domingo, 29 de novembro de 2009

Pernambuco: Governo garante que Arena sai do papel mesmo sem apoio dos clubes

Assim que tomou conhecimento que o Náutico alinhavou a construção de uma arena, o Governo do Estado resolveu se mexer.
Apresentou um "pacote de bondades" para atrair os três mais clubes de Pernambuco para abraçar a ideia da Arena da Copa.
Os alvirrubros estão fechados em seu projetos.
Ou seja, vão participar do encontro com o governo já com a "cabeça feita", voltada para a sua arena.
Sendo assim, a missão dos governantes seria o de seduzir apenas os tricolores (que ainda sonham com a reforma no Arruda, que o transformaria em Arena Coral) e o Sport.
No entanto, os governantes garantem também que possuem um plano B.
O secretário da Casa Civil, Ricardo Leitão, diz que o Estado vai tornar realidade a Arena Capibaribe, com ou sem clube parceiro.
Isso significa que a Arena pode ser um projeto inteiramente público.
Uma ideia que já foi apresentada pelo governardo Eduardo Campos no dia em o Estado tomou conhecimento que seria uma das sub-sedes da Copa do Mundo de 2014.
No planejamento está previsto a liberação de um crédito de 75% dos R$ 452 milhões necessários para as obras será liberado para o grupo a ser selecionado.
A previsão que a obra dure três anos. A previsão que a Arena comece a ser gerida no dia 6 de março de 2013.

Fonte: do Jornal do Commercio - 28/11/09

UNE é suspeita de ter fraudado convênios com Ministério

BRASÍLIA - Aliada do governo, a União Nacional dos Estudantes (UNE) fraudou convênios, forjou orçamentos e não prestou contas de recursos públicos recebidos nos últimos dois anos.
A entidade chegou a apresentar documentos de uma empresa de segurança fantasma, com sede na Bahia, para conseguir aprovar um patrocínio para o encontro nacional em Brasília.
Dados do Ministério da Cultura revelam que pelo menos nove convênios celebrados com a UNE, totalizando R$ 2,9 milhões, estão em situação irregular - a organização estudantil toma dinheiro público, mas não diz nem quanto gastou nem como gastou.
O jornal O Estado de S.Paulo analisou dois convênios com prazo de prestação de contas expirado no ministério: o Congresso Nacional da UNE, realizado em julho, em Brasília, e o projeto Sempre Jovem e Sexagenária, celebrado em 2008, que tinha como meta produzir - até 4 de junho - 10 mil livros e um documentário sobre a história estudantil secundarista.
O presidente da entidade, Augusto Chagas, de 27 anos, promete devolver o dinheiro, se forem comprovadas irregularidades.
Apesar de o governo ter repassado R$ 826 mil para os projetos, a entidade, mesmo cobrada, não entrega extratos bancários e notas fiscais, nem cumpre a "execução dos objetivos", os livros e o documentário.
Sobre os livros, uma cláusula do contrato diz que a UNE teria 60 dias para prestar contas, a partir de junho, ou restituir em 30 dias as verbas não usadas.
Não fez nem uma coisa nem outra.
Empresa fantasma
A UNE forjou orçamentos para obter dinheiro para o encontro em Brasília.
Em 16 de julho, o ministério liberou R$ 342 mil para o evento, que teve a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).
A entidade apresentou estimativa de gasto de R$ 70 mil com hospedagem, R$ 29 mil para segurança, R$ 26 mil em passagens aéreas, entre outros.
O ministério cobrou três orçamentos.
Para explicar a despesa com segurança, a UNE entregou o orçamento de empresa fantasma, com sede em Salvador, a 1.400 quilômetros do evento.
O outro orçamento também é de uma empresa baiana, que ocupa uma sala de 30 metros quadrados e não tem funcionários. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: LEANDRO COLON - Agencia Estado - 29/11/09

