Caro e delicioso: o sorvete que você pode amar em Casa Forte

O gelato pequeno da sorveteria Bellucci. Foto: Maria Carolina Santos/PorAqui

Um lugar que, se você estiver disposto a pagar um dinheirinho a mais, você “pode” conhecer. E, se você for lá, vai gostar que só: é a Gelateria Bellucci, que abriu há algumas semanas em um belíssimo casarão na Praça de Casa Forte.O primeiro impacto desta nova sorveteria é a estrutura e a beleza. O casarão foi decorado com cores pasteis e madeira, deixando o amplo ambiente bem agradável. (Ah, primeira coisa: não faça como eu e tente entrar pela varanda, é fechada).

O segundo vem como um sabor amargo: os preços. Bem, a gente sabe que uma sorveteria tão bonita, em um lugar tão privilegiado não ia ser barato. Então, lamentamos baixinho os R$ 13 por um potinho de sorvete – são 120ml, com dois sabores. O médio tem 160ml (R$ 15, até 3 sabores) e o grande 190ml (R$18, até 3 sabores).

O terceiro impacto é o melhor e faz muita coisa mudar: o sabor e a textura são simplesmente incríveis. Depois de provar o sorvete, você (no caso, claro, euzinha) já está justificando o preço cobrado (“é um preço parecido com um Bacio di latte, uma Gelato & Grano – melhor sorveteria do mundo, em Jericoacoara -, um Ben & Jerry…”) e se arrependendo de ter ‘peringado’ R$ 2 e não ter ido no copinho médio.

Sabores diversos

A Bellucci surgiu em Fortaleza, criada pelo casal italiano Afra Colodette e Andrea Bellucci, onde conta com duas lojas. O sabor mais vendido é o de pistache. E foi esse que pedi, jogando fácil no segundo sabor com um chocolate com nozes. São sorvetes cheios de pedacinhos, com dulçura na medida certa e muito sabor dos ingredientes principais – como um bom gelato deve ser.

Sorveteria Bellucci em Casa Forte. Foto: Maria Carolina Santos/PorAqui

Além dos gelatos italianos, a casa tem opções diferenciadas. Os veganos (como o de morango fresco) e os adoçados com xylitol saem por mais R$ 4. A calda de chocolate – que recebeu o irresistível nome de “torneira de chocolate” – sai por mais R$ 2. Há picolés (ops, steccos!) também (lindos!) que custam R$ 10 e R$ 12 (com cobertura).

Uma placa no balcão diz que o sabor “Caramello al flor de sale del gusto cearense” (imagina pedir pelo nome completo!) foi finalista nacional no concurso Gelato Festival, ficando em segundo lugar. Infelizmente, estava em falta quando fui. Mais um motivo para voltar.

Gelateria Bellucci
📌 Praça de Casa Forte, 426, Casa Forte. Recife – PE
⏰ Terça-feira a quinta: 12h às 23h; Sexta e sábado: 12h às 00h; Domingo: 12h às 22h30.
📞 (o81) 3877-7290

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Livraria Módulo está de volta com mais opções e quase no mesmo lugar no Recife

Livraria Módulo agora funciona na mesma casa da Infohouse. Foto: Maria Carolina Santos/PorAqui

Depois de 23 anos na Avenida Dezessete de Agosto, em Parnamirim, a Livraria Módulo fechou as portas em março. Mas a boa notícia é que desde segunda-feira passada (09), uma nova Módulo reabriu, praticamente em frente a onde funcionava antes.

O espaço é menor, mas a loja está com mais opções: aumentou a área de brinquedos, está com produtos da marca Uatt? (decoração e presentes) e em breve vai contar também com um café.

O empreendimento mantém o nome, mas é uma nova empresa. Porém, na mesma família: a filha do antigo proprietário, Mônica Braga, e o marido dela, Sílvio Braga, compraram o nome da livraria. Todos os funcionários da nova Módulo eram também da antiga equipe. “Somos uma empresa familiar. A Módulo passou muitos anos nesta região e é uma referência”, diz Sílvio.

A livraria teve que deixar o antigo endereço por conta do aluguel do prédio (que ainda se encontra para alugar), que havia ficado caro para a operação da loja. A ideia era reabrir rapidamente em outro local, mas não foi fácil arranjar um imóvel na área. “Queríamos um lugar bem perto de onde a Módulo estava há tantos anos”, conta Sílvio.

Duas lojas na mesma casa

A solução foi encontrada dentro da Infohouse, do outro lado da rua: a loja de informática foi dividida em duas, com uma parede de vidro. Uma parte continua sendo a Infohouse e a outra metade é a Módulo.

A solução parece boa não só para os comerciantes, mas também para os consumidores, que encontram vários produtos literalmente na porta ao lado. Na Módulo, além da arte de papelaria e produtos da Uatt?, continua a gráfica, com xerox, impressão e produtos personalizados, como lembrancinhas de festas, porta-guardanapos, topos de bolos,  convites – e o ótimo atendimento que ajudou a fazer o nome da livraria.

A expectativa é de que o café, que vai ficar nos fundos da loja, comece a funcionar no começo de agosto. “Não vamos ter uma cozinha, mas vamos servir cafés, salgados de forno e doces”, adianta Silvio.

Livraria Módulo
📌 Avenida Dezessete de Agosto, 76, Parnamirim. Recife – PE
⏰ Segunda-feira a sábado: 9h às 19h.
📞 (081) 3132-9797

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Corpo de Bombeiros de Pernambuco constrói quartel com custo cinco vezes menor

No exterior, eles são utilizados como alternativa sustentável e de baixo custo na construção de residências e hotéis em vários países.

A novidade por aqui é que os contêineres marítimos customizados são a base da estrutura do quartel do Corpo de Bombeiros Militar que será inaugurado na próxima segunda-feira (23) em Carpina, na Zona da Mata Norte de Pernambuco.

A unidade começou a funcionar em regime experimental nesta-quarta-feira (18).

A construção da unidade é uma iniciativa do governo do Estado em parceria com a Prefeitura de Carpina, que doou o terreno e também ficou responsável pelas obras de pavimentação e saneamento, além da instalação de internet e telefone.

Este é o primeiro quartel do Pernambuco a ser construído com contêineres. Outros projetos estão previstos para Arcoverde e Goiana. Com a customização, os contêineres receberam piso, revestimento térmico no teto e paredes, além de serem equipamentos com ar condicionados. “Os módulos habitáveis oferecem o mesmo conforto que os cômodos de alvenaria”, afirma Manoel Ferreira, diretor da Agemar Empreendimentos, empresa responsável pela adaptação dos contêineres.

Foram investidos na instalação do quartel R$ 600 mil.

