BOLSA FAMÍLIA x BOLSA EMPRESÁRIO

BOLSA EMPRESÁRIO

Hoje completa 15 anos do Bolsa Família, muita gente acha que é assistencialismo e um Bando de baboseiras, mas são 15 bilhões de reais ao ano para quase 40 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza.

Não reclamam dos 50 bilhões só no ano passado do Bolsa Empresário que não pagaram os impostos, não criaram empregos e embolsaram a grana no nome de seus laranjas.

Isso ninguém reclamou até hoje, nem sabem eu acho a ignorância é grande.


UM POUCO DA HISTÓRIA DA PONTE DA BOA VISTA NO RECIFE

Considerada a ponte mais típica e original do Recife, ela liga atualmente a rua Nova, no bairro de Santo Antônio, à rua da Imperatriz, na Boa Vista.

Sua origem é do tempo dos holandeses. Em 1640, o príncipe Maurício de Nassau mandou construir uma ponte por onde os moradores pudessem atravessar o rio Capibaribe, do continente para a ilha de Santo Antônio, e desta para o Recife, indo e voltando continuamente sem estorvo.

A ponte holandesa da Boa Vista, assim chamada por ligar o bairro da Boa Vista ao de Santo Antônio ia da frente do Palácio da Boa Vista, onde hoje se encontra o convento do Carmo, até a altura correspondente ao local onde foi construída depois a Casa de Detenção, atual Casa da Cultura.

Foi construída em sete semanas, de madeira resistente e era guarnecida por parapeitos, para que não detivessem o caminho do rio quando as águas subissem, principalmente nas luas cheias. Segundo documento de 1699, media 3.000 palmos.

Essa primeira ponte da Boa Vista resistiu por um século, e poderia ter resistido mais, se o governador da província de Pernambuco, Henrique Luís Pereira Freire (1737-1746), não a tivesse destruído para construir uma outra em local diferente, nos meados do século XVIII.

Essa nova ponte, construída no mesmo local da que existe hoje, era também em madeira e media 899 palmos de comprimento por 20 de largura. Passou por vários reparos, sendo praticamente reconstruída pelo engenheiro Antônio Bernardino Pereira do Lago, em 1815, quando recebeu gradis de ferro e calçamento com seixos irregulares trazidos da ilha de Fernando de Noronha, além de varandas, de cada lado, onde foram colocados bancos de madeira.

Os bancos da ponte da Boa Vista ficaram famosos na cidade. Segundo Pereira da Costa, durante o dia eram ocupados por mendigos e à tardinha eram disputados pelos faladores da vida alheia, quando enterravam-se os vivos e desenterravam-se os mortos. Surgiu, inclusive, um periódico intitulado A Ponte da Boa Vista, cujo primeiro número circulou no dia 11 de junho de 1835, trazendo abaixo do título uma alusão aos apreciados e decantados bancos.Segundo Luis do Nascimento, A Ponte da Boa Vista publicou mais sete edições, em 1835, e mais seis no ano de 1836, todas anunciadas pelo jornal Diario de Pernambuco.

Em agosto de 1874, por ordem do então governador da província, Henrique Pereira de Lucena, o futuro Barão de Lucena, foram iniciadas as obras de reconstrução da atual ponte da Boa Vista, dessa vez com projeto do engenheiro Francisco Pereira Passos, que lhe deu uma aparência mais moderna e menos provinciana.

Desapareceram os famosos bancos. Com estrutura inteiramente metálica, fabricada na Inglaterra, toda em ferro batido, a nova ponte foi inaugurada no dia 7 de setembro de 1876. Media 145,10 m de comprimento por 13,224 m de largura, com duas passarelas laterais de 2 m de largura, destinadas aos pedestres, e um vão central para veículos e animais, medindo 7,70 m. Com a aparência de uma ponte ferroviária é muito semelhante a Ponte Nova, de Paris, construída, em 1578, no reinado de Henrique III.

Existem nas suas quatro pilastras de entrada, diversas inscrições que registram datas e fatos históricos relevantes de Pernambuco e do Brasil, como a invasão dos holandeses (1630); as Batalhas das Tabocas, de Casa Forte (1645) e dos Guararapes (1648-1649); a restauração de Pernambuco (1654); a Guerra dos Mascates (1710); a Revolução de 1817; a Confederação do Equador (1824); a abdicação de Pedro I e início do reinado de Pedro II (1831).

Durante as décadas de 1940 e 1950, a ponte era um local importante na vida social da cidade. Pelas suas passarelas laterais desfilavam as últimas versões de vestidos, chapéus e maquiagens. Surgiram também os fotógrafos doretrato instantâneo, que ofereciam seus serviços e faziam ótimos negócios. Na época, as máquinas fotográficas ainda eram uma novidade.

Parcialmente destruída pelas enchentes do rio Capibaribe em 1965 e 1966, a ponte da Boa Vista foi restaurada, em 1967, na gestão do então prefeito Augusto Lucena. A restauração, no entanto, a descaracterizou um pouco. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) embargou a obra, porém suas passarelas já haviam sido alargadas, seus pilares unidos por um revestimento de concreto até o nível da água e toda a estrutura do lastro inferior já havia sido concretada.

Recife, 24 de maio de 2005.

FONTES CONSULTADAS:

COSTA, Francisco Augusto Pereira da. Anais pernambucanos, 1635-1665. Recife: Arquivo Público Estadual, 1952. v.3, p.147-150.

______. A ponte da Boa Vista. Almanach de Pernambuco, Recife, ano 6, p.8-83, 1904.

FRANCA, Rubem. Monumentos do Recife: estátuas e bustos, igrejas e prédios, lápides, placas e inscrições históricas do Recife. Recife: Secretaria de Educação e Cultura, 1977. 382p.

GONÇALVES, Fernando Antônio. O Capibaribe e as pontes: dos ontens bravios aos futuros já chegados. Recife: Comunigraf; Prefeitura da Cidade do Recife, 1997 86p. (Retratos do Recife).

NASCIMENTO, Luiz do. História da imprensa de Pernambuco, 1821-1854. Recife: UFPE, 1969. v.4-Periódicos do Recife, 1821-1850, p.135-137.

PARAHYM, Orlando. Algumas pontes do Recife. Separata da Revista do Departamento de Cultura, Recife, n.8, p. 135-149, dez. 1973.

SILVA, Virgínia Barbosa da. Algumas pontes do Recife. Recife: UFPE. Departamento de Ciência da Informação, 1999. Trabalho da disciplina Informação em Biblioteconomia, apresentado à professora Gilda Verri.

(Texto atualizado em 10 de outubro de 2007)

COMO CITAR ESTE TEXTO:

Fonte: GASPAR, Lúcia. Ponte da Boa Vista. Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/>. Acesso em: dia mês ano. Ex: 6 ago. 2009.

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Rua Velha, Mundo Novo: cena underground do Recife está há 1 ano sem inferninho

Foto: Reprodução

“Um espaço para quem quer fazer um Mundo Novo.” Essa é a definição da casa multicultural que foi referência para os amantes do reggae e da cena underground no bairro da Boa Vista, região central do Recife, até 2017.

