VAQUINHA VIRTUAL PARA PROJETO DO MUSEU DA ABOLIÇÃO NO RECIFE

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O Projeto Mucunã está levantando fundos, a partir de vakinha online, para a “Exposição Fotográfica Mucunã”, no Museu da Abolição. Fruto de um trabalho anterior chamado ”Beleza, uma questão de identidade”, que reuniu em um catálogo diversas mulheres negras com seus diferentes estilos e estéticas, o Projeto Mucunã tem como desafio desconstruir uma cultura da negação do belo na negritude.

Sabe-se que crianças e adolescentes, negros e negras, sofrem com o racismo e são desvalorizados cotidianamente por não atenderem a um padrão estético hegemônico. A Exposição Fotográfica Mucunã, de autoria de José Felix (@felix.esteticaafro), pretende contribuir para empoderar, desde a infância, essa população, por meio de obras lúdicas e criativas, para que o público, em especial o infanto-juvenil, possa interagir e valorizar a identidade afro-brasileira.

Considerando a dura realidade de artistas independentes e a carência de recursos, para ser realizada, a exposição precisa arrecadar 5 mil reais para sua execução, recurso que não foi possível ser captado por meio de editais. Para levantar esse recurso, pedimos a contribuição/colaboração, de pessoas físicas ou jurídicas, que se identifiquem com o trabalho ou que se sintam sensibilizado/as.

As contribuições só podem ser feitas pelo: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/530150

Divulguem para seus amigos e vamos enaltecer a beleza negra!!

#vaquinhaonline #negritude #blackmoney #nospornos #vidasnegrasimportam#culturaafro #estetica


#CURIOSIDADES – MUSEU DA ABOLIÇÃO NO RECIFE

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VOCÊ SABIA ?

O Sobrado Grande da Madalena, carrega características de um sobrado urbano, típico da arquitetura civil classicista do século XIX. O edifício contém diversos arcos em sua estrutura, elemento da chamada categoria de “sobrado sobre arcadas”.

Esses arcos eram espécies de estruturas preventivas, diante das diversas enchentes causadas pelo Rio Capibaribe, que castigava diversas áreas ribeirinhas, chegando até a Várzea.

A construção também possui várias quedas d’água que facilitavam o escoamento. As janelas largas, altas e simétricas marcavam o estilo neoclássico e serviam como uma forma de garantir maior iluminação e ventilação pro casarão.

Queres saber mais ?? Vem visitar a gente! É gratuito, é nosso! 
Nosso funcionamento é de segunda a sexta, das 9h às 17h e aos sábados, das 13h às 17h.

#CuriosidadesMAB #sobradosobrearcadas #arquiteturaclassicista #arcosdomab#visiteomab #souafrodigital #museu #recife @ Museu da Abolição


22 DE ABRIL, UM DIA TERRÍVEL DE NOSSA HISTÓRIA

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Esse dia é tão desmoralizado que 6 anos antes as Povos Invasores já tinham dividido as terras que seriam delapidadas.

Tratado de Tordesilhas, assinado na povoação castelhana de Tordesilhas em 7 de junho de 1494, foi um tratado celebrado entre o Reino de Portugal e a Coroa de Castela para dividir as terras “descobertas e por descobrir” por ambas as Coroas fora da Europa.


Palácio da Justiça em construção [Recife, PE]

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Virgínia Barbosa

Bibliotecária da Fundação Joaquim Nabuco

pesquisaescolar@fundaj.gov.br

O Palácio da Justiça é o edifício-sede do Poder Judiciário de Pernambuco e abriga em suas instalações o Tribunal de Justiça do Estado.

Registra a história que o Tribunal de Justiça de Pernambuco passou a existir mediante o alvará de D. João VI, de 6 de fevereiro de 1821. À época, foi denominado Tribunal da Relação de Pernambuco e instalou-se num espaço dentro do antigo Colégio dos Jesuítas do Recife, em 13 de agosto de 1822.

A sede do Tribunal foi transferida algumas vezes: do Colégio dos Jesuítas passou para o imóvel do antigo Erário (demolido em 1840), depois para o Palácio do Governo, em 12 de julho de 1838. Voltou para o Colégio dos Jesuítas, funcionou na Cadeia Velha, na rua do Imperador, até a sua extinção em 8 de janeiro de 1892, data em que fora criado o Superior Tribunal de Justiça. A partir de então, funcionou num prédio que ficava entre o atual Arquivo Público e a Secretaria da Fazenda até ocupar o imponente Palácio da Justiça, localizado na esquina da rua do Imperador Pedro II, com frente para o jardim da Praça da República.

Foi no governo de Sérgio Loreto que a construção do Palácio da Justiça recebeu atenção especial, cuja pedra fundamental foi lançada no dia 2 de julho de 1924, em comemoração ao primeiro centenário da Confederação do Equador. Neste início de século, o Recife já passava por modificações urbanas de influências européias, principalmente de Paris, as quais orientavam os melhoramentos e embelezamentos da cidade. Foram obras do governo Loreto: “a conclusão do Quartel e da praça do Derby; a construção da Avenida Beira-Mar (atual Av. Boa Viagem); a dragagem do porto do Recife e ampliação de alguns cais e armazéns para permitir a entrada e acostamento de grande navios; a construção da segunda linha adutora do Gurjaú, e das estradas entre Floresta-Cabrobó-Boa Vista e entre Floresta-Salgueiro-Leopoldina-Ouricuri; restaurou prédios escolares e deu especial atenção à formação de professores”.

O local escolhido para erguer o Palácio da Justiça (ilha de Antonio Vaz,bairro de Santo Antonio) fora ocupado por cinco edificações, na Rua João do Rego, e pelos prédios do Quartel da Força Pública e do convento dos frades de São Francisco (a antiga ala das enfermarias): o primeiro, voltado para a Praça da República; o segundo, se projetava em direção a mesma praça.

