do Pacaembu, portanto é necessário consultar a agenda do espaço no site wwww.museudofutebol.org.br antes de programar a visita.
Os ingressos custam R$ 6,00, e estudantes com carteirinha, aposentados e maiores de 60 anos pagam meia-entrada.
Não pagam ingresso crianças até 7 anos, professores da rede pública e estudantes de escolas públicas municipais e estaduais.
Há visitação gratuita às quintas-feiras, mediante a retirada de ingresso na bilheteria.

Fonte: Agência Estado - 01/04/10

Moradores de rua completam curso de iniciação escolar em Recife

Duas turmas formadas por moradores de rua encerraram o Programa Lição de Vida nesta quarta (31) no Espaço Travessia, bairro do Recife. No total foram 36 desabrigados que, durante duas horas e meia por aula, de segunda a quinta, desde o dia 9 de novembro do ano passado, estudaram visando a alfabetização inicial e a educação continuada. "O principal objetivo é que eles percebam que a escola é um lugar gostoso, para depois que saírem daqui, se sintam confortáveis para continuar os estudos", afirmou Maria do Carmo Soares, educadora e professora de um dos grupos.

Foi realizada uma pequena celebração, com a presença da secretária de Assistência Social do Recife, Karla Menezes. Desabrigados são apenas um dos públicos dos programa, que atinge recifenses, acima dos 15 anos, e nunca estudaram ou desejam retornar às bancas escolares para conclusão do ensino fundamental I e II , até o 4º ciclo (8ª série).

As duas turmas foram lançadas pela Secretaria de Assistência Social e o Instituto de Assistência Social e Cidadania (Iasc). "Durante o tempo de aula os alunos estão menos expostos à violência que sofrem, só com isso a sociedade já ganha", disse a professora. As turmas eram formadas por homens em sua maioria, com idades variando de 18 a 59 anos, que dormiam na região do Marco Zero. "É muito bom, é especial, essa sensação de estar me formando, só estou um pouco triste por me separar da professora e das pessoas que conheci", afirmou Ademir Bastos, 21, que já passou pelo próprio Iasc e pela Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac)

Além de terem as aulas com educadores do Programa Lição de Vida, os usuários são acompanhados pelas equipes técnicas do Iasc, com o objetivo de terem suas demandas atendidas. A partir dessa iniciativa, 12 usuários acompanhados pelo Serviço de Educação Social de Rua foram contemplados pelo programa Aluguel Social, e, hoje, não estão mais em situação de rua.

Durante o encerramento, Jair José dos Santos, 50, falou como representante da turma: "o dia para mim era vazio, aqui encontrei tudo", discursou. A formatura oficial será no dia 9 de abril, no Centro de Convenções da UFPE, juntamente com outras turmas do programa de alfabetização.

Fonte: Do JC Online - 01/04/10

Cientistas querem colaborar com agricultores na busca de sustentabilidade

Crise climática requer novas soluções para a agricultura no mundoNão é de hoje que os cientistas são acusados de se isolarem numa torre de marfim, longe das realidades sociais. Uma conferência bienal sobre o futuro da agricultura tenta aproximar pesquisa e prática rural.
Durante a primeira conferência global sobre pesquisa agrícola para o desenvolvimento, realizada na cidade francesa de Montpellier, cientistas de todo o mundo se reuniram com políticos, organizações não-governamentais e doadores, a fim de refletir sobre o futuro da agricultura.
Afinal, diante das crises ambientais que se tornaram nítidas no início do século 21 como a mudança climática, a crescente escassez de água e os descompassos demográficos, repensar a agricultura significa refletir sobre o futuro da humanidade.
Até 2050, o planeta atingirá uma população de 9 bilhões de pessoas, a ser alimentada sob condições cada vez mais difíceis. A crescente escassez de recursos naturais que se nota hoje já provoca apelos veementes pela sustentabilidade.
Além disso, a falta de alimentos vem gerando instabilidades em diversos países e os recursos originariamente destinados ao desenvolvimento rural foram em parte cortados após a crise financeira global.

