Após caso Miriam Leitão, Alexandre Garcia é hostilizado em voo, vejam o vídeo

O jornalista Alexandre Garcia, da TV Globo e colunista da Rádio Eldorado, do Grupo Estado, passou por experiência semelhante à da também jornalista Míriam Leitão. Ele foi insultado, nesta quinta-feira, por um militante de esquerda antes de embarcar e durante um voo da Gol entre Brasília e Cofins, em Minas.

Imagens gravadas pelo rapaz e divulgadas nas redes sociais mostram que os ataques verbais ao jornalista começaram já na fila de embarque e seguiram até dentro do avião. “Golpista! Vai ter Mimimiriam Leitão.

Alexandre, você também vai soltar notinha se vitimizando igual à Miriam Leitão? Vocês que incentivam o ódio contra o PT, o PCdoB, contra a esquerda, vai ter mimimi também?”, gritava o rapaz.

Garcia, que não respondeu às provocações, afirmou que o piloto disse que poderia tirar o rapaz do voo, mas que ele próprio não permitiu. “Não deixei e posso dizer que esse rapaz voou graças a mim. Me deu um poder que eu não tenho. Não dei muita importância”, afirmou ao Estado.

Estadão

SpaceX realiza lançamento com foguete reutilizado pela 2ª vez

Após lançamento, Falcon 9 voltou com sucesso para plataforma

A empresa SpaceX de Elon Musk conseguiu pela segunda vez realizar a façanha histórica de lançar para o espaço um foguete já usado anteriormente. Nesta tarde, foi lançado do Kennedy Space Center, na Flórida, o foguete Falcon 9.

A missão do lançamento era colocar em órbita o satélite búlgaro BulgariaSat-1, o que aconteceu com sucesso.

O mesmo foguete já havia sido utilizado em janeiro deste ano para “transportar” 10 satélites de comunicação da companhia Iridium para fora da atmosfera terrestre.

Após lançamento, Falcon 9 voltou com sucesso para plataforma

Após lançamento, Falcon 9 voltou com sucesso para plataforma

Na época, o Falcon 9 precisou de todos os recursos de emergência da plataforma marítima Of Course I Still Love You para conseguir pousar em segurança, o que felizmente aconteceu sem problemas. Desta vez, no entanto, o próprio Musk havia dito que o foguete poderia não voltar inteiro, já que ele iria enfrentar a maior força de reentrada na atmosfera até o momento para um módulo do tipo.

Após oito minutos do lançamento, contudo, o Falcon aterrissou na embarcação não tripulada no Oceano Atlântico com sucesso e tranquilizou a companhia norte-americana. A empresa aliás contará com outro lançamento importante neste domingo (25) na Vandenberg Air Force Base, na Califórnia: o do novo conjunto de satélites da Iridium.

A primeira vez que a SpaceX reutilizou um foguete Falcon 9 foi no dia 30 de março deste ano no lançamento do satélite de comunicação SES-10.

Agência ANSA


Parque temático de Masha e o Urso será montado no Shopping RioMar Recife

O Shopping RioMar vai inaugurar um parque temático inspirado na série infantil Masha e o Urso, no dia 29 de junho. O espaço vai contar com piscina de bolinhas, labirinto de girassóis, casa na árvore, pinturas e pomar para crianças.

Versão teatral do seriado Masha e o Urso - Crédito: Divulgação do espetáculo

Versão teatral do seriado Masha e o Urso – Crédito: Divulgação do espetáculo

Já no dia 2 de julho, o espetáculo Masha e o Urso será encenado em uma edição especial do Divertilândia.

A peça terá duas sessões, às 15h e às 18h, no Teatro RioMar.

A adaptação conta com as canções já conhecidas do desenho animado. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro e pelo Ingresso Rápido, e custam R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).


Museu de Arte Contemporânea de São Paulo ganhará complexo gastronômico

Museu de Arte Contemporânea - Crédito: Vista/Garoa Foto/Divulgação/Reprodução

Museu de Arte Contemporânea – Crédito: Vista/Garoa Foto/Divulgação/Reprodução

Em agosto, a cobertura do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo vai abrigar um complexo gastronômico.

O Vista, como será chamado o local, terá restaurante, três bares, café e espaço para eventos. Com investimento de R$ 6 milhões, o local pretende fazer projetos que unam a arte do museu com uma releitura da gastronomia brasileira.

Leo Sanchez - Crédito: Vista/Garoa Foto/Divulgação/Reprodução

Leo Sanchez – Crédito: Vista/Garoa Foto/Divulgação/Reprodução

Quem está por trás do projeto é o empreendedor argentino Leo Sanchez, que tem vasta experiência no ramo de bares.

O espaço contará com uma área de 2.200 m², sendo 850 m² de área coberta e 1.400 m² a céu aberto, com vista para o Parque do Ibirapuera.


Grife pernambucana planeja expansão internacional

Da Coluna João Alberto – DP

Marie Mercié - Crédito: Gleyson Ramos/Divulgação

Marie Mercié – Crédito: Gleyson Ramos/Divulgação

A empresário Mércia Moura está investindo no plano de internacionalização da sua grife pernambucana Marie Mercié.

O projeto prevê uma loja na Saint Honoré, em Paris.

No plano de expansão, também negocia com shoppings de São Paulo, a começar pelo Higienópolis.


Joesley alivia Lula e a Globo enviesa edições para dar suporte ao açougueiro

Por Cezar Santos

Empresário que ganhou dinheiro público farto e barato com os governos petistas carrega nas acusações contra Michel Temer

Joesley Batista, autor de curiosa delação seletiva que “livra” Lula, sacrifica Mantega e carrega em cima de Temer

As delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista estão provocando uma hecatombe no mundo político nacional. Ao gravar o presidente Michel Temer às escondidas, num acordo supervantajoso com a Procuradoria-Geral, os donos da JBS se colocaram na condição de “derrubar” a República. Mas causa muito estranheza o fato de Joesley carregar nas acusações a Temer, a ponto de chamar o peemedebista de “chefe de organização criminosa”.