Localizado na Rua Velha, uma das mais tradicionais do Centro, o Mundo Novo funcionou no casarão 307 por dois anos, reunindo experimentos musicais e audiovisuais com eventos de invenção e intervenção em uma das áreas mais necessitadas de atenção por parte do poder público e da própria sociedade.

Marcada pelo descaso com o casario histórico e povoando o noticiário com constantes desabamentos, a Rua Velha perdeu, também, este nicho de novidade e fôlego artístico que insistia em transformar a localidade em um lugar movimentado e de resistência cultural.

Foi através de um comunicado no Facebook que o idealizador do Mundo Novo, o produtor e músico Guilherme Matos, anunciou o fechamento das portas da casa, pegando realizadores e o público de surpresa.

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“Demos oportunidades a diversos artistas, bandas, Djs, Vj’s poderem expor sua arte, produzir cultura, música e diversão. Na rua chamada Velha, um Mundo Novo surgiu”, disse Guilherme na ocasião.

O Mundo Novo, além de ser aberto a apresentações e shows, foi palco para gravações de clipes e filmes de longa e curta-metragem. Artistas de diversas vertentes passaram e produziram material no local, entre eles Erica Natuza, Gustavo Pontual, Trindade Dub, Saga HC e Catarina Dee Jah.

“Ocupamos um espaço que estava morto no Centro da cidade, construindo um verdadeiro inferninho da Boa Vista” completa ele.

Ocupar é revitalizar

Foto: Reprodução

A Rua Velha surgiu após a construção da Ponte Velha pelos holandeses durante seu domínio em Pernambuco (1630-1654) e faz parte da Zona Especial de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural (ZEPH), criada pela Prefeitura do Recife em 2014.

A discussão sobre a preservação desta parte história e “morta” do Centro não é novidade. Por esse motivo, diversos movimentos culturais e empreendimentos tentam revitalizar a área, por meio da ocupação simbólica, promovendo eventos nessa região que engloba, também, o Pátio de Santa Cruz e o Mercado da Boa Vista.

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“Eu vinha acompanhando toda a movimentação de ressurgimento cultural da área, com o intuito de descentralizar os espaços para além do Recife Antigo. Criou-se uma relação de resistência, pois os bares do entorno dialogavam e se programavam em parceria para não deixar o movimento cair”, explica Matos em conversa com o canal Coração da Cidade.

O giro do Mundo Novo

Foto: Reprodução

Questões da rentabilidade do projeto e divergência de interesses entre os sócios do Mundo Novo e o proprietário do imóvel foram os pontos decisivos para que a Rua Velha perdesse seu foco de juventude.

O contrato de dois anos de aluguel não pode ser renovado, dentre outros motivos, pelo interesse demonstrado por parte de uma empresa vizinha em tornar o local seu depósito anexo.

“O proprietário da casa preferiu alugar à empresa. Não quis trocar o certo pelo duvidoso”, diz Guilherme. E assim, este ciclo do Mundo Novo chegaria ao fim.

Foto: Reprodução

Guilherme atualmente vem se dedicando à produção musical da banda Bantus Reggae, na qual também é músico.

Sobre um possível retorno das atividades do Mundo Novo, ele conta que já recebeu propostas de transformar a marca em um evento itinerante, mas que nada ainda se concretizou.

Foto: Reprodução

“O Mundo Novo gira e, por enquanto, não temos data nem local definido para um retorno, mas tudo pode acontecer. E quem sabe há uma explosão cósmica e teremos um Mundo Novo melhor, com mais amor!”, finaliza.

por
Coração da Cidade


Porto de Galinhas entre os Top 5 para lua de mel

Com as bênçãos do sol e das exuberantes paisagens naturais, Porto de Galinhas representa um cenário sob medida para iniciar a vida a dois. E a experiência dos apaixonados é comprovada por pesquisa do portal Expedia com 1 mil viajantes. O balneário pernambucano apareceu entre os top 5 na lista dos destinos mais cobiçados por esse público, à frente de localidades como Búzios, Gramado e de paraísos como Punta Cana e as ilhas gregas.

Para recarregar as energias com comodidade e conforto, o balneário garante lua de mel para todos os estilos. Os apaixonados podem optar por charmosos hotéis, luxuosos resorts ou exclusivos bangalôs pé na areia. Independentemente da escolha, as acomodações são especialmente decoradas para recepcionar o casal, que também é surpreendido com mimos.

É muito importante montar uma pequena programação e aproveitar a bela vista, que renderão fotografias encantadoras. Comecem pelo mergulho nas piscinas naturais, sigam para um romântico passeio de jangada, depois façam de ponta a ponta um delicioso tour de buggy e, no fim da tarde, contemplem o sol tocando a superfície do mar. A região também é excelente para práticas de esportes radicais. Vale conhecer a gastronomia local, regada a frutos do mar, que é um destaque à parte.

Se o destino pernambucano já está na lista de casamento, podem ficar tranquilos, o local é excelente para celebrar o amor. A paisagem natural, aliada à infraestrutura turística, faz de Porto de Galinhas o paraíso perfeito para descansar depois do “sim”.

O Porto de Galinhas Convention & Visitors Bureau é uma associação privada sem fins lucrativos, congregando empresas que representam todos os segmentos ligados à atividade turística. Seus objetivos são a ampliação do número de visitantes e o aumento do tempo de estada no destino, por meio de ações de promoção, capacitação profissional, captação, geração e incremento de eventos de lazer e de negócios.

Para isto, a entidade trabalha para integrar setores da sociedade em parcerias público-privadas, contribuindo para dinamizar o mercado de consumo e o desenvolvimento econômico local. Quinto destino de lazer mais visitado do país e o primeiro do Estado de Pernambuco, o balneário é considerado a melhor praia do Nordeste, de acordo com a pesquisa DataFolha. Durante 11 anos consecutivos, foi reconhecido pelos leitores da revista Viagem & Turismo como a melhor praia do Brasil.

Assessoria de Imprensa


Space X anuncia o primeiro passageiro privado a voar à Lua

Divulgação
A viagem deve durar aproximadamente uma semana

A viagem deve durar aproximadamente uma semana

Na última sexta-feira (14), anunciamos a confirmação da Space X do primeiro passageiro ao redor da lua, a bordo do Big Falcon Rocket. Contudo, o nome do escolhido não tinha sido ainda divulgado.

Ontem (17), durante uma cerimônia, a empresa anunciou o nome do primeiro passageiro privado a voar à Lua:

o bilionário curador de arte, Yusaku Maezawa.

O foguete é considerado a próxima geração da Space X, visto como o mais poderoso da história, capaz de transportar humanos para a Lua, Marte e até mais distante.

A jornada, que deverá acontecer em 2019, terá uma duração de aproximadamente uma semana, chegando a 200 quilômetros da superfície da Lua antes de completar o trânsito lunar e retornar à Terra.

