sábado, 3 de outubro de 2009

CGD planeia aumento de capital no Brasil em 2010, diz imprensa

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) planeia realizar um aumento de capital no Brasil no próximo ano, na sequência de bons resultados, noticia hoje a imprensa local.
O presidente do conselho de administração da CGD no Brasil, Rodolfo Lavrador, disse ao jornal Valor Económico que os resultados, desde a retoma das actividades da instituição no país, superaram as expectativas.
"As nossas operações no Brasil têm-se mostrado um bom investimento para os nossos accionistas, pois superaram as estimativas em volume e rentabilidade", diz.
"Por isso decidimos que um aumento de capital será necessário", salienta o executivo, sem revelar, no entanto, o montante da operação.
A CGD reiniciou a actividade no Brasil no primeiro trimestre deste ano, com o objectivo de estar entre os 50 maiores bancos até 2012 no mercado brasileiro.
O Banco Caixa Geral Brasil S.A iniciou operações com capital de cerca de 40 milhões de euros, oferecendo financiamentos de projectos e comércio exterior, operações de câmbio, assessoria a fusões e aquisições.
Rodolfo Lavrador avança que a CGD planeia igualmente abrir uma área especializada na gestão de grandes fortunas e uma agência no Rio de Janeiro, no próximo ano.
O presidente do conselho de administração salienta que o foco de actuação da CGD no Brasil tem sido empresas de porte médio ou grande, com alguma relação com a península ibérica.
"O Brasil é uma porta de entrada para a globalização de muitas dessas empresas", afirma o executivo.

Fonte: OJE/Lusa - 02/10/09

Piauí apresenta projetos em fórum nos EUA

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, Valério Carvalho e o gerente de Relações Internacionais, Sérgio Vilela, estiveram em Washington-DC (EUA), dias 27 e 28 de setembro, representando o Piauí durante o 1st Nordeste Leadership Forum (1º Fórum de Desenvolvimento do Nordeste).
O evento, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Embaixada do Brasil em Washington, através da empresa CG/LA Infrastructure, foi uma oportunidade para os Estados do Nordeste apresentarem seus projetos de Infra-Estrutura à investidores dos setores público e privado norte-americanos.
Durante o evento, os representantes do Governo do Piauí apresentaram quatro propostas de projetos: a hidrovia do Rio Parnaíba, o porto de Luís Correia, a reativação da malha ferroviária do Estado e a implantação do Gasoduto Meio-Norte, este último, em parceria com o Governo do Maranhão.
A programação do Fórum foi dividida em dois momentos.
No 1º dia, os representantes dos Estados apresentaram seus projetos a uma platéia de investidores norte-americanos e o dia seguinte, foi dedicado aos encontros particulares entre os investidores interessados nos projetos com os representantes, através das mesas de negócios.
De acordo com o secretário Valério Carvalho, durante o Fórum foram mantidos importantes contatos, inclusive com a expectativa de que parcerias futuras sejam fechadas para investimentos em projetos de infra-estrutura no Estado.
“Os projetos apresentados são de elevados custos para o Estado e a partir desse Fórum abre-se a possibilidade de captação de recursos para o Piauí.
Obras que trarão desenvolvimento e mais qualidade de vida para a população”, disse.

Fonte: Portal do Governo do Piauí - 03/10/09

Comunicado Moura Dubeux (sobre as torres gêmeas)

Recife, 02 de outubro de 2009
A Moura Dubeux Engenharia em respeito aos seus clientes, parceiros e fornecedores, tendo em vista material veiculado pelo Ministério Público Federal sob recursos contra os edifícios Píer Duarte Coelho e Píer Maurício de Nassau, no Cais de Santa Rita, que serão levados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Superior Tribunal Federal (STF, sente-se no dever e na obrigação de prestar os seguintes esclarecimentos:
1º) A Construtora já respondeu a ambos os recursos em tempo hábil.
2º) De pronto, registre-se que a alardeada admissão dos recursos pelo TRF 5 não tem efeitos suspensivos.
A admissão não impede o prosseguimento das obras dos dois edifícios.
Nem implica qualquer juízo ao mérito da questão ali discutida
3º) O Superior Tribunal de Justiça (STJ) assegurou à Moura Dubeux, em 2007, a plena e regular continuidade das obras dos edifícios Píer Duarte Coelho e Píer Maurício de Nassau, prevalecendo tal determinação judicial.
Por isso, a direção da construtora está confiante de que os membros do STJ não vão mudar seu entendimento sobre a matéria;
4º) Diante desse quadro, a Moura Dubeux aguarda confiante a confirmação pelos tribunais superiores ao veredicto que já foi proferido pelo TRF da 5ª Região.
A diretoria da Moura Dubeux