Lenta mudança de mentalidade

O resultado concreto da conferência de Montpellier foi um plano de ação que conclama institutos de pesquisa, doadores, governos, organizações de agricultores e a sociedade civil a trabalharem em conjunto, a fim de promover o desenvolvimento rural e a segurança alimentar.
Mounty Jones, diretor do Fórum de Pesquisa Agrícola para a África, é da opinião de que as investigações científicas devem se aproximar mais da prática no futuro.
Seria importante não pesquisar ao largo dos agricultores, mas sim junto com eles.
"Essas são as pessoas para as quais trabalhamos, são as pessoas que podem nos dizer como ajudá-las.
Foi-se o tempo em que os outros é que tomavam decisões para os agricultores.
Chegou a hora de decidirmos juntamente com eles e fazer algo a partir disso", declarou Jones.
Apesar dessa urgência, não é de uma hora para a outra que se pode mudar a mentalidade dos cientistas. Benedikt Haerlin, da Fundação Alemã para o Futuro da Agricultura, sediada em Berlim, não tem certeza se a nova conferência bienal lançada em Montpellier poderá prestar uma contribuição essencial no sentido de aproximar a pesquisa da sociedade.
"Vejo que a retórica é outra, mas ao mesmo tempo percebo o quão pouco a mentalidade dos pesquisadores mudou. No fundo, acaba sendo o mesmo clube de senhores que se reúne aqui", descreve ele com ceticismo.

Mobilizar a juventude

Esse clube de senhores também desagrada ao jovem pesquisador indiano Balasubramian Ramani, do departamento de Agricultura da Universidade de Hannover.
A maioria dos agricultores de todo o mundo são mulheres e quem deverá resolver os problemas rurais são os jovens; no entanto, esses são os grupos menos representados na conferência, lamenta ele.
"Há cinco anos, estamos tentando integrar os jovens nos processos de decisão.
Fala-se de reestruturação e do futuro da agricultura mundial, mas no fundo todos precisam entender que nós, jovens, é que somos o futuro. É por isso que não queremos permitir que homens e mulheres de terno cinza decidam sobre o nosso futuro", adverte o cientista indiano.
Ainda seria cedo demais para avaliar as perspectivas de êxito ou fracasso do plano de ação de Montpellier. De qualquer forma, não deixa de ser um passo certo no sentido de reduzir o abismo que separa a ciência da prática.
Benedikt Haerlin constata que "toda mudança no mundo acadêmico começa com muitas palavras". "Não estou dizendo que isso não leva a nada, mas até agora se conquistou muito pouco", aponta ele.
Até que ponto a conferência sobre o futuro da agricultura tem futuro é o que se mostrará na próxima edição do evento, a ser realizada daqui a dois anos.

Autor: Helle Jeppesen (sl)
Revisão: Augusto Valente

Fonte: DW-World.DE - 01/04/10

Além da exigência de transferência de tecnologia, o edital do trem de alta velocidade terá previsão de conteúdo nacional mínimo. O percentual de nacionalização ainda está sendo discutido entre representantes do Ministério dos Transportes e do Ministério do Desenvolvimento, Comércio e Indústria (MDIC), mas sua inclusão na pauta já agrada representantes do setor, defensores da medida e gera críticas entre as empresas interessadas no projeto. O setor defende o índice de 60% de nacionalização o mesmo usado em linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que estrutura o financiamento do projeto , mas Passos não assegura que a garantia chegará a esse nível.
Vicente Abate, presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), que encabeça a campanha pela garantia de conteúdo nacional no TAV, diz que o importante é haver alguma exigência de produção local, mesmo que não seja obrigatória.
"O que não pode é acontecer o mesmo que ocorreu na licitação do metrô do Rio de Janeiro", afirma o representante do setor. No início de 2009, o governo do Rio abriu licitação para aquisição de 30 trens para o metrô, mas não deu nenhuma preferência à produção nacional.
A vencedora foi a chinesa CNR, que importará os trens prontos, deixando para trás empresas com produção local, como Alstom e CAF, ou candidatos que poderiam nacionalizar a produção. A regra do conteúdo nacional pode obrigar indústrias sem presença no Brasil, como a japonesa Hitachi, a CNR (China North Railway) e Rotten - subsidiária da Hyundai, a instalar fábricas aqui. As três são consideradas fortes candidatas ao contrato.
Para executivos envolvidos na disputa pelo trem-bala, a reserva de mercado para a produção nacional pode encarecer o negócio e até inviabilizá-lo.
Depois de usada, alega um executivo da área, a fábrica criada para fazer os trens de alta velocidade só servirá para manutenção, o que dificulta a amortização do investimento.
O número de unidades usadas para o trem, entre 200 e 300 vagões, não justifica por si só trazer para cá uma unidade de produção.
Na China, onde a transferência de tecnologia foi acompanhada da montagem local, a previsão é de fornecimento de 3 mil trens de alta velocidade.