Até hoje, apenas 24 seres humanos já foram para a Lua na história, com a última visita realizada em 1972, na missão Apollo.


Mais de 500 voluntários se unem para fazer mutirão de limpeza e conscientização ambiental no Recife

Maratona World Cleanup Day – coordenada pelo Limpa Brasil, com apoio da Prefeitura do Recife – retirou da praia e das ruas da cidade cerca de 8 mil litros de resíduos (Foto: Inaldo Menezes/PCR)

Este sábado, 15, foi de muito calor e de mobilização para sensibilizar as pessoas sobre o descarte correto do lixo e a preservação do meio ambiente. Mais 520 voluntários participaram de mutirões de limpeza em quatro pontos da capital pernambucana. A “faxina coletiva” fez parte da maratona World Cleanup Day (Dia Mundial da Limpeza), coordenada pelo Limpa Brasil, com apoio da Prefeitura do Recife, Celpe, Metrô e Uninassau. A iniciativa retirou da praia e das ruas da cidade cerca de 8 mil litros de resíduos e integrou uma ação internacional que envolveu 150 países e 300 municípios brasileiros.

“Fizemos ações na praia de Boa Viagem, na Praça do Diário, na Avenida Conde da Boa Vista, e no metrô do Recife. São locais que concentram um grande fluxo de pessoas. O nosso objetivo foi conscientizar a população de que cada um tem a sua parte de responsabilidade para fazer a destinação correta dos resíduos, separando principalmente os recicláveis e beneficiando o meio ambiente”, frisou o secretário de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente, Bruno Schwambach, que acompanhou os mutirões de limpeza com um grupo de voluntário na praia de Boa Viagem.

Além de tratar do problema ambiental causado pelo descarte incorreto, a mobilização buscou ressaltar as soluções para o problema da geração e eliminação do lixo. “Queremos primeiro alertar a população sobre os problemas sociais e ambientais decorrente do descarte incorreto e, acima de tudo, mostrar alternativas de diminuição do quantitativo de resíduos produzidos, por exemplo através da reciclagem. 40% do que descartamos são materiais com potencial reciclável e outros 45% são materiais orgânicos que também podem ser reaproveitados. Estou falando de resíduos que têm potencial econômico. Assim, buscamos a formação de uma consciência crítica e de um cidadão mais sustentável”, disse Tião Santos, coordenador do movimento Limpa Brasil Leds Duty.

Na praia de Boa Viagem, os voluntários mostraram muita energia e determinação, percorrendo a orla do Posto 07 até a Praça de Boa Viagem. Divididos em grupos, eles coletaram o lixo que estava na areia e conversaram com os moradores e visitantes que aproveitavam o dia de folga na beira-mar. “Achei a proposta do evento maravilhosa, porém gostaria de não encontrar lixo nenhum hoje. Mas, estamos conscientes de que para chegar a tal ponto é necessário um trabalho continuo e participação de todas as pessoas”, comentou a estudante de engenharia ambiental e voluntária Márcia Oliveira.

A bióloga Renata Poliana, que faz parte de um movimento de conscientização ambiental, também participou do mutirão de limpeza e dividiu seus conhecimentos com o público. “Estou no World Cleanup Day para ajudar a conscientizar a população sobre a necessidade de reduzir o consumo de plástico e sobre os danos que ele causa ao meio ambiente. São pequenas atitudes no dia a dia que vai fazer a diferença, como recusar o que não é reutilizável, adotar uma caneca ou garrafinha, não usar canudos ou levar ecobags para mercados e centros comerciais”, explicou.

Já no Centro, antes de iniciar a coleta, os voluntários puderam assistir a uma mesa redonda, com Ellen Fernanda (do Bate-papo Sustentável), Dona Rosa (Cataki), Tião Santos (Limpa Brasil) e Susyane (UFPE). O debate aconteceu na sede da Fafire, ponto de concentração da iniciativa na região. A Prefeitura do Recife integrou a mobilização através das secretarias de Educação, Saneamento, Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente e da Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb).


Bancada pernambucana faltou 874 vezes entre 2015 e 2018 no Congresso

Estudo desenvolvido pela ONG Ranking dos Políticos aponta também que todos os parlamentares de PE gastaram R$ 36.238.004,46 com verbas indenizatórias no período

Levantamento exclusivo realizado pela ONG Ranking dos Políticos, que atua na fiscalização da gestão dos parlamentares brasileiros, aponta que os deputados e senadores de Pernambuco, somados, não estiveram presentes em 874 sessões plenárias do Congresso entre 2015 e 2018.

Do total de faltas, 340 delas não foram justificadas. O mais ausente foi o deputado Adalberto Cavalcanti (Avante), que faltou 105 vezes de 395 sessões. Por outro lado, o menos faltoso foi o deputado Mendonça Filho (MDB), que teve apenas cinco ausências enquanto exercia o cargo. Apesar disso, ele está mal avaliado no ranking nacional, aparecendo apenas na 348ª posição.

O Ranking dos Políticos também mostra que os congressistas pernambucanos gastaram R$ 36.238.004,46 entre cotas e verbas indenizatórias até o presente momento do mandato. Somente com combustível e lubrificantes, os deputados e senadores do estado gastaram R$ 3.023.633,20. Ao todo, os parlamentares brasileiros nas duas casas gastaram cerca de R$ 60 milhões com esse tipo de despesa no período.

Já no âmbito geral – de acordo com as avaliações do Ranking dos Políticos – Pernambuco conta com Jarbas Vasconcelos (MDB), Daniel Coelho (PPS) e Fernando Bezerra Coelho (MDB) entre os 100 melhores do País. Além disso, há oito posicionados entre 101º e 300º, além de 17 ocupando entre a 301º a 594º colocação. O último do ranking no estado é a deputada Luciana Santos (PCdoB), que aparece na 577ª posição.

O mapa completo do estado pode ser conferido no link http://www.politicos.org.br/.

Sobre o Ranking dos Políticos:
Ranking dos Políticos atua na classificação e compliance do setor público por meio de ferramentas tecnológicas compiladas pelo Portal da Transparência e informações públicas de parlamentares brasileiros. Os critérios utilizados pelo Ranking são absolutamente técnicos, levando em conta fatores como assiduidade, gastos da cota parlamentar, processos judiciais e atuação legislativa. Todas as informações publicadas no Ranking são públicas, disponíveis nos sites oficiais do Senado e da Câmara dos Deputados e dos Tribunais de Justiça.


Museus do Recife participam da Primavera dos Museus

Entre os equipamentos geridos pela Prefeitura do Recife que aderiram à programação do Ibram estão o MAMAM, o Paço do Frevo e o Murillo La Greca

Paço do Frevo

Está aberta a temporada dos museus em todo o Brasil. Em cartaz desde ontem no país inteiro, a Primavera dos Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), oferece novos motivos para visitar os cada vez mais urgentes espaços de preservação e salvaguarda da memória e da identidade cultural do Brasil.