Sem querer dizer que Temer é inocente, todo mundo sabe que o chefe da organização criminosa é Lula da Silva. Lula, que colocou José Dirceu para montar o esquema do mensalão. Foi justamente no julgamento do mensalão, em 2012, que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello fez referência a uma quadrilha montada no governo de Lula.
No julgamento da ação que resultou na condenação de Dirceu, José Ge­noino, Delúbio Soares e um ban­do de empresários, Mello iniciou seu vo­to dizendo que em 44 anos de atuação na área jurídica nunca havia pre­senciado “um caso em que o delito de formação de quadrilha se apresentasse tão nitidamente caracterizado”.

Continuou o ministro: “Formou-se na cúpula do poder, à margem da lei e ao arrepio do Direito, um estranho e pernicioso sodalício, constituído por dirigentes unidos por um comum desígnio, um vínculo associativo estável que buscava eficácia ao objetivo espúrio por eles estabelecido: cometer crimes, qualquer tipo de crime, agindo nos subterrâneos do poder como conspiradores, para, assim, vulnerar, transgredir, lesionar a paz pública”.

Voltemos ao presente, em que vem Joesley, que recebeu bilhões de reais praticamente de graça do Banco Nacional de Desenvolvimento Eco­nô­mico e Social (BNDES) a partir do pri­meiro governo de Lula — o que continuou na desastrosa gestão de Dilma Rousseff — acusar Temer de “chefe da quadrilha”. Lem­brando que nas gestões Lula o peemedebista não estava no governo.
Mas como não dá para livrar os governos petistas totalmente, mesmo porque os rastros da corrupção estão espalhados por toda a parte, Joesley está empurrando toda a “bronca” para cima do ex-ministro Guido Mantega. Na narrativa “joesleyana” Mantega entra como “boi de piranha” para que Lula atravesse o mar de lama numa boa.

Ainda para não deixar o PT totalmente fora da delação, o que ficaria “esquisito” demais, Joesley fala do partido de forma genérica e dá mais tranco em Mantega. “Lula e o PT institucionalizaram a corrupção”, disse na entrevista, mas o alvo verdadeiro fica claro, pois quem lidera “a quadrilha mais perigosa do Brasil é Michel Temer”, e não o antecessor.
Lula, para o açougueiro, sempre plaina numa nuvem de santidade. “Nunca tive conversa não-republicana com o Lula. Zero”, jurou. “Eu tinha essas conversas com o Guido Mantega”. Chega a ser engraçada a argumentação de Joesley Batista.

Rede Globo

A Rede Globo, claramente, se empenha em piorar a situação de Michel Temer (como se precisasse). Tal empenho não deixa dúvida de que o grupo de comunicação tem interesse direto na derrubada do peemedebista. Os veículos do grupo carregam nas delações do empresário Joesley Batista, dono da JBS, e as justificam, mesmo quando o carniceiro pisa na bola.

Na semana passada, assisti com muita atenção uma edição do “Jornal Nacional”, na repercussão da entrevista que Joesley deu à revista “Época”. Joesley disse que ele só havia se encontrado com Lula em 2006 e 2013. “Estive com o presidente Lula quando assumi o comando da empresa, em 2006”, afirmou. A seguir, ele disse: “Nun­ca mais vi o Lula até o fim de 2013, não precisou ter conversa. Meu contato era o Guido [Mantega]”.

Ocorre que quadrilhas costumam ter muita gente e um ou outro acaba entregando o esquema. Eduardo Cunha, outro bandido notório, diz que não foi bem assim como Joesley contou. Em carta que o ex-deputado escreveu dentro do Complexo Médico-Penal de Pinhais, em Curitiba, onde cumpre pena após ter sido condenado na Operação Lava Jato, Cunha conta que se encontrou com Joesley e com o ex-presidente Lula, em 2016, para discutir os pedidos de impe­achment da então presidente Dil­ma Rousseff, que tramitavam na Câmara.

“Ele apenas se esqueceu que promoveu um encontro que durou horas, no dia 26 de março de 2016, sábado de aleluia, na sua residência (…), entre eu, ele e Lula, a pedido do Lula, afim de discutir o processo de impeachment, ocorrido em 17 de abril, onde pude constatar a relação entre eles e os constantes encontros que eles mantinham”, escreveu o ex-presidente da Câmara dos Deputados.

A Globo noticiou sobre a carta de E­duardo Cunha, mas ressaltou a resposta da defesa de Joesley Batista. Em nota, o advogado do empresário disse que, na entrevista, seu cliente apenas destacou dois encontros com Lula.

Mas, o advogado admitiu que Joesley esteve em diversas outras ocasiões com o ex-presidente Lula e também intermediou encontros de dirigentes do PT com Eduardo Cunha. “A partir de então, como já relatado por ele, não apenas esteve em outras ocasiões com o ex-presidente Lula como também intermediou encontros de dirigentes do PT com Eduardo Cunha”, afirma a nota.

A emissora não destacou que a nota do advogado desmente o empresário, ao admitir que ele se encontrou com Lula em outras ocasiões além das citadas na entrevista à “Época”. Jornalisticamente, esse seria o “gancho”. Mas o “gancho” não servia ao interesse da emissora, então ficou em terceiro plano.

Menos mal que as notícias sobre os processos e as dezenas de suspeitas sobre Lula da Silva não tenham sumido de todo dos veículos da Rede Globo, embora tenham minguado. O que é natural, já que o espaço maior tem sido dado mesmo às notícias anti-Temer.
Para o telespectador/leitor/ouvinte comum, mas com um nível de curiosidade um pouco afiado, deve ser muito complicado apreender os reais interesses nas edições do jornalismo brasileiro.

Jornal Opção


Safadeza na política não é invenção brasileira

Saída ‘à francesa’ para a crise brasileira será à la Robespierre (que morreu na guilhotina)?

Por Ancelmo Gois

É verdade que aqui, na terra de Temer, a coisa ganhou grande proporção. Mas a safadeza na política não é invenção brasileira.