O projeto para a construção do Palácio da Justiça, em estilo eclético, aprovado em 1924 pelo engenheiro-chefe das Obras Complementares do Porto, é do arquiteto italiano, formado pela Escola de Belas Artes de Paris, Giácomo Palumbo (1891-1966), com a colaboração de Evaristo de Sá. Foi o quarto projeto apresentado. O primeiro, no ano de 1917, do arquiteto Heitor Mello, professor da Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro. O segundo, de Giácomo Palumbo, em estilo Luiz XVI, em dimensões menores que o projeto aprovado; e o terceiro, do arquiteto e pintor Henrique Moser.

A construção do edifício do Palácio da Justiça levou cerca de seis anos para ser concluída (foi inaugurado em 7 de setembro de 1930, no governo de Estácio Coimbra) e teve momentos de paralisação: em 29 de dezembro de 1926, com obras reiniciadas em 7 de março de 1928. Inclusive, quando do reinício dos trabalhos o projeto fora reelaborado pelo próprio arquiteto Palumbo, a pedido da Diretoria de Obras Públicas que assumira os trabalhos. Entretanto, no governo de Carlos de Lima Cavalcanti o Palácio da Justiça foi totalmente concluído: houve a aquisição do mobiliário e o acabamento final nos ambientes do edifício.

O Palácio abrange uma superfície de 2.506m2 e tem cinco pavimentos. A cúpula é um pouco rebaixada do que deveria ser no projeto original. Os vitrais são do alemão Heinrich Moser e representam a 1ª Assembléia Legislativa do Estado. É também de sua autoria um quadro que representa a Justiça e que pode ser visto na atual sala das sessões do Tribunal Pleno.

Na fachada, em frente à cúpula, encontram-se dois grupos de esculturas alegóricas a justiça e à lei, intitulados “A Justiça e a Família” e “A Justiça e o Homem”, do artista pernambucano Bibiano Silva. São também de sua autoria os bustos dos juristas pernambucanos [Francisco de] Paula Batista e Gervásio Pires, localizados na Sala dos Passos Perdidos.

Da sua inauguração até os nossos dias, o interior do Palácio, no que se refere aos ambientes e seus usos, sofreu muitas modificações. A exemplo deste fato, a Sala de Casar, onde eram realizados casamentos civis, hoje é ocupada pelo imponente Salão Nobre.

A cidade do Recife, desde o início da década de 1930, pode então contemplar quatro monumentos históricos na Praça da República: os Palácios do Governo e da Justiça, o Teatro Santa Isabel e o Liceu de Artes e Ofícios. É parada obrigatória como ponto turístico de Pernambuco.

Recife, 29 de maio de 2009.

(Atualizado em 14 de setembro de 2009).

FONTES CONSULTADAS:

MENEZES, José Luiz Mota; REINAUX, Marcílio. Palácio da Justiça. 2. ed. rev. e ampl.Recife: Gráfica e Editora Liceu, 1997.

PALÁCIO da Justiça. Disponível em: <http://www.panoptica.org/capainfofev07.htm>. Acesso em: 22 maio 2009.

COMO CITAR ESTE TEXTO:

Fonte: BARBOSA, Virgínia. Palácio da Justiça. Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/>. Acesso em: dia mês ano. Ex: 6 ago. 2009.


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Dessalinizador solar garante água potável no Semiárido Nordestino

Tecnologia é de baixo custo e tornou-se aliado de famílias que enfrentam estiagens

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Um dessalinizador solar de baixo custo de implantação e manutenção, com capacidade para produzir água potável sem uso de eletricidade e livre de produtos químicos, tornou-se um aliado de famílias do semiárido da Paraíba, que enfrentam longas estiagens e sofrem com escassez de água de boa qualidade.

O modelo já atendeu a cerca de 300 famílias e está disponível em um banco de tecnologias online disponibilizado pela Fundação Banco do Brasil. As tecnologias podem ser replicadas gratuitamente, por qualquer pessoas e em qualquer parte do país.

A tecnologia do dessalinizador, divulgada pela Fundação, foi desenvolvida em uma parceria da Cooperativa de Trabalho Múltiplo de Apoio às Organizações de Autopromoção e da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

O dessalinizador consiste em uma caixa construída com placas pré-moldadas de concreto e cobertura de vidro que deixa passar a radiação solar. Dessa forma, a construção possibilita o aumento da temperatura dentro da caixa e a evaporação da água armazenada em uma lona encerada comum, do tipo usada em caminhões.

“Os poços que a gente perfura, quase em sua totalidade, têm água salobra, água salgada, o que não serve para o consumo humano. Então, desenvolvemos junto com a UEPB essa tecnologia para exatamente fazer com que essa água salgada se tornasse uma água ideal para o consumo humano,” contou Jonas Marques de Araujo Neto, presidente da cooperativa.

Outro benefício da implementação dessa tecnologia é que as pessoas conseguem manter seu modo de vida no semiárido, desenvolver as atividades e sustentar as famílias sem precisar migrar para conseguir oferta de água potável, nem recorrer a subempregos nos centros urbanos.

Hoje existem 28 dessalinizadores implementados nos assentamentos dos municípios de Seridó-PB, Cubati-PB e Pedra Lavrada-PB, na microrregião do Seridó Oriental paraibano: uma das regiões mais secas do Estado.

Tecnologias sociais

Responsável por um Banco de Tecnologias Sociais, a Fundação possui uma base de dados com mais de 900 soluções e já beneficiou cerca de 130 mil pessoas no país inteiro, em 444 municípios, por meio de um total de 389 projetos. Os projetos tiveram investimento total de R$ 156,3 milhões.