Entre os equipamentos mantidos pela Prefeitura do Recife, o Paço do Frevo, o Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães (MAMAM) e o Murillo La Greca aderiram à mobilização, que este ano celebra a educação museal.

Para discutir a questão, o Paço do Frevo e o Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães (MAMAM), além do Museu da Abolição e da Remic-PE (Rede de Educadores de Museus e Instituições Culturais-Pernambuco), estão promovendo o Seminário de Educação Museal: das incertezas, os futuros. O seminário gratuito começou ontem e segue até amanhã (19), no Museu da Abolição, reunindo estudantes, profissionais e público em geral para prospectar cenários de futuro e fôlego para os museus.

Também numa articulação com outros equipamentos, o Murillo La Greca participará da segunda edição do Circuito de Museus, oferecido dentro das atividades da Primavera de Museus, que será realizado no próximo sábado (22), integrando museus e visitantes numa programação articulada, das 13h às 17h.

O passeio, que terá transporte garantindo, começa às 13h, no Museu Murillo La Greca, continua no Museu do Homem do Nordeste, às 14h30, e, às 15h30, segue para a Fundação Gilberto Freyre, com retorno para o Murillo La Greca às 17h.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail-circuitodemuseusrecife@gmail. com. Serão disponibilizadas 60 vagas.


Confirmada a nova edição da churrascada The Butcher’s Club no Cabanga

Foto ilustrativa – Crédito: Pixabay/Divulgação

Confirmada a terceira edição do The Butcher’s Club em Pernambuco, a churrascada premium que fez um enorme sucesso, no ano passado, no Cabanga. Com data marcada para o dia 10 de novembro, a edição reunirá os maiores chefs churrasqueiros do país e os amantes de um bom churrasco no Cabanga Iate Clube.

Edição terá cerca de 20 estações de mestres churrasqueiros para preparar mais de três toneladas de carnes premium, tudo à base de carvão e lenha frutada. A produção fica a cargo dos sócios André Cavalcanti, Elias Cabus, Rodrigo Campos, Wilson Campos Neto e Anésio Nogueira.


Igarassu terá nova fábrica da Marilan, a primeira do grupo fora de São Paulo

Os acionistas e membros do conselho, Carlos
Henrique Garla, Rodrigo Garla, José Geraldo Garla e o secretário da Fazenda
Marcelo Barros. – Crédito: Roberto Pereira/SEI

O governador Paulo Câmara assinou, na última quarta-feira, um convênio para a instalação de uma fábrica da Marilan em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife. Com um investimento estimado em R$ 157,8 milhões, a empresa irá gerar 190 empregos diretos em Pernambuco. A unidade será a primeira do grupo fora de Marília, em São Paulo, sua sede.

Para Sérgio Tavares, presidente da Marilan, a expansão para a região será fundamental. “É uma decisão que vem sendo amadurecida há muitos anos. Chegamos em Pernambuco por vários fatores, inclusive pelo Estado ser o centro logístico da região Nordeste.

A gente vê como uma grande área de oportunidade e de consolidação do nosso negócio a nível nacional”. Também estiveram presentes na solenidade, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Antônio Mário, o secretário da Fazenda, Marcelo Barros, o diretor administrativo e financeiro do grupo Marilan, Alex Souza, os acionistas José Geraldo Garla e Rodrigo Garla, além de membros do conselho da empresa.


Janeiro de Grandes Espetáculos divulga as montagens pernambucanas

Paulo de Castro, presidente da Abacepe – Crédito: Wellington Dantas/Divulgação

O Festival Internacional de Artes Cênicas e Música de Pernambuco, o Janeiro de Grandes Espetáculos, anunciou hoje as montagens pernambucanas selecionadas para a 25ª edição, que acontecerá de 8 a 31 de janeiro de 2019.

A Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (Abacepe), realizadora do evento, recebeu mais de 90 projetos divididos nas categorias: Teatro Adulto, Teatro Para Infância e Juventude, Música e Dança. O resultado das inscrições para Música será divulgado com o calendário completo do festival.

Confira a lista abaixo:

Teatro Adulto
1. Ligações Perigosas – Grupo Teatro de Fronteira (Recife)
2. Terrorismo – Cênicas Cia. De Repertório (Recife)
3. O Diário de Um Louco – Haja Teatro Pedro Roberto Santos (Recife)
4. Geni – Bernache Cia. De Teatro (Recife)
5. 3 x Plínio – Núcleo de Teatro do SESC Petrolina (Petrolina)
6. O Peru do Cão Roxo – Centro de Criação Galpão das Artes (Recife)
7. Shakesfood – Caco Cia. De Artes Cínicas com Objetos (Paulista)

Teatro Para Infância e Juventude
1. Estelita, Entre Fadas e Outros Bichos – Trup Errante (Petrolina)
2. Cantigas e Histórias Na Terra do Sabiá ou o Que é Meu é Meu, e o Boi Não Lambe – Cia Artística Mamulengos e Catrevagens (Recife)
3. Violetas da Aurora, O Encontro – Coletivo de Palhaçaria Violetas da Aurora (Recife)
4. O Sapo Amarelo e o Triste Grilo Feliz – Parangolé Produções Culturais (Caruaru)

Dança
1. O Tempo – Compassos Cia. De Danças (Recife)
2. Desencaixe – Coletivo Mosaico de Artes Integradas (Recife)
3. Entre Passos e Sombrinhas – Stúdio Viegas de Dança (Recife)
4. Bumba Meu Boi Bumbá – Grupo Matulão de Dança (Recife)


Escritor Carlos Bezerra Cavalcanti lança Enciclopédia Urbana do Recife

Carlos Bezerra Cavalcanti é autor de livros como ‘O Recife e seus bairros’ e ‘Olinda: um presente do passado’. – Crédito: Reprodução/Thinkstock

O escritor Carlos Bezerra Cavalcanti, lança, nesta quinta-feira, o livro Enciclopédia Urbana do Recife. O livro, que é a 23ª autoria de Cavalcanti, trata da origem e história urbana de mais de 3 mil logradouros da cidade do Recife, entre ruas, avenidas, becos, estradas, travessas, pontes, parques e praças. O lançamento do livro será no Museu da Cidade do Recife, às 19h.

“O livro surgiu a partir de uma obra Recife do Corpo Santo, do meu pai, Vanildo Bezerra Cavalcanti, que reúne logradouros dos bairros centrais da cidade. Decidi expandir a ideia para todos os 94 bairros do Recife, e chegamos ao número de 3 mil logradouros”, afirma Carlos sobre o processo criativo de sua nova obra.

A ocasião contará também com a abertura de uma exposição de cartões postais com curadoria de Jobson Figueiredo, curador oficial do evento, Betânia Corrêa, diretora do Museu da Cidade e Dirceu Marroquim, historiador e membro da AMUC – Associação dos Amigos do Museu da Cidade do Recife.


Novidade para o verão: Toddynho vira picolé da Kibon

Toddynho vira picolé pela Kibon – Crédito: Divulgação/Kibon

O Toddynho vai sair da tradicional caixinha e virar picolé. Essa é uma das apostas da Kibon para a estação mais quente do ano, com preço sugerido de R$2,50, e que apresenta 11 novidades para o mercado.