Agora, mesmo, na França do recém-eleito Macron (foto), o governo trocou quatro ministros depois do envolvimento da ministra da Defesa, Sylvie Goulard, em um caso de supostos empregos fantasmas no Parlamento Europeu.

Aliás, alguns, por aqui, vislumbram uma saída à francesa para a crise brasileira. Resta saber se será à la Robespierre (1758-1794), que morreu na guilhotina.

O Globo 


Acordo de câmara privada: 1º aceito pela justiça

Justiça aceita primeiro acordo de câmara privada em mediação de conflito trabalhista

Por Bruno Góes

Um caso envolvendo a falta de pagamento de FGTS a uma ex-funcionária de uma empresa em Pernambuco foi resolvido por uma câmara de conciliação privada.

A decisão, homologada pela Justiça no fim do mês passado, foi a primeira a reconhecer a mediação privada de uma câmara para um conflito trabalhista.

Demitida sem justa causa da empresa Super Gesso, Rafaela Cristina Sartori Aguiar de Oliveira não havia conseguido sacar o FGTS porque a empresa não tinha efetuado o depósito.

Após a conciliação, ela recebeu os valores devidos. O acordo foi intermediado pela Vamos Conciliar, de Araripina (PE).

O Globo – Coluna de Lauro Jardim


  Fábio Assunção é liberado e pede desculpas

Fábio Assunção, pede desculpas e diz que não estava drogado: ‘Errei’

O ator Fábio Assunção, 45, admitiu que errou e pediu desculpas no final da tarde deste sábado (24) depois de ser liberado pela polícia em São João de Arcoverde, no sertão pernambucano. Assunção tinha sido preso em flagrante após uma confusão com policiais militares.

“Lamento muitíssimo o ocorrido em Arcoverde. Infelizmente aconteceu uma briga. Errei ao me exceder”, escreveu o ator, em sua conta no Facebook .

Fábio estava em Arcoverde para o lançamento do documentário “Eu sonho para você ver”, dirigido por ele e pela cineasta e namorada Pally Siqueira, que trata da tradição do samba de coco no sertão de Pernambuco.

Além de confirmar a briga, o ator afirmou que não estava drogado e que pediu exames para comprovar. “Não fiz uso de nenhuma droga ilícita –o que será comprovado pelo exame toxicológico que eu mesmo pedi para ser feito. Serei responsável pelos danos causados.”

A Polícia Militar de Pernambuco informou ter sido acionada por duas jovens, que afirmaram estar sendo ameaçadas pelo ator, na própria festa. Os policiais tentaram levá-lo à delegacia para esclarecer os fatos, mas Assunção ficou agressivo e se negou a entrar na viatura.

O ator acabou algemado e, na discussão, quebrou o vidro traseiro do carro policial. Após audiência de custódia, Assunção foi liberado depois de pagar uma fiança de dez salários mínimos –cerca de R$ 9.370.

Ele deixou o local por uma área restrita para evitar a imprensa e seguiu direto para o carro de um advogado que o defendeu no caso. Fábio estava acompanhado da namorada Pally Siqueira e foi ela quem buscou o valor estipulado pelo juiz Thiago Pacheco Cavalcanti –minutos antes da liberação do ator após o pagamento.

Em depoimento, Assunção afirmou que foi agredido por populares em um bar e devido aos ferimentos foi levado para o Hospital Memorial Arcoverde. Devido ao tumulto causado no hospital a polícia foi acionada e ele não atendeu a ordem de prisão. Em seguida, o ator teria desacatado policiais e resistido a prisão. Acabou sendo também acusado de quebrar com as mãos o vidro da mala do carro da polícia.

O galã da Globo foi acusado dos crimes de dano ao patrimônio público, desacato, desobediência e resistência. Agora, o processo vai correr em segredo de Justiça.

EU SOU FÁBIO ASSUNÇÃO

Assunção recebeu apoio de vários artistas, como o da atriz Drica Moraes, que postou em seu Instagram uma mensagem para Assunção. Os dois contracenam juntos em “A Fórmula”, comédia romântica da Globo escrita por Mauro Wilson e Marcelo Saback, que tem previsão de estreia em 6 de julho.

“Fábio Assunção não precisava estar em Arcoverde. Eu sou amigo do Fábio. Eu acabei de rodar uma série para televisão com Fábio e ele é uma das pessoas mais preparadas para o convívio social que eu conheço. Pro convívio profissional, político, social. É uma pessoa que tem um olhar para qualquer ser humano ao redor dele extremamente carinhoso e humano”, diz a atriz, que na legenda descreveu: “Eu sou Fábio Assunção”.

Folha de S. Paulo


A corrida pela soberania (e pelos bilhões) do leito dos oceanos

Foto da superfície oceânica, tirada do fundoDireito de imagem Science Photo Library
Image caption Fundo do oceano pode guardar uma fortuna em recursos minerais

Ao redor do mundo, diversos países estão reivindicando soberania sobre áreas de difícil acesso no fundo dos oceanos. Por quê?

No século 20, por exemplo, missões para chegar ao Polo Sul foram financiadas por investidores dispostos a se beneficiar da futuração exploração desas áreas desconhecidas.

Mas o aspecto geopolítico ganhou força em 1945, quando o então presidente dos EUA, Harry Truman, reivindicou a totalidade da plataforma continental adjacente ao país.

Em 2007, a Rússia usou um submarino-robô para fincar uma bandeira no fundo do mar abaixo do Polo Norte.

A nova fronteira é o fundo dos oceanos. Explorar essas áreas pode resultar na descoberta de uma grande quantidade de recursos naturais.

Abismos e montanhas

Apenas 5% do leito oceânico, que cobre cerca de 60% da superfície da Terra, foi propriamente explorado até agora.

A luz não chega às profundezas, que vivem na escuridão, em temperaturas perto de zero.

Cada missão exploratória revelou estruturas frágeis e animais nunca antes vistos. Mas empresas e governos estão de olho em mineirais que potencialmente podem valer bilhões.