“Se fosse construído de forma convencional, o custo seria de R$ 3 milhões, afirma o comandante do 7º Grupamento de Bombeiros, o tenente-coronel Edson Marconni.

“Com o valor de um quartel construído em alvenaria, nós podemos instalar cinco quarteis de contêineres”, ressalta.

Além disso, ele destaca que a obra ficou pronta em apenas dois meses. Se fosse construída com concreto e tijolo, o tempo da obra seria de dois anos.

Com capacidade para um efetivo de 25 bombeiros militares, a unidade dispõe oito módulos que funcionarão como escritórios, alojamentos, refeitório, banheiros e área de lazer.

Com a instalação do quartel, além de contar com uma unidade para assistência em operações de resgate, salvamento e combate a incêndio, a população de Carpina e de mais 18 municípios da região não precisará mais se deslocar até o Recife a fim de ter acesso a atividades técnicas como a emissão de laudos para regularização de projetos a serem implantados nos municípios.

“Econômico e ambientalmente correto, os contêineres customizados são alternativas já testadas e aprovadas tanto na construção de habitações, como de escritórios ou espaços comerciais no âmbito da arquitetura sustentável”, informam os donos da tecnologia.

Em Pernambuco, esses módulos habitáveis podem se encontrados em lojas, fast foods, em canteiro de obras e em estação de passageiros, como a do aeroporto de Serra Talhada.

No exterior, os contêineres já são utilizados em escala bem maior.

O projeto mais famoso é a “Container City”, um centro empresarial construído em Londres em 2001 e depois ampliado com a implantação do Container City II. Esse projeto inspirou outras iniciativas pelo mundo em cidades como México a Amsterdam.


Fundação Joaquim Nabuco celebra 70 anos em Pernambuco

A ocasião também comemora os 40 anos do Museu Homem do Nordeste


Fundação Joaquim Nabuco
Foto: Divulgação

A Fundação Joaquim Nabuco celebra, terça-feira (24), às 9h, em Casa Forte, os seus 70 anos de fundação e os 40 anos do Museu do Homem do Nordeste.

Na ocasião, será assinado o termo de doação do acervo de Joaquim Nabuco à Fundaj. O bisneto do abolicionista, Pedro Nabuco, representa a família no evento.

Na ocasião, será assinado o termo de doação do acervo de Joaquim Nabuco à Fundaj – Crédito: Divulgação


Recife ganha filial de empresa que oferece tecnologia para setor hoteleiro

Sediada em Curitiba, a Vega I.T promete, entre outros serviços, melhorar o rankeamento de hotéis no TripAdvisor, plataforma de recomendações de serviços turísticos


Quincozes: ‘Recife será nosso ponto de apoio no Nordeste’
Foto: Divulgação

Os hotéis pernambucanos agora podem entrar com mais facilidade no ambiente digital. É que a Vega I.T, empresa de tecnologia voltada ao setor de hospitalidade, está se instalando no Estado. Com um investimento de R$ 2 milhões, a empresa quer atingir pelo menos 70 empreendimentos locais com sistemas de gerenciamento de internet e técnicas de marketing digital que prometem até elevar a avaliação dos hotéis no TripAdvisor – site de viagens que oferece avaliações de destinos e estabelecimentos turísticos.

“Somos a única empresa sediada na América Latina que tem parceria com o TripAdvisor através do selo Review Collection Partner, que nos permite ler e gravar informações diretamente no site. E isso faz com que os hotéis parceiros consigam subir no rankeamento do TripAdvisor, conquistando maior visibilidade e mais negócios”, conta o diretor executivo da Vega I.T, Matheus Quincozes, explicando que a empresa coloca no portal de avaliações turísticas as informações colhidas com os hóspedes em uma pesquisa de satisfação.

“Depois do check-out, nós enviamos a pesquisa para o e-mail ou o celular dos hóspedes. No fim, perguntamos se eles concordam em enviar o resumo desta avaliação para o TripAdvisor. Se concordarem, nós mesmos inserimos os dados no site”, detalha, dizendo que essas informações também são repassadas para o hotel, para que possíveis queixas sejam solucionadas pelos estabelecimentos.

Além disso, a Vega I.T. oferece facilidades tecnológicas que se propõem a aperfeiçoar a experiência digital nos hotéis – algo que pode melhorar a avaliação do cliente sobre esse estabelecimento, repercutindo também no ranking do TripAdvisor. “Podemos fazer o gerenciamento de toda a internet do hotel; instalar televisões interativas no quarto, para que os hóspedes possam pedir serviço de quarto, ver sua fatura e até explorar dicas de passeio através da TV; e também campanhas de marketing digital”, conta o executivo. “Já estamos em 15 hotéis no Estado, mas estamos em negociação com mais 30 e nossa meta é virar o ano com mais de 70 hotéis só em Pernambuco”.

Para alcançar esse objetivo, a Vega I.T. está abrindo uma filial no Recife. É o primeiro escritório da empresa fora da sua cidade-natal (Curitiba). Por isso, receberá investimentos de R$ 2 milhões nos próximos 12 meses. “A parte de desenvolvimento continua em Curitiba, mas agora nós passamos a ter uma parte comercial, que também faz o atendimento ao cliente e o suporte técnico, no Recife”, explica o executivo, dizendo que esse escritório será responsável pelo atendimento de todo o Nordeste. A ideia é usar o Recife como ponto de apoio para a região, que, nas estimativas da Vega I.T., deve movimentar até R$ 20 milhões na empresa nos próximos anos, o que representa um incremento de 20% no faturamento do negócio.


Plano pretende tornar Noronha o primeiro distrito carbono zero no país até 2030

Neutralizar as emissões de carbono significa compensar todos os lançamentos numa espécie de balança ecológica

Por: Anamaria Nascimento

Ilha, que recebe cerca de 95 mil turistas por ano, precisa lidar com desafios ambientais. Foto: Paulo Paiva/DP.

Fernando de Noronha pode se tornar referência nacional em sustentabilidade ao se tornar o primeiro distrito com carbono zero do país. Lançado em 2013, com previsão para cumprir a meta em cinco anos, ou seja, em 2018, o projeto ganhou novo prazo: 2030. Até lá, o governo do estado deve procurar empresas que desenvolvam produtos e serviços voltados à economia de baixo carbono para os eixos de mobilidade, energia, resíduos, água, gestão sistêmica, educação, solo e urbanismo. A emissão de dióxido de carbono é a principal causa do aquecimento do planeta via efeito estufa.

Na prática, neutralizar as emissões de carbono significa compensar todos os lançamentos numa espécie de balança ecológica. Isto é, se Noronha queima X gases do efeito estufa, deverá compensar o desequilíbrio neutralizando os outros X presentes na atmosfera. Quando o projeto foi lançado, pesquisadores e autoridades de nove países participaram dos estudos e do lançamento das ações.