Cornetto Snickers e Muitos Pedações Snickers estão na lista, assim como o Kibon Ovomaltine. Os já conhecidos Kibon Tablito e Hershey’s também mudaram e chegam neste verão com muito mais pedaços. A marca também lança o Kolorix, um picolé sabor maracujá que pinta a língua, que terá preço sugerido de R$ 1,50.


Livraria Cultura fecha Fnac da Paulista e resta só uma loja no Brasil

A única loja da varejista francesa fica em Goiânia (GO)

Ainda existe uma loja da Fnac no Brasil, em Goiânia (GO)
Foto: Google Street View

A Livraria Cultura fechou a loja de livros e eletrônicos Fnac da Avenida Paulista no último fim de semana, o que marca a saída da rede da cidade de São Paulo. Com o movimento a marca, que é de origem francesa, fica perto de sair do mercado brasileiro. Resta no país só mais uma loja da varejista, em Goiânia.

A operação da Fnac no Brasil foi comprada pela Cultura no ano passado. Outras lojas encerradas recentemente foram a Fnac do bairro de Pinheiros, aberta em 1999 e a primeira da rede no Brasil, e a do shopping Morumbi.

Na porta das lojas, havia o aviso de que consumidores poderiam continuar sendo atendidos no site da empresa. Quando comprada, a Fnac tinha 12 lojas em sete estados brasileiros.

Por: Folhapress


FAB quer arrecadar R$ 140 milhões ao ano com ‘aluguel’ da base de Alcântara

FAB busca agora comercializar as bases de lançamento do CLA para empresas de países que têm tradição no setor, como EUA, China e Rússia


Centro de Lançamento de Alcântara
Foto: Divulgação

Quinze anos após o incêndio que matou 21 engenheiros e técnicos no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, a Aeronáutica volta a sonhar com um programa espacial que consiga colocar satélites em órbita, técnica hoje dominada por um clube restrito de oito países.

A FAB busca agora comercializar as bases de lançamento do CLA para empresas de países que têm tradição no setor, como EUA, China e Rússia. A estimativa do órgão é que seria possível arrecadar R$ 140 milhões por ano apenas com as taxas de lançamento – cinco vezes o valor médio anual investido pela União no programa espacial nos últimos dez anos, segundo a FAB.

O plano prevê a criação de uma empresa pública, a Alada, a um custo inicial de R$ 1 milhão, vinculada ao Ministério da Defesa, que teria agilidade para fechar contratos com estrangeiros, arrecadar as taxas e reinvestir o valor no programa espacial, reduzindo a burocracia e evitando a lei de licitações.

A FAB rejeita a expressão “aluguel” para o sistema proposto, e compara o CLA a um aeroporto, no qual as companhias aéreas pagam pelo direito de operar. “Nós vamos ceder ou entregar um pedaço de Alcântara aos Estados Unidos? Nós vamos [deixar] fincar uma bandeira aqui e vamos embora? Nada disso”, diz o major-brigadeiro Luiz Fernando de Aguiar, presidente da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais.

Em 2001, o governo Fernando Henrique Cardoso tentou fechar com os EUA um acordo semelhante. Bombardeado de todos os lados por conter cláusulas que colocavam em risco a soberania nacional, o acordo não foi aprovado pelo Congresso brasileiro.

Hoje a FAB reconhece a procedência das antigas críticas e procura esclarecer o alcance e as características de um futuro acordo de salvaguardas, que desde 2017 está em discussão com o governo dos EUA.

A FAB reuniu jornalistas na sexta (14) para mostrar a potencialidade comercial do CLA. “O acordo de 2001 era muito desigual, desequilibrado em termos de nação brasileira. Ele era muito, digamos assim, americanizado, e pouco abrasileirado”, reconheceu Aguiar, citando que o antigo acerto “previa área exclusiva para operação dos EUA, entrada de material sem verificação por parte da Receita [Federal]”.

Esses pontos foram modificados, segundo o militar, para que o acordo se torne “mais palatável” e possa ser aprovado pelo Congresso. A íntegra da minuta do acordo ainda não é conhecida.

O acordo, diz Aguiar, terá o efeito em cascata de permitir outros acertos bilaterais, pois muitas empresas da Europa usam equipamentos e peças americanos. Para ele, o Brasil poderia assim participar do mercado mundial espacial, que movimenta cerca de US$ 330 bilhões ao ano.

A ideia é seguir os passos do centro espacial europeu Kourou, na Guiana Francesa, que também comercializa bases de lançamento. Para Aguiar, o CLA é uma mina de ouro, tendo como principal atrativo a sua localização. Como a estação é próxima da linha do Equador, o foguete que carrega o satélite poderia economizar até 30% de combustível, permitindo que leve mais cargas, como outros satélites.

A FAB acredita que a futura empresa poderia negociar posições até com a empresa americana SpaceX, que planeja lançar mais de 900 satélites nos próximos anos.

A expectativa de arrecadar R$ 140 milhões/ano, segundo o major-brigadeiro, se refere ao uso de três pontos possíveis em 9 mil hectares do CLA já ocupados pela FAB. Os militares, porém, afirmam querer ocupar todos os 20 mil hectares do complexo.

O centro foi inaugurado em 1983, nos últimos anos da ditadura militar. Uma das consequências foi a transferências de centenas de pescadores e quilombolas para longe da faixa litorânea, por razões de segurança. Para ocupar os 20 mil hectares e criar os novos locais de lançamento, a FAB estima que terá de remover mais de 2.000 pessoas.

Apoiadas pelo Ministério Público, as famílias prometem resistir. A FAB diz que a negociação com as famílias não compete a ela, mas à Casa Civil, que trabalha em conjunto com o GSI (Gabinete de Segurança Institucional).

Mantido com recursos federais que variam de R$ 20 a R$ 40 milhões anuais, fora os salários de 900 servidores, o CLA foi usado até agora apenas para lançamentos chamados suborbitais, ou seja, quando um artefato é lançado mas retorna à atmosfera e cai no mar, sem entrar em órbita.

Experimentos desse tipo permitem que universidades brasileiras e estrangeiras avaliem, por exemplo, como determinada substância se comporta na gravidade zero. Foram 490 lançamentos do gênero.

Porém, o grande salto científico e militar brasileiro de ter domínio do espaço é um sonho ainda distante. Os satélites brasileiros lançados pelo Brasil a partir dos novos recursos, segundo a FAB, teriam uma função dupla, civil e militar. Isso permitiria baratear o custo de serviços tão diversos como fazer uma ligação telefônica a assinar uma TV a cabo.

Para se viabilizar comercialmente, a FAB também fez uma série de obras e modificações na área de segurança do CLA. Em 22 de agosto de 2003, a apenas três dias do lançamento, o foguete brasileiro VLS (Veículo Lançador de Satélites) se incendiou na própria torre, matando todos os profissionais que ali estavam. Foi o mais duro golpe na história do CLA e do programa espacial brasileiro.