Fonte> Valor Econômico - 01/04/10

Indígenas querem incluir sistema de educação próprio entre as propostas da Conae

Brasília - Representantes de comunidades indígenas estão mobilizados na Conferência Nacional de Educação (Conae), que termina no fim da tarde de hoje (1°) em Brasília.
Eles recolhem assinaturas para uma moção em defesa das resoluções da Conferência de Educação Escolar Indígena.
Realizado em 2009, o encontro preparatório envolveu cerca de 40 mil indígenas.
Entre as reivindicações das comunidades está a criação de um sistema nacional de educação voltado para esses povos, com fundo de financiamento próprio.
Natalina Messias, coordenadora das escolas indígenas de Roraima e liderança macuxi na Raposa Serra do Sol (RR), defende a criação de um sistema com autonomia e participação das comunidades.
“Nas escolas nós não temos essa autonomia quanto à formação de professor, merenda escolar, ao transporte escolar, à elaboração de material didático.
Nós não sabemos quanto realmente é destinado para educação escolar indígena.
Dizem que tem muito dinheiro, mas isso não chega até nós e não conseguimos trabalhar com esses valores que dizem que nós temos.”
Outra reivindicação dos representantes indígenas na Conferência Nacional de Educação é a ampliação de programas de inclusão e apoio para jovens nas universidades.
O professor Ninawa, da comunidade Kaxinawá de Curumã, no Acre, afirma que a exclusão dos indígenas no ensino superior exige políticas públicas urgentes.
“Essa é uma das exclusão total ainda, principalmente na região da Amazônia, no estado do Acre, é uma exclusão quase que total para os jovens indígenas acessarem os programas e os apoios com relação ao ensino superior.
E é uma das propostas que a gente traz para a conferência, para o indígena adquirir esse conhecimento superior para ajudar e facilitar o processo de desenvolvimento nas comunidades”.

Fonte: Da Agência Brasil - 01/04/10

Brasília discutirá desenvolvimento sustentável do turismo

O banco Santander e o Sebrae reunirão em Brasília, em 7 de abril, empresários e autoridades para dissecar os problemas e discutir as experiências bem-sucedidas de desenvolvimento sustentável no turismo, como o caso da Costa Rica, um dos países mais avançados nesse aspecto.
"A indústria do turismo é hoje um dos maiores geradores de receitas e empregos no mundo. Se considerarmos todos os atributos culturais, ambientais e geográficos que temos no Brasil e a complexa cadeia de valor que envolve, o potencial de crescimento do setor é enorme, sobretudo com os eventos da Copa do Mundo e Olimpíadas pela frente", diz Júlio Bin, superintendente de negócios sustentáveis do Santander.
Estarão na capital do país palestrantes mundialmente reconhecidos, como a costa-riquenha Ana Baez, premiada internacionalmente no setor e envolvida em projetos no Brasil, Honduras, Guatemala, Cuba; Ronald Sanabria, vice-presidente de Turismo Sustentável da Rain Forest Alliance; Alex Khajavi, fundador da NatureAir, primeira empresa aérea a compensar todas as suas emissões; Patrícia Forero, do departamento de pesquisa da Horizontes Nature Tours; e Glenn Jampol, professor da Universidade de Nova York, mestre em estudos ambientais e fundador do primeiro hotel boutique da Costa Rica.