Além de precisar lidar com o descarte de resíduos sólidos em um território de 17 km2 por onde passam quase 95 mil turistas por ano, o principal desafio está relacionado às companhias aéreas. De acordo com o inventário de carbono de Noronha, 53% das emissões eram provenientes das viagens de avião. Entre as ações já realizadas estão a instalação de duas plantas solares com capacidade para gerar um megawatt – o equivalente a 10% da demanda de energia elétrica do arquipélago. A implantação do projeto-piloto das bicicletas elétricas compartilhadas e do primeiro veículo elétrico em carregamento de estação solar foram outras medidas. Foi fomentada ainda a criação de uma plataforma pernambucana para a produção de bioquerosene de aviação (BioQva), além da realização de campanha para o uso de combustível verde em voos entre Noronha e o Recife.

“Vamos ainda buscar atingir a meta de 100% do suprimento da energia de Fernando de Noronha a partir de fontes renováveis (solar, eólica, biomassa), fazendo com que a Usina Tubarão funcione apenas como back up (reserva estratégica)”, afirmou o secretário estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Carlos Cavalcanti.

Falta ainda implantar redes elétricas inteligentes, com sistema de informação integrado e estímulo à microgeração distribuída – principalmente energia solar -, com automação da rede, iluminação pública inteligente e abastecimento de veículos elétricos. “Estão previstas ainda a instalação de uma terceira Planta Solar com capacidade para gerar 1 Mw, sendo destinado a suprir a demanda para carregamento dos veículos elétricos, no modelo de compartilhamento, e a implementação do polo de tecnologias sustentáveis e de baixa emissão de carbono em Noronha”, pontuou Cavalcanti.

“Cabe destacar que os territórios insulares do planeta compõem mais de um terço dos países signatários do Acordo do Fórum de países Vulneráveis ao Clima que se comprometem a atingir 100% de energia renovável, anunciado na conferência COPP 22 (realizada em Marrakesh, no Marrocos, em 2016). A meta inicial do Programa Noronha Carbono Neutro, lançado em 2013, era de no prazo de cinco anos tornar o território neutro em emissões de carbono. Mas, diante das inúmeras dificuldades encontradas neste período, além da crise econômica e financeira pela qual passou e passa o Brasil, estima-se que a meta a ser alcançada seja em 2030”, explicou o secretário estadual de Meio Ambiente em Sustentabilidade.

Empresas e ONGs se unem pela precificação do CO2

Documento apresentado no evento será entregue ao Ministério da Fazenda. Foto: Cebds/Divulgação.

Líderes de empresas e organizações não-governamentais juntaram forças para pedir que o Brasil adote a precificação do carbono. Eles se reuniram no Encontro Internacional sobre Precificação de Carbono, promovido em São Paulo pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), a Embaixada da Alemanha no Brasil e o Instituto Clima e Sociedade (iCS).

Atualmente, 45 governos nacionais e 25 subnacionais, que correspondem a 20% do envio de CO2 para a atmosfera no mundo, usam a precificação como estratégia para diminuir a emissão dos gases de efeito estufa. Isso é feito por meio de um mercado regulatório ou por taxação da emissão. Por meio da precificação, reguladores podem criar mercados em que agentes interagem em negociações de compra e venda de direitos de emissão (licenças ou permissões). Já o tributo sobre as emissões equivale a um preço a ser pago por unidade de emissão – geralmente uma tonelada de CO2.

Países como México, Colômbia e Chile já cobram tributos de carbono de setores econômicos altamente emissores, como o energético. O Chile, por exemplo, arrecadou o equivalente a 193 milhões de dólares em imposto verde em 2017. “Para o Brasil, a precificação é fundamental. Até países como China e Índia, altamente poluentes, já estão adotando essa estratégia. Ao contrário de outros países temos uma vantagem, que é a matriz energética limpa”, ressaltou a presidente do CEBDS, Marina Grossi.

Neste mês, as entidades que participaram do encontro entregaram ao Ministério da Fazenda o estudo Precificação do carbono na indústria: Uma iniciativa estratégica. “Estamos propondo a adoção de um sistema de um projeto piloto, com entre três e cinco anos, como fez inicialmente a União Europeia”, informou o autor do documento, Ronaldo Seroa da Motta, professor da Uerj.

O coordenador-geral de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do Ministério da Fazenda, Aloísio Melo, garantiu que essas questões serão avaliadas. “Vamos testar alguns modelos e identificar o mais propício. Devemos ter essa definição em 2019”, disse.

Diario PE


Evento do Porto Digital discute uso da tecnologia no varejo

Empresas de tecnologia como In Loco Media e Neurotech vão apresentar soluções

CEO da In Loco Media, André Ferraz, vai apresentar nova forma de cobrança de campanha publicitária
Foto: Tato Racho/Acervo JC Imagem

Estratégias de tecnologia para o varejo serão discutidas, nesta quarta (18), em evento gratuito do Porto Digital chamado O Varejo Encontra o E-commerce, que será realizado no auditório do Centro de Artesanato de Pernambuco, no Bairro do Recife, das 14h às 18h. No evento, serão realizados workshops e palestras sobre o impacto das tecnologias no varejo e migração para o ambiente digital. A gigante do setor Magazine Luiza vai mostrar como funciona a plataforma de e-commerce, desde o marketing até o sistema de vendas. Para participar, é preciso se inscrever aqui.

Também participarão a In Loco Media, empresa especialista em anúncios mobile com uso de tecnologia de geolocalização de smartphones; a Neurotech, que faz a aplicação de inteligência artificial no mercado de crédito e seguro; e a Simples, que vai mostrar sua plataforma de e-commerce desenhada para o contexto móvel. Fecomércio e Sebrae também estão representados.
A In Loco Media vislumbra no evento uma oportunidade de negócio. O CEO da empresa, André Ferraz, vai apresentar o novo modelo de cobrança por campanhas publicitárias chamada Custo por Visita (CPV). Com a tecnologia de localização de smartphones precisa desenvolvida pela empresa pernambucana, é possível mensurar quantas pessoas foram a um estabelecimento físico após ver alguma propaganda feita pela In Loco Media e cobrar por visita, não por clique.