Fonte: Blog do Jamildo - 02/10/09

Fábrica de tintas da BASF fará investimento de R$ 20 milhões em Jaboatão

A fábrica da BASF, em Jaboatão do Guararapes, está comemorando 30 anos e anuncia um investimento de R$ 20 milhões, o maior já realizado na unidade, com a intenção de dobrar a capacidade de produção de massa corrida e complementos, além de ampliar a infraestrutura da fábrica.
“Com este investimento, iremos dobrar a capacidade de produção de massa corrida e complementos.
Além disso, acabamos de adquirir um terreno de aproximadamente 25 mil m² para expansão da área de logística da unidade, além de ampliar a infraestrutura oferecida aos colaboradores”, explica Marcelo Leonessa, diretor dos complexos de tintas e vernizes da BASF para a América do Sul.
A unidade, que atualmente é responsável por cerca de 15% da produção no Brasil, fabrica aproximadamente 70 milhões de litros por ano.
No início de 2008, a BASF realizou um investimento na fábrica de Jaboatão, que passou a produzir 40% a mais, ampliando o atendimento e a demanda nas regiões Norte e Nordeste.
Segundo Francisco Verza, diretor de tintas imobiliárias e repintura automotiva, os mercados do Norte e Nordeste são cada vez mais importantes e estratégicos para a empresa.
“A partir deste significativo investimento em Jaboatão, poderemos contribuir para alavancar a movimentação da economia local por meio da geração de receita, arrecadação de impostos e geração futura de empregos diretos e indiretos”, afirma.
A distribuição de produtos é feita para toda a região Norte e Nordeste, além de exportar para países como Uruguai, Paraguai, Venezuela e continente africano.
“A posição geográfica de Pernambuco favorece tanto a produção quanto a distribuição de produtos para diversos locais.
O Estado é bastante atrativo como pólo produtivo e logístico na região”, completa Verza.