Em dois anos, sinal digital chega a 26 cidades brasileiras

Com o interesse das emissoras de televisão em adiantar o cronograma definido pelo Ministério das Comunicações, o sinal da TV digital aberta já chegou a 26 cidades do país, das quais 19 são capitais. Nesta terça-feira, Londrina, no Paraná, junta-se ao grupo.
O governo havia definido que até janeiro do próximo ano a nova tecnologia deveria estar disponível apenas nos municípios de São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Rio de Janeiro e Salvador.
Segundo o presidente da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), Daniel Slaviero, cerca de 90 milhões de brasileiros já estão aptos a receber o sinal digital.
Mesmo assim, Slaviero admite que a demanda por conversores ainda está abaixo das expectativas e as emissoras podem fazer "um trabalho mais eficiente [de divulgação] e o farão a partir de 2010".
"A Copa do Mundo vai ser um divisor de águas no avanço na compra de receptores", diz Slaviero. Ele explica que, quando os telespectadores "têm contato com o sinal digital, não querem voltar ao analógico", e destaca a crescente produção de conteúdo em alta definição.
O presidente da Abert diz que 2016 será o último ano para a transmissão do sinal analógico.
"É um tempo factível, mas não podemos descartar a necessidade de prorrogação", observa.
Em São Paulo, primeiro local a receber o sinal no país, em dezembro de 2007, a cobertura atinge 95% da região metropolitana, de acordo com Gunnar Bedicks, coordenador do laboratório de TV digital da Universidade Mackenzie.
Há dois anos, o percentual se aproximava dos 90%, o que já era um avanço, visto que só 42% dos imóveis na região recebem sinal analógico de qualidade.
Agora, essa quase totalidade (95%) se deve aos reforçadores de sinal, que funcionam como amplificadores em áreas consideradas de "sombra" devido às condições topográficas.
A solução desse problema já serve de motivação aos fabricantes de televisores.
"O fim das áreas de sombra e a antecipação da cobertura nas principais capitais são bons sinais", diz Ichiu Shinohara, vice-presidente da Panasonic do Brasil, que produz televisores LCD com o receptor embutido.
Para Eduardo Tude, da consultoria Teleco, o ritmo da TV digital no Brasil "poderia ser mais acelerado". "Ainda não há um conjunto que empolgue o usuário", disse, referindo-se à transmissão do sinal, programação em alta definição e conversores a preços baixos.
Para evitar surpresas desagradáveis, Fátima Lemos, do Procon-SP, aconselha os consumidores, ao comprar o aparelho ou uma televisão com o equipamento integrado, a se certificar de que a loja aceitará a devolução se não houver sinal na área da residência.
Luciano Leonel Mendes, gerente técnico do laboratório de desenvolvimento de hardware do Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), avalia que o Brasil tem "o sistema mais bem preparado para as demandas do futuro".
Mendes destaca ainda a importância da adoção do modelo nipo-brasileiro pelos vizinhos sul-americanos (Chile, Peru, Argentina e Venezuela) para "aumentar a massa crítica".
Canais pagos
As TVs por assinatura estão de olho nesse filão. A programação em alta definição foi ampliada, e aparelhos que permitem a recepção da TV digital aberta estão sendo oferecidos.
A Net foi a primeira empresa de TV por assinatura a disponibilizar o equipamento digital para seus assinantes, em dezembro de 2007.
A TVA entrou nesse nicho em maio de 2008, e a Sky, em agosto deste ano.
Nenhuma das empresas, no entanto, revela a quantidade de aparelhos que foi cedida em comodato ou vendida aos clientes durante esse período.

Fonte: TATIANA RESENDE/da Folha Online - 29/11/09

Bares e restaurantes estão otimistas

Resultados // Levantamento mostra que 58,9% dos empresários do segmento no Nordeste apostam no crescimento do faturamento em 2009
Os bons resultados alcançados pelo setor de turismo neste ano de 2009 têm se refletido também na expectativa dos empresários do ramo de bares e restaurantes.
Uma pesquisa divulgada esta semana pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) apontou otimismo dos empreendedores de todas as regiões, especialmente da Região Nordeste - onde a crise financeira teve um efeito contrário, de atração dos turistas brasileiros que adiaram viagens para o exterior.
O levantamento mostra que 58,9% dos empresários do segmento no Nordeste apostam no crescimento do faturamento em 2009, enquanto 35,6% esperam a manutenção dos mesmos números de 2008. Em São Paulo, estado onde os empresários apresentaram perfil mais cauteloso, o percentual ficou na casa dos 61% para os que apostam na manutenção do faturamento em 2009.
No Brasil, a expectativa de crescimento foi expressa por 44,7% dos entrevistados e a manutenção, por 44%. Apenas 5,5% dos donos de bares e restaurantes nordestinos e 11,3%, do total da pesquisa, acreditavam que o faturamento iria diminuir em 2009.
Outro dado interessante é intenção de realizar novas contratações para os empreendimentos.
No Brasil, o percentual ficou em 16,9%. Já para os negócios localizados no Nordeste, 23% dos empresários disseram ter a intenção de ampliar o quadro de funcionários.
A maioria dos empresários também apontou expectativa sobre a manutenção dos custos operacionais, sendo a opinião de 57,9% dos nordestinos e de 64,4%, no geral da pesquisa.
"Tivemos este ano um resultado excelente. A queda no número de estrangeiros foi compensada com a vinda de turistas brasileiros e já no primeiro quadrimestre já percebemos que a crise era mais de expectativa e não do que estava realmente acontecendo", considera Mário Jorge Carvalheira, presidente da Abrasel em Pernambuco.
O otimismo de Mário Jorge Carvalheira e dos entrevistados pela pesquisa da Abrasel nacional se sustenta nos números.
Segundo dados da Infraero, até outubro, a região Nordeste teve 13,2 milhões de desembarques - número 33% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.
Enquanto o número de desembarques nacionais passou de 9,4 milhões para 12,8 milhões; os desembarques internacionais caíram de 538.478 para 473.382, no mesmo período.
"Dois mil e nove foi o melhor dos piores anos que a gente esperava e 2010 e os próximos anos serão ainda melhores", brinca ele, prevendo um faturamento 8% maior este ano e pelo menos de 10% em 2010.