“Hoje em dia, cerca de 90% das vendas do varejo ainda são feitas em lojas físicas. A gente faz branding, conversões para sites na internet através de cliques em anúncios, mas o que a gente entendeu é que somos muito mais interessantes para gerar visitas físicas. Hoje, um ano após o lançamento, o CPV representa 50% do faturamento”, afirma o executivo de relações públicas, Carlos Macêdo. Por meio de parcerias com outros aplicativos, a In Loco consegue atingir mais de 60 milhões de pessoas no Brasil e está iniciando a operação nos Estados Unidos, onde já chegou a 10 milhões de usuários.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Já a Neurotech vai mostrar como o varejo pode utilizar a Inteligência Artificial para impulsionar as vendas tanto no campo físico quanto digital. “A inteligência artificial já é uma realidade no nosso dia a dia. Há milhares de aplicações, principalmente a transformação da experiência do usuário, para entregar um atendimento personalizado. A Neurotech também ajuda na parte de previsão de demanda, precificação e logística”, explica Rodrigo Cunha, sócio da Neurotech.

Na empresa, o varejo corresponde entre 30 a 35% dos clientes. A expectativa da empresa é de ultrapassar os R$ 40 milhões de faturamento este ano.

JC Economia


Sebrae-PE transfere seus cursos para o bairro do Derby

Por causa de reforma interna, todas as capacitações de formação empreendedora da instituição serão ministradas temporariamente na Interdata

O Centro de Educação Empresarial (CEE) do Sebrae-PE está passando por uma reforma que o transformará em um novo ambiente de inovação para empreendedores, o Sebrae Lab. Até o final do processo, todas as capacitações realizadas na sede da instituição foram transferidas, temporariamente, para a Interdata, que fica no bairro do Derby.

O novo formato do centro, que contará com estrutura mais tecnológica e atualizada às atuais demandas do mercado, presará por uma formação fora dos padrões, abrindo espaço para um aprendizado mais difuso, eficiente e assertivo. “O espaço será totalmente reformulado, não haverá mais salas de aula, mas espaços de interação. Haverá, por exemplo, laboratórios para prototipação de produtos e modelos de negócios, além de cafés, que serão espaços de debates e discussões”, conta Thiago Suruagy, gerente do CEE.

A intenção de transformar o CEE no Sebrae Lab surgiu para tentar conectar os empreendedores atendidos pelo Sebrae-PE às startups e às empresas inovadoras que existem em Pernambuco, aproximando os negócios tradicionais da inovação às novas ferramentas tecnológicas. “Quem não colocar a inovação em prática não vai mais ser eficiente, vai ter um custo altíssimo e não vai conseguir concorrer no mercado. Por isso, o papel do Sebrae Lab será desenvolver negócios de qualquer segmento, utilizando a inovação, seja ela tecnológica ou não”, pontua Suruagy.

Alguns atendimentos coletivos continuam na sala de capacitação do Bloco A, na sede do Sebrae, na Ilha do Retiro. Mas palestra para MEI; orientação coletiva sobre crédito; orientação coletiva Sebraetec; palestra para potencial empresário, nos turnos da manhã e tarde; palestra do Começar Bem, no turno da noite, ocorrerão todas na Interdata. Como os demais prédios do Sebrae continuam funcionando normalmente, o empreendedor pode tirar dúvidas e saber onde deve buscar capacitações específicas por meio do telefone 0800 570 0800.

SERVIÇO

Sebrae na Interdata

Endereço: Av. Gov. Carlos de Lima Cavalcanti, 100 – Derby

Outras informações: 0800 570 0800 ou loja.pe.sebrae.com.br/loja


Roberto Tavares tem mandato prorrogado na presidência da Aesbe

O presidente da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento-Aesbe, o pernambucano Roberto Tavares, foi reconduzido a liderança da entidade, que representa 25 companhias estaduais de saneamento. A eleição foi realizada, hoje (18), na sede da entidade em Brasília, durante a Assembleia Geral da associação, que decidiu estender o mandato do atual presidente, que já lidera a entidade por duas gestões consecutivas.

Roberto Tavares, que também é presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), teve o seu nome aclamado por unanimidade para gerir a Aesbe até março de 2019. “Sinto-me muito honrado por continuar presidindo a Aesbe e sei da responsabilidade de conduzir a instituição nesse difícil momento do Saneamento no país.

Eu espero que, nesta reta final, possamos ficar cada vez mais unidos, principalmente neste cenário atual preocupante, onde temos uma Medida Provisória que pode desestruturar totalmente o setor. Vamos unir esforços em defesa do saneamento”, enfatizou Tavares.

A Assembleia elegeu ainda três novos vice-presidentes, sendo eles: Rogério Cedraz (Embasa/BA), Karla Bertocco (Sabesp /SP) e Jorge Luis Costa Melo (Corsan/RS), referentes às regiões Nordeste II, Sudeste e Sul, respectivamente. De acordo com o Estatuto, o presidente da Aesbe tem a prerrogativa de escolher o líder para ocupar o cargo de vice-presidente, função que será assumida por Karla Bertocco, da Sabesp, a Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo.


Sebrae-PE oferece capacitações e serviços gratuitos no município de Tamandaré

O Circuito Sebrae do Empreendedor acontece entre os dias 24 e 25 de julho

Nos dias 24 e 25 de julho, o município de Tamandaré recebe o Circuito Sebrae do Empreendedor. Realizado pela Unidade Mata Sul do Sebrae, com o apoio da Praias de Carneiros e da Prefeitura de Tamandaré, a ação oferece gratuitamente uma série de oficinas, palestras e serviços para os potenciais empresários e os empreendedores já formalizados da região. As inscrições podem ser realizadas no Forte Santo Inácio, local das capacitações, mediante a apresentação do CNPJ ou CPF.

No primeiro dia, os interessados participarão de oficinas sobre como empreender e como vender em tempos de crise, além de palestras com os temas: Formalização do MEI e Orientação para Crédito. Já no dia 25, serão oferecidas oficinas sobre como planejar um negócio, como formar preço, como vender pela internet e como controlar as finanças.

Paralelo às capacitações, o Sebrae disponibilizará profissionais para realizarem atendimento empresarial, consultorias de aconselhamento e orientação técnica. Serviços como a formalização, emissão de DAS e parcelamento também serão oferecidos gratuitamente. De acordo com a analista do Sebrae, Flávia Pepe, essa é uma ótima oportunidade oferecida na região. “A ideia é fazer bastante movimentação nesses dois dias para que os empresários e potenciais empresários do município conheçam os serviços e possam se capacitar para gerir melhor os seus negócios”, comenta. A próxima cidade a receber o circuito é Amaraji nos dias 31 de julho e 1ª de agosto.