O diretor do CLA, o coronel Luciano Valentim Rechiuti, disse que a nova torre foi construída conforme as recomendações de dois relatórios, o da investigação da FAB e o de uma empresa de consultoria russa.

A FAB criou sistemas de fuga para os técnicos, automatizou vários procedimentos, construiu uma casamata a poucos metros, para restringir ao mínimo necessário a presença de pessoas na torre, e reforçou o sistema de proteção das descargas atmosféricas.

“Nós trabalhamos sempre para chegar próximo do risco zero. É uma atividade de risco? Sem dúvida nenhuma, mas trabalhamos para minimizá-lo”, disse o coronel.

* O repórter viajou a convite da Aeronáutica

UM CAMINHO DE TROPEÇOS
INAUGURAÇÃO O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, foi inaugurado em março de 1983
COMEÇO Início das operações do CLA, com o lançamento do foguete Sonda-2, em 1985
VLS Primeiro teste em voo do VLS-1 (Veículo Lançador de Foguetes), em 1997, a partir do CLA. Devido a uma falha na ignição em um dos propulsores do 1º estágio, houve a necessidade de acionar em solo o comando de autodestruição
DE NOVO Voo do segundo protótipo do VLS-1, em 1999. Lançamento, porém, falhou novamente
TRAGÉDIA Torre de lançamento se incendeia, matando 21 pessoas

Por: Folhapress


Bike PE ultrapassou mais de 100 mil viagens em agosto

O sistema de compartilhamento foi lançado no Recife em 2017 e conta com 80 estações e 800 bicicletas disponíveis para locação

O Bike PE teve um aumento de 34,8% em viagens em agosto
Foto: Luiz Fabiano/Seturel-PE

O sistema de compartilhamento de bicicletas em Pernambuco, o Bike PE, teve um aumento de 34,8% de viagens durante o mês de agosto, o que representou mais de 100 mil usuários que utilizaram o meio de transporte. A média foi de 4,12 viagens por dia/bike, ultrapassando a média anterior que era de 3,5 viagens diárias.

De acordo com informações da ‘Tembici’ – operador do sistema de compartilhamento – o projeto Bike PE teve 7.762 mil novos cadastros em agosto.

Outro dado é que os dias em que mais ocorrem viagens são dias de semana, principalmente às quartas e quintas-feiras, em três horários considerados de pico: 7h, meio-dia e 17h, com uma duração média de 21 minutos por corrida.

Como modo alternativo ao carro, o Recife tem 80 estações e 800 bicicletas disponíveis para locação. Para o gestor de Ciclomobilidade da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, Jason Torres, o crescimento do número de viagens e novos cadastros demonstra a aceitação do sistema Bike PE, lançado no Recife em 2017.


Negócios de impacto social transformam vidas em Pernambuco

Aliar lucro a propósito social é a missão de empreendedores que apostam em negócios voltados a transformar a realidade de pessoas e encontrar soluções para problemas reais

Jorge Carneiro quer impulsionar o turismo na Bomba do Hemetério. Para isso, ajuda a dar visibilidade a grupos culturais através do Recria
Foto: Divulgação

BIANCA BION

Aliar lucro a propósito social é a missão de empreendedores que apostam em negócios voltados a transformar a realidade de pessoas e encontrar soluções para problemas reais. Entre outras características, esses empreendimentos buscam ser financeiramente sustentáveis enquanto atuam em rede através de parcerias para ampliar o impacto de sua atuação.

Um exemplo é a pernambucana Bio Fair Trade, que já ajudou a dar visibilidade ao trabalho de três mil artesãos em dez anos de existência, movimentando cerca de R$ 7 milhões nesse período. A empresa funciona como uma ponte entre o mercado nacional e internacional e os pequenos produtores de artesanato, procurando seguir os princípios do comércio justo, que prega igualdade de gênero, condições de trabalho seguras e saudáveis, preços justos, entre outros aspectos.

Tudo sem abrir mão da lucratividade. No caso da Bio Fair Trade, o modelo de negócios consiste na compra de objetos para revenda e no comissionamento quando promove a conexão entre os artesãos e outros compradores.

Nos últimos dois anos, a empresa dobrou o faturamento. No ano passado, teve receita de R$ 2,1 milhões. O sócio-fundador Márcio Waked acredita que a atuação em segmentos diferentes ajudou a atravessar a crise econômica sem maiores turbulências. A Bio Fair Trade trabalha tanto com exportação, quanto com a comercialização de produtos no mercado nacional, a exemplo de brindes corporativos, além de ter uma loja de venda direta com a marca Vila Mundo e prestar consultoria. “Trabalhamos com o artesão desde o momento inicial da capacitação. Entendemos a necessidade do mercado e passamos para o artesão. A partir daí, conseguimos conectá-lo com novos compradores”, comenta Márcio Waked.

Um dos artesãos beneficiados é Adício dos Santos. Ele já vendeu produtos como rodas gigantes, carrinhos e fogãozinho de lata na Holanda. Hoje, vende diretamente para a loja Vila Mundo. “Eu consigo até R$ 400. Todo mês procuro a Bio Fair Trade para fazer vendas. Esse dinheiro me ajuda a me sustentar”, afirma.

Outra empresa dedicada a criar oportunidades é a RobôLivre, que impacta 800 jovens no Recife e no município de Belo Jardim, no Agreste do Estado, com oficinas de robótica. A empresa também contribui com a implantação de laboratórios, formação de grupos de pesquisa em robótica e capacitação de profissionais das instituições parceiras, além de fornecer peças para montagens de robôs.

“Somos contratados por empresas privadas ou institutos, damos aulas semanais de robótica para jovens para promover transformação social. Trabalhamos com projetos práticos, de montagem de robôs. Em 2016, adotamos a forma de empresa privada. Em 2017, o número de projetos dobrou, hoje temos sete empresas parceiras. Temos perspectiva de aumentar a operação novamente, estamos conversando com potenciais clientes”, comenta o fundador da RobôLivre, Henrique Foresti.

Foi através das aulas no Instituto JCPM, realizadas pela RobôLivre, que o estudante Brian Thomaz, 21 anos, morador de Brasília Teimosa, na Zona Sul do Recife, se aprofundou no universo da tecnologia. “Nas aulas, nós fizemos carro de controle remoto, controlado pelo celular, um braço mecânico e uma casa com rampas automatizadas que eram ativadas através de raio infravermelho. Soube mais sobre tecnologia, programação. Depois da oficina, fiz um curso de informática e quero cursar universidade de engenharia mecatrônica ou programação”, comenta.

MERCADO

Para a analista do Sebrae Kátia Georgina trabalhar com o propósito de transformar vidas como a de Adício e Brian é um nicho de mercado que só tende a crescer. “Há uma conscientização das pessoas a esse respeito. É preciso empreender de modo diferente, olhar para problemas reais da sociedade que deixam lacunas e afetam principalmente as classes D e E”, comenta.