Fonte: Diário de Pernambuco - 29/11/09

Portugal Telecom vai reforçar investimentos no Brasil

Mafalda Aguilar
Zeinal Bava anunciou hoje que a Portugal Telecom vai reforçar os investimentos no Brasil, um mercado que representa já 50% das receitas da empresa.
"Eu vou hoje apresentar aqui [na FIL] todo o programa de inovação e os investimentos de inovação que estamos a fazer assentes não só na presença em Portugal, na Universidade de Aveiro e em várias outras, mas também numa forte presença que temos em Salvador, no Brasil, onde já temos 150 engenheiros também a trabalhar para nós", afirmou hoje o presidente executivo da Portugal Telecom, citado pela RTP.
Zeinal Bava, que falava à margem do V Encontro Empresarial Ibero-Americano, no Centro de Congressos de Lisboa, revelou que a operadora nacional já investiu no Brasil "mais de três biliões de euros".
O objectivo da Portugal Telecom, prosseguiu, "é continuar a reforçar os investimentos na terceira geração do móvel e começar já no próximo ano a fazer pilotos da quarta geração móvel, que vai permitir fazer, por exemplo, na internet móvel praticamente 10 a 20 vezes a velocidade actual".

Fonte: Económico - PT - 29/11/09

Inovação decidirá sucesso de economias, diz premiê luso

Lisboa - O primeiro-ministro português, José Sócrates, defendeu neste domingo que, além das medidas de recuperação econômica, os Estados devem apostar na inovação e no conhecimento a médio e longo prazo, e destacou que isto determinará "o sucesso ou insucesso das economias".
"Há duas tarefas para responder à crise, a tarefa da recuperação econômica, mais urgente e onde nos teremos de concentrar, mas, para além dessa tarefa, há a de médio prazo, a da educação, do conhecimento, da potenciação das sociedades com capacidades que lhes dêem mais otimismo para o futuro", afirmou o chefe do governo, na abertura do 5º Encontro Empresarial Ibero-americano, no Centro de Congressos de Lisboa.
Sócrates considerou que a inovação e o conhecimento - temas escolhidos por Portugal para a cúpula ibero-americana que acontece entre estas segunda e terça-feira, no Estoril - são "áreas críticas, essenciais e estratégicas", onde se joga "o sucesso ou insucesso das economias" e que, no momento atual, em que "tudo está a mudar", "o pior que há a fazer é ficar parado".
O premiê citou exemplos de medidas implementadas pelo governo socialista ao longo do último mandato, como o Plano Tecnológico, e ressaltou o "poder de mobilização" das sociedades que pode ser criado pelo discurso político.
"Em 2004 estávamos no meio da tabela do 'ranking' europeu em matéria de governo eletrônico (…) hoje somos o primeiro país dos 27, em toda a Europa", disse.
"Os senhores não sabem, mas não fiquem surpreendidos porque muitos portugueses também não sabem", afirmou Sócrates, ironicamente.
O primeiro-ministro explicou que, em 2008, a "mobilização do Plano Tecnológico" permitiu atingir um investimento de 1,51% do Produto Interno Bruto (PIB) em pesquisa e desenvolvimento, e que, "pela primeira vez, o investimento empresarial ultrapassou o investimento público".
Para uma plateia formada por empresários de Portugal, Espanha e países da América Latina, Sócrates destacou o programa de criação de empresas na hora - mais de 75% foram criadas em menos de uma hora em 2008, segundo o premiê –, o investimento em redes de nova geração de banda larga e a distribuição de computadores a crianças em idade escolar.
"Portugal está a fazer um caminho que tem uma ambição. Estar na linha da frente da inovação tecnológica que as energias renováveis vão trazer", afirmou o premiê, acrescentando que "40% da energia [nacional] é feita com base nas energias renováveis" e que "a maior central fotovoltaica do mundo e o maior parque eólico da Europa" estão sediados em Portugal.