Fonte: Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR - 01/04/10

USP começa a receber lixo eletrônico para projeto de reciclagem

A partir desta quinta-feira (1º) os paulistanos terão uma nova alternativa para se livrar daquele computador antigo, da impressora quebrada, do teclado sem teclas e do velho mouse de bolinha. Isso porque a véspera do feriado de Páscoa marca a abertura do projeto de reciclagem de eletrônicos da USP para o público em geral.
A iniciativa do Cedir (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática) tem como principal diferencial o desmonte, separação e reaproveitamento de todas as peças de eletrônicos – dessa forma, é possível montar novas máquinas e também conseguir um valor mais alto pelas peças descartadas.
O centro, que coleta desde dezembro lixo eletrônico da própria Universidade de São Paulo, não aceitará equipamentos de empresa: a nova fase do projeto visa atingir os usuários domésticos.
Antes de ir até o local, é necessário agendar uma visita (11) 3091-6455 e (11) 3091-6454 e aconselha-se também dar uma olhada no mapa do Cedir, que pode ser um destino de difícil para os doadores de primeira viagem.
No local, que conta com cinco funcionários e teve investimento inicial de R$ 250 mil, três técnicos trabalham para desmontar toneladas de equipamentos.
Essas peças desde cobiçadas placas com fios de ouro até parafusos serão utilizadas em computadores remanufaturados para inclusão digital ou vendidas para empresas de reciclagem de materiais específicos.
A expectativa inicial é receber de 500 a 600 máquinas por mês, e o dinheiro arrecadado com a venda das peças será usado para a manutenção do próprio Cedir.
A base de todo o processo do trabalho do Cedir é a triagem minuciosa daquilo que ainda funciona, além da separação de diferentes tipos de cabos, plásticos e metais, entre outros elementos que compõem um computador.
As placas, por exemplo, têm diferentes quantidades de metais (alguns deles preciosos), o que torna seu valor de mercado variável. Já os cabos podem conter cobre, zinco, alumínio e até vidro, dependendo da função para a qual foram fabricados.
A ideia da criação do centro de descarte surgiu depois que funcionários do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP fizeram a coleta do lixo eletrônico existente dentro do próprio CCE, em meados de 2008.
Na ocasião, os cerca de 200 funcionários do centro também levaram equipamentos de suas casas, e o resultado foram 5 toneladas de produtos descartados.
Quando ofereceram esse lixo para empresas de reciclagem, eles se assustaram ao descobrir a quantia paga por todo o montante: apenas R$ 1.200.
“Percebemos que havia algo errado nesse mercado e, em janeiro de 2009, cinco pesquisadores do MIT [Massachusetts Institute of Technology] vieram ao Brasil para nos ajudar a identificar o problema”, contou ao UOL Tecnologia Tereza Cristina Carvalho, diretora do CCE.
“A questão é que as empresas de reciclagem trabalham com um único tipo de material.
Se o foco dessa organização for metais preciosos, por exemplo, ela não vai se interessar em pagar por todo o plástico dos computadores descartados”, explicou.
Foi então que se pensou em montar um centro que separasse os componentes, para que eles fossem reutilizados e vendidos de forma independente.
Tereza afirma que um computador desmontado pode valer de R$ 24 a R$ 40 (contra R$ 1,2 mil de 5 toneladas de equipamentos que não estavam adequadamente separados).
Completo, cada PC pesa cerca de 10 kg.

Ouro para o Brasil

Um estudo divulgado recentemente pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) indica que, a cada ano, um único brasileiro descarta em média 0,5 kg de lixo eletrônico referente a computadores pessoais. Isso coloca o país como líder na lista de descarte de PCs nem sempre feito de forma correta entre nações emergentes.
Ainda de acordo com o relatório, que considera 11 países emergentes “representativos”, o Brasil também é um grande produtor de lixo eletrônico no descarte de aparelhos de TV (0,7 kg por pessoa ao ano, contra 0,9 kg do “líder” México) e de geladeira (0,4 kg per capta ao ano).
A ONU agrupa o Brasil junto com África do Sul, Marrocos, Colômbia e México: países que contam com um setor de reciclagem formal, mas que também apresentam uma informalidade de pequena ou média escala nessa área.
Considerando o lixo eletrônico de uma forma geral, os Estados Unidos lideram a produção com 3 milhões de toneladas por ano, seguido pela China, com 2,3 milhões de toneladas ao ano. E, apesar de ter proibido a importação do chamado e-waste, o país oriental continua despejando esses produtos em países em desenvolvimento.
De acordo com a Organização das Nações Unidas, o problema do lixo eletrônico já soma 40 milhões de toneladas por ano e a fabricação de telefones celulares e computadores pessoais consomem 3% de todo o ouro e prata extraídos em todo o mundo anualmente.