Máquinas de exploração submarinaDireito de imagem Soil Machine Dynamics
Image caption Máquinas de exploração sumbarina já existem

Nos últimos anos, houve grande avanço na tecnologia para mapear e extrair esses recursos – incluindo a construção de equipamento robótico capaz de operar em grandes profundidades.

A mineração em grandes profundidades, ideia que data dos anos 1960, pode se tornar realidade já na próxima década.

Tudo isso é alimentado também pelo crescimento populacional e econômico do mundo, além das preocupações com a oferta de recursos minerais em terra firme.

No solo oceânico, por exemplo, há cobre, níquel e cobalto em grandes concentrações, assim como depósitos de metais “estratégicos”, como é o caso dos chamados elementos terra-rara, usados em tecnologias como chips de memória e baterias para carros elétricos.

Estima-se, por exemplo, que apenas montanhas no fundo do Pacífico contenham 22 vezes mais telúrio, elemento usado em painéis de energia solar, do que em todas as reservas terrestres conhecidas.

Sob pressão

Até o momento, esses recursos minerais estão sendo apenas localizados, não extraídos. Há sérios obstáculos a superar nessas locações remotas.

Crustáceo vivendo em grandes profundidadesDireito de imagem National Oceanography Centre
Image caption Biodiversidade poderá ser afetadas por projetos de exploração

O equipamento precisa funcionar em profundidades de 5 mil metros, onde a pressão é 500 vezes maior que na superfície, apenas para começar a escavar. A atual tecnologia de mineração profunda permite apenas a operação em regiões de mil metros debaixo d´água.

As regras para a exploração do fundo dos oceanos ainda não foram estipuladas, mas os interessados terão que demonstrar que avaliaram o impacto ambiental das operações e os planos de contingência para efeitos das atividades.

O grande problema é que o conhecimento humano sobre esses ambientes é limitado, o que dirá a compreensão sobre os efeitos de sua exploração para a extração de recursos.

A biodiversidade nos oceanos é espetacular, mesmo em grandes profundiades, e os cientistas sabem que há muito mais espécies a serem descobertas.

Imagem do fundo oceânicoDireito de imagem Science Photo Library
Image caption Apenas 5% do leito oceânico já foi devidamente mapeado

Um consórcio internacional de cientistas começou a tentar medir o impacto ambiental da escavação do leito oceânico. Os especialistas temem que isso possa afetar muitas formas de vida e mesmo a capacidade dos oceanos de fornecer alimento e absorver dióxido de carbono da atmosfera.

As consequências podem até afetar a indústria farmacêutica, que nos últimos anos desenvolveu até tratamentos contra o câncer a partir de criaturas marinhas.

De quem é o fundo?

A atual legislação internacional estabalece que países são donos do que é encontrado em uma extensão de até 200 milhas náuticas (370 km) de suas costas. Passado esse limite, a discussão se complica.

Um órgão das Nações Unidas, conhecido como ISA, é responsável pelo licenciamento de projetos exploratórios do leito oceânico.

Criado em 1984, o ISA é reconhecido por 168 países, entre eles o Brasil e a União Europeia, mas não os EUA.

Desde então, o órgão aprovou apenas 26 pedidos de exploração de 20 países, nenhum deles da América do Sul. China e Rússia são os países com mais licenças (quatro cada), ao passo que Reino Unido, França, Alemanha, Índia e Japão têm dois.

Por determinação da ONU, os contratos têm de ser divididos com uma nação em desenvolvimento.

Com os avanços da tecnologia, a corrida pelo fundo dos oceanos só vai se intensificar.

*Rachel Mills é cientista e integrante de um grupo de estudos sobre o futuro dos recursos oceânicos criado pela Royal Society de Londres.


Intolerância e progresso de mãos dadas: relatório mostra obstáculos no caminho do desenvolvimento social mais amplo

Sua conclusão é dura – embora tenham ocorrido melhoras individuais, muitos países experimentaram uma piora dos direitos individuais de seus cidadãos.O pior indicador brasileiro é em segurança pessoal, na área de necessidades básicas, no qual o país está na 121ª posição. Enquanto isso, a melhor colocação brasileira é no item tolerância e inclusão, em 22º lugar – uma medição que pode surpreender alguns.

Protesto contra racismo nos EUADireito de imagem Getty Images
Image caption A intolerância e a discriminação contra as minorias estão arrastando para baixo o Índice de Progresso Social, diz o relatório

Com tantas más notícias nas manchetes nos últimos anos, cresceu a percepção de que o mundo está se tornando um lugar mais intolerante e hostil.

Essa percepção é reforçada pela edição de 2017 do Índice de Progresso Social (SPI), um estudo publicado nesta semana pela ONG americana Social Progress Imperative e que observa tendências globais em uma amostra que cobre quase 98% da população mundial.

 SPI é compilado por acadêmicos da Harvard Business School e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), duas das mais importantes instituições acadêmicas do mundo, e usa critérios como liberdade de expressão e reunião, além de direito à propriedade privada e direitos políticos para definir direitos individuais.

Altos e baixos

Nos últimos três anos, o índice registrou piora em direitos pessoais em 46 países. O declínio foi “rápido e amplo” em 14 deles, incluindo Tailândia, Turquia, Tajiquistão, Hungria, Lesoto e Burundi.

O relatório analisa 12 indicadores que se dividem por três grandes áreas: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades. O Brasil aparece em 73º lugar no ranking geral de 128 países.

Outras nações que apresentaram rápida piora são Líbia, Iêmen, Rússia, El Salvador, Azerbaijão, Nicarágua e Angola. Apenas 18 países na lista do ano mostraram sinais de melhora nesta área, e no topo estão Tunísia, Madagascar, Sri Lanka, Guiné-Bissau e Cuba.

No caso tolerância e inclusão, o relatório também conclui que o panorama geral está piorando, especialmente em vários países europeus. Nos últimos dois anos, Dinamarca, Espanha, França, Croácia, Grécia, Lituânia, Macedônia e Rússia começaram a mostrar sinais de tendência para baixo.