Todas as tecnologias sociais fazem referência aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU) e podem ser acessadas no endereço http://tecnologiasocial.fbb.org.br

Fonte: Agência Brasil

Foto: Franciarly Silvério Viana – Bernardino Batista -PB

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COMO VICTOR HUGO SALVOU NOTRE-DAME DA DEMOLIÇÃO

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Catedral quase foi demolida no século XIX antes do sucesso do livro do autor francês

Muito antes de se tornar um dos principais cartões postais da capital francesa, acolhendo cerca de 13 milhões de visitantes todo ano, a Catedral de Notre-Dame esteve próxima de desaparecer. Pilhada durante o período da Revolução Francesa, chegou a ser transformada em depósito.

Após ser devolvida ao culto, no século XIX, o seu estado de conservação era tão ruim que as autoridades pensaram em demoli-la. A ideia era utilizar suas pedras para a construção de novas pontes na cidade. Um crime contra o patrimônio histórico que só não aconteceu graças à popularidade do romance “Notre-Dame de Paris”, publicado por Victor Hugo em 1831.

Um “livro de pedra”
O livro não tem a igreja como cenário por acaso. O escritor francês escreveu as suas mais de 900 páginas para salvar o edifício, que ele adorava. A construção do século XII era uma síntese da revolução estética e filosófica que o autor tentava promover.

Inspirado em Shakespeare, o romantismo de Hugo falava em unir o belo e o feio, o grotesco e o sublime. Algo que ecoa tanto na figura torta do corcunda Quasimodo como na arquitetura gótica da construção, na época uma corrente fora de moda e quase marginal. Hugo, por sua vez, via o gótico como um “livro de pedra”.

Sucesso incomodou o Vaticano
Apesar das críticas pontuais, o romance teve um sucesso estrondoso, que rendeu inúmeras adaptações para todos os formatos — da primeira peça de teatro, em 1832, ao desenho animado da Disney (“O corcunda de Notre Dame”), em 1996. Mas não foi unanimidade à época do lançamento. Seu anticlericalismo desagradou o Vaticano.

Na imprensa, o crítico e escritor Sainte-Beuve escreveu que faltava “um dia celeste nesta catedral; é como se ela fosse iluminada por baixo por respiradouros do inferno”. Duas das figuras literárias mais famosas da época também criticaram o romance. Balzac o chamou de “dilúvio de mau gosto”. Já Chateaubriand reclamou que, depois de lê-lo, não poderia mais rezar no local, tamanho o ataque que fazia à religião. Todos, entretanto, pareciam concordar em um aspecto: a igreja era o personagem principal da obra.

Restauração e fatalidade
A história de Esmeralda, Frollo, Gringoire e Quasimodo reconciliou os parisienses com a catedral, que pouco após o lançamento do livro ganhou um projeto ambicioso de restauração. Anos mais tarde, voltando a Paris após um longo exílio político, Hugo pode enfim visitar o local restaurado — e louvou os trabalhos de resgate. No romance, o escritor havia trabalhado a ideia de ananke — o drama da fatalidade, que acaba alcançando os seus personagens, mas que parecia ter poupado a catedral.

Fonte: O Globo


A REVISTA DA SOCIEDADE PERNAMBUCANA NA DÉCADA DE 30

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Na década de 1930, a vida social recifense foi retratada e incentivada através de uma periódico semanal ilustrado chamado Revista P’ra Você. Pertencente a Empresa Diário da Manhã S.A, a revista era famosa por publicar matérias sobre vida social, cultura, moda, arte e literatura. Jorge de Lima, Mário Melo e Aurélio Buarque de Holanda foram alguns dos colaboradores das publicações.

Passando por pequenas mudanças ao longo de três anos de edições, a revista buscava corresponder as agendas de cultura da sociedade pernambucana. A linguagem e os conteúdos eram escritos por homens, mas voltados para um público de mulheres da elite “moderna” de pernambuco. Os textos e imagens buscavam retratar a diversão, as festas e a vida social dessas pessoas. Para isso, os formatos dos conteúdos giravam em torno de colunas de moda, crônicas, prosas, poesias, artigos e fotos.

A última publicação da revista foi a de número 33 que circulou no ano de 1933. As páginas da revista foram digitalizadas e disponibilizadas pela Biblioteca Blanche Knopf.

#revista #1930 #decadade30 #revistapravocê #fundaj


EXÚ TERRA DE LUIZ GONZAGA E MUITA HISTÓRIA

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Nos primeiros anos do século XVIII teve início a povoação de Exu, decorrente do contato da tribo indígena Ançu com a Fazenda da Torre, à margem do Rio São Francisco. As terras onde moravam os índios eram cheias de fontes de águas e os terrenos de muito boa qualidade para o cultivo e criação de animais. A região foi ocupada por fazendas de gado tendo à frente Leonel de Alencar Rego e posteriormente seu filho Joaquim Pereira de Alencar.

Conhecida a região, outros fazendeiros se transferiam para lá. Logo após chegaram os jesuítas e construíram uma capelinha ao Senhor Bom Jesus dos Aflitos, que tornou-se o padroeiro da cidade. Assim, em 1734 era criada a freguesia do Senhor Bom Jesus dos Aflitos de Exu. O nome Aflitos de Exu alude à aflição que os cristãos novos sentiam por serem perseguidos desde Espanha e Portugal até ao Brasil. 
Para fugir da Inquisição aqueles judeus se instalavam cada vez mais no interior de Pernambuco. Para a denominação Exu existem duas versões, uma advinda do nome da tribo Ançu da Nação Cariris e outra relativa a um tipo de abelha de ferrão, denominada Inxu.