Fonte: JULIANA CARPANEZ||Do UOL Tecnologia - 01/04/10

Carros fabricados no Brasil custam menos na Argentina e no México

O mesmo veículo pode custar a metade no México.
Carga tributária deixa carros mais caros no Brasil


Quem vai ao México ou à Argentina encontra o mesmo carro que compraria no Brasil só que com preço diferente: lá é bem mais barato.
Impostos mais altos são apenas uma parte da explicação para o mesmo produto custar lá fora, às vezes, quase a metade do que sai no Brasil.
Que tal comprar um carro novo por quase a metade do valor? Quem entra em uma concessionária em Buenos Aires ou na Cidade do México pode encontrar alguns carros idênticos aos vendidos em São Paulo. O que muda, e muito, é a hora de fechar o negócio.
Um modelo que no Brasil custa R$ 32 mil é vendido na Argentina pelo equivalente a R$ 22 mil, e sai ainda mais barato no México: R$ 18 mil.
Não é um caso isolado. Muitos carros fabricados no Brasil custam menos lá fora.
O mesmo Hatch 1.6, por exemplo, é vendido por R$ 29.500 no Brasil, R$ 24 mil na Argentina e R$ 17 mil no México.
O modelo utilitário 2.0 sai por R$ 59 mil no Brasil, R$ 35 mil na Argentina, e R$ 33 mil no México. “Se o carro é brasileiro, deveria ser vendido mais barato aqui, não lá”, diz um consumidor.
Diferenças tão grandes nos preços são explicadas, em parte, pelos impostos. Na Argentina, a carga tributaria em um automóvel varia de 15% a 20%. No México, 20%.
Já no Brasil, fica entre 27% e 40%.
“A carga tributária geral do Brasil é uma das maiores do mundo.
Está ali entre as cinco maiores cargas mundiais”, afirma a diretora do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), Letícia do Amaral.
Mas para o consultor do setor automotivo Marcelo Cioffi, não são apenas os impostos que explicam os preços mais salgados no país.
As montadoras aproveitam o bom desempenho do Brasil para aumentar a margem de lucro.
“O que influencia o preço é quantos consumidores estão dispostos a comprar.
Se você mantém o mesmo preço em outro país que não tem um custo de vida, um poder de compra equivalente ao Brasil, você acaba não vendendo”.
Mas se o carro custa bem mais no Brasil por que então as montadores têm batido recordes de produção e vendas? “Um dos principais fatores que impactam a demanda são o preço do automóvel, renda do consumidor, confiança do consumidor na economia, taxa de financiamento e prazo de financiamento. O que realmente importa é a parcela no final do mês. Se a parcela cabe no bolso do consumidor, esse consumidor que deseja ter um automóvel vai continuar comprando”.
De cada dez carros vendidos no país, pelo menos seis são financiados.
A facilidade na compra é decisiva para levar o carro para casa.

Fonte: Do G1, com informações do Jornal da Globo - 01/04/10

Projeto Circulação de Música Instrumental leva arte para cidades pernambucanas

Olinda, Recife, Caruaru e Garanhuns recebem o projeto; Olinda inaugura a série de apresentações no dia 13 de abril

Olinda, Recife, Caruaru e Garanhuns recebem, no mês de abril, o Projeto Circulação de Música Instrumental. A abertura do evento conta com a Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque no dia 13 de abril, às 18h30, no Mosteiro de São bento, em Olinda.
Em seguida, nos dias 15, 23 e 30, as cidades de Recife, Caruaru e Garanhuns recebem o evento. O projeto visa interiorizar a música instrumental e erudita através de ações sócio-culturais e educativas.
Além das apresentações abertas ao público, estão programadas concertos-aula para alunos da rede pública dos quatro municípios participantes.
Participam do Circulação de Música Instrumental a já citada Orquestra Cidadadã dos Meninos do Coque e os grupos Quinteto de Cordas de Pernambuco e o Quarteto de Cordas Intermezzo.