Em várias partes do mundo, diz o relatório, as pessoas estão experimentando uma “volatilidade extrema” com intolerância contra imigrantes, homossexuais e grupos religiosos.

Quarenta e quatro países pioraram em termos de tolerância contra minorias – entre eles Letônia, Eslováquia, Moçambique, República Centro-Africana, El Salvador, Hungria, Camarões, Ucrânia e Estados Unidos.

Gráfico minorias

“Alguns desses resultados são preocupantes”, diz Michael Green, diretor da Social Progress Imperative. “Eles mostram que estamos andando para trás. E isso está ocorrendo em países inesperados também”.

Ele cita os Estados Unidos como um exemplo marcante, onde o progresso parece ter estacionado.

“Os dados mostram claramente que nos últimos três anos o país tem tido resultados abaixo do esperado em termos de avanço social em geral, em especial uma redução em tolerância e inclusão”, disse Green à BBC.

“Os cidadãos devem sentir que o país não tem suprido o necessário, embora não esteja indo mal em termos de PIB.”

Mapa de mudança no progresso social

PAÍSES COM MAIOR PIORA

Índice de Progresso Social Geral, 2014 – 2017

  • República Centro-Africana
  • Hungria
  • República do Congo
  • Nicarágua
  • El Salvador
  • Mali

PAÍSES COM MAIS AVANÇOS

Índice de Progresso Social, 2014 – 2017

  • Nepal
  • Côte d’Ivoire
  • Quirguistão
  • Togo
  • Bangladesh
  • Serra Leoa

Nem tudo é ruim

Mas o SPI também ressalta algumas tendências animadoras. Para começar, o fato de que, apesar de vários obstáculos e quedas, o mundo como um todo está progredindo.

O número de usuários de internet aumentou para 43% na população mundial como um todo. O acesso ao celular também se expandiu “expressivamente”, e agora 95% da população vive em uma área com rede de telefonia móvel.

E há outro indicador-chave que ajuda a aumentar os índices – o acesso à educação superior. O número de universidades aumentou bastante: 89 países têm pelo menos uma unidade, contra 75 em 2014.

Nível de progresso social

Pontuação global

Afinal, como o mundo de maneira geral está no SPI?

A pontuação do progresso mundial subiu de 63,19 pontos (de uma escala até 100) em 2014 para 64,85, em 2017.

“Esta pontuação é a melhor desde que começamos a acompanhar o acesso ao conhecimento básico, cuidados médicos e de nutrição”, diz Green. “Mas há recursos para fazer muito melhor.”

Se o mundo fosse um país, então a pontuação geral o colocaria abaixo da média no ranking de 2017 – na 80ª posição entre os 128 países medidos, entre a Indonésia e Botswana.

O que esse número diz é que, enquanto existem fatos positivos e algum progresso acontecendo, os negativos estão afetando o progresso geral.

Se o mundo tivesse cem pessoas...

Como o índice é feito?

O SPI é um índice agregado que observa as condições de um país através de resultados sociais e do meio ambiente, em vez de por meio de indicadores mais tradicionais, como PIB e renda per capita.

O índice foi criado pelos pesquisadores Michael Porter, da Harvard Business School, e Scott Stern, do MIT, e segue os princípios desenvolvidos pelo economista Joseph Stiglitz, ganhador do prêmio Nobel, sobre como o bem-estar em uma sociedade pode ser mais bem compreendido.

Ele agrupa indicadores de três áreas: necessidades básicas (nutrição, água e moradia), bem-estar (acesso a conhecimento básico, telecomunicações, condições de meio ambiente) e oportunidades (direitos políticos, liberdades, tolerâncias e discriminação, educação superior).

Com dados de uma série de fontes, ele avalia 128 países em 50 indicadores e 61 países adicionais com resultados parciais.

A principal crítica que a metodologia levanta é que todos os indicadores têm o mesmo peso: ter acesso a saneamento, por exemplo, é tão importante quanto ter o direito à propriedade.

Mas alguns especialistas argumentam que “medir igualmente todas as coisas que importam para uma boa vida é a decisão menos controversa” para refletir tendências atuais na pesquisa sociológica.

Mais rico (nem sempre) é melhor

Se a pontuação no índice do SPI é relacionada com o PIB do país, ela revela que ser rico nem sempre é melhor quando se trata de alcançar o progresso.

“A Arábia Saudita (com mau desempenho em saneamento), e até a Rússia tomaram decisões que não são boas em termos de como os benefícios de um PIB alto pode estimular o progresso social”, diz Green, mencionando dois integrantes do G20, o grupo das nações mais industrializadas do mundo.

De fato, o SPI mostra que o G7 e os países da OCDE são lentos em fazer grande progresso, com exceção de Noruega, Japão e Espanha. Alguns países em desenvolvimento com PIBs menores estão entre os países com mais avanço.

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Jacquin: “Nunca mais assino uma carteira de trabalho”

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© Lailson Santos ERICK-JACQUIN-2017-21053
Em entrevista publicada nesta semana na seção das Páginas Amarelas de VEJA, o chef francês Erick Jacquin fala sobre as dificuldades que enfrentou na carreira após a falência de seu restaurante em São Paulo e sobre sua reinvenção como jurado do programa MasterChef Brasil – que na semana atingiu seu recorde de audiência na atual temporada, com 7 pontos no ibope, e garantiu a liderança da televisão aberta para a Band ao longo de parte de seu episódio semanal.“A falência foi o grande problema da minha vida, mas consegui virar a página: fechei meu restaurante e estou pagando tudo o que devo. Não tenho vergonha nenhuma.Hoje, sinto minha cabeça leve a esse respeito. Respondi a muitos processos trabalhistas, mas, graças a Deus, o sufoco já está acabando”, diz Jacquin. Ele também ataca a legislação trabalhista no Brasil, apontando-a como a grande vilã para empreendedores com seu perfil. “A legislação trabalhista no Brasil é a maior vergonha do mundo. Há muita gente querendo empregar, mas ninguém quer se arriscar. Nunca mais vou assinar uma carteira de trabalho”, afirma Jacquin.