Fonte: Blog do Jamildo - 02/10/09

Anúncio de Olimpíada trará aumento imediato de turistas ao Brasil, prevê setor

Comitê Olímpico escolheu o Rio para sediar Jogos Olímpicos de 2016.Embratur e Abav comemoram exposição do país durante anúncio.
Por Mariana Oliveira
A exposição mundial do Rio de Janeiro durante a cerimônia do anúncio de que a cidade vai sediar os Jogos Olímpicos de 2016 vai resultar em impacto imediato no turismo do Brasil, segundo avaliação de organismos do setor.
Na sexta (2), o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou que o Rio será sede das Olimpíadas em 2016 após vencer cidades como Chicago, Tóquio e Madri.
De acordo com Jeanine Pires, presidente da Empresa Brasileira do Turismo (Embratur), autarquia que divulga o Brasil no exterior ligada ao Ministério do Turismo, o órgão "jamais teria orçamento para uma campanha sobre o país" como a verificada no anúncio da escolha da cidade-sede.
"O impacto positivo já começou mudando radicalmente a opinião que alguns estrangeiros têm sobre o Brasil.
Além do número de pessoas que começa a trazer. Primeiro do formador de opinião, de quem quer fazer negócios. E depois do turista", afirma Jeanine.
Orçamento
A presidente da Embratur informou que, em julho do ano que vem, o governo começa a divulgar o país visando a Copa de 2014.
A previsão para 2010 é de um orçamento de mais de R$ 200 milhões para ações de divulgação, cerca de 50% maior do que o deste ano - R$ 135 milhões, segundo Jeanine.
"Ainda não está definido o orçamento da Embratur.
Deve subir em 2010 quase 50%. Essa foi a proposta que mandamos ao Ministério do Planejamento e ainda precisa ser aprovada no Congresso.
Mas a gente tem conseguido aumentar os recursos para divulgar o país no últimos anos", completou a presidente da autarquia.
Jeanine disse que em 2003 o orçamento anual da Embratur era de R$ 30 milhões, um quarto do atual.
A presidente da Embratur avalia ainda que a soma do impacto positivo da Copa de 2014 com as Olimpíadas de 2016 é "incalculável".
"É a oportunidade de o Brasil se mostrar como destino turístico não só de lazer, mas também de negócios e eventos.
" Além do aumento de estrangeiros, Jeanine também destaca que o turismo doméstico também será beneficiado com os eventos esportivos.
"Temos um mercado de consumo interno como poucos países do mundo. Copa e Olimpíada devem trazer aumento importante."
Qualificação
Jeanine Pires afirma que, para garantir atendimento aos turistas estrangeiros, considerados mais "exigentes", será necessário investimento em qualificação profissional e infraestrutura.
O Ministério do Turismo informou que o projeto de qualificação voltado para Copa do Mundo de 2014, que também beneficiará o Rio nas Olimpíadas de 2016, prevê investimentos de quase R$ 14 milhões para cursos à distância de inglês e espanhol para cerca de 80 mil trabalhadores.
Os cursos começam em 2010 em todas as cidades que vão sediar jogos da Copa.
Além disso, os hoteis também terão linha de crédito especial no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O presidente da Associação Brasileira de Agentes de Viagem (Abav), Carlos Alberto Amorim Ferreira, destaca que milhares de pessoas em todo o mundo acompanharam o anúncio da escolha do Rio como cidade-sede.
"A gente espera que tenha um aumento de turistas. O anúncio do Rio despertou a curiosidade. Milhares de pessoas acompanharam.
Mas acredito que o pico deve ser 2012, após as Olimpíadas de Londres.
Até lá temos um tempo para nos preparar.
" Ferreira afirma ainda que o Rio tem aparecido recentemente na mídia por diferentes fatores positivos e que isso também ajuda a trazer mais turistas.
"Foi escolhida a cidade mais feliz do mundo, vai ter a final da Copa do Mundo e agora escolhida como sede para os Jogos."
Segundo relatório da Fundação Instituto de Administração (FIA), de São Paulo, os benefícios não devem ficar somente no turismo.
A previsão é que os setores de construção civil, petróleo e gás, informática e tranposrtes tenham ganhos consideráveis.
Os reflexos positivos podem se estender até 2027.