Programação

24 de julho

Das 14h às 20h – Atendimento empresarial, formalização, consultoria de aconselhamento e orientação técnica

Das 14h às 18h – Oficina Como Ser Empreendedor

Das 14h às 18h – Oficina Como Vender em Tempos de Crise

Das 19h às 21h – Palestra de Formalização do MEI

Das 19h às 21h – Palestra Orientação para Crédito

25 de julho

Das 10h às 20h – Atendimento empresarial, formalização, consultoria de aconselhamento e orientação técnica

Das 14h às 18h – Oficina Como Planejar Bem o seu Negócio

Das 14h às 18h – Oficina Como Formar o Preço de Venda

Das 18h às 22h – Oficina Como Vender pela Internet

Das 18h às 22h – Oficina Como Controlar as Finanças

SERVIÇO

Circuito Sebrae do Empreendedor em Tamandaré

Data: 24 e 25 de julho

Local: Forte Santo Inácio – Avenida Leopoldo Lins, s/n, Centro – Tamandaré/PE

Inscrições: Gratuitas no local do evento com apresentação do CNPJ ou CPF

Informações: (81) 3676-1969


ASSAÍ É O NOVO TITLE SPONSOR DO BRASILEIRÃO

O Brasileirão retorna da parada para a Copa do Mundo com novo nome, o principal campeonato de futebol do País passa a se chamar Brasileirão Assaí – Série A 2018. A parceria entre o Assaí Atacadista e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é válida até o fim de 2019, com possibilidade de prorrogação. A marca do Assaí Atacadista passa a ser associada à logomarca do Brasileirão na divulgação de conteúdos oficiais e nas propriedades comerciais da competição.

O Assaí já tinha entrado no mundo do futebol ao ser um dos patrocinadores das duas últimas edições do Campeonato Paulista e, agora, expande sua marca para todo o Brasil. “Toda a comunicação do Assaí é pensada a partir do mote ‘estar com você é o nosso negócio’ e acreditamos que estar no Brasileirão segue em linha com esse posicionamento. O Assaí vem em uma forte rota de expansão, aumentando cada vez mais a sua presença no País e ser a principal marca do maior campeonato de futebol do Brasil nos torna ainda mais presentes na vida dos nossos clientes”, comenta Marly Lopes, Diretora de Marketing do Assaí Atacadista.

No acordo firmado com a CBF, o Assaí terá direito à exposição da marca no pórtico de apresentação dos times nos jogos, na placa central do gramado e nas placas no escanteio. A parceria permite, ainda, que o Assaí realize ativações com o público e em suas lojas, o que ainda está em negociação.

Sobre o Assaí Atacadista

O Assaí Atacadista possui 130 unidades em 18 estados (AL, AM, BA, CE, DF, GO, MG, MS, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, SE, SP). Negócio de atacado do GPA, a rede opera com o formato Cash&Carry, conhecido como atacado de autosserviço, e está em plena expansão. Em 2017, a rede inaugurou 20 novas unidades no Brasil e fechou o ano com vendas brutas de R$ 20,1 bilhões, expansão de 28% em relação ao ano anterior.


Camará Shopping promove Oficina de Slimes

De 21 a 31 de julho, o Camará Shopping, em Camaragibe, promove uma divertida Oficina de Slimes. Os pais podem até não saber do que se trata, mas é só perguntar a qualquer criança e ela vai dizer rapidinho.

O slime virou febre no mundo inteiro. A brincadeira consiste em modelar, colorir e decorar uma massinha extremamente flexível, que promove uma sensação tátil indescritível. A atividade é extremamente relaxante, não só para quem está com a mão na massa, mas também para aqueles que apenas observam. As substâncias são antialérgicas.

Durante a atividade, crianças e adolescentes (04 a 12 anos) irão aprender a criar seu próprio slime, escolhendo cores, brilhos e até a consistência. Monitores irão ajudar nas tarefas. O som produzido no manuseio é divertido e também faz parte da brincadeira.

A diversão tem duração de 60 minutos e custa a partir de R$ 15,00. O participante poderá levar para casa a sua massinha e para os que quiserem continuar a animação em casa, o espaço irá disponibilizar a venda de slimes avulsos e kits para produção de forma doméstica. A Oficina de Slime está localizada no piso L2, em frente à loja Renner.


Marco Camarotti recebe “Espera o outono, Alice” neste fim de semana no Recife

Abordando as perdas do dia a dia, a montagem pode ser conferida no sábado (21/7), 20h, e domingo (22/7), às 18h

O Amaré Grupo de Teatro leva para o palco do Teatro Marco Camarotti o espetáculo “Espera o outono, Alice” neste fim de semana. Dirigida por Quiercles Santana e Analice Croccia, a montagem fala sobre as pequenas mortes do dia a dia e pode ser conferida neste sábado (21/7), 20h, e no domingo (22/7), às 18h. Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15 (comerciário, dependente e meia).

Com duração de 60 minutos, as cenas retratam a saudade e a pulsão da vida que persiste em existir apesar das quedas. Quatro atores se revezam na representação dos personagens que convivem com ela e da própria Alice. O elenco é formado por Natali Assunção, Isabelle Barros, Micheli Arantes e Gustavo Soares. A classificação indicativa é de 14 anos.

O GRUPO – O AMARÉ Grupo de Teatro surgiu em 2014 e tem mais um espetáculo em seu repertório, intitulado Amar é Crime, baseado em um livro homônimo do escritor pernambucano Marcelino Freire. Esta montagem realizou duas temporadas no ano de 2016.

FICHA TÉCNICA

Encenação: Analice Croccia e Quiercles Santana
Elenco: Gustavo Soares, Isabelle Barros, Micheli Arantes e Natali Assunção
Texto: Analice Croccia, Quiercles Santana e AMARÉ Grupo de Teatro, com trechos de Marla de Queiroz, Pedro Bomba, Carl Sagan, Felipe André
Iluminação: Natalie Revorêdo
Figurino e cenografia: Micheli Arantes e Analice Croccia
Operação de áudio: Paulo César Freire
Narração: Paulo César Freire, Íris Campos e Paulo de Pontes
Pesquisa musical e produção: AMARÉ Grupo de Teatro

Sesc – O Serviço Social do Comércio (Sesc) foi criado em 1946. Em Pernambuco, iniciou suas atividades em 1947. Oferece para os funcionários do comércio de bens, serviços e turismo, bem como para o público geral, a preços módicos ou gratuitamente, atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, recreação, esporte, turismo e assistência social. Atualmente, existem 19 unidades do Sesc do Litoral ao Sertão do estado, incluindo dois hotéis, em Garanhuns e Triunfo. Essas unidades dispõem de escolas, equipamentos culturais (como teatros e galerias de arte), restaurantes, academias, quadras poliesportivas, campos de futebol, entre outros espaços e projetos. Para conhecer cada unidade, os projetos ou acessar a programação do mês do Sesc em Pernambuco, basta acessar www.sescpe.org.br.