DADOS DO MUNICÍPIO
Exu é um município do Sertão de Pernambuco, na divisa entre os estados de Pernambuco e Ceará. A cidade, distante 630 Km do Recife, está localizada no Polígono da Seca e um de seus filhos mais importantes foi o músico Luiz Gonzaga, conhecido como O Rei do Baião. A principal parada na cidade é no Parque Asa Branca, onde estão o Museu e Mausoléu do Gonzagão. No museu pode-se ver um extenso acervo fotográfico, o famoso fole de ouro, peças de vestuário, entre outras coisas. Exu tem ainda outros encantos como as ruínas da Casa Grande do Barão de Exu, Exu Velho, na Fazenda Gameleira, no sopé da Serra do Araripe, picos, pedras, o Santuário Ecológico do Cantarino e o Desfiladeiro da Serra das Camarinhas, onde se avista o vale onde existia a antiga cidade de Exu.

Fontes: IBGE, AMUPE e CONDEPE/FIDEM


Instituto Ayrton Senna e MEC devem assinar acordo de cooperação

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O Instituto Ayrton Senna deverá atuar junto ao Ministério da Educação (MEC) na formação de professores e outras medidas voltadas para a educação básica, etapa que vai da creche ao ensino médio.

Hoje (22), a presidente do instituto e irmã do piloto Ayrton Senna, Viviane Senna, e o diretor de Articulação e Inovação do Instituto, Mozart Ramos, reuniram-se com o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Segundo Ramos, o Instituto Ayrton Senna e o MEC deverão assinar um acordo de cooperação técnica.

Ramos ficará, a partir da semana que vem, à disposição do MEC para aprofundar maneiras de contribuir para a implementação de políticas públicas voltadas às escolas. Entre os pontos discutidos, ele ressalta a formação dos professores. “A gente apresentou [ao ministro e equipe] a preocupação com a formação de professores, que é elemento-chave do processo de aprendizagem”, disse à Agência Brasil. 

O diretor disse que não haverá custos para o MEC. “Será uma doação mesmo [da parte do instituto]”. O diretor não detalhou como deverá ser a formação dos professores e disse que isso ainda será discutido com mais detalhes. PNE e Base Comum

Outros pontos tratados na reunião foram o Plano Nacional de Educação (PNE) e a implementação da Base Nacional Comum Curricular, que deverá nortear todos os currículos das escolas do país. Na Base Nacional está especificado o mínimo que cada estudante deve aprender. 

Já o PNE, Lei 13.005/2014, define metas e estratégias para melhorar a educação até 2024. “Há uma preocupação da pasta, que quer saber quais metas são factíveis de serem alcançadas, quais possivelmente não serão e o que podemos fazer para avançar”, diz Ramos. 

Entre as metas está a inclusão de todas as crianças de 4 a 17 anos na escola e o aumento do investimento em educação para o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas pelo país. Atualmente, o investimento na área é equivalente a 5,5% do PIB. 
Interesse do ministro

Segundo Ramos, o Instituto Ayrton Senna foi procurado pelo próprio ministro, que conhecia o trabalho da organização. Weintraub integrava a equipe de transição do governo, nomeado pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. 

No final do ano passado, Ramos e Vivianne apresentaram a Lorenzoni um diagnóstico da educação do país, elaborado pelo economista-chefe do instituto, Ricardo Paes de Barros. Pediram também atenção do governo para dois pontos: alfabetização e valorização de professores.

“É a retomada de uma agenda que havia sido perdida com a chegada de Ricardo Vélez [ex-ministro da Educação] porque não houve clima para começar algo mais frutífero. Agora, o ministro está muito animado e nós estamos animados”, disse Ramos.  

A aproximação do presidente Jair Bolsonaro com o Instituto Ayrton Senna ocorreu enquanto ainda era candidato. Viviane Senna foi convidada por ele para tratar da área de educação em uma reunião no Rio de Janeiro. Intituto

O Instituto Ayrton Senna é uma organização sem fins lucrativos criada em 1994. Segundo a descrição na página da organização, surgiu do desejo do tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna, concretizado pela irmã, Viviane Senna. Entre os objetivos do instituto estão formar educadores e aplicar soluções educacionais para promover uma educação integral. As ações são realizadas em parceria com as redes públicas de ensino. 

Anualmente, a entidade atua junto a 1,5 milhão de crianças e jovens e forma 45 mil educadores. As ações chegam a aproximadamente 600 municípios em 16 estados.

Por: Agência Brasil


Recife Restaurante Week realiza festival gastronômico no RioMar Casa

RioMar Casa contará com festival gastronômico organizado pela Recife Restaurante Week. Foto: Divulgação
RioMar Casa contará com festival gastronômico organizado pela Recife Restaurante Week. Foto: Divulgação

Em parceria com o RioMar Recife e a Carlota Promo e Mídia, a Recife Restaurante Week realizará o festival gastronômico Cozinha Show, evento que integra a programação da RioMar Casa.

A mostra, que contará com palestras sobre tendências gastronômicas, aulas de culinária e degustação dos principais pratos da Recife Restaurante Week, acontece entre os dias 10 e 19 de maio, das 18h às 22h, no piso L3 do Shopping RioMar.

A cozinha do evento foi confeccionada pela Maddena, indústria pernambucana de móveis e, além disso, tem a assinatura da arquiteta Ana Paula Vasconcelos. A programação é aberta ao público e as inscrições são gratuitas. No entanto, vale salientar, as vagas são limitadas.

Recife Restaurante Week

Com o tema Do Campo à Mesa, a 18ª edição da Recife Restaurante Week, que acontece entre os dias 17 de maio e 9 de junho, oferece uma ótima oportunidade aos restaurantes participantes: investir em menus focados em ingredientes silvestres, típicos e da estação. Com isso, os convidados serão guiados pelos princípios e valores de cada cozinheiro. A produção é de Léo Barbosa.


Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto voltam ao Recife com o show “Valencianas”

O maestro Rodrigo Toffolo e Alceu Valença, em
O maestro Rodrigo Toffolo e Alceu Valença, em “Valencianas” – Foto: Naty Torres / Divulgação

Alceu Valença sobe ao palco do Teatro de Santa Isabel junto à Orquestra Ouro Preto, dia 2 de maio, às 20h30, para apresentar o show Valencianas, espetáculo que já foi visto por aqui, em setembro, no Teatro Guararapes.

Em 2012, nas comemorações pelos seus 40 anos de carreira, Alceu ouviu suas canções adaptadas para a música de concerto, pela primeira vez, quando executadas pela OPP, sob regência do maestro Rodrigo Toffolo.

Esse diálogo entre a canção popular e a música erudita acontece, inclusive, em sucessos, como Anunciação, Tropicana, Girassol, Coração Bobo e La Belle Du Jour.

Os arranjos são assinados pelo violinista da mineira Orquestra Ouro Preto, o paraibano Mateus Freire, que teve o cuidado de não descaracterizar a essência da obra de Alceu Valença.

Segundo Toffolo, “o espetáculo é grandioso e busca evidenciar a maestria do cantor e a ‘nordestinidade’ inerente à sua obra, capítulo fundamental na história da música de nosso País, que contribuiu, inclusive, para a ideia de música popular brasileira que temos hoje”.

Já o cantor e compositor pernambucano fala o seguinte sobre este projeto: “Num mundo dominado pela indústria do entretenimento, onde tudo é dinheiro e há pouco sentimento, a música de concerto é uma forma de transcendência. Este projeto representa uma nova vertente na minha carreira”.

O show chega com patrocínio da SulAmérica, via Lei Rouanet, e os ingressos custam R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia-entrada) para a Plateia e Frisas; R$ 75 e R$ 37,50, para os Camarotes A e B.

Informações pelo telefone 3355-3323.


Segunda unidade da Cake & Bake será inaugurada em julho no RioMar Recife

Cake & Bake chega em julho ao Shopping RioMar. Foto: Divulgação
Cake & Bake chega em julho ao Shopping RioMar. Foto: Divulgação

A segunda unidade da Cake & Bake, loja pernambucana de bolos e confeitaria, será inaugurada em julho no Shopping RioMar.

As empresárias Joanna Alexandre e Paula Ardanza trazem toda a especificidade já conhecida da marca, que oferece produtos diferenciados para seus clientes.

O chocolate ruby, brigadeiros de pistache, receitas veganas, sem glúten/lactose e produtos orgânicos são alguns dos produtos que serão oferecidos no piso L2 do mall.

“O público está cada vez mais atento à verdade das marcas e isso reflete diretamente na aceitação e divulgação positiva dos nossos produtos”, diz Paula Ardanza.


Corolla será o primeiro híbrido flex feito no Brasil

O anúncio foi feito na última semana em São Paulo, e o novo sedã deve ser comercializado ainda no último trimestre deste ano no País.

Toyota lança carro híbrido

O primeiro carro do mundo equipado com um motor híbrido flex será fabricado no Brasil. A Toyota anunciou na última semana que o novo Corolla brasileiro será equipado com o motor deste tipo, onde o modelo terá o mesmo conjunto mecânico do Prius, mas com a vantagem de ser flex.

O novo Corolla poderá ser abastecido com gasolina ou etanol, além de ter um motor elétrico que permite rodar em trechos urbanos sem a queima de combustível, e deve chegar às concessionárias brasileiras no último trimestre de 2019.

Além de ser comercializado no Brasil, o novo sedã deverá ainda chegar aos mercados latino-americanos, como na Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru e Colômbia, onde a Toyota estuda a comercialização a partir do primeiro semestre de 2020.

O maior apelo do novo sedã é o baixo consumo e, por consequência, o menor nível de emissões de poluentes e gás carbônico. De acordo com o teste Folha-Mauá, o Prius Hybrid, que serve de modelo para o Corolla, é capaz de rodar 22,8 quilômetros na cidade com um litro de gasolina, e tem uma potência combinada de 122 cavalos, com um motor 1.8 a gasolina associado ao elétrico.

Além de ter a versão híbrida, o sedã médio terá também uma opção com o novo motor 2.0 flex da Toyota, onde a potência deverá se aproximar de 180 cv. Ainda não existe uma previsão de preços para a nova geração, mas hoje, o Corolla custa entre R$ 80 mil e R$ 119 mil.

O anúncio foi feito em um evento no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado de São Paulo, e contou com a presença do governador de São Paulo, João Dória, do presidente da Toyota do Brasil, Rafael Chang, e de outros integrantes do governo e da montadora.

A montadora realizou estudos envolvendo a tecnologia híbrida flex da Toyota que foram anunciadas em março do ano passado, e no final do ano, em dezembro a fabricante confirmou a produção. A atuação da marca nesse segmento sustentável esta alinhada com o Programa Rota 2030, que tem entre os seus objetivos estimular a produção de automóveis mais eficientes.

O novo Corolla será montado sobre a plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture, ou a Nova Arquitetura Global da Toyota, traduzindo para o português). A mesma plataforma já equipa veículos como o Prius, C-HR, e o Camry. Além da referência que o Corolla já carrega, o modelo deverá ter um aumento na qualidade, conforto, dirigibilidade e estabilidade, além de ter novos equipamentos de acordo com a montadora.