Fonte: Do G1, em São Paulo - 03/10/09

Monotrilho vai ligar Congonhas e Morumbi

EDUARDO REINA
SÃO PAULO - O governo de São Paulo prevê lançar o edital para construção da Linha 17-Ouro do Metrô até novembro, um trecho que vai ligar o Aeroporto de Congonhas ao Estádio do Morumbi, num traçado de 21,5 quilômetros de extensão.
A linha será feita em três etapas e poderá ter verba federal.
A primeira fase tem conclusão prevista em 15 meses, dezembro de 2010, já como parte dos investimentos paulistas para a Copa do Mundo de 2014.
"Entre 30 e 60 dias o edital estará nas ruas e o projeto funcional da linha está concluído. Prevemos o início das obras para janeiro.
É possível que o trem esteja rodando em dezembro de 2010 num primeiro trecho", prevê o secretário adjunto de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, João Paulo de Jesus Lopez.A linha 17 não será como a de um metrô convencional.
A proposta é fazer um monotrilho suspenso em pilares.
As composições terão tração elétrica e sustentação sobre pneus.
A pista suspensa deverá ocupar o canteiro central de avenidas como a Jabaquara, Bandeirantes, Washington Luís, Roberto Marinho.
De acordo com Lopez, a definição pelo monotrilho levou em conta número menor de desapropriações.
O custo total do projeto é estimado em R$ 3,3 bilhões.
Foi solicitado ao governo federal financiamento de R$ 2,4 bilhões, por meio de recursos do Programa de Aceleração dos Crescimento (PAC) da Mobilidade.
"Também haverá participação da Prefeitura de São Paulo na terceira fase das obras, na região do Morumbi", disse Lopez.Para efeito de comparação, a Linha 4-Amarela do Metrô, que entrará em operação em 2010, tem custo de mais de R$ 3 bilhões.
Os 12,8 quilômetros de extensão entre a Vila Sônia e a Estação Luz são todos subterrâneos.
Na Linha 17-Ouro, as vias e estações deverão ser construídas a uma altura entre 12 e 15 metros. Para segurança dos passageiros durante o embarque, é prevista porta de plataforma em todas as estações.
Essas portas são feitas de vidro e se abrem simultaneamente com as portas dos trens.
A demanda prevista para as três fases juntas é de transportar 230 mil usuários por dia, segundo o Metrô.
A Linha 17-Ouro é o segundo projeto em monotrilho na capital.
O governo estadual também prevê a construção do Expresso Tiradentes entre a Vila Prudente e Cidade Tiradentes, na zona leste, nesse formato, num trecho de 22,3 quilômetros em vias elevadas.
Para o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unesp, Fernando Okimoto, a escolha pelo monotrilho deve levar em conta problemas a serem gerados com o elevado, como desvalorização de regiões e agressão à paisagem urbana.
"Pode-se resolver o problema do transporte e provocar um outro, urbanístico.
Veja o problema do Elevado (Minhocão), que tem ao lado unidades habitacionais ociosas porque ninguém consegue morar lá."

Fonte: Agencia Estado - 03/10/09

Dobradinha histórica pode acelerar modernização da infraestrutura

Copa 2014 e Olimpíada 2016 podem gerar investimentos de R$ 130 bilhões no Brasil
O Brasil conquistou hoje, em Copenhague (Dinamarca), uma dobradinha histórica com a escolha do Rio de Janeiro para sede das Olimpíadas de 2016.
O país será o quarto a sediar a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos consecutivamente, seguindo o exemplo de México (68-70), Alemanha Ocidental (72-74) e EUA (94-96).
Além disso, a vitória carioca é cercada de ineditismo, já que pela primeira vez uma Olimpíada será disputada em território brasileiro e sul-americano.
"Entre as dez maiores economias do mundo, somos os únicos que não sediaram a Olimpíada. Para os outros, será apenas mais uma Olimpíada, mas para nós será uma oportunidade sem igual.
O desafio do COI (Comitê Olímpico Internacional) é expandir os Jogos para novos lugares, de acender a pira olímpica em um país tropical", disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após o anúncio.
A campanha carioca usou como destaques a beleza visual, a hospitalidade, mas principalemente a rápida recuperação da economia brasileira frente à crise mundial.
Desbancou três finalistas de peso – Madri, Tóquio e Chicago – e reforçou, em sua apresentação ao Comitê Olímpico Internacional, que a competição deixaria um legado "real" para a cidade, principalmente nas questões de infraestrutura.
Investimentos e legadoSomando Copa e Olimpíada, os investimentos em infraestrutura podem chegar a R$ 130 bilhões.
Segundo cálculos da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base, apenas a preparação das doze cidades-sede do Mundial de 2014 movimentará R$ 100 bilhões, entre aportes privados e das três esferas estatais.
Entram na conta a construção e modernização de estádios, investimentos em mobilidade urbana (metrô, corredores de ônibus, estacionamentos, entre outros), ampliação e construção de portos e aeroportos, além de ações nas áreas de segurança, formação profissional e turismo.
Na preparação do Rio para as Olimpíadas de 2016, o Ministério do Esporte prevê investimentos de R$ 28,8 bilhões, entre aportes públicos e privados.
Os Jogos devem acelerar os projetos de modernização de hotéis, bares, restaurantes e pontos turísticos da cidade.
Dados do governo federal indicam que os jogos podem gerar até R$ 90 bilhões em renda, além de incentivar a criação de 120 mil empregos diretos e indiretos ao ano, entre 2009 e 2016, e cerca de 130 mil, entre 2017 e 2027.
Os estudos indicam, ainda, que 97% do investimento realizado para os jogos voltarão aos cofres públicos por meio de arrecadação de impostos.