SERVIÇO:
Projeto Circulação de Música Instrumental
Cidade: Olinda
Data: 13/04
Local: Mosteiro de São Bento
Horário: 18h30
Apresentação: Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque e do grupo Quinteto de Cordas de Pernambuco

Cidade: Recife
Data: 15/04
Local: Igreja Madre de Deus
Horário: 18h30
Apresentação: Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque e do grupo Quarteto de Cordas Intermezzo

Cidade: Caruaru
Data: 23/04
Local: Centro Cultural
Horário: 19h
Apresentação: Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque e do grupo Quarteto de Cordas Intermezzo

Local: Garanhuns
Data: 30/04
Local: Convento dos Capuchinhos
Horário: 20h
Apresentação: Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque e do grupo Quinteto de Cordas de Pernambuco

Fonte: Da Redação do pe360graus.com - 01/04/10

Grupo de contadores de histórias recruta voluntários no Recife

O grupo de contadores de histórias do Viva e Deixe Viver, que tem atuação nacional, está recrutando voluntários para atuar no Instituto do Fígado de Pernambuco (IFP).
A associação já atua em Pernambuco através da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD).
Para atuar como contador de história voluntário é preciso concluir um curso específico de formação, que tem início no próximo dia 8 de abril.
As aulas serão realizadas aos sábados, no auditório do IFP, na Rua Aluisio de Azevedo, 209, no bairro de Santo Amaro.
O primeiro encontro, no dia 8, terá início às 13h30 e nele serão discutidos os horários e datas das demais aulas.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo telefone 3419.4021.

Fonte: Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR - 01/04/10

Petroquímica elabora expansão em Pernambuco

A PetroquímicaSuape está elaborando um projeto, que deve girar em torno de US$ 150 milhões, para ampliar sua atuação. Para assegurar uma área de quase 14 hectares, foi aberta uma licitação, publicada no Diário Oficial do Estado de ontem. O local já vem sendo utilizado como alojamento do canteiro de obras. A nova unidade vai fabricar cordas para navios, tapetes de carros e fibras cortadas. As obras só terão início em 2011.

O empreendimento da Petrobras previa três unidades, com investimentos de R$ 2,2 bilhões, e 5,3 mil empregos na construção, além de outras 1,8 mil vagas diretas. De acordo com o relatório de março de Suape junto aos trabalhos que integram o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), a fábrica de PTA - principal matéria-prima para a produção de poliéster têxtil e filmes fotográficos - está com 34,5% das obras concluídas. Já as indústrias de PET (para embalagens plásticas) e de filamentos de poliéster seguem em fase final de terraplanagem. Juntas, terão capacidade para gerar quase 1,5 milhão de tonelada por ano.

Foram lançados outros três editais de licitação para Suape. A Efacec, que possui uma planta em Jaboatão dos Guararapes, vai investir US$ 20 milhões na sua nova fábrica. Ela faz parte do maior grupo energético de Portugal e atua como fornecedora de equipamentos. Já a empresa de válvulas chinesa Sulfa Apex vai aportar mais de US$ 13 milhões e movimentar 200 toneladas mensais para exportação. O Serviço Social da Indústria de Pernambuco (Sesi-PE), que hoje está em uma área provisória no terminal marítimo, terá um espaço físico, avaliado em US$ 1 milhão.

Fonte: Folha PE - 01/04/10

Public-private partnerships prosper

In 2009, the BioMedical Materials (BMM) programme, the Center for Translational Molecular Medicine (CTMM) and Top Institute Pharma (TI Pharma) issued a joint call to stimulate research consortia to look for new healthcare solutions at the interface of three research areas: drug delivery and targeting, imaging and new biomaterials. The projects chosen to receive funding investigate an integrated approach to tackle some major challenges in healthcare, among those the possibility to individualise treatment of patients. One project combines magnetic resonance imaging with a heat-producing device (high intensity focused ultrasound) to non-invasively release anti-cancer drugs at the site of the tumour, while another project will visualise the immune system in action by labelling particles that migrate through the lymphatic system. In a third project, research will be conducted to identify specific monoclonal antibodies for the diagnosis and treatment of different forms of prostate cancer. In addition, two projects will investigate the biomaterial-based delivery of stem cells to support myocardial regeneration. These projects represent high-level academic research, combined with a clear perspective for creating both clinical and economic value.