Serviço:

Espetáculo Espera o outono, Alice

Data: no sábado (21/7), às 20h, e no domingo (22/7), às 18h

Ingresso: R$ 30 e R$ 15 (comerciário, dependente e meia)

Informações: (81) 3216.1728


Prova do concurso público da Compesa será aplicada neste domingo (22)

Vagas mais concorridas são de nível médio e com lotação em unidades do interior

A prova do concurso público da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) será aplicada neste domingo, dia 22 de julho, no Recife. A disputa ocorrerá por meio de prova escrita objetiva tanto para as vagas de nível superior quanto para as vagas de nível médio e médio técnico. Os concorrentes às vagas de nível superior realizarão a prova das 8h às 12 horas (horário oficial do Recife). Para nível médio e médio técnico, os concorrentes terão o período das 14h30 às 18h30 para fazer a prova. Os candidatos podem consultar os locais de prova acessando o site da organizadora do concurso, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) – http://fgvprojetos.fgv.br/concursos/compesa2018. Também está disponível no site a relação completa de candidatos por vaga para todas as especialidades ofertadas. O concurso é realizado para o preenchimento de 63 vagas, das quais 14 são reservadas para pessoas com deficiência.

O concurso público da Compesa 2018 tem quase 29,5 mil pessoas inscritas, número que superou os dois últimos certames realizados pela companhia nos anos de 2016 e 2014 que registraram cerca de 11,1 mil e 15 mil inscrições, respectivamente. As vagas mais concorridas são nível médio, mais especificamente para o cargo de Assistente de Saneamento e Gestão – Assistente de Gestão e Serviços Comerciais com lotação no interior do Estado, cada unidade com uma única vaga ofertada: Caruaru, Garanhuns, Paudalho e Vitória de Santo Antão. A vaga mais concorrida do concurso público é a ofertada para Caruaru com 1.684 candidatos na disputa, seguida pela de Paudalho com 1.168 candidatos por vaga, e a de Garanhuns com a proporção de 1.024 candidatos por vaga.

Das vagas que exigem nível superior, a especialidade mais concorrida foi a de Analista de Gestão – Administrador com 661 candidatos por vaga. O segundo emprego mais disputado foi de Analista de Saneamento – Engenheiro Civil com 342 candidatos por vaga, seguido pelo de Analista de Saneamento – Engenheiro Químico com 310 candidatos por vaga. Para mais informações ou dúvidas, a FGV disponibilizou o telefone 0800 2834628 e o e-mail concursocompesa2018@fgv.br.

Os salários para as vagas disponibilizadas variam de R$ 1.442,36 a R$ 6.743,28. Além da remuneração inicial, os empregados da Compesa recebem os benefícios de vale-alimentação ou refeição (R$ 704,00), auxílio-educação e plano de saúde, plano odontológico (empregado e dependentes) e previdência privada – sendo estes três últimos benefícios opcionais. Os contratados serão submetidos ao regime jurídico estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e prevê o cumprimento da carga horária de 200 horas, por mês. O prazo de vigência do concurso será o período de um ano, sendo prorrogável por mais um ano. As primeiras contratações estão previstas para o ano de 2019.


E-book sobre comércio eletrônico e moda é lançado em Santa Cruz do Capibaribe. Baixe aqui!

Foto: Reprodução

Cidade-mãe do polo de confecções de Pernambuco, Santa Cruz do Capibaribe intensifica esforços no fomento das vendas via internet. Uma das ações é o lançamento do e-book “Feira Digital”, conteúdo em formato ideal para ser lido em poucos minutos no celular. Nele o leitor vai encontrar dados interessantes do comércio eletrônico de moda no mundo, no Brasil e em Santa Cruz do Capibaribe-PE.

O comércio eletrônico é um dos desafios estratégicos do Polo de Confecções. É fundamental entender [e atender] as demandas do consumidor digital e tornar o comércio eletrônico mais um importante canal de vendas do ambiente de negócios do polo.

Um dos sucessos de Santa Cruz do Capibaribe é o acúmulo de diversos canais de vendas estratégicos. O e-book “Feira Digital” tem como propósito estimular os empreendedores de Santa Cruz e do polo a dominar e ativar o comércio eletrônico como mais um importante canal de vendas.

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Museus em busca da sustentabilidade em Pernambuco

Há duas décadas, alguns dos museus mais relevantes de Pernambuco nem sequer existiam. Os mais tradicionais, mesmo com acervos impor..”

Gilberto Freyre Neto é coordenador de projetos da Fundação Gilberto Freyre e membro do conselho curador do Museu do Estado (Mepe). Foto: Tom Cabral

*Por Rafael Dantas

Há duas décadas, alguns dos museus mais relevantes de Pernambuco nem sequer existiam. Os mais tradicionais, mesmo com acervos importantes, contavam com poucas tecnologias embarcadas e público reduzido. Também não havia formação específica de profissionais para a área. Um cenário que mudou bastante. A abertura do Instituto Ricardo Brennand (IRB), que já recebeu quase 2,7 milhões de pessoas, dos inovadores Cais do Sertão e Paço do Frevo e a criação do bacharelado em museologia da UFPE são algumas das estruturas que fizeram a diferença e contribuíram para qualificar o setor. Apesar dos avanços, os especialistas ressaltam que os desafios para atrair visitantes, para usar ferramentas digitais e obter sustentabilidade financeira ainda estão longe de ser superados.

Num cadastro realizado pelo Ibra (Instituto Brasileiro de Museus) em 2015 foram mapeadas 117 instituições em Pernambuco. De acordo com a museóloga e mestre em antropologia Regina Batista, a maioria está localizada na Região Metropolitana do Recife ou na Zona da Mata. “O cenário museológico de Pernambuco cresceu muito em número de instituições, em quadro de profissionais qualificados e em visitação. Hoje estamos bem-dotados de acervos históricos, mas ainda há muita coisa para, de fato, mostrar a representatividade de Pernambuco”, analisa Regina. A museóloga atua em dois novos projetos: a implantação de um museu em Triunfo, que contará a história e costumes da cidade, e a elaboração de estudos para um espaço museológico comunitário na Ilha de Deus, no Recife.

Há que se considerar também os conjuntos arquitetônicos do Recife Antigo e de Igarassu. “São verdadeiros museus a céu aberto que possuem material suficiente para um dia inteiro de visitação”, destaca Gilberto Freyre Neto, coordenador de projetos da Fundação Gilberto Freyre e membro do conselho curador do Museu do Estado (Mepe). Ele aponta ainda acervos ricos, mas pouco conhecidos do público em espaços tradicionais como o próprio Mepe. Instituições menores, como o Cícero Dias, em Escada, que guarda parte das obras do artista plástico, estão ainda mais distantes do olhar dos pernambucanos.