Integrante do núcleo gestor da Rede Nacional de Turismo Criativo (Recria), a empreendedora Larissa Almeida também atua para promover mudanças em seu meio social. O objetivo do movimento é reunir empreendedores que vendem seus produtos “encantadores”, como Larissa define, oriundos da economia criativa, através do turismo. Entre os exemplos, ela cita grupos culturais de maracatu e cozinheiros que fazem pratos típicos da região. “Hoje, nosso projeto está sendo acelerado no Instituto de Assessoria para Desenvolvimento Humano (IADH). Articulamos oportunidades para os empreendedores da rede. Um ponto chave é o desenvolvimento territorial. Acreditamos que isso pode ocorrer através da diversidade e de troca de conhecimentos”, diz Larissa Almeida. O movimento ainda está montando seu plano de negócios.

O coordenador do maracatu Nação Raízes de Pai Adão, Jorge Carneiro, é um dos integrantes do grupo de articuladores da rede, que sonha impulsionar o turismo na Bomba do Hemetério. “Temos três grupos culturais que estou ajudando a formatar para entrar no Recria e fazer parte do roteiro turístico na Bomba do Hemetério, que inclui apresentações de maracatu, dança africana e coco. O núcleo gestor do Recria trabalha para ampliar os horizontes da gente. Estamos programando apresentações para agências turísticas e donos de hotéis conhecerem os movimentos na Bomba do Hemetério”, relata.

JC Economia


Salesiano do Recife negocia patrimônio com construtora

O Colégio Salesiano Sagrado Coração, referência da educação em Pernambuco e patrimônio da história e da memória da Boa Vista e do Recife, está negociando parte do seus domínios com uma construtora.

Segundo informações extra-oficiais, colhidas com ex-alunos, funcionários e gente que usa equipamentos esportivos terceirizados pela instituição, as conversas estão avançadas e já resultaram num projeto que inclui edifícios “modernos” destinados a abrigar centros comerciais, salas empresariais, faculdades, consultórios, clínicas médicas, entre outros serviços.

Uma imensa casa de recepções também será erguida ao lado da Basílica do Sagrado Coração de Jesus e ocupará parte do estacionamento do colégio no trecho que acompanha o “finzinho” da Rua Dom Bosco e a esquina com a Rua Joaquim de Brito.

A ideia do tal projeto é obter lucro com áreas que hoje são consideradas “ociosas” ou “vazias”, a exemplo, do campo de futebol, quadras esportivas, jardins e praças de socialização e lazer dos alunos.

O imenso parque aquático e os ginásios cobertos também teriam entrado na negociação. Do mesmo modo, uma alameda com árvores frondosas existente ao lado do campo de futebol estaria sob risco de ser subtraída.

Localizado num imenso terreno entre as Ruas Dom Bosco e General Joaquim Inácio, já no bairro da Ilha do Leite, região central do Recife, o colégio estaria sofrendo com a redução de alunos, fato que decorre, entre outros fatores, do surgimento de grandes colégios em bairros distantes do centro, da diminuição da relevância das instituições religiosas e, por fim, da crise econômica do país.

Por estas e por outras  razões, tradicionais colégios do centro fecharam suas portas, a exemplo do Marista, na Avenida Conde da Boa Vista, e do Nóbrega, na Avenida Oliveira Lima.

Resistem ainda, o Americano Batista e o próprio Salesiano. Ambos expandiram suas atividades, incorporaram cursos universitários à cartela de serviços, mas as notícias sobre a saúde financeira de ambos não são boas.

Agora, o Salesiano, valendo-se do seu patrimônio em “área nobre”, caminha para lotear seu terreno em busca de recursos.

Resta saber se nesta empreitada o conjunto de prédios que hoje abriga salas de aula, secretarias, setores administrativos e o charmoso Teatro Boa Vista será preservado ou estará incluído no pacote de transformações.

Há teses de que parte dos prédios estaria prestes a desaparecer, ficando intacta apenas à igreja. Há ainda informações que apontam para uma “renovação” geral das instalações. Ou seja, mesmo que a estrutura atual não fosse derrubada, seria completamente alterada.

Se isso vier a ocorrer, as linhas arquitetônicas dos prédios do Salesiano desaparecerão juntamente com áreas verdes, passeios e os corredores cobertos que ligam os edifícios.

A torcida é para que o conjunto arquitetônico que tanto encanta na arborizada Rua Dom Bosco e que faz parte da memória afetiva da Boa Vista seja preservado!

Tomara que este projeto de renovação e ocupação respeite as linhas originais e consiga associar a tal “modernização” à identidade do colégio.

O assunto vem inquietando alunos, ex-alunos e pais de estudantes do Salesiano.

Após uma reunião realizada no dia 11 deste mês com pais e responsáveis, a direção do colégio publicou, no dia 14, nota em seu site afirmando o seguinte:

“A última reunião Geral de pais e responsáveis, realizada dia 11/09, gerou ecos positivos, mas algumas demonstrações de preocupação quanto ao futuro do nosso colégio.
Compreendemos perfeitamente a inquietação gerada e queremos esclarecer e reforçar nosso compromisso de manter o Colégio Salesiano em pleno funcionamento.
O colégio não está sendo vendido, alugado ou em parcerias com outras instituições educacionais. Tudo que será feito é para solidificar nossa instituição, que precisa de mudanças para garantir conforto, segurança, bem-estar e continuar oferecendo um serviço de qualidade a todos.
É um projeto muito adequado aos novos tempos, assumido por profissionais competentes, equipe pedagógica qualificada e com a tradição de salesianos com vasta experiência.
Fiquem certos de que tudo que está sendo programado para mudanças físicas, necessárias nos nossos prédios centenários, acontecerá sem nenhum prejuízo acadêmico e com acréscimos significativos ao bem-estar, à qualidade educacional e à satisfação de todos os alunos e cada um de vocês.
Não abriremos mão da NOSSA IDENTIDADE, da NOSSA CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA e de uma educação integral, inclusiva, libertadora, profissional e de excelência, ancorada em MATERIAL DIDÁTICO, que está entre os melhores do Brasil”.
O colégio é uma unidade de educação da Inspetoria Salesiana do Nordeste. Segundo a apresentação do seu site, o Salesiano do Recife integra o vasto leque de atividades dos salesianos nessa região nas áreas de educação, evangelização e assistência social. No panorama nacional, faz parte da Rede Salesiana de Escolas. O site informa ainda que o Salesiano instalou-se no Recife em fevereiro de 1895.
Saiba mais sobre a história do colégio AQUI

OBS:

Poucas horas depois da publicação do texto, a arquiteta, pesquisadora e professora de Arquitetura e Urbanismo na UniFBV Juliana Barreto sugeriu que o Antes que suma publicasse um artigo da sua autoria que detalha o projeto e aponta perdas que a iniciativa do Salesiano vai impor à cidade. Sugestão acatada. Aí está (inclusive com imagens projetadas já com os novos prédios no terreno do colégio):