De acordo com o presidente da Toyota no Brasil, Rafael Chang, o novo Corolla deve ser visto com um novo olhar de um carro moderno, e o lançamento do modelo no Brasil é um marco para a montadora. “Com essa nova geração, queremos que ele seja reconhecido também como símbolo de modernidade e, acima de tudo, como uma nova forma de mobilidade. Somos entusiastas de motores eletrificados e precursores da disseminação em massa dessa tecnologia. Agora, estamos mais uma vez fazendo história, trazendo a propulsão híbrida flex para um dos maiores ícones da indústria automotiva”, disse.

Um dos fatores que pesaram para que o sedã médio fosse lançado nesse formato, foi o lançamento da versão híbrida do modelo na Europa, com a mesma plataforma e o mesmo conjunto mecânico do Prius. O modelo europeu do Corolla serviu de inspiração para a nova geração brasileira do sedã, que foi produzida na fábrica da Toyota de Indaiatuba, em São Paulo. A planta da montadora foi modernizada, e recebeu um investimento de R$ 1 bilhão no ano passado, no mesmo ano em que a Toyota confirmou o desenvolvimento e a produção local do híbrido flex.


Museu Cais do Sertão é finalista em prêmio internacional de arquitetura

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Foto: Thales Paiva Fotografia

O museu Cais do Sertão, localizado no Bairro do Recife, área central da cidade, está entre os 15 finalistas do Prêmio Obra do Ano 2019, organizado pelo site ArchDaily. A premiação é concedida para a melhor construção arquitetônica dos países de língua portuguesa.

Estão na disputa nove edificações brasileiras e seis portuguesas. Ao todo, mais de 10 mil votos foram coletados durante duas semanas de indicações. Entre as obras nomeadas, estão projetos culturais, comerciais, educacionais, praças, residências de alto padrão e remodelações. A votação para a escolha do vencedor acontece até esta terça-feira (23).

“Além do orgulho em termos um reduto sertanejo no coração do Recife, recebemos com bastante alegria a notícia de mais uma indicação do Cais do Sertão a um prêmio internacional de arquitetura. Um reconhecimento como este só enaltece o belo trabalho realizado pela Secretaria de Turismo e Lazer para promover aquele espaço”, destacou o secretário deTurismo e Lazer de Pernambuco, Rodrigo Novaes.

O Cais do Sertão completou cinco anos de inauguração no último dia 3 de abril. A arquitetura do equipamento é formada por concreto armado e protendido, no módulo um, e por mais de dois mil cobogós no módulo dois. O espaço exalta as tradições do rstado com atividades lúdicas e culturais em sua programação e conserva uma exposição permanente em homenagem ao rei do baião, Luiz Gonzaga, além de salas expositivas, auditório, restaurante e café.


Shopping Camará – C&A abre primeira unidade na Zona Oeste do Recife

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A rede C&A abrirá sua primeira unidade na Zona Oeste do Recife na próxima quinta-feira (25), no shopping Camará.

A loja irá ocupar 2,4 mil metros quadrados do Piso L2 do empreendimento e vai se juntar à Renner, Riachuelo, Lojas Americanas, Le Biscuit, Casa Pio, Game Station e ao Complexo de Cinemas Moviemax, que conta com cinco salas de cinema que exibem filmes em 2D e 3D.

Nos próximos meses, o Camará Shopping deve inaugurar ainda mais doze operações.

Entre os empreendimentos, estão nomes como Caixa Econômica, Vagamundo, Derbimagem, Clock Pizza, Delícias da Prazeres, Colare, Água de Cheiro, Caroline ETZ e Espaço Laser.

Além dessas lojas, o espaço vai contar com uma unidade do Detran/PE e uma loja da Oi.

De acordo com o superintendente do Camará Shopping, José Carlos Poroca, o fluxo de clientes deve crescer ainda mais nos próximos meses:

“Estimamos um aumento considerável na movimentação de pessoas no shopping. A nossa expectativa é de um público de 30% a 50% maior”.


Inscrições prorrogadas: escolas públicas de Pernambuco podem apresentar projetos e receber R$30 mil

Instituto MRV e Fundação Pitágoras apoiarão projetos desenvolvidos por escolas da rede pública de ensino fundamental e médio. Instituições de ensino de 19 estados brasileiros têm até o dia 30/04 para fazer a inscrição

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O Instituto MRV, em parceria com a Fundação Pitágoras, prorrogou as inscrições do projeto Educar para Transformar – 6ª Chamada Pública. Com a temática “Uma escola aberta para novas ideias é uma escola aberta para o futuro”, esta edição do programa tem como foco as escolas municipais e estaduais da rede pública de ensino fundamental e/ou médio. As inscrições foram prorrogadas até o dia 30 de abril e podem ser feitas através do site https://www.institutomrv.com.br/pt/.

As escolas interessadas em participar do programa devem propor ações que visam atrair e reter os alunos, ampliando suas visões sobre os benefícios da educação e as diversas possiblidades de futuro que se pode alcançar. Os melhores projetos receberão ajuda de R$30 mil.

Para participar as escolas devem estar localizadas em cidades onde o Instituto e a Fundação têm atuação. Podem se inscrever municípios dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A lista completa de cidades está no edital do Educar para Transformar.

A avaliação dos projetos será realizada por uma comissão que levará em conta critérios como adequação com o foco do programa, engajamento e motivação do corpo escolar e potencial de redução da evasão escolar. As iniciativas selecionadas serão disponibilizadas para votação popular a partir do dia 29 de maio.

Os dez projetos mais votados pelo público serão apresentados no dia 18 de junho e cada um deles receberá um aporte de R$ 30 mil para ser revertido em materiais ou serviços. Ainda em Junho os projetos vencedores serão acompanhados e receberão o apoio do Instituto MRV e da Fundação Pitágoras para a troca de conhecimento e a verificação do desenvolvimento do projeto. 