Fonte: Portal da Copa 2014 - 02/10/09

Presidente do grupo Neoenergia anuncia que conta de luz vai baixar para os pernambucanos

O diretor presidente do Grupo Neoenergia, Marcelo Maia de Azevedo Corrêa, disse agora há pouco, na Assembléia Legislativa, em audiência pública promovida pela CPI das Tarifas de Energia Elétrica da Câmara Federal, que a conta de luz do Pernambucano deve cair cerca de 7%. A comissão foi criada para investigar a formação dos valores das contas de energia elétrica no país.
Segundo a Alepe, ficou acordado que a companhia fará a revisão das faturas dos consumidores que tiveram oscilação igual ou superior a dez por cento nos últimos seis meses.
No evento, parlamentares ressaltaram que a reunião significou a oportunidade de o povo pernambucano expor suas queixas contra a Celpe.
Para o deputado Sérgio Leite, o encontro possibilitou a oportunidade de expor nacionalmente os questionamentos de Pernambuco com relação à energia elétrica.
Antes dos trabalhos, o presidente da comissão, deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), atacava a empresa.
“Queremos saber por que a energia elétrica de Pernambuco é uma das mais caras do país.
Hoje, o Brasil tem a terceira energia mais cara do planeta e Pernambuco está entre as dez mais caras do país.
Em sete anos, (o valor da energia) subiu três vezes o IPCA e duas vezes o IGP-M.
Houve aumento de energia sem nenhuma justificativa.
Não vemos melhora do serviço e ainda há uma questão nebulosa da Termopernambuco (que é do mesmo dono da Celpe - o Grupo Neoenergia - e vende energia a ela).
Tem alguma coisa errada”, disse.

Fonte: Blog do Jamildo - 02/10/09

Impacto Econômico será de US$ 14 bi no País

Estudo sobre impacto econômico dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, encomendado pelo Ministério do Esporte, conclui que os investimentos públicos e privados e os gastos do Comitê Organizador para a realização dos Jogos provocarão efeitos multiplicadores amplos e diversificados na economia do País.
A estimativa de impacto no PIB do Brasil é de US$ 11 bilhões (R$ 22 bilhões) no período de 2009 a 2016, enquanto que no período de 2017 a 2027 será de US$ 13,5 bilhões (R$ 27 bilhões).
A análise, feita pela Fundação Instituto de Administração (FIA), tem como base de cálculo o valor de US$ 14,4 bilhões nominais (R$ 28,8 bilhões) estipulado no dossiê de candidatura do Rio. Esse total será distribuído da seguinte forma: US$ 2,8 bilhões (ou R$ 5,6 bilhões) para a estrutura do Comitê Organizador e U$ 11,6 bilhões (R$ 23,2 bilhões) em recursos públicos e privados para a infraestrutura necessária aos Jogos.
Para efeitos de cálculos do orçamento entregue pelo Rio ao Comitê Olímpico Internacional (COI), a candidatura brasileira adotou a paridade de US$ 1 igual a R$ 2.
O estudo aponta que a injeção de US$ 14,4 bilhões nominais (ou US$ 12 bilhões em valores de 2008) na realização dos Jogos Olímpicos vai gerar um multiplicador de produção de 4,26, o que proporcionará uma movimentação na economia brasileira de US$ 51,1 bilhões (R$ 102,2 bilhões em valores de 2008) no período de 2009 a 2027.
Isso significa que para cada dólar investido nos Jogos a iniciativa privada injetaria outros US$ 3,26 nas cadeias produtivas associadas ao evento.
No período de 2009 a 2016 o impacto na produção (Valor Bruto de Produção) do País será de US$ 24,6 bilhões (R$ 49,2 bilhões). Já no período de 2017 a 2027, será de US$ 26,5 bilhões (R$ 53 bilhões), sempre levando em conta os investimentos previstos de US$ 14,4 bilhões e a paridade de dois reais para um dólar.
Setores - Foram identificados 55 setores da economia que mais poderão se beneficiar com a realização do megaevento.
Entre eles, os setores com maior movimentação em virtude dos Jogos seriam: construção civil (10,5%), serviços imobiliários e aluguel (6,3%), serviços prestados a empresas (5,7%), petróleo e gás (5,1%), serviços de informação (5%) e transporte, armazenagem e correio (4,8%).