Na entrevista, o chef também fala sobre a razão de existirem tantos egos inflados na sua profissão. “Quem inventou a comida foi Deus, mas quem inventou o cozinheiro foi o diabo. Os chefs são capetas metidos e pretensiosos. Mas a culpa é dos críticos gastronômicos, que dizem que o sujeito faz uma comida divina e publicam uma foto dele todo bonitão. Elogios sobem à cabeça”, afirma, frisando que hoje faz um mea culpa e procura ser humilde como jurado do MasterChef. “Virei um docinho de coco”.

Ele comenta, ainda, a controvérsia sobre machismo na penúltima edição do programa. Disse que houve exagero na acusação e que a verdade é que não há espaço para cortesia com ninguém na cozinha. “Não há sexo dentro da cozinha. Há cozinheiro. A polêmica foi exagerada. E vou esclarecer uma coisa: dentro de uma cozinha, não temos tempo de falar ‘por favor, querida’.

É ‘vá lá pegar o sal, pô!’. Não há tempo para ser carinhoso.“ Jacquin opina, por fim, que o típico prato de arroz, feijão e farofa consumido pelos brasileiros é coisa de país pobre. “Todos os países onde as pessoas comem farinha, arroz e feijão tinham ou têm problema de gente passando fome. É coisa da Índia, da China, do Brasil. O cara enche a barriga, a fome passa”.

VEJA.com
Marcelo Marthe


ECONOMIA: São João de Pernambuco movimentará mais de R$ 260 milhões em diversos setores

As cidades que concentram mais movimento de turistas são: Caruaru, Gravatá, Petrolina, Limoeiro, Arcoverde e Bezerros.

O Governo do Estado espera que mais de R$ 260 milhões de reais sejam injetados nos principais polos juninos este ano.

A expectativa é de que a rede hoteleira tenha ocupação de 94,62%.

Os dados são frutos de pesquisa feita pela Empresa Pernambucana de Turismo – EMPETUR. As cidades que concentram mais movimento de turistas são: Caruaru, Gravatá, Petrolina, Limoeiro, Arcoverde e Bezerros.


Companhia aérea quer levar passageiros em pé

Aeronave da companhia VivaColombia

A companhia aérea VivaColombia tem um plano no mínimo polêmico para oferecer aos seus clientes menos abastados uma oportunidade de voar: a opção para viajar em pé!

De acordo com a rádio Caracol, o presidente da empresa colombiana, William Shaw, disse e medida só valeria para voos curtos, de cerca de uma hora.

“Muitas pessoas gostaria de pagar menos para ir a Cartagena (partido de Bogotá) e não importaria a ela viajar em pé”, afirmou ele.

“Se passam uma hora em pé em ônibus, por que não passariam em um avião?”, acrescentou.

Entretanto, disse o jornal “El Espectador”, a medida não deverá ser aceita por autoridades aeroviárias do país sul-americano. As normas de segurança colombianas são bastante rígidas.

O Globo


Aeroporto do Recife completa cinco anos de ligação direta para o Panamá

Para comemorar os cinco anos do voo direto Recife-Panamá pela Copa Airlines, o Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre (PE) promoveu uma recepção surpresa para os passageiros que desembarcaram e embarcaram, na madrugada desta sexta-feira (23/6). A ação, com direito ao autêntico forró, foi realizada pelo Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer, com o apoio da Infraero.

No desembarque, ao chegarem à esteira para retirar as bagagens, todos os passageiros encontraram um kit com uma mensagem de boas-vindas. Além disso, uma quadrilha junina e um trio pé-de-serra animaram os visitantes, mostrando a essência da festa junina pernambucana. Já no embarque, foi instalado um pórtico com a campanha “Pernambuco, Coração do Nordeste”, com distribuição de um ícone da gastronomia pernambucana, o bolo de rolo.

De acordo com dados da gerência de Gestão Operacional do terminal recifense, nos últimos cinco anos (2012-2017), foram realizados 1.802 voos entre o Recife e a cidade do Panamá. O número de passageiros embarcados e desembarcados atingiu a marca de 160 mil pessoas.

O voo Recife-Cidade do Panamá acontece duas vezes por semana – terças e sextas-feiras – com partidas às 13h35. Ao chegar no Panamá, os passageiros podem viajar para 74 destinos em 31 países.

Além da Copa Airlines, outras oito companhias aéreas operam no Aeroporto Internacional do Recife: Avianca, Azul Linhas Aéreas Brasileiras, Gol, Latam, Cabo Verde Airlines, Condor, Meridiana e TAP. O aeroporto liga Recife a 50 destinos nacionais e a nove internacionais, chegando a uma média diária de 156 voos regulares, entre pousos e decolagens.

Para atender a toda essa demanda, o terminal funciona 24h, com capacidade para atender a 16,5 milhões de passageiros ao ano. Somente em 2016 passaram pelo local quase 7 milhões de viajantes.

Imagem aérea do terminal de passageiros do Aeroporto do Recife.

Melhor aeroporto do Nordeste

O Aeroporto Internacional do Recife (PE) foi eleito, em janeiro, o melhor aeroporto do Nordeste e o segundo melhor do país, atrás apenas do Aeroporto Internacional de Curitiba (PR), de acordo com pesquisa realizada pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.

Entre os itens mais bem avaliados no terminal pernambucano, destacam-se o serviço e atendimento do local e a infraestrutura. A sondagem ouviu 14.085 passageiros, sendo 9.037 de voos domésticos e 5.048 de voos internacionais, que atribuíram notas de 1 a 5 para o serviço geral dos 15 principais aeroportos brasileiros.