“Diferente das outras edições em que acompanhamos projetos voltados para a educação de jovens e crianças desenvolvidos por organizações não governamentais e pessoas físicas, na 6ª edição pretendemos apoiar dez projetos de escolas municipais e estaduais. Nossa parceria inédita com a Fundação Pitágoras busca por soluções criativas e inovadoras em educação favorecendo o empoderamento das relações humanas, contribuindo para o convívio social e o desenvolvimento do senso de comunidade, para a formação de uma sociedade igualitária e comprometida”, explica Raphael Lafetá, diretor do Instituto MRV.

Sobre o Instituto MRV

Fundado em 2014 pela MRV Engenharia, o Instituto MRV é uma organização sem fins lucrativos, voltada para promoção da transformação social do país por meio da educação. Somente em 2018, foram investidos mais de R$ 6 milhões em projetos como Educar para Transformar – Chamada Pública de Projetos, MRV Voluntários e Seu filho, Nosso futuro; além de apoio a importantes instituições como a Cidade dos Meninos, Querubins e Miguilim. Saiba mais em www.institutomrv.com.br.

Sobre Fundação Pitágoras

A Fundação Pitágoras é o braço social do Grupo Kroton e implementa há mais de três décadas programas de responsabilidade social transformadores, com foco primordial na melhoria da qualidade das escolas públicas de educação básica, por todo o Brasil. São milhares de escolas e mais de 2 milhões de alunos beneficiados nas últimas décadas. Nos últimos anos, a Fundação Pitágoras ampliou seu escopo de atuação abrangendo programas para desenvolvimento da Primeira Infância, resgate de Jovens Vulneráveis (evadidos das escolas públicas) e projetos para o Sistema Penitenciário, por entender que essas questões sociais se integram de forma indissociável. Trabalhamos de forma incansável para elevar ao máximo o potencial das pessoas mais vulneráveis, em todas as fases de sua vida, por meio da educação.


Programa Cidade Saneada leva curso para formação de encanadores para moradores de São Lourenço da Mata

Aumentar as oportunidades no mercado de trabalho para moradores de São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, é a proposta do curso para formação de encanadores que inicia hoje (22), e  prossegue até o dia 20 de maio, iniciativa que vai beneficiar 40 pessoas com qualificação profissional. Uma iniciativa do Cidade Saneada, programa desenvolvido pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e que está possibilitando implantar sistema de esgotamento sanitário na cidade, o curso é realizado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Dividido em duas turmas – nos períodos da tarde e noturno – o programa de qualificação de encanadores é gratuito e será ministrado numa unidade móvel do Senai, que ficará instalada na Praça do Canhão, no Centro de São Lourenço da Mata. O curso acontece de segunda à sexta-feira, terá  quatro horas diárias e duração total de 80 horas e vai oferecer uma formação teórica e prática de alto nível, com a chance de grande empregabilidade para todos os que concluírem o programa. Outra possibilidade para os participantes, que receberão um certificado oficial, é seguir o caminho do empreendedorismo, e abrir o próprio negócio.

No curso, os participantes aprenderão sobre temas como ferramentas da qualidade, desenvolvimento sustentável, tubulações subterrâneas e aéreas, dispositivos e instalações de sistemas hidráulicos, sanitários, águas pluviais, além de outros conteúdos como o combate a incêndio e manutenções em geral. As inscrições foram realizadas com o apoio da Secretaria do Trabalho e Qualificação Profissional do município de São Lourenço da Mata, que também cedeu o espaço para a instalação da unidade móvel do Senai na Praça do Canhão. 


Sonora Brasil abre espaço para música feminina e indígena

Promovida pelo Sesc, a maior iniciativa brasileira de circulação musical terá como temas a presença da mulher na música brasileira e composições dos Povos Originários do Brasil

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O Sonora Brasil chega à sua 22ª edição com números que justificam o título de maior projeto de circulação musical do país. Promovido pelo Sesc, já alcançou 750 mil pessoas, com 6.098 concertos, de 85 grupos, em mais de 150 cidades brasileiras. Ao todo, 431 músicos já se apresentaram no circuito, que a cada biênio aborda duas temáticas diferentes e promove a circulação dos artistas por todas as regiões brasileiras. Em 2019/2020 os temas apresentados serão “Líricas Femininas – A presença da mulher na música brasileira” e “A Música dos Povos Originários do Brasil”. O lançamento acontecerá em São Paulo, no dia 23 de abril, no Sesc Bom Retiro, com apresentação dos grupos Líricas Modernas e Wiyae.

“Há 22 anos, o Sonora Brasil desperta o interesse do público para expressões musicais identificadas com a história da música brasileira, apresentando grupos que estão fora dos grandes centros culturais. Durante dois anos os artistas se revezam pelo país, percorrendo todas as regiões, em extensa programação cultural”, explica Gilberto Figueiredo, analista de cultura do Departamento Nacional do Sesc.

Uma curadoria formada por profissionais do Sesc de todo o país é responsável pela escolha dos temas e grupos que integram a programação do Sonora Brasil. O tema “A Música dos Povos Originários do Brasil” será apresentado por meio de quatro circuitos, com dois grupos diferentes em cada, mostrando um pouco da diversidade musical e estética dos povos indígenas. Os circuitos são compostos pelos grupos tradicionais: Teko Guarani, do povo Mbyá-Guarani (RS) e Nóg gã, Kaingang (RS); Dzubucuá, do povo Kariri-Xocó (AL) e Memória Fulni-ô, Fulni-ô (PE); Opok Pyhokop, do povo Karitiana (RO) e Wagôh Pakob, do Paiter Surui (RO); e pelo grupo Wiyae que reúne os trabalhos da artista indígena Djuena Tikuna (AM) e da cantora e pesquisadora Magda Pucci (SP) do grupo Mawaca.