Fonte: Portal do Governo Brasileiro - 02/10/09

Para que servem órgãos como Ministério Público, IPHAN

Para tentar responder essa pergunta, darei um exemplo que considero relevante, o Ministério Público e o IPHAN, esses órgãos são responsáveis o primeiro pela guarda dos interesses da comunidade em geral e da nossa constituição, quando interesses maiores tentam de alguma maneira feri-la e o segundo pela guarda e recuperação de nosso patrimônio histórico e cultural, estas são funções muito importantes para nosso país que tem uma mania de não respeitar a leis existentes e um patrimônio histórico de enorme grandeza e riqueza.
Mas a casos que essa proteção excede até o bom senso, pois aniquila a vontade da iniciativa privada de participar de projetos onde ela seria vetor fundamental de uma melhoria de vida de várias pessoas e recuperação de áreas em nossas cidades que hoje estão completamente abandonadas pela incompetência do governo de provê-las das infra-estruturas necessárias a sua recuperação e revitalização.
O caso das torres que estão sendo construídas no Cais de Santa Rita é realmente emblemático, essa localidade esta a muitos anos completamente degradada pelo tempo e a falta de ação de nossa prefeitura ou por falta de dinheiro ou incompetência em buscar parcerias para melhora – la ou buscar uma nova função para a mesma e quando uma empresa privada se propõe a fazê-lo encontra as maiores dificuldades possíveis e imagináveis, me refiro ao caso das torres que a Moura Dubeux está construindo naquela localidade, é um verdadeiro absurdo o que esses dois órgãos o Ministério Público e o IPHAN estão fazendo desde o começo desta obra que é o marco da recuperação daquela área tão degradada e que necessita tanto de iniciativas como esta para reviver, e com o argumento que elas são muito altas e vão mudar a paisagem degradada ali existente e prejudicar a visibilidade de pessoas que vem a nossa cidade pelo mar de edifícios históricos existentes a pelo menos um quilômetro de distância daquela área e pior ainda edifícios estes que estão completamente degradados e necessitando urgentemente de recuperação e que o IPHAN em vez de lutar contra a iniciativa privada deveria estar tentando parcerias com a mesma para recuperação destes mesmos prédios que ela quer proteger.
Desta ação deste órgãos neste caso posso tirar duas conclusões possíveis ou esses órgãos são incompetentes em vislumbrar o futuro de uma ação tão importante para uma determinada área no caso o Cais de Santa Rita ou é uma forma de aparecer na mídia para tentar desviar a opinião pública querendo dizer que esta fazendo alguma coisa , pois na realidade não cumprem com eficiência as funções que deveriam realizar.
Digo isto pois além desta área temos também outra área que é o Recife Antigo que esta entregue a própria sorte se deteriorando e tenho informações que o IPHAN é um dos grandes responsáveis por esta situação, pois coloca exigências descabidas para reformas daqueles imóveis e a demora para aprovação dos projetos é um calvário para a iniciativa privada o que desestimula a mesma em assumir um papel de parceiro na recuperação destas áreas tão lindas de nossa cidade e que deveriam ter um papel de atração de turistas e com isso gerando empregos para nosso povo tão carente e tão necessitado, que nossas instituições trabalhem de forma coerente, com eficiência e com visão de curto, médio e longo prazo e se associar a iniciativa privada neste mutirão de recuperação de nossa cidade tão linda e tão maltratada pelo tempo e a falta de ação dos entes que deveriam ser responsáveis pela sua manutenção.
Levando em conta essas questões acima elencadas proponho que o bom senso prevaleça e que esses órgãos revejam suas formas de agir, em ser parceiros da comunidade e da iniciativa privada e que busquem soluções que incentivem a participação deste entes tão importantes na recuperação de espaços hoje degradados e que poderiam ser vetores de desenvolvimento e criadores potênciais de novas oportunidades de trabalho para nossa população.

Por Augusto Cesar Sabóia Petit Fontes
Editor do Blog das PPPs

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