Couple imaging and diagnostics with drug design

The most direct control mechanism to study whether a particular treatment is successful or not is to develop molecular diagnostics and imaging in close collaboration with drug and biomaterial design. In these programmes, the diagnostic component can be positioned as the personal litmus test for treatment efficacy on a personal basis.

Future therapy will increasingly rely on sophisticated diagnostic approaches combined with targeted delivery of the bioactive to optimise the efficacy/safety balance for the individual patient. Interdisciplinary research fosters important innovations in the area of personalised medicine; for this reason, we have decided to promote collaborative research between the specific competencies of the BMM, the CTMM and TI Pharma. The cross-fertilisation between academic, clinical and industrial research is important to translate this research into healthcare solutions for patients. Public-private partnerships provide unique incubators where intellectual creativity and real life applications come together.

Based on contributions by Professor Frank Baaijens, Scientific Director BMM, Professor Peter Luijten Scientific Director CTMM, and Professor Daan Crommelin, Scientific Director TI Pharma.

Fonte: Pharmtech.com - 01/04/10

Índia realiza maior censo do mundo para emitir carteira de identidade

A Índia começa a realizar esta semana o maior censo do mundo.
Todas as pessoas com mais de 15 anos de idade serão fotografadas e terão suas impressões digitais recolhidas para criar um banco de dados biométricos.
O governo usará as informações para emitir carteiras de identidade para os indianos semelhantes às que são usadas no Brasil, hoje inéditas no país.
Autoridades passarão um ano classificando toda a população indiana - cerca de 1,2 bilhão de pessoas - de acordo com sexo, religião, ocupação e educação.
Este é o 15º censo indiano, que é realizado aproximadamente a cada dez anos desde 1872.
Listagem No próximo ano, cerca de 2,5 milhões de funcionários do censo visitarão casas em mais de 7 mil cidades e 600 mil vilarejos.
Eles darão início a um processo de listagem de todas as casas, com coleta de dados sobre os domicílios. Este levantamento trará pela primeira vez informações sobre saneamento básico e uso de internet e celular.
A visita às casas e a contagem real da população será feita em fevereiro de 2011.
O processo vai durar 11 meses, consumir mais de 11 toneladas de papel e custar 60 bilhões de rúpias (cerca de R$ 2,38 bilhões).
O censo nacional é a principal fonte de informações da Índia, não apenas para formulação de políticas públicas por parte do governo, como também para a tomada de decisões estratégicas do setor privado.
As primeiras carteiras de identidade, que terão números com 16 dígitos, serão emitidas em novembro. Os dados completos do censo serão divulgados em meados 2011.

Fonte: BBC Brasil - 01/04/10

Portugal pode não ter condições para TGV ou novo aeroporto, diz bastonário da Ordem dos Engenheiros

O bastonário da Ordem dos Engenheiros defende que o País pode não ter condições para que grandes projectos de construção, como o TGV ou o novo aeroporto, avancem.
No final da cerimónia da sua tomada de posse Carlos Matias Ramos disse que
"talvez o país não esteja em condições para avançar já" para os projectos do novo aeroporto e do TGV.
"Temos de contextualizar a decisão numa lógica da capacidade económica para avançar", acrescentou Carlos Matias Ramos, fazendo questão de frisar que a decisão sobre as obras públicas é sempre política, mas deve basear-se em estudos técnicos.
"Será a situação económica do País que vai definir se a obra vai avançar, numa análise de custo e benefício e de empregabilidade", defendeu.
Acerca do TGV, o bastonário referiu que não tem conhecimento acerca da avaliação feita. Mas sobre a estrutura aeroportuária tem conhecimento suficiente para garantir que, na análise comparada sobre as duas localizações, foram utilizadas as tecnologias mais modernas, "dando liberdade ao poder político para decidir".
No seu discurso de tomada de posse o novo bastonário, que vem substituir Fernando Santo, salientou a necessidade de definir as competências e avaliar a preparação dos profissionais para exercerem a actividade.
Os actos de engenharia só podem ser praticados "pelos profissionais que têm efectiva qualificação e competência para os executar", apontou.
O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, e a ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, estiveram na cerimónia de tomada de posse no novo bastonário. Entre os convidados estavam antigos governantes, como Luís Mira Amaral ou Mário Lino.