Assessoria de Imprensa – Infraero


Veja as mudanças do novo sistema de bicicletas públicas do Itaú no Recife e outras capitais

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O Itaú apresentou na quinta-feira, 8 de junho, as novas bicicletas e o novo sistema de compartilhamento (bike-sharing), que será implantado nos próximos meses em cinco praças: Pernambuco (região de Recife e Olinda), Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Dotado de tecnologia canadense, o sistema contará agora com modelos diferentes de bicicleta, mais leves e que, segundo os responsáveis, demandam menor manutenção. As estações também serão completamente repaginadas, usando energia solar e facilitando a retirada e a entrega das bikes por parte dos usuários. Outra mudança está nas condições de uso, já que os interessados não precisarão necessariamente ter um cartão de crédito para usar o sistema.

Com o número de viagens e usuários em crescimento, o projeto passa a ser administrado por uma nova empresa, que será responsável pela operação e manutenção das bicicletas. A Tembici, que adquiriu a Samba Transporte Sustentáveis em maio, já tinha parceria com o Itaú em estruturas como os bicicletários públicos do Largo da Batata, Paraíso e Praça dos Arcos, em São Paulo, além do Bike Turista, em Salvador, da Escolinha Bike e da plataforma de vendas de bicicletas chamada ibike.

Principais mudanças:

Na bike:
– Pneus com bandas refletivas aro 24
– Geometria inclusiva, permitindo uso por pessoas de todas estaturas
– Canote regulável com grande variação de altura
– Sistema de freios rollerbrake
– Cambio Shimano Nexus com três velocidades
– Iluminação dianteira e traseira acionada por dinamo
– Cesto adaptável para qualquer tamanho de bagagem
– Tecnologia antifurto
– Pára-lamas dianteiro e traseiro
– Proteção de corrente para evitar sujar as roupas do ciclista

Nas estações:
– Layout com menor poluição visual
– Abastecimento por painéis solares (preparados para um futuro uso de bikes elétricas)
– Média de 20 vagas por estação
– Vagas modulares sem necessidade de fixação ao solo
– Quiosque com interface de pagamento digital e comunicação wifi

No aplicativo:
– Permite ao ciclista planejar o passeio, pagar e desbloquear a bicicleta com código gerado pelo app
– Encontrar estações próximas manualmente ou por GPS
– Leitura de bicicletas e vagas disponíveis em cada estação
– Marcar estações favoritas
– Encontra rotas com informações de distância e elevação
– Registrar as viagens com GPS

“Incluir a mobilidade urbana como uma causa oficial do banco valeu a pena. Conseguimos fazer com que mais pessoas passassem a utilizar a bicicleta como meio de transporte. Agora o momento será de utilizar todo o aprendizado ao longo desses anos para elevar a outro patamar a qualidade do serviço e a satisfação dos usuários”, explica Luciana Nicola, superintendente de Relações Governamentais e Institucionais do Itaú Unibanco. “Temos a bicicleta como nossa aliada. Com qualidade, eficiência e informação por meio de tecnologia, viabilizamos projetos para que as pessoas possam ir e vir livremente, transformando seu olhar e sua relação com a cidade, diz Tomas Martins, CEO da Tembici.

A tecnologia que passará a ser usada nos projetos Bike Sampa, Bike Rio, Bike PE, Bike POA, e Bike Salvador já tem anos de uso em cidades fora do país, como Londres, Chicago, Toronto e Guadalajara. O fornecedor oficial será o mesmo aqui no Brasil, a PBSC Urban Solutions, que hoje tem mais de 50 mil bicicletas em sistemas parecidos no mundo todo.

Veja o teste exclusivo que a bikerrepórter Renata Falzoni fez com a nova bike e o novo sistema:

O sistema de compartilhamento de bicicletas patrocinado pelo Itaú completa seis anos de existência em 2017 e já soma um total de mais de 20 milhões de viagens.

(Com informações do site Bike é Legal)

EcoD


The King Beef chega à Zona Norte do Recife

Após se consolidar como food truck de hambúrguer em Boa Viagem, a  The King Beef chega à Zona Norte do Recife. A marca abre sua primeira franquia, como loja física, sob o comando dos empresários, Marcelo e Rodolfo Moura.

A nova unidade conta com o mesmo cardápio criado pelo dono da marca, Rodolfo Ramyres, incluindo o estrelado que leva o nome da casa, The King Beef. O sanduíche leva 180g de costela bovina moída, muçarela artesanal, maionese caseira de ervas, bacon crocante, barbecue no pão artesanal.

Além desse, o Double King, com hambúrguer duplo de 180 g de costela moída, maionese caseira de ervas, muçarela artesanal, barbecue no pão artesanal. O Medalhão Burguer leva paleta moída enrolada com bacon, muçarela artesanal, farofa de parmesão ralado com pimenta calabresa, molho barbecue , também no pão artesanal.

O Prince burger, com 180 g de paleta moída, cheddar cremoso, cheddar em fatias, bacon, cebola caramelizada na redução balsâmica com pão australiano. O lord Burger, com carne, chips de jamon de parma crocante, muçarela artesanal e maionese de ervas aromáticas.

O Tree Cheese, Burguer de carne bovina moída, molho de gorgonzola, muçarela artesanal, parmesão cream.  O Queen Burguer, Burger de 180g de picanha moída recheada com pasta de alho caseira, muçarela artesanal, maionese caseira de ervas ou barbecue picante.

E o Chicken King, 180g de peito de frango moído, creme de parmesão, muçarela artesanal, molho pesto, tomate assado. Além de chips de batata da casa em várias versões, ideais para acompanhar.

Serviço:
The King Beef – Shopping Parnamirim
Endereço: R. João Tude de Melo, 77 – Paranamirim.


Mansão da Cartier na Quinta Avenida é reformada em seu centenário

O ano é 1917. Em um verdadeiro conto de fadas, a Cartier troca um excepcional colar de pérolas de US$ 1 milhão por uma grande mansão neo-renascentista na Quinta Avenida que pertencia ao executivo norte-americano Morton Plant. Pierre Cartier – neto do fundador da marca, que se mudou para Nova York em 1909 – procurava por um local incrível na cidade há cinco anos e propôs a troca depois que a esposa de Plant, Maisie, apaixonou-se pela joia.