Embora tenha crescido o número de visitantes, o patamar ainda não é o ideal na maioria das instituições. Segundo Regina Batista, os indicadores de público em Pernambuco não se comparam aos da Europa e dos Estados Unidos. E aponta fortalecimento do setor como um dos pilares para o crescimento do turismo local. “O Estado tem um litoral lindo. Mas praia e água de coco não mostram a identidade de um povo. Os turistas sentem a necessidade de um mergulho na história, cultura e costumes locais. E os museus são os espaços que cumprem esse papel no suporte ao turismo e ao entretenimento”, afirma a consultora.

Poucos museus pernambucanos, segundo Freyre Neto, conseguem cumprir com eficiência seus três papéis básicos. “O primeiro é a preservação do acervo. O segundo é educação e o terceiro está relacionado à pesquisa das suas coleções. A primeira razão de sua existência é guardar, a segunda é transformar em conhecimento e a terceira é descobrir porque as coisas estão daquele jeito”.

A falta de recursos, problema enfrentado por instituições em todo o mundo, faz com que os dirigentes desses espaços escolham apenas um dos focos. E vários deles optam pelo educativo. Daí, a presença de tantos estudantes circulando diariamente nos museus pernambucanos. Além da iniciativa dos docentes, de montarem os grupos de alunos e mobilizarem os pais para financiarem a aula-passeio, as próprias instituições se esforçam para receber o público estudantil (veja em nosso site conteúdo sobre essas iniciativas: mais.pe/escolasnomuseu). Especialistas acreditam serem as crianças as principais mobilizadoras para que seus familiares visitem as exposições nos finais de semana.

Maria Soledade, professora de história do EREM João Cavalcanti Petribú, em Carpina, trouxe em junho um grupo com 52 alunos do ensino médio para o IRB. Em anos anteriores já havia levado os estudantes para o Palácio do Governo e para o Museu de Arqueologia da Unicap. “Nessas visitas eles veem muita coisa do que apenas sistematizamos em sala de aula. Perguntam bastante. Além do aprendizado direto, nosso objetivo é fazer com que eles sintam prazer em frequentar esses lugares de cultura”, explica.

PROFISSIONAIS
A ausência de um corpo técnico é outra causa que impede o desenvolvimento dos três eixos apontados por Freyre Neto. A equipe que atua num museu é multidisciplinar, composta por museólogos, especialistas em restauro, em conservação, designers, educadores, entre outros. E para manter esse quadro, os gestores de museus, mais uma vez, esbarram na escassez de financiamento.

“A falta de recursos impõe ainda restrições nos horários de funcionamento (muitos museus não abrem no fim de semana). Também impede a contratação de equipes para executar ação educativa e inviabiliza campanhas de comunicação para fazer o marketing das exposições e eventos. Essas ações são cortadas para a instituição continuar existindo”, lamenta o especialista.

Para Freyre Neto, dois grandes modelos de financiamento do setor são o francês, que é custeado integralmente pelo poder público, e o norte-americano, que depende dos aportes e da gestão da iniciativa privada. O Brasil não tem tradição da presença forte do Estado na promoção da cultura nem da figura do mecenas particular que faça investimentos, salvo raras exceções. Para superar esse impasse, o especialista sugere a construção de um sistema híbrido. “Um modelo misto, com o poder público e a iniciativa privada dividindo responsabilidades no financiamento e na gestão desses espaços”, propõe Freyre.

Além de buscar um modelo adequado de custeio, museus do mundo inteiro passam pelo desafio de inserir recursos tecnológicos para atrair visitantes aos seus acervos. Com crianças e adolescentes nativos digitais, a formação do público mais jovem passa também pelas novas linguagens mais interativas proporcionadas pela tecnologia.

No Recife, o Cais do Sertão é um dos destaques nessa área. Projeção, totens interativos e cabines para ouvir − e até cantar ou tocar − o melhor da música de Luiz Gonzaga são algumas das atrações oferecidas ao público. O espaço, inclusive, está levando uma experiência inovadora para a periferia: a intervenção Cubo Sertanejo permite a moradores fazer uma visita ao museu por meio do uso de óculos de realidade virtual.

Museu Cais do Sertão. Foto: Tom Cabral

A digitalização dos acervos e a sua visualização online são um caminho percorrido por algumas instituições. A Fundaj (Fundação Joaquim Nabuco), por exemplo, criou a Villa Digital, espaço com computadores para acessar fotos, vídeos, documentos e partituras históricas do seu imenso acervo fonográfico e de imagens. Parte desse conteúdo também está disponível no seu site na internet. Uma das novidades mais recentes é a inclusão de exposições de vários museus no Google Arts & Culture. O Paço do Frevo e o Mamam (Museu de Arte Moderna) já aderiram à inovação.

As novas tecnologias, de acordo com o professor do curso de museologia da UFPE Renato Athias, auxiliam também na formação do acervo. Athias faz uma pesquisa em museus do mundo inteiro para recuperar digitalmente peças históricas das etnias pernambucanas e brasileiras. Muitos desses materiais foram levados para os Estados Unidos e a Europa séculos atrás.
“Meu projeto de pesquisa visa a repatriação de objetos xamânicos que se encontram no exterior e levá-los de maneira virtual para regiões indígenas de origem. Fazemos também impressão em 3D dos objetos, que circula em diversas aldeias”, conta Athias. Ele afirma que alguns desses objetos já não são mais produzidos por esses grupos. O projeto cria também exposições desses catálogos virtuais nas aldeias.

A graduação em que Renato Athias leciona é uma das estruturas que têm colaborado para o novo cenário dos museus. Com 10 anos de funcionamento, a maioria dos alunos concluintes têm atuado na área, de acordo com o docente, apesar da escassez de concursos públicos.

Além da formação de mão de obra para Pernambuco, o curso tem atraído estudantes de outros Estados devido ao perfil ancorado nas ciências sociais já que a maioria das graduações do País está mais conectada ao campo das ciências da informação. “Neste ano, inclusive, a UFPE será a sede do Encontro Nacional de Estudantes de Museologia”, informa o professor.

PARA SEDUZIR O PÚBLICO

Leonardo Dantas, pesquisador do Instituto Ricardo Brennand. Foto: Tom Cabral

Apesar do número de visitantes nos museus pernambucanos estar aquém do ideal, houve um aumento no índice de visitação nos últimos anos. Os gestores de todas as instituições entrevistadas pela reportagem Algomais constataram que Pernambuco começa, de fato, a criar um público mais fiel. Nos cinco primeiros meses do ano, o Instituto Ricardo Brennand, por exemplo, recebeu 66,6 mil pessoas. Considere-se que o local só funciona no turno da tarde, não tem linha de transporte público para seu acesso, cobra pelo ingresso e está há cerca de 15 quilômetros do Centro do Recife.