Já o tema “Líricas Femininas – A presença da mulher na música brasileira” busca dar visibilidade à produção das mulheres, que por muito tempo foi pouco reconhecida. Ao todo serão 14 artistas, compositoras e intérpretes que apresentarão ao público em quatro circuitos os programas compostos exclusivamente por obras de compositoras e letristas brasileiras reunidas especialmente para o Sonora Brasil.

Os circuitos serão divididos em: Líricas Modernas, Líricas Negras, Líricas Transcendentes e Líricas Históricas. Entre as artistas escolhidas estão Badi Assad, violonista, cantora e percussionista, conhecida por um estilo marcado pela versatilidade de linguagens – vocal, instrumental, cênica e corporal; Cátia de França, cantora, compositora e multi-instrumentista, cujas composições já foram gravadas por grandes nomes da MPB, como Elba Ramalho, Amelinha e Xangai; Gabriela Geluda, soprano, mestra em música antiga pela Guildhall School of Music and Drama – Londres; e Rosa Reis, cantora maranhense, que apresenta a música da tradição popular caminhando pelos palcos, dialogando entre os ritmos dos terreiros e das festas populares.

Até o fim de 2019, os 63 artistas dos dois temas farão 350 apresentações, em 97 cidades. O tema “Líricas Femininas” circulará pelas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste enquanto o tema “A Música dos Povos Originários do Brasil” seguirá pelas regiões Norte e Nordeste. No ano seguinte os grupos invertem as regiões fazendo com que todos circulem por todo o país.

“O Sonora privilegia temas que mantenham as raízes da música brasileira e que não tenham uma abordagem recorrente na mídia. Este ano estamos indo além, reforçando a importância do olhar diferenciado para a música feminina e indígena”, conclui Gilberto.

Sobre os temas:

Líricas Femininas – A presença da mulher na música brasileira

Por meio de uma abordagem cronológica, as Líricas Históricas apresentarão repertório com a obra e a história de compositoras representantes de várias fases da música brasileira. O grupo é formado por Gabriela Geluda, Anastácia Rodrigues, Priscilla Ermel e Vanja Ferreira.

Líricas Modernas abordarão repertórios da atualidade, com estética próxima da música popular, valorizando a experimentação e o uso de recursos expressivos inovadores, especialmente na voz. O grupo é formado por Lucinah, Badi Assad e Regina Machado.

Líricas Negras apresentará repertório ligado às tradições afro religiosas e obras que remetam aos elementos estéticos da cultura africana, somando vozes de resistência a elementos percussivos. O grupo é formado por Geórgia Câmara, Negravat, Rosa Reis e Vanessa Melo.

Líricas Transcendentes apresenta repertório relacionado às tradições musicais do meio rural, considerando o uso da música como meio de comunicação com as divindades. O grupo é formado por Déa Trancoso, Ceumar e Cátia de França.

Música dos Povos Originários do Brasil

A música é um dos elementos mais ricos da cultura e arte indígena e uma porta de entrada privilegiada a um universo tão diversificado ainda desconhecido O tema A Música dos Povos Originários do Brasil será apresentado por meio de quatro circuitos, com dois grupos diferentes em cada, mostrando um pouco da diversidade das manifestações sonoras indígenas, presentes em ritos e festejos. Com  cantos, danças e instrumentos de cordas, sopro e percussão, três circuitos trazem grupos tradicionais, apresentando suas tradições culturais e cotidiano das aldeias. O circuito Wiyae apresentará um repertório de arranjos elaborados com utilização de  instrumentos musicais não indígenas e  o trabalho composicional e artístico  de uma indígena da atualidade, mostrando as novas perspectivas sobre identidade cultural desses povos.


Campanha Abril Verde visa reduzir os acidentes de trabalho e os agravos à saúde

Levantamento do MPT aponta que em sete anos, já ocorreram 4,26 milhões de acidentes no trabalho

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O movimento Abril Verde é uma iniciativa nacional para direcionar a atenção das empresas à saúde e segurança dos colaboradores. A data é comemorada no dia 28 de abril e busca mobilizar a sociedade para prevenção das doenças e acidentes que ocorrem em decorrência do trabalho. Segundo dados do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho do Ministério Público do Trabalho (MPT), no Brasil, entre 2012 e 2018, foram registrados 4,26 milhões de acidentes de trabalho.

Criada em 2014, a data tem o objetivo de tratar do tema de forma clara e mobilizar a sociedade, promovendo o engajamento entre órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada, com o objetivo de promover conscientização sobre os problemas que ocorrem no mundo corporativo. “O Abril Verde é um marco para o olhar direcionado à saúde do colaborador, e a iniciativa traz questões a serem discutidas dentro do local onde passamos grande parte do nosso dia, da nossa vida”, explica Rosana Marques, diretora da SEG – empresa de Saúde Ocupacional Integrada.

Entre os anos de 2012 e 2019, o Brasil gastou mais de R$ 80,4 bilhões com benefícios acidentários pagos pela Previdência Social. De acordo com o MPT, o País registra um acidente de trabalho a cada 48 segundos e uma morte a cada três dias. Para a diretora da SEG, as empresas precisam implementar uma cultura de prevenção, oferecendo, inclusive, espaços que despertem a consciência dos empregadores. “É necessário conscientizar cada vez mais todos os segmentos, sejam eles da iniciativa privada ou pública, sobre a importância de proporcionar um ambiente seguro e saudável para todos”, diz.

A campanha do Ministério Público do Trabalho e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) para o Abril Verde de 2019 foi lançada como um alerta sobre a importância de prevenir acidentes e promover saúde no trabalho. “Desenvolver políticas organizacionais internas para proporcionar aos colaboradores saúde e segurança, é a garantia de uma gestão mais humana e eficaz”, diz Marques.