O conjunto arquitetônico e paisagístico do conhecido Colégio Salesiano, situado no bairro da Boa Vista, teve suas origens em fins do século XIX, com edificações notáveis que sobreviveram ao tempo, como a igreja e seus belos vitrais, os tipos escolares e das quadras esportivas. No entanto, a agradabilidade do espaço, que ocupa a quase totalidade da quadra e tem acesso principal pela arborizada Rua Dom Bosco, parece estar sob ameaça do involutarioso progresso, que não dialoga com a conservação urbana e compromete, de modo, perverso, a qualidade ambiental. Sob justificativas de “dinamização do conjunto”, grupos interessados têm desenvolvido um projeto que estimula o adensamento construtivo, a verticalização e o multiuso, com edificações que chegam a atingir o gabarito de 25 pavimentos – parecem até já estar em negociações. Para se ter uma ideia do impacto, as vias lindeiras, com apenas UMA faixa de rolamento, já se encontram saturadas e o imóvel está classificado nas legislações municipais como IPAV. Vamos entender:

“Art. 101 – Constituem Imóveis de Proteção de Área Verde – IPAV – os imóveis que, isolados e em conjunto, possuam área verde contínua e significativa para amenização do clima e qualidade paisagística da cidade, cuja manutenção atenda ao interesse do Município e ao bem-estar da coletividade, nos termos da LOMR e do PDCR.” (Lei de Uso e Ocupação do Solo da Cidade do Recife, 1997)

“Art. 128. O Imóvel de Proteção de Área Verde – IPAV é uma unidade de domínio público ou privado, que possui área verde formada, predominantemente, por vegetação arbórea ou arbustiva, cuja manutenção atende ao bem-estar da coletividade”. (Plano Diretor do Recife, 2008)

Um IPAV é um imóvel entendido como Unidade de Equilíbrio Ambiental, que tem suas funções paisagísticas associadas às amenizações climáticas e ao desfrute de bem-estar dentro do conturbado cenário urbano. O aumento da temperatura já é um fato e a ausência de uma relação mais profícua entre a verticalização e a capacidade de carga das vias tem sido um desafio intransponível na etapa de aprovação dos projetos. Não é à toa que a taxa de solo natural mínima exigida para os IPAV´s é de 70%. Portanto, com essas breves palavras e algumas imagens do que consegui do projeto, resta apenas lamentar por mais esse triste episódio vivenciado no meu sofrido Recife. Ah, quase esqueci de comentar a ironia do nome do projeto: Oasis.

Reprodução do perfil de Juliana Barreto, no Facebook:

 
Abaixo: galeria de fotos do Antes que suma

Blog Antes que Suma


Projeto modifica regras das PPPs para diminuir custos e atrair investimentos

BR 101 (SE) – Trecho da BR 101, Km 139, entre Esta^ncia e Aracaju (SE). Foto: Divulgação/Ministério do Planejamento

PLS 337/2018

Projeto que altera a legislação relacionada às parcerias público-privadas (PPPs) está em tramitação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O texto foi apresentado na semana passada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) e aguarda designação de relator.

O PLS 337/2018 altera três pontos da legislação em vigor para as PPPs, a Lei 11.079, de 2004. O primeiro deles introduz a possibilidade de o poder público pagar à empresa concessionária um percentual da receita estimada da PPP para minorar os riscos de quebra de demanda. Trata-se de uma espécie de seguro. Jereissati argumenta que, no caso de haver queda da expectativa de tráfego numa rodovia, ou da quantidade de passageiros num aeroporto, os concessionários podem sofrer com o aumento de juros pelos financiadores da PPP, repassando os custos para as tarifas.

Flexibilidade

A segunda mudança é a introdução, nas chamadas “concessões patrocinadas”, de hipóteses de redução gradual, ou total, da contraprestação do poder público ao parceiro privado em função das receitas obtidas. São os casos de PPPs consideradas de “alto risco”, cujo pagamento pela concessão poderia acompanhar a demanda, o uso de uma rodovia, por exemplo.

Dessa forma, de acordo com o senador Tasso Jereissati, o projeto tornaria atraentes à iniciativa privada alguns trechos de rodovias, ao mesmo tempo que diminuiria o gasto da administração pública. Pelo texto, o parceiro privado poderá até mesmo inverter o fluxo financeiro proposto, e, caso o resultado financeiro da concessão supere dadas expectativas de receita, ele poderá pagar pela outorga da concessão, ou reduzir o preço das tarifas cobradas dos usuários.

“Minha intenção é tornar casos como estes atrativos ao setor privado, com dispêndio mínimo ou mesmo nulo ao poder público. Caso as receitas superem as expectativas, o investidor terá de pagar pela outorga ou reduzir as tarifas aos consumidores”, diz o senador, que preside a CAE.

Recursos exclusivos

A terceira mudança consiste em tornar exclusivo o uso do Fundo de Garantia das Parcerias Público-Privadas para seu fim específico, ou seja, como instrumento de aval dos compromissos assumidos pelo poder público. O texto proíbe, para isso, o uso desses recursos para prestar garantia aos fundos especiais, às autarquias, às fundações públicas e às empresas estatais dependentes da União. Para Jereissati, ao usar esse dinheiro com outros propósitos, o governo reduz a capacidade de organizar as PPPs.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


Coca-Cola quer lançar refrigerante à base de maconha

O CBD traz em suas propriedades efeitos relaxantes, antioxidante e anti-inflamatório.© Marcos Brindicci / Reuters

A Coca-Cola anunciou nesta segunda-feira (17) que está estudando a possibilidade de usar o canabidiol (CBD), ingrediente não psicoativo da maconha, como um do componentes de um novo refrigerante.

Em comunicado, o porta-voz da gigante do setor de bebidas, Kent Landers, disse à Bloomberg News, que a empresa está monitorando a indústria de cannabis, e tem mantido conversas com a produtora canadense de maconha Aurora Cannabis na tentativa de desenvolver o produto.

A empresa está “acompanhando de perto o crescimento do CBD como ingrediente em bebidas funcionais de bem-estar em todo o mundo”, explicou Landers, ressaltando que, até o momento, nenhuma decisão foi tomada.

A Aurora, por sua vez, disse que não discutirá as iniciativas de desenvolvimento de negócios até que sejam finalizados, mas acrescentou que a empresa “tem interesse” e “pretende entrar nesse mercado”.

O CBD traz em suas propriedades efeitos relaxantes, antioxidante e anti-inflamatório. A substância química é frequentemente utilizada para fins medicinais e não servem para intoxicar os consumidores.

No início deste ano, a cervejaria Molson Coors Brewing disse que produziria bebidas com infusão de maconha com o Hydropothecary Corp, enquanto a Constellation Brands, fabricante de cerveja da Corona, investiu cerca de US$ 4 bilhões a mais na Canopy Growth, produtora canadense de maconha.

Uma parceria entre a Coca-Cola e a Aurora marcaria a entrada de uma grande fabricante de bebidas não alcoólicas no mercado.

ANSA