Qual o segredo do sucesso? O interesse do público pelo conjunto de peças expostas é um dos motivos desse fenômeno. “Recebemos visitas constantes de grupos até dos Estados vizinhos interessados principalmente no nosso acervo permanente”, avalia o pesquisador do instituto Leonardo Dantas.

Ele aponta como destaques os 18 quadros do pintor holandês Frans Post e uma das maiores coleções de armas brancas do mundo. Os acervos sobre a história do açúcar e do Brasil Holandês também são responsáveis pela atração do público. “Nosso objetivo é despertar na comunidade o gosto e o amor por sua própria cultura”, afirma Dantas. O arrojo do espaço na disseminação cultural foi marcado já na sua inauguração, quando trouxe uma exposição itinerante do pintor Albert Eckhout.
O Museu da Cidade do Recife também tem sido mais visitado. Entre 2016 e 2017 teve um crescimento de público de 17%. Nos primeiros cinco meses de 2018 já recebeu 14,6 mil pessoas. “Estamos percebendo uma mudança no hábito do recifense. Eles estão buscando conhecer mais a cidade e visitar os principais pontos turísticos”, constata a gerente Betânia Correia.

Como o museu está instalado no Forte das Cinco Pontas, no coração da Cidade, onde circula muita gente, Betânia acredita que o espaço passou a atrair o público transeunte. “Notamos também que muitas crianças que visitam o local pela primeira vez nas excursões das escolas estão levando seus pais e familiares nos fins de semana para conhecer nossas instalações”, acrescenta.

Oferecer ao público experiências que vão além da contemplação do acervo também tem sido uma boa estratégia para conquistar visitante. É o caso do Paço do Frevo, que recebeu a visita de 49 mil pessoas entre janeiro e maio deste ano. “Há uma mudança em curso. Os visitantes que costumavam apenas frequentar (ir e olhar), agora, querem participar (comentar, contribuir, criar). Nesse contexto, os museus precisam ser indutores de novas relações”, analisa Eduardo Sarmento, gerente geral da instituição. Entre as ações nesta direção está o projeto Vivências de Frevo, que ensina ao público passos da dança. Há também o Observatório do Frevo, um programa que tem estimulado a realização de pesquisas, debates e produção de conteúdos relacionados ao ritmo musical.

*Rafael Dantas é repórter da Revista Algomais
por Revista algomais


Atlante Plaza (PE) renova equipe e anuncia três novos profissionais


Localizado na famosa Avenida Boa Viagem, em Recife (PE), o Hotel Atlante Plaza conta com novos profissionais no quadro de colaboradores. Rodrigo Terrocci é o novo gerente geral. Formado em hotelaria pelo Senac São Paulo, possui vasta experiência tendo passado por diferentes cargos no ramo de Hospedagem. Na sua trajetória estão passagens pelo Hilton Morumbi, Grand Hyatt São Paulo, Golden Tulip e empreendimentos da rede Atlântica.

O gerente de Alimentos & Bebidas Reginaldo Souza também foi recém-contratado. Possui 29 anos de experiência na área tendo atuado em redes como Blue Tree e Bourbon. Formado em Hotelaria com ênfase em Gastronomia na Universidade de São Francisco (USF) sua expectativa é tornar o hotel referência em Recife nos quesitos alimentação e serviços. O profissional lidera uma equipe de cerca de 50 pessoas que atuam nos dois restaurantes, bares e staff de apoio de Eventos.

Outro que chegou para agregar ao segmento de Alimentos & Bebidas foi o chef David Cruz. Formado em Gastronomia pela Universidade de Guarulhos e pós-graduado em Cozinha Avançada: Ciências e Tecnologias aplicada a Gastronomia pelo Senac SP, o profissional iniciou a carreira na cozinha das Forças Armadas.

Além de ter trabalhado em hotéis como o Staybridge Itaim e São Paulo Iguatemi, o cozinheiro também atuou no bistrô Clara Moreira e “Le Brasserie”, famoso restaurante do chef Erick Jaquin. Seguidor da cozinha autoral e contemporânea, o chef pretende destacar o hotel pernambucano como reduto gastronômico trazendo novidades para hóspedes e clientes.

Na foto, Chef David Cruz e o gerente de Abastecimento, Reginaldo Souza

Assessoria de Imprensa


Festival terá open de cerveja artesanal no Recife

Serão mais de dez rótulos de marcas premiadas

Cervejas brasileiras, belgas e alemãs estarão no festival
Foto: Divulgação

Vai rolar festival de cerveja artesanal no Recife. O Recbier Fest arma uma grande estrutura no Brewpub, na Avenida Domingos Ferreira, com mais de 500 litros de cerveja distribuídos em mais de 14 estilos diferentes com marcas premiadas no Brasil e no mundo. Será no sábado (28), das 10h às 16h.

O acesso ao evento será feito através de canecas personalizadas em número limitado no valor de R$100. A caneca é o passaporte de acesso ao full open bar do evento. Para animar, tem ainda shows de rock com o cantor Fábio Rock e a Banda Freak Brothers.


Galeria Joana D’arc está com nova programação durante férias da Terça do Vinil

As novas programações serão iniciadas nesta terça-feira – Crédito: Máquina3/divulgação

Após a pausa da Terça do Vinil, a Galeria Joana D’arc está com uma nova programação para o público. Até o fim de agosto, quando o DJ 440 retornará à cidade, o espaço conta com novos projetos, como a Terça Terapia, sob comando das DJs Allana Marques e Lala K. A primeira edição será realizada hoje, a partir das 20h, e promete muita música brasileira. O esquema de entradas permanecerá o mesmo, gratuito e o couvert cobrado para aqueles que desejarem se acomodar nas mesas.

O Empório Nova Raiz, localizado no corredor da galeria, também inovou sua programação. A partir de hoje, por volta das 22h, os DJs Mau Lopes, Incidental e Mr. Dagga animarão o conhecido after do Vinil. O novo projeto é uma parceria com a cervejaria Navegantes e se chama Jogando Fácil.


Bairro do Recife recebe maratona com criação de jogo virtual em 48h

Crédito: Vadymvdrobot/Depositphotos /Canaltech

Neste fim de semana, o Bairro do Recife receberá a maratona virtual Noord.Game Jam. Seus participantes serão desafiados para criar um jogo virtual em 48h, com o tema Brasil-Holanda.

As atividades acontecerão no Centro Cultural dos Correios, a partir das 20h desta sexta, até às 22h do domingo. Os vencedores terão seus jogos utilizados nas escolas pernambucanas, além de levar prêmios com o valor de até R$ 8 mil.

Promovido pela startup Noord.Games, em parceria com o Reino dos Países Baixos, o evento tem como objetivo ressaltar a influência histórica e cultural do período de ocupação holandesa em Pernambuco.