Agora, um século mais tarde, a emblemática boutique situada no número 653 da avenida mais famosa da cidade celebra seu centésimo aniversário. Como parte das comemorações, a Cartier anunciou um novo colar de pérolas para a ocasião.

Declarada monumento oficial da cidade de Nova York em 1970, a residência foi originalmente construída pelo arquiteto Robert Gibson, em 1904, e renovada por William Welles Bosworth em 1917 para a Cartier. A entrada principal foi movida da Rua 52 para a Quinta Avenida. Além disso, janelas com detalhes em bronze contornados por mármore verde foram incorporadas à nova fachada.

Recentemente, no entanto, a mansão histórica passou pela mais extensa reforma da história da marca, que durou dois anos e meio, antes de reabrir no verão passado. Exclusividade foi a chave na reforma, o que significa que praticamente tudo foi feito sob medida. Entre os elementos de design especiais estão 101 tratamentos de janela, 43 tecidos e couros diferentes para as paredes, móveis e tapeçaria, 35 estilos de mobília únicos e 30 novos lustres que refletem aqueles que iluminavam o prédio nos tempos de Pierre Cartier. Os painéis originais de madeira de carvalho foram preservados, restaurados e reinstalados, com itens adicionais produzidos para as novas salas. Junto com o departamento de patrimônio da Cartier, o arquiteto Thierry Despont procurou 110 antiguidades para a mansão.

Ao longo do anos, a marca recebeu inúmeros hóspedes na mansão, de integrantes da realeza e da alta sociedade a celebridades, o que fez dela um destino tão imperdível quanto outros pontos turísticos da cidade.

Veja, na galeria de fotos, mais detalhes da mansão:


  • O quinto andar é ocupado por uma oficina onde artesãos da marca criam joias únicas e pedidos especiais para clientes Cartier (a renovação de 1917 já trazia um ateliê, onde as populares pulseiras Love e Juste un Clou foram inicialmente criadas), enquanto o sexto andar é um grande terraço com vista para a Quinta Avenida usado para entretenimento privado.


  • A fachada passou por uma mudança significativa, com permissão da Comissão de Preservação de Monumentos da Cidade de Nova York. A entrada da Quinta Avenida foi movida suavemente para o meio do prédio, para ecoar a simetria clássica encontrada na entrada original na Rua 52. Na verdade, a transformação de 1917 já considerava a ideia – um antigo esboço em aquarela mostra a porta posicionada no centro do edifício.


  • Atualmente, a entrada da Rua 52 é um magnífico saguão conhecido como “Panther Hall”, pois exibe um painel com panteras feito especialmente para o local pelo ateliê parisiense Midavaine, além de uma mesa de concierge e uma escadaria clássica.


  • Idealizado pelo arquiteto Thierry Despont, o espaço da nova boutique quadruplicou de tamanho – passou de 800 m² divididos em dois andares para 4 mil m² em quatro pisos. Um classicista apaixonado por história, artesanato e a combinação de técnicas do passado com trabalho contemporâneo, Despont é o nome por trás de residências de grandes empreendedores, titãs da indústria e alguns dos homens mais ricos do mundo. “A Cartier Mansion é um ícone. Eu queria dar às pessoas a sensação de fazer parte da grande casa que a propriedade era e restaurá-la para recuperar toda a sua glória. Eu não acho que haja qualquer outra loja como essa no mundo”, diz ele.


  • Há salas dedicadas a figuras inesquecíveis na história da Cartier, como a área VIP reservada para pedidos especiais de alta joalheria que recebe o nome da mítica diretora artística e musa de Louis Cartier, Jeanne Toussaint, decorada com paredes coloridas de tecido, mobília estilo Luís XV e piso de madeira. Tem ainda, o Elizabeth Taylor Salon, que exibe as criações mais especiais de joias de luxo da marca, e o salão oval destinado aos diamantes e Grace Kelly, onde escudos brancos de Mônaco destacam os detalhes em madeira das paredes. “É muito glamuroso e romântico, com ornamentos e elementos de arquitetura como entalhes nas paredes que encontramos na mansão original”, explica Despont. “Há lindas cortinas de seda que filtram a luz na sala branca e um belo lustre.”


  • O terceiro andar é totalmente destinado aos relógios, com um salão inspirado em Andy Warhol que exibe relógios masculinos e o Gary Cooper Salon, apenas para relógios complexos. A área de serviço e o salão de acessórios ficam no quarto andar, incluindo um gabinete intimista que contém 12 essências numeradas criadas pela perfumista da marca, Mathilde Laurent. “A sala tem paredes de couro vermelho e teto na mesma cor, com o mesmo material das icônicas caixas de joia da Cartier”, diz Despont.

    Forbes


Temer ficou menor

Com as novas acusações, desta vez da PF e do doleiro do PMDB, o presidente está diminuído — e, no começo da crise, por pouco não renunciou ao cargo

Desde que seu governo foi atingido na testa pela delação do empresário Joesley Batista, o “bandido notório”, o presidente Michel Temer nunca viveu uma semana tão desastrada.

A Polícia Federal, encerrando uma etapa das investigações da delação, concluiu que existem evidências “com vigor” mostrando que Temer praticou ato de corrupção.

Além desse petardo, o operador Lúcio Funaro, conhecido como doleiro do PMDB, começou a abrir o bico, como adiantou VEJA na semana passada. Entre outras acusações, disse que o partido mantinha uma quadrilha para abocanhar verbas da Caixa Econômica Federal — e Temer era quem fazia a distribuição dos recursos surrupiados.

Com tudo isso, o presidente Temer, mesmo no exterior, encerrou a semana menor do que começou. Com denúncias e acusações surgindo em ritmo quase diário, Temer é hoje um presidente moralmente acossado, politicamente fragilizado e administrativamente atordoado, pois seu governo despende mais energia com a polícia do que com a política.

Está se apequenando institucionalmente, obrigado a se explicar a todo instante, instado a bater boca com quem chama de “bandido notório” e testemunhando a agonia de amigos. E sua situação tende a piorar ainda mais.

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