Fonte: Lusa - 29/11/09

Porto Alegre:Projeto prevê cara nova para Centro Administrativo

Reforma inclui instalação de serviços como farmácia, academia de ginástica e restaurante executivo

Capital do funcionalismo gaúcho, com população de 3,5 mil servidores, o Centro Administrativo do Estado deve passar por uma grande transformação em 2010.
O prédio, que chegou a ser chamado de “monstrengo” pela cúpula do Judiciário em 2005, deve ser reformado para concentrar serviços.
Atendência é de que a reforma seja autorizada pela governadora Yeda Crusius até a metade de dezembro e que o trabalho se inicie até abril do ano que vem por meio de Parceria Público-Privada (PPP).
Com as mudanças, os cerca de 5,5 mil funcionários e visitantes que transitam pelo local todos os dias terão acesso a opções como farmácia, academia de ginástica e restaurante executivo.
O objetivo é garantir conforto e evitar a perda de tempo com deslocamentos desnecessários.– Por que não a comodidade? Prédios modernos e funcionais, que atendam a população.
Não é luxo – explica o secretário de Administração, Elói Guimarães.
Licitação deverá ser realizada em dezembro
Com previsão de investimento de R$ 181,9 milhões, o projeto de reforma foi elaborado pela MSCA Informação, Tecnologia, Treinamento e Consultoria e inclui a construção de novos prédios para concentrar os órgãos estaduais junto ao centro.
Como o governo não pretende construir novas estruturas no momento, a expectativa é de que o valor orçado seja reduzido em pelo menos 50%.
Não está definida a necessidade de aporte de recursos do Estado. Quem ganhar a concorrência arcará com os custos dos estudos de viabilidade feitos pela MSCA.
Pelo sistema de parceria, uma empresa assumiria a administração do complexo e investiria no local.
Em contrapartida, teria ganho na oferta de serviços, como a cobrança de visitantes pelo uso do estacionamento, que será ampliado.
Outra possibilidade é cobrar taxas administrativas de quem oferecer serviços no centro.
Se a atividade não for rentável, o Estado ajudará a custear obras essenciais.
As redes elétrica e hidráulica também deverão ser renovadas.
Uma das principais reclamações dos funcionários é o constante mau-cheiro nos banheiros do prédio em razão do encanamento de mais de 20 anos.
Em pesquisa interna, o Executivo constatou também que os servidores querem mais segurança, ou seja, a identificação de quem acessa o complexo.
Atualmente, qualquer pessoa transita livremente pela área. Há três portarias, mas não há controle de entradas e saídas.
Apenas o 21º andar, onde fica o gabinete da governadora, tem acesso restrito durante o dia.Outro pedido é para que mais elevadores sejam instalados, além dos nove disponíveis.
Um novo elevador, com capacidade para 30 pessoas, deve começar a funcionar nas próximas semanas.

Fonte: Zero Hora - RS - 29/11/09

Conta de luz sobe, mas qualidade de serviço cai

A qualidade dos serviços de eletricidade piorou nos últimos anos apesar do aumento no custo da conta de luz. Depois de alcançar o menor nível da história, no período após o processo de privatização do setor elétrico iniciado em 1995, o volume de blecautes voltou a subir em todo o País.
Em algumas localidades, os indicadores estão no pior nível da década, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). É o caso das distribuidoras do Pará (Celpa) e de Minas Gerais (Cat-Leo e Cemig), entre outras.
No ano passado, os brasileiros ficaram, em média, 16,61 horas sem eletricidade - número superior às 16,57 horas de 2001, quando o racionamento deixou a rede de distribuição mais folgada e menos vulnerável aos blecautes. A média nacional, no entanto, esconde casos extremos, como o de São Luiz do Anauá, em Roraima, onde as interrupções somaram 1.007 horas em 2008. Isso significa ficar um mês e 11 dias sem eletricidade no ano. Apesar disso, a tarifa média da região está em R$ 290 o MWh, a maior do País.
Nesse caso, a explicação para o alto preço e as interrupções está no fato de o Norte fazer parte do sistema isolado, atendido basicamente por termoelétricas movidas a óleo combustível. Mas a relação qualidade e custo da energia está muito distante do desejável em qualquer região do País, diz o professor da Universidade de São Paulo Ildo Sauer. “Temos as contas de luz mais caras do mundo e uma péssima qualidade de energia.
A justificativa das concessionárias para a piora nos indicadores de interrupção está na severidade do clima, com raios e tempestades. Isso acaba derrubando a rede e interrompendo o fornecimento de energia. “Em São Paulo, o maior problema é a queda de árvores”, diz Roberto Mario Di Nardo, vice-presidente da AES Eletropaulo, maior distribuidora do Brasil.
Segundo ele, até novembro, foram 24.171 interrupções provocadas por queda de árvores ou galhos nas linhas - volume 18% superior a todo o ano de 2008 e 29% em relação a 2007. Isso contribuiu para elevar de 9 para 11 horas o tempo médio que os consumidores ficaram sem luz na região. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado - 29/11/09

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