Fonte: OJE/Lusa - 01/04/10

Microsoft e Ford desenvolvem software para carros elétricos

Motoristas poderão saber qual é o melhor momento para recarregar seus veículos em casa.
A Microsoft e a Ford anunciaram na quarta (31/3) uma parceria para levar o software Hohm, de gerenciamento de consumo de energia, para os carros elétricos da fabricante.
O Hohm é um serviço da Microsoft que analisa o uso doméstico da eletricidade, sugerindo mudanças de hábitos para a economia de energia.
Com isso, os futuros compradores de carros da Ford poderão saber qual é o melhor momento para recarregar seus veículos em casa.
“Com o crescimento na demanda por veículos híbridos, as empresas de eletricidade terão picos de demanda de energia, quando as pessoas voltarem do trabalho e conectarem seus carros às tomadas para recarregar”, explicou Steve Ballmer, CEO da Microsoft.

As duas empresas pretendem trabalhar com as fornecedoras de energia locais para que o software possa determinar quando é o melhor momento para esse processo de recarga, evitando picos e até proporcionando horários em que o custo da energia seja mais barato.
Segundo uma pesquisa feita pela Accenture, mais de 40% dos entrevistados pensam em comprar um carro elétrico ou híbrido. Por conta disso, a Ford planeja lançar cinco modelos desse tipo na América do Norte e Europa até 2013. A Ford e a Mercury já oferecem quatros carros híbridos e a Lincoln lançará um modelo desse tipo até o final do ano.

Fonte: Por IDG News Service - 01/04/'0

Turistas ganharão PernambucoBus

Cinco ônibus com visão panorâmica percorrerão principais roteiros

Ainda neste primeiro semestre, os turistas que visitarem o Estado poderão realizar passeios no chamado PernambucoBus.
Trata-se de um ônibus com visão panorâmica que fará roteiros nos principais pontos turísticos estaduais. O projeto está sendo desenvolvido pela Itamaracá Transportes, em parceria com empresas do setor como, por exemplo, a Associação das Secretarias de Turismo de Pernambuco (Astur).
“Este será um passeio de turismo contemplativo, já que o turista terá uma visão privilegiada. Ainda estamos finalizando o projeto para colocá-lo em prática.
Mas já temos cinco ônibus prontos para operar nestas rotas”, contou o diretor da Itamaracá Transportes, Alfredo José Bezerra.
Os ônibus terão capacidade para 54 pessoas. O preço do tíquete do passeio deve ser de US$ 10.
De acordo com o presidente da Astur, Sérgio Aroucha, quando o projeto estiver em operação, a ideia é que os roteiros contemplem destinos na capital pernambucana, no Litoral Norte, Sul e no Agreste do Estado.
“Nós queremos que além dos hotéis, agências de viagem possam oferecer os passeios”, disse Aroucha, ontem, durante almoço-reunião do Caxangá Ágape.
Segundo o presidente, a Astur também está estudando uma parceria com a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).
“Nosso projeto inclui uma maior integração das atividades da Fundarpe e da Astur para que haja uma maior divulgação das ações nos municípios pernambucanos”, disse.
Durante o almoço, Aroucha entregou o certificado Amigo da Astur ao secretário de Turismo do Recife, Samuel Oliveira, e à colunista social da Folha de Pernambuco, Paula Imperiano. “O secretário vem desenvolvendo um ótimo trabalho na capital pernambucana e a jornalista Paula Imperiano desenvolve um trabalho competente e com muita pernambucanidade”, destacou durante a entrega dos certificados.

Fonte: Folha PE - 01